Concurso Anac: saiu edital com 150 vagas até R$ 11 mil

por Yahell Luci Lima


A Agência Nacional de Aviação Civil publicou o edital do concurso que vai preencher postos no Distrito Federal, com aplicação de provas em todas as capitais do país. Inscrições a partir de 14/12

Saiu no Diário Oficial da União desta segunda-feira (7/12) o tão aguardado edital do concurso da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Conforme previsto pelo JC, o documento disponibiliza 150 vagas em cargos de níveis médio e superior. Do total de oportunidades, 12 são reservadas para deficientes e 31 para pessoas negras e pardas, conforme estabelece a lei n. 12.990/2014.

As provas do concurso da ANAC serão aplicadas nas capitais de todos os Estados do país, inclusive em São Paulo. No entanto, o local de trabalho dos futuros servidores será em Brasília, no Distrito Federal, onde fica a sede da agência.

Os cargos de técnico administrativo (15) e técnico em regulação de aviação civil (45) exigem nível médio e oferecem salário de R$ 5.689,52 e R$ 5.957,52, respectivamente.

Quem possui ensino superior em qualquer área de formação pode concorrer as ofertas disponíveis para a função de analista administrativo, que oferece 25 vagas, no total. Dessas, 17 são para a “área 1” e 18 para a “área 2” (8). A remuneração do cargo corresponde a R$ 11.071,29.

Prepare-se para o concurso da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC)
Videoaulas para o concurso da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC)
Simulados para Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC)

Para ser especialista em regulação de aviação civil (65 vagas ao todo) da ANAC e receber R$ 11.974,49 mensalmente também é necessário ter ensino superior. Porém, neste caso, o campo de formação deve ser específico, de acordo com o solicitado para cada uma das seguintes áreas: “área 1” (24 vagas): qualquer área de formação; “área 2” (18): engenharia mecânica, engenharia aeronáutica ou engenharia de produção; “área 3” (7): economia ou ciências contábeis; “área 4” (10): engenharia civil, engenharia de produção ou arquitetura; e “área 5 (6): superior em qualquer área de formação, acrescido de licença de piloto de linha aérea ou de piloto de linha de helicóptero, com Certificado Médico Aeronáutico (CMA) válido ou Certificado de Capacitação Física (CCF) válido e Certificado de Habilitação Técnica (CHT).

A remuneração oferecida pela Agência Nacional de Aviação Civil para todas as carreiras é referente a jornadas de trabalho de 40 horas semanais.

Inscrições e provas

As inscrições para o concurso da ANAC estarão abertas a partir das 10h do dia 14 de dezembro pelo site da Escola de Administração Fazendária - ESAF (www.esaf.fazenda.gov.br), organizadora do concurso. Os interessados terão até 4 de janeiro de 2016 para se cadastrar.  As taxas de participação custam R$ 90 (nível médio) e R$ 150 (nível superior).

De acordo com o edital do concurso, as provas objetivas sobre conhecimentos básicos e específicos para todos os postos serão aplicadas em 20 de março do próximo ano. Os candidatos com diploma de graduação responderão 130 perguntas, já os concorrentes com ensino intermediário terão que resolver 80 questões.

O processo seletivo também terá prova discursiva para todos os inscritos, o exame consistirá na elaboração de uma dissertação acerca do conteúdo de conhecimentos específicos de cada cargo. Haverá, ainda, avaliação de títulos para as profissões de nível superior.

A carreira de especialista da ANAC contará ainda com uma segunda etapa de avaliação na qual os aprovados nas provas anteriores serão convocados para realizar o curso de formação. O curso será ministrado em Brasília/DF, sob responsabilidade da ESAF, e terá 160 horas presenciais em tempo integral. Durante o período do curso, o candidato receberá auxílio financeiro correspondente a 50% da remuneração inicial do cargo, ou seja, R$ 5.987,25.
Fonte: JCConcursos - jcconcursos.uol.com.br - 07/12/2015 e Endividado

Carta de Temer a Dilma agrava crise no Planalto. Leia no Correio Braziliense de hoje que o vice-presidente da República deixou claro ontem, em dois atos, que quer distância de Dilma e do PT. Veja também uma reportagem que conta a história de brasilienses que se renderam às vantagens de ir ao trabalho de bicicleta. Boa leitura! -http://www.correiobraziliense.com.br/



Ex-pedreiro fatura R$ 300 milhões com loja virtual de ar-condicionado

por Gustavo Mause


João Riquena Neto, de 44 anos, se tornou um empresário de sucesso no segmento de e-commerce

São Paulo - Dono do e-commerce Central Ar, João Riquena Neto, 44 anos, tem uma empresa que faturou R$ 300 milhões no ano passado. Mas o hoje bem-sucedido proprietário de uma loja online de ar-condicionado começou sua trajetória profissional de maneira modesta. Nascido na cidade paulista de Araçatuba, ele chegou a trabalhar como pedreiro e boia-fria.

De origem humilde, com uma família de poucos recursos financeiros, João batalhou por anos nos mais diversos bicos e empregos. Após juntar dinheiro para formar-se como torneiro mecânico, conseguiu uma colocação em uma empresa que vendia sal. Inquieto e com o sonho de crescer, ficou pouco tempo no emprego e partiu em busca de outra oportunidade. O primeiro contato com ar-condicionado, produto no qual se tornou especialista e lhe tornou milionário, aconteceu quase que por acidente: por causa de uma bronquite.

