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Saute MGus - 8.3.2015
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Confraria Menino Deus
Rua André Belo, 640 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul- Residencial
- 39 m² a 74 m²
- 1 a 3 dorm(s).
- 1 a 2 vaga(s).
- R$ 370.800,00 a R$ 652.034,34
Félix 737
Rua Félix da Cunha, 737 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul- Comercial
- 31 m² a 41 m²
- R$ 315.800,00 a R$ 448.000,00
Near 43
Rua Alcidez Cruz, 43 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul- Residencial
- 1 a 2 dorm(s).
- 1 vaga(s).
- R$ 370.000,00 a R$ 469.000,00
GPinheiro Empreendimentos - 8.3.2015
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Sunset Hall
Rua General Caldwell, 969 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul- Residencial
- 85 m² a 110 m²
- 2 a 3 dorm(s).
- 1 a 2 vaga(s).
- R$ 568.115,23 a R$ 804.201,66
Nilo Home Square
Avenida Nilo Peçanha, 3361 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul- Residencial
- 67 m² a 0 m²
- 2 a 3 dorm(s).
- 1 a 2 vaga(s).
- R$ 432.852,87 a R$ 781.054,87
Porti Incorporadora - 8.3.2015
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Jardins de Luzia
Rua Mundo Novo, 615 - Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul- Residencial
- 97.4 m² a 140.33 m²
- 2 a 3 dorm(s).
- 1 a 2 vaga(s).
- R$ 280.000,00 a R$ 499.000,00
Residencial Triana
Av. João Ferreira Jardim, 368 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul- Residencial
- 50 m²
- 1 a 2 dorm(s).
- 1 vaga(s).
- R$ 187.900,00 a R$ 202.400,00
Ibiza Comfort Life
Av. Cavalhada, 4721 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul- Residencial
- 65.7 m² a 82.3 m²
- 1 a 3 dorm(s).
- 1 a 2 vaga(s).
- R$ 280.000,00 a R$ 363.900,00
Residencial Sevilha
Avenida João Ferreira Jardim, 368 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul- Residencial
- 50 m²
- 1 a 2 dorm(s).
- 1 vaga(s).
- R$ 168.500,00 a R$ 168.500,00
Residencial Alicante
Avenida Presidente Vargas, 3080 - Esteio, Rio Grande do Sul- Residencial
- 64.11 m²
- 1 a 2 dorm(s).
- 1 vaga(s).
- R$ 160.500,00 a R$ 160.500,00
Vivendas da Baviera - 8.3.2015
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Um ano depois, desaparecimento de avião da Malaysia Airlines ainda é mistério
Um ano depois do desaparecimento do Boeing 777 da Malaysia
Airlines, que voava de Kuala Lumpur para Pequim com 239 pessoas a bordo,
a aeronave que fazia o voo MH 370 continua a ser um dos maiores
mistérios da aviação civil.
Até agora, apesar das buscas por equipes internacionais com o uso de meios sofisticados de investigação, não foi encontrado nenhum objeto que pudesse ser associado ao avião. Com isso, na internet, surgiram as mais diversas teorias sobre o destino do aparelho.
O avião saiu de Kuala Lumpur, capital da Malásia e deveria ter aterrissado na capital chinesa quase seis horas depois. Segundo os peritos, pouco mais de 40 minutos após a descolagem, a aeronave inverteu a rota e foram desligados todos os comandos que permitiriam identificar e localizar o aparelho.
A atenção dos investigadores concentrou-se no comandante, Zaharie Ahmad Shah, de 53 anos, e o copiloto, Abdul Hamid Fariq, de 27 anos – que tentou fazer uma chamada telefônica antes de o avião desaparecer dos radares. A investigação não descobriu fatos suspeitos sobre os dois.
Depois da mudança de rota, pouco se sabe, e os investigadores têm apenas os registos fornecidos pelos motores que indicam que o avião seguiu mesmo para o Sul.
