Governo deve rever meta fiscal de 2017 e 2018 até a próxima semana


Governo Temer

DE BRASÍLIA
DO RIO


Projeções da equipe econômica apontam para um deficit nas contas do governo federal em 2018 superior ao verificado nos dois anos anteriores.

Diante das sucessivas frustrações de receitas, o governo deve rever as metas de deficit deste ano e de 2018 na próxima semana.

Pelos cálculos que estão na mesa, será preciso ampliar a meta de deficit deste ano de R$ 139 bilhões para R$ 158 bilhões.

A meta de deficit de 2018, que foi definida em R$ 129 bilhões, pode passar para cerca de R$ 170 bilhões, mas o governo ainda tenta reduzir esse número.

A necessidade de revisão das metas foi discutida pelo presidente Michel Temer com o ministro da Fazenda, Henrique Meireles, nesta quarta-feira (9). Diante da reação negativa do Congresso e de líderes da base aliada à ideia de aumento de Imposto de Renda —e de qualquer tipo de tributo— neste momento, não restaram alternativas para que as contas da União fechem dentro do previsto.

Para não passar a mensagem de que a revisão das metas será feita para garantir aumento de gastos, Temer foi aconselhado a investir na redução de despesas.

O problema é que um novo corte de gastos poderia paralisar a máquina pública. Até as estruturas criadas para a cobrança de dívidas com a União, como tributos, foram atingidas pela mais recente revisão orçamentária.

Se houver novo corte de gastos, haverá revisão na previsão de receitas com as cobranças de dívida com o Fisco. A estimativa, que já constava do Orçamento deste ano, poderá sofrer uma redução de R$ 20 bilhões, serão somente R$ 14 bilhões.

APLAUSOS

Um dia após admitir estudos para aumentar a alíquota do IR, o presidente Michel Temer pediu aplausos ao afirmar, em evento no Rio, que o tributo não será aumentado.

Disse ainda que o governo trabalha pela aprovação até o fim do ano de três reformas: a da Previdência, a política e a "simplificação tributária".

Para isso, fechou acordo com o Congresso para que os textos entrem na pauta no segundo semestre. "Se chegarmos ao final do ano e tivermos completado o ciclo das reformas, teremos um 2018 mais próspero", disse Temer.

REUNIÃO SOBRE REFIS

Outras medidas acertadas pelo governo com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), enfrentam dificuldades. O Refis é uma delas.

Maia se reuniu com Eunício, Meirelles e parlamentares para discutir o texto do Refis. O programa de renegociação de dívidas com o fisco é a principal arma do governo para levantar cerca de R$ 14 bilhões neste ano e diminuir o rombo no Orçamento.

A comissão que analisou a medida provisória enviada pelo governo desfigurou o texto original, inclusive com aumento do desconto nos juros e multas para até 99%.

Agora, a intenção é construir um acordo dos parlamentares com a equipe econômica antes de colocar o texto em votação no plenário da Câmara. Para isso, foi criado um grupo de senadores e deputados para negociar com o Ministério da Fazenda.

Para a reforma da Previdência, que permitirá reduzir os gastos com aposentadorias, o desafio é maior. Temer ainda não tem os 308 votos necessários para aprová-la.

"O cenário não é fácil [para a aprovação da reforma da Previdência]", disse Maia. Para ele, é "legítimo" que parlamentares declarem que não há condições de tocar a reforma. "É melhor que eles falem do que a gente fique com expectativa que não é verdadeira."

(JULIO WIZIACK, MARINA DIAS, LAÍS ALEGRETTI, MARIANA CARNEIRO E NICOLA PAMPLONA)



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Comissão aprova 'distritão' e fundo público de R$ 3,6 bi para eleições

Do UOL, em São Paulo

Pedro Ladeira/FolhapressComissão para a reforma política vota relatório de Vicente Cândido (à dir.)

