Guia Sabores Únicos do RS destaca inovação das agroindústrias e vinícolas gaúchas

 


O Sebrae RS lançou em Porto Alegre a segunda edição do Guia Sabores Únicos do RS, reforçando a diversidade e a criatividade das pequenas agroindústrias do Estado. Mais do que uma vitrine de produtos, o evento mostrou como o Rio Grande do Sul vive um momento de afirmação de sua identidade produtiva, unindo tradição, empreendedorismo e estratégia.

🔹 Curadoria e diferenciação

A seleção reuniu 50 negócios que se destacam por valor, raridade, organização e forte vínculo com a origem. No Pontal Shopping, embalagens ousadas, narrativas de território e uso inteligente de ingredientes locais mostraram que diferenciação e inovação já são práticas incorporadas pelos produtores.

Um exemplo foi a Casa Zottis, que apresentou um vinho branco elaborado com a uva Bibiana BRS, desenvolvida pela Embrapa. A vinícola apostou em uma versão barricada, com personalidade aromática e rótulo moderno, reforçando autenticidade e contemporaneidade.

🔹 Sustentabilidade competitiva

Entre os destaques, a Geleias da Bisa, de Porto Alegre, apresentou sua tradicional geleia artesanal de bergamota. O diferencial está no aproveitamento das cascas, que poderiam virar resíduo, mas foram transformadas em insumo para o Berga Pepper, criado em parceria com a Raízes & Aromas. O blend combina casca de bergamota, pimenta-do-reino, cúrcuma e sal marinho, exemplificando economia circular aplicada à gastronomia.

🔹 Reflexões sobre território

Na palestra de Marcos Vali, do Parador Hampel, surgiram provocações sobre a ausência de maior presença de produtos locais no varejo: “Por que não encontramos gôndolas recheadas de bergamotas? Onde estão os queijos regionais gaúchos? Como dar mais visibilidade aos vinhos brasileiros?”.

Casos como o Berga Pepper, as Geleias da Bisa e o Bibiana Barricado da Casa Zottis mostram que inovação, identidade e propósito já estão pavimentando um futuro promissor para a cadeia produtiva gaúcha.

🍷 Cinco vinhos de destaque da nova safra gaúcha

1️⃣ Casa Zottis – Bibiana Barricado: vinho branco elaborado com a uva BRS Bibiana, maturado em barrica, com notas florais, maçã verde, frutas tropicais e camadas de baunilha e defumado.

2️⃣ Manus Vinhas e Vinhos – Teroldego 2022: tinto de Encruzilhada do Sul, com aromas de frutas negras, especiarias e baunilha, taninos maduros e final persistente.

3️⃣ Brocardo – Espumante Nature Helena: espumante de acidez firme e frescor, com aromas de pêssego e pera, ideal para harmonizações ousadas.

4️⃣ Vivente Vinhos Vivos – Pet Nat Glera Chardonnay: espumante ancestral natural, sem sulfitos, leve e vibrante, com notas de maçã-verde, pera e mineralidade.

5️⃣ Vinícola Don Affonso – Generazione Vinho Laranja 2021: vinho laranja de maceração prolongada, com corpo médio, textura tânica e aromas de frutas secas e ervas.

📌 O Guia reafirma o papel do Rio Grande do Sul como referência em gastronomia de origem, mostrando que quando tradição e inovação se encontram, surgem sabores únicos e uma identidade produtiva cada vez mais valorizada.

Fonte: Correio do Povo

Só desta vez

 por Alexandre Garcia

Bolsonaro na cadeia é considerado um marco final da exceção. O fim de um período de vale-tudo, em que ficaram de lado o devido processo legal, o juiz natural, o amplo direito de defesa e até a Constituição. Parte do jornalismo abandonou sua raiz crítica e fingiu que cobria o caso em pleno estado democrático de direito. Na página de opinião de O Globo da quinta-feira, está a explicação, na coluna de Malu Gaspar: “Findo o julgamento, está na hora de o Supremo voltar ao seu quadrado, ser mais contido, ter mais comedimento… o Tribunal, Alexandre de Moraes em especial, foi além de suas atribuições – e, tudo bem, porque foi por “boa causa”, mas agora chega.”