De barco e avião, centenas de pessoas trabalham no patrulhamento de uma zona com uma área de 60 mil quilômetros quadrados no Oceano Índico. As operações devem prolongar-se até maio.
A Austrália informou que não pensa em abandonar as buscas, mas não há respostas para as famílias que não podem fazer o funeral de quem seguia a bordo do aparelho.
As atenções agora estão centradas no que diz o relatório sobre o caso, que será publicado pelas autoridades da Malásia.
Agência Lusa e Agência Brasil
Até agora, apesar das buscas por equipes internacionais com o uso de meios sofisticados de investigação, não foi encontrado nenhum objeto que pudesse ser associado ao avião. Com isso, na internet, surgiram as mais diversas teorias sobre o destino do aparelho.
O avião saiu de Kuala Lumpur, capital da Malásia e deveria ter aterrissado na capital chinesa quase seis horas depois. Segundo os peritos, pouco mais de 40 minutos após a descolagem, a aeronave inverteu a rota e foram desligados todos os comandos que permitiriam identificar e localizar o aparelho.
A atenção dos investigadores concentrou-se no comandante, Zaharie Ahmad Shah, de 53 anos, e o copiloto, Abdul Hamid Fariq, de 27 anos – que tentou fazer uma chamada telefônica antes de o avião desaparecer dos radares. A investigação não descobriu fatos suspeitos sobre os dois.
Depois da mudança de rota, pouco se sabe, e os investigadores têm apenas os registos fornecidos pelos motores que indicam que o avião seguiu mesmo para o Sul.
De barco e avião, centenas de pessoas trabalham no patrulhamento de uma zona com uma área de 60 mil quilômetros quadrados no Oceano Índico. As operações devem prolongar-se até maio.
A Austrália informou que não pensa em abandonar as buscas, mas não há respostas para as famílias que não podem fazer o funeral de quem seguia a bordo do aparelho.
As atenções agora estão centradas no que diz o relatório sobre o caso, que será publicado pelas autoridades da Malásia.
Agência Lusa e Agência Brasil
Aparelho desenvolvido no Brasil alivia dores da osteoartrose
Estudo do Instituto de Física de São Carlos associou duas técnicas, o ultrassom e o laser, em um aparelho capaz de acelerar a reparação dos tecidos e apresentar efeito anti-inflamatório e analgésico.
Pesquisadores orientados por Alessandra Rossi Paolillo provocaram dor em camundongos e ratos. Houve tratamento com laser, outro apenas com ultrassom e um terceiro com a união dos dois. O grupo tratado com a associação das duas técnicas apresentou o melhor resultado tanto no alívio da dor quanto no relaxamento muscular.
O aparelho, desenvolvido por Vanderlei Salvador Bagnato, pode ser usado na reabilitação de lesões decorrentes do trabalho e do esporte, além de doenças articulares e nos tendões.
O foco da pesquisa foi reduzir a dor da osteoartrose, que é uma doença das articulações, caracterizada pela degeneração da cartilagem, podendo atingir a região dos joelhos, quadril, coluna vertebral, tornozelos, pés, ombros, cotovelos e mãos.
Os sintomas da osteoatrose incluem deformidades ósseas, processo inflamatório, edema, rigidez e instabilidade articular, diminuição da amplitude de movimento, fraqueza muscular, entre outros. A doença causa dor nos pacientes e dificuldades em atividades do dia a dia.
Para proporcionar mais qualidade de vida a mulheres da terceira idade, o grupo fez testes clínicos nas mãos e nos joelhos das pacientes. “Os principais resultados foram o alívio da dor e o aumento da funcionalidade da mão e dos membros inferiores. Constatamos os benefícios usando um equipamento, chamado algômetro, que avalia o limiar de dor, além de testes de função de mão e de joelho”, explicou a pesquisadora Fernanda Rossi Paolillo, irmã de Alessandra, a coordenadora.