  • Comissão para a reforma política vota relatório de Vicente Cândido (à dir.)

A comissão especial da Câmara que analisa a reforma política aprovou, entre a noite de quarta-feira (9) e a madrugada desta quinta (10), o chamado 'distritão' e um fundo público de R$ 3,6 bilhões para financiamento de campanha. Para que ambos entrem em vigor já nas próximas eleições, a reforma precisa passar até setembro por votações nos plenários da Câmara e do Senado.

O fundo público constava do texto-base da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 77/03, apresentado pelo relator, deputado Vicente Cândido (PT-SP), e foi aprovado na noite de ontem por 25 votos a 8.

Hoje em dia, as empresas são impedidas de financiar candidatos, sendo que os recursos vêm de pessoas físicas, do próprio bolso do aspirante ao cargo e dos cofres públicos. Se a reforma for aprovada, seria criado um fundo de cerca de R$ 3,6 bilhões para custear as despesas de campanha, ou seja, haveria uma ampliação do financiamento público.

Já o 'distritão' foi aprovado na madrugada de hoje por meio um destaque que modificou o texto-base. A proposta prevê que o sistema eleitoral brasileiro mude para as eleições de 2018 e 2020, de forma que seriam eleitos para o Legislativo os candidatos mais votados.

Atualmente, os parlamentares são eleitos no modelo de voto proporcional, em que se somam todos os votos conquistados por um partido, divide-se por um quociente eleitoral para determinar a quantas cadeiras cada sigla tem direito e elegem-se os mais votados dentro de cada partido. Neste modelo, candidatos com poucos votos podem acabar se elegendo se parceiros de sigla tiverem obtido votações maciças, que garantiram uma cota grande de cadeiras para o partido.

Quem defende a proposta argumenta que ela reduz a oferta de candidatos no processo eleitoral e acaba com os chamados "puxadores de voto", como o deputado Tiririca (PR-SP), no qual um deputado com muitos votos "elege" outros deputados da mesma coligação.

A principal crítica feita ao "distritão" é que esse sistema eleitoral, se entrar em vigor, vai dificultar a renovação dos deputados federais, facilitando a eleição dos políticos já conhecidos e com mandatos.

"Distritão" não constava em proposta original

O texto da reforma política apresentado originalmente por Candido mantinha o sistema eleitoral atual para 2018 e 2020 e estabelecia que o sistema de voto distrital misto, que combina voto majoritário e em lista preordenada, fosse regulamentado pelo Congresso em 2019 e, se regulamentado, passasse a valer para as eleições de 2022.

O destaque do PMDB, no entanto, prevaleceu sobre a ideia de Candido, sendo acolhido por 17 votos a 15, com apoio das bancadas do DEM, do PSDB, do PSD e do PP. Deputados do PT, do PCdoB, do Psol, do PHS e do PR foram contrários ao "distritão".

Segundo o PMDB, a ideia é que o 'distritão' seja um modelo de transição ao distrital misto, que passaria a valer a partir de 2022.

"Nós precisamos de um tempo para montar a distribuição dos distritos no Brasil. E o 'distritão' caminha para esse novo sistema, quebrando com o sistema proporcional que gerou um desgaste enorme até hoje", disse o deputado Celso Pansera (PMDB-RJ).

O deputado Marcus Pestana (PSDB-MG) considera a mudança de modelo na votação para o Legislativo essencial. "O modelo atual está esgotado. Não dá para fingir que está tudo bem e continuar com o sistema atual, vamos de 'distritão' na transição para um sistema misto mais elaborado e transparente a partir de 2022", disse.

A deputada Maria do Rosário (PT-RS) considerou o 'distritão' "um modelo elitista, no qual prepondera a presença individual, quando o Parlamento é, por natureza, coletivo na sua atribuição".

