BANDNEWS FM 30/04/2026

 



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Cafeteira Elétrica Arno Perfectta Inox 0,6L CFPI

 


Informações do Produto

Cafeteira Elétrica Arno Perfectta Inox 0,6L CFPI

Comece seu dia com muito mais sabor e estilo com a cafeteira elétrica Perfectta da Arno. Na cor preta, ela tem 650W de potência, design moderno em inox e tamanho super compacto, leva praticidade no preparo do seu café e não deixa o requinte de lado já que é discreta e combina com todos os tipos de cozinhas, podendo até ser levada à mesa. Além de contar com a qualidade, é excelente para compartilhar bons momentos a qualquer hora do dia com a família ou amigos, pois vem com jarra de vidro com graduações e possui capacidade para servir até 15 xícaras de 40ml (ou 12 xícaras de 50ml), dada sua capacidade de 600ml. Com o sistema de parar e servir, você não precisa se preocupar com as gotas e nem precisa esperar terminar o processo para servir seu cafézinho. A máquina ainda conta com filtro permanente, que dispensa a necessidade de utilização de filtros de papel descartáveis e acompanha colher dosadora para facilitar ainda mais sua rotina.



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Vídeo - Senado impõe derrota histórica a Lula e rejeita Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal

 



Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/04/senado-impoe-derrota-historica-lula-e.html

"Não é fácil passar por uma rejeição", diz Messias após votação no Senado

 


O advogado-geral da União, Jorge Messias, comentou na noite desta quarta-feira (29) a rejeição sofrida no plenário do Senado. “Faz parte do processo democrático saber ganhar e saber perder, mas não é fácil para alguém com minha trajetória passar por uma rejeição”.
Messias foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ocupar uma vaga no STF. Por conta disso, ele foi sabatino por cerca de oito horas na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e chegou a ter o nome aprovado por 16 votos a 11 na comissão.
No plenário da Casa, no entanto, ele teve o nome rejeitado, com 42 votos contrários e 34 a favor. “Sou grato pelos votos que recebi. Todo mundo cumpre um propósito, eu cumpri o meu. Falei a verdade, falei o que sinto, demonstrei o que sinto”, disse Messias após a votação.
“Estou tranquilo, em paz, leve e, de coração, agradeço. Bola para frente, vamos seguir nossas vidas, sou um servidor público de carreira, concursado, não preciso de um cargo público para me sustentar”, afirmou Messias.
📸 Daniel Estevão/AscomAGU
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Post de Band Jornalismo

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PODCAST - BAMBAM NEWS

 



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O custo de ser “de boa”

Por Ali Klemt


Eu amo ser brasileira. Amo, amo, amo. Amo o nosso calor humano, amo a nossa leveza, amo a nossa capacidade de transformar qualquer situação em convivência, em riso, em vida. Amo o jeito como a gente acolhe, como a gente se adapta, como a gente segue. E segue, mesmo quando tudo parece dar errado. E, ô, como dá errado!

“Ah, mas o brasileiro é de boa…” É mesmo. E talvez esse seja o nosso maior ativo internacional — e, ao mesmo tempo, o nosso maior problema interno. Turistas chegam ao Brasil e se encantam. Somos acolhedores, sorridentes, flexíveis, calorosos. Temos uma capacidade quase mágica de transformar dificuldade em humor e caos em convivência. Somos felizes. Ou, ao menos, é isso que parecemos ser.

Ou será que é o que QUEREMOS PARECER SER? Você pegou a sutileza da diferença?

Vamos lá. Somos “de boa”. Mas… a que custo?

Somos pacíficos — a não ser quando somos assaltados ou assassinados; somos felizes — a não ser quando o dinheiro não fecha no fim do mês (e cadê a picanha?). Somos solícitos — a não ser quando o sistema nos empurra para a humilhação cotidiana. E mesmo assim seguimos rindo, adaptando, relevando.

E aqui entra um ponto para reflexão. E, confesso, algo que meu incomoda profundamente: a famosa Lei de Gérson. Para quem não lembra, nasceu de uma propaganda nos anos 1970 com o jogador Gérson, campeão mundial em 1970, dizendo que gostava de “levar vantagem em tudo, certo?”. A frase virou bordão. E o bordão virou mentalidade. Não como regra absoluta, mas como permissão cultural. O “jeitinho brasileiro” passou a ser visto não apenas como criatividade diante da burocracia, mas como habilidade de contornar regras, dobrar limites, flexibilizar princípios — e, o mais grave, com aprovação social. Pequenas vantagens, pequenas infrações, pequenas desonestidades. Tudo “de boa”.

