PF aponta que Grupo Fictor e Comando Vermelho usavam a mesma estrutura para lavar dinheiro e fraudar bancos

 


A Polícia Federal, na Operação Fallax, revelou que o Grupo Fictor e células do Comando Vermelho utilizavam a mesma estrutura criminosa para lavar dinheiro e fraudar bancos. O esquema, que movimentou mais de R$ 500 milhões, baseava-se em empresas de fachada, contabilidade simulada e corrupção de funcionários bancários.
Detalhes da investigação (Operação Fallax):
  • Estrutura Compartilhada: O grupo criminoso, incluindo membros do CV, lavava dinheiro do tráfico de drogas utilizando falsas empresas e gerava histórico financeiro artificial para obter créditos bancários.
  • Papel do Grupo Fictor: A PF aponta que a Fictor funcionava como o núcleo financeiro, profissionalizando o esquema com o uso de criptoativosbens de luxo para ocultar valores.
  • Envolvimento Bancário: Foram presos dois gerentes da Caixa Econômica Federal e uma ex-gerente do Banco do Brasil por facilitar as fraudes.
  • Operação: A ação ocorreu em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, com 15 presos inicialmente e 43 mandados de busca e apreensão.


Filho de Lula, Fábio Luís da Silva (Lulinha), atuou como consultor da Fictor, segundo relatosFábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), manteve relação próxima com o empresário Luiz Phillippe Rubini, ex-sócio da Fictor, e atuou como consultor do grupo financeiro. A informação foi revelada nesta quarta-feira (25), dia em que Rubini e outros acionistas da Fictor foram alvo de operação da Polícia Federal que investiga suspeitas de fraudes bancárias ligadas ao Comando Vermelho.De acordo com relatos de duas pessoas que trabalharam para empresas do grupo, a aproximação de Lulinha com a Fictor foi mais intensa em 2024. Para evitar exposição, ele teria restringido visitas aos escritórios, mas ainda foi visto na empresa no ano passado.Os executivos afirmam que Lulinha foi contratado para fazer a interlocução entre a Fictor e o governo federal. A partir dessa relação, Rubini teria sido indicado para integrar o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), o chamado “Conselhão”, órgão consultivo da Presidência da República. A proximidade também teria facilitado a participação de Rubini no Grupo Parlamentar de Relacionamento com o Brics no Senado.A assessoria de Luiz Phillippe Rubini informou que ele não comentaria o assunto. As assessorias da Fictor e da Presidência da República não retornaram os contatos até a publicação da reportagem.O advogado Marco Aurélio de Carvalho, que defende Lulinha em investigações sobre fraudes no INSS, confirmou que o filho do presidente conhece Rubini, mas negou qualquer relação de trabalho ou intermediação para cargos públicos. “Essa é mais uma tentativa de colocar Fábio no meio de um escândalo”, disse o advogado. Carvalho acrescentou que Lulinha vive na Espanha desde 2024.Rubini atuou como sócio e no comando da Fictor Invest até abril de 2025 e permaneceu como conselheiro até outubro do mesmo ano. Em novembro, o grupo tentou comprar o Banco Master, na véspera da primeira prisão do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A Fictor entrou em recuperação judicial em 2 de fevereiro deste ano, com dívidas declaradas superiores a R$ 4,2 bilhões.

Fonte: https://www.instagram.com/p/DWXLe5eEZFf/?igsh=anM3bDd2Z2hsOThp

EDUARDO LEITE FOGE DA CPI DOS PEDÁGIOS

 


EDUARDO LEITE FOGE DA CPI DOS PEDÁGIOS

Ministro do Planejamento justifica subvenção ao diesel e anuncia R$ 3,5 bilhões em crédito para companhias aéreas

 