O líder da Rede, deputado Alessandro Molon (RJ), argumentou que nada impede que a transição seja o modelo proporcional. "Não é verdade que adotar o 'distritão' seja uma transição, o maior risco é que se torne permanente com a eleição de um Congresso em 2018 completamente diferente do atual e que dificilmente vai regulamentar o distrital misto", disse.

O relatório de Candido também propõe a extinção do cargo de vice, da figura do suplente de senador e o estabelecimento de mandato de dez anos para ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). Essas propostas, no entanto, devem ser derrubadas pela comissão, que volta a se reunir na manhã desta quinta-feira para votar mais destaques. (Com Estadão Conteúdo e Agência Brasil)


UOL Notícias

Incêndio atinge dois barracões de escolas de samba no Rio

Bombeiros atuam no local: https://glo.bo/2wLdg0l #GloboNews

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G1.GLOBO.COM

Número de brasileiros negativados chega a quase 60 milhões em julho

por Caio Rinaldi

1434385489329.jpgMarcos Santos

Dados são do SPC Brasil e da CNDL; metade dos consumidores devedores têm entre 30 e 39 anos de idade

SÃO PAULO - O volume de consumidores negativados no País fechou o mês de julho na casa dos 59,4 milhões de pessoas, aponta estimativa elaborada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), com base em dados de todos os participantes do setor de proteção ao crédito. Na comparação com o período equivalente de 2016, quando o número atingiu 58,9 milhões, houve crescimento de 0,84%.

Já os dados isolados da SPC Brasil e da CNDL indicam queda de 1,17% na quantidade de pessoas físicas inadimplentes em julho ante igual mês do ano passado. Na avaliação ante junho, houve queda de 0,66%, mostram os dados da SPC Brasil.

Os quase 60 milhões de negativados representam 39,3% da população brasileira com idade entre 18 e 95 anos, o que, segundo a SPC Brasil e a CNDL, reflete as dificuldades impostas às famílias pelo desemprego elevado. Ainda assim, o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, lembra que o cenário mais restritivo ao crédito e o menor apetite de consumo por parte das famílias ajuda a balancear as dificuldades do desemprego, "limitando o crescimento da inadimplência".

"Assumindo que a economia e o consumo irão se recuperar de forma lenta e gradual, a estimativa deve permanecer ainda oscilando em torno dos 59 milhões de negativados ao longo dos próximos meses, sem mostrar um avanço expressivo", avalia Pinheiro.

Conforme os dados da SPC Brasil e CNDL, a faixa etária mais devedora, com 50,11%, é de consumidores entre 30 e 39 anos de idade. O porcentual corresponde a 17,1 milhões de pessoas. Na sequência aparecem pessoas entre 40 e 49 anos (47,55%), e consumidores de 25 a 29 anos (46,10%).

Inadimplência por região. O Sudeste, maior mercado consumidor do País, concentra a maior parte dos devedores negativados em termos absolutos, com 25,6 milhões de consumidores - o número corresponde a 39,06% da população adulta da região. Em seguida, aparece a região Nordeste, com 15,7 milhões; Sul, com 7,8 milhões; Norte, com 5,3 milhões; e Centro-Oeste, com 4,9 milhões de inadimplentes.

Dívidas por pessoa. Em média, os devedores inadimplentes acumularam, em julho de 2017, pouco menos de 2 dívidas por pessoa (1,976). O número é 5,53% menor do que as 2,067 dívidas por pessoa verificados no mesmo mês do ano passado.

As dívidas atrasadas com o comércio recuaram 7,4%, enquanto serviços de comunicação registraram queda de 6,35%. Pendências em atraso com fornecedores de água e luz tiveram retração de 4,2% e as dívidas bancárias caíram 3,15%.

O setor bancário é o credor com mais dívidas em atraso no País, com 48,87% do total. Outros setores com participação relevante são comércio (19,84%), o setor de comunicação (14,08%) e os segmentos de água e luz (7,89% das pendências).

