Saiba como pedir isenção do IPTU em Porto Alegre

Benefício é concedido em algumas situações. Confira se você se encaixa em alguma delas


Saiba como pedir isenção do IPTU em Porto Alegre Omar Freitas/Agencia RBS

Foto: Omar Freitas / Agencia RBS

Enquanto a prefeitura de Porto Alegre promete enviar projeto à Câmara de Vereadores para buscar corrigir o valor do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) ao longo de três anos — o aumento médio pode ficar entre 30% e 50% —, muita gente pode pedir isenção do tributo e talvez nem saiba.

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Para o IPTU 2018, o prazo para fazer esta solicitação é 30/6/2018. Para o tributo deste ano, o prazo já terminou.

Confira como fazer o pedido e em quais casos ele possível:

Para quem:
- Aposentados e pensionistas com renda que não ultrapasse três salários mínimos (R$ 2.811), proprietários de um único imóvel residencial com valor de até 60 mil UFMs (cerca de R$ 230 mil) que seja utilizado como residência do beneficiário.
- Para moradia de pessoa com deficiência física ou mental. Neste caso, o valor do imóvel não pode ser superior a 5.463 UFMs (cerca de R$ 21 mil).
- A isenção também vale para aluguel, quando o locatário preencher os requisitos citados anteriormente.
- Outros situações podem ser conferidas neste link.

Como pedir:
- Na Loja de Atendimento (Travessa Mário Cinco Paus, s/nº), com as documentações para comprovar que se enquadra nas regras de isenção. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h.
- Informações pelo telefone 156, opção 4 (para chamadas locais) e (51) 3289-0156 (para chamadas de outras cidades), das 9h às 17h.


Zero Hora


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Evento oferece 560 vagas de estágio e emprego em Porto Alegre

Será nesta quinta-feira (3), na Ftec Porto Alegre Centro.

Por: Giane Guerra


Giane Guerra: evento oferece 560 vagas de estágio e emprego em Porto Alegre Cleber Gomes/Agencia RBS

Foto: Cleber Gomes / Agencia RBS

Onze agências de emprego e empresas participarão da Feira de Profissões e Empregabilidade nesta quinta-feira (3), em Porto Alegre. Juntas, somam 560 vagas de estágio e emprego.

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O evento será na Ftec Porto Alegre Centro, que fica na Rua Comendador Manuel Pereira, 249. É gratuito e ocorrerá das 14h às 19h. Tem que levar documento de identidade e currículos. O atendimento será por ordem de chegada, com entrega de senhas para controle.

– É preciso levar currículos impressos na quantidade que pretende entregar para as empresas – orienta Ana Petersen, coordenadora do setor de Carreiras e Oportunidades do Grupo Uniftec.

Para estágios, o candidato precisa estar estudando. Já para as contratações formais, há vagas em diversas áreas, como nutricionista, contador, professor de educação infantil, farmacêutico, balconista, auxiliar de vendas, auxiliar de serviços gerais e advogado.

O evento é promovido pela Ftec POA. Conta com a parceria das agências Relevo RH, Estágio Sul, Metta Capital Humano, Estagiar e CIEE. Entre as empresas que participam, estão Tools – Totvs, ThyssenKrupp, Grupo Exicon, Seltec, Squadra Consultoria e Grupo Isdra.


Zero Hora

Balança tem superavit de US$ 6,3 bi em julho, recorde para o mês


Governo Temer

LAÍS ALEGRETTI
DE BRASÍLIA


A balança comercial iniciou o segundo semestre com um superavit de US$ 6,3 bilhões em julho, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (1º) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

O resultado é o maior saldo positivo registrado em meses de julho, segundo a série história do governo, que começa em 1989. Em julho do ano passado, o superavit foi de US$ 4,6 bilhões.

O superavit de US$ 42,5 bilhões no acumulado de janeiro a julho também é recorde para o período. Antes disso, o maior saldo positivo nos sete primeiros meses do ano tinha sido registrado em 2016, com superavit de US$ 28,2 bilhões.

O governo espera que a balança comercial encerre o ano com saldo positivo acima de US$ 60 bilhões. Em 2016, o superavit foi de US$ 47,7 bilhões.