O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, explicou nesta segunda-feira (6) que a subvenção à importação de diesel e Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) é necessária porque o Brasil não é autossuficiente na produção desses combustíveis, apesar de ser autossuficiente em petróleo.“Essa subvenção ao diesel importado se dá porque o país não é autossuficiente em diesel, não é autossuficiente em gás de cozinha. E isso traz uma série de consequências, inclusive expõe o país à volatilidade de preços provocada pela guerra”, afirmou Moretti.O ministro criticou as políticas adotadas ao longo dos anos em relação à capacidade de refino nacional e ressaltou que as medidas anunciadas pelo governo são temporárias: terão duração inicial de dois meses, prorrogáveis por mais dois, para evitar impactos prolongados caso o conflito no Oriente Médio se encerre ou os preços internacionais caiam.Crédito para aéreas não é “a fundo perdido”Moretti também detalhou as duas novas linhas de crédito destinadas a mitigar os efeitos da alta do querosene de aviação (QAV) sobre as companhias aéreas brasileiras. Ele enfatizou que os recursos não são subsídio a fundo perdido.
  • A primeira linha, com até R$ 2,5 bilhões por mutuário, virá do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) e será operada pelo BNDES. O foco é a reestruturação financeira das empresas.
  • A segunda linha, no valor de R$ 1 bilhão, terá como objetivo o capital de giro por seis meses. Nessa modalidade, a União assumirá parte do risco, devido às dificuldades das empresas em oferecer garantias. “Não significa que é a fundo perdido”, ressaltou o ministro. Haverá garantias da União para o tomador do crédito.
Essas linhas se somam ao mecanismo já adotado pela Petrobras para amortecer o aumento do preço do QAV, anunciado na semana passada.As medidas fazem parte do pacote do governo para reduzir o impacto da elevação dos preços dos combustíveis causado pela guerra no Oriente Médio, sem alterar a meta fiscal.

Governo aumenta imposto sobre cigarros para compensar desoneração do querosene de aviação e biodiesel

 


O governo federal vai elevar a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre cigarros de 2,25% para 3,5%. A medida serve para compensar a perda de arrecadação provocada pela isenção de tributos sobre o querosene de aviação (QAV) e o biodiesel, anunciada para amenizar os impactos da alta dos combustíveis causada pela guerra no Oriente Médio.Com o reajuste, o preço mínimo da carteira de cigarros deve subir de R$ 6,50 para R$ 7,50. A estimativa da equipe econômica é arrecadar cerca de R$ 1,2 bilhão nos próximos dois meses.A desoneração do PIS/Cofins sobre o querosene de aviação deve reduzir em aproximadamente R$ 0,07 o preço por litro do combustível, com impacto fiscal de R$ 100 milhões por mês. Já a isenção relacionada ao biodiesel também integra o pacote de medidas para conter os efeitos da elevação dos preços dos combustíveis.Durante entrevista coletiva, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reconheceu que aumentos anteriores no imposto sobre cigarros não produziram os resultados esperados, nem na redução do consumo nem no aumento da arrecadação.Outras compensaçõesAlém da alta no IPI dos cigarros, o governo conta com outras fontes de receita para equilibrar as contas públicas. O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, destacou que o aumento na arrecadação de royalties do petróleo — impulsionado pela alta de cerca de 40% no preço internacional desde o início do conflito — ajudará a compensar os R$ 10 bilhões em gastos com as medidas.A equipe econômica já havia elevado em R$ 16,7 bilhões a projeção de arrecadação com royalties para 2026. Entram ainda na conta a manutenção da alíquota de 12% sobre a exportação de petróleo (criada em março), o maior recolhimento de tributos sobre lucros das distribuidoras de combustíveis e as receitas previstas com leilões do pré-sal.Meta fiscal mantidaO governo reafirmou que a meta de déficit zero não será alterada. Para 2026, a previsão oficial é de um pequeno superávit primário de R$ 3,5 bilhões (excluindo precatórios e gastos fora do arcabouço fiscal, como defesa, saúde e educação). Quando esses itens são incluídos, o resultado projeta um déficit primário de R$ 59,8 bilhões.O pacote busca reduzir o repasse da alta internacional dos combustíveis para o consumidor brasileiro, ao mesmo tempo em que preserva o equilíbrio das contas públicas.

