Lista de inquéritos da Lava Jato tem parlamentares ex-integrantes do Executivo

A lista enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF) com o pedido de abertura de inquéritos para investigar pessoas citadas em depoimentos da Operação Lava Jato traz, entre outros nomes, os de senadores, deputados federais, ex-governadores e ex-ministros de Estado. O ministro do STF Teori Zavarski, que recebeu o documento encaminhado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, quebrou o sigilo e autorizou a instalação de 28 pedidos de abertura de inquéritos, dos quais 21 ficam no Supremo.
A presidenta Dilma Rousseff também foi citada, mas o procurador-geral alegou que não tem competência para investigá-la. Por lei, o presidente só pode ser investigado por atos praticados no exercício da Presidência. Ela foi citada no mesmo inquérito de Antonio Palocci, mas o STF ainda não esclareceu em quais circunstâncias.
No Senado, foram autorizados inquéritos e diligências sobre Fernando Collor de Mello (PTB-AL), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Ciro Nogueria (PP-PI), Humberto Costa (PT-PE), Lindbergh Farias (PT-RJ), Valdir Raupp (PMDB-RO), Romero Jucá (PMDB-RR), Antônio Anastasia (PSDB-MG), Edison Lobão (PMDB-MA), Benedito de Lira (PP-AL), Gladson Cameli (PP-AC) e Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente da Casa. O procurador pediu o arquivamento das denúncias sobre o senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (PSDB-MG), e sobre o senador Delcídio Amaral (PT-MS).
Entre os deputados, constam na lista os nomes do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de Eduardo da Fonte (PP-PE), Nelson Meurer (PP-PR), Jerônimo Pizzolotto (PP-RS), Afonso Hamm (PP-RS), Agnaldo Ribeiro (PP-PB), Sandes Júnior (PP-GO), Aníbal Gomes (PMDB-CE), Arthur de Lira (PP-AL), Vander Loubet (PT-MS), Simão Sessin (PP-RJ), José Mentor (PT-SP), José Otávio Germano (PP-RS), Luiz Fernando Faria (PP-MG), Roberto Brito (PP-BA), Mário Negromonte (PP-BA), Renato Molling (PP-RS), Waldir Maranhão (PP-MA), Dilceu Sperafico (PP-PR), Luiz Carlos Heinze (PP-RS), Lázaro Botelho (PP-TO) e Missionário José Olímpio (PP-SP). O ex-deputado e ex-líder do governo na Câmara Cândido Vaccarezza (PT-SP) também será investigado.
Foram autorizados inquéritos ainda sobre o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, e o empresário preso Fernando Baiano, além de personagens que eram parlamentares ou ministros na época do escândalo do mensalão, como João Pizzolatti, Antônio Palocci, Pedro Corrêa e Pedro Henry. E ainda ex-governadores, como Roseana Sarney, do Maranhão, e Antônio Anastasia (PSDB), de Minas Gerais. Nenhum governador em exercício é citado na lista. Entre os deputados e senadores que serão investigados, quatro são ex-ministros do governo de Dilma Rousseff: Mário Negromonte, que comandou o Ministério das Cidades, Gleisi Hoffmann, que chefiou a Casa Civil, Edison Lobão, que foi titular de Minas e Energia, e Agnaldo Ribeiro, que também foi ministro das Cidades.
Foram arquivadas as denúncias referentes ao ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves, a Romero Jucá (PMDB-RR), Alexandre José dos Santos, Ciro Nogueira, além de Delcídio Amaral e Aécio Neves. O ministro decidiu remeter ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) um pedido de inquérito sobre Agnaldo Ribeiro, mas ele será investigado no Supremo por outro processo.
Com a autorização da abertura dos inquéritos, começará agora a efetiva investigação sobre os envolvidos, inclusive com eventuais quebras de sigilos telefônicos, bancários e fiscais. Teori Zavaski também autorizou que todos os documentos referentes a esses inquéritos se tornem públicos e não corram mais em segredo de Justiça.
Confira a lista dos políticos citados nos processos da Operação Lava Jato no STF*:
Senadores
Renan Calheiros (PMDB-AL)
Gleisi Hoffmann (PT-PR)
Lindbergh Farias (PT-RJ)
Edison Lobão (PMDB-MA)
Fernando Collor (PTB-AL)
Humberto Costa (PT-PE)
Ciro Nogueira (PP-PI)
Benedito de Lira (PP-AL)
Gladison Cameli (PP-AC)
Romero Jucá (PMDB-RR)
Antonio Anastasia (PSDB-MG)
Valdir Raupp (PMDB-RO)

Deputados
Eduardo Cunha (PMDB-RJ)
Simão Sessim (PP-RJ)
Vander Loubet (PT-MS)
Aníbal Gomes (PMDB-CE)
Arthur Lira (PP-AL)
José Otávio Germano (PP-RS)
Luiz Fernando Ramos Faria (PP-MG)
Nelson Meurer (PP-PR)
Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)
Eduardo da Fonte (PP-PE)
Dilceu João Sperafico (PP-PR)
Jeronimo Goergen (PP-RS)
Sandes Junior (PP-GO)
Afonso Hamm (PP-RS)
Missionário José Olimpio (PP-SP)
Lázaro Botelho (PP-TO)
Luiz Carlos Heinze (PP-RS)
Renato Delmar Molling (PP-RS)
Roberto Pereira de Britto (PP-BA)
Waldir Maranhão Cardoso (PP-MA)
Roberto Balestra (PP-GO)
José Mentor (PT-SP)

Outros políticos
João Leão (PP-BA) – vice-governador da Bahia
Mário Negromonte (PP-BA) – ex-deputado federal
Roseana Sarney (PMDB-MA) – ex-governadora do Maranhão
João Pizzolati (PP-SC) – ex-deputado federal
Cândido Vaccareza (PT-SP) – ex-deputado federal
Roberto Teixeira (PP-PE) – ex-deputado federal
Luiz Argôlo (SD-BA) – ex-deputado federal
José Linhares (PP-CE) – ex-deputado federal
Pedro Corrêa (PP-PE) – ex-deputado federal
Pedro Henry (PP-MT) – ex-deputado federal
Vilson Luiz Covatti (PP-RS) – ex-deputado federal
Carlos Magno (PP-RO) – ex-deputado federal
Aline Correa (PP-SP) – ex-deputado federal
Antonio Palocci (PT-SP) – ex-ministro de Estado

Não políticos
Fernando Antonio Falcão Soares (Fernando Baiano)
João Vaccari Neto – tesoureiro do PT
*Não foram considerados os pedidos de arquivamento nesta lista.
 