"É uma expectativa realista. Estamos no sétimo mês do ano. Se necessário, pode ser revista. Dentro dos estudos que realizamos, é uma expectativa confiável. Melhor ser conservador", afirmou o secretário de comércio exterior, Abrão Neto.

ETANOL

A importação de etanol de janeiro a julho somou US$ 677 milhões, um aumento de 324% em relação aos sete primeiros meses de 2016. Em volume, representa 1,3 bilhão de litros, um crescimento de 280%.

A Camex (Câmara de Comércio Exterior) voltará a discutir neste mês o aumento da tarifa de importação do etanol. Desde 2010, o etanol importado não paga taxas para entrar no país.

Os produtores de cana-de-açúcar pressionam o governo para que eleve as barreiras contra o combustível que vem do exterior.

"A diferença de preços é um dos elementos que tem estimulado a importação do produto", disse Abrão Neto.


Folha de S. Paulo


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Amamentação exclusiva no Brasil não alcança meta da OMS

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Somente 40% das crianças do mundo com menos de seis meses recebem amamentação exclusiva

Somente 40% das crianças do mundo com menos de seis meses recebem amamentação exclusiva


DE SÃO PAULO


Segundo relatório da OMS (Organização Mundial da Saúde), divulgado nesta terça-feira (1º), somente 40% das crianças do mundo com menos de seis meses são exclusivamente amamentadas com leite materno.

No Brasil, o estudo afirma que a taxa, considerando os primeiros cinco meses de vida, fica na casa dos 39%.

Dentre os 194 países analisados, somente 23 apresentam taxas de amamentação exclusiva acima dos 60% –entre eles Bolívia e Peru.

Nenhum país do mundo alcançou todos os padrões estabelecidos pela OMS. A entidade recomenda amamentação exclusiva até os seis meses.




Folha de S. Paulo


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Terremoto de magnitude 5,4 sacode a capital do Chile

Da Agência EFE

Um terremoto de magnitude 5,4 na escala Richter sacudiu na madrugada de hoje (2) Santiago do Chile e outras partes do centro do país, mas sem que existam informações sobre danos e vítimas até o momento. As informações são da agência de notícias EFE.

O tremor foi registrado às 3h15 locais (4h15 de Brasília), a seis quilômetros ao leste de Colina e a cerca de 27 quilômetros ao norte da capital, segundo o Escritório Nacional de Emergências (Onemi, sigla em espanhol) do Chile, que situou o epicentro a 98,7 quilômetros de profundidade.

Em sua conta no Twitter, o Onemi assinalou que, de acordo com as informações da Marinha chilena, não há risco de tsunami no litoral do país.

O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, sigla em inglês), que monitora a atividade sísmica mundial, cifrou a magnitude do tremor em 5,5 e situou seu epicentro 25 quilômetros ao norte da capital. Os tremores foram sentidos na capital e despertaram a população.


Agência Brasil


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"Não temos recursos para ir além de setembro", afirma reitor da UFRGS, sobre pagamento a terceirizados

Em entrevista à Rádio Gaúcha, Rui Vicente Oppermann detalhou o agravamento das finanças com a queda no repasse da União

Por: Francine Silva


O corte no repasse do Ministério da Educação (MEC) às universidades federais está deixando no vermelho as finanças das instituições bancadas pela União no Rio Grande do Sul. Em 2016, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) amargou um déficit de R$ 5 milhões. Caso o Palácio do Planalto não libere o valor previsto para a universidade, a UFRGS não terá como pagar os funcionários terceirizados a partir de outubro.

A informação é do reitor Rui Vicente Oppermann, que conversou com a reportagem da Rádio Gaúcha nesta terça-feira (1º). Sem esconder a preocupação com as contas dos próximos meses, o reitor ainda acredita na sensibilidade do MEC.

— O governo está dizendo que vai se esforçar para que haja liberação acima de 90% no custeio e de pelo menos 60% no capital. O problema é que, neste momento, com o que está liberado, não temos recursos para ir além de setembro — disse.

De acordo com Oppermann, a instituição trabalha com um orçamento R$ 15 milhões a menos do que o executado em 2016. Neste ano, o governo estimou R$ 178 milhões para a UFRGS, sendo R$ 165 milhões para custeio e apenas R$ 13 milhões previstos para despesas de capital.