“Fui trabalhar em uma empresa que fabricava fios para cirurgia e para raquetes de tênis. A matéria prima era tripa de carneiro. Porém, tive uma crise aguda de bronquite e em três meses tive que sair. Fiquei desempregado e estava muito frustrado, até que um amigo me chamou para cortar um pé de manga que ficava nos fundos da empresa em que ele trabalhava. Era uma empresa bem pequena, de ar-condicionado”, conta.

A descoberta do aparelho de refrigeração causou espanto.“Gostaram do meu serviço e me convidaram para trabalhar lá. Já tinha visto pé de manga, mas nunca um ar-condicionado”, relata João, que não esconde a sua inabilidade inicial. “Fui um péssimo técnico no início”, admite o empresário, aos risos.

Ele quase se afastou do seu caminho de sucesso por causa de um desejo da mãe, que sonhava que o filho arranjasse emprego em um banco. “O Banco Mercantil de São Paulo ligou para uma vizinha – nós não tínhamos telefone e ela pegava os recados -, e me chamou para fazer um teste para trabalhar como contínuo. Eu já estava há uns vinte dias na empresa de ar-condicionado, e disse que não iria, porque queria investir nisso. Minha mãe começou a chorar. Para não deixá-la chateada, fui lá fazer o teste. Fiz sem muito esforço, porque não queria passar, e não passei”.

João continuou mais alguns meses na empresa até que resolveu trabalhar por conta própria. Sem muitos recursos, os anos seguintes foram difíceis, mas ele persistiu. “Mandei imprimir alguns cartões e saí pelas ruas entregando às pessoas. Um tio, que tinha uma fábrica que consertava estofados, pegava os recados no telefone e me passava. Eu também não tinha energia 220v na minha casa, e precisava disso para testar a maioria dos aparelhos. Acabava testando em uma borracharia na esquina de casa. Não tinha carro, então levava tudo na carroça que comprei do Seu Manuel, um pastor evangélico que tinha um ferro-velho. Só consegui alugar um salãozinho próprio anos depois. Fui morar e trabalhar lá. Aí passei a ser um prestador de serviços formal, com meu próprio CNPJ”, relembra, orgulhoso.

Cansado de apenas fazer consertos, já que a mão de obra era desvalorizada e as possibilidades muito restritas, o empresário decidiu comprar aparelhos novos de ar condicionado para vender. Fazia as encomendas de atacadistas e distribuidores e, com o dinheiro aumentando, começou a criar seu próprio estoque. “A indústria abriu as portas para mim, porque eu era muito rápido. O meu modo de trabalhar agradava. Fui ganhando espaço com essa agilidade e crescendo”, recorda.

No início dos anos 2000, João já tinha cinco lojas de ar condicionado, todas no interior de São Paulo. Com o sucesso, segundo ele, veio uma grande “c*****“. “Abri mais duas lojas de eletrodomésticos, vendendo geladeiras, fogões, máquinas de lavar, tudo. Cheguei a vender mais de oito mil itens. Achei que poderia ser um Abílio Diniz (antigo dono da rede de supermercados Pão de Açúcar) ou um Michael Klein (Casas Bahia), mas a gente precisa focar no que entende. Quando percebi, vi que estava perdendo todo o dinheiro que ganhava com as cinco lojas de ar condicionado apenas nessas duas”.

Mesmo com o prejuízo, João continuou com as lojas abertas durante anos por “vaidade” e “orgulho”. A salvação veio em 2008, quando surgiu a ideia de criar o site da Central Ar. “Ninguém acreditava que dava para vender ar-condicionado pela Internet, já que é um produto com muitas especificações técnicas. Um pessoal mais jovem, colegas e amigos, que me convenceram de que poderia dar certo, aliando minha experiência com o produto e com o varejo”, relembra.

Apesar do medo, a decisão logo se mostrou acertada. “Na hora em que coloquei o site no ar, ele já começou a responder. Vendi logo no primeiro dia e percebi que esse modelo poderia me levar para uma escala bem maior”.

Em dez meses de existência, a loja virtual já representava 50% do faturamento do empresário. Os bons resultados o encorajaram a fechar as lojas de eletrodomésticos. Dois anos depois, o site já respondia por 90% das vendas. No começo de 2011, as lojas físicas de ar-condicionado também foram fechadas.  

Dedicado integralmente ao e-commerce, João investiu em melhorias, contratando uma consultoria que, por um tempo, o ajudou a melhorar a estrutura da empresa. Em 2014, o faturamento foi de R$ 300 milhões. Para este ano, com a crise, a projeção é um pouco menor – R$ 250 milhões -, mas ainda assim o saldo é positivo. “Já sabia que o lucro seria um pouco menor. Mas para o próximo ano, com os projetos que criamos, tenho indicadores claros de que teremos crescimento. Se trabalhar direito, mesmo com os problemas que o País enfrenta, dá para seguir adiante”, projeta o empresário.

