Em artigo a site, Janot diz que delação é "muito maior" que áudios

Procurador-geral defende o acordo firmado com os empresários da JBS e reafirma gravidade dos fatos

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Em texto para o portal UOL procurador-geral defende o acordo firmado com os empresários | Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil / CP

 

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, escreveu artigo para o portal UOL no qual defende o acordo firmado com os empresários do Grupo J&F, comandado por Joesley Batista. No texto, Janot aponta que delação é "muito maior que os áudios questionados", justifica a concessão de imunidade penal aos delatores - que não serão denunciados pelos crimes que revelaram no acordo - e diz estar "convicto" de que tomou a decisão correta. É a primeira manifestação de Janot à imprensa após a vinda à tona da celebração do acordo com os irmãos Joesley e Wesley Batista e outros executivos do grupo.

Ao dizer ter sido procurado pelos irmãos Batista no início de abril, Janot ressalta que os empresários entregaram crimes graves em andamento. "Trouxeram eles indícios consistentes de crimes em andamento - vou repetir: crimes graves em execução -, praticados em tese por um senador da República e por um deputado federal", escreve Janot, sem citar os nomes do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e do deputado Rocha Loures (PMDB-PR), implicados na delação e flagrados em gravações.

Sobre a relação de Joesley com Temer, o procurador-geral aponta que os delatores: "apresentaram gravações de conversas com o presidente da República, em uma das quais se narravam diversos crimes supostamente destinados a turbar as investigações da Lava Jato". Os fatos, nas palavras de Janot, são "aterradores" e vieram junto a "dezenas de documentos e informações concretas" sobre contas no exterior e pagamento de propina "envolvendo quase duas mil figuras políticas".

Ele aponta que os benefícios a Joesley e os demais 6 delatores da J&F "podem parecer excessivos", mas que a outra alternativa seria a não celebração do acordo de delação, o que acabaria sendo pior ao País. "Jamais saberíamos dos crimes que continuariam a prejudicar os honrados cidadãos brasileiros, não conheceríamos as andanças do deputado com sua mala de dinheiro, nem as confabulações do destacado senador ou a infiltração criminosa no MPF", destaca o procurador-geral.

 

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Reinaldo Azevedo pede demissão da 'Veja' após divulgação de grampo com irmã de Aécio sem indício de crime

Colunista diz que vazamento é forma de intimidar jornalistas; PGR não comenta o caso

 

por O Globo

 

O jornalista Reinaldo Azevedo - Márcio Alves / Agência O Globo 15/05/201

Últimas de Brasil

SÃO PAULO - O jornalista Reinaldo Azevedo anunciou nesta terça-feira que deixou a revista “Veja” após a divulgação de uma conversa telefônica em que ele discute as denúncias na Lava-Jato contra Aécio Neves com a irmã do senador, Andrea Neves. No diálogo, Reinaldo critica uma reportagem feita pela própria revista, que trata de uma conta de Aécio em Nova York, não comprovada.

Apesar de não conter indício de crime, segundo a PF, a conversa consta do conjunto de áudios disponibilizado pela Procuradoria-Geral da República no inquérito que provocou o afastamento de Aécio do cargo e a prisão da irmã, o que gerou críticas de entidades de imprensa. Reinaldo não é investigado.

Os diálogos foram divulgados inicialmente pelo site "BuzzFeed".

Em sua última nota publicada hoje à tarde no site de “Veja”, o jornalista anuncia o pedido de demissão e critica o vazamento da conversa. Com autorização da Justiça, o telefone de Andrea estava grampeado pela Polícia Federal, como parte da investigação aberta pelas delações dos executivos da JBS. Azevedo ressalta que a transcrição do diálogo “não guarda relação com o objeto da investigação” e que tornar público esse tipo de conversa é, segundo ele, uma maneira de intimidar jornalistas.

Em outra parte do diálogo, ainda de acordo com o BuzzFeed, Reinaldo e Andrea criticam a Operação Lava-Jato. Procurada, a PGR ainda não se pronunciou sobre a acusação.

Em nota, a Associação Brasileira de Jornalismo (Abraji) Investigativo informou que "vê com preocupação a violação do sigilo de fonte protagonizada pela Procuradoria-Geral da República".

"A Abraji considera que a apuração de um crime não pode servir de pretexto para a violação da lei, nem para o atropelo de direitos fundamentais como a proteção ao sigilo da fonte, garantido pela Constituição Federal.

