“Não haverá aumento”, enfatiza Temer sobre alíquota do IR

Presidente voltou a negar reajuste após ideia ser mal recebida na sociedade e entre parlamentares

Presidente voltou a negar reajuste após ideia ser mal recebida na sociedade e entre parlamentares | Foto: Marcos Corrêa / PR / CP

Presidente voltou a negar reajuste após ideia ser mal recebida na sociedade e entre parlamentares | Foto: Marcos Corrêa / PR / CP

O presidente da República, Michel Temer, enfatizou nesta quarta-feira que não haverá aumento na alíquota do Imposto de Renda sobre Pessoa Física. O presidente participou da abertura do Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex), no Rio de Janeiro, e reforçou a nota divulgada na véspera pelo governo de que essa proposta não seria encaminhada ao Congresso.

"Não é verdade, não haverá aumento. Absolutamente, não haverá", disse o presidente, que recebeu aplausos pela declaração. Temer destacou ações do governo no incremento do comércio exterior e afirmou que o Brasil, na presidência do Mercosul, trabalha para concretizar o acordo bilateral com a União Europeia.

O presidente destacou as reformas em discussão no Congresso Nacional e disse que traçou uma agenda com líderes partidários para concluir as reformas política, da Previdência e tributária até o fim deste ano.

"Ajustamos essa pauta para esse semestre. Se chegarmos ao final deste ano e tivermos completado o ciclo das reformas com essas três que apontei, teremos um 2018 mais próspero e mais desenvolvido no nosso país", projetou ele que, além de aplausos, também recebeu vaias de parte da plateia, ao final de seu discurso.


Agência Brasil e Correio do Povo

Governo do RS quer reduzir o número de servidores cedidos a sindicatos de 110 para 16

Seis parlamentares de oposição corriam risco de punição por terem retardado votação em julho

Conselho de Ética arquiva denúncia contra senadoras que ocuparam plenário  | Foto: Marcos Oliveira / Agência Senado / CP Memória

Conselho de Ética arquiva denúncia contra senadoras que ocuparam plenário | Foto: Marcos Oliveira / Agência Senado / CP Memória

Em uma sessão tumultuada, o Conselho de Ética do Senado decidiu, por 12 votos a 2, arquivar a denúncia contra as seis senadoras que ocuparam a Mesa Diretora do Senado por cerca de oito horas para tentar evitar a votação da Reforma Trabalhista, em julho.

As senadoras Ângela Portela (PT-RO), Fátima Bezerra (PT-RN), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Lídice da Mata (PSB-BA), Regina Sousa (PT-PI) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) estariam sujeitas a penas que podiam variar entre censura e advertência pelo conselho, mas não à cassação do mandato em razão de se tratar de denúncia e não de representação.

A denúncia já tinha sido aceita pelo presidente do conselho, senador João Alberto Souza (PMDB-MA), que convocou a reunião para que fosse eleito o relator da matéria. No entanto, logo no início dos trabalhos houve bate-boca entre senadores de oposição, contrários à denúncia, e da base aliada, que cobraram respeito à decisão do presidente do conselho. A reunião precisou ser suspensa por dez minutos.

Exaltado, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) acusou os membros do conselho de estarem "desmoralizados" para processar as senadores depois que decidiram arquivar, por falta de provas, uma representação contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG). Em resposta, o senador Gladson Camelli (PSD-AC) acusou os oposicionistas de fazerem "baderna".

No retorno da reunião, o senador Humberto Costa (PT-PE) apresentou questão de ordem em nome das senadoras acusadas pedindo que o presidente reconsiderasse a decisão de acatar a denúncia. Na questão, o senador apontou problemas formais na apresentação da peça inicial da denúncia e defendeu, no mérito, que ela fosse rejeitada por considerar que a conduta das senadoras não configurou quebra de decoro parlamentar.