Quando olha para trás, João se sente orgulhoso de sua trajetória e dá um conselho para quem tem o desejo de empreender: “Tenha um sonho claro, com muito trabalho e persistência, e se cerque de boas pessoas. Não existe receita pronta para o sucesso, mas todos os vencedores com certeza reúnem esses elementos”.
Fonte: IG Notícias - 07/12/2015 e Endividado

Às vésperas do Natal, atividade no comércio tem queda de 7,7%


Resultado refere-se ao movimento de consumidores nas lojas em novembro deste ano em relação ao mesmo mês de 2014; juro elevado, confiança baixa e inflação alta explicam queda no comércio

Nem mesmo a proximidade com o Natal tem trazido alívio ao comércio varejista. Segundo o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, o movimento dos consumidores caiu 0,3% em novembro em relação a outubro e 7,7% quando comparado ao mesmo mês do ano anterior.

O resultado representa a sexta queda mensal consecutiva da atividade varejista, apesar das promoções relacionadas com a Black Friday ao final do mês.

No acumulado do ano até novembro, o movimento da atividade varejista apresenta queda de 0,3%. Segundo os economistas da Serasa Experian, o movimento dos consumidores nas lojas continua retraído por conta dos juros do crediário cada vez mais altos, da retração dos índices de confiança dos consumidores e do aumento das taxas de desemprego e de inflação.

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar o ano acima de 10%. A alta de preços tem feito muitas pessoas trocarem as marcas ou adiarem as compras. Se montar a ceia com os produtos das marcas líderes, o consumidor vai gastar até 64% a mais neste ano. Quem ainda pretende comprar algo no Natal reduziu o orçamento: 63% dos brasileiros querem gastar menos.

Neste cenário, a expectativa de associações do setor é pessimista. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) espera que o comércio tenha o pior Natal dos últimos 11 anos, com retração de 4,8% no volume vendido em relação ao ano anterior. A percepção de que as vendas serão mais fracas deve fazer o número de empregados temporários encolher até 2,9%, algo que já tem gerado protestos no setor, inclusive entre os Papais Noéis.

Setores. Com exceção do segmento de móveis, eletroeletrônicos e informática, que cresceu 0,8% em novembro impactado positivamente pela Black Friday, todos os demais setores varejistas se retraíram em novembro. No período acumulado de janeiro a novembro de 2015, apenas o segmento de móveis, eletroeletrônicos e informática ainda registra expansão. Os pesquisadores ouvem, em média, 6 mil empresas para fechar o indicador.


Fonte: Estadão - 07/12/2015 e Endividado





Jornada de trabalho excessiva pode render multa até 10 vezes maior às empresas

por ESTELITA HASS CARAZZAI

Elas estão entre as principais empresas do país. Têm milhares de clientes e funcionários e pagam pontualmente os salários. Mas são infratoras recorrentes em jornada excessiva —quando o empregado faz mais que duas horas extras por dia, não tem descanso semanal ou não cumpre o intervalo mínimo de 11 horas entre jornadas.

Para combater o problema, um projeto pioneiro do Ministério do Trabalho do Paraná pôs uma lupa nas maiores empresas do Estado. Em quatro anos, R$ 46,8 milhões em multas e condenações foram aplicados para inibir jornadas excessivas (em parte delas, cabe recurso).

"Não mudava nada. A multa é ínfima, ridícula", diz a auditora Erika Medina Stancioli, coordenadora do projeto, batizado de Maiores Infratores. Algumas empresas chegaram a oficializar ao ministério que não iriam recorrer e pagariam as multas, para ficar "sem pendências trabalhistas". A multa por ocorrência, em média, é de R$ 2.000.

"Para elas, era mais barato pagar a penalidade do que cumprir a lei. É uma opção financeira", diz o auditor do trabalho Enio Bezerra Soares, idealizador do projeto.



O órgão, então, selecionou as 150 empresas que tinham o maior número de infrações no Estado –na maioria, supermercados, magazines, redes varejistas e bancos.

Os auditores promoveram novas fiscalizações, identificaram a reincidência e enviaram um dossiê ao Ministério Público do Trabalho, que os acionou judicialmente. Conseguiram firmar acordos e obter multas milionárias.

"Esse levantamento acaba por vez com as alegações de que se trata de situação isolada. É uma rotina", diz o procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho no Paraná, Gláucio Oliveira.

Até agora, 26 empresas foram fiscalizadas. Dessas, 18 foram acionadas na Justiça, das quais 12 foram condenadas ou firmaram acordo para pagar multas. "Aí começa a pesar no bolso", comenta Oliveira.

Em outros cinco casos, o processo está em fase inicial e não foi julgado. Em outro, a ação não foi considerada procedente, mas o Ministério Público ainda recorre.

As Lojas Colombo, por exemplo, pagaram pouco mais de R$ 6.000 em 2010 aos fiscais, por excessos de jornada com dezenas de trabalhadores. Acionada na Justiça pelo mesmo problema em 2012, foi multada em cerca de dez vezes mais: R$ 70 mil.

MODELO

Algumas empresas questionam a ação do Ministério do Trabalho. Mesmo assim, boa parte melhorou seus hábitos e diminuiu consideravelmente as infrações após as fiscalizações –como as Casas Pernambucanas, que ainda respondem na Justiça.

Em alguns casos, porém, os problemas permanecem. O supermercado Condor, por exemplo, é reincidente: em 2014, pagou R$ 1 milhão num acordo por deixar de conceder descanso semanal. Um ano depois, nova fiscalização mostrou que o problema continuava –e a rede teve de pagar outros R$ 7 milhões.