No dia seguinte, a página de opinião do mesmo jornal volta o assunto, em coluna de Pablo Ortellado, com o título Fim do Ciclo: “Com a condenação de Bolsonaro e dos generais, encerramos o ciclo de resposta institucional ao golpismo. O Supremo assumiu poderes extraordinários que esperamos ter (sic) sido excepcionais e transitórios. Está na hora de encerrar os inquéritos contra as mobilizações antidemocráticas e de conferir transparência ao processo, para que a sociedade possa avaliar o que foi feito.”


Assim, às claras, jornal e jornalistas confessam que conviveram com a exceção, mas agora chega. Era só para aquela vez, como a censura da ministra Cármen Lúcia, votando pela liminar que bloqueou Brasil Paralelo só até passar a eleição. O artigo de Malu Gaspar relembra o ativismo do Supremo: “Decisões monocráticas de ofício, sem ouvir previamente o Ministério Público, prisões preventivas por meses sem acusação formal, a morte na cadeia de um réu que poderia ir para casa com tornozeleira, a manobra que transferiu à turma e tirou do plenário o julgamento do ex-presidente, serão sempre apontadas como máculas no processo.” Ortellado escreve que nem sabe quantas contas digitais foram bloqueadas – censuradas – e enfim, reconhece que o Supremo era, a um tempo, vítima, investigador e juiz. Agora também é executor. O artigo em O Globo concluiu, sem dizer, com uma confissão: “O ciclo judicial que se encerra precisa dar lugar a um novo ciclo de restauração da normalidade democrática”. Ah, é? Então apoiaram uma suspensão da normalidade democrática e agora, depois do estupro, vamos restaurar a virgindade da Constituição?


Como escreveu Malu Gaspar, o Supremo recebeu um salvo-conduto. Dos presidentes do Senado, da mídia, dos que queriam se livrar de Bolsonaro. E agora que se livraram, o caminho fica mais aberto para a crítica aos escritórios de advocacia de esposas e parentes de ministros do Supremo, assim como as ligações com financiadores de eventos, como o Master, com participação de ministros do STJ – como Malu citou na sua coluna. No Supremo, livraram-se de Bolsonaro, mas perderam o salvo-conduto. Graças ao jornalismo cúmplice da exceção é que o ciclo vicejou desde 2019. Se a mídia tivesse cumprido seu verdadeiro papel, de crítica em defesa da Lei e da Constituição, não teríamos tido “ciclo de exceção”. Tal como se pode dizer do ciclo de exceção militar, que começou com o apoio quase total da mídia da época. Aquele foi para tirar o Brasil do comunismo. Esse, para tirar o Brasil de Bolsonaro. Foi só daquelas vezes.

Correio do Povo

Brunch irresistível: ovos mexidos com bacon e mozzarela de búfala no brioche tostado

 


Para quem aprecia começar o dia com sofisticação e sabor, esta receita transforma o simples em extraordinário. Com poucos ingredientes e um toque criativo, os tradicionais ovos mexidos ganham status de prato digno de brunch de hotel cinco estrelas.

A combinação do pão brioche tostado, do bacon crocante e da mozzarela de búfala derretida cria camadas de textura e sabor que surpreendem o paladar. Além de deliciosa, a receita valoriza proteínas de alta qualidade, garantindo nutrição e saciedade logo nas primeiras horas do dia.

🍳 Receita: Ovos mexidos com bacon e mozzarela de búfala no brioche tostado

Ingredientes (para 2 porções):

  • 2 fatias de pão brioche

  • 6 fatias de bacon

  • 4 ovos

  • 2 colheres de nata

  • 6 bolinhas de mozzarela de búfala

  • Sal e pimenta a gosto

  • Cebolete ou brotos (opcional)

Modo de preparo:

  1. Toste as fatias de brioche em frigideira e reserve.

  2. Bata os ovos em uma tigela, tempere com sal e pimenta.

  3. Enrole o bacon em volta das bolinhas de mozzarela, sele em frigideira quente e finalize no forno até dourar.

  4. Em outra frigideira, derreta manteiga e despeje os ovos batidos. Cozinhe em fogo baixo, mexendo lentamente. Acrescente a nata e mexa até obter cremosidade.

  5. Monte o prato: disponha os ovos sobre o brioche tostado e finalize com o bacon recheado de mozzarela. Decore com cebolete ou brotos.