"A peça, a par de não ter enquadramento jurídico, legitimidade de partes e indicação de representados, impõe-se como uma tentativa de intimidação e de levar para o campo de julgamento moral uma tática política de minoria", alegou.

Ao fim, a questão de ordem foi submetida ao plenário e aprovada pela maioria. Com isso, o processo contra as senadoras será arquivado, não podendo ser apresentada nova denúncia sobre o mesmo fato no colegiado.


Agência Brasil e Correio do Povo

Governo do RS quer reduzir o número de servidores cedidos a sindicatos de 110 para 16

Projeto que baixa número de dispensados do trabalho no Estado para atuar em entidades acirra embate entre o governo e o funcionalismo

Por: Cleidi Pereira e Juliana Bublitz


Pela terceira vez desde o início da gestão, o governador José Ivo Sartori recorre à Assembleia para tentar limitar os gastos do Estado com servidores cedidos a sindicatos — e, na prática, reduzir o volume de licenças. Segundo dados da Secretaria da Fazenda, o Executivo tem ao menos 110 profissionais em atividade nessas circunstâncias, com remuneração média de R$ 10,3 mil e custo mensal de R$ 1,13 milhão aos cofres públicos.

Com base em números de julho, o levantamento leva em conta dados registrados pelas secretarias e demais órgãos da administração direta no sistema de Recursos Humanos do Estado (RHE).

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O estudo exclui aposentados e não contabiliza encargos sociais. Considerando as ressalvas, o montante equivale a 0,08% da folha e representa R$ 14,7 milhões por ano — cifra pequena ante o rombo previsto para 2017, de R$ 3,4 bilhões.

Integrantes do Piratini reconhecem que reduzir o gasto está longe de resolver a crise nas finanças. Mesmo assim, defendem a medida, alvo de grande resistência entre as entidades de classe, por duas razões: a crença de que a restrição tem eco na sociedade e a convicção de que não cabe ao Estado "bancar sindicalistas".

— A questão é: os contribuintes têm mesmo de pagar por servidores emprestados a sindicatos? Qual é a lógica disso? Já passou da hora de mudar as regras — sustenta o líder do governo na Assembleia, Gabriel Souza (PMDB).

Chefe da Casa Civil, Fábio Branco diz que Sartori respeita as entidades e concorda em ceder funcionários. Mas entende que é preciso "priorizar os 11,3 milhões de gaúchos". Branco argumenta que, em nível federal, o funcionalismo tem direito à licença classista, porém, sem remuneração.

— É uma questão de conceito. O Estado tem de se focar nas atividades-fim — opina o secretário.

Falta de apoio e recuo em alterar Constituição

A primeira tentativa de alterar a lei que regula o tema no Rio Grande do Sul ocorreu no primeiro ano de gestão de Sartori. A intenção era limitar a quatro (e não a 11, como é hoje) o número de funcionários liberados para representar suas categorias. A reação foi tão negativa que o projeto foi arquivado.

No fim de 2016, o governo voltou ao assunto, por meio de proposta de emenda à Constituição (PEC) para acabar com a obrigatoriedade de o Estado arcar com as cedências — a legislação assegura dispensas do tipo, no artigo 27, "sem qualquer prejuízo" funcional ou remuneratório. Para isso, eram necessários dois terços dos votos (33 dos 55 deputados). O Piratini não conseguiu e recuou.

No início deste mês, novo projeto de lei chegou à Assembleia, dessa vez limitando o número de licenças a um servidor por classe. Considerando o levantamento da Fazenda, isso significa que os 110 funcionários dispensados hoje para atividade sindical passariam a ser 16 (um por categoria da administração direta relacionada no estudo).

Agora, o governo está disposto a levar a discussão até o fim e avalia ter chances de vitória, porque precisa de maioria simples a partir de quórum mínimo de 28 presentes.

— Nosso desejo é votar o quanto antes — garante Branco.