Para Oliveira, do MPT, o projeto é "um modelo" para o país, já que ampara o empregado que está na empresa e soluciona uma demanda coletiva, economizando recursos da Justiça.

Falta, porém, estrutura de fiscalização: há só dois auditores dedicados ao projeto no Ministério do Trabalho.

OUTRO LADO

A maioria das empresas fiscalizadas pelo projeto Maiores Infratores sustenta que as irregularidades são "pontuais" -e não "históricas e sistemáticas", como aponta o Ministério do Trabalho.

Parte delas recorre das condenações na Justiça.

Os supermercados Condor argumentam que o número de irregularidades é "excepcional" diante do horário de funcionamento e do elevado número de empregados.

A empresa considera a conclusão do Ministério do Trabalho "absurda e leviana" e afirma que o pagamento dos acordos e multas mostra sua "intenção de dar integral cumprimento" à lei.

O Ponto Frio, condenado a pagar R$ 5 milhões, diz que não foi intimado a se defender e afirma que a cobrança é equivocada.

As Lojas Americanas afirmam estar "muito próximo do ideal". Para a defesa, infrações sobre outros temas foram juntadas para dar substância ao pedido e acabaram consideradas na condenação.

O Itaú também garante que as falhas são "pontuais" e recorre da sentença. A empresa diz que está produzindo um diagnóstico nacional em relação à jornada e que deve adotar uma nova tecnologia de ponto para evitar falhas.

Em nota, o Bradesco informou que "cumpre integralmente" a legislação trabalhista e que não comenta casos judiciais em andamento.

O Grupo Pão de Açúcar diz que "tomou as medidas necessárias" em relação ao caso (a empresa pagou R$ 2,8 milhões em acordo). A empresa afirma cumprir rigorosamente a lei e realiza auditorias periódicas para reforçar essa diretriz.

As empresas Walmart Brasil, Magazine Luiza e Casas Bahia também dizem cumprir a lei e investir em treinamentos para evitar e coibir falhas.

As Lojas Colombo não se posicionaram até o fechamento desta edição.

A Folha não conseguiu contato com as Drogarias Nissei. (EHC)
Fonte: Folha Online - 07/12/2015 e Endividado

Câmara pode aprovar projeto contra quedas de sinal de TV a cabo

por MACHADO DA COSTA



O projeto de lei que promete cobrar das operadoras de TV por assinatura as quedas de sinal avançou na Câmara dos Deputados e está a um passo de seguir para o Senado.

Depois da aprovação do texto pela Comissão de Defesa do Consumidor (CDC), o projeto segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), que o analisará em caráter conclusivo.

A partir disso, caso haja um recurso contrário ao projeto, ele segue para a votação no plenário da Câmara. Se não houver objeções, segue para o Senado que, ao aprová-lo, deve encaminhá-lo para a Presidência da República.

O projeto (PL-3.919/2012) –de autoria do deputado Chico Lopes (PCdoB-CE) e do ex-deputado João Ananias (PCdoB-CE)– altera a lei 12.485, de 2011, que disciplina a aplicação de sanções às prestadoras dos serviços de televisão por assinatura.

Até o momento, a legislação que prevê as punições às companhias é de 1997 e não detalha questões relacionadas à defesa do consumidor. A lei 9.472 deu início ao plano de desestatização do setor de telecomunicações do governo Fernando Henrique.

A expectativa dos congressistas é de uma rápida tramitação na CCJ.

"Como o texto já veio aprovado pela comissão de mérito de Ciência e Tecnologia, imagino que o trâmite seja rápido. Em um ou dois meses, deve ser encaminhado ao Senado", diz o deputado Aureo Lidio Ribeiro (SD-RJ), relator do projeto na CDC.

O QUE MUDA

Caso o projeto seja aprovado, a principal medida presente no texto obriga as operadoras a descontarem das faturas dos clientes o valor equivalente a interrupções que ultrapassem 30 minutos.

O projeto de lei também estabelece que as companhias devem informar aos consumidores o tempo em que o sinal foi interrompido e o valor que não será cobrado, além de manterem o registro das quedas por 24 meses.

No entanto, não garante o ressarcimento devido à suspensões programadas do sinal, como nos casos de manutenção. Nesse caso, as operadores deverão informar seus assinantes com três dias de antecedência e as interrupções não podem superar 12 horas por mês.

Caso esses termos não sejam atendidos, as empresas poderão ser multadas e precisarão compensar financeiramente os consumidores.

Em casos recorrentes de problemas que prejudiquem um número grande de consumidores, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) poderá suspender a comercialização do serviço e aplicar penalidades às companhias e seus administradores.