Fonte: Estadão - 09/08/2017 e SOS Consumidor

Governo sanciona LDO e salário mínimo previsto para 2018 é de R$ 979

Jorge Araujo/Folhapress

São Paulo SP Brasil 08 08 2017 O presidente Michel Temer em São Paulo na Cerimônia de Lançamento do PRODULOTE - Produção de Lotes Urbanizados MERCADO. Jorge Araujo Folhapress 703 ORG XMIT: XXX

Presidente Michel Temer sancionou com vetos a Lei de Diretrizes Orçamentárias

AGÊNCIA BRASIL


O presidente Michel Temer sancionou, com vetos, a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) para 2018. A LDO estabelece as metas e prioridades do governo para o ano seguinte e orienta a elaboração da lei orçamentária anual. O texto sancionado está publicado na edição desta quarta-feira (9) do Diário Oficial da União.

Uma das definições foi o aumento de 4,5% no salário mínimo, dos R$ 937 deste ano para R$ 979 em 2018.

Na mensagem presidencial enviado ao Senado, o governo justifica que vetou alguns pontos por "contrariedade ao interesse público e inconstitucionalidade".

Um dos vetos foi ao item que registrava que o Executivo adotaria providências e medidas, inclusive com o envio de proposições ao Legislativo, com o objetivo de reduzir o montante de incentivos e benefícios de natureza tributária, financeira, creditícia ou patrimonial. A justificativa ao veto é que "o dispositivo poderia tornar ilegal medidas de caráter concessivo que se apresentem prementes ao longo do exercício."

Outro ponto vetado é o que previa que projetos de lei e medidas provisórias relacionadas ao aumento de gastos com pessoal e encargos sociais não poderiam ser usados para conceder reajustes salariais posteriores ao término do mandato presidencial em curso.

O governo argumentou que "a limitação prejudica a negociação das estruturas salariais com os servidores dos três poderes, impondo um marco final curto para a concessão de reajustes salariais". O texto lembra que muitas vezes reajustes são concedidos de forma parcelada em mais de um exercício fiscal.

ENTENDA A LDO

A LDO define as metas e prioridades do governo para o ano seguinte, orienta a elaboração da lei orçamentária anual e fixa limites para os orçamentos dos poderes Legislativo e Judiciário e do Ministério Público.

O texto sancionado mantém a meta fiscal proposta pelo governo e prevê, para 2018, um deficit primário de R$ 131,3 bilhões para o conjunto do setor público consolidado (que engloba o governo federal, os estados, municípios e as empresas estatais), sendo R$ 129 bilhões para os orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União e R$ 3,5 bilhões para o Programa de Dispêndios Globais.

A LDO estipula o aumento do salário mínimo de R$ 937 para R$ 979. Também projeta um crescimento real da economia brasileira de 2,5%, taxa básica de juros (Selic) em 9%, o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de 4,5% no ano e o dólar a R$ 3,40 no fim de 2018.

Esta será a primeira LDO a entrar em vigor após aprovação do teto de gastos públicos, que atrela os gastos à inflação do ano anterior, por um período de 20 anos.


Folha de S. Paulo


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'Sumiu. Não existe mais', diz Wladimir Costa sobre tatuagem em homenagem a Temer

Deputado, que jurava ter feito um desenho definitivo, disse que estava bêbado quando fez a homenagem

Valmar Hupsel Filho, O Estado de S. Paulo


A declaração de amor ao presidente Michel Temer na forma de uma tatuagem na pele do deputado Wladimir Costa (SD-PA), conforme se desconfiava, saiu com água e sabão. "Sumiu. Não existe mais", disse o parlamentar na tarde desta quarta-feira, 9, quando procurado pela reportagem para responder sobre a representação do qual é alvo no Conselho de Ética da Câmara, por assédio a uma jornalista que pediu para ele mostrar... a tatuagem. 