Deputados da oposição, como Pedro Ruas (PSOL), reconhecem que Sartori pode vencer a briga, mas preveem longo embate jurídico, caso o resultado se confirme.

— Se esse projeto for aprovado, e esperamos que não seja, é certo que a questão será judicializada, porque vai contra a previsão constitucional. Ao tentar inviabilizar a luta sindical, o governo prova, mais uma vez, que é antidemocrático — afirma Ruas.

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GRÁFICO -
Servidores em direções de entidades de classe no RS

PODER EXECUTIVO
Quantos são, onde estão e quanto custam ao Estado os servidores em licença para atuação sindical. Os dados são da Secretaria da Fazenda, consultados no sistema de Recursos Humanos do Estado (RHE), e se referem à folha de julho da administração direta. Só estão na lista os casos informados pelos órgãos do governo, excluídos inativos, sem considerar o custo dos encargos.
-
110 servidores ativos
- R$ 10,26 mil de remuneração, em média
- R$ 1,13 milhão de custo mensal para o Estado
- 0,08% da folha ao mês
- R$ 14,67 milhões de custo anual para o governo





Entidades criticam projeto e preparam manifestações

As entidades que representam servidores públicos entendem que a proposta para limitar o número de representantes de classe dispensados de trabalhar pelo Estado é uma manobra do Piratini para impedir a organização sindical, estabelecida pela Constituição de 1988. Segundo a presidente do Centro dos Professores do Estado (Cpers/Sindicato), Helenir Aguiar Schürer, o governo quer "calar" os sindicatos.

— Sartori segue firme na intenção de impedir a organização sindical. Vamos pressionar deputados para que não fiquem com essa mancha. Por que querem tanto nos calar? — questiona Helenir.

Vice-presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado (Fessergs), Flávio Berneira afirma que o texto é inconstitucional e lamenta que a proposta esteja tramitando em regime de urgência, o que, conforme ele, "queima etapas e prejudica o debate".

— Esse projeto inviabiliza os sindicatos. Há fantasia em torno dos números. O Estado não terá economia, fora que a quantidade de cedidos não vai resolver a falta de pessoal. Há problemas mais graves — diz Berneira.

Setor privado paga salário, diz dirigente

Para o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos da Administração Tributária do Estado (Sindifisco-RS), Celso Malhani de Souza, a possível alteração "fere de morte o processo democrático". Segundo ele, as entidades não terão condições de arcar com a despesa e, como consequência, a maior parte dos representantes voltará a desempenhar suas funções. Com isso, não haverá economia para os cofres públicos, e os dirigentes terão a atuação sindical prejudicada, porque perderão independência.

— No setor privado, os empresários aceitam fazer o pagamento da remuneração dos representantes das categorias. É uma medida saudável, de grande importância para a democracia. Se a iniciativa privada faz isso, por que o governo não faz? É um grande equívoco — conclui.

Sindicatos e associações que fazem parte do Movimento Unificado de Servidores avaliam estratégias para barrar o projeto. Além do corpo a corpo no Legislativo, não estão descartadas paralisações. Servidores da segurança, por exemplo, farão assembleia geral no dia 15. Há chance de novo aquartelamento, de acordo com Solis Paim, presidente interino da Abamf, associação de nível médio da Brigada Militar.

__________________
FIQUE POR DENTRO

Cronologia da polêmica
- O governo José Ivo Sartori tenta desde que assumiu o Piratini, em 2015, deixar de pagar o salário de servidores que atuam em direções de sindicatos e outras entidades de classe.
- Em dezembro de 2015, Sartori apresentou projeto de lei para limitar o número de cedidos. Sem apoio nem mesmo na base, o texto foi arquivado em fevereiro de 2016.
- Em novembro do ano passado, o governo protocolou proposta de emenda à Constituição (PEC) para eliminar a obrigatoriedade de remunerar esses servidores. Outra vez, não conseguiu apoio, e a PEC nem sequer foi à votação.
- Em 2 de agosto deste ano, o governo protocolou novo projeto para tentar, mais uma vez, restringir a questão. Como está em regime de urgência, o texto passa a trancar a pauta a partir do dia 1º de setembro.