Agência Brasil

Formação de quadrilha será investigada em inquérito específico com 37 nomes

STF analisa recurso sobre ex-diretor da Petrobras, o ministro e relator do processo, Teori Zavascki, preside a segunda turma que julga o recurso da PGR (Valter Campanato/Agência Brasil)

O magistrado deferiu 21 pedidos para investigar autoridades com suspeita de envolvimento em desvios na PetrobrasValter Campanato/Agência Brasil

O ministro Teori Zavascki deferiu a abertura de inquérito para investigar 37 autoridades pelo crime de formação de quadrilha para a prática de corrupção e lavagem de dinheiro, relacionada ao pagamento de propinas na Petrobras. O pedido foi feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

De acordo com a decisão de Teori, divulgada nessa sexta-feira (6), 19 deputados, sete senadores e 11 ex-deputados, além de João Vaccari Neto e Fernando Baiano (apontados como operadores do esquema), serão investigados por “esquema criminoso montado” dentro da estatal. Ele acolheu pedido feito por Janot, que argumenta que grupos de políticos ligados a pelo menos três partidos (PP, PT e PMDB) agiam em associação criminosa.

“No decorrer das investigações sobre lavagem de dinheiro, detectaram-se elementos que apontavam no sentido da ocultação de recursos provenientes de crimes de corrupção praticados no âmbito da Petrobras. O aprofundamento das apurações conduziu a indícios de que, no mínimo entre os anos de 2004 e 2012, as diretorias da sociedade de economia mista estavam divididas entre partidos políticos, que eram responsáveis pela indicação e manutenção de seus respectivos diretores”, escreveu Janot na petição enviada a Teori.

Além do inquérito para apurar formação de quadrilha, o magistrado deferiu nessa sexta-feira (6) 21 pedidos para investigar autoridades com suspeita de envolvimento em desvios na Petrobras. Ele delega o juiz Márcio Schiefler Fontes, que trabalha em seu gabinete, para conduzir o inquérito criminal sobre autoridades com prerrogativa de foro, em sua maioria.

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Constam na lista nomes como o do presidente do Senado, Renan Calheiros, dos senadores Benedito de Lira (PP-AL), Ciro Nogueira (PP-PI), Edison Lobão (PMDB-MA), Romero Jucá (PMDB-RR) e Valdir Raupp (PMDB-RO), além dos ex-ministros de Estado Aguinaldo Ribeiro (atualmente é senador pelo PP-PB) e Mário Negromonte. Lobão também foi ministro dos governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff.

Na petição protocolada no início da semana no STF, Rodrigo Janot enumera uma série de elementos. “[Esses indícios] justificam a instauração de inquérito para a integral apuração do processo sistêmico de distribuição de recursos ilícitos a agentes políticos, notadamente com utilização de agremiações partidárias, no âmbito do esquema criminoso perpetrado junto à Petrobras.”

O procurador-geral da República elenca o nome de empreiteiras que detinham contratos com a estatal e criaram, segundo as apurações, um cartel que dividia entre si as licitações para obras e repassavam vantagens indevidas a funcionários de alto escalão da empresa, indicados por partidos políticos. O sobrepreço nas obras variava de 1% a 5% do valor dos contratos. Ele afirma na petição que “as vantagens indevidas e os prejuízos causados à sociedade de economia mista federal provavelmente superam R$ 1 bilhão.”

Ao citar os depoimentos do doleiro Alberto Youssef e de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras indicado para o cargo pelo PP, Janot afirma que o ex-diretor de Serviços Renato Duque era “o homem” de integrantes do PT na empresa e que Nestor Cerveró, na época à frente da Diretoria Internacional, desempenhava o mesmo papel para parlamentares do PMDB.

Para que os valores passassem de um ponto a outro da cadeia (das empreiteiras para diretores e políticos), as investigações apontaram a existência de “operadores” ou “intermediários”. “Referidos operadores encarregavam-se de, mediante estratégias de ocultação da origem dos recursos, lavar o dinheiro e, assim, permitir que a propina chegasse aos seus destinatários de maneira insuspeita”. A petição encaminhada por Janot explicita que o operador do PP era, quase sempre, Youssef, que quem recebia em nome do PT era João Vaccari Neto (tesoureiro do partido), e que o intermediário do PMDB era Fernando Antônio Falcão Soares, conhecido como Fernando Baiano.

Em todas as decisões que tomou sobre os requerimentos de Janot, Teori Zavascki recorda que “a abertura de inquérito não representa juízo antecipado sobre autoria e materialidade do delito”. Ele destaca que os pedidos de abertura de inquérito têm como base depoimentos colhidos em delação premiada. “Tais depoimentos não constituem, por si sós, meio de prova, até porque, segundo disposição normativa expressa, nenhuma sentença condenatória será proferida com fundamento apenas nas declarações de agente colaborador”, escreveu Teori.

