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Gilmar Mendes também discursou, nesta manhã, em encontro na Procuradoria Geral do Rio de Janeiro, registra o Valor.
O ministro disse que o impeachment está "a caminho de se concretizar", relembrou que "a realidade fiscal não aceita desaforos" e fez questão de salientar que "fraudes contábeis foram praticadas para anestesiar a população em ano eleitoral".
Mas Mendes lacrou mesmo quando fez o seguinte comentário:
"É inegável que o Brasil se tornou uma república egoísta, corporativista. Temos socialistas de botequim, ganham altos salários, cuidam dos seus interesses corporativos e entre um champanhe e outro fazem discursos pelos pobres."
Admin07/06/2016 21:29
Uma mulher, de 42 anos, foi estuprada em terreno invadido pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) na última sexta-feira (3), em Teófilo Otoni (MG). Segundo a Polícia Militar, os dois homens que abusaram sexualmente da vítima em uma barraca de madeira e lona estão foragidos. A vítima, supostamente embriagada, foi levada para o terreno invadido e, segundo depoimento, forçada a entrar em uma das barracas do local. A vítima disse na delegacia que, ao chegar ao local da invasão, outro homem já estava esperando. Nesse momento, os delinquentes retiraram a força sua roupa e a obrigaram a fazer sexo.
Trata-se de um caso típico de estupro coletivo, com o detalhe de que os dois homens se revezaram algumas vezes na prática do crime hediondo. Mesmo diante de uma barbárie consumada, a senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT-PR) tenta minimizar o episódio. Algo que já era esperado, pois para a senadora qualquer crime é consentido quando praticado por um integrante da esquerda bandoleira.
Quando comandava a Casa Civil, Gleisi entregou a um pedófilo conhecido o comando das políticas do governo federal para crianças e adolescentes, o que permite incensar a tese da “raposa tomando conta do galinheiro”.
O petista Eduardo Gaievski, envolvido em dezenas de estupros de crianças pobres e já condenado há mais de 100 anos de prisão, continua regularmente filiado ao PT, contrariando as regras do partido, que dependendo do caso tem sido implacável com os transgressores. A preocupação bizarra da parlamentar é única e conhecida: que a culpa por mais esse crime, que configura inequívoca violência contra a mulher, recaia sobre os companheiros do MST.
Em nota, divulgada na página que mantém Facebook, depois de uma manifestação protocolar de condenação à violência contra a mulher, Gleisi brada: “MENTIRAM”. No texto fica claro que a petista quer mesmo é “livrar a cara” do MST.
Gilmar Mendes pede investigação sobre 40 mil votos de 2014
De acordo com a assessoria do TSE, a equipe técnica do tribunal constatou que nomes de eleitores que justificaram a ausência também apareciam entre os…
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Curitiba: Sem reação de autoridades, MST segue infernizando Curitiba. Por que não ocupam o sítio...
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Por: Matheus Schuch
O deputado federal Sérgio Moraes (PTB-RS)Foto: Ver Descrição / Ver Descrição
O deputado federal Sérgio Moraes (PTB-RS) disse, nesta terça-feira, que votará contra a cassação do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Moraes justificou que tem "medo de condenar um inocente". O deputado gaúcho defendeu que a apreciação sobre o possível envolvimento de Cunha com irregularidades deve ser feita pelo Judiciário, e não pelo Legislativo. As informações são do blog Cenário Político, da Rádio Gaúcha.
Durante seu discurso no Conselho de Ética da Câmara, Moraes ainda sustentou que seus eleitores nunca exigiram o voto pela cassação.
— Eu ando todos os dias na minha base, ela não tem me cobrado e, aliás, nem me perguntam sobre Eduardo Cunha — afirmou.
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Ao justificar a posição contrária à cassação, o petebista ainda relacionou o julgamento de Cunha ao do gaúcho Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), que teve o mandato cassado em 1994 por suspeita de envolvimento em um esquema de corrupção, mas depois foi absolvido pela Justiça.
