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Apartamentos de 2 e 3 dormitórios com suíte.Alto Padrão construtivo.1 ou 2 vagas de estacionamento.2 elevadores.PlaygroundQuiosques com churrasqueira.Piscinas adulto e infantil.
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Apartamento
Estágio da obra: Em construção
Previsão de entrega: Dezembro de 2.013
Segmento
Residencial
Bairro
Agronomia
Cidade
Porto Alegre
Construtora
Motta Bortolotto
Lançamento
Jul / 2010
Conclusão
Jul / 2013
APTO 2 dormitórios living, sala de jantar, cozinha, área serviço com espera para máquina, água quente, esquadrias em ALUMÍNIO - 1 vaga de garagem - Escriturado - Imediações: UFRGS - construção em: 2011 - 57 m2 de área privativa, - 67 m2 de área total, - Em Construção - Edificio fachada em plaq/pintura, jardim, gradil, piscina, playground, Fitness Center, salão de festas, churrasqueira, quiosque, portaria 24h, zelador. - 6 unidades por andar Salão de festas c/ churrasqueira,3 quiosques c/ churrasqueira,Piscina adulto e infantil,Playground,Fitness,Espaço kids,Bicicletário.
Área
Tipo
Vagas
Dormitórios
Entrega
Valor
Planta
71,22m²
Apartamento
1
3
29/07/2013
R$ 317.000
56,24m²
Apartamento
1
2
29/07/2013
R$ 282.800
Possibilidade de ganhos maiores e maior flexibilidade de horários tem levado moradores das favelas brasileiras a montar o próprio negócio. De cada 10 moradores das favelas do país, 4 têm vontade de empreender e 55% pretendem abrir um negócio próprio nos próximos três anos.
Os dados constam de uma nova pesquisa feita pelo instituto Data Favela para o Sebrae e que será apresentada nesta terça-feira (3) em São Paulo, durante o 2º Fórum Nova Favela Brasileira.
O Data Favela é uma parceria do Data Popular com a CUFA (Central Única das Favelas).
O volume de pessoas com intenção de empreender nas favelas é quase o dobro do que na população em geral (23%).
Para o presidente do Data Popular, Renato Meirelles, a pesquisa mostra que o perfil do empreendedor da favela mudou. Se antes a maioria empreendia por necessidade, hoje apenas um terço do que pensam em empreender têm essa motivação. Dois terços querem abrir o próprio negócio por oportunidade."Hoje empreender é a chance de o trabalhador da favela conseguir ganhar mais dinheiro. Ele sabe que tem um teto de crescimento com carteira assinada, devido à baixa escolaridade", diz Meirelles.
Ainda segundo o Data Favela, o número de moradores em idade economicamente ativa nas favelas com carteira assinada aumentou de 47% em 2013 para 53% este ano. "A maior parte daqueles que querem empreender tem carteira assinada."
Quando se analisa as motivações das mulheres com intenção de empreender, uma outra motivação entra na equação: a possibilidade de ter horários flexíveis para conciliar as demandas do trabalho com as da família.
A grande maioria dos moradores de favela com intenção de empreender planeja montar um negócio dentro da favela (63%). O negócio de maior interesse é abrir uma loja de roupa (opção de 20%), seguida de salões de beleza (13%).
"Se é verdade que o emprego formal fez a favela chegar onde chegou, é o empreendedorismo que vai levar a favela adiante", diz Meirelles.
Segundo o Data Favela, 12,3 milhões de pessoas vivem em favelas em todo o país, movimentando uma economia de R$ 68,6 bilhões.
PERFIL
A pesquisa também revela que a maioria daqueles que pretendem empreender (56%) pertence à da classe C, 38% são da classe baixa e 7% da classe alta.
A maioria (51%) dos futuros empreendedores tem mais de 25 anos e é casada, sendo que 49% são homens e 51%, mulheres. A maioria (73%) é negra ou parda.
PESQUISA
O instituto Data Favela entrevistou 2 mil moradores de favelas em fevereiro. Foram entrevistados moradores de 63 favelas, localizadas em nove regiões metropolitanas e mais o Distrito Federal (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Curitiba, Porto Alegre e Brasília).
Fonte: Folha Online - 03/03/2015 e Endividado
Brasil recebe casal de ararinhas-azuis da Alemanha. Nascidas de uma fêmea brasileira, que foi levada ao país europeu para reprodução, as ararinhas foram batizadas de Carla e TiagoACTP/Divulgação
Um casal de ararinhas-azuis, espécie considerada extinta na natureza, chegou hoje (3) de manhã ao Brasil. Nascidas na Alemanha, as ararinhas, batizadas de Carla e Tiago, são filhas de uma fêmea brasileira e devem ajudar a aumentar a população dos pássaros dessa espécie, no Brasil.
De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, atualmente existem apenas 11 animais da espécie no país, todas vivendo em um criadouro no interior de São Paulo.
A iniciativa é uma parceria do governo brasileiro com a Agência Federal Alemã de Conservação da Natureza. A chegada das ararinhas ao país serviu para marcar o Dia Mundial da Vida Selvagem. Entre outros objetivos, a data promove a cooperação entre países para preservar espécies.
