Concurso 2015 - Confira abaixo alguns concursos em diversos estados que somam mais de 250 vagas.
Campus Toledo da UTFPR abre vagas para Professores com mestrado e doutorado
Vagas: 3
Nível: superior.
Salários: R$ 5.736,27 e R$ 8.344,64.
Inscrição: 12/03 e 15/04/2015 no site www.utfpr.edu.br.
Prova: 24 de abril de 2015
Edital
Prefeitura de Capinópolis - MG abre Processo Seletivo para
Concurso
Detran MA 2015 - Estão abertas para todos aqueles que possuem formação
de nível superior em qualquer
área, as inscrições para o concurso Detran MA 2015. O Departamento
Estadual de Trânsito do estado está com 70 vagas imediatas abertas para o
cargo de Examinador de Trânsito, serão reservadas nove vagas para
pessoas com necessidades especiais (PNEs).
Cargo / Função / Profissão
A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (12), no Rio de Janeiro, que o
crescimento econômico é uma “obsessão”. Ela voltou a reconhecer que o
país passa por um momento de dificuldade e ressaltou que o ajuste fiscal
é uma forma de melhorar as contas públicas, sem abrir mão de políticas
sociais e de parcerias com o setor produtivo. Na estimativa da
presidenta, com essas medidas o país voltará a crescer até o final deste
ano. Dilma posa com operários na entrega da obras de expansão do Porto do Rio de Janeiro Tânia Rêgo/Agência Brasil Em
discurso, na inauguração das obras de ampliação do terminal portuário
do Rio, Dilma disse que o país esgotou todos os recursos para combater a
crise econômica de 2009, sem repassar os custos, como o desemprego,
para a população. Entre as medidas adotadas pelo governo, a presidenta
destacou o crédito subsidiado e a desoneração fiscal, que evitaram a
“redução violenta da taxa de crescimento”, como ocorreu em outros
países.
“Trouxemos
para as contas públicas os problemas que, de outra forma, recairiam
sobre a sociedade, os trabalhadores”, afirmou Dilma, ao lembrar que, a
partir de agora, outras medidas são necessárias. “Estamos fazendo o que
todo mundo faz, quando se trata de algum problema em casa: reajustando
nossas contas para prosseguir crescendo. Acreditamos que isso se dará
nos próximos meses, chegando ao final do ano.” Presidenta se diz confiante na volta do crescimento econômico ainda este ano Tânia Rêgo/Agência Brasil Para
alavancar investimentos, além do ajuste fiscal, Dilma falou sobre a
necessidade de incentivar parcerias com o setor privado, “facilitando a
viabilidade de investimentos”. Ela disse que já estão previstos 38
empreendimentos privados na área portuária, somando cerca de R$ 11
bilhões., e citou, como exemplo, a parceria para ampliação dos terminais
do Rio.
“Uma das consequências mais importantes [desses
investimentos] será o surgimento de um novo mapa logístico e a
implantação de várias alternativas, racionalizando custos de
transporte”, destacou,e prometeu também “um novo projeto de concessões”
de aeroportos, hidrovias e rodovias, para resolver gargalos e reduzir o
chamado custo Brasil.
Na saída do evento, Dilma confirmou ainda
que adotará novas medidas de ajuste. Entre elas, a que prevê tributação
escalonada de empresas que deixaram o Supersimples. “O empreendedor, em
sua maioria, a empreendedora, está ali se esforçando para crescer. Sai
do Supersimples e cai no lucro presumido [tributação], aí, tem um
impacto imenso. Pensamos em construir uma rampa pela qual ele/ela possa
crescer e incorporar o crescimento sem perder muito.”
Nas contas do governo, a maioria dos empregos no país é gerada por micros e pequenas empresas.
O ministro Luis Felipe Salomão, do Superior Tribunal de Justiça
(STJ), abriu hoje (12) inquérito para investigar os governadores do Rio
de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), e do Acre, Tião Viana (PT).
O
pedido de abertura de investigação foi enviado ao tribunal pelo
procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com base em depoimentos de
delação premiada do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa,
investigado na Operação Lava Jato, da Polícia Federal. Eles são citados
por Costa, por terem recebido, segundo o ex-diretor, pagamentos oriundos
do esquema de desvios de recursos da Petrobras.
Também vão ser
investigados o ex-governador do Rio Sérgio Cabral e Regis Fichtner,
ex-secretário da Casa Civil do governo fluminense. Em depoimento de
delação premiada prestado no ano passado, Costa disse que atuou para
arrecadar doações de caixa 2 para a campanha de Sérgio Cabral, em 2010,
entre as empreiteiras que participaram das obras Complexo Petroquímico
do Rio de Janeiro (Comperj), em um total de R$ 30 milhões.