Além de Moraes, a Comissão de Ética conta com mais um gaúcho como membro titular. É o deputado Nelson Marchezan Jr. (PSDB), que já se manifestou favorável à cassação de Cunha.
A votação do Conselho está prevista para esta terça, após os discursos de membros e não membros. Caso a discussão não seja encerrada no mesmo dia, a definição pode ser prorrogada para quarta-feira.
Para que o parecer seja aprovado, serão necessários os votos da maioria dos 21 integrantes do colegiado. Se for rejeitado, será designado um novo relator, que fará outro parecer a ser votado no conselho. Caso seja aprovada alguma punição a Cunha, o processo passa pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e depois segue para o plenário. A eventual cassação do mandato precisa de pelo menos 257 votos dos 513 deputados.
Rádio Gaúcha e Zero Hora
“Dinheiro público virou sapatos e roupas de grife”, diz procurador
METROPOLES.COM
FILIPE COUTINHO COM LEANDRO LOYOLA
REDE
O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, e sua mulher, Carolina(acima). De acordo com a Polícia Federal, eles usaram a empresa de Carolina para receber dinheiro de empresas. O operador do esquema, segundo a PF, era o empresário Benedito Oliveira Neto (abaixo) (Fotos: Luiz Costa/Hoje Em Dia/Estadão Conteúdo e reprodução)
Sexta-feira, 15 de novembro de 2013. José Dirceu, José Genoino e outros petistas iam presos pelo escândalo do mensalão. O Brasil fervia. Mas uma estrela do PT estava serena. O então ministroFernando Pimentel, amigo próximo da presidente Dilma Rousseffe hoje governador de Minas Gerais, tirava uns dias de folga doMinistério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. Às 9h55, Pimentel e sua namorada, Carolina Oliveira, decolavam do hangar de Brasília com destino à Bahia. O jatinho era do empresário Benedito Oliveira Neto, o Bené, amigo de Pimentel e suspeito de lavagem de dinheiro. Enquanto petistas históricos iam presos, Pimentel ia com a namorada para o Kiaroa Resort, na Península de Maraú, ao sul de Salvador. O bangalô master do resort era um luxo. Duas piscinas privativas, enxoval de algodão egípcio e travesseiros de pluma de ganso. No feriadão, o casal comprou boné, tomou cinco caipiroskas com vodca Absolut, comeu dois pratos de camarão à provençal, duas tapiocas, moqueca e mandioca frita. O weekend custou R$ 12.127,50. Bené pagou. A nota fiscal é apenas uma das fartas provas obtidas pela Polícia Federal, no âmbito da Operação Acrônimo, que coloca Pimentel no topo da cadeia de comando de um esquema que envolve contratos públicos, consultorias de fachada – e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o BNDES.
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Antes de destrinchar o material da Acrônimo, vale pairar sobre os 12 anos do PT no poder. É possível identificar um modus operandiem todos os escândalos protagonizados pelo partido no governo. Ele começa pelo aparelhamento do Estado para alavancar negócios com empresas privadas. A Acrônimo mostra isso. A Lava Jato também. Ambas apontam claramente que o BNDES e a Petrobras respectivamente, pela enormidade de seus recursos, se transformaram nas fontes preferidas de quem busca lucro fácil a partir do desvio de dinheiro público – seja para campanhas eleitorais, seja para melhorar sua condição econômica a partir da atividade política.