Veja a seguir a lista completa:

Aguinaldo Velloso Borges Ribeiro (deputado federal PP-PB)
Aline Lemos Corrêa de Oliveira Andrade (ex-deputada federal)
Anibal Ferreira Gomes (deputado PMDB-CE)
Arthur César Pereira de Lira (deputado federal PP-AL)
Carlos Magno Ramos (ex-deputado federal)
Ciro Nogueira Lima Filho (senador PP-PI)
Dilceu João Sperafico (deputado Federal PP-PR)
Eduardo Henrique da Fonte de Albuquerque Silva (deputado federal PP-PE)
Fernando Antônio Falcão Soares (Fernando Baiano)
Gladison de Lima Cameli (senador PP-AC)
Jerônimo Pizzolotto Goergen (deputado federal PP-RS)
João Alberto Pizzolati Júnior (ex-deputado federal e atual secretário extraordinário de Articulação Institucional e Promoção de Investimentos de Roraima)
João Felipe de Souza Leão (ex-deputado federal e atual vice-governador e Secretário de Planejamento da Bahia)
João Luiz Argolo Filho (ex-deputado federal)
João Sandes Junior (deputado federal PP-GO)
João Vaccari Neto (tesoureiro do PT)
José Alfonso Ebert Hamm (deputado federal PP-RS)
José Linhares Ponte (ex-deputado federal)
José Olímpio Silveira Moraes (deputado federal PP-SP)
José Otávio Germano (deputado federal PP-RS)
Jose Renan Vasconcelos Calheiros (senador PMDB-AL)
Lázaro Botelho Martins (deputado federal PP-TO)
Luis Carlos Heinze (deputado federal PP-RS)
Luiz Fernando Ramos Faria (deputado federal PP-MG)
Mario Silvio Mendes Negromonte (ex-deputado Federal, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado da Bahia)
Nelson Meurer (deputado federal PP-PR)
Pedro da Silva Correa de Oliveira Andrade Neto (ex-deputado federal)
Pedro Henry Neto (ex-deputado federal)
Renato Delmar Molling (deputado federal PP-RS)
Roberto Egígio Balestra (deputado federal PP-GO)
Roberto Pereira de Britto (deputado federal PP-BA)
Roberto Sérgio Ribeiro Coutinho Teixeira (ex-deputado federal)
Romero Jucá Filho (senador PMDB-RR)
Simão Sessim (deputado federal PP-RJ)
Valdir Raupp de Matos (senador PMDB-RO)
Vilson Luiz Covatti (ex-deputado federal)
Waldir Maranhão Cardoso (deputado PP-MA)

 

 

Agência Brasil

 

Egito executa primeira sentença de morte de partidários de Morsi

 

As autoridades do Egito cumpriram hoje (7) a primeira sentença de morte por enforcamento, que deverá ser aplicada a centenas de apoiadores do ex-presidente Mohamed Morsi, que desejava impor um estado islâmico e foi deposto em 2013.

O enforcamento foi a medida de punição aplicada a Mahmoud Ramadan, "o primeiro a ser executado entre os que estiveram envolvidos nos confrontos violentos", disse o porta-voz do governo, Hani Abdel Latif.

Centenas de apoiadores do antigo presidente foram condenados à morte depois de julgamentos sumários, que as Nações Unidas consideraram ser "sem precedentes na história recente".

A notícia do primeiro enforcamento surge poucos dias depois da substituição do ministro do Interior, Mohamed Ibrahim, responsável pela repressão aos partidários do presidente deposto.

A substituição de Ibrahim surge após críticas ao fracasso das forças de segurança em impedir atentados terroristas, que aumentaram desde que Morsi foi destituído. O cargo vai ser ocupado por Magdy Ghaffar, que é do aparelho de segurança do Estado.

Desde que o Exército destituiu Morsi, em julho de 2013, atentados terroristas são feitos regularmente no Egito, por grupos fundamentalistas islâmicos, sobretudo contra as forças de segurança.

 

Agência Lusa e Agência Brasil

 

Quina foi marcada por 49 jogadores que poderão sacar mais de R$ 38 mil  - Crédito: Mauro Schafer / CP Memória Loterias

Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 20 milhões

    Trânsito

    Carro invade calçada e mata casal em Gravataí

      Feira ocorre das 11h às 15h na Redenção - Crédito: PMPA / Divulgação / CP Geral

      Feira de adoção de animais ocorre domingo na Redenção

        Governo colombiano e FARC anunciam acordo sobre retirada de minas - Crédito: Yamil Lage / AFP / CP

        Colômbia

        Governo e FARC anunciam acordo sobre retirada de minas

         

        Carro colide contra árvore e homem morre em Encantado  - Crédito: Juremir Versetti / Agência Chinelagem Press / CP Trânsito

        Carro colide contra árvore e homem morre em Encantado


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        Grêmio

        Felipão: “Fizemos mais que nos outros jogos”

        Reforço

        Romildo: contratação de Cristian Rodríguez está 95% fechada

          Alisson Farias prevê confronto difícil contra o Juventude na Serra - Crédito: Alexandre Lops / Inter / CP Inter

          Alisson Farias prevê confronto difícil na Serra

           

          Área de Saque

          Brasil vence nas duplas e fica em vantagem sobre a Argentina

             - Crédito: Samuel Maciel

            Variedades

            FoodTruck Festival termina neste domingo em Porto Alegre

              Show da Sonata Arctica emocionou os fãs no Opinião em Porto Alegre - Crédito: Homero Pivotto Jr / Assessoria Abstratti /  Divulgação / CP

              Música

              Banda Sonata Arctica contagia público em Porto Alegre

                Cate Blanchett adota uma menina - Crédito:  Kevin Winter / AFP / CP Gente

                Cate Blanchett adota uma menina

                 

                Governo do Acre prepara operação para que desabrigados retornem para casa

                 

                Yara Aquino - Repórter da Agência Brasil Edição: Beto Coura

                Região de Rio Branco, no Acre (Diego Gurgel/Agência de Notícias do Acre)

                Nível do Rio Acre cai e moradores devem começar a voltar para casaDiego Gurgel/Agência de Notícias do Acre

                Saiba Mais

                O nível do Rio Acre, em Rio Branco, está baixando após registrar a pior cheia da história. O nível do rio atingiu 17,33 metros (m) na medição da manhã de hoje (7). Esta semana, chegou a 18,4 m e, ontem (6), havia baixado para 18 m.  Até então, a maior cheia havia sido registrada em 1997, quando atingiu 17,66 m. Cerca de 10,6 mil pessoas permanecem em abrigos públicos na capital acriana.

                Com a constante vazante do rio, o governo do estado e a prefeitura de Rio Branco começaram a planejar a operação de limpeza dos bairros, de acordo com boletim conjunto divulgado neste sábado. Amanhã, 30 equipes limparão as ruas atingidas pela cheia. Após a limpeza e com a confirmação de que o nível do rio vai continuar baixando, será discutida a operação de volta para a casa das famílias desabrigadas.