Até então Costa jurava que era definitiva a homenagem ao presidente, feita no final de julho, pouco antes da votação da admissibilidade da denúncia contra o presidente na Câmara que lhe ameaçava a permanência no cargo. Na ocasião, o deputado disse que havia pago R$ 1,2 mil pela tatuagem - definitiva, segundo ele. Chegou a dizer que tinha doído fazer o desenho: uma bandeira do Brasil e o nome "Temer" embaixo.


Wlad, como gosta de ser chamado desde os tempos em que era cantor de música brega, disse que estava bêbado quando fez a "tatuagem". "Ele (tatuador) estava simulando que estava furando e não estava, porra. Ele estava simulando. E eu estava tomando cachaça com jambu, que é a nova moda no Pará, e não estava sentindo nada. Eu estava achando que estava (tatuando) e não estava", justificou o deputado, referindo-se à bebida que tem como característica deixar a boca - e não o ombro - dormente.

Aos risos, o parlamentar disse que vai processar o tatuador. Mas, questionado se a fidelidade a Temer também havia diluído com água e sabão, voltou a falar sério. "Não, não. Ali eu morro agarrado".

Confira a entrevista:

A tatuagem sumiu? Como assim? Não era definitiva?

Sumiu. Não existe mais. Vou pedir ressarcimento ao tatuador. Estou entrando agora com uma ação contra o tatuador porque ele vai ter que devolver meu dinheiro.

Então era mesmo de henna!

Pois é. Ele fez de henna e eu estabva bêbado e não sabia.

Que história, hein?

Do caralho (risos)

Mas o senhor chegou a dizer que doeu. Tatuagem de henna não dói.

Ele (tatuador) estava simulando que estava furando e não estava, porra. Ele estava simulando. E eu estava tomando cachaça com jambu, que é a nova moda no Pará, e não estava sentindo nada. Eu estava achando que estava (tatuando) e não estava.

E a fidelidade a Temer, saiu com água e sabão também?

Não, não. Ali eu morro agarrado.


Estadão


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IGP-M acumula queda de 1,83% em 12 meses, mostra primeira prévia de agosto

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou deflação (queda de preços) de 0,03% na primeira prévia de agosto. Ainda que tenha registrado deflação, a queda de preços foi inferior à observada na primeira prévia de julho (-0,95 %), segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Com a prévia de agosto, o IGP-M acumula deflações de 2,68% no ano e de 1,83% em 12 meses.

Os três subíndices que compõem o IGP-M tiveram avanço na taxa, mas o Índice de Preços ao Produtor Amplo, que analisa o atacado, continuou registrando deflação, já que sua taxa passou de -1,44% na prévia de julho para -0,19% na de agosto.

O Índice de Preços ao Consumidor, que acompanha o varejo, passou de uma deflação de 0,12% em julho para uma inflação de 0,31% em agosto. O Índice Nacional de Custo da Construção subiu de 0,06% para 0,18% no período.


Agência Brasil


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A troca de ameaças entre os dois países aumenta a cada dia.

COMO ENFRENTAR A CORRUPÇÃO!