O surgimento do BNDES no âmbito da Acrônimo tornou a operação um clone da Lava Jato – ainda que, por enquanto, em menor escala. Na semana passada, um bilhete de Marcelo Odebrecht, presidente da empreiteira que leva seu sobrenome, foi interceptado por policiais federais que o vigiam na carceragem de Curitiba. Mesmo com sua letra difícil, os agentes entenderam que ele escrevera “destruir e-mail sondas”. Parecia uma instrução a seus advogados para apagar uma troca de mensagens, na qual se tratava de “sobrepreço” nas negociações de um contrato para operar sondas a serem construídas pela Sete Brasil – uma jabuticaba empresarial criada pela união da Petrobras com fundos de pensão, bancos privados e o próprio BNDES com a missão de fornecer equipamentos para a Petrobras explorar o pré-sal. Os advogados de Odebrecht negam que ele tivesse dado instruções para destruir evidências.
A simbiose que gerou a Sete Brasil, forjada com políticos crentes na intervenção econômica do Estado e com empresas “parceiras”, só fica completa com o aparelhamento partidário do governo. É ele que garante a liberação de farto dinheiro público. Marcelo Odebrecht está na cadeia pela suspeita de que sua empresa faz parte de um cartel que operou na Petrobras. Para ganhar contratos, suspeita a PF, ele pagaria propina a diretores indicados por políticos do PT, PMDB e PP. A Odebrecht foi a principal contratante dos serviços do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como lobista, para atuar em busca de obras – financiadas pelo BNDES – em países da África e da América Central. A empresa de Marcelo é a maior beneficiária de financiamentos do BNDES para realização dessas obras no exterior.
CAIPIROSKA
A fatura do resort em que Pimentel se hospedou com Carolina (acima)em 2013 e agentes da PF recolhendo provas na última quinta-feira(abaixo). O Brasil fervia, e Pimentel tirava férias pagas pelo empresário Bené (Fotos: Wesley Rodrigues/Hoje em Dia/Folhapress e reprodução)
Feito esse voo panorâmico, volta-se a Pimentel. O feriado que Pimentel passou na Bahia com a namorada é uma amostra do esquema que a Polícia Federal desbaratou, em outubro do ano passado, depois de uma batida pegar Bené e outros empresários com R$ 113 mil em um avião. Bené é apenas um intermediário. Nas palavras de um investigador, ele tem tudo para ser um “Marcos Valério de estimação”. O centro da Operação Acrônimo éFernando Pimentel e o principal foco é o BNDES. A PF descobriu que Carolina Oliveira mantinha uma empresa com apenas um funcionário e, mesmo assim, fez fortuna. Em comum, todos os clientes de Carolina Oliveira têm negócios diretos ou indiretos com o BNDES, banco subordinado ao Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, que seu marido, Pimentel, chefiava. Segundo a PF, o casal pode ser enquadrado em três crimes: corrupção passiva, participação em organização criminosa e lavagem de capitais.
“O atual governador Fernando Pimentel, enquanto ocupou o cargo de ministro e em razão daquela condição, recebeu vantagem financeira indevida, no valor de R$ 299.882,05, daDiálogo Ideias e Pepper Interativa, esta última pessoa jurídica que foi contratada e recebeu valores do BNDES, por meio de contratação simulada da empresa de titularidade da companheira de Fernando Pimentel”, diz um trecho do relatório da PF. A Pepper recebeu cerca de R$ 500 mil do BNDES entre 2013 e 2014. E deu para Carolina R$ 236.882,05 no mesmo período. A PF levantou a suspeita de que, na verdade, a mulher de Pimentel pode ser sócia oculta da Pepper, “condição esta que deveria ser escamoteada em razão do recebimento de valores pela Pepper do BNDES”.
No apartamento que o casal mantinha em Brasília, a PF descobriu uma tabela que trazia o nome de Carolina e seu número de celular – o que significava que a planilha havia sido escrita por uma terceira pessoa. O título era “Planilha de Acompanhamento dos Pagamentos”. O frigorífico Marfrig aparece com valores de R$ 595 mil, referentes a novembro de 2011 a abril de 2012. O grupo Casino, que controla a rede Pão de Açúcar, é marcado com R$ 362.868,20, entre abril e julho de 2012, como ÉPOCA revelou na quinta-feira. Ambos tiveram negociações com o BNDES. “É razoável inferir-se que pode ter havido simulação de contratação da Oli Comunicação (empresa de Carolina) e pelo grupo Casino e pelo Marfrig, a fim de repassar valores, que, em última análise, poderiam ter como destinatário o então ministro”, escreveu a PF em seu relatório.