                Hoje, a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito liberou para o tráfego a Ponte Coronel Sebastião Dantas, conhecida como Ponte Nova ou Ponte de Concreto. A ponte estava interditada desde o dia 2 de março, devido à inundação.

                Na quarta-feira passada, a Defesa Civil Nacional decretou estado de calamidade pública, por rito sumário, em Rio Branco e Brasileia, devido à situação provocada pela enchente do Rio Acre. O governo federal também decidiu antecipar benefícios pagos a moradores das duas cidades. 

                 

                Agência Brasil

                Devido à greve, apenas agências bancárias maiores abrirão

                Planalto tenta reagir com pacote anticorrupção

                Investigada, Gleisi diz que está tranquila

                Senador nega ter recebido valor de Youssef

                Brasil ainda depende do modal rodoviário

                Dilma não será investigada porque não há indícios contra ela, destaca Cardozo

                Ao mencionar a "confusão" de informações veiculadas na imprensa, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou hoje (7) que não há indícios nem fatos que justifiquem a abertura de investigação contra a presidenta Dilma Roussef no âmbito da Operação Lava Jato. Ele negou qualquer interferência do Executivo na abertura de inquéritos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e destacou a autonomia de instituições públicas que atuam nas investigações.

                “Dos fatos que constavam na delação premiada, não há sequer indícios que possam envolver a presidenta da república. Nada há a arquivar, porque, quando você tem fatos narrados que não justifiquem a abertura de inquéritos, arquiva-se, como foi dito em vários dos arquivamentos referidos nas decisões do ministro Teori Zavascki”, disse Cardozo.

                Saiba Mais

                Ele ressaltou que no caso da presidenta Dilma, Zavascki não disse “arquive-se”, e sim conclui que não há nada para arquivar. Esse discurso, segundo Cardozo, leva ao entendimento de que não há indicativo contra a presidenta. “Aliás, ainda que assim não fosse, é certo que, nos termos da Constituição Federal, 'o Presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos aos exercícios de suas funções'”, disse Cardozo ao citar o ministro do STF.

                Cardozo considerou “absolutamente inverossímil” a possibilidade de o governo ter interferido e influenciado depoimentos prestados nos acordos de delação premiada, firmados com o Ministério Público. Além disso, afirmou que o governo não tem participação “na abertura de investigações em relação a pessoas com foro privilegiado, em decorrência da Operação Lava Jato”.

                “Imaginar que o governo possa ter algum tipo de interferência para proteger aliados ou para punir quem quer que seja é algo que não se sustenta pela mera análise fática e da realidade institucional que o Brasil tem hoje”, disse referindo-se à autonomia de instituições como Polícia Federal e Ministério Público (MP). “É incorreto imaginar que o governo tenha influenciado, tenha colocado palavras na boca de pessoas que prestaram depoimentos na presença de membros do MP, da força-tarefa que está lá no estado do Paraná coletando informações”, completou Cardozo.

                Na sexta-feira (6), o Supremo Tribunal Federal (STF), divulgou a lista com os nomes de políticos sobre os quais o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu abertura de inquérito no caso da Operação Lava Jato. Entre eles, estão os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O ministro Teori Zavascki, relator do caso no STF, deferiu 21 pedidos de abertura de inquérito.

                 

                Agência Brasil

                 

                Mostra Múltiplo Leminski reúne mais de mil objetos do artista

                 

                Camila Boehm - Repórter da Agência Brasil Edição: Beto Coura

                Exposição Múltiplo Leminski é atração em São Paulo

                Exposição Múltiplo Leminski é atração em São PauloCosta Neto/Divulgação Caixa Cultural SP - Todos direitos Reservados

                A exposição Múltiplo Leminski, aberta neste sábado (7), em São Paulo, reúne mais de mil objetos que retratam a vida e a obra de Paulo Leminski (1944-1989). O acervo, catalogado após anos de pesquisa, revela a multiplicidade do artista, que, além de músico e compositor, era poeta, romancista, tradutor, ensaísta e judoca.

                A exposição passou por cinco cidades, começando por sua cidade natal, Curitiba, onde recebeu mais de 330 mil pessoas. Na Caixa Cultural São Paulo, até 3 de maio, a montagem destaca a relação do poeta com a capital paulista. A curadoria é feita por Alice Ruiz, casada por 20 anos com o artista, e das filhas, Aurea Leminski e Estrela Ruiz Leminski.

                Os objetos da exposição fazem parte do acervo da família do artista. Os visitantes podem conhecer a máquina de escrever, livros escritos e traduzidos por ele; obras que faziam parte da biblioteca particular, cadernos e recortes de jornais; entrevistas, cartas, poesias escritas em guardanapos, além de originais manuscritos e datilografados e histórias em quadrinhos.

                A escrivaninha original, onde ele produziu grande parte de suas obras durante dez anos, é uma novidade nesta montagem. O móvel passou a integrar o espaço que reproduz o escritório do artista. Aurea Leminski contou que a família tem um acervo amplo e, a cada montagem, novos elementos são apresentados.

                A Exposição Múltiplo Leminski apresenta mais de mil objetos do escritor

                A Exposição Múltiplo Leminski apresenta mais de mil objetos do escritorJosé Vieira/Divulgação Caixa Cultural SP - Todos direitos Reservados

                “Quando vamos [expor], garimpamos o acervo dele, buscamos coisas que possam acrescentar, para a exposição estar sempre viva”, disse. “Em cada uma das montagens, fazemos uma interação da obra dele com a cidade. Em Salvador, o enfoque maior foi na música. Em São Paulo, é a poesia concreta”, explicou a curadora.

                Na capital paulista, Leminski estudou no Colégio do Mosteiro de São Bento, foi amigo dos poetas Augusto de Campos, Haroldo de Campos e Décio Pignatari. Eles passaram a influenciar a obra do escritor quando ele tinha 19 anos. Na cidade, Leminski tinha grandes parceiros na música, como Itamar Assumpção e José Miguel Wisnik.

                O acervo apresenta painéis e vitrines e é dividido em temas, como Linha da Vida e Obra, Poesia, Música, Prosa, HQs, Haikaista e Judoca e Jornalista.