As operadoras só não serão obrigadas a compensar seus assinantes por problemas causados pelos próprios consumidores, como alterações na rede de cabeamento interno das construções ou manipulação errada dos aparelhos decodificadores.
Fonte: Folha Online - 07/12/2015 e Endividado

Máquinas foram instaladas em estações do metrô da capital paulista. (ViaHypeness)

Jardel fica calado, mas advogado garante ter provas de que deputado caiu em ‘armação’

Parlamentar se apresentou nesta segunda-feira ao corregedor da Assembleia, Marlon Santos
Jardel fica calado, mas advogado garante ter provas de que deputado caiu em ‘armação’ | Foto: Marcos Eifler / Agência ALRS / CP
Jardel fica calado, mas advogado garante ter provas de que deputado caiu em ‘armação’ | Foto: Marcos Eifler / Agência ALRS / CP
O deputado estadual Mário Jardel (PSD) esteve, por menos de uma hora, na tarde desta segunda-feira com o corregedor da Assembleia, Marlon Santos (PDT) e optou por ficar calado. Ele apenas agradeceu a oportunidade de prestar esclarecimentos sobre as denúncias que levaram a Justiça a defender a sua suspensão na semana passada. Quem respondeu todos os questionamentos, porém, foi o advogado do parlamentar, Amadeu Weimann, que alegou ter provas, incluindo gravações telefônicas, de que o cliente foi vítima de armação. Três testemunhas de defesa já foram agendadas para serem ouvidas na próxima quinta.

• Leia mais sobre o caso Jardel


Com isso, a conclusão do relatório que vai determinar o arquivamento das denúncias ou a cassação de Jardel foi protelada para a próxima semana. O texto deve ficar pronto entre terça e quarta-feira. O texto era esperado para esta quarta, mas a definição oficial sobre o adiamento do prazo vai ser votada, no mesmo dia, pelos 12 integrantes da Comissão de Ética.

Marlon Santos disse considerar graves as acusações contra Jardel. “As provas são cabais, documentais e autorizadas. Por isso, as acusações são graves e, no momento, meu pedido seria pela cassação. As provas da defesa devem ser substanciais na tentativa de reverter esse cenário e, como é de direito, devemos dar um prazo para as manifestações”, explicou.

O ex-craque do Grêmio, que pela primeira vez se elegeu a um cargo político, foi denunciado pelo Ministério Público pelos crimes de concussão, falsidade documental, lavagem de dinheiro e peculato. O procurador-geral de Justiça Marcelo Dornelles deve ajuizar as ações penais durante a semana.

Por enquanto, Jardel, segue suspenso apenas do PSD onde também responde processo na Comissão de Ética da sigla. A Justiça reviu a decisão de suspender Jardel das funções de deputado por seis meses depois de ser questionada pela Assembleia Legislativa, que sustentou ter a prerrogativa exclusiva para esse tipo de punição.

Rádio Guaíba e Correio do Povo


Inflação sobe mais para as famílias de menor renda, diz FGV

Indicador que mede a variação para famílias com renda de até 2,5 salários mínimos acumula uma alta de 10,45% neste ano

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1) aumentou 1,06% em novembro, resultado 0,36 ponto percentual superior à taxa apurada em outubro, quando o índice registrou 0,7%, informou o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV),.

Com este resultado, o indicador, que mede a variação para as famílias com renda de até 2,5 salários mínimos, acumula alta de 10,45% no ano, enquanto a inflação dos últimos 12 meses ficou em 11,22%.

Com o resultado de novembro, a inflação para as famílias de menor renda ficou acima do IPC-BR, que mede a variação de preços para as famílias com nível de renda situado entre 1 e 33 salários mínimos mensais, e que fechou o mês de novembro com alta de 1% e o acumulado dos últimos doze meses com variação de 10,39%, resultado que chega a ser 0,83 ponto percentual superior ao IPC-C1.

A alta de novembro reflete a aceleração de preços em quatro das oito classes de despesas componentes do índice, com destaque para alimentação, que passou de 0,45% para 2,32%, de outubro para novembro – alta de 1,87 ponto percentual.

Os preços do grupo educação, leitura e recreação passaram de 0,23% para 0,43%; comunicação, de 0,22% para 0,65% e vestuário, de 0,31% para 0,37%.

Em contrapartida, os valores dos grupos habitação declinaram de 1,06% para 0,41%; de transportes, de 1,44% para 0,48%; de saúde e cuidados pessoais, de 0,48% para 0,40% e de despesas diversas, de 0,12% para 0,10%.
Fonte: Agência Brasil - 07/12/2015 e Endividado

Ninguém vai manchar a história do Vasco da Gama, por Lúcio Machado Borges*

Apesar de ter caído pela terceira vez para a série B do Campeonato Brasileiro em apenas oito anos e de ter como dirigente o senhor Eurico Miranda, ninguém irá conseguir apagar a história do Vasco da Gama. Este é sem dúvida alguma, o clube mais democrático da História do Brasil. Ele foi o único clube brasileiro que desde a sua fundação aceitou em seus quadros jogadores e torcedores judeus, negros, portugueses, italianos, alemães, etc.
Por causa disso, o Vasco várias vezes foi boicotado por outros clubes brasileiros e foi banido de diversas competições no Brasil porque os demais não aceitavam este tipo de conduta.
Jamais conseguirão apagar isso da sua história.


*Editor do site RS Notícias

O crescimento político de Marine Le Pen na França, por Lúcio Machado Borges*

Na França, Marine Le Pen, é contra a imigração, contra o capitalismo e a globalização. No entanto, a "imprensa nossa de cada dia passa o cachorro no Brasileiros", classificando-a de "extrema-direita".


*Editor do site RS Notícias


IG Esporte: Sobre a ida à Sibéria, Eurico disse: "Eu iria se não tivesse feito o máximo. A responsabilidade é minha. Mas não a culpa.".

