"Brasil perde a oportunidade de ter um grande ministro", afirma André Mendonça sobre rejeição de Messias

 


O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), utilizou suas redes sociais na noite desta quarta-feira (29) para manifestar apoio ao advogado-geral da União, Jorge Messias, após a histórica rejeição de seu nome pelo Senado Federal. Mendonça foi o primeiro magistrado da Corte a se pronunciar publicamente sobre o resultado da votação, que barrou a indicação feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso.

Em sua publicação, Mendonça ressaltou que, embora respeite a soberania da decisão dos senadores, considera que o país deixou de ganhar um magistrado de alto nível. "O Brasil perde a oportunidade de ter um grande ministro do Supremo. Messias é um homem de caráter, íntegro e que preenche os requisitos constitucionais", declarou o ministro. Além de destacar a qualificação técnica e moral do colega, Mendonça, que compartilha da mesma fé cristã de Messias, utilizou referências bíblicas para confortá-lo, afirmando que ele "combateu o bom combate" e deve sair do processo de cabeça erguida. O gesto de solidariedade reforça o vínculo entre ambos, que buscaram apoio em segmentos religiosos durante suas respectivas trajetórias de indicação à Suprema Corte.

PGR arquiva pedido de investigação de Gilmar por homofobia

 


PGR arquiva pedido de investigação de Gilmar por homofobia. 🤷🏻‍♀️

Post de Bia Kicis

Fonte: https://web.facebook.com/100044220769786/posts/1502083641275647/?rdid=dqM2pq5ioCbCK0Jt#

Noite inacreditável de Carlos Vinícius marca empate sem gols entre Grêmio e Palestino no Chile

 


Em uma jornada para ficar na história pelas razões erradas, o Grêmio empatou em 0 a 0 com o Palestino nesta quarta-feira (29), em Santiago, pela terceira rodada da fase de grupos da Copa Sul-Americana. O grande protagonista do confronto foi o centroavante Carlos Vinícius, que protagonizou um feito raro: desperdiçou o mesmo pênalti por três vezes consecutivas logo no início da partida. Com o resultado, o Tricolor gaúcho soma quatro pontos e ocupa a vice-liderança do Grupo F, enquanto o grupo fica embolado após a vitória do Deportivo Riestra sobre o City Torque.

A estratégia do técnico Luís Castro, que promoveu mudanças no time titular com as entradas de Caio Paulista, Dodi e Willian, parecia surtir efeito quando Tetê sofreu pênalti aos 8 minutos. Na cobrança, Carlos Vinícius parou em Sebastián Pérez duas vezes, mas em ambas o VAR detectou que o goleiro chileno se adiantou. Na terceira tentativa oficial, Pérez permaneceu sobre a linha e defendeu o chute no meio do gol, desestabilizando o emocional da equipe brasileira.

O Palestino aproveitou o abalo gremista e equilibrou as ações, exigindo defesas importantes do goleiro Weverton, especialmente em um voleio de Munder. No segundo tempo, Luís Castro tentou dar novo fôlego ao ataque com as entradas de Arthur, Enamorado e Braithwaite. O Grêmio chegou a balançar as redes nos minutos finais com Carlos Vinícius, mas o árbitro anulou o lance por um toque de mão prévio de Riquelme. Mesmo com a expulsão de Fernando Meza, o Palestino segurou a igualdade até o apito final. O Tricolor agora vira a chave para o Campeonato Brasileiro, onde enfrenta o Athletico-PR no próximo sábado, em Curitiba.

Divergência contábil sobre direitos de TV pode levar Inter a déficit histórico superior a R$ 100 milhões

 


O Conselho Fiscal do Internacional recomendou, de forma unânime, a aprovação com ressalvas das contas do clube relativas ao exercício de 2025, em uma decisão que uniu até mesmo integrantes da base de apoio da atual gestão. O ponto central da controvérsia é a contabilização da recompra dos direitos de transmissão junto aos investidores da Futebol Forte União, realizada em fevereiro do ano passado por R$ 109 milhões. Enquanto a diretoria registrou a operação de modo a apresentar um superávit de R$ 8,9 milhões e uma redução nominal da dívida, o órgão fiscalizador argumenta que o montante deveria ter sido lançado integralmente como despesa.