👨🏼‍🍳 Dica do chef: Ideal para um café da manhã reforçado, um brunch de fim de semana ou até um jantar leve. O contraste entre o brioche amanteigado, os ovos cremosos, o salgado do bacon e a suavidade da mozzarela cria uma harmonia perfeita. Para completar, sirva com um café coado ou suco fresco.

Fonte: Correio do Povo

Vaca atolada: o clássico brasileiro que une tradição e sabor

 


A vaca atolada é um dos pratos mais emblemáticos da culinária nacional. Tradicionalmente preparada com aipim (mandioca) e cebola, a receita é fortemente associada a Minas Gerais, mas ganhou o Brasil, recebendo adaptações de Norte a Sul.

No Nordeste, especialmente no Piauí, o cozido incorpora ingredientes como batata-doce, cenoura, chuchu e abóbora. Já no Rio Grande do Sul, o prato recebe toques de alho, tomate e pimentão. Cada região imprime sua identidade, mantendo a essência: um cozido robusto, de caldo encorpado e tempero marcante.

Com raízes populares e presença constante nas mesas brasileiras, a vaca atolada traduz simplicidade e afeto, mostrando como a gastronomia se adapta ao clima, aos ingredientes disponíveis e às tradições locais.

🥘 Receita de Vaca Atolada (8 porções)

Ingredientes

  • 2 kg de costela em ripa limpa e sem gordura, cortada em pedaços pequenos

  • 1 kg de mandioca nova

  • 5 cebolas picadas

  • 5 tomates maduros picados

  • 2 pimentões (vermelho e verde) picados

  • 100 ml de vinho branco seco

  • 1/2 xícara (chá) de salsão picado

  • 2 dentes de alho

  • 1/2 xícara (chá) de salsinha picada

  • 1 colher (chá) de tomilho

  • Sal, pimenta-do-reino e azeite de oliva a gosto

Modo de preparo

  1. Tempere a costela na véspera com sal, alho, pimenta-do-reino e azeite. Reserve na geladeira.

  2. Cozinhe a mandioca em 2 litros de água sem sal. Quando macia, retire e reserve o caldo. Separe os fiapos sem despedaçar.

  3. Doure a costela lentamente em uma panela até ficar bem dourada.

  4. Acrescente o vinho e cozinhe por mais 3 minutos.

  5. Adicione tomates, pimentões, cebolas, alho e tomilho. Tempere e cozinhe por cerca de 20 minutos.

  6. Junte a mandioca e a costela em uma panela que possa ir ao forno.

  7. Adicione o caldo da mandioca, ajuste o sal e leve ao forno quente por 40 minutos, sem tampar.

  8. Retire e deixe descansar por 15 minutos para intensificar os sabores.

👨🏼‍🍳 Dica do Chef: finalize com salsinha fresca por cima antes de servir.

📌 Um prato que atravessa gerações e regiões, reafirmando a força da culinária brasileira em transformar ingredientes simples em uma experiência rica de sabor e memória.

Fonte: Correio do Povo

INSULTO MISÓGINO

 ECONOMIA EM DESACELERAÇÃO

Segundo o IBGE, o PIB do TERCEIRO TRIMESTRE DE 2025 avançou míseros 0,1% dando conta, antes de tudo, de que a ECONOMIA BRASILEIRA está em evidente PROCESSO DE DESACELERAÇÃO.


INSULTO MISÓGINO

Esse desempenho -sofrível- sugere, mais do que nunca, que a expressão -VOO DE GALINHA-, geralmente utilizada para descrever o NOSSO BAIXO CRESCIMENTO ECONÔMICO precisa ser revisto com urgência. Até porque inúmeras e irritadas GALINHAS veem a comparação como um INSULTO MISÓGINO e/ou PRECONCEITO por conta de sistemáticos VOOS CURTOS E BAIXOS. 

LESMA, BICHO PREGUIÇA OU A ESTRELA DO MAR

A título de contribuição, além do necessário pedido de desculpas pelo mau uso da expressão -VOO DE GALINHA-, o DESTRUIDOR GOVERNO LULA bem que poderia usar, por exemplo, a LESMA, o BICHO PREGUIÇA ou a ESTRELA DO MAR, que pela fantástica LENTIDÃO QUE NATURALMENTE MOSTRAM PARA SE MOVIMENTAR, têm muito a ver com o DESEMPENHO DA NOSSA ECONOMIA. 