Em um dos casos, uma paciente reabilitou a mão e passou a praticar remo com o marido. Fernanda lembra que outras mulheres conquistaram mais independência nas atividades do dia a dia, como cozinhar, cuidar da casa e até bordar, além de fazer caminhadas e exercícios físicos.
Francisca Aparecida Milaré, de 61 anos, participou dos testes com o novo aparelho. Ela contou que sentia muita dor nos joelhos e chegou a ficar com a perna travada no meio da rua, sem conseguir se locomover. “Não dava mais para subir uma escada, apesar de eu fazer exercício, mas tinha que tomar anti-inflamatório forte, os mais fracos não resolviam mais”, disse.
Outra dificuldade que ela enfrentava era conseguir dormir, por não encontrar uma posição confortável, que não lhe causasse dor. “Tinha que deitar e a perna não descansava, tinha aquela dor que incomoda, põe travesseiro, muda de posição; não dormia”, relatou.
Depois do tratamento com laser e ultrassom, ela se diz muito satisfeita. “Muito bom. Eu tomava muito remédio e agora não tomo mais anti-inflamatório. Nossa! Você não imagina como é bom, viu? Melhorou muito meu joelho.”
Durante os testes, observou-se que o efeito do tratamento pode ser percebido nas primeiras aplicações da técnica. Mas alguns começam a sentir uma melhora entre três e cinco sessões, cada uma com duração de 15 a 30 minutos.
O aparelho é de fácil manuseio e pode ser transportado por uma só pessoa. “A simplicidade na aplicação e sua portabilidade permitem que os atendimentos não sejam só feitos em clínicas, mas também em domicílio”, disse a pesquisadora.
Além da reabilitação, o equipamento é apropriado ao tratamento estético e atende a pessoas com flacidez cutânea e gordura localizada, acrescentou Fernanda.
Os pesquisadores Herbert João, Jéssica João e Daniele Fernandes Frascá integraram o grupo que desenvolveu o novo aparelho.
Agência Brasil
Pesquisadores orientados por Alessandra Rossi Paolillo provocaram dor em camundongos e ratos. Houve tratamento com laser, outro apenas com ultrassom e um terceiro com a união dos dois. O grupo tratado com a associação das duas técnicas apresentou o melhor resultado tanto no alívio da dor quanto no relaxamento muscular.
O aparelho, desenvolvido por Vanderlei Salvador Bagnato, pode ser usado na reabilitação de lesões decorrentes do trabalho e do esporte, além de doenças articulares e nos tendões.
O foco da pesquisa foi reduzir a dor da osteoartrose, que é uma doença das articulações, caracterizada pela degeneração da cartilagem, podendo atingir a região dos joelhos, quadril, coluna vertebral, tornozelos, pés, ombros, cotovelos e mãos.
Os sintomas da osteoatrose incluem deformidades ósseas, processo inflamatório, edema, rigidez e instabilidade articular, diminuição da amplitude de movimento, fraqueza muscular, entre outros. A doença causa dor nos pacientes e dificuldades em atividades do dia a dia.
Para proporcionar mais qualidade de vida a mulheres da terceira idade, o grupo fez testes clínicos nas mãos e nos joelhos das pacientes. “Os principais resultados foram o alívio da dor e o aumento da funcionalidade da mão e dos membros inferiores. Constatamos os benefícios usando um equipamento, chamado algômetro, que avalia o limiar de dor, além de testes de função de mão e de joelho”, explicou a pesquisadora Fernanda Rossi Paolillo, irmã de Alessandra, a coordenadora.
Em um dos casos, uma paciente reabilitou a mão e passou a praticar remo com o marido. Fernanda lembra que outras mulheres conquistaram mais independência nas atividades do dia a dia, como cozinhar, cuidar da casa e até bordar, além de fazer caminhadas e exercícios físicos.