A Polícia Federal trabalha com duas hipóteses. A primeira delas é que Mafrig e Casino pagaram diretamente à mulher de Pimentel, como sugere a tabela. A segunda é que os pagamentos dessas empresas foram intermediados pelo consultor Mário Rosa. Depois de um início de carreira inexpressivo numa assessoria de imprensa em Brasília, onde ganhava pouco menos de R$ 5 mil, a jornalista Carolina de Oliveira Pereira assessorou Pimentel em sua campanha fracassada ao Senado, em 2010, e por mais dez meses no ministério. Eles começaram a namorar e, em 2011, com um salário na casa dos R$ 20 mil, ela deixou a assessoria, montou sua empresa, a Oli Comunicação, e passou a ganhar contratos. O consultor Mário Rosa foi um dos que contrataram a Oli. O salário que ele pagava a ela era de R$ 75 mil. O objeto do contrato entre Rosa e Carolina era uma abstração. “Prestação de serviços de acompanhamento de assessoria de imprensa e acompanhamento a ser efetuada, com base nas solicitações que lhe forem feitas.” Rosa disse que contratou Carolina Oliveira pela competência e experiência da jornalista. A Polícia Federal investiga outra versão para a mesma história e suspeita que, no total, a empresa de Mário Rosa deu quase R$ 2,5 milhões a Carolina. Rosa mantinha uma sociedade com o empresário Bené. Só com suas empresas, Bené ganhou mais de R$ 500 milhões dos governos do PT, em serviços gráficos e eventos que são alvos de investigação por suspeita de superfaturamentos.
O relatório da Polícia Federal foi usado para pedir a segunda fase da Operação Acrônimo, realizada na última quinta-feira. Um dos alvos foi justamente a Pepper. A decisão do ministro do Superior Tribunal de Justiça Herman Benjamin, contudo, barrou os principais pedidos da PF: os investigadores queriam fazer buscas na casa e no gabinete de Pimentel, além de na Petrobras, no BNDES e na sede do PT de Minas.
A PF ainda descobriu indícios de caixa dois na campanha de Pimentel. A investigação descobriu que Bené acertou o pagamento de R$ 75 mil de dívidas que o PT de Minas tinha com um táxi-aéreo durante a eleição de 2014. Assim escreveu Bené ao dono do táxi-aéreo: “Veja a dívida do PT com Algar, estão me perturbando”. Só de santinhos foram 34 milhões, ao custo de R$ 362.312,25, impressos na gráfica de Bené e que não foram lançados na prestação de contas. Segundo o advogado do casal, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, Carolina Oliveira prestou serviços a Mário Rosa e à Pepper no período em que já não prestava serviços ao BNDES ou ao ministério. Kakay diz ainda que a empresa dela fez um site para o instituto da Marfrig, por R$ 18 mil. A Marfrig confirma essa operação e diz que não houve outros contratos. Kakay e o Casino afirmam que não houve negócio entre a empresa e Carolina Oliveira. “A PF fez uma confusão com uma planilha e ela foi analisada da forma mais conveniente para a acusação, que não reflete a realidade”, diz Kakay. Em nota, o BNDES negou ligação com o caso. “É evidente que o fato de uma empresa ter apoio financeiro do BNDES e contratar quaisquer outros serviços de terceiros não significa que haja relação entre os dois eventos.”