A ciência ajuda a explicar. A socióloga Diane Vaughan descreveu a chamada normalização do desvio: quando comportamentos errados, repetidos ao longo do tempo sem consequências, passam a ser aceitos como normais. Não é que as pessoas não saibam que é errado; elas sabem, mas deixam de se importar, porque “todo mundo faz”, porque “não é nada demais”, porque “é assim que funciona”. Some-se a isso o efeito espectador, estudado por John Darley e Bibb Latané: quanto mais gente presencia um problema, menor a chance de alguém agir. Todo mundo vê, todo mundo comenta, mas ninguém corrige — e o desvio deixa de ser exceção para virar cultura. Levantamentos como o World Values Survey ainda indicam que sociedades altamente adaptáveis tendem a tolerar mais ineficiências estruturais, porque desenvolvem mecanismos informais de compensação — o famoso “dar um jeito”. Ou seja, a mesma flexibilidade que nos salva no dia a dia pode nos condenar no longo prazo.

Porque essa leveza virou anestesia coletiva. A capacidade de adaptação virou tolerância ao absurdo, o bom humor virou fuga da realidade e o “deixa pra lá” virou um sistema silencioso de manutenção do erro. E o que está, não está bom: décadas de corrupção, ciclos repetidos de promessas vazias, instituições tensionadas, serviços públicos insuficientes. Mas seguimos “de boa”, sem indignação consistente, sem cobrança estruturada, sem memória política.

Mas vem comigo encarar a realidade: quando o pequeno desvio é aceito no cotidiano, o grande desvio deixa de escandalizar. A corrupção não nasce grande; ela cresce em um ambiente que tolera o pequeno errado. A “Lei de Gérson” pode parecer inofensiva, quase folclórica, mas ajuda a sustentar uma cultura onde o caráter é negociável — desde que seja “só um pouquinho”. E esse “pouquinho” é cumulativo.

A falta de indignação mantém a convivência mais leve, sim, mas mantém o problema intacto. Porque paz sem justiça não é paz; é acomodação — e acomodação tem preço. O custo de ser “de boa” aparece aos poucos: na escola que não forma, no hospital que não atende, na segurança que não protege, na política que não representa. Não vem de uma vez; vem em parcelas silenciosas, até que um dia a conta chega.

Talvez esteja na hora de encarar a pergunta que a gente evita justamente para continuar confortável: até que ponto essa leveza é virtude e a partir de que ponto ela vira conivência? Porque existe uma diferença brutal entre ser um povo alegre e ser um povo que normalizou o desvio. E talvez — só talvez — o Brasil não precise de menos alegria, precise de mais caráter inegociável. Porque mudança não nasce do conforto; nasce do limite. E esse… a gente vem flexibilizando há tempo demais.

Eu vou encerrar esse texto repetindo: eu AMO ser brasileira. Para ser bem sincera, acredito que somos, de fato, diferenciados. Por que? Não sei. Talvez seja uma missão divina. Talvez, quem sabe, tenhamos a melhor terra, com o melhor povo, e o mais imenso coração. Talvez o nosso enorme desafio seja realinhar a rota. Ajustar o leme. Retomar as rédeas. E mostrar que, sim, é possível ser faceiro, feliz, “de boa” e, ainda assim, seguir a lei. Observar a ordem. Prosperar de forma justa. Mesmo sendo brasileiro. Mesmo estampando esse sorriso no rosto, esse calor no coração.

Eu acredito na gente. Eu acredito de verdade. Só cabe a nós. Só cabe a cada um de nós. Essa é a hora da virada. Essa é a hora de mostrarmos que, sim, somos gente boa. Mas, acima de tudo, somos gente que pensa.

Que assim seja. É assim será.

Instagram: @ali.klemt

O Sul

ENCONTRO DE NOTÁVEIS: BARBARA KOGOS E PAULA CAMACHO AO VIVO

 



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TORNOZELEIRA FOLHEADA A OURO COM ADEREÇO EM FORMA DE CORAÇÃO COM SÍMBOLO DO INFINITO

 


Tornozeleira folheada a ouro, contendo adereço em forma de um coração com o símbolo do infinito.


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VISÃO CRÍTICA – 29/04/2026

 



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Globo admite pacto com MORAES para perseguir Bolsonaro e a direita no BRASIL