                Há um espaço infantojuvenil, que apresenta referências sobre dois livros escritos para as crianças: Guerra dentro da gente e Lua no cinema. Além disso, elas terão acesso às músicas de Pirlimpimpim, um disco gravado por Guilherme Arantes, com músicas dele e letras de Leminski.

                 

                Agência Brasil

                 

                Na política, mulheres também lutam pela igualdade de gênero - Crédito: Montagem sobre fotos de Bruna Cabrera

                Mulheres lutam pela igualdade na política

                Dia Internacional da Mulher é oportunidade para refletir sobre discriminação

                  Polícia

                  Dupla é presa ao arrombar banco em Santo Antônio da Patrulha

                   

                  “Dilma não será investigada porque não há indícios contra ela”

                    Deputados do PP-RS teriam mesada em esquema de corrupção

                     

                    Secretaria usa "multa moral" no Rio para resolver pequenas infrações de trânsito

                     

                    Isabela Vieira - Repórter da Agência Brasil Edição: Talita Cavalcante

                    A secretaria municipal de Ordem Pública começa a aplicar no Rio a chamada multa moral, um modelo de advertência educacional inspirado nas ações de cidadania realizadas em Bogotá, na Colômbia (Tânia Rêgo/Agência Brasil)

                    A secretaria municipal de Ordem Pública começa a aplicar no Rio a chamada multa moral, um modelo de advertência educacional inspirado nas ações de cidadania realizadas em Bogotá, na ColômbiaTânia Rêgo/Agência Brasil

                    Já pensou que tomar uma bronca em público pode ajudar a melhorar o trânsito? É nisso que aposta a prefeitura do Rio de Janeiro. A partir de hoje (7), inspirada em uma medida adotada em Bogotá, na Colômbia, fiscais da Secretaria de Ordem Pública, responsáveis por organizar o tráfego de veículos, passaram a aplicar a chamada "multa moral".

                    De acordo com o subsecretário de Ordem Pública, Marcelo Maywald, a ideia é fazer uma abordagem educativa, esclarecendo o motorista sobre o impacto de pequenas infrações no trânsito. “A segunda maior reclamação na prefeitura é o estacionamento irregular. São carros parados na calçada, em rampa de deficiente, em faixa de pedestre e na vaga de idoso. Então, estamos fazendo esse trabalho educativo para tentar mudar. O fiscal procura o condutor, aborda e conversa sobre a consciência no trânsito e respeito ao próximo”, disse, ao acrescentar que a medida não substitui a multa em dinheiro.

                    A primeira fiscalização feita pela equipe da "multa moral" ocorreu no centro da cidade, onde o Corcel 2 do comerciante Evandro Simões foi encontrado parado em uma vaga reservada a idosos. Os fiscais da secretaria encontraram o motorista, pediram para ele não repetir o ato e aplicaram adesivos da "multa moral" no carro dele. Envergonhado, Evandro, desculpou-se e retirou o carro da vaga proibida.

                    “Para mim, essa abordagem não foi boa, fui logo o primeiro”, brincou. “Mas eles foram amigáveis, às vezes, [os fiscais] chegam multando tudo. Melhor assim”, completou. Ele justificou que costuma parar naquela vaga específica para retirar mercadorias do carro. “Vou tirar o carro agora, tem que obedecer a lei, não é?”

                    Em geral, segundo o subsecretário, os motoristas alegam que pararam rapidinho em áreas proibidas, se desculpam e prometem não repetir a prática. “Estamos dando uma chance aos motoristas de evitar que equipes [da guarda municipal que] aplicam a multa de verdade, em dinheiro, fazerem o mesmo flagrante”, explicou. Maywald frisa que outras equipes continuam nas ruas aplicando as penas pecuniárias.

                    Novidade no Rio, a “multa moral”, no entanto, divide opiniões. Pessoas que assistiram à abordagem acreditam que a multa em dinheiro funciona. “O pessoal só sente quando dói no bolso”, disse o vendedor de plástico Fernando Freitas. “Os motoristas fizeram autoescola, já sabem muito bem que é errado e o que é certo, agora, tem ter multa.”

                    A “multa moral” foi uma das medidas adotadas pelo prefeito de Bogotá Antanas Mokus, na década de 1990, para regenerar a cidade, que já foi uma das mais violentas do mundo. Ele também substituiu guardas de trânsito por mímicos, parte de uma política de educação no trânsito e cultura cidadã, que transformou a capital colombiana.

                     

                    Agência Brasil

                    O MST preparado para a Guerra

                     

                    Enviado em 8 de mar de 2015

                    Assessorado é treinado dentro do Brasil por Cubanos/Venezuelanos devidamente organizados e autorizados pelo Governo Petista....Assista o vídeo e tire suas próprias conclusões ... Já estamos em plena luta para a implantação do Comunismo Bolivariano Cubano em nosso país e os órgãos de imprensa não divulgam.... Acorda Brasil se esperarmos 2018 acontecerá como na Venezuela poderá ser tarde demais.

                     

                    VAMOS À GUERRA!

                    Nos conflitos da humanidade, historicamente, a pior e mais sangrenta guerra é aquela entre irmãos. Ela deixa marcas indeléveis que impactam as populações dos países onde ocorre. A Guerra da Secessão nos Estados Unidos e a Guerra Civil Espanhola bem demonstram os reflexos desses conflitos até os nossos dias. Em nosso país as lutas fratricidas das décadas de  60 e 70 deixaram sequelas que impedem uma efetiva reconciliação e que ainda perturbam o atual cenário político.

                    Em manifestações sindicalistas na cidade do Rio de Janeiro o brado de "Vamos à guerra!" foi ouvido. O seu autor foi o ex-presidente Lula e para muitos um ato surpreendente e irresponsável para quem conduziu os destinos deste país por oito anos. De alto e bom som o ex-presidente pregou a necessidade de um posicionamento agressivo para salvar a nossa maior empresa  — a Petrobras —  que estaria sendo predatoriamente destruída por segmentos políticos oposicionistas. Acresceu ainda em suas palavras os costumeiros e preferidos chavões das esquerdas brasileiras, quanto a um possível golpe institucional em andamento e conduzido pelas "zelites”. Para se equiparar ao seu irmão Maduro, da Venezuela, faltou somente criticar o "Satã do Norte”, os americanos.