Silveira anuncia punição no CPF de empresários e interdição de postos em caso de abuso nos preços de combustíveis

 


O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou nesta segunda-feira (6) medidas mais duras contra abusos no setor de combustíveis. A partir de agora, empresários que aumentarem de forma indevida os preços poderão ser punidos também na pessoa física (CPF), além da empresa (CNPJ). A Agência Nacional do Petróleo (ANP) ganhará poder para interditar estabelecimentos, e não apenas aplicar multas.As medidas foram divulgadas após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os ministros da Fazenda, Dario Durigan, e do Planejamento, Bruno Moretti. A intenção do governo é conter possíveis aumentos abusivos nos preços dos combustíveis, especialmente em meio aos impactos da guerra no Oriente Médio.“Agora, não só o agente no seu CNPJ, mas, no CPF, aqueles empresários que venham a infringir as leis da economia popular passam a ser punidos. Passa a ANP a poder, por exemplo, interditar estabelecimentos. Antes ela tinha apenas o direito de multar”, explicou Silveira durante entrevista coletiva no Palácio do Planalto.Com a edição de uma medida provisória, a ANP terá autoridade ampliada para fiscalizar e punir práticas consideradas irregulares no mercado de combustíveis, incluindo a interdição temporária ou definitiva de postos e distribuidoras.As novas regras fazem parte de um conjunto de ações tributárias e regulatórias anunciadas pelo governo federal para minimizar os reflexos da instabilidade internacional sobre o preço dos combustíveis no Brasil.

CPI dos Pedágios entra em semana decisiva na Assembleia do RS

 


A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Pedágios vive momentos cruciais nesta semana na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Os deputados precisam, ao mesmo tempo, avançar nas convocações de autoridades e garantir a prorrogação dos trabalhos da comissão, cujo prazo atual de encerramento é 15 de abril.Um dos principais objetivos da CPI é ouvir o governador Eduardo Leite (PSD). Em fevereiro, Leite manifestou intenção de comparecer à comissão, e um convite foi aprovado pelos parlamentares. No entanto, até o momento, nenhuma data foi definida. Na última sessão, a comissão enviou um ofício ao governador para que ele prestasse esclarecimentos ainda nesta semana, mas Leite declinou dos convites para esta segunda-feira (6) e para a próxima quarta-feira (8), alegando incompatibilidade de agendas.Em resposta, os membros da CPI enviaram um novo convite nesta segunda-feira, oferecendo como opções os dias quinta, sexta ou a próxima segunda-feira. Os deputados também aprovaram a reconvocação do secretário de Reconstrução, Pedro Capeluppi, para depor nesta quarta-feira (8).Prorrogação em risco por falta de quórumAlém das oitivas, a CPI enfrenta dificuldade para estender seus trabalhos. O requerimento de prorrogação está na ordem do dia do plenário, mas a base aliada do governo tem retirado o quórum antes da votação, impedindo a apreciação da matéria. A estratégia deve se repetir nesta terça-feira. Caso isso ocorra, restará apenas a sessão de terça-feira da próxima semana para que os parlamentares consigam aprovar a extensão da comissão, que precisa de maioria simples.O requerimento de prorrogação é o 15º item da pauta desta terça-feira, que também inclui um pacote de projetos de enfrentamento à violência contra a mulher e um projeto de lei do Executivo que cria o Fundo Estadual de Proteção e Bem-estar de Animais Domésticos.Reorganização das vagas gera impasseOutro ponto de tensão é a reorganização das vagas na CPI em razão da janela partidária e do retorno de deputados que ocupavam cargos no governo. Atualmente, estão vagas as cadeiras destinadas ao União Brasil (que ficou apenas com Dirceu Franciscon), PDT e MDB. O PSDB também perdeu sua representação após a dissolução da bancada. Além disso, no PP, a saída de Frederico Antunes fez com que Joel Wilhem assumisse como titular e Silvana Covatti passasse a suplente, ao lado de Rodrigo Lorenzoni.A semana será decisiva para definir se a CPI dos Pedágios conseguirá avançar nas investigações sobre as concessões rodoviárias ou se terá seus trabalhos encerrados sem conseguir concluir as oitivas consideradas essenciais.

