Pérolas do Facebook - 3.3.2016


Espiritismo da depressão
Atenção engraçadinhos ao toque de 4 já vai. Já já já já vaiiii! É people, já faz 20 anos que os engraçadinhos dos Mamonas se foram. Eles falavam umas besteiras? Sim, mas a nossa mãe deixava a gente ouvir. Quem nunca cantou Brasília Amarela? 😂Como fãs, aqui vai nossa singela homenagem. ‪#‎espíritasEngraçadinhos‬ ‪#‎Mamonas‬‪#‎BrasíliaAmarelaNoAlém‬😂😇
Oi pessoal,
Dia 05 de março vai acontecer o primeiro ‪#‎HackathonPoa‬ internacional‪#‎OpenDataDay‬
Inscrições abertas.
Iniciativa ‪#‎PoaDigital‬ Thiago Ribeiro
Participem 😉
Abraços


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Espiritualidade é amor
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Fatos Desconhecidos
Homem indo trabalhar pula de uma ponte ao ver um cachorro se afogando, ele achou que a vida de um animal era mais importante que um dia de emprego.




Gato no Face com Nathy Krall.
Não faltem, por favor! No final terá guaraná Dolly



Proporcionalmente à população, mata-se quatro vezes mais na capital gaúcha do que em São Paulo e o dobro do Rio
ZH.CLICRBS.COM.BR



Conselhos da Mãe Preta
Bem verdade kkkkkk
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Olha a falta da cadeira para criança, quase uma tragédia. Atente para as crianças! Uma criança cai de carro e parentes nem sequer percebem o mais agravante é que ninguém para para pegar a criança . #China
Publicado por Notícia do Bairro em Quarta, 2 de março de 2016

NO CENTRO DO RIO DE JANEIRO A MARGINALIDADE TOMOU CONTA.Parabéns ECA e Direitos Humanos.Carlinhos míssil garcia
Publicado por Carlinhos míssil garcia em Terça, 1 de março de 2016

Pizza de sardinha é uma maravilha! Receita completa: https://www.tastemade.com.br/videos/pizza-de-sardinha
Publicado por Tastemade Brasil em Segunda, 29 de fevereiro de 2016

José Eduardo Cardozo diz que Delcídio "não tem primado por dizer a verdade"

Senador Delcídio do Amaral acusa Dilma e Lula de envolvimento no esquema da Petrobras e de atrapalhar investigações: glo.bo/21H1lhr

“Há agora uma operação para tentar blindar a presidente Dilma Rousseff”, avalia Gerson Camarotti

Tentativa de acordo de delação premiada de Delcídio do Amaral "caiu como uma bomba no Palácio do Planalto". Veja o comentário de Gerson Camarotti: glo.bo/1Y67pdU

Em depoimento, Lula volta a negar que seja dono de sítio em Atibaia

GloboNews teve acesso com exclusividade ao conteúdo do depoimento do ex-presidente Lula sobre investigação do triplex no Guarujá:glo.bo/1QVUqfa