A associação ressalta que "a inclusão das transcrições em processo público ocorre no momento em que Reinaldo Azevedo tece críticas à atuação da PGR,sugerindo a possibilidade de se tratar de uma forma de retaliação ao seu trabalho".

Segundo a Abraji, a Lei 9.296/1996, que regula o uso de interceptações telefônicas em processos, determina que a gravação que não interessa à produção de provas em processo deve ser destruída. "O próprio Ministério Público, aliás, é que deveria cuidar para que isso aconteça".

 

O Globo

Cecilia Flesch, jornalista da Globo News

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Após bate-boca, Tasso Jereissati suspende reunião sobre reforma trabalhista

Senadores de oposição protestaram contra a leitura do relatório de Ricardo Ferraço na CAE

Após bate-boca, Tasso Jereissati suspende reunião sobre reforma trabalhista | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP

Após bate-boca, Tasso Jereissati suspende reunião sobre reforma trabalhista | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP

 

 

* Com informações da AE

O presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE), Tasso Jereissati, suspendeu a reunião da comissão, depois que senadores de oposição protestaram contra a leitura do relatório de Ricardo Ferraço sobre o projeto de lei que trata da reforma trabalhista. A reunião foi tensa, com momentos de bate-boca entre os senadores. O tumulto teve início logo após o encerramento da audiência pública, quando Tasso Jereissati tentou dar prosseguimento aos trabalhos com o início da leitura do relatório.

Os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Ataídes Oliveira (PSDB-TO) quase partiram para as vias de fato durante sessão de debates sobre a reforma trabalhista na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) da Casa. Um recurso de Rodrigues que poderia atrasar os trabalhos havia acabado de ser rejeitado por parlamentares por 13 votos a 11.

O requerimento foi rejeitado por pequena margem de votos. Logo após a divulgação do placar, houve bate-boca entre senadores da oposição e governo e uma confusão generalizada interrompeu a sessão momentos antes de Ferraço começar a ler o documento.

Deputados chegaram a subir na mesa durante a discussão. Houve também gritos de "golpista" e "Jucá na cadeira", em referência ao senador Romero Jucá (PSDB-RR), presente à sessão. O parlamentar já foi citado em delações de executivos nas investigações da Operação Lava Jato.

Líder do governo, o senador Romero Jucá, afirmou que, depois da divergência entre oposição e governistas na CAE, o relatório do senador Ricardo Ferraço sobre o PLC 38/2017, que trata da reforma trabalhista, foi dado como lido.

Audiência pública

A audiência foi solicitada por senadores da oposição, como Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Lindbergh Farias (PT-RJ) sob a justificativa de terem um debate mais equilibrado e com o enfoque nos impactos da reforma trabalhista na economia. O debate foi mais intenso porque a oposição queria obstruir a leitura do relatório, que reforma as leis trabalhistas, marcada para a segunda parte da reunião.

Falaram dois convidados pela oposição e dois pela situação. O professor e economista da Universidade de Campinas (Unicamp) Márcio Pochmann, convidado pela oposição, afirmou que a reforma trabalhista não vai elevar o nível de emprego no país. Ele citou um estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT), realizado entre 2008 e 2014 em 110 países que realizaram mudanças na legislação trabalhista. O estudo concluiu que não houve efeito relevante das reformas sobre a elevação do emprego.

Os senadores da oposição criticaram a reforma, dizendo que as condições de trabalho se tornarão precárias e que, num momento de crise, os trabalhadores não conseguirão ter seus direitos garantidos. Além disso, a oposição afirmou que a reforma beneficiará apenas os empresários e que não deveria estar tramitando no momento de crise política que se vive no país.

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) afirmou que deve ficar claro que o objetivo da reforma trabalhista não é o de aumentar o emprego, mas o de colocar sobre os mais pobres o ônus da dívida pública.

"Quando há uma crise econômica, quando cai a receita, há menos recursos públicos à disposição, há uma disputa por eles. Então, cortam-se benefícios sociais, cortam-se programas sociais, cortam-se investimentos, para poder pagar a dívida pública. O que sustenta a dívida pública? São os títulos públicos remunerados por uma alta taxa de juros. E grande parte desses títulos públicos não está só no sistema financeiro, nos bancos, mas também faz parte do setor produtivo brasileiro. Por isso, a maioria dos empresários do setor financeiro apoia a reforma da Previdência, apoiou a PEC 55, que virou a Emenda Constitucional 95, e vai apoiar a reforma trabalhista, porque também tem impacto em recursos do Estado".