Guerra do Yom Kippur (Dia do Perdão)...




Esta guerra aconteceu em 1973 e envolveu o Egito e a Síria contra Israel. Como os judeus mantiveram as áreas ocupadas em 1967, Síria e Egito fizeram um ataque surpresa a Israel durante o feriado judeu de Yom Kippur, o dia do perdão. Os israelenses responderam violentamente à ofensiva, mas os egípcios chegaram a penetrar 15 em território judeu.
Damasco, na Síria, foi bombardeada e as tropas egípcias no Sinai foram isoladas. O conflito armado terminou em impasse e os israelenses não alteraram o território conquistado nas guerras anteriores.
Sob interferência dos Estados Unidos, da União Soviética e da ONU, foram feitos acordos de cessar-fogo em 1973, 1974 e 1975.
Em 1973, a Questão Palestina ganhou destaque internacional após a Guerra do Yom Kippur e o petróleo começou a ser usado como arma pelos Estados árabes quando a OPEP boicotou o fornecimento aos países que apoiavam Israel. O aumento dos preços, detonado pela guerra, gerou uma crise mundial que derrubou bolsas de valores de todo o mundo e causou uma inflação em vários países.
Ao mesmo tempo, Arafat começou um trabalho diplomático, conseguindo com que a OLP fosse reconhecida como legítima representante do povo palestino e admitida na ONU como membro observador.
Como Arafat insistia em negociar uma solução para a Questão Palestina, houve uma dissidência dentro da Organização para a Libertação da Palestina e, em maio de 1983, as forças leais a Arafat começaram a enfrentar rebeldes chefiados por Abu Mussa.
Arafat, por sua vez, firmou firmou novas alianças com o presidente do Egito, Hosni Mubarak, e com o Rei Hussein, da Jordânia, e se reelegeu presidente da OLP no ano seguinte.
Em 1985, Yasser e Hussein fizeram uma oferta de paz a Israel, em troca de sua retirada dos territórios ocupados. Os judeus, além de rejeitarem a proposta, mantiveram o exército naquelas regiões.
Em 1987 explodiu uma rebelião popular em Gaza, cujo estopim foi o atropelamento e morte de quatro palestinos por um caminhão do exército israelense. Adolescentes, munidos de paus e pedras, enfrentaram, nas ruas, os soldados israelenses e o levante se alastrou.. A repressão israelense foi brutal. Os soldados combatiam os paus e pedras com bombas de gás, tanques e balas de borracha.
Os resultados da Intifada foram vários espancamentos, detenções em massa e deportações. A ação judaica foi condenado pelo Conselho de Segurança da ONU, o que influenciou a opinião pública mundial a favor da OLP. Como o resultado da Intifada, as facções da OLP se reuniram na intenção de criar Um Estado palestino e, em novembro de 1988, o Conselho Nacional Palestino proclamou o Estado Independente da Palestina, ao mesmo tempo em que aceitava a existência de Israel.
Além disso, o Conselho declarou sua rejeição ao terrorismo e pediu uma solução pacífica para o problema dos refugiados, aceitando, também, participar de uma conferência internacional da paz.




Guerra impede educação de milhões


Amã – Mais de 13 milhões de crianças são atualmente privadas de escola no Oriente Médio por causa conflitos devastadores em muitos países da região, informa o Unicef – que lamenta a “situação desastrosa” para toda uma geração. “Trata-se do desespero sentido por uma geração de crianças em idade escolar que vê as suas esperanças e futuro serem destruídos”, lamentou o Unicef.


Fonte: Correio do Povo, página 6 de 20 de setembro de 2015.




Guerra Síria: Irã participará de negociações


Moscou – O Irã, principal aliado do regime sírio no Oriente Médio, vai participar pela primeira vez nesta sexta-feira, em Viena, das negociações internacionais sobre o conflito sírio – uma grande virada diplomática desejada por Moscou, já que os EUA eram contrários à presença de Teerã. Essas “discussões expandidas” serão precedidas hoje por uma reunião entre o chefe da diplomacia russa e seus colegas americano, saudita e turco, de acordo com uma fonte diplomática russa. Um primeiro encontro no mesmo formato aconteceu na sexta-feira passada para discutir as perspectivas de uma resolução para a guerra civil síria que matou mais de 250 mil pessoas desde 2011.
Dentre as diversas questões que serão debatidas, o destino do presidente sírio Bashar al-Assad é o principal que divide Washington e Moscou. Porém, o diretor da CIA, John Brennan, disse estar convencido de que os russos vão por fim procurar obter a saída de Assad. “A questão é quando e como serão capazes de fazê-lo deixar o palco.”


Fonte: Correio do Povo, página 12 de 29 de outubro de 2015.