Governos poderão aplicar sanção caso Samarco não cumpra acordo por tragédia

A inclusão de todos os atingidos pela tragédia de Mariana, ocorrida em novembro do ano passado, está entre as premissas do acordo fechado nesta quarta-feira (2) entre a mineradora Samarco e o Poder Público para recuperação e compensação dos danos. Os governos federal, estaduais e municipais poderão aplicar sanções se a Samarco não cumprir o acordo.
Vitória (ES) - Ribeirinhos do município de Colatina estão sendo notificados sobre os perigos da onda de lama decorrente do rompimento das barragens de rejeitos em Mariana (MG) (Fred Loureiro - Secom - ES/Divulgação)
Indenizações pagas pela podem ultrapassar R$ 20 bilhões  Fred Loureiro - Secom - ES/Divulgação
A expectativa é que toda as famílias diretamente afetadas, as comunidades, os pescadores, agricultores, trabalhadores formais e informais, povos de comunidades tradicionais, além dos empresários, todos terão os seus prejuízos socioeconômicos indenizados pela empresa.
Caso a Samarco não efetue os pagamentos, as acionistas Vale e BHP deverão honrar o acordo e desembolsar, somente nos próximos três anos, R$ 4,4 bilhões, valor que poderá atingir mais de R$ 20 bilhões a depender dos laudos técnicos das necessidades de reparação ambiental. Além de prestar auxílio às vítimas, o acordo que será homologado na Justiça prevê que os atingidos tenham “ampla participação” no processo.
A fundação privada que vai ser criada para gerir os recursos deverá ter um Conselho Consultivo, composto por especialistas, membros da sociedade civil e das comunidades impactadas. Ao todo, 17 pessoas vão fazer parte desse fórum, sendo cinco indicados pelas comunidades (três de Minas Gerais e dois do Espírito Santo), um pelo Ministério Público Federal, dois dos ministérios públicos mineiros e capixaba, dois representantes das empresas e um do Poder Público.
Caberá ao conselho consultivo ouvir as associações que defendem os direitos dos atingidos e encaminhar recomendações ao Conselho de Administração do fundo privado. De acordo com o governo federal, o conselho deverá justificar formalmente as recomendações que não acatar. Além disso, as atividades desenvolvidas pela fundação estarão sujeitas a auditoria externa independente.
Sanção
Por parte dos governos federal, estaduais (MG e ES) e municipais, será criado um Comitê Interfederativo responsável por validar, acompanhar, monitorar e fiscalizar as ações da fundação. Caso preciso, o conselho consultivo formado pela sociedade poderá acionar o comitê, que também tem a prerrogativa de aplicar sanção em eventual descumprimento das obrigações.
Caberá também à fundação privada fazer uma busca ativa para o cadastro das vítimas, que será validado pelo Comitê Interfederativo. Os atingidos terão direito a “assessoria jurídica gratuita para discussão e negociação de indenizações”, informou o governo. Caso não concordem com os termos do acordo, os afetados não são obrigados a pactuar com as mineradoras e poderão ingressar com ação na Justiça. Mesmo se as processarem, porém, eles continuarão tendo direito à inclusão nos programas do acordo.
Repúdio
Antes da assinatura do acordo, organizações e movimentos da sociedade civil criticaram as negociações e a organização não governamental (ONG) Justiça Global prometeu enviar denúncia à Organização das Nações Unidas e à Organização dos Estados Americanos. Elas alegam que o acordo extingue a ação civil pública, o que reduz o poder de fiscalização e retira a possibilidade de recursos.
Linhares (ES) - A lama vinda das barragens da Samarco com rejeitos de mineração seguem ao longo do leito do Rio Doce em direção à sua foz, localizada em Regência, Linhares (Fred Loureiro/Secom ES)
Segundo Dilma, além de reparar os danos às famílias devastadas pelo rompimento da barragem, haverá compensação às comunidades indígenas e povos tradicionaisFred Loureiro/Secom ES
Durante a cerimônia, no Palácio do Planalto, em que o documento foi assinado, a presidenta Dilma Rousseff assumiu o compromisso das premissas do acordo, e disse que as medidas vão envolver a retomada de atividades econômicas e produtivas por parte de pescadores e agricultores. Segundo ela, além de reparar os danos às famílias devastadas pelo rompimento da barragem, haverá compensação às comunidades indígenas e povos tradicionais “cuja vida depende do rio”.
“Asseguramos também medidas de reparação e compensação e principalmente garantimos que todos os envolvidos, incluindo as comunidades e movimentos sociais, participem da definição, do acompanhamento e do desenvolvimento de todas as ações”, disse, referindo-se ao comitê consultivo.
Após o evento, as entidades publicaram um texto em que repudiam a assinatura do acordo, acusando-o de conferir “às mineradoras o poder de tratar de cada violação de direitos humanos, sociais, econômicos, culturais e ambientais no varejo”. A manifestação foi assinadapor outras organizações e foi escrita pelo Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração e pela Articulação Internacional das Atingidas e dos Atinidos pela Vale.

ONU diz que crise no Sudão do Sul é catastrófica

Da Agência Lusa
A crise humanitária no Sudão do Sul tem dimensão “catastrófica” e continua se agravando com os dois lados do conflito “arrastando os pés” na implementação do acordo de paz, disse o chefe da missão da Organização das Nações Unidas (ONU), Herve Ladsous. Ele afirmou que “dezenas de milhares de pessoas morreram” e cerca de dois milhões tiveram de abandonar as suas casas por causa da guerra, agora no seu terceiro ano.
Apesar de um acordo de paz ter sido alcançado em agosto, “as partes envolvidas estão arrastando os pés na sua implementação”, disse Ladsous. Ainda não temos um governo de transição e a situação econômica e humanitária é catastrófica”, afirmou.
Um dirigente da ONU indicou que o número de mortos no conflito já chegou aos 50 mil. Após conquistar a independência em 2011, o Sudão do Sul mergulhou numa guerra civil em dezembro de 2013, gerando uma onda de mortes por retaliação que dividiu ainda mais o país.
O Reino Unido pressiona para que seja imposto um embargo de armas no Sudão do Sul, mas a Rússia é contra a medida, argumentando que será mais facilmente imposta contra o governo do que contra os rebeldes.