REPÚBLICA DO SUPREMO QUE PODE TUDO - 06.04.26

 A propósito, até o jornal FOLHA DE SÃO PAULO, que sempre se mostrou simpático e aderente ao Governo Lula e seus apoiadores, deu clara demonstração de que está enxergando o CAOS sem o uso de aparelhos. Eis: 

 

“Para um ministro do Supremo Tribunal Federal, tudo. Para os demais cidadãos, a lei —tal como amplamente interpretada por um ministro do Supremo. Cristaliza-se no Brasil um regime anômalo de prevalência de dez indivíduos sobre o restante da sociedade.

Como se vê pelas decisões de Alexandre de Moraes, a latitude de um juiz da corte quando os seus próprios interesses estão em jogo é máxima. Fulmina-se a regra que exige do magistrado afastamento de casos em que ele conste como vítima potencial.

Sob sigilo decretam-se prisões, censuras e intimações sem a devida provocação da Procuradoria. Quem critica o arbítrio corre o risco de cair nas garras do Grande Inquisidor. Advogados não têm acesso aos autos.

Burocracias do Estado são obrigadas a ajoelhar-se diante da toga agigantada. A atividade policial sujeita-se a intervenções esdrúxulas, como a que por um período escudou de investigação material apreendido sobre a máfia que atuava no Banco Master.

A intimidação da Receita Federal levará servidores a adotarem a regra tácita de não abrirem procedimentos administrativos quando detectarem inconsistências fiscais relacionadas aos supremos magistrados. Afinal, o resultado mais brando poderá ser o afastamento sumário da função, com um rastreador no tornozelo.

Ameaça parecida paira sobre o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o instrumento mais eficaz do país para detectar transações atípicas, de que as atividades ilícitas amiúde se valem. Num golpe solitário de caneta, Moraes esvaziou o órgão.

Não há o que controle um ministro do Supremo que se ponha a subverter a institucionalidade para se proteger e atingir supostos adversários. Ele não depende da petição de partes para agir sobre virtualmente tudo o que deseje.

A submissão das decisões individuais aos pares, imperativo dos tribunais, passou a ser na prática facultativa. Um ministro pode atuar como o demiurgo que desfaz e reescreve as leis e manda soltar, prender, calar, pagar e não pagar. A revisão do plenário, quando ocorre, não raro se depara com fatos consumados e danos irreparáveis.

Mesmo o contrapeso do colegiado esbarrou no corporativismo quando dois de seus membros passaram a ter as condutas questionadas no escândalo do Master. O encastelamento funciona como estímulo para que ministros reforcem as decisões singulares visando à autoproteção.

Esvai-se a esperança de que comecem dentro do Supremo os ajustes para desbastá-lo dos superpoderes estranhos à República. Os ministros mostram-se incapazes de adotar um mero código de comportamentos óbvios, que já deveriam ser moeda corrente.

É inevitável que caminhe no Congresso uma reforma para recolocar o STF em seu lugar constitucional.”


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É PRECISO CONSULTAR A ECONOLOGIA

 METEOROLOGIA

Mais do que sabido, a PREVISÃO DO TEMPO se dá através da aplicação da CIÊNCIA E DA TECNOLOGIA METEOROLÓGICA com o propósito de obter, com razoável grau de acerto, um PROGNÓSTICO DETALHADO das OCORRÊNCIAS FUTURAS esperadas na -ATMOSFERA- num determinando local. Através de MODELOS NUMÉRICOS rodados em supercomputadores, os METEOROLOGISTAS analisam e informam o comportamento do CLIMA com razoável ANTECIPAÇÃO, permitindo assim que os ALERTAS EMITIDOS produzam efeitos menos desastrosos nas regiões onde as ocorrências se mostrem mais prováveis. 