CARANGUEJO

Ainda assim, a título de colaboração, sugiro que o presidente Lula e seu POSTE, Fernando Haddad, também olhem com os olhos bem abertos para o CARANGUEJO, animal famoso por ANDAR PARA TRÁS ou DE LADO. Tomara que os bichos mencionados não se sintam INSULTADOS, por serem comparados com o futuro da economia do nosso empobrecido Brasil. Que tal? 

Pontocritico.com

FRASE DO DIA - 06.12.2025

 Orçamento é uma conta que o governo faz para saber onde vai investir o dinheiro que já gastou.

- Bóris Casoy

🔥Lulinha é delatado no INSS e Gilmar Mendes corre pra desviar o foco

Maduro se desespera, pede socorro ao MST e estraga o plano de Lula e Joesley!

Rio Grande do Sul enfrenta calor extremo neste sábado com máximas de até 40°C

 


O Rio Grande do Sul terá um sábado (6) marcado por temperaturas escaldantes sob influência de uma massa de ar muito quente, segundo previsão da MetSul Meteorologia. Após os 38°C registrados no Noroeste na sexta-feira (5), os termômetros devem subir ainda mais ao longo do fim de semana.

🔹 Previsão para sábado

  • Maioria dos municípios: máximas entre 35°C e 38°C

  • Regiões Sul, Campanha, Oeste, Centro e Noroeste: picos de 37°C a 40°C

  • Porto Alegre: entre 36°C e 37°C

  • Região Metropolitana (Vale do Sinos): até 38°C

O sol predomina durante o dia, mas o forte aquecimento pode favorecer a formação de nuvens esparsas, especialmente no período da tarde.

🔹 Domingo com alerta de instabilidade

O calor intenso continua no domingo (7). A MetSul alerta que o aquecimento poderá provocar pancadas de chuva e temporais isolados, com risco de vento forte e granizo, principalmente na Metade Oeste entre a tarde e a noite.

📌 O fim de semana será de temperaturas extremas no estado, exigindo atenção especial para hidratação, proteção solar e cuidados com a saúde diante do calor intenso.

Fonte: Correio do Povo

Demolição da rampa da antiga passarela da rodoviária bloqueia trânsito no Centro de Porto Alegre

 


Motoristas que circulam pelo Centro Histórico de Porto Alegre enfrentam mudanças no tráfego desde a noite desta sexta-feira (5) e manhã de sábado (6). A demolição da rampa de acesso da antiga passarela da rodoviária bloqueou o trânsito na avenida Júlio de Castilhos e na rua da Conceição para quem deseja sair da região.

O desvio está sendo feito pela rua Cel. Vicente e, em seguida, pela rua Comendador Manoel Pereira, onde os veículos retornam ao trajeto normal. O Corredor Humanitário segue com trânsito livre. A previsão é que o bloqueio dure até as 13h deste sábado.

🔹 Obras em andamento

Na noite de sexta, máquinas da Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura (Smoi) iniciaram os trabalhos manuais de demolição. A prefeitura informou que a limpeza dos entulhos na rua da Conceição e na calçada da rodoviária ocorrerá nas próximas semanas.

A rampa em formato de caracol é o último trecho da estrutura a ser removido, após a retirada da passarela que restava desde a construção emergencial do Corredor Humanitário durante a enchente de 2024.

“Este é o último trecho que falta para a Smoi concluir a demolição total. A decisão de remover a estrutura faz parte de uma etapa importante de requalificação do Centro Histórico”, afirmou o secretário André Flores.

🔹 Nova passagem de pedestres

Uma nova solução será implementada em parceria entre a prefeitura e a Trensurb. O projeto prevê a revitalização da passagem subterrânea existente na saída da rodoviária, com rampas e acessibilidade universal.

As obras, sob responsabilidade da Trensurb, devem começar em breve, enquanto a prefeitura cuidará da qualificação do entorno. Para André Flores, a iniciativa simboliza a transformação de uma estrutura emergencial em uma solução definitiva para a cidade.

📌 A demolição marca o encerramento de uma etapa importante na revitalização do Centro Histórico e abre caminho para melhorias na mobilidade urbana da região.

Fonte: Correio do Povo