Caso o entendimento do Conselho Fiscal prevaleça, o balanço financeiro do Colorado sofrerá uma reviravolta drástica, transformando o lucro anunciado em um prejuízo que ultrapassa a marca dos R$ 100 milhões, o que representaria o maior déficit já registrado na história da instituição. O parecer técnico destaca que a metodologia utilizada pela direção mascara a realidade do fluxo de caixa e a estrutura do passivo do clube. A palavra final cabe agora ao Conselho Deliberativo, que tem reunião marcada para o dia 11 de maio para decidir se acompanha a recomendação de aprovação com ressalvas ou se opta pela reprovação total das contas, o que deve acirrar o clima político nos bastidores do Beira-Rio.

Emergência climática exige adaptação imediata do agronegócio gaúcho, alerta seminário

 


Evento em Imbé reúne especialistas e gestores para discutir estratégias de resiliência no campo; erosão hídrica já afeta mais de 2,7 milhões de hectares no Rio Grande do Sul.

IMBÉ – O impacto irreversível das mudanças climáticas no agronegócio foi o tema central da abertura do Seminário Municipalismo em Foco, realizado pela Famurs nesta quarta-feira (29). Painelistas da Emater/RS-Ascar e da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) apresentaram um diagnóstico contundente: o risco climático deixou de ser um evento esporádico para se tornar uma variável permanente na gestão dos municípios gaúchos.

De acordo com Claudinei Baldissera, presidente da Emater, os números refletem a gravidade da situação. Apenas em 2024, a erosão hídrica — causada pelo excesso de chuvas e enxurradas — comprometeu a fertilidade do solo em 405 municípios, atingindo uma área superior a 2,7 milhões de hectares. O cenário ameaça a segurança alimentar e a viabilidade econômica das comunidades rurais, exigindo respostas técnicas regionalizadas.

Estratégias de Resiliência: O Plano de Ação

Para enfrentar a crise, a Emater estruturou uma estratégia de quatro etapas focada na sobrevivência das famílias e na implementação de soluções permanentes de mitigação. O foco está no fortalecimento de públicos estratégicos, como a agricultura familiar, jovens e mulheres rurais.

“O futuro da agricultura gaúcha depende da capacidade de planejamento e articulação entre municípios e instituições técnicas”, destacou Baldissera, reforçando que a adaptação técnica é agora o maior desafio para manter a produtividade sustentável.

Recursos e Planejamento em Ano Eleitoral

O engenheiro agrônomo Eduardo Oslaj, da SDR, detalhou a operacionalização de programas como o Desenvolve RS Rural e a Operação Terra Forte. Este último prevê um investimento de R$ 903 milhões via FUNRIGS, focado na recuperação socioambiental e no aumento da resiliência climática da agricultura familiar.

Oslaj fez um alerta importante aos prefeitos e gestores municipais: o calendário eleitoral de 2026 impõe restrições legais e prazos rigorosos para a formalização de convênios e recebimento de recursos. O planejamento antecipado é fundamental para garantir que as verbas de emendas parlamentares e consultas populares cheguem à ponta.

As feiras da agricultura familiar também foram citadas como exemplo de sucesso econômico. Em 2025, o investimento público de R$ 14 milhões gerou um faturamento de R$ 46 milhões, demonstrando o potencial de geração de renda dessas iniciativas locais.