                    Nessa sua defesa ele empenharia o "exército do Stédile", os integrantes do Movimento dos Sem Terra (MST) que, com manifestações em todo o país, poderiam até desestabilizar as instituições democráticas. As duas afirmativas do ex-presidente mais parecem um conto interminável dos que nos governam há mais de doze anos, ou uma fábula surgida de suas férteis imaginações. O povo brasileiro não quer a destruição da Petrobras, um símbolo nacional. Ao contrário, quer que todos corruptos que se apossaram da empresa no seu governo e da sua afilhada  — a presidente Dilma —  sejam julgados e condenados.

                    Não é compreensível  que essas duas lideranças políticas não tenham tido conhecimento dos graves problemas que existiam na empresa. Os órgãos governamentais que lhes poderiam assessorar ou informar a respeito falharam em suas missões ou não foram ouvidos. O “Eu não sabia!”, a costumeira declaração desses mandatários  já se tornou um bordão, e é motivo de ironias e piadas nas redes sociais.

                    A segunda proposta do ex-presidente  — infeliz e semelhante às de agitadores de rua —  é para incendiar o país com o "exercito do Stedile" em defesa da Petrobras e da democracia. Não se sabe se é a democracia vigente ou a democracia totalitária preconizada pelo "Fórum de São Paulo". É uma proposta no mínimo preocupante. O MST  não é somente um movimento sindical que luta pela reforma agrária, a sua permanente fachada. Mas, ao se ler os seus manuais doutrinários, confirmados pelas palavras de seus líderes, conclui-se que o seu objetivo maior é a conquista do poder, se necessário com o uso da força. A revolução e o regime cubanos são os exemplos a serem seguido por esse movimento.

                    A recente visita dos líderes dos “campesinos venezuelanos”, ligados ao governo de Nicolas Maduro, bem identifica a postura ideológica das duas organizações, com uma marcante diferença. Os "campesinos” possuem armamentos e são considerados o braço armado do governo venezuelano. O MST, até onde se sabe, não possui armamentos letais.

                    Em todos os governos da Nova República, as Forças Armadas, particularmente o Exército, foram empregadas em missões de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). São missões que envolvem riscos significativos como as da força de pacificação nas favelas cariocas e greves de policias militares. Elas se caracterizam como uma medida adotada para se evitar um descrédito e aviltamento dos órgãos governamentais, principalmente dos Estados. Ano a ano este emprego vem crescendo, não só em números de ações, mas, também na sua vigência, caracterizando-se como se diz no jargão militar, a “ultima ratio regis", expressão latina que evoca o derradeiro argumento dos governantes.

                    Manifestações de movimentos sociais  — tais como as de cunho radical ocorridas em meados de 2013 e agora essa convocação do "exército de Stedile” —  são verdadeiros fomentos para um real embate de forças e não de ideias. Iniciada por essa nova visão sectária do ex-presidente Lula, uma confrontação em um ambiente conturbado  e acéfalo pelo qual passa o Brasil, sem dúvida, poderá nos conduzir a situações extremas. Novamente as Forças Armadas serão chamadas a intervir e não poderão deixar de cumprir o que preconiza o artigo 142 da Constituição Federal.

                    Os novos comandantes das Forças, que gozam de alto conceito entre seus pares e subordinados, certamente, não se calarão como seus antecessores que adotaram uma postura de silêncio obsequioso. Ela nos impingiu a ignominiosa acusação a chefes militares, como Castelo Branco, Eduardo Gomes, Maximiano e tantos outros, que tiveram suas vidas de integridade e honradez enxovalhadas pela Comissão Nacional da Verdade. Não houve sequer uma nota de repúdio desses antigos comandantes.

                    As Forças Armadas fazem parte da sociedade brasileira que lhe concedeu o maior índice de credibilidade entre nossas instituições,  inclusive superior às religiosas. Elas não podem ser alijadas das grandes decisões nacionais. As suas análises, estudos e pareceres deverão ser obrigatoriamente ouvidos e considerados. Quem quer o seu silêncio são as instituições comprometidas com ideologias retrógradas e objetivos nebulosos como o Fórum de São Paulo. Esta participação não é um ato de indisciplina nem de arroubos golpistas. É um ato democrático de quem preza sobremaneira a paz e ordem.

                    Entretanto, vale um alerta. Riscos ao nosso sistema democrático vigente, mesmo aqueles de caráter sub-reptício, vindos de partidos políticos ou de quaisquer outras organizações, serão combatidos. Com base em nossa experiência e sem sermos presunçosos, reafirmamos que nossas Forças Armadas estarão à frente daqueles que enfrentarem as ameaças sem pronunciar bravatas, como essa abominável "VAMOS À GUERRA"!

                    Gen Ex R/1 Rômulo Bini Pereira

                    Ex-Chefe EM/ Min Def

                     

                    O ESTADO DE SÃO PAULO PUBLICOU NA EDIÇÃO DE- 07 MAR- O ARTIGO " VAMOS À GUERRA"( www.estadao.com.br----opinião)UMA VISÃO DO QUE

                                REPRESENTA O NOSSO PENSAMENTO SOBRE MANIFESTAÇÕES SINDICAIS NO RIO COM A PRESENÇA DO LULA.

                     

                     

                    Considerações interessantes… (Email recebido aqui no RS Notícias)

                     

                    Repasso as considerações abaixo para conhecimento e reflexão...

                    Leiam também um documento histórico da lavra do Gen Castello Branco, quando era Chefe do Estado-Maior do Exército Brasileiro...

                    Serrazes

                    Eu irei dia 15 de março ... Vou fazer parte da luta pela garantia dos direitos individuais e da liberdade ...

                    A História não se repete, mas ensina que cenários semelhantes, mesmo em episódios distintos e distantes no tempo e no espaço, tendem a desfechos análogos, para o bem ou para o mal, se as lideranças seguirem ou não princípios estratégicos que a experiência consagrou como decisivos.

                    Em 1964, a aliança comuno-sindicalista iniciou a escalada para o seu golpe de Estado marcando um comício num 13 de março, uma sexta-feira, à semelhança do que fez o PT, marcando manifestações para 13 de março de 2015, também uma sexta-feira.