O advogado de Bené não quis comentar. Quando a operação foi realizada na última quinta-feira, Pimentel foi agressivo e falou em nome de Minas Gerais. “Todas as providências necessárias para assegurar o respeito ao direito individual, à legalidade e à autonomia federativa serão tomadas para coibir o abuso e a arbitrariedade na condução do inquérito policial. Resistiremos a qualquer tentativa de impor a Minas Gerais constrangimentos indevidos e antirrepublicanos.” O governador, contudo, não deu explicações sobre as suspeitas. Preferiu invocar a honra mineira e atacar a Polícia Federal.
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Que chique! Manifestantes da CUT vão até Genebra protestar contra Temer (mas são expulsos do evento)
O trabalhador filiado a um sindicato que integra a CUT deve estar feliz de ver isso tudo, não é mesmo?
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ELEIÇÕES DE 2014
TSE identificou ocorrências suspeitas de eleitores que, embora tenham justificado ausência, tiveram o voto computado na urna eletrônica
TSE pede à PF e à PGR investigação sobre falhas em 77 mil votos de 2014; indícios são de fraude
INFOMONEY.COM.BR|POR LARA RIZÉRIO
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Presidente do PT-RO é condenado por improbidade administrativa - Rondoniaovivo.com - Jornal...
O recurso de apelação foi julgado pela 1ª Câmara Especial do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia, em sessão realizada nesta quinta-feira, 9/6.
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Que chique! Manifestantes da CUT vão até Genebra protestar contra Temer (mas são expulsos do evento)
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A presidente afastada Dilma Rousseff (PT) (Crédito: Wilson Dias/Agência Brasil)
Estadão Conteúdo
10.06.16 - 07h15 - Atualizado em 10.06.16 - 08h51
A presidente afastada Dilma Rousseff prepara uma carta de compromissos para o “novo governo” caso consiga reverter o processo de impeachment no Senado. O documento será entregue às frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, que lideram as manifestações contra o presidente em exercício Michel Temer, e vai indicar a intenção de uma guinada à esquerda, na direção contrária do que foi o segundo governo da petista.
A carta, que ainda não tem título nem data para ser entregue, é uma reivindicação tanto dos movimentos sociais que integram as duas frentes quanto do núcleo próximo de Dilma e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, em diversas ocasiões, afirmou que a presidente afastada deve dizer claramente como e para quem vai governar se conseguir retomar o cargo.
Entre os pontos cobrados pelos movimentos sociais estão a garantia de uma política econômica com foco no crescimento econômico, manutenção dos programas sociais e geração de empregos, compromisso com a reforma política e a montagem de um Ministério formado por notáveis e representantes dos setores que lutaram contra o impeachment.
O objetivo seria quebrar resistências de setores da esquerda que têm defendido a realização de novas eleições presidenciais ou por desconfiarem da capacidade de Dilma em criar condições mínimas de governabilidade ou porque ainda guardam ressentimentos em relação às escolhas da petista no segundo governo. Um petista chamou atenção para o detalhe de que o mote dos atos de hoje é “Fora Temer” em vez de “Volta Dilma”.
Manifestação
Nesta sexta-feira, 10, as duas frentes promovem uma série de atos contra o governo do PMDB em 40 cidades do Brasil e outras 16 dos EUA e Europa. O maior deles está marcado para a Avenida Paulista, em São Paulo. A expectativa é reunir 100 mil pessoas. Lula confirmou presença. Dilma, que passou esta quinta-feira, 9, em Campinas e dormiu em São Paulo, chegou a incluir o ato em sua agenda, mas sua participação vai depender das condições de segurança.
“Temer não tem participado de atividades públicas porque sabe que será vaiado. Os atos de amanhã serão uma demonstração de que o povo não quer Temer”, afirmou Raimundo Bonfim, da coordenação da Frente Brasil Popular.
Os organizadores também esperam a presença de grupos que se mobilizaram espontaneamente contra o impeachment, além dos movimentos sociais. “Essas lutas e atos são o início da derrota do Temer”, disse João Paulo Rodrigues, do MST. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.