O
ex-diretor disse que fez contatos com as empresas e pediu que elas
fizessem doações. A questão foi decidida em uma reunião entre Costa,
Sérgio Cabral, então candidato à reeleição, Luiz Fernando Pezão,
vice-governador, e Fishner, "para tratar de contribuições" à campanha.
Paulo
Roberto Costa declarou que os pagamentos foram feitos pelas empresas
Skanka, Alusa e Techint, além das empreiteiras que participavam do
Consórcio Compar, responsável pela obra, que tinha ainda a OAS,
Odebrecht e UTC. Segundo o ex-diretor, as empresas do Compar pagaram R$
15 milhões, e o restante foi dividido entre as demais citadas.
Sobre
o governador do Acre, Tião Viana (PT), Costa afirmou que ele recebeu R$
300 mil para a campanha ao governo do estado em 2010. Segundo o
ex-diretor, o valor foi pago pelo doleiro Alberto Youssef.
Costa
relatou ainda que o repasse está registrado em uma agenda apreendida na
sua casa, pela Polícia Federal, durante as diligências da Operação Lava
Jato. Segundo ele, o pagamento foi declarado como "0,3 Tvian". De acordo
com o delator, o valor foi contabilizado na “cota do PP”.
Todos os citados negam envolvimento com Paulo Roberto Costa e que tenham recebido pagamentos irregulares.
O
ministro Luis Felipe Salomão também autorizou várias diligências
solicitadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Com a decisão, a
Polícia Federal foi autorizada a coletar imagens do circuito interno de
vigilância do Hotel Caesar Park, no Rio, onde a suposta reunião entre
Sérgio Cabral e Pezão teria ocorrido. Também foi autorizado o
depoimento de Cabral, Fichtner, além dos representantes de empreiteiras
que teriam feito os repasses. As contas eleitorais referentes à campanha
eleitoral de 2010 também serão investigados.
No caso de Tião
Viana, o governador deverá se manifestar em 20 dias, por escrito.
As contas eleitorais também serão analisadas em 90 dias. Em nota, Viana
negou qualquer envolvimento com o desvio de recursos da Petrobras ou o
recebimento de dinheiro ilícito para sua campanha ao governo do estado
em 2010. Ele disse que recebeu uma doação legal da empresa Iesa, que foi
aprovada pelo Tribunal Regional Eleitoral. Segundo ele, a empresa nunca
teve qualquer relação comercial ou institucional com o governo.
“A
despeito de citação da minha pessoa com a tal Operação Lava Jato, eis a
minha posição: estou muito longe dessa podridão; essa podridão está
muito longe de mim”, disse o governador. A nota de Viana foi lida no
plenário da Câmara pelo deputado Leo de Brito (PT-AC).
O
governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, disse que está à
disposição da Justiça e quer ser ouvido para contestar a declaração do
ex-diretor de Abastecimento da Petrobras. Por meio de nota, Pezão negou
que o encontro relatado por Costa tenha ocorrido. “Essa conversa nunca
existiu. A acusação é falsa. Meu sigilo bancário está à disposição, só
tenho uma conta. Minha declaração de bens é pública e também está
disponível”.
O governador informou ainda que respeita a decisão
da PGR de pedir abertura de inquérito no STJ para investigar a citação
do seu nome nas declarações do ex-diretor da Petrobras. Para Pezão, o
depoimento de Paulo Roberto Costa é "estapafúrdio". Ele acredita que
a investigação vai comprovar que a acusação é falsa. Pezão também disse
que até agora não foi notificado oficialmente sobre a investigação e que
não constituiu advogado.
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O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF/RJ) pediu a
prisão preventiva do juiz federal Flávio Roberto de Souza, titular da 3ª
Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, responsável pelo caso Eike
Batista. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do
órgão. O processo está sob sigilo de Justiça.
O
Tribunal Regional Federal (TRF) do Rio de Janeiro não se manifestou
oficialmente sobre o pedido de prisão, por causa do sigilo do processo
administrativo.
Flávio Roberto de Souza está sendo investigado
pela Corregedoria Regional da Justiça Federal da 2ª Região, por causa de
atos relacionados aos processos criminais que envolvem o empresário
Eike Batista e outras ações judiciais.
O juiz foi flagrado
dirigindo um dos carros apreendidos do empresário e também havia
determinado que um piano de Eike ficasse sob a guarda de um vizinho seu.