— Esse é o orçamento previsto. E aí que vem o grande problema criado nacionalmente, e que não ocorre somente com a UFRGS, é que a liberação do orçamento não está se dando em cima desses valores. Além desse corte de 2016 para 2017, tivemos um contingenciamento de 10% nas despesas de custeio e de 30% nas de capital — observa.

Mesmo com as dificuldades, o reitor da UFRGS garante que não está trabalhando com atrasos ou parcelamento de salários de professores e servidores do quadro.
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—A nossa grande preocupação é com os terceirizados. Até este momento, honramos o pagamento dos terceirizados. Inclusive fizemos rolagem de dívidas com a CEEE, que está entendendo a nossa situação. O problema é que, a partir de outubro, caso não sejam liberadas verbas de custeio e capital, não teremos recursos para despesas compulsórias, como energia elétrica e terceirizados — lamenta.

Em nota, o Ministério da Educação afirma que, para 2017, o limite de empenho previsto inicialmente para as universidades é de 85% do valor previsto para despesas de custeio e de 60% para despesas de capital. No entanto, o MEC está trabalhando para aumentar esse limite.


Zero Hora


Temer comemora saques do FGTS e diz que preocupação é recuperar empregos


Marcelo Brandão - Repórter da Agência Brasil

O presidente Michel Temer disse, em vídeo divulgado hoje (1º), que a sua principal preocupação é reduzir o desemprego no país, recuperando “os empregos perdidos”. O vídeo foi divulgado na sua conta de Twitter no final da tarde. “Tenho como preocupação central o resgate dos empregos perdidos e vou lutar por esses empregos até o último dia do meu governo”, disse.

O vídeo foi feito um dia após o término do prazo para o saque das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O presidente comemorou os resultados da iniciativa do governo de liberar o dinheiro para o trabalhador.

“Foi um sucesso. Aproximadamente R$ 43 bilhões repassados aos contribuintes, mais de 25 milhões de brasileiros beneficiados. Uma ação criativa e que deu um extraordinário resultado", disse. "Entrava governo, saía governo e ninguém nunca pensou nisso. Nunca ninguém fez nada. Ficava aquele dinheirão parado, um dinheiro que era do trabalhador brasileiro”, completou.

O presidente ressaltou ainda que “não fez mais que sua obrigação” ao liberar o dinheiro das contas inativas. “Pensei na necessidade que cada um desses 25 milhões de trabalhadores e trabalhadores tinha em saldar suas dívidas, comprar algum bem, visitar um familiar ou poupar onde e como quisesse. Não fiz mais do que a minha obrigação. E é isso que me motiva a pensar em novas medidas para facilitar a sua vida, como essa por exemplo”.

O prazo para saque das contas inativas terminou ontem (31). A partir de hoje (1º), será precisocomprovar, nas agências da Caixa Econômica Federal, doença impeditiva à locomoção ou reclusão em regime fechado que impediu o saque no prazo.


Zero Hora

Dívida da Netflix ultrapassa US$ 20 bilhões e deve aumentar ainda mais

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A Netflix atingiu uma dívida de US$ 20,5 bilhões a ser paga a longo prazo, segundo uma reportagem publicada pelo jornal "Los Angeles Times".A gigante do…

CINEMA.UOL.COM.BR

JEAN WYLLYS DETONA MADURO, MAS POUPA O SOCIALISMO

O regime venezuelano é indefensável. Até o deputado Jean Wyllys resolveu detonar o ditador Maduro, mesmo reconhecendo que seu partido, o PSOL, oficialmente ainda defende o governo venezuelano. Em um texto firme e contundente, o deputado pede autocrítica aos colegas e não poupa ataques ao regime opressor que vem matando jovens manifestantes nas ruas para impor uma tirania. Eis alguns trechos:

A situação da Venezuela é catastrófica, uma verdadeira tragédia humanitária. A ditadura de Nicolás Maduro, cada dia mais descontrolada e sem limites, reprime as manifestações com uma violência inusitada, cercea as liberdades públicas e avança sobre os outros poderes, eliminando os poucos resquícios de institucionalidade que ainda restam no país. Ontem, na eleição sem participação da oposição para uma Assembleia Constituinte considerada ilegal pelo parlamento e pela própria procuradora-geral da República (nomeada por Hugo Chavez), por volta de 90% da população decidiu não votar. E a resposta do governo foi “maquiar” os resultados depois de horas sem saber o que dizer, mentir ao mundo e ameaçar com um processo de cassação contra a procuradora e com enviar os deputados da oposição para a cadeia!!