PROGNÓSTICO -ECONOLÓGICO-

Pois, da mesma forma como acontece sistematicamente com a METEOROLOGIA, a -ECONOLOGIA- deveria ser constantemente utilizada para escancarar à sociedade em geral e, principalmente, àqueles que decidem os CAMINHOS ECONÔMICOS QUE O BRASIL ESTÁ TRILHANDO. Bom seria que a todo momento fossem EMITIDOS -ALERTAS ECONÔMICOS- INFORMANDO A PREVISÃO -ECONOLÓGICA- PARA AS PRÓXIMAS HORAS, DIAS, SEMANAS E MESES. Mais: EMITINDO ALERTAS, como acontece com a METEOROLOGIA, apontando MODELOS NUMÉRICOS que antecipam a CHEGADA DE SISTEMAS FRONTAIS COM TEMPESTADES E VENTOS FORTES PROVOCADOS POR EXTENSA CORRUPÇÃO, MÁ GESTÃO PÚBLICA e EXCESSO DE GASTOS GOVERNAMENTAIS. 

BOMBA FISCAL

A rigor, até os menos INICIADOS em ECONOMIA já se deram viva conta, sem precisar consultar os estudos e boletins que informam o CLARO ESTADO CAMBALEANTE DAS FINANÇAS PÚBLICAS DO NOSSO EMPOBRECIDO BRASIL, ANTECIPA QUE O ATÉ O FINAL DESTE ANO, MAIS TARDAR NO INÍCIO DE 2027, O PAÍS TODO SERÁ ATINGIDO POR UMA SEVERA -BOMBA FISCAL-, CUJOS ELEVADOS ESTRAGOS GARANTEM, DESDE JÁ, A OCUPAÇÃO DE UM BOM NÚMERO DE PÁGINAS DO LIVRO DOS RECORDES. 

PRIME NEWS



SEMANA DA LIBERDADE



O Fórum da Liberdade começa nesta quinta-feira (9), mas a programação de eventos paralelos, organizados pelo Instituto de Estudos Empresariais (IEE) e entidades parceiras, já tem início nesta terça-feira (7), com palestras, encontros e uma noite com chope sem imposto. 


A Semana da Liberdade é uma iniciativa que busca ampliar o debate entre organizações que estão comprometidas com a liberdade, levando novos conteúdos e atividades para o público em geral. As informações completas sobre a programação e as inscrições para os eventos que são abertos ao público estão neste link.


“A Semana da Liberdade surgiu para aglutinar diferentes pessoas e organizações que estão comprometidas com a liberdade e o debate público inteligente. Antes, as discussões eram tradicionalmente mais restritas aos dias e local do Fórum da Liberdade. Agora, ganharão novas frentes e novos espaços em Porto Alegre. É um trabalho promovido por instituições relevantes de dentro e fora do Rio Grande do Sul. Esses eventos estarão à disposição daqueles que buscam impulsionar conhecimentos e rede de contatos”, afirma o presidente do IEE, Tiago Dinon Carpenedo.


Participam da iniciativa Ibef-RS, Instituto Liberdade, Ordem e Liberdade, Lexum, Churchill Society, YPO, EO, Ciclo Empreendedor, Settee, Instituto Mises Brasil, SFL Brasil e Instituto Atlantos.


Nesta terça-feira (7), o Instituto Liberdade promove uma experiência que une estética e pensamento: uma viagem pela história do liberalismo através da arte, conduzida pela professora Marize Schons, doutora em Sociologia. No Instituto Caldeira, uma palestra terá o tema “Geopolítica e liberdade: qual o rumo do Brasil e do mundo?”, com a participação de Cézar Roedel, Fernando Ulrich e Danuzio Neto


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FRASE DO DIA

  Todos querem viver às custas do estado. Eles esquecem que o estado vive às custas de todos.