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Compra de imóveis novos em São Paulo cai 25% em fevereiro

A compra de imóveis novos na cidade de São Paulo caiu em fevereiro, mantendo a tendência de queda registrada em janeiro, segundo pesquisa do Secovi-SP (sindicato do mercado imobiliário).

Em fevereiro foram vendidas 732 unidades residenciais, uma redução de 25,4% em relação ao mesmo mês no ano anterior. Na comparação com janeiro deste ano, a queda foi de 0,7%.

As vendas se concentraram principalmente em imóveis de dois dormitórios (330 unidades, 45% do total).

Foram movimentados R$ 408 milhões em fevereiro de 2015, segundo a pesquisa, valor 21% menor que o de fevereiro de 2014, considerando os valores atualizados pelo INCC (Índice Nacional de Custos da Construção).

"O menor número de dias do mês de fevereiro, o Carnaval e as expectativas negativas com relação à macroeconomia derrubaram os níveis de confiança dos consumidores e dos empresários. O reflexo é perceptível no fraco desempenho das vendas e dos lançamentos", diz Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.

GRANDE SP

A região metropolitana de São Paulo também registrou queda na compra de imóveis novos. Na Grande SP foram comercializadas 486 unidades em fevereiro, uma retração de 46,3% em relação a fevereiro de 2014 (905 unidades).

Assim como na capital, as vendas nas cidades da região metropolitana se concentraram em imóveis de dois dormitórios (229 unidades, 47% do total).
Fonte: Folha Online - 08/04/2015 e Endividado

Secretário da Receita nega alta de imposto com lei das terceirizações

or RANIER BRAGON e MÁRCIO FALCÃO

Após reunião na manhã desta quarta-feira (8) na Câmara dos Deputados, o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, negou que o governo esteja tentando aumentar tributos sobre as empresas com as alterações que sugeriu ao projeto de regulamentação das terceirizações.

"Não tem aumento de carga de forma alguma", afirmou Rachid na saída do encontro com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o relator do projeto, Arthur Maia (SDD-BA).

Contrário ao projeto, mas sem força política para barrar sua votação na Câmara, o governo sugeriu uma série de alterações ao texto com o objetivo de evitar a perda de arrecadação.

Entre elas, a obrigação de que a empresa que contrate uma terceirizada faça diretamente o pagamento dos impostos devidos pela contratada, além das obrigações previdenciárias e trabalhistas.

"Sem esses dispositivo [o pagamento direto] era preocupante, com esse dispositivo não há nenhum problema", afirmou Rachid.

Apesar dos argumentos do secretário, a Receita e a Fazenda irão apresentar uma sugestão, a pedido de Cunha e do relator, assegurando no projeto que eventuais valores que representem aumento de tributos em relação a hoje serão ressarcidos às empresas imediatamente.

O polêmico projeto começou a ser votado na manhã desta quarta-feira e deve ser concluído até à noite. A tendência é que seja aprovado, com oposição do governo e do PT, para quem o texto precariza as relações trabalhistas.

O empresariado defende a medida sob o argumento de que haverá mais segurança jurídica e condições de competitividade. Entre outros pontos, o projeto libera as empresas para terceirizar qualquer parcela de suas atividades. Hoje há permissão apenas para serviços acessórios, como a segurança e a limpeza em um banco.
Fonte: Folha Online - 08/04/2015 e Endividado


Indenização a comerciante que teve mala cheia de joias desaparecida em Abu Dhabi

Um comerciante de joias que foi ao exterior e de lá retornou com uma mala cheia delas para reabastecer seu negócio, estabelecido no norte do Estado, será indenizado por empresa aérea responsável pelo extravio da bagagem. A decisão judicial acaba de ser confirmada pela 6ª Câmara de Direito Civil do TJ.

Os autos informam que o homem foi ao Cairo, no Egito, onde adquiriu suas preciosidades, e voltou ao Brasil pelo aeroporto de Guarulhos. Em São Paulo, deu-se conta da falta de uma das malas – justamente aquela abarrotada de joias. A empresa alegou que a bagagem estaria em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, última escala do voo antes do seu destino final, e que logo chegaria às mãos do cliente. Na verdade, a mala nunca mais apareceu.

A transportadora ressaltou o fato de o passageiro não ter preenchido formulário de conteúdo de bagagem de forma a comprovar que seguia com joias em sua mala. Argumento rechaçado, por não existir prova de que tal formulário foi oferecido ao comerciante. A condenação foi fixada em R$ 64 mil – R$ 34 mil por danos materiais e R$ 30 mil por danos morais.