Enquanto isso, nas ruas, a repressão estatal e paraestatal provocou mais de dez novas mortes. Desde o início dos protestos contra Maduro, já são mais de cem pessoas assassinadas, a maioria jovens.

A “constituinte” de Maduro é a última loucura de um regime que está podre há tempos. Foi convocada pelo presidente sem a aprovação do Congresso, sem a consulta à população e com um bizarro sistema eleitoral que garantia que, mesmo que a oposição participasse da eleição e tivesse muitos mais votos que o oficialismo, o partido do presidente teria uma ampla maioria na assembleia constituinte. Ou seja, era um jogo de cartas marcadas. O objetivo era substituir o atual parlamento, com maioria da oposição, que venceu por ampla maioria as últimas eleições que Maduro permitiu, porque as seguintes foram suspensas.

[…]

Maduro é um ditador e nós da esquerda não podemos ser cúmplices de um ditador ou ficar calados diante da censura à imprensa, a perseguição contra os opositores, os presos políticos, os torturados, os assassinados.

Não há simpatia ideológica que justifique nada disso, e também não há motivos para ter simpatia ideológica com um regime que, além de ser antidemocrático (e isso deveria bastar para ser contra), também é corrupto, ineficaz e, apesar da enorme renda petroleira recebida pelo Estado venezuelano durante anos, levou o país ao caos econômico, o desabastecimento, a falta de comida e remédios e taxas de inflação e violência inéditas no continente.

[…]

Não há justificativa para que a esquerda se cale diante dessa desumanidade. E estou falando, inclusive, do meu próprio partido, o PSOL, que muitas vezes (com a minha oposição pública, porque eu não me calei) apoiou Maduro. Qualquer nota oficial do PSOL defendendo Maduro não me representa (NUNCA me representou e eu já esclareci isso muitas vezes ao longo dos últimos anos) e a repudio absolutamente. O partido deve fazer uma autocrítica clara, profunda e sincera.

O deputado tem recebido milhares de curtidas, e alguns entre nós, liberais e conservadores, podem achar sua postura louvável, corajosa. Mas eu sou aquele chato “cri-cri”, que cobra coerência das pessoas, que procura enxergar para além das aparências, do verniz, da superfície. Portanto, vamos lá.

A primeira pergunta evidente: por que o deputado continua no PSOL, um partido que oficialmente defende Maduro? Se julga algo tão abjeto e indefensável assim, o mínimo que deveria fazer é pular fora, sair do partido, procurar outro que não defendesse uma ditadura, não é mesmo?

É como um sujeito conservador cristão repetir que aborto é assassinato de bebezinhos, e depois permanecer num partido que tem como bandeira oficial a legalização do aborto. Estamos falando de coisas essenciais, de valores e princípios básicos. Como alguém pode reconhecer que o regime venezuelano é uma tirania opressora e depois simplesmente pedir uma “autocrítica” aos colegas de partido que pregam essa mesma tirania?

Além disso, há mais coisas que me incomodam nessa postura “crítica” de socialistas. A começar por Cuba. Sim, a Venezuela é uma ditadura que virou ditadura hoje, nos dias atuais, a olhos nus, com todos podendo observar online o que acontecia. Não está distante no tempo, não tem o “charme” revolucionário dos barbudos armados com fuzis em nome de uma utopia igualitária.

Mas Cuba já existe como ditadura há mais de meio século, e isso nunca pareceu incomodar nossa extrema-esquerda, o PT e o PSOL. Ao contrário: Fidel Castro era um guru para essa turma! Cuba sempre foi uma inspiração. O próprio Jean Wyllys já posou vestido de boina imitando o assassino Che Guevara. Como, então, tentar nos convencer dessas sensibilidades democráticas agora?

Só porque a Venezuela não tem o embargo americano para levar a culpa, e porque todos sabem que é um regime cruel e opressor, sem ter como enfiar mentiras e falácias goela abaixo dos alienados como fazem com os mitos cubanos da “educação” e da “saúde”? Quem defende Cuba não pode se fingir indignado com a Venezuela agora: são farinha do mesmo saco podre, o saco socialista.