O que diz o novo projeto
- O projeto de lei 148 de 2017 altera a Lei 9.073, de 1990, que trata da dispensa de servidores da administração pública estadual, direta e indireta, para mandatos eletivos em entidades de classe.
- Mantém assegurada a dispensa, desde que para exercer mandatos em entidades que envolvam "exclusivamente servidores e empregados públicos estaduais".
- Garante que eles não terão "prejuízo da sua situação funcional ou remuneratória, exceto promoção por merecimento", mas impõe a seguinte restrição: a dispensa será "limitada a um dirigente por entidade associativa ou sindical".
- Além disso, o benefício "será computado por categoria ou carreira de servidores, e não por entidade". Ou seja, classes com mais de uma representação teriam apenas um integrante liberado.

O que diz a lei de 1990, que pode ser alterada
- Assegura a dispensa dos servidores eleitos para exercer mandatos em entidades de classe "de âmbito estadual ou nacional".
- Garante que eles não terão "prejuízo da sua situação funcional ou remuneratória, exceto promoção por merecimento", e restringe as dispensas a duas possibilidades.
- No caso de entidades associativas, a dispensa é limitada a um dirigente quando a entidade não atingir 200 associados e a dois dirigentes, quando congregar de 200 a 500, acrescida de mais um a cada grupo de 500 associados, até o máximo de nove.
- No caso de entidades sindicais, a dispensa fica restrita aos integrantes da diretoria executiva até o limite de 11, "salvo ampliação mediante a convenção coletiva de trabalho".



Zero Hora

PT e MST enviam militantes a Caracas

Grupos de brasileiros ligados ao PT, movimentos irregulares (MST e MTST), e a partidos de esquerda são financiados para irem à Venezuela



A presidente do Partido dos Trabalhadores no Foro de São Paulo, 17 Julho 2017. Foto - @Gleisi

Equipe DefesaNet

O Partido dos Trabalhadores (PT), organizações sindicais de extrema esquerda e movimentos sociais como o MST e MTST, entre outros, estão financiando militantes para seguirem até a Venezuela. A intenção é apoiar e dar suporte, inclusive no reforço das milícias, ao governo de Maduro contra as manifestações pela deposição do presidente. As informações são dos serviços de inteligência do Brasil. (Nota - DefesaNet sempre adotou a terminologia de que estes movimentos são Irregulares, definição de “Guerra Irregular – não convencional” do Prof von der Heydte)
Essas caravanas estão seguindo de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Estados do Nordeste onde estão os principais redutos petistas. A organização do movimento em solidariedade e apoio à revolução bolivariana na Venezuela tem entre seus articuladores o próprio ex-presidente do Brasil e presidente de honra do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, o Lula, que tem mantido contatos diários com o presidente Maduro.
O pronunciamento da presidente do PT, a senadora Gleisi Hoffmann em favor do governo bolivariano na Venezuela e denominando de golpe da direita reacionária as manifestações de rua, que já levaram a mais de 120 mortes nos últimos meses. O pronunciamento foi um chamado geral para que a militância seguisse para a Venezuela.
"Apoio e solidariedade ao governo do PSUV [Partido Socialista Unido da Venezuela], seus aliados e ao presidente Maduro frente à violenta ofensiva da direita", disse a senadora do Brasil na abertura do 23º encontro do Foro de São Paulo. O encontro foi usado para uma ampla articulação para apoiar o governo Maduro e preparar uma ofensiva, inclusive em diversos países, pela revolução socialista. A Bolívia foi o primeiro país a se movimentar neste sentido.



