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Família diz que suposto fantasma de afogada aparece em foto feita em rio na Austrália
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TCU vai fiscalizar na Anatel a qualidade dos serviços de celular
O Tribunal de Contas da União (TCU) vai fazer uma fiscalização sobre a
qualidade da telefonia móvel no Brasil, conforme proposta apresentada
pelo ministro Bruno Dantas aprovada hoje (11) pelo plenário da Corte. A
fiscalização deverá ser feita por meio da Agência Nacional de
Telecomunicações (Anatel) e não diretamente nas operadoras.
Dantas argumentou que o número de clientes de celular vem crescendo no país, enquanto a qualidade percebida pelos usuários está caindo, conforme se verifica nas estatísticas de reclamações dos Procons de todo o país. “Tendo em vista a evolução do setor de telecomunicações nos últimos dez anos, vislumbro como oportuna uma nova fiscalização para avaliar a qualidade dos serviços aos usuários”, disse o ministro. Ontem (10), a Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle do Senado aprovou um requerimento do senador Otto Alencar (PSD-BA) para que o TCU fiscalize as operadoras de telefonia móvel.
Dantas também propôs uma avaliação sobre as políticas públicas do governo federal relacionadas à inclusão digital, identificando os principais problemas e ações necessárias. Ele sugeriu a realização de um evento sobre o tema ainda neste ano no TCU.
Procurado pela Agência Brasil, o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil) informou que não irá comentar a proposta de fiscalização.
Agência Brasil
Dantas argumentou que o número de clientes de celular vem crescendo no país, enquanto a qualidade percebida pelos usuários está caindo, conforme se verifica nas estatísticas de reclamações dos Procons de todo o país. “Tendo em vista a evolução do setor de telecomunicações nos últimos dez anos, vislumbro como oportuna uma nova fiscalização para avaliar a qualidade dos serviços aos usuários”, disse o ministro. Ontem (10), a Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle do Senado aprovou um requerimento do senador Otto Alencar (PSD-BA) para que o TCU fiscalize as operadoras de telefonia móvel.
Dantas também propôs uma avaliação sobre as políticas públicas do governo federal relacionadas à inclusão digital, identificando os principais problemas e ações necessárias. Ele sugeriu a realização de um evento sobre o tema ainda neste ano no TCU.
Procurado pela Agência Brasil, o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil) informou que não irá comentar a proposta de fiscalização.
Agência Brasil
Grécia amplia pressão contra Alemanha pelo pagamento de reparações de guerra
O ministro da Justiça da Grécia, Nikos Paraskevopoulos, disse hoje
(11) que está pronto para aplicar uma decisão do Supremo Tribunal de
Atenas, aprovada em 2000, que prevê a expropriação de bens alemães na
Grécia como compensação pelo massacre promovido pelos nazistas contra
mais de 200 vítimas na Vila de Distomo, em 1944.
A declaração veio logo após a aprovação, ontem (10), de uma comissão no Parlamento grego, formada por todos os partidos, para reclamar reparações à Alemanha pelas atrocidades cometidas pelos nazistas na Segunda Guerra. O primeiro-ministro da Grécia, Alexis Tsipras, que participou do debate no Parlamento, disse que “a Grécia vai cumprir com suas obrigações financeiras, mas também vai trabalhar para que os outros cumpram as suas, o que ainda não o fizeram”.
Aristomenis Sigelakis, que é parente de uma das vítimas do massacre de Distomo e membro do Conselho Nacional Grego pela Reparação da Guerra, garantiu que a retomada da questão não se trata de uma revanche contra a Alemanha pela austeridade imposta sobre a Grécia. “Não temos nada contra os alemães. Só queremos justiça”, disse ele.
O tema não é novo, mas foi retomado pelo recém-eleito governo grego, gerando ainda mais tensão na já desgastada relação entre a Grécia e a Alemanha. O governo da Alemanha declarou hoje (11) que a questão da compensação foi resolvida antes de 1990, quando se deu o processo de reunificação do país.
O porta-voz da chanceler Angela Merkel, Steffen Seibert, afirmou que a “Alemanha é muito consciente de sua responsabilidade histórica com as vítimas do nazismo, mas o capítulo das reparações está jurídica e politicamente encerrado”. O ministro das Finanças da Alemanha, Martin Jager, acrescentou que a Grécia precisa se concentrar nos problemas do presente, referindo-se à negociação da dívida grega com a União Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional.
Com o Acordo de Londres, assinado em 1953, a Alemanha comprometeu-se a pagar compensações a países que sofreram com a ocupação nazista, entre eles a Grécia. Mas o governo grego alega que o valor pago naquela época não corresponde aos estragos e à violência promovidos no período e não inclui a devolução de um empréstimo que a Grécia foi forçada a pagar para a Alemanha pelo Terceiro Reich.
Agência Brasil
A declaração veio logo após a aprovação, ontem (10), de uma comissão no Parlamento grego, formada por todos os partidos, para reclamar reparações à Alemanha pelas atrocidades cometidas pelos nazistas na Segunda Guerra. O primeiro-ministro da Grécia, Alexis Tsipras, que participou do debate no Parlamento, disse que “a Grécia vai cumprir com suas obrigações financeiras, mas também vai trabalhar para que os outros cumpram as suas, o que ainda não o fizeram”.
Aristomenis Sigelakis, que é parente de uma das vítimas do massacre de Distomo e membro do Conselho Nacional Grego pela Reparação da Guerra, garantiu que a retomada da questão não se trata de uma revanche contra a Alemanha pela austeridade imposta sobre a Grécia. “Não temos nada contra os alemães. Só queremos justiça”, disse ele.
O tema não é novo, mas foi retomado pelo recém-eleito governo grego, gerando ainda mais tensão na já desgastada relação entre a Grécia e a Alemanha. O governo da Alemanha declarou hoje (11) que a questão da compensação foi resolvida antes de 1990, quando se deu o processo de reunificação do país.
O porta-voz da chanceler Angela Merkel, Steffen Seibert, afirmou que a “Alemanha é muito consciente de sua responsabilidade histórica com as vítimas do nazismo, mas o capítulo das reparações está jurídica e politicamente encerrado”. O ministro das Finanças da Alemanha, Martin Jager, acrescentou que a Grécia precisa se concentrar nos problemas do presente, referindo-se à negociação da dívida grega com a União Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional.
Com o Acordo de Londres, assinado em 1953, a Alemanha comprometeu-se a pagar compensações a países que sofreram com a ocupação nazista, entre eles a Grécia. Mas o governo grego alega que o valor pago naquela época não corresponde aos estragos e à violência promovidos no período e não inclui a devolução de um empréstimo que a Grécia foi forçada a pagar para a Alemanha pelo Terceiro Reich.
Agência Brasil
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