“Hoje é um dia emocionante para a conservação da biodiversidade do Brasil. É um dia ímpar dos esforços técnico-científicos. Viabilizamos o retorno da espécie símbolo do Brasil. Que, no futuro, ela possa ser colocada na natureza”, acrescentou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
Os animais desembarcaram no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Em seguida, foram levados para um quaternário oficial do Ministério da Agricultura, onde permaneceram em observação por 15 dias. O próximo destino do casal será um criadouro científico da fauna silvestre para fins de conservação, no interior paulista.
“Nós temos fêmeas precisando de machos. Levamos para a Alemanha, fizemos todo o trabalho de reprodução e agora estamos trazendo Tiago e Carla de volta ao Brasil”, explicou a ministra.
Segundo ela, o objetivo é devolvê-los à natureza assim que o país atingir 150 animais da espécie. “A meta é, até 2020, estarmos testando e viabilizando a reinserção dessas espécies na natureza”, ressaltou Izabella Teixeira.
O habitat natural da ararinha-azul é a Caatinga, na área do município de Curuçá, no norte da Bahia. As aves só começam a se reproduzir após quatro anos de vida, quando entram na fase adulta. Somente cinco animais nascem a cada 12 meses.
Conforme a ministra, desde 2000 a espécie não é mais encontrada na natureza. Em razão disso, há uma cooperação entre o Brasil, o Catar e a Alemanha para viabilizar a reprodução dos animais em cativeiro.
Austrália mata centenas de coalas que passavam fome
zhora.co
Publicado em 3 de mar de 2015
Um raro tubarão-duende, espécie de animal pré-histórico apelidado como o ‘alienígena das profundezas’, foi capturado na costa da Austrália e vai ficar exposto em um museu do país.
Crédito: AFP
O TRF (Tribunal Regional Federal) da 2ª Região (Rio e Espírito Santo) suspendeu, nesta terça-feira (3), todos os processos contra o empresário Eike Batista exceto o que diz respeito à apreensão de seus bens. Eles ficam parados até que o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) decida sobre o caso.
Além de paralisar os processos de Eike Batista, os desembargadores da segunda turma do TRF decidiram ainda, por unanimidade, afastar o juiz Flavio Roberto de Souza de todos os processos contra o empresário, anulando assim suas decisões sobre o caso.
O juiz foi flagrado na terça (24), dirigindo o Porsche do empresário havia sido apreendido. À Folha ele disse que a atitude é normal.
Apenas os bloqueios de bens de Eike Batista estão mantidos pela Justiça. Assim que for decidido qual juiz atuará neste processo é que será definido se os bloqueios serão suspensos.
"A decisão não dá ao réu, Eike Batista, o caráter de mártir, herói ou inocente por antecipação", explicou o desembargador Mesoud Azulay Neto, relator do caso.
A discussão agora é sobre qual juiz e em qual vara será julgado o processo do empresário. A dúvida dos desembargadores do Rio surgiu após a corregedora Nancy Andrighi decidir, nesta segunda (2) que o processo de Eike Batista fosse retirado da 3ª Vara Federal Criminal. O processo foi distribuído para a 10ª Vara que não tem competência para julgar crimes de lavagem de dinheiro.
O CNJ realiza sessão nesta tarde de terça e deve definir como será a distribuição deste caso. No Rio há quatro varas especializadas para julgar casos de lavagem de dinheiro e o processo só pode ficar em alguma delas, incluindo a 3ª Vara, onde ele já está.
Caso o processo não fique em alguma dessas varas, algum dos envolvidos neste caso pode pedir a anulação das acusações contra Eike Batista.
O empresário é acusado de manipulação de mercado e de obter informações privilegiadas com a venda de ações.
"Ele (juiz Flavio Roberto de Souza) não pode atuar no processo. Sempre defendemos um juiz isento. Agora vamos esperar a decisão do CNJ para avaliar as medidas que iremos tomar sobre o processo e os bens", disse o advogado Sergio Bermudes, que defende Eike Batista.
Fonte: Folha Online - 03/03/2015 e Endividado
Charge do Paixão
Desde 2002, houve pelo menos 157 alterações em contratos feitos por pressão das empreiteiras investigadas na Operação Lava-Jato. Por influência delas, a Petrobras – administrando contra seus cofres - fez revisões contratuais durante mais de dez anos, adotando, entre outras, cláusulas que a obrigavam a pagar indenizações em casos de chuvas que causassem a demora na conclusão das obras.
A regra causou prejuízos milionários, como no Comperj, onde as consorciadas Andrade Gutierrez, Odebrecht e Queiroz Galvão receberam R$ 404 milhões a mais.
A cláusula ainda foi usada na Refinaria Abreu e Lima. E Lula e Dilma não sabiam.
O pagamento de propina a agentes públicos não era o único mecanismo de atuação do cartel investigado pela Operação Lava-Jato. Documentos revelados anteontem (1º) pelo jornal O Globo mostram que o grupo conseguiu interferir diretamente em procedimentos internos da Petrobras, causando prejuízos milionários à estatal por meio da Associação Brasileira de Engenharia Industrial (Abemi), entidade que teve como presidente o líder do "clube das empreiteiras", Ricardo Pessoa, entre 2004 e 2008.