Que me traz ao ponto final: o elo perdido. Agora que a desgraça venezuelana ficou evidente demais e indefensável, os ratos abandonam o barco furado voltando seus ataques a Maduro, mas sem mencionar a origem dos problemas: o socialismo. Já até vejo alguns repetindo que “Maduro se desviou da revolução social”, ou “deturparam o socialismo do século XXI”, como fizeram com o anterior.

Lemos editoriais e mais editoriais na “imprensa golpista” sem uma só menção ao termo socialismo. É como se ele não tivesse nenhuma ligação com o que se passa no país. É como se os métodos defendidos por todos os socialistas não levassem inexoravelmente a esse mesmo destino trágico, conforme nós liberais alertamos lá atrás, quando Chávez ainda era vivo e já seguia nessa direção.

Alguns tentam inocentar até mesmo Hugo Chávez! E a maioria nada fala sobre o grande culpado: o socialismo. É muito fácil colocar a culpa toda em Maduro, um imbecil bronco, um ex-motorista de ônibus sem carisma, e deixar de lado o que efetivamente produziu essa catástrofe. O PSOL e o PT não só apoiaram Chávez e até Maduro desde sempre, como ainda o fazem, e pior: defendem os mesmos meios para o Brasil.

Se os ideais do PT e do PSOL de Jean Wyllys vingassem, se não tivesse ocorrido um impeachment “golpista”, talvez o Brasil fosse hoje bem parecido com a Venezuela. E a “autocrítica” que o “corajoso” deputado Jean Wyllys pede ao seu partido sequer tangencia essa questão essencial, nem de raspão. Ele pede que critiquem Maduro, mas poupa o socialismo, aquele que produziu Maduro.

Desculpa, mas não dá para aplaudir quem condena o efeito sem condenar a causa. É como aquele que reclama do bêbado inconveniente na festa, mas continua entornando todas até a última gota, já dando sinais de um andar cambaleante. Ele nem se deu conta de que é o excesso de bebida que produz a embriaguez.

Ou, numa analogia ainda melhor oferecida por uma leitora, criticam a tosse e os espirros, mas omitem o nome do vírus. “Insanidade”, disse Einstein, “é fazer tudo exatamente igual e esperar resultados diferentes”. E não é exatamente o que fazem os defensores do vírus socialista?

Rodrigo Constantino

NONO CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE CIÊNCIA POLÍTICA EM MONTEVIDÉU – JULHO 2017!