                    Em 1964, a resposta foi a primeira Grande Marcha da Família com Deus pela Liberdade, em 19 de março.

                    Em 2015, a resposta será o Movimento Cívico de 15 de Março, cuja única diferença é o dia, pois o cenário de risco de perda de liberdade com a implantação de uma ditadura socialista-bolivariana é igual, com algumas evoluções naturais. Se há 50 anos havia o PCB "fantoche" de Moscou, hoje há o PT vassalo do Foro de São Paulo.

                    Sem desrespeitar as leis, a Constituição e as Instituições, a Nação terá que mostrar se quer mesmo ser uma democracia.

                    Circular reservada do Chefe de Estado-Maior do Exército, Castello Branco (20 de março de 1964)

                    “Ministério da Guerra -Estado-Maior do Exército

                    Rio, 20 de março de 1964

                    Do Gen. Ex Humberto de Alencar Castello Branco, Chefe do Estado-Maior do Exército

                    Aos Exmos Generais e demais militares do Estado-Maior do Exército e das organizações subordinadas

                    Compreendendo a intranquilidade e as indagações de meus subordinados nos dias subsequentes ao comício de 13 do corrente mês. Sei que não se expressam somente no Estado-Maior do Exército e nos setores que lhe são dependentes, mas também na tropa, nas demais organizações e nas duas outras corporações militares. Delas participo e elas já foram motivo de uma conferência minha com o Excelentíssimo Senhor Ministro da Guerra.

                    São evidentes duas ameaças: o advento de uma constituinte como caminho para a consecução das reformas de base e o desencadeamento em maior escala de agitações generalizadas do ilegal poder do CGT. [QUALQUER SEMELHANÇA COM REFORMA PRETENDIDA PELO E COM O MST OU QUALQUER TROPÍLIA DE CHOQUE petista NÃO É MERA COINCIDÊNCIA] As Forças Armadas são invocadas em apoio a tais propósitos.

                    Para o entendimento do assunto, há necessidade de algumas considerações preliminares.

                    Os meios militares nacionais e permanentes não são propriamente para defender programas de Governo, muito menos a sua propaganda, mas para garantir os poderes constitucionais, o seu funcionamento e a aplicação da lei.

                    Não estão instituídos para declararem solidariedade a este ou àquele poder. Se lhes fosse permitida a faculdade de solidarizarem-se com programas, movimentos políticos ou detentores de altos cargos, haveria, necessariamente, o direito de também se oporem a uns e a outros.

                    Relativamente à doutrina que admite o seu emprego como força de pressão contra um dos poderes, é lógico que também seria admissível voltá-la contra qualquer um deles.

                    Não sendo milícia, as Forças Armadas não são armas para empreendimentos antidemocráticos. Destinam-se a garantir os poderes constitucionais e a sua coexistência.

                    A ambicionada constituinte é um objetivo revolucionário pela violência com o fechamento do atual Congresso e a instituição de uma ditadura.

                    A insurreição é um recurso legítimo de um povo. Pode-se perguntar: o povo brasileiro está pedindo ditadura militar ou civil e constituinte? Parece que ainda não.

                    Entrarem as Forças Armadas numa revolução para entregar o Brasil a um grupo que quer dominá-lo para mandar e desmandar e mesmo para gozar o poder? Para garantir a plenitude do grupamento pseudo-sindical, cuja cúpula vive na agitação subversiva cada vez mais onerosa aos cofres públicos? Para talvez submeter à Nação ao comunismo de Moscou? Isto, sim, é que seria antipátria, antinação e antipovo.

                    Não. As Forças Armadas não podem atraiçoar o Brasil. Defender privilégios de classes ricas está na mesma linha antidemocrática de servir a ditaduras fascistas ou síndico-comunistas.

                    O CGT anuncia que vai promover a paralisação do País no quadro do esquema revolucionário. Estará configurada provavelmente uma calamidade pública. E há quem deseje que as Forças Armadas fiquem omissas ou caudatárias do comando da subversão. [QUALQUER SEMELHANÇA COM  A PROCLAMAÇÃO DE LULA AO MST NÃO É MERA COINCIDÊNCIA]

                    Parece que nem uma coisa nem outra. E, sim, garantir a aplicação da lei, que não permite, por ilegal, movimento de tamanha gravidade para a vida da nação.

                    Tratei da situação política somente para caracterizar a nossa conduta militar. Os quadros das Forças Armadas têm tido um comportamento, além de legal, de elevada compreensão em face das dificuldades e desvios próprios do estágio atual da evolução do Brasil. E mantidos, como é de seu dever, fieis à vida profissional, à sua destinação e com continuado respeito a seus chefes e à autoridade do Presidente da República.

                    É preciso aí perseverar, sempre "dentro dos limites da lei". Estar prontos para a defesa da legalidade, a saber, pelo funcionamento integral dos três Poderes constitucionais e pela aplicação das leis, inclusive as que asseguram o processo eleitoral, e contra a revolução para a ditadura e a Constituinte, contra a calamidade pública, a ser promovida pelo CGT, [LEIA-SE MST OU QUALQUER TROPÍLIA petista] e contra o desvirtuamento do papel histórico das Forças Armadas. O Excelentíssimo Senhor Ministro da Guerra tem declarado que assegurará o respeito ao Congresso, às eleições e à posse do candidato eleito. E já declarou também que não haverá documentos dos ministros militares de pressão sobre o Congresso Nacional.

                    É o que eu tenho a dizer em consideração à intranquilidade e indagações oriundas da atual situação política e a respeito da decorrente conduta militar.

                    General-de-Exército Humberto de Alencar Castello Branco, Chefe do Estado-Maior do Exército”.

                     

                    FOI COMANDANTE DO "CC" DO ATUAL COMANDANTE DO EXÉRCITO (E-mail recebido aqui no RS Notícias)

                     

                    EU PAI... MEU EXEMPLO !

                    PARTICIPOU DA REVOLUÇÃO DE 1964 COMO MAJOR, NA DEFESA DO PALÁCIO GUANABARA.