A matéria do jornal carioca é assinada pelos jornalistas Thiago Herdy, Renato Onofre e Mariana Sanchez.
Desde 2002, houve pelo menos 157 alterações em contratos feitos por pressão das empreiteiras investigadas na Operação Lava-Jato. Por influência delas, a Petrobras – administrando contra seus cofres - fez revisões contratuais durante mais de dez anos, adotando, entre outras, cláusulas que a obrigavam a pagar indenizações em casos de chuvas que causassem a demora na conclusão das obras.
A regra causou prejuízos milionários, como no Comperj, onde as consorciadas Andrade Gutierrez, Odebrecht e Queiroz Galvão receberam R$ 404 milhões a mais. A cláusula ainda foi usada na Refinaria Abreu e Lima. E Lula e Dilma não sabiam.
Em grupo de trabalho com participação da Petrobras, a associação produziu, desde 2002, pelo menos 157 procedimentos e comunicados com revisão de regras de contratação. Hoje, os próprios funcionários da Petrobras admitem que grande parte foi lesiva à estatal.
Comunicado produzido por Abemi e Petrobras, em dezembro de 2007, instituiu, por exemplo, procedimento para pagamento de indenização por chuvas ou descarga elétrica, fazendo com que a estatal assumisse automaticamente o risco do empreendimento.
Dentre os novos procedimentos, um deles chamou a atenção por fazer com que as chuvas fizessem aumentar o valor de uma obra em até 50%. No contrato de terraplanagem assinado no Comperj com o consórcio formado por Andrade Gutierrez, Odebrecht e Queiroz Galvão, a obra, planejada por R$ 819 milhões, terminou 16 meses depois ao custo de R$ 1,223 bilhão — a diferença de R$ 404 milhões se deu justamente por conta de quatro aditivos relacionados às chuvas.
As cláusulas passaram a valer para todas as empreiteiras com contratos com a Petrobras e também foram usadas, pelo menos, nas obras da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. A nova regra foi defendida pelo então gerente da estatal, Pedro Barusco, e levada à Diretoria Executiva da Petrobras por Renato Duque.
Em depoimento ao Ministério Público Federal, Barusco relatou pagamentos de propinas nessa obra do Comperj que podem ter chegado a R$ 34,3 milhões, se considerados o contrato principal e aditivos. Esse valor teria sido pago a Paulo Roberto Costa e ao PT, mas o ex-gerente não soube detalhar como isso teria sido efetivado.
O dinheiro que vem dos céus...
Para determinar o valor a ser desembolsado pela estatal em função de chuvas, a referência era uma tabela da Abemi com custos médios diários de paralisação. Os pagamentos ocorriam tanto em função de precipitações já ocorridas quanto em função de estimativas para os meses seguintes. Quando o contrato da obra foi assinado, em março de 2008, já estavam previstos R$ 130 milhões para indenização por dias chuvosos.
"Embora geralmente, conforme previsão nos contratos, cada uma das partes fique responsável pelos próprios prejuízos decorrentes de caso fortuito, é possível que umas das partes se responsabilize pela integralidade dos custos", escreveu o departamento jurídico da estatal em parecer em defesa do uso da tabela Abemi de chuvas na obra do Comperj.
Em depoimento à Justiça Federal no Paraná no início deste mês, o gerente de Segurança Empresarial da Petrobras, Pedro Aramis, criticou a regra instituída: “O volume de chuvas histórico de uma região já deveria fazer parte do contrato de uma obra, sem qualquer custo adicional. A Petrobras passou a indenizar por chuvas que ela não indenizava antes”.
Fonte: Espaço Vital - www.espacovital.com.br - 03/03/2015 e Endividado
Uma junta médica do TRF (Tribunal Regional Federal) da 2ª Região (Rio e Espírito Santo) concedeu, na tarde desta terça (3), uma licença médica de 42 dias ao juiz Flávio Roberto de Souza, ex-titular da 3ª Vara Federal Criminal. Souza era responsável pelos processos contra o empresário Eike Batista.
Na última terça-feira (24), o magistrado foi flagrado dirigindo o Porsche de Eike ele mesmo havia apreendido.
A assessoria do TRF não divulgou as razões da licença. Mesmo afastado de suas funções, o juiz Flávio Roberto de Souza mantém seus vencimentos. O seu retorno ao trabalho está previsto para o dia 8 de abril.
O magistrado não respondeu aos contatos feitos pela Folha.
Na tarde desta terça, o TRF afastou Souza de suas funções e suspendeu o processo contra Eike. Todas as decisões processuais tomadas pelo juiz no caso foram anuladas.
Apenas os bloqueios de bens determinados pelo magistrado foram mantidos pelos três desembargadores da 2ª Turma do TRF que julgaram o caso. Participaram da sessão no tribunal os desembargadores Messod Azulay, Simone Schreiber e Marcelo Granado.
Fonte: Folha Online - 03/03/2015 e Endividado