A relatora da apelação, desembargadora Denise Volpato, destacou que o ato ilícito praticado, decorrente da má prestação de serviços, expôs o apelado a situações que poderiam ser evitadas se a companhia tivesse agido com zelo no cumprimento do serviço de transporte contratado. "O cumprimento do contrato de transporte não se verifica exclusivamente pela chegada do passageiro ao destino, mas pela observância de tudo que foi previamente ajustado, especialmente a chegada da carga transportada incólume (…)", completou. A decisão foi unânime (Apelação Cível n. 2014.072572-7).
Fonte: TJSC - Tribunal de Justiça de Santa Catarina - 08/04/2015 e Endividado

Empresas brasileiras enfrentarão ′intensa tempestade′, afirma Fitch

por RENATA AGOSTINI

A agência de risco Fitch Ratings avalia que as empresas brasileiras enfrentarão uma "intensa tempestade" este ano diante da combinação de preço das commodities e demanda por produtos em baixa e inflação e taxas de juros em alta.

Com isso, os rebaixamentos das notas de crédito das companhias do país devem aumentar ao longo do ano, segundo relatório divulgado pela agência nesta quarta-feira (8). Nos três primeiros meses deste ano, houve 11 cortes em notas de crédito de empresas brasileiras e nenhuma elevação.

"Os setores mais arriscados permanecem sendo açúcar e etanol, construção pesada e construção residencial", afirma o relatório, assinado por Debora Jalles e Ricardo Carvalho, diretores da agência no país.

As notas de crédito conferidas pelas agências funcionam como uma espécie de selo de bom ou mau pagador. Elas sinalizam aos investidores o grau de segurança que terão ao aplicar recursos nas empresas avaliadas.

De acordo com a Fitch, os resultados financeiros das companhias brasileiras devem ser prejudicados num momento em que as opções de financiamento estão mais restritas para as empresas do país.

"As linhas de crédito são limitadas e bastante seletivas, especialmente para os perfis de crédito mais fracos, o que aumenta os riscos. O escândalo de corrupção na Petrobras fechou o mercado de emissões internacional para as companhias brasileiras no primeiro semestre", diz o documento.

Segundo os diretores da agência, as implicações da operação Lava Jato preocupam. Sem acesso a financiamento externo, resta às empresas brasileiras o mercado local de dívida que "é caro e bastante seletivo", afirma o relatório.

Na segunda-feira (6), a agência já havia elencado a Lava Jato como um dos fatores que podem levar à redução dos resultados financeiros dos bancos brasileiros.

RISCO BAIXO

A boa notícia para a agência está na redução do risco de racionamento de energia. O temor de uma restrição no fornecimento foi "significativamente aliviado" por conta do aumento dos níveis dos reservatórios das hidrelétricas e do menor uso de eletricidade pela indústria e pelos consumidores residenciais, de acordo com a Fitch. Além do menor ritmo de produção das companhias, que reduz o consumo, o aumento do custo da energia tem feito o uso residencial também cair.

A desvalorização cambial é um fator a "observar", mas segundo o documento é um risco distante. A Fitch afirma, contudo, que ele pode acelerar a quantidade de rebaixamentos e elevar a inadimplência de companhias nacionais com financiamentos em dólar.

Quando a moeda americana fica mais cara, a dívida dessas empresas em real cresce, sem que as receitas estejam subindo na mesma velocidade. De acordo com o documento, quase 60% das empresas avaliadas pela agência possuem exposição líquida à desvalorização do real.

A agência estima contração de 0,4% na economia brasileira em 2015. O cálculo é mais otimista do que de outras instituições do mercado.
Fonte: Folha Online - 08/04/2015 e Endividado

Combate ao incêndio em tanques de combustível no porto de Santos chega ao 8º dia

IPCA fecha março com maior taxa mensal desde 2003


Com uma alta de preços de 1,32%, em março deste ano, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, registrou a maior taxa mensal desde fevereiro de 2003, quando o índice havia ficado em 1,57%. Considerando-se apenas os meses de março, essa é a maior taxa desde 1995 (1,55%). Os dados foram divulgados hoje (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em 12 meses, o IPCA acumula inflação de 8,13%, acima do teto da meta do governo federal (6,5%) e a maior taxa desde dezembro de 2003, que foi 9,3%. Já a taxa acumulada no ano (3,83%) é a maior para um primeiro trimestre desde 2003 (5,13%).
A inflação em março foi puxada principalmente pelo grupo de despesas habitação, que teve uma inflação de 5,29%. O aumento dos preços desse grupo de despesas pode ser atribuído, em grande parte, à alta de 22,08% no custo da energia elétrica. Esse item isolado respondeu por mais da metade da inflação no mês.
Outra contribuição importante para o IPCA veio dos alimentos, que tiveram alta de preços de 1,17% em março. Em fevereiro, o grupo alimentação e bebidas teve inflação menos intensa: 0,81%.
Os transportes tiveram inflação de 0,46%, abaixo dos 2,2% de fevereiro. O grupo de despesas comunicação foi o único que apresentou deflação (queda de preços) em março: -1,16%.

