Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/05/rio-grande-do-sul-decreta-emergencia-e.html
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O governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), acirrou o debate eleitoral ao defender mudanças estruturais nas leis trabalhistas e nos programas de assistência social do país. Em declarações recentes, o político sugeriu a flexibilização da legislação para permitir que adolescentes menores de 16 anos exerçam atividades profissionais formais, citando o modelo norte-americano de tarefas simples, como a entrega de jornais, como exemplo a ser seguido. Embora a Constituição Brasileira proíba o trabalho de menores de 16 anos — exceto na condição de aprendiz a partir dos 14 —, Zema argumentou que o contato precoce com o trabalho, de forma compatível com a idade, auxilia na formação do indivíduo, rebatendo críticas de que estaria incentivando o trabalho infantil predatório.
Paralelamente à pauta trabalhista, o pré-candidato apresentou propostas rígidas para o programa Bolsa Família, focadas em um processo que denominou como "desmame". Zema defende uma auditoria profunda para combater fraudes e a implementação de mecanismos que incentivem a transição dos beneficiários para o mercado de trabalho formal, visando evitar a dependência de longo prazo do Estado por pessoas aptas ao emprego. Essas diretrizes consolidam sua plataforma liberal para o pleito de 2026, priorizando o incentivo à empregabilidade e a redução do assistencialismo, o que tem gerado intensa repercussão entre especialistas e opositores políticos.
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Por Alex Pipkin, PhD em Administração
Tenho insistido, há algum tempo, em um ponto desconfortável. Nós carregamos um fóssil cognitivo. Nossa arquitetura mental foi forjada em ambientes de escassez, onde a riqueza de um vizinho era, matematicamente, a fome do outro.
Nessa era de tribos e lanças, a desconfiança não era um desvio de caráter, mas uma técnica de sobrevivência.
O problema? O mundo mudou, mas nossa biologia não acompanhou.
O que chamamos de “bom senso” é, na verdade, um atavismo. É ele que nos faz olhar para o lucro não como um troféu pela eficiência, mas como uma evidência de culpa. Para a mente tribal, a prosperidade é um estoque fixo a ser pilhado ou repartido, nunca uma fronteira a ser expandida. É a intuição impondo seus veredictos onde a realidade exige compreensão.
Essa miopia biológica é o oxigênio do populismo. O demagogo não vende soluções; ele comercializa o conforto das nossas próprias limitações. Ele valida a suspeita ancestral de que a economia pode ser domada por decreto, como se preços fossem ordens e não sinais. Ao prometer corrigir “injustiças” intuitivas, corrói os próprios mecanismos que tornam possível a prosperidade.
A civilização moderna é o resultado do triunfo da compreensão sobre o instinto. Prosperamos quando conseguimos algemar nossos impulsos tribais para permitir que a ordem espontânea do mercado operasse.
A riqueza não brotou da “justiça” intuitiva, mas de mecanismos contra-intuitivos, como direitos de propriedade, juros e a heresia de aceitar que o sucesso alheio é o motor do bem-estar coletivo.
Por isso, a educação econômica não é um mero academicismo, nem um exercício intelectual estéril; é uma muralha de defesa civilizatória. O único antídoto contra a sedução do retrocesso disfarçado de “bom mocismo”.
Ensinar economia é libertar o indivíduo de um cárcere cognitivo que o leva a sabotar, com convicção moral, as próprias condições de sua prosperidade.
A escolha é brutal: ou nos rendemos ao conforto daquilo que sempre pareceu óbvio, ou enfrentamos o esforço de compreender.
Não é a ignorância que nos aprisiona, mas a confiança ingênua nas nossas próprias intuições.
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DERROTAS DO GOVERNO
Depois das duas importantes derrotas -DERRUBADA DO VETO AO PL DA DOSIMETRIA e REJEIÇÃO DE JORGE MESSIAS PARA O STF- impostas na semana passada pelo CONGRESSO NACIONAL ao péssimo GOVERNO LULA, há quem aposte, ainda que com -POUCAS FICHAS- que a PRÓXIMA DERROTA está reservada para a PEC -Projeto de Emenda Constitucional- que trata do FIM DA ESCALA 6 X 1.