Mensagem do líder do MST João Pedro Stedile, em apoio à Assembleia Constituinte realizada no dia 30 Julho,  publicado na página do movimento, em 28 Julho no Facebook
O governo de Maduro montou diversas milícias armadas, extremamente violentas (chamados de “Colectivos”), que tem promovido um toque de recolher em Caracas e outros grandes centros do país. Um levante de militares contra o governo foi contido com extrema violência no último final de semana (Ver Comunicado da Fuerza Armada Nacional Bolivariana Link).
Maduro determinou que seus seguidores, os quais estão armados com equipamentos leves, de uso exclusivamente militar, adquiridos numa mega negociação com a Rússia ainda no governo Chaves, e mais recentemente com a China, promovam o fechamento de jornais, rádios e programas de televisão de cunho jornalístico.
As comunicações telefônicas estão sendo vigiadas e na capital há o movimento de recolha de aparelhos de telefones celulares. As milícias, que já contam com a presença de brasileiros de esquerda, promovem verdadeiros ‘arrastões’ na cidade e invadem lojas confiscando os aparelhos. O objetivo é isolar totalmente o país. A internet está sendo cortada, outra tática é restringir ao mínimo a banda tornando difícil o acesso e comunicação, seu uso monitorado pelos milicianos e integrantes do governo.
Portugal tem tentado retirar seus cidadãos que vivem na Venezuela de forma emergencial. Os cidadãos com moedas estrangeiras estão sendo presos e os valores confiscados. As ‘mulas’ que estão levando venezuelanos para outros países estão cobrando em dólares. As polícias foram unificadas sob um só comando e o serviço militar é obrigatório, para todos os adolescentes a partir de 17 anos, sem distinção de sexo. Os padres e pastores estão sendo expulsos do país, assim como os líderes de atividades assistenciais existentes.
Os números do Tribunal de Contas da União (TCU), apontam que 99% dos empréstimos ficaram com cinco grandes empreiteiras brasileiras, todas envolvidas na Lava-Jato, sendo que a Odebrecht ficou com 82% do total. Os países que mais receberam investimentos foram Angola (R$ 14 bilhões), Venezuela (R$ 11 bilhões) entre 2006 e 2014, feitos pelos governos petistas, e sem previsão de pagamento. O dinheiro, em grande parte, envolvia as empresas que são alvos da operação Lava-Jato.
Os empréstimos feitos para outros países são motivo de polêmica desde o início, quando a oposição passou a acusar os petistas de usar recursos brasileiros para contratar trabalhadores estrangeiros, financiar ditadores, dar dinheiro a financiadores de campanha entre outras críticas.

Lula, o homem forte da Venezuela, Diosdado Cabello e Joesley Batista. Ligações que merecem uma investigação. Visita de Diosdado Cabello ao Brasil, em 2015.
Um fato não investigado foram as negociações do grupo JBS com exportações de carnes para a Venezuela. Em 2015, o homem forte do regime bolivariano, Diosdado Cabello, esteve no Brasil sendo recebido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o próprio Joesley Batista, que organizou um recepção em sua residência.
O governo brasileiro também estuda fechar ou restringir a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), em Foz do Iguaçú. Oficialmente criada, em 2010, para a integração de natureza educativa e cultural, capaz de aproximar os povos da América Latina e do Caribe no governo. Localizada no território internacional da Binacional de Itaipu tem escapado ao controle do governo brasileiro e tem sido usada para a formação de ativistas latino-americanos.
Referência
1 A Guerra Irregular Moderna – Prof Friedrich August Von der Heydte BIBLIEx - 1990


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DefesaNet

CCJ da Câmara aprova projeto que proíbe venda de refrigerantes em escolas

Justificativa é de que lei evite danos à saúde, já que a obesidade infantil vem crescendo no país

Justificativa é de que lei evite danos à saúde, já que a obesidade infantil vem crescendo no país | Foto: Alexandre Menezes / CP Mermória

Justificativa é de que lei evite danos à saúde, já que a obesidade infantil vem crescendo no país | Foto: Alexandre Menezes / CP Mermória

Projeto de lei que proíbe a venda de refrigerantes nas escolas do ensino fundamental, do 1° ao 9° ano, foi aprovado nesta terça-feira pela Comissão de Constituição e de Justiça da Câmara (CCJ). O projeto está pronto para ser votado no plenário da Câmara e, se for aprovado, será encaminhado ao Senado para apreciação.