                    FOI COMANDANTE DO "CC" DO ATUAL COMANDANTE DO EXÉRCITO

                     

                     

                    FOI COMANDANTE DO CC DO ATUAL COMANDANTE DO EXÉRCITO (E-mail recebido aqui no RS Notícias) - www.rsnoticias.net

                     

                    Saudades de um Exército sem limitações de soberania

                    "19 de abril, saudades do "Meu Exército"...
                    A primeira imagem que fiz do exército da Pátria me foi estampada pelo meu pai, ex-combatente da FEB. O homem espargia, como a esmagadora maioria dos brasileiros que atravessaram o Atlântico para lutar na Europa, o sentimento de fé quanto ao destino de grandeza do País. A oficialidade crendo, acreditando mesmo que, na segunda metade do século, o Brasil evoluiria de uma potência continental para outra do porte de uma França ou de uma Inglaterra,
                    com poder militar compatível para manter sua soberania plena e seus recursos naturais, sem temer ameaças de quem quer que fosse.

                    Ainda me lembro, parece que estou vendo, o comandante da AMAN, o subcomandante da Academia e o comandante do Corpo de Cadetes, todos veteranos da campanha da Itália: jamais passou pela cabeça desses chefes que os profissionais formados na atualidade estariam tão fragilizados ante o grau das ameaças que se delineiam de forma solerte e rasteira nos horizontes de nossa região norte. Lembro-me do semblante iluminado, cadetes e oficiais naquela época tinham fé na vontade política que dominava os chefes da nação de cortar as amarras que viesse a inviabilizar nosso porvir altivo, sem limitações de soberania.
                    Muito mais para trás ficou ainda um tempo, como o vivido pelo Marechal Floriano Peixoto que, ao ser indagado pelos cônsules sobre como seriam recebidas forças de seus países para proteção de compatriotas durante a revolta da armada, pode responder “à bala”! A partir de 1998, quando da adesão ao TNP, uma indagação neste teor, por certo, não terá resposta tão contundente. Quando muito se poderá dizer “com arco e flechas”, se comparados nossos trabucos com o armamento convencional de última geração de oponentes já confessos.
                    Isto, lamentavelmente, é o que estamos vivenciando hoje. Agora admitimos inibições de poder que não permitem, não garantem as condições para que na terra brasileira possa viver um povo altivo e orgulhoso. Estamos sendo desrespeitados mesmo quando procuramos viabilizar a paz. É de se imaginar, se não somos considerados, o que acontecerá conosco em caso de guerra. E pensar que no governo do General Ernesto Geisel se denunciou o acordo militar de armamentos com o EUA, confiantes que estávamos em uma novel indústria de material bélico, embalados pela aspiração de, mais dia menos dia, não dependermos da sua compra nos mercados das potencias nucleares lotadas no Conselho de Segurança da ONU.
                    A motivação profissional do militar, não há como fugir a este desiderato, está intrinsecamente vinculada ao imaginário de uma soberania plena. A prova disto está na realidade vivida no âmbito dos exércitos das nações que compunham a antiga cortina de ferro. Suas indústrias, seus projetos com fins militares só teriam lugar se permitidos pela Rússia, sem que esta abrisse mão do monitoramento detalhado de suas fases e da posterior experimentação. Hoje, sem estas mordaças, é incomparável o “espírito de corpo” presente que os impulsiona. Superada está a “apatia letárgica” que os inibia até pouco tempo atrás.
                    O estado brasileiro tem o dever de fazer resgatar a expectativa de grandeza, de altivez, o porvir de soberania plena que já existiu para seus filhos. Para aqueles que usam farda, então, é vital que o estado não admita concessões estratégicas, sendo deste a obrigação de proporcionar meios de combate compatíveis, não para que seus soldados lutem, mas, tão somente, para que o inimigo desista de lutar.
                    Por: Paulo Ricardo da Rocha Paiva - Coronel de Infantaria e Estado-Maior.


                    PS: No dia 29 de março de 2012, decididamente, quando vi, entre outros companheiros, a figura imponente e impassível do Coronel Amerino Raposo, veterano da "FEB”, exposta à sanha dos comuno-petistas, sem nenhum apoio do uniforme verde-oliva, passei a sentir mais saudades ainda daquele que fora o "MEU EXÉRCITO"...
                    Fonte: A Verdade Sufocada

                     

                     

                  • EXÉRCITO IGNORA MPF E SE SUJEITA A AÇÃO JUDICIAL

                    RELUTÂNCIA DO EXÉRCITO EM E RESPONDER AO MPF E CASSAR MEDALHA DE MENSALEIROS COMO JOSÉ GENOINO (FOTO) DEVE RENDER AÇÃO JUDICIAL

                    Publicado: 16 de janeiro de 2015 às 0:43 - Atualizado às 21:19

                    Por: Redação

                    General Enzo Peri

                    Ex-comandante do Exército, general Enzo Peri.

                    A relutância do Comando do Exército em cassar as condecorações dos mensaleiros condenados por corrupção, como José Genoino, como determina o decreto 4.207/02, pode parar na Justiça. Milicos ignoraram a interpelação da procuradora da República Eliana Pires Rocha, cobrando explicações pelo fato de as condecorações dos mensaleiros não terem sido cassadas automaticamente, como determina a Lei.

                    O prazo do Exército para responder ao ofício do MPF, encaminhado em 16 de dezembro, terminou ontem sem qualquer satisfação.

                    A Procuradoria da República do DF explica haver uma tolerância antes de uma ação judicial, mas a procuradora é quem decidirá o prazo.

                    O general Enzo Peri não cumpriu o decreto com medo de desagradar Dilma. E passou a bola ao substituto, general Eduardo Villas Bôas.

                    Enzo Peri ignorou a interpelação encaminhada a ele, por isso o ex-comandante do Exército pode responder até por prevaricação. Leia na Coluna Cláudio Humberto

                  • Estudo relaciona consumo de café a artérias mais limpas

                    "Começamos a sexta-feira com boas notícias!<br />Estudo relaciona consumo de café a artérias mais limpas  ☕☕☕<br />Leia: http://zhora.co/1Bah2iw"

                    Zero Hora


                    Estudo relaciona consumo de café a artérias mais limpas
                    Leia: http://zhora.co/1Bah2iw