Entrevista do professor Michael Muthukrishna, da London School of Economics, onde vem estudando as conexões entre corrupção, economia e psicologia, à Folha de S. Paulo (09).
1. Folha: Em seu mais recente trabalho, o sr. fala que a transparência pode não contribuir para reduzir a corrupção. Como isso é possível?
Michael Muthukrishna: Na maioria dos experimentos que conduzimos, a transparência reduziu, sim, a corrupção. Mas, quando o potencial econômico [a capacidade de ganhar dinheiro por meios lícitos] de um grupo é pequeno e as instituições são muito frágeis para punir os transgressores, a transparência não ajuda, ou torna as coisas ainda piores. Nesse caso específico, o que acontece? A transparência revela que a corrupção e a propina são generalizadas e que não existem muitos meios legítimos de ganhar dinheiro. Isso as leva ao cinismo, a desistir, a dar continuidade ao status quo. "Se não pode com eles, junte-se a eles." Para que a transparência reduza a corrupção, é preciso que haja uma regra anticorrupção. Ou seja, que a população desaprove a corrupção como um todo e tenha consciência que os outros também a desaprovam. Num cenário ideal, não apenas a corrupção dos outros, mas também as pequenas formas de corrupção no dia a dia. Mas isso não vai acontecer se não houver formas legítimas de se ganhar dinheiro, ou se o Estado não tiver as ferramentas para impedir as pessoas de serem corruptas.
2. F: Isso quer dizer que, em países pobres, a probabilidade de corrupção é maior?
MM: A corrupção tende a ser maior em países pobres, mas nem sempre está claro se a pobreza cria as condições para a corrupção, ou se a corrupção é que torna esse país mais pobre. É um pouco das duas coisas. Num país pobre, você não tem outra escolha que não seja se fiar em pessoas como seus amigos ou família, porque não se pode confiar no Estado para cuidar de seus interesses. Isso cria uma cultura em que você tem compromissos com relação a eles; e eles, com relação a você. Se você mora num país como a Austrália, por exemplo, o governo irá ajudar a cuidar de você, pagar sua universidade. Você não precisa depender tanto de família ou amigos.
3. F: O Brasil se encaixa nesse cenário de pobreza?
MM: Não. A recente performance econômica do Brasil e os indicadores de que o país pode estar saindo da recessão sugerem que o potencial econômico é bastante alto.
F: Em seu trabalho, o sr. também relaciona a corrupção a uma escala de cooperação. Pode explicar?
MM: O que chamamos de corrupção está próximo da nossa natureza. Por exemplo, sempre vivemos em famílias ou pequenos grupos e sempre as priorizamos em detrimento de outras pessoas. Privilegiar nossos amigos e familiares é próximo da nossa natureza. Normalmente, as pessoas entendem isso como algo muito bom. Mas, quando um político ou um empresário prioriza seus amigos ou familiares, eles estão fazendo isso às custas de muitos outros. As pessoas podem achar que agiriam de forma diferente se estivessem no poder. Mas, na verdade, se elas pensarem sobre seus comportamentos diários, perceberiam que agem de forma bastante similar a muitos políticos e empresários. Elas só não têm o poder de fazê-lo em uma grande escala, de maneira que prejudiquem milhares de pessoas ou um país inteiro. Elas não estão ganhando bilhões; elas estão apenas fazendo pequenos favores a seus amigos e familiares.
4. F: Então, a questão não é sobre maçãs podres?
MM: Exatamente. E isso é o que faz a investigação e o julgamento desses casos ser tão desafiador. A questão não é identificar e processar todos os agentes públicos corruptos, esperando que eles sejam substituídos por pessoas honestas. Você pode acabar prendendo o país inteiro, porque essas pessoas não corruptas podem não existir. A questão é punir pessoas em número suficiente para que outros comecem a mudar o seu comportamento.
5. F: Uma pesquisa Datafolha mostra que, desde 2015, a corrupção se tornou o pior problema do Brasil. É sinal de que as coisas estão mudando?
MM: É um bom sinal que os brasileiros estejam identificando a corrupção como um problema, porque isso pode significar que existe uma regra anticorrupção no país. Mas é preciso garantir que essa indignação seja contra o fato de a corrupção existir, e não porque as pessoas não estejam se beneficiando disso.
6. F: A Lava Jato pode ajudar a criar uma mudança cultural?
MM: Ah, sim. Existem coisas muito boas. O fato de as pessoas verem que isso está acontecendo é exatamente o tipo de mudança que é necessário. Não é mais "business as usual" [negócios como antes]. Quando isso acontece, elas vão refletir: e agora? O que é a regra? A expectativa é que você acabe num cenário em que a corrupção, a propina e a lavagem de dinheiro não sejam mais aceitáveis.


Ex-Blog do Cesar Maia