No último dia 26, a corregedora Nacional de Justiça, Nancy Andrighi,
determinou o afastamento de Flávio Roberto de Souza de todos os
processos que envolvam o empresário Eike Batista.
No dia 3 de
março, o Tribunal Regional Federal da 2º Região declarou suspeição do
juiz para o julgamento dos processos relativos a Eike. No dia 5, ele foi
afastado do cargo. Para o relator do processo, desembargador federal
Messod Azulay, Flávio Roberto de Souza violou o Artigo 36 da Lei
Orgânica da Magistratura Nacional e feriu o princípio da imparcialidade
do juiz.
Campo de Zaatari (Jordânia) abriga mais de 80 mil refugiados sírios Pablo Tosco/Oxfam-Todos Direitos Reservados Em
um relatório divulgado hoje (12), 20 agências humanitárias apresentaram
levantamento que mostra 2014 como um ano difícil no conflito da Síria. O
relatórioFracasso na Síria diz que a Organização das Nações Unidas (ONU) falhou na tentativa de aliviar o sofrimento dos civis no país.
“Houve
mais mortes, mais bombardeios, mais pessoas foram desabrigadas; houve
um aumento considerável no número de pessoas que precisam de ajuda
humanitária”, disse Daniel Gorevan, assessor político da organização não
governamental (ONG) britânica Oxfam.
Em fevereiro de 2014, o
Conselho de Segurança da ONU aprovou a Resolução 2.139, que determinou
que todas as partes envolvidas na guerra civil autorizassem, de
imediato, o acesso da ajuda humanitária ao país. O documento pediu
também o fim dos ataques a civis, incluindo o uso indiscriminado de
armas em áreas urbanas, prisões arbitrárias, tortura e sequestros.
Em
julho e dezembro do mesmo ano, outras duas resoluções foram aprovadas
pelo conselho, a 2.165 e a 2.191, permitindo que equipes de apoio das
Nações Unidas e de entidades parceiras entrassem na Síria por países
vizinhos sem ter que pedir autorização ao governo local.
Para as
agências humanitárias, as resoluções foram ignoradas não só pelas partes
envolvidas no conflito, mas pelos próprios membros do Conselho de
Segurança, que não se esforçaram para que fossem efetivamente
implementadas. “Os documentos não geraram o efeito esperado na proteção
de civis, no acesso humanitário à região, na ampliação das contribuições
internacionais e na garantia de soluções políticas para o conflito”,
diz o relatório.
Cerca de 220 mil pessoas foram mortas durante os
quatro anos de guerra civil na Síria, 76 mil só no ano passado. Os
recursos para o financiamento da ajuda humanitária caíram de 2013 para
2014: de 71% para 57% do total necessário para apoiar civis e refugiados
em países vizinhos.
O relatório mostra que as necessidades
humanitárias cresceram 30% em 2014, em comparação com o ano anterior.
Mais de 11,6 milhões de pessoas necessitam urgentemente de água potável e
cerca de 10 milhões não têm comida suficiente para sobreviver. Cerca de
4,8 milhões de pessoas estão vivendo em áreas inacessíveis, 2,3 milhões
a mais do que em 2013. Aproximadamente 5,6 milhões de crianças precisam
de ajuda, 31% mais do que há dois anos.
Apenas cinco das 34
barreiras de acesso existentes na região estão abertas para comboios
humanitários, informaram as agências. No ano passado, 1,1 milhão de
pessoas receberam ajuda dos comboios que chegaram a Damasco, capital
síria, uma queda considerável em relação aos 2,9 milhões de civis
alcançados pelas equipes humanitárias no ano anterior.
“Crianças
estão perdendo a educação, pois não conseguimos alcançá-las. Muitas
escolas foram destruídas e parentes não querem enviar as crianças às
aulas por medo de que as escolas sejam atacadas”, disse o diretor da ONG
Save the Children, Roger Hearn. “Enquanto heróis humanitários arriscam
sua vida para oferecer ajuda essencial e serviços básicos, milhões de
sírios continuam inacessíveis, não só por causa da guerra e da piora da
situação, mas também por causa da falta de financiamento e das barreiras
burocráticas.”
As agências humanitárias pediram uma ação
concreta das potências internacionais para garantir o fim das violações
aos direitos humanos, a retomada das conversações de paz e o fim do
suprimento de armas às partes envolvidas no conflito.
“Está claro
que muito mais pode ser feito pelos membros do Conselho de Segurança e
seus aliados, para garantir que as resoluções não continuem a ser apenas
palavras num pedaço de papel”, disse Daniel Gorevan.