Ronaldo Caiado (DEM-GO) disse que a reforma é necessária para superar as distorções entre os trabalhadores e melhorar a situação daqueles que estão na informalidade. Caiado citou dados do IBGE que demonstrariam que trabalhadores do setor privado ganham menos do que do setor público. Ainda de acordo com Caiado, 50% da população estão na informalidade e têm rendimentos ainda mais baixos. Para ele, cabe ao Senado encontrar caminhos para a reforma, mas não necessariamente aquela encaminhada por Temer.

Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) observou que o país precisa enfrentar problemas como a alta rotatividade no mercado de trabalho, a informalidade e os conflitos. Ainda segundo o senador, as pequenas e médias empresas vão crescer com uma legislação mais flexível. Ele também prevê o aumento do emprego e dos salários.

 

Correio do Povo

STF condena Maluf a 7 anos e 9 meses de prisão por lavagem de dinheiro

Deputado também perdeu seu mandato na Câmara

STF condena Maluf a 7 anos e 9 meses de prisão por lavagem de dinheiro | Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil / CP

STF condena Maluf a 7 anos e 9 meses de prisão por lavagem de dinheiro | Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil / CP

 

A maioria dos ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) votou nesta terça-feira pela condenação do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) a 7 anos, 9 meses e 10 dias de prisão em regime fechado e à perda do mandato na Câmara. Ele é acusado de lavagem de dinheiro devido a movimentações bancárias de US$ 15 milhões de dólares entre 1998 e 2006 em contas na ilha de Jersey, paraíso fiscal localizado no Canal da Mancha. 

A maioria dos ministros seguiu a indicação Edson Fachin, que considerou a lavagem de dinheiro um crime de “natureza permanente”, o que deve ter reflexo em futuras condenações da Operação Lava Jato, já que muitos dos políticos envolvidos no esquema de corrupção da Petrobrás são também acusados desse crime. Antes desse entendimento, o crime de lavagem prescrevia em dez anos.

Além de Fachin, votaram a favor da condenação de Maluf os ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux. O único que votou pela absolvição de Maluf foi o ministro Marco Aurélio Mello, que considerou que o crime imputado a Maluf já perdeu a validade. "Eu votei pela prescrição. Não pensem que eu 'malufei'", declarou Marco Aurélio.

"Dinheiro público que foi desviado é dinheiro que não vai para a educação, não vai para a saúde, é dinheiro que não salva vidas. Punir esse tipo de delinquência é um marco da reestruturação do País. Ninguém deve ser punido para ser exemplo, somente se houver provas, e nesse caso há", disse Barroso.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) acusa Maluf de ter desviado de recursos de obras tocadas pelo Consórcio Águas Espraiadas, formado pelas construtoras OAS e Mendes Júnior e responsável por obras viárias em São Paulo. O desvio de recursos públicos de Maluf à frente da Prefeitura de São Paulo teria gerado prejuízo ao erário de cerca de US$ 1 bilhão de dólares.

Em conluio com seus parentes, Maluf teria ocultado e dissimulado a origem e natureza de recursos ilícitos por meio de transferência de valores envolvendo contas bancárias de fundos de investimentos.

A ação penal foi aberta em setembro de 2011 contra 11 acusados, entre eles Paulo Maluf e familiares. Somente o processo contra Maluf continua no Supremo, enquanto parentes passaram a responder na Justiça comum. Todos negam envolvimento no esquema.

No processo, os advogados de Maluf argumentaram que a ação não procede porque a acusação é de um suposto crime cometido antes de entrar em vigor a Lei da Lavagem de Dinheiro, que estabelece as punições para crimes do gênero. A lei foi editada em 1998.

 

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Grupo Estado Islâmico reivindica atentado de Manchester

Por meio das redes sociais, grupo ameaça cometer outros ataques

Grupo Estado Islâmico reivindica atentado de Manchester | Foto: Paul Ellis / AFP / CP

Grupo Estado Islâmico reivindica atentado de Manchester | Foto: Paul Ellis / AFP / CP

 

O grupo extremista Estado Islâmico (EI) reivindicou nesta terça-feira em um comunicado o atentado que fez ao menos 22 mortos e 59 feridos na segunda-feira à noite na saída de um show da cantora Ariana Grande em Manchester (Oeste da Inglaterra).

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O comunicado, publicado pelo EI por meio de um de seus canais de comunicação nas redes sociais, indica que "um dos soldados do califado colocou uma bomba no meio da multidão" durante o show. O grupo também ameaça cometer outros ataques.