CAMPANHA NACIONAL
Altamente preocupado, o presidente LULA POPULISTA colocou em campo a sua densa TROPA DE ESQUERDISTAS EM CAMPO, na tentativa de GARANTIR A QUALQUER PREÇO A APROVAÇÃO DA PEC, tida e havida como a CARTADA FINAL DESTE GOVERNO ANTES DAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES. Para tanto lançou, ontem, 03, uma -FORTE CAMPANHA NACIONAL PELO FIM DA ESCALA 6 X 1 SEM REDUÇÃO DE SALÁRIO, COM A ALÇA DE MIRA ALINHADA E CALIBRADA PARA UM UNIVERSO 37 MILHÕES DE TRABALHADORES.
CONTRAPARTIDA
Em contrapartida, a FRENTE PARLAMENTAR DO EMPREENDEDORISMO DO CONGRESSO deu início a uma articulação que AMPLIA O DEBATE SOBRE A PEC DA ESQUERDA e propõe uma REVISÃO MAIS AMPLA DAS REGRAS TRABALHISTAS, ALÉM DA REDUÇÃO DA JORNADA. Com isso, deputados ligados à FPE também devem cobrar, na comissão especial e no plenário, que o governo LULA detalhe os CUSTOS E OS ESTUDOS QUE EMBASAM A PROPOSTA DO FIM DA ESCALA 6 X 1. Mais: a FRENTE PARLAMENTAR quer usar -JORNADA- em vez de -ESCALA- na discussão da PEC. Segundo o coordenador da FRENTE, Joaquim Passarinho, a proposta abre brecha para -NEGOCIAR MENOS HORAS DE TRABALHO DENTRO DA ESCALA ATUAL-.
PERÍODO DE TRANSIÇÃO
Mais: Joaquim cita não só GASTOS AUMENTADOS PARA EMPRESAS E PEQUENOS EMPRESÁRIOS, mas também para o ESTADO. E afirma que seria melhor se houvesse compensações que evitem que esse custo seja repassado. Quanto às TERCEIRIZADAS DO SERVIÇO PÚBLICO, tipo COLETA DE LIXO, LIMPEZA URBANA, PODAGEM, VIGILÂNCIA DE ESCOLAS, etc., como TUDO É TERCEIRIZADO, se passar para 5x2 vão pedir para rever contratos, e isso aumenta GASTO PARA PREFEITURAS, GOVERNOS ESTADUAIS E PARA A UNIÃO e não só para a INICIATIVA PRIVADA. Ao concluir, Passarinho disse que a IDEIA DA FRENTE PARLAMENTAR é incluir um -PERÍODO DE TRANSIÇÃO-: Para chegar às 40 horas semanais de trabalho, seria estabelecido -UM REGIME DE PROGRESSÃO DE REDUÇÃO DE 1 HORA DE TRABALHO POR ANO, COMEÇANDO EM 2027, DEPOIS DAS ELEIÇÕES-, CHEGANDO ÀS 40 HORAS EM 2030.
ESTIMATIVAS GRITANTES
A propósito: o Brasil, segundo inúmeras estimativas, concentra cerca de 90 a 98% das AÇÕES TRABALHISTAS DO MUNDO, apontando como média mais concreta o percentual de 95%. Tal concentração não é obra do acaso, mas um reflexo do desenho institucional: o Brasil possui uma legislação trabalhista densa e antiquada, originária de 1940 e com forte inspiração fascista. O excesso regulatório e alto grau de interpretação, somada à insegurança jurídica, transforma a relação de trabalho em um ambiente propenso a litígios. Situações que poderiam ser resolvidas diretamente passam a ser judicializadas. Não é exagero pontuar que a maior parte de tais ações são movidas por ex-funcionários que buscam retaliar as empresas que os desligaram. Muitos processos trabalhistas se tratam, na verdade, de tentativas de enriquecimento sem causa. Do ponto de vista dos incentivos, quanto mais complexa a legislação, maior a probabilidade de disputas. O resultado é um mercado de trabalho mais caro, menos dinâmico e com menor geração de oportunidades.
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