De autoria do deputado Fábio Ramalho (PMDB-MG), que é primeiro vice-presidente da Casa, recebeu parecer favorável do relator, Luiz Couto (PT-BA), e foi aprovado pelos membros da CCJ. De acordo com o relator, a proposta vem em bom momento, “tendo em vista os riscos relacionados ao excesso de consumo de bebidas açucaradas e o aumento dos casos de sobrepeso e de obesidade”. O relator afirmou que a lei que trata da alimentação escolar estabelece que a merenda deve seguir princípios de alimentação saudável e adequada.

Na justificativa do projeto, Fábio Ramalho afirma que obesidade infantil vem crescendo e, com ela, as preocupações dos pais em fazerem com que seus filhos percam peso e evitem danos à saúde. “Um dos grandes vilões da obesidade infantil é o consumo indiscriminado de alimentos de alto teor energético e pouco nutritivos. Estudos demonstram que uma das maiores fontes de gordura e açúcar na dieta infantil vem dos lanches escolares, que cada vez mais se reduzem a alimentos industrializados e pouco saudáveis, quando não nocivos à saúde,” diz.

Em outro trecho da justificativa, o deputado afirma que a obesidade infantil vem acompanhada, em muitos casos, de múltiplas complicações como o diabetes, o aumento dos níveis de colesterol no sangue, a hipertensão arterial e outros problemas cardiovasculares. Segundo o texto, a obsesidade já atinge cerca de 10% das crianças brasileiras.


Agencia Brasil e Correio do Povo


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Encontro com Temer no fim da noite foi para tratar de posse na PGR, diz Dodge

Subprocuradora foi escolhida pelo presidente e segunda mais votada em eleição da ANPR

Subprocuradora foi escolhida pelo presidente e segunda mais votada em eleição da ANPR | Foto: Geraldo Magela / Agência Senado / CP

Subprocuradora foi escolhida pelo presidente e segunda mais votada em eleição da ANPR | Foto: Geraldo Magela / Agência Senado / CP

Sucessora de Rodrigo Janot no comando da Procuradoria-Geral da República (PGR), a subprocuradora Raquel Dodge disse que teve uma reunião na noite desta terça-feira, com o presidente Michel Temer para tratar de sua posse no cargo, que ocorrerá em setembro.

"O presidente indagava sobre a data e horário possível para a minha posse, pois precisa viajar para os EUA no dia 18 de setembro, segunda, para fazer a abertura da Assembleia Geral da ONU no dia 19. O mandato do PGR termina no dia 17, domingo", respondeu Raquel Dodge ao ser questionada pelo Estado sobre o tema do encontro.

Temer recebeu ontem à noite a futura procuradora-geral da República em encontro marcado fora da agenda oficial. Raquel Dodge chegou ao Palácio do Jaburu por volta das 22h em seu carro oficial. A assessoria do Planalto diz que Temer atendeu a um pedido de Raquel para conversar sobre a sua posse no cargo, que será realizada no Palácio do Planalto no dia 18 de setembro, um dia depois do encerramento do mandato do atual procurador, Rodrigo Janot.

Raquel Dodge foi a escolhida pelo presidente Temer para o cargo. A subprocuradora foi a segunda mais votada em eleição realizada pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR).