Agência Brasil

Veja quais investimentos superam a inflação de mais de 8% ao ano

por DANIELLE BRANT

Com a inflação acumulada em 12 meses de mais de 8% ao ano, o investidor precisa escolher com cuidado as aplicações. A poupança, por exemplo, deve encerrar 2015 com perda real –ou seja, render menos que a inflação.

Nos 12 meses encerrados em março, o IPCA (índice de inflação oficial no país) foi de 8,13%, maior nível desde dezembro de 2003. O índice fechou março em 1,32%, acima da taxa de 1,22% de fevereiro. Ele supera os 0,92% de março do ano passado e representa a maior taxa para um mês desde junho de 2003 (1,43%).

Para o fim do ano, a inflação projetada por economistas é de 8,20%. Abaixo, veja uma simulação de quais investimentos renderiam mais que a inflação no período.

  Editoria de Arte/Folhapress  
No trimestre, o IPCA acumulado foi de 3,83%. Com isso, apenas ouro e fundos cambiais –que investem parte de recursos em moeda estrangeira– conseguiram render acima da inflação no primeiro trimestre do ano.

A situação, porém, deve melhorar para os investimentos em renda fixa até o final do ano, principalmente se for confirmada a nova elevação do juro básico (taxa Selic) de 0,50 ponto percentual prevista pelo mercado na próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central), no fim deste mês.

Com o aumento do juro básico, o governo tenta conter a inflação, já que tomar crédito fica mais caro, tanto em instituições financeiras como no comércio.

Com a inflação elevada, as aplicações atreladas ao IPCA ganham apelo entre os investidores. Em especial as NTN-B (Notas do Tesouro Nacional Série B), que têm como remuneração o índice e uma taxa de juros prefixada.

"São papéis bastante acessíveis, mas é preciso estar preparado para a oscilação do preço do título. Quem compra uma NTN-B pode ver o saldo diminuir durante o período de aplicação. Mas se o investidor entender que, ao manter o dinheiro investido, ele vai receber a inflação mais os juros anuais no vencimento do título, pode perceber que é uma excelente maneira de proteger o capital", ressalta o planejador financeiro Bruno Amaral Azevedo.

Uma opção para acompanhar a alta dos juros é aplicar em outro título público: as LFT (Letras Financeiras do Tesouro), que acompanham o aumento da Selic. Na simulação acima, o rendimento após desconto de Imposto de Renda desses papéis só perde para o das LCI (Letras de Crédito Imobiliário), que são isentas de IR.

Além dos títulos públicos, há opções como debêntures (títulos de dívida privados). "É preciso, nesse caso, avaliar o risco do emissor do papel. No titulo publico, o risco é baixo –de calote do governo. O investidor tem que ter cautela e avaliar a empresa emissora, que terá de honrar o pagamento", acrescenta o planejador financeiro.

De maneira geral, as debêntures têm que oferecer taxas de remuneração maiores para atrair investidores que, de outro modo, aplicariam seu dinheiro em títulos públicos. "Mas se a taxa estiver muito acima da oferecida nos títulos públicos ou destoar das demais remunerações oferecidas por debêntures no mercado, suspeite", diz.

E se o investidor optar por aplicações que remunerem um percentual do CDI (Certificado de Depósito Interfinanceiro, taxa de juros em empréstimos entre instituições financeiras), também pode aproveitar o aumento da inflação, diz Azevedo.

É o caso de CDB (Certificado de Depósito Bancário), LCI e LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) –as duas últimas isentas de IR. "Quando o juro sobe, o DI também sobe, e essas aplicações pagam mais", diz.

Na contramão, o investidor que optar por deixar o dinheiro na poupança pode perder dinheiro. No acumulado de 12 meses até março, a caderneta rendeu 7,12%, ante um IPCA de 8,13%.

Pela regra, a poupança rende 6,17% ao ano mais TR (Taxa Referencial) sempre que o juro básico estiver acima de 8,5% ao ano. A previsão para o IPCA em 2015 é alta de 8,20%, de acordo com o último boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central com economistas.
Fonte: Folha Online - 08/04/2015 e Endividado