Lula afirma a aliados que é o alvo político da Operação Lava Jato

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Alceu Collares foi o primeiro governador negro da história do Brasil, por Lúcio Machado Borges*

Alceu Collares foi o primeiro governador negro da história do Brasil. Ele também foi o primeiro prefeito negro de uma capital brasileira, já que foi eleito prefeito de Porto Alegre em 1985. E depois, dizem que os gaúchos são racistas...



*Editor do site RS Notícias



Artigo escrito no dia 21 de outubro de 2015.

Antiguidade/Cerveja

A cerveja é tão ou mais antiga que o pão. As primeiras receitas dessa bebida foram encontradas gravadas em pedras na Mesopotâmia, datadas de 5000. a.C., o que indica que a cerveja tem 70 séculos.
Da região do Tigre e do Eufrates, a cerveja migrou par a África e, depois, para o restante da Ásia e da Europa.
As receitas de cerveja utilizaram historicamente de cerveja como trigo, centeio ou cevada. A Kuass, uma cerveja eslava, é considerada uma das mais antigas da Europa.


Ajuste no gasto público

O governo federal tem feito uma propagação constante sobre a necessidade de encontrar novas fontes para equilibrar o orçamento. Para isso, conta com a parceria do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, que receberam a proposta orçamentária com um déficit de R$ 30 bilhões.
Por sua vez, tanto o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), quanto o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), têm reiterado que a defesa do governo sobre um possível aumento de tributos deve encontrar um parâmetro anterior numa ação para cortar gastos. É voz corrente entre parlamentares que a máquina administrativa deve ter um enxugamento como forma de prestar mais e melhores serviços em suas atividades-fins.
Um dos grandes problemas que entravam o aumento da elevação da competitividade do país diz repeito à qualidade do gasto público. Como se sabe, cabe aos governos serem indutores do desenvolvimento econômico, com investimentos em áreas estratégicas, como logística, inovação, ensino técnico, estradas, entre outros itens. Para isso, devem empregar recursos provenientes dos tributos pagos pelos contribuintes. Ocorre que, mesmo tendo uma tributação elevada em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), hoje em torno de 36%, nem sempre ocorre um retorno em serviços na mesma proporção. Equacionar esse desequilíbrio, gastando mais e melhor, e o desafio que todos os brasileiros querem ver superado. O governo precisa fazer o dever de casa antes de passar o chapéu.


Fonte: Correio do Povo, editorial da edição de 13 de setembro de 2015, página 2.



A casa da discórdia da travessa Paraíso, por Lúcio Machado Borges*



Finalmente no dia de hoje começara a demolir a casa da discórdia que fica na travessa Paraíso, próximo ao Solar da Travessa Paraíso. Faz mais de um ano que os moradores desta rua, que já foi muito pacata aqui em Porto Alegre queriam que o Poder Público fizesse alguma coisa. A casa abandonada virou reduto de vagabundos, drogados, traficantes, prostitutas e tudo que tem de mais sórdido na sociedade brasileira.
Antes tarde do que nunca!

*Editor do site RS Notícias

Curso gratuito de Construção Civil

Posted: 24 Nov 2015 03:07 AM PST
Curso de Construção Civil com certificado válido em todo o Brasil A construção civil é um conjunto de atividades relacionadas à toda a produção de uma obra. Podemos incluir então, planejamentos, projetos, execução, manutenção e restaurações. Ela alcança até 10% do Produto Interno Bruto (PIB) e tem papel importante para a economia brasileira. Pela construção se referir a um produto único e com grandes dimensões, é preciso que seja dividido em partes. Existem algumas maneiras […]