O encontro de Temer e Raquel foi realizado no mesmo dia em que o presidente pediu ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato e do caso JBS no Supremo Tribunal Federal, a suspeição - e impedimento - do atual procurador-geral, por meio de seu advogado, o criminalista Antônio Claudio Mariz de Oliveira.

Na ação, Temer alega que "já se tornou público e notório que a atuação do procurador-geral da República, em casos envolvendo o presidente da República, vem extrapolando em muito os seus limites constitucionais e legais inerentes ao cargo que ocupa".

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Temer também fez duras críticas a Janot e disse que as mudanças na Procuradoria-Geral da República "darão o rumo correto à Lava Jato", explicando que "o rumo certo é o cumprimento da lei".


Estadão e Correio do Povo


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Índice acumula taxas de inflação de 4,25% nos últimos 12 meses

Índice acumula taxas de inflação de 4,25% nos últimos 12 meses | Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil / CP

Índice acumula taxas de inflação de 4,25% nos últimos 12 meses | Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil / CP

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, registrou inflação de 0,58% em julho. Essa é a maior taxa mensal do ano de 2017. Em junho, o Sinapi havia registrado inflação de 0,38%. O índice acumula taxas de inflação de 2,46% no ano e 4,25% em 12 meses.

Com a alta de preços, o custo por metro quadrado da construção civil ficou em R$ 1.052,75. A mão de obra foi 0,90% mais cara, passando a R$ 514,97 por metro quadrado. Os materiais tiveram alta de preços de 0,28% , e seu custo aumentado para R$ 537,78.

Entre as unidades da federação, o Rio de Janeiro foi o estado com maior alta em julho: 3,03%. Outras 19 unidades também apresentaram inflação. Sete locais, no entanto, tiveram deflação (queda de preços), com destaque para Goiás (-0,45 %).


Agencia Brasil e Correio do Povo



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Bandeira amarela na energia elétrica puxa inflação

Índice em julho ficou em 0,24% e alimentos tiveram deflação 0,47%

Consumidor terá custo adicional de R$ 2 a mais por cada 100 quilowatts-hora (Kwh) consumidos | Foto:  Fernando C. Vieira / Grupo CEEE / Divulgação / CP

Consumidor terá custo adicional de R$ 2 a mais por cada 100 quilowatts-hora (Kwh) consumidos | Foto: Fernando C. Vieira / Grupo CEEE / Divulgação / CP

A entrada em vigor da bandeira amarela nas contas de energia elétrica em 1º de julho foi o principal fator responsável pela inflação de 0,24% em julho deste ano. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a energia elétrica ficou 6% mais cara, em média, no país no mês, e resultou em um custo adicional de R$ 2 a mais por cada 100 quilowatts-hora (Kwh) consumidos.

Também contribuiu para o aumento da energia elétrica a alta do PIS/Cofins e os reajustes das tarifas em São Paulo e Curitiba, que foram, portanto, as cidades que mais sentiram o impacto do aumento da energia. Em Curitiba, a alta de preços da eletricidade chegou a 9,33%, enquanto em São Paulo o custo aumentou 8,54%.

Outro item que contribuiu para a inflação de 0,24% em julho, depois de uma deflação (queda de preços) de 0,23% em junho, foi o combustível, com alta de preços de 0,92%. O etanol encareceu 0,73% e a gasolina, 1,06%.

Alimentos

Por outro lado, os alimentos evitaram uma taxa de inflação maior, ao registrar deflação de 0,47%. Entre os produtos que mais contribuíram para a queda global de preços do grupo alimentação e bebidas estão batata inglesa (-22,73 %), leite longa vida (-3,22 %), frutas (-2,35 %) e carnes (-1,06 %).