Francisca Aparecida Milaré, de 61 anos, participou dos testes com o novo aparelho. Ela contou que sentia muita dor nos joelhos e chegou a ficar com a perna travada no meio da rua, sem conseguir se locomover. “Não dava mais para subir uma escada, apesar de eu fazer exercício, mas tinha que tomar anti-inflamatório forte, os mais fracos não resolviam mais”, disse.
Outra dificuldade que ela enfrentava era conseguir dormir, por não encontrar uma posição confortável, que não lhe causasse dor. “Tinha que deitar e a perna não descansava, tinha aquela dor que incomoda, põe travesseiro, muda de posição; não dormia”, relatou.
Depois do tratamento com laser e ultrassom, ela se diz muito satisfeita. “Muito bom. Eu tomava muito remédio e agora não tomo mais anti-inflamatório. Nossa! Você não imagina como é bom, viu? Melhorou muito meu joelho.”
Durante os testes, observou-se que o efeito do tratamento pode ser percebido nas primeiras aplicações da técnica. Mas alguns começam a sentir uma melhora entre três e cinco sessões, cada uma com duração de 15 a 30 minutos.
O aparelho é de fácil manuseio e pode ser transportado por uma só pessoa. “A simplicidade na aplicação e sua portabilidade permitem que os atendimentos não sejam só feitos em clínicas, mas também em domicílio”, disse a pesquisadora.
Além da reabilitação, o equipamento é apropriado ao tratamento estético e atende a pessoas com flacidez cutânea e gordura localizada, acrescentou Fernanda.
Os pesquisadores Herbert João, Jéssica João e Daniele Fernandes Frascá integraram o grupo que desenvolveu o novo aparelho.
Agência Brasil
ONU estima em 81 anos prazo para se atingir equidade de gênero na economia
O relatório destaca que, no ritmo atual, serão necessários 81 anos para se alcançar a paridade de gênero na economia e 50 anos para a igualdade na representação parlamentar.
O levantamento é um balanço da aplicação das normas adotadas pelos países na Quarta Conferência Mundial sobre a Mulher, em Pequim, na China, há 20 anos. Lá, foi pactuada uma plataforma de ação para ser cumprida pelos governos, iniciativa privada e sociedade.
“Há uma lacuna decepcionante entre as normas e a implementação da Plataforma de Ação de Pequim, e um fracasso coletivo de liderança nos progressos para as mulheres”, disse a diretora executiva da agência da ONU para Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, na sexta-feira (6). “Os líderes com poder para fazer essas ações falharam com mulheres e meninas”, avaliou.
Em 1995, 189 países assinaram a Plataforma de Ação de Pequim. De la para cá, a ONU mostra que houve poucos progressos para acabar com leis discriminatórias, aprovar leis contra a violência dirigida a mulheres e meninas. No entanto, a ONU reconhece que caiu a mortalidade materna, aumentou o número de jovens em escolas primárias e a participação de mulheres mercado de trabalho.
“Os ganhos contrastam com o fato de, apesar da melhoria de educação, as mulheres têm alguns dos piores empregos, enquanto o fosso salarial entre os gêneros é um fenômeno mundial”, diz a agência, em comunicado divulgado pela ONU Mulheres. A estimativa é que elas ganham salários 77% menores do que o dos homens.
“Deixe-me sugerir três requisitos essenciais [para equidade de gênero]: vontade e liderança política inabaláveis; aumento dos investimentos na agenda para as mulheres e meninas e uma forte responsabilização que inclui a sociedade”, diz a diretora Phumzile Mlambo-Ngcuka.
Agência Brasil
Vem Nova Morada (Alvorada) COMPLETÃO!!!
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luciomachadoborges@gmail.com
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Empreendimento na parada 61 em Alvorada, a uma quadra do Supermercado Oliveira, próximo de padaria, farmácia, ferragem, etc.
Parada de ônibus bem próxima do empreendimento.
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Fase única (previsão entrega 1º SEMESTRE/2016): últimas unidades
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