Encerramento e Troca de Comando na Famurs

O seminário encerra nesta quinta-feira (30) com discussões sobre o fortalecimento da Defesa Civil e os investimentos do setor de celulose na economia gaúcha. O ponto alto será a cerimônia de posse da nova gestão da Famurs (2026/2027), onde a prefeita de Nonoai, Adriane Perin de Oliveira, passará a presidência da entidade ao prefeito de Imbé, Ique Vedovato.


Programação de Quinta-feira (30/04):

  • 09h: Painel "Uma Nova Defesa Civil para os Gaúchos" (Casa Militar).

  • 09h30: Debate sobre os impactos dos investimentos da CMPC.

  • 10h: Cerimônia de Posse da Gestão 2026/2027.

  • 12h: Almoço de confraternização.

Ministério dos Transportes retoma obras da nova ponte do Guaíba e encerra concessão ferroviária da Rumo no Rio Grande do Sul

 


O ministro dos Transportes, George Santoro, homologou nesta quarta-feira (29), em Porto Alegre, a licitação para a conclusão das obras da nova ponte do Guaíba, anunciando também o fim do contrato com a concessionária Rumo para a gestão da Malha Sul ferroviária. A decisão de não renovar a concessão, que já durava três décadas, baseia-se em um relatório técnico que classificou como "precária" a infraestrutura atual, que conta hoje com menos de mil quilômetros operacionais no estado após os danos causados pelas enchentes de 2024. O governo federal planeja um novo leilão dividido em dois lotes, com ramificações estratégicas que ligarão Passo Fundo e Uruguaiana ao Porto de Rio Grande, visando recuperar a capacidade logística gaúcha e a conexão com a Argentina.

Quanto à nova ponte do Guaíba, a previsão é que os trabalhos sejam retomados em julho, com investimento de R$ 525 milhões e prazo de execução de 1.080 dias. O projeto final inclui a construção das alças de acesso, um novo viaduto na Ilha Grande dos Marinheiros e estruturas de proteção (dolphins) nos pilares para garantir a segurança da navegação. O início das obras depende da conclusão da remoção das últimas 172 edificações que ainda ocupam o traçado, processo realizado em parceria com a prefeitura da capital. Além dos anúncios estruturais, o ministro confirmou a suspensão por 200 dias de multas relacionadas ao sistema de pedágio eletrônico free flow, buscando ajustar o modelo e evitar punições excessivas aos condutores durante o período de transição tecnológica.