Agencia Brasil e Correio do Povo


Lição de superação: de funcionária da limpeza a professora na mesma escola.
Foto: Mateus Bruxel/Agência RBS

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Dívida do governo com CEEE vai a R$ 80 milhões

Valor devido permitiria que empresa mantivesse em dia o pagamento de fornecedores por até seis meses

Valor devido permitiria que CEEE mantivesse em dia o pagamento de fornecedores por até seis meses | Foto: Divulgação

Valor devido permitiria que CEEE mantivesse em dia o pagamento de fornecedores por até seis meses | Foto: Divulgação

O governo do Estado deve quase R$ 80 milhões em valores referentes a contas de energia elétrica não pagas à CEEE Distribuidora. O valor corresponde a 10% dos R$ 800 milhões que a companhia precisa de aporte financeiro para manter a concessão. Além disso, caso fosse quitado, o montante permitiria que a CEEE mantivesse em dia o pagamento de fornecedores por um prazo entre cinco e seis meses. A companhia tem uma despesa de cerca de R$ 15 milhões ao mês com fornecedores.

Do total do débito do Estado, R$ 59,7 milhões são dívida de órgãos da administração direta e R$ 18,4 milhões da administração indireta. Por período, R$ 66,8 milhões se referem a débitos anteriores a 2015 e R$ 11,3 milhões posteriores. Na administração direta os maiores devedores são, pela ordem, Susepe (R$ 25.693.597,65), Secretaria da Fazenda (R$ 7.243.357,72), Secretaria da Cultura (R$ 6.466.466,75) e Brigada Militar (R$ 5.277.241,55). Na administração indireta, o maior devedor é o Daer (R$ 18.252.269,90).

Um documento interno da CEEE-D foi encaminhado no mês de julho ao diretor Financeiro e de Relação com Investidores, Roberto Balau Calazans, intitulado “Negociação de dívida do governo do Estado do Rio Grande do Sul”. O texto do documento esclarece sobre a situação da dívida com a CEEE. “Prezado diretor, segue para conhecimento a dívida de energia vencida em nome do governo do Estado estratificado por secretaria e demais órgãos, bem como classificada em anterior a 2015 e posterior a 2015. Salientamos que o débito está atualizado até 30/06/2017, portanto as faturas vincendas em julho de 2017, mês em curso, não estão contempladas no levantamento.”

Parte do corpo técnico da CEEE considera que a falta de negociação a respeito do pagamento das contas faz parte de um conjunto de ações colocadas em prática pelo Palácio Piratini para intensificar a campanha de convencimento sobre a necessidade de privatizar a companhia. O corpo técnico e o núcleo do governo estão em franca oposição desde a metade do mês de julho, quando passaram a ser feitas reuniões semanais para estabelecer uma estratégia que atenda ao pretendido pelo Executivo.

Adesão a plano motiva privatização

O governo planeja ofertar a CEEE como parte das contrapartidas para aderir ao Plano de Recuperação Fiscal proposto pelo governo federal. As reuniões semanais para definir o futuro da estatal incluem apenas integrantes do núcleo do governo e diretores da CEEE. Durante os encontros, já foi definido que as decisões de gestão da CEEE deverão passar do colegiado da companhia para este grupo de secretários e diretores, mas os últimos não terão a palavra final sobre as ações.

Na semana passada, o grupo também desligou de suas funções o então diretor de Transmissão, Luis Carlos Tadiello. O diretor-presidente, Paulo de Tarso Pinheiro Machado, passou a acumular a função até a escolha de um novo nome. Tadiello é ligado ao PDT. O afastamento ocorreu após a CEEE Geração e Transmissão ter concluído uma obra de R$ 29 milhões na ampliação da Subestação Canoas.

As obras foram feitas com recursos provenientes do financiamento obtido junto ao BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e à Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) em 2012. O grupo CEEE já executou cerca de 55% dos valores obtidos, 218 milhões de dólares, mas vem atrasando os pagamentos ao BID em prazo superior ao admitido pela instituição, que é de 30 dias. Uma das possibilidades discutidas no governo para facilitar a privatização é deixar de dar prioridade aos pagamentos ao BID.


Correio do Povo


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