No ataque - ocorrido por volta das 21h35min (horário local, 18h30min em Brasília), ao final de um show da cantora americana Ariana Grande -, 59 pessoas ficaram feridas, segundo o chefe de Polícia de Manchester, Ian Hopkins. "Posso confirmar que há adolescentes entre os mortos", disse Hopkins, em entrevista, divulgada pela Agência EFE.

O agente informou ainda que a investigação procura estabelecer se o responsável pelo ataque "agiu sozinho ou como parte de uma rede" terrorista. "Acreditamos que o autor levava um artefato explosivo que ele detonou, causando essa atrocidade", afirmou Hopkins. "As famílias e muitos jovens estavam em um show na Manchester Arena e morreram. Os nossos pensamentos estão com as 22 pessoas que morreram, as 59 que ficaram feridas e seus entes queridos", disse.

 

 

AFP e Correio do Povo

PF diz que mala entregue por Loures tem R$ 465 mil e não R$ 500 mil

Policiais contaram 9.300 notas de R$ 50. Advogados não se manifestaram sobre a falta de R$ 35 mil

Por: Agência Brasil

 

PF diz que mala entregue por Loures tem R$ 465 mil e não R$ 500 mil Bruno Santos/Folhapress

Rocha Loures retornou para o Brasil na última quinta-feira Foto: Bruno Santos / Folhapress

A defesa do deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) entregou na segunda-feira (22) à Polícia Federal (PF) em São Paulo uma mala com R$ 465 mil. Em abril, Loures foi filmado pela PF recebendo a mala, que continha R$ 500 mil, segundo as investigações, e foi enviada pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS. No documento em que atestou a apreensão, os policiais contaram 9.300 notas de R$ 50.

Os documentos que comprovam a entrega foram enviados na manhã desta terça-feira (23) ao gabinete do ministro Edson Fachin, que, na semana passada, determinou o afastamento de Rocha Loures do mandato após pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). Os advogados não se manifestaram sobre a falta de R$ 35 mil.

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Pela denúncia, aparece ainda em uma das conversas gravadas com Ricardo Saud, ex-diretor de Relações Instituições da J&F, concordando em apresentar uma prévia do relatório da Medida Provisória do Refis, que ainda não era público. Na conversa, os dois falam sobre esconder o que a JBS queria no texto incluindo os pontos como sugestão da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC).

Posteriormente, Rocha Loures foi filmado recebendo R$ 500 mil enviados por Joesley Batista. Loures é apontado como intermediário do presidente Michel Temer para assuntos do grupo J&F com o governo, de acordo com denúncia do Ministério Público Federal (MPF) com base em áudio de conversa gravada por Joesley.

 

*Agência Brasil e Zero Hora

PF recebeu um dos gravadores usados para registrar conversa entre Temer e empresário

 

O outro gravador deve ser entregue ainda nesta terça (23).

Oposição impedindo a votação da MP que autorizou o saque do dinheiro de contas inativas do FGTS





A oposição, que se diz defensora dos trabalhadores, está impedindo a votação da MP que autorizou o saque do dinheiro de contas inativas do FGTS! Vai prejudicar 15 milhões de trabalhadores!

Fonte: https://www.facebook.com/anaamelialm/videos/1542450322441130/

Moro homologa acordo

Marivaldo Oliveira/Código 19/Folhapress

O juiz Sergio Moro homologou, nesta segunda-feira, o acordo de leniência da Odebrecht assinado com os procuradores da Lava Jato em dezembro. No documento, a empresa se compromete a pagar uma multa de R$ 6,8 bilhões em 20 anos. O dinheiro será dividido entre Brasil, que ficará com 70% do total, Estados Unidos e Suíça. Leia mais

 

 

Rir para não chorar

Laerte

Crise política, delação da JBS e a Constituição complexa do país são os destaques das charges da última semana. Leia mais

 

Megaoperação na cracolândia

Marlene Bergamo/Folhapress

Um dia após a megaoperação na cracolândia, no centro de São Paulo, ao menos duas dezenas de usuários de drogas dormem no chão dentro do local escolhido pela prefeitura como abrigo. Outras centenas de dependentes químicos se espalharam pelo centro e consumiram crack nas imediações. Leia mais

 

Cultura em São Paulo

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Uma seleção de 750 obras do acervo do Itaú Cultural tenta repassar as representações mais extremas do Brasil, de paisagens do holandês Frans Post, realizadas no século 17, aos desenhos de Alexandre Orion nos muros cinzentos de uma São Paulo do século 21. A mostra entra em cartaz amanhã na Oca, no parque Ibirapuera, em São Paulo. A entrada é franca. Leia mais