Ainda os ataques a ônibus

De um tempo para cá, virou moda entre os bandidos e organizações criminosas articular a queima de ônibus como represália a atividades de ofício das forças policiais. Basta a prisão de um delinquente considerado importante para que esses grupos determinem que veículos sejam queimados. A situação chegou a um ponto insustentável e precisa de reação do poder público que não pode, quando confrontado, deixar de dar uma resposta à altura.
De acordo com um levantamento realizado pela Associação de Transportadores de Passageiros (ATP), o prejuízo, somente em 2015, já beira os R$ 3 milhões na Capital. Cada veiculo queimado custa em torno de R$ 400 mil e leva vários dias para ser reposto. Além disso, em face dessas ocorrências, a população reduz as viagens, prejudicando o desempenho do comércio e da economia como um todo. Até agora, já foram registrados seis ataques no ano em diversos bairros, como Lomba do Pinheiro, Vila Cruzeiro, Restinga, Morro Santa Tereza e Vila Jardim. Todos eles foram caracterizados pela violência contra os passageiros, que saíram às pressas sob risco de vida.
Atualmente, diversas pesquisas mostram que a segurança pública está no topo da preocupação dos brasileiros. União, estados e municípios arrecadam tributos e cada um, dentro de suas atribuições, deve agir para garantir o direito de ir e vir da população. AS autoridades precisam realizar as investigações e impor as punições cabíveis. Todavia, é certo que esses trabalho, que demanda também um serviço de inteligência, só pode ser feito com mais investimentos num setor estratégico para a coletividade.



Fonte: Correio do Povo, página 2, editorial da edição de 10 de outubro de 2015. 

Agiotagem institucionalizada, por Paulo Paim

Em 1998, o Estado do RS contratou uma dívida com a União no valor de R$ 9,7 bilhões. Já foram pagos R$ 22 bi, restando, ainda, R$ 47,2. Os juros leoninos aplicados deixariam os agiotas Abelardo I e Abelardo II, personagens da peça teatral “O Rei da Vela”, de Oswald de Andrade, envergonhados e horrorizados.
Vejamos: a posição privilegiada do emprestador, a ausência de clausula de equilíbrio econômico-financeiro, a exigência de garantias robustas e a total falta de compromisso com o social são alguns dos exemplos de que o Brasil é uma Federação semidemocrática e parcialmente paralisada. Seus entes estão na jaula sendo explorados pelo domador.
A analogia utilizada retrata a realidade e vale pata todos os estados, ou seja, o nosso, por exemplo, a priori já quitou essa dívida há muito tempo. Aliás, quem de fato arcou com ela foi o povo gaúcho, com seus impostos. Todos os governos, independentemente de grei partidárias, suaram sangue, uns mais, outros menos.
Deixando de lado a realidade da agiotagem, consta que não pagamos uma parcela da dívida no valor de R$ 280 milhões, o que levou a União a bloquear as contas do Estado. Não bastasse isso, os servidores públicos tiveram seus salários parcelados. Uma situação inadmissível.
O ex-Constituinte Hermes Zanetti sugere um alento a toda esta situação. A ideia não é de calote, nem de perdão, mas de justiça, impondo como único encargo financeiro a atualização monetária calculada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).
A proposta pretende uma readequação das condições nos financiamentos assumidos perante o Tesouro Nacional, em formas diversas das adotadas pelo governo federal. Na prática isso representaria a repactuação da dívida, beneficiando estados e municípios.
Os nossos atos não serão julgados somente no agora, mas também a partir da qualidade de vida que as próximas gerações irão usufruir. A responsabilidade é enorme, é de todos. Não h´´a como resolver esse problema se as picuinhas, a disputa de egos, os melindres não forem deixados de lado; se não houver, de fato, uma junção de forças da sociedade gaúcha, de pessoas públicas sérias, do empresariado e dos sindicalistas, no sentido de exigir mudanças em todo esse enredo oswaldiano.

Senador do PT-RS



Fonte: Correio do Povo, edição de 17 de agosto de 2015.

Cachês milionários, menu de travesseiros e lobby nas palestras de Lula | Villa | Jovem Pan

Publicado em 19 de out de 2015
o professor Marco Antonio Villa destaca uma reportagem da Revista Época com um relatório completo das palestras realizadas pelo ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva. Dentre exigências absurdas e lobby para empreiteiras, Lula faturou milhões com as apresentações. Clique no vídeo e confira o comentário.