Relatório do presidente da Juventude do DEM-Rio, Antonio Mariano. Alguns destaques!
1. O Supremo Tribunal Federal como arena aberta aos partidos políticos brasileiros - Vinicius Rodrigues Zuccolotto (Universidade Federal de Pernambuco)
-       Objetivo: descrever a atuação do STF no jogo político; Descrever o recursos ao STF pelos partidos brasileiros.
-       Análise das ADIs propostas pelos partidos entre 1995 e 2010.
-       Judicialização da política: Vallinder (1995), transferência do decision-making aos tribunais, adoção do staff judicial pela administração pública e pelos órgão legislativos. Para Castro (1997), é um novo padrão de interação entre os poderes. Para Arantes (2013), elites e incertezas da democracia. Por fim, Datan e Hofmung (2005), podem ser derrotas judiciais, mas vitórias políticas (partido mostra posicionamento publicamente).
-       Brasil tem 4 vias de controle: ADI, ADO, ADC e ADPF. No período estudado, os partidos impetraram 359 ADIs, 1 ADO, 15 ADPF e nenhuma ADC.
-       No recorte entre 1995 e 2010, foram 225 ADIs no governo FHC e 134 no governo Lula. Uma ação demora, em média, cinco anos para serem julgadas, o que leva a termos 13% das ADIs de FHC em aberto e 39% do período Lula.
-       A grande maioria das ações são contra Medidas Provisórias, que, como tem validade, faz com que 220 ADIs fossem extintas sem julgamento.
-       A via judicial é mais utilizada pelos partidos de oposição. Período FHC, 96% das ações foram impetradas pela oposição. Governo Lula, cerca de 80%. Os 20% são da base governista, o que surpreende. Uma hipótese é a grande coalizão, que incluem partidos de esquerda, centro e direita. Além de ser vítima de “fogo amigo”, Lula também manteve políticas do governo anterior.
-       Números mostram que a esquerda faz uso muito maior da via judicial, do que a direita.
-       Conclusões: 1) A via judicial é interessante aos partidos, ainda que o resultado, na maioria das vezes, não o seja; 2) Esquerda brasileira usa mais o judiciário; 3) A via é mais usada pela oposição, mesmo com alto índice de “fogo amigo” no governo Lula.
2. Living politics: la participación política de los jóvenes en América Latina (Ignacio Zuasnabar)
-       Situação inédita na AL, já que temos três décadas de democracia contínua, forte crescimento econômico na última década e revolução tecnológica.
-       No rol da socialização politica na construção da cultura política e consolidação democrática.
-       Quais valores estão desenvolvendo os jovens latino-americanos neste contexto tão particular?
-       Hipótese modernista de participação: desencanto com o público, perda de confiança nas instituições (instituições “adulto-cêntricas”). Isso causa uma ruptura com as formas tradicionais de participação.
-       Hipótese pós-modernista: interesse e participação não diminuem, mas se transformam. Problemas de medição e de conceptualização da participação.
-       Ambas as hipóteses não se excluem.
-       Desenvolvimento de novas técnicas quanti e qualitativas para tentar entender melhor o pensamento jovem.
-       Essa nova participação (ou falta dela), não necessariamente é um problema para a democracia.
-       Mudança de valores: rejeição a verticalidade, busca pelo imediatismo nos resultados, orientação por envolver-se em causa únicas e de maneira flexível.
-       44% dos jovens entre 18 e 29 se dizem próximos a partidos políticos, enquanto 53% dizem não são próximos de qualquer partido. Participação aumenta com a idade.
-       4 tipos de jovens militantes: 1) militantes tradicionais (partidários), 2) militantes alternativos (organizações sociais, redes e protestos), 3) interessados e não participantes e 4) sem interesse e sem participação.
-       A explosão de novas formas de participação não impede a participação tradicional.
-       Nem todos os jovens que militam nos partidos estão sempre confortáveis com os espaços que ocupam dentro dos partidos e, por isso, há um constante conflito entre gerações.
-       Desafio: encontrar maneiras que impliquem a participação dos jovens sem a exclusão de qualquer parte.
3. Quem são eles? Identificando e caracterizando os vereadores brasileiros (2000-2016) - Bruno Souza da Silva (UNICAMP), Humberto Dantas
-       Total de candidatos: em 2000, 382 mil, em 2004, 369 mil, em 2008, 351 mil, em 2012, 450 mil, e em 2016, 463 mil.
-       Aumento se dá muito em função do crescimento do número de candidatas, por força da lei e da justiça eleitoral. Grande parte das mulheres que se candidatam são donas de casa, o que leva a crer que são esposas de lideranças partidárias, que as inscrevem apenas para cumprir a cota de 30%.
-       Dimensionando os candidatos: cerca de 60% entre 35 e 54 anos, 4% até 24 anos e 4% com mais de 65 anos; escolaridade: médio completo a superior completo representa 41%, em 2000, a 62%, em 2016; estado civil: casado de 68% a 54% e solteiro de 21% a 36%; cor de pele: sem disparidades em relação ao Censo 2010 (dados apenas de 2016);
-       Menos de 40% dos candidatos são naturais da cidade em que concorrem (fluxo migratório).
-       Mudanças mais expressivas entre 2000 e 2016: gênero, maior escolaridade, estado civil e mais partidos concorrendo.