A NAÇÃO ESFACELADA - 29.04.26

 Por Dagoberto Lima Godoy


A nota de entidades do sistema financeiro em apoio à indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal é mais do que um episódio político. É um símbolo. Não se discute aqui a biografia do indicado, nem se pretende negar a qualquer setor da sociedade o direito de manifestar opinião sobre tema institucional relevante. O ponto é outro: quando corporações econômicas se mobilizam ostensivamente para influir na composição da Corte Suprema, fica exposta uma doença mais profunda da vida nacional — a substituição do interesse público por cálculos de conveniência setorial.
O Supremo não é uma agência reguladora do mercado, nem um departamento jurídico do governo, nem um balcão de garantias para grupos organizados. É, ou deveria ser, a última trincheira da Constituição. Por isso, a escolha de seus ministros deveria ser cercada de sobriedade, escrutínio moral, independência e distância prudente de interesses corporativos. Quando setores poderosos se apressam em declarar apoio a este ou àquele nome, a pergunta inevitável é: apoiam por convicção republicana ou por expectativa de segurança, acesso e previsibilidade favorável?
O episódio é emblemático porque revela algo que vai além do sistema financeiro. O Brasil vive uma progressiva desagregação do espírito coletivo. Cada grupo parece defender apenas o seu pedaço: corporações, partidos, bancadas, sindicatos, empresas, tribunais, carreiras de Estado, movimentos organizados. A nação, como ideia superior capaz de limitar apetites particulares, vai desaparecendo do horizonte. O interesse nacional se dissolve na soma de interesses privados em conflito ou em acomodação.
O Congresso Nacional, salvo exceções honrosas, reflete essa decomposição. A política deixou de ser predominantemente debate sobre o destino do país para tornar-se negociação permanente de vantagens, cargos, verbas, blindagens e sobrevivências eleitorais. A representação popular, que deveria elevar os interesses dispersos da sociedade a uma visão de conjunto, frequentemente os rebaixa a mercado de trocas. O parlamentar não se sente mandatário da República, mas operador de sua base, de seu grupo, de seu fundo eleitoral, de seu espaço de poder.
No Judiciário, a situação é igualmente preocupante. A simples multiplicação de controvérsias envolvendo ministros, familiares, relações econômicas, decisões monocráticas de enorme impacto e proximidades impróprias com agentes políticos e empresariais corrói a confiança pública. Uma Corte Suprema precisa não apenas ser honesta; precisa parecer institucionalmente distante, contida e impessoal. Quando passa a ocupar o centro da política, a falar demais, decidir demais e justificar-se de menos, perde a majestade moral que sustenta sua autoridade.
O que se vê, portanto, não é apenas crise de governo. É crise de caráter público. O Brasil sofre de um esfacelamento moral que não se resolve com um salvador, uma eleição, uma decisão judicial ou uma reforma isolada. O problema está no enfraquecimento da ideia de limite: limite ao poder econômico, ao voluntarismo judicial, ao fisiologismo parlamentar, ao uso partidário das instituições e também ao cinismo social de quem condena a corrupção alheia, mas aceita pequenos privilégios quando lhe convêm.
Como sair disso?
A decadência começa quando cada um pergunta apenas: “o que ganho com isso?”. A reconstrução começará quando voltarmos a perguntar: “que país estamos deixando depois de nós?”. Sem espírito público, não há Constituição que resista, Supremo que se respeite, Congresso que represente ou economia que sirva à nação. Há apenas interesses organizados disputando os restos de uma nação que esqueceu de ser comunidade.


Pontocritico.com

UM TRISTE PACTO ROUBATIVO

 DRAMA RODOVIÁRIO

Mais do que sabido, quem percorre as RODOVIAS FEDERAIS do ESTADO DE SANTA CATARINA, notadamente a BR 101, que dá acesso a TODOS OS 5 PORTOS DO ESTADO (Itapoá -um dos maiores do estado-, São Francisco do Sul, Navegantes -Portonave-, Itajaí, Imbituba e Laguna); à FLORIANÓPOLIS, ITAPEMA e BALNEÁRIO CAMBORIÚ; e importantes CIDADES INDUSTRIAIS, como BLUMENAU, JARAGUÁ, JOINVILLE, sabe bem o quanto o GOVERNO FEDERAL (leia-se GOVERNO LULA) IGNORA POR COMPLETO O -DRAMA RODOVIÁRIO- que se repete, por exemplo, a TODO MOMENTO NOS GARGALOS DO -MORRO DOS CAVALOS-, EM PALHOÇA, E DO -MORRO DO BOI-, entre ITAPEMA E BALNEÁRIO CAMBORIÚ. 


RELATÓRIO DA FETRANCESC

Pois, ontem, a FETRANCESC -Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística de Santa Catarina-, divulgou um LEVANTAMENTO TÉCNICO E ESCLARECEDOR apontando uma terrível DESIGUALDADE NA DISTRIBUIÇÃO DOS RECURSOS FEDERAIS, CRITICANDO -COM ABSOLUTA RAZÃO- A FORMA COMO O PACTO FEDERATIVO, ou ROUBATIVO,  AFETA O ESTADO DE SANTA CATARINA. 