"A oposição conquistou a maioria da Assembleia Nacional da Venezuela na eleição parlamentar deste domingo (6), numa vitória arrasadora que reequilibra forças num país onde o governo chavista exerce poder hegemônico há 16 anos."
A América do Sul está mudando. Primeiro Argentina, agora Venezuela. O continente está farto da pobreza, da falta de liberdade, do populismo e da corrupção.
Essas notícias mostram também a força que o voto tem de alterar os rumos de uma sociedade. Mesmo...
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Guerra na Ucrânia: reunião para tentar a paz


Paris – Os líderes de França, Rússia e Alemanha se reuniram ontem em Paris com o dirigente da Ucrânia em uma tentativa de promover a paz em seu país. Antes do início das discussões, François Hollande recebeu com um aperto de mão cordial Vladmir Putin, Angela Merkel e Petro Poroshenko.
Para a Ucrânia, “o tempo é curto” para a aplicação prática dos acordos de Minsk 2 até o final de dezembro, explicou uma fonte diplomática. Os acordos, concluídos entre os mesmos protagonistas em 12 de fevereiro n capital bielo-russa, visavam acabar com o conflito entre rebeldes pró-russos e o Exército ucraniano, que deixou mais de 8 mil mortos no Leste da Ucrânia desde abril de 2014. “O ponto final do pacto é a normalização na Ucrânia, ou seja, a retirada das forças estacionadas no país e a retomada da segurança da fronteira russo-ucraniana”, acrescentou a fonte. Os ucranianos exigem a anulação das eleições organizadas pelos separatistas em Donetsk e em Lungansk, bem como a libertação dos prisioneiros. Hollande garantiu que eleições serão organizadas no Leste da Ucrânia depois de 2015.



Fonte: Correio do Povo, página 7 de 3 de outubro de 2015.


Guerra Síria: EI fortalecido devido à Rússia


Alepo – O grupo jihadista Estado Islâmico (EI) realizou nesta sexta-feira um avanço-relâmpago em direção à cidade síria de Alepo, em meio à confusão criada pelos ataques aéreos russos nas regiões sob controle rebelde neste país em guerra. “O grupo jihadista se aproveita da confusão entre os rebeldes atacados pelos russos em várias províncias. Avançou sem que nenhum bombardeio o impedisse”, disse o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).
Em comunicado, o grupo extremista confirmou que está a 20 km da cidade controlada pelo regime. Os jihadistas já controlam a metade do território sírio e parte do Iraque. “O EI anunciou em várias ocasiões que desencadearia uma ofensiva contra Alepo, mas não o fez. Esperava o momento oportuno e aproveitou os bombardeios russos contra os rebeldes para avançar”, explica Romain Caillet, especialista em movimentos jihadistas. “A principal vantagem do EI é sua capacidade de reação. Sua tática similar consiste em aproveitar oportunidades.”
Thomas Pierret, especialista em Islã na Universidade de Edimburgo, concorda que “os russos concentram seus ataques nos rebeldes e muito pouco no EI”. A coalizão dirigida por Washington há um ano contra os jihadistas “também não está muito ativa nesta região”, acrescenta. O Ocidente critica a intervenção no conflito da Rússia, um aliado do presidente sírio Bashar al-Assad. Moscou é acusada de socorrer Assad, que estava em uma posição de debilidade, em vez de combater os jihadistas. Neste contexto, os Estados Unidos anunciaram ontem que deixarão de recrutar e treinar combatentes rebeldes opostos a Assad e vão se concentrar na entrega de “armas a um seleto grupo de líderes confiáveis e às suas unidades”.


Fonte: Correio do Povo, página 8 de 10 de outubro de 2015.




Guerra Síria: mundo critica ataque

Damasco – Os Estados Unidos condenaram nesta segunda-feira os ataques “brutais” do regime sírio que mataram 96 pessoas em um mercado perto de Damasco – denunciando o “desprezo do regime pela vida humana”. Neste sentido, o diretor de assuntos humanitários da ONU, Stephen O'Brien, afirmou que está “horrorizado” com os bombardeios aéreos. Já a União Europeia disse que “os responsáveis pelas graves violações dos direitos humanos e pelo massacre de milhares de civis devem prestar contas”.
Ontem, o Conselho de Segurança da ONU aprovou por unanimidade um plano de paz político para a Síria. O texto fala em pactos que levem a uma “transição política” no país em guerra civil.



Fonte: Correio do Povo, página 8 de 18 de agosto de 2015.


Guia esclarece haitianos sobre salário e emprego

Operação une ações de Ministério Público do Trabalho e OAB para prestar assistência a imigrante estrangeiro


Um mutirão promovido ontem pela Defensoria Pública da União ofereceu assistência a imigrantes haitianos da Ocupação Progresso, no Porto Seco, zona Norte da Capital. A iniciativa contou com a participação de integrantes do Ministério Público do Trabalho do RS e da seccional gaúcha da OAB. O objetivo do trabalho conjunto é regularizar a situação fundiária de 97 famílias que moram em um terreno ocupado, sendo que 37 delas são formados por estrangeiros.
Os ocupantes terão 15 meses para escolher pessoas que possam representá-los na aquisição da área, evitando assim o processo de reintegração de posse no fim de 2016. A haitiana Fritza Willian, de 32 anos, no Brasil há 2 anos, disse que a alta do dólar tornou inviável a remessa de dinheiro para os dois filhos que ficaram em Porto Príncipe.
Um dos integrantes do Centro de Apoio e Orientação a haitianos em Porto Alegre, o engenheiro Alix Georges, de 33 anos, que mora há 9 anos no RS, calcula que 750 haitianos estão em Porto Alegre e quase 2 mil na Região Metropolitana, muitos vivendo em condições precárias.
O motorista Getony Gustinvil, de 41 anos, pensa em vir para o Chile, diante das dificuldades que enfrenta aqui para conseguir emprego. “Investi muito para chegar aqui e agora o que eu ganho não dá nem para mandar para a família”, lamenta.
A procuradora do Trabalho, Patrícia de Mello Sanfelici, do MPT-RS, destaca que os imigrantes enfrentam uma série de dificuldades desde o momento em que saem da terra natal. “Nossa ideia é centralizar a assistência a esses trabalhadores e passar informações sobre seus direitos”, disse. Os haitianos receberam um guia completo em língua crioulo com dados sobre direitos rescisório, prazos dos contratos e outras demandas relativas a salários e emprego.