-       Dimensionando os eleitos, entre 2004 e 2016: relação candidato x vaga era de 6,4 e aumento para 8 (aumento das mulheres e dos partidos). Entretanto, foram 12,6% mulheres eleitas em 2004 e apenas 13,5% em 2016 – ou seja, menos de 1%, em 4 eleições.
-       Não há distorção em relação a idade dos eleitos entre 2004 e 2016: média pouco superior a 40 anos.
-       Ocupação: 7% se diziam vereadores em 2004 e passaram para 21% em 2016. Não há profissões que se destacam.
-       Em 2000, os 10 principais partidos tinham 90% dos eleitos Em 2016, eram 72%.
-       Conclusão: compreender a lógica política local é essencial, ela existe e pode variar; se é porta de entrada, para a mulher ainda é desafio dos mais expressivos; parlamentares é a maior diferença entre candidato e eleito (4x o percentual de eleitos e candidatos); de 2004 a 2016, 17,3 cidadãos tiveram entre 3 e 4 mandatos (30% a 33%), nos 26 estados e em 5,3 mil cidades. Ou seja, há um padrão para os vereadores brasileiros.
4.. Protesta política y polarización en Brasil - Julián Borba (Universidade Federal de Santa Catarina)
-       Novidade nos protestos: a esquerda perdeu o “monopólio das ruas”.
-       Objetivo do trabalho: analisar os movimentos de protesto politico pró e contra o governo que ocorreram no ano de 2015. Relação entre protesto e polarização política.
-       Hipóteses de trabalho: 1) Pouca diferenciação entre os participantes das manifestações pró e contra, no que tange às suas características sócio-demográficas, de modo que participam dos protestos aqueles portadores de maiores recursos; 2) Evidências maiores de diferenciação serão encontradas no plano das atitudes e do comportamento político (apoio a democracia, questões morais, tolerância e envolvimento político; 3) os eventos são indicadores de um crescente processo de polarização política vivenciada na sociedade brasileira.
-       Protestos de 2013 são a fonte da crise política que vivemos hoje. A eleição de 2014 apenas serviu para impulsionar a crise.
-       Resultados mais significativos: a renda familiar per capita é bem maior nos grupos contra governo, assim como também tendem a apresentar índice maior de escolaridade.
-       A única modalidade em que ambos os grupos participam de grupos sociais, são grupos religiosos. O grupo pró governo participa significativamente mais de grupos sociais e políticos do que o grupo contra o governo.
-       A imagem divulgada do Brasil como um país politizado e polarizado se reflete apenas a uma pequena parcela da população.
-       Eleitores em contato com estruturas de mobilização distintas adotam diferentes padrões comportamentais.
5. Tolerância política e social no Brasil recente - Ednaldo Aparecido Ribeiro, Ednaldo Ribeiro, Universidade Estadual de Paraná, y Julián Borba, Universidade Federal de Santa Catarina
-       Condicionantes da tolerância: auto estima e aprendizado social, sensação de ameaça, etc.
-       Gráficos mostram que ou as pessoas são extremamente tolerantes, ou extremamente intolerantes. O meio é escasso, o que demonstra forte polarização da população.
-       Foram feitas perguntas sobre direito a voto, manifestação, discurso, concorrer a cargo e participação de homossexuais na política.
-       Quanto mais insegura uma pessoa se sentir, mais intolerante ela será. Contextos inseguros geram casos de violência e intolerância.
-       Variável “sexo” é irrelevante, ou seja, homens e mulheres são igualmente tolerantes ou intolerantes. A idade é importante, quanto mais velho, maior a intolerância. Escolaridade também é relevante, pois quanto mais estudado, maior a tolerância.
-       Posicionamento ideológico é igualmente irrelevante. Não importa se uma pessoa se declara de esquerda ou de direita, ela pode tolerante ou intolerante da mesma forma.
5. Bases culturales de la desigualdad de género en América Latina: orientaciones hacia el rol de las mujeres en el trabajo - Gabriela Catterberg, Gabriela Catterberg, Universidad de Buenos Aires, Mariana Caminotti, Universidad Nacional de San Martín, y Cynthia Marchioni, CEDLAS
-       Contexto de transformações: mudanças nas legislações, cotas eleitorais, avanços na educação e incorporação das mulheres ao mercado de trabalho.
-       No entanto, as desigualdades persistem, o que limita a autonomia das mulheres.
-        Qual é o nível de apoio ao acesso das mulheres a um trabalho remunerado entre as e os latinos?
-       Hipóteses: 1) O sexo, os anos de educação e ser um trabalhador formal, impactam de forma significativa e positiva o apoio a autonomia econômica das mulheres; 2) Ser mulher, ter educação superior completa e estar ocupado, incrementam o apoio para o acesso das mulheres para um emprego remunerado.
-       Maior apoio para a autonomia das mulheres no Brasil (82%), Argentina tem 64% e o menor apoio está na Guatemala (35%). A média é de 61%. Países da América Central tendem a apoiar menos as mulheres.
-       Em média, 50% das pessoas com educação primária apoiam a autonomia. Quando são pessoas com ensino superior, o número sobe para 75%.


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