PACTO ROUBATIVO

Segundo dados apurados pela FETRANCESC, entre 2021 e 2025 o ESTADO DE SANTA CATARINA ARRECADOU R$ 590 BILHÕES -EM IMPOSTOS FEDERAIS- e, no mesmo período, RECEBEU DE VOLTA APENAS 83,4 BILHÕES, ou seja, 14% do que mandou para os COFRES DA UNIÃO. Como os catarinenses em geral não votam no PT e partidos de esquerda, os necessários investimentos em -INFRAESTRUTURA RODOVIÁRIA- DEIXAM DE EXISTIR. Mais: o GOVERNO FEDERAL também não ADMITE que o ESTADO DE SC E A INICIATIVA PRIVADA ENTREM EM CAMPO PARA RESOLVER ESSES GRAVES, VELHOS E INDECENTES GARGALOS. Pode? 

CEGUEIRA IDEOLÓGICA

Pois, o que mais chama a atenção é a -CEGUEIRA IDEOLÓGICA DO GOVERNO LULA-, A PONTO DE NÃO SER CAPAZ DE ENXERGAR QUE O -INVESTIMENTO EM INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES E LOGÍSTICA DE SC- É CAPAZ DE PRODUZIR UMA ELEVADA -TAXA DE RETORNO- EM IMPOSTOS FEDERAIS. Que tal??

Pontocritico.com

FRASE DO DIA

 Aquele que não conhece a verdade é simplesmente um ignorante, mas aquele que a conhece e diz que é mentira, este sim é um criminoso.

- Bertold Brecht

Gabriel Souza descarta apoio a Luciano Zucco e ironiza especulações sobre bastidores eleitorais

 


O vice-governador e pré-candidato do MDB ao governo do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza, desmentiu categoricamente os boatos que circulam em redes sociais sobre uma eventual desistência de sua candidatura para apoiar Luciano Zucco (PL) ainda no primeiro turno. A especulação sugeria que o emedebista poderia abrir mão da disputa caso não apresentasse crescimento nas pesquisas de intenção de voto, cenário que Gabriel classificou como inexistente. Com tom irônico, o vice-governador afirmou à coluna que "não há a menor chance disso acontecer" e brincou que só consideraria tal apoio caso fosse derrotado por Zucco em um debate.

A movimentação é vista como improvável no cenário político gaúcho, uma vez que o PL lidera uma das oposições mais contundentes à atual gestão estadual, da qual Gabriel é o principal sucessor. A chapa encabeçada pelo MDB já está estruturada com Ernani Polo (PP) na vice, além de contar com Germano Rigotto (MDB) e Frederico Antunes (PP) como pré-candidatos ao Senado. Para interlocutores que acompanham os bastidores do Palácio Piratini, a narrativa de união entre os dois pré-candidatos carece de fundamento prático e político, servindo apenas como ruído digital em meio ao período de pré-campanha.


Moraes concede 90 dias para PF periciar câmeras corporais da operação mais letal da história do Rio de Janeiro



O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), estabeleceu nesta quarta-feira (29) um prazo de 90 dias para que a Polícia Federal realize a perícia técnica nas câmeras corporais utilizadas durante a "Operação Contenção". O episódio, ocorrido em outubro de 2025 contra a facção Comando Vermelho, é considerado o mais letal da história fluminense, resultando em mais de 120 mortes, incluindo cinco agentes de segurança. A contagem do prazo terá início assim que a PF receber todas as gravações em mídias físicas originais, medida necessária após peritos relatarem dificuldades técnicas para acessar os arquivos digitais fornecidos anteriormente.

Para otimizar a análise do vasto material, que totaliza cerca de 4.500 horas de gravação, o ministro ordenou que o governo do Rio de Janeiro e o Ministério Público estadual identifiquem, em até dez dias, os trechos e eventos específicos de interesse para a investigação. Além da perícia audiovisual, Moraes autorizou o acesso do Ministério Público aos laudos necroscópicos das vítimas. As determinações ocorrem no âmbito da ADPF 635, conhecida como "ADPF das Favelas", processo no qual o STF monitora e impõe diretrizes para tentar reduzir a letalidade policial em comunidades fluminenses e garantir a transparência nas ações de segurança pública.