Fonte: Correio do Povo, página 4 de 5 de outubro de 2015.



Bate-boca na avenida http://bit.ly/1YUMyLd


Hillary em segundo lugar

Washington – Por ora, é apenas uma pesquisa em um único estado, mas o resultado ganhou destaque na imprensa norte-americana: Bernie Sanders superou sua adversária Hillary Clinton em um estado-chave nas primárias democratas para escolher o candidato do partido à Presidência dos Estados Unidos. Segundo o levantamento divulgado nesta quarta-feira, 44% das pessoas entrevistandas em New Hampshire preferem o senador independente por Vermont como candidato democrata nas eleições presidenciais que ocorrerão em 2016. Hillary foi escolhida por 37%. É primeira vez que a ex-secretária de Estado não se encontra liderando uma pesquisa eleitoral. Até agora, era a favorita, inclusive antes de lançar oficialmente sua pré-candidatura.
Bernie Sanders acaba de aterrissar na paisagem política americana e é o único legislador federal que se autodefine como socialista – o que nos Estados Unidos geralmente é assimilado como comunista. Apesar de suas possibilidades de ser escolhido candidato democrata serem escassas e a de vencer as eleições quase nula, o entusiamo despertado pelo pré-candidato Sanders é evidente.


Fonte: Correio do Povo, página 10 de 13 de agosto de 2015.



Horário de verão está próximo

No dia 18, relógios devem ser adiantados. Expectativa seria poupar 250 MW e em energia no país


Do primeiro minuto do próximo domingo, dia 18, até 21 de fevereiro de 2016 vai vigorar o Horário Brasileiro de Verão. Os relógios devem ser adiantados uma hora aqui no Estado e em mais nove: Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo, além do Distrito Federal.
Como nunca antes, economizar energia desta vez é necessário. A adoção do sistema de bandeiras tarifárias para capitalizar o sistema elétrico brasileiro elevou o custo. No último horário de verão o governo calculou economia de mais de R$ 450 milhões e o dinheiro seria gasto na construção de novas usinas.
Ainda não foi anunciada a estimativa oficial do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) sobre quanto o horário vai poupar. Na avaliação do coordenador de Eficiência Energética da PUCRS, professor Odilon Francisco Duarte, neste ano a média deve ficar em 250 MW médios. A carga corresponde ao consumo do Distrito Federal. Na edição passada do horário de verão a economia foi maior, chegando a 265 MW. O resultado menor previsto para este verão deve-se ao uso mais intenso da energia das termelétricas. Hoje, conforme Duarte, 26% da energia elétrica do país provêm de fonte termelétrica, e não há como desligar essa matriz. Desativar caldeiras de uma usina é processo demorado, apropriado a períodos de manutenção.
Na Região Sul, acredita o professor Duarte, a economia deverá chegar a 65MW médios, equivalente ao consumo de Florianópolis. Técnicos do Grupo CEEE trabalham com números semelhantes aos do verão passado. No momentos de pico de demanda o horário deve poupar 4,3% da carga. O pico de consumo deste verão deverá ser bem maior. São esperados 7.148 MW. No verão passado a demanda máxima foi de 6.641 MW.


Fonte: Correio do Povo, página 4 de 11 de outubro de 2015.

Horário de Verão: relógio avança 1 hora a partir da meia-noite

Economia prevista é de R$ 7 bilhões até o dia 21 de fevereiro de 2016. Dez estados vão integrar a mudança


Brasília – Hoje, quando chegar a meia-noite, os relógios deverão ser adiantados em uma hora em 10 estados nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além do distrito Federal. O Horário Brasileiro de Verão seguirá em vigor até o dia 21 de fevereiro do ano que vem.
O governo federal estima que irá economizar R$ 7 bilhões com a adoção do horário de verão. O valor correspondente aos investimentos que precisariam ser feitos no sistema elétrico se a mudança de horário não fosse adotada. Neste caso, seria necessário atender a uma demanda adicional de 2,6 mil megawatts (MW) no período, conforme informou o Ministério de Minas e Energia.
O horário diferenciado abrange os estados Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, são Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santos, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal.
Entre os principais objetivos está a redução da demanda durante o horário de pico, que vai das 18h às 21h. A expectativa é chegar a uma diminuição média de 4,5% na demanda de energia no país no horário de maior consumo, com economia de 0,5% durante todo o período do horário de verão. Os patamares são os mesmos registrados em anos anteriores. Esta será a 40ª edição do horário de verão no país. A primeira ocorreu no verão de 1931/1932.


Fonte: Correio do Povo, página 4 de 17 de outubro de 2015.