Fonte: https://www.rsnoticias.top/2025/10/etica-destrutiva-miseravel-e-niilista.html
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POPULISMO TRIBUTÁRIO
Tudo leva a crer que hoje, 01/10, a proposta de cunho -POPULISTA TRIBUTÁRIO-, que propõe a ISENÇÃO NO IMPOSTO DE RENDA PARA QUEM GANHA ATÉ R$ 5.000, será aprovada em plenário da Câmara dos Deputados, por larga maioria. Ou seja, nem mesmo aqueles que defendem, com total razão, uma necessária e responsável -COMPENSAÇÃO- PARA BANCAR A MEDIDA POPULISTA, serão capazes de ameaçar a sua aprovação.
COMPENSAÇÃO ZERO
Por mais que se admita e reconheça o mérito da AMPLIAÇÃO DA FAIXA DE ISENÇÃO DO IR, o FATO, inexorável, é que a medida -POPULISTA- VAI AUMENTAR AINDA MAIS O ROMBO NAS CONTAS PÚBLICAS. Como tal, gostem ou não, queiram ou não, a única e perversa COMPENSAÇÃO será BANCADA PELO MASSACRADO E TEIMOSO SETOR PRODUTIVO, que já arca com UMA CARGA INDECENTE DE IMPOSTOS.
IMPACTOS ECONÔMICOS
A propósito, de antemão o presidente do Comitê de Transação Tributária da Associação Brasileira da Advocacia Tributária (Abat), Eduardo Natal, avalia que, EM VEZ DE SIMPLIFICAR E TRAZER SEGURANÇA, o projeto POPULISTA acentua distorções, amplia a carga tributária global e evidencia a prevalência do poder de tributar sobre o equilíbrio e a justiça fiscal. Mais: “É um movimento que reforça a percepção de que o contribuinte serve como fonte de financiamento do Estado, sem que haja a devida preocupação com os impactos econômicos, sociais e empresariais de longo prazo”.
CARGA TRIBUTÁRIA MAIOR DO MUNDO
Aliás, mais do que sabido, ninguém mais tem dúvida de que, SEM A NECESSÁRIA COMPENSAÇÃO- representada por FORTE CORTE DE GASTOS PÚBLICOS a TAXAÇÃO DO LUCRO EMPRESARIAL passará, inevitavelmente, a ser a MAIOR DO MUNDO. Vale lembrar que enquanto a CARGA TRIBUTÁRIA -MÉDIA- dos países da OCDE, que é de 23%”, aqui e agora no, nosso empobrecido Brasil, supera os 35%. Assim, SEM COMPENSAÇÃO, a nossa CARGA TRIBUTÁRIA chegará rapidamente ao nível absurdo e insustentável de 40%. Que tal?
Pontocritico.com
Que tal fazermos uma enquete, no centro de São Paulo, Rio, Porto Alegre ou outra grande capital brasileira, perguntando o que as pessoas acham de acabar com os supersalariso, acima do teto, no funcionalismo? Ou colocar em prática de uma vez por todas a avaliação de desempenho dos servidores? Qual seria exatamente a resposta? Então porque isto é diferente no Congresso? Qual a chance de andar dessa vez a reforma administrativa?
Vídeo de Fernando Schuller
Fonte: https://www.instagram.com/reel/DPNPyMuEfOd/?igsh=MXd3dDc2b2dxaGRnZA%3D%3D
Segundo o advogado Fabio Pagnozzi, o delator Eduardo Tagliaferro foi preso na Itália. Ex-assessor da Justiça Eleitoral durante a campanha de 2022, ele vem apresentando acusações graves contra a gestão do ministro Moraes.
O próprio Moraes, diretamente implicado nas denúncias, expediu em agosto um pedido de extradição ao governo italiano, logo após as primeiras revelações. A solicitação foi respaldada por um pedido de indiciamento da PGR, que atribuiu a Tagliaferro supostos “crimes de violação de sigilo funcional, coação no curso do processo, obstrução de investigação de infração penal que envolve organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito”, segundo a CNN.
Em depoimento, Tagliaferro confirmou as conversas que manteve com integrantes do gabinete de Moraes, reveladas pela Folha. Nessas mensagens, surgem pedidos diretos de produção de provas para justificar a censura a veículos de direita, entre outras irregularidades. Por exemplo, diante da falta de elementos, Tagliaferro relatou ter ouvido a instrução: “Use a sua criatividade”, quando questionado sobre a Revista Oeste.
Informações oferecidas por Tagliaferro levaram a sanções do governo dos EUA contra assessores diretos de Moares, na semana passada.
No Senado Federal, ele também afirmou ter produzido um relatório em uma investigação do Supremo usado para embasar medidas contra empresários bolsonaristas, mas cuja data teria sido adulterada — o que configuraria fraude processual. Além disso, reiterou que, nas eleições de 2022, houve um esforço sistemático de censura contra a direita.
Diante de tais circunstâncias, surgem perguntas inevitáveis: como alguém que denuncia fatos dessa gravidade pode ser investigado pelo próprio alvo das denúncias? E, ainda mais grave, como a Justiça italiana pode se tornar conivente com a perseguição judicial de um denunciante?
Segundo a Revista Oeste, ele foi notificado do pedido de extradição, e liberado em seguida.
Postagem de Leandro Ruschel
Fonte: https://www.instagram.com/reel/DPRXHhIDRBI/?igsh=NG1leDFlOXdsa2x1
Treinador fica frustrado por gol sofrido no fim, mas acha ponto somado justo contra o Santos
Embora o Grêmio tenha deixado escapar a vitória nos minutos finais, Mano Menezes viu o empate com o Santos como justo na Vila Belmiro. Segundo o treinador, nem sempre há justiça no futebol, mas dessa vez, pelas circunstâncias, a igualdade no marcador ficou de bom tamanho.
“Penso que pelo que aconteceu no jogo, o ponto é justo. Mas eu sempre falo que o futebol não é um jogo de justiça”, disse.
Mano destacou que a pressão do Peixe se deu a partir da dificuldade do Tricolor de segurar a bola quando estava com a vantagem no placar. O comandante reconheceu que esse problema da equipe aconteceu principalmente a partir das substituições na etapa final.
“Até determinado momento do jogo fomos muito lúcidos, com qualidade para fazer aquilo que queríamos fazer. E a partir de um determinado momento, naturalmente, quando fomos perdendo jogadores importantes a equipe não reteve mais a bola”, finalizou.
Correio do Povo
Fonte: https://web.facebook.com/100070529347389/posts/881979340829703/?rdid=e59H1SSsdWvbAeyO#
Edenilson abriu o placar para o Tricolor, mas Lautaro Díaz deixou tudo igual para o Peixe
O Grêmio somou um ponto fora de casa, mas saiu frustrado do empate com o Santos, por 1 a 1, nesta quarta-feira, na Vila Belmiro. Edenilson marcou para o Tricolor. Lautaro Díaz tirou o gostinho da vitória já nos acréscimos do jogo pela 26ª rodada do Brasileirão. No sábado, o adversário é o Bragantino, às 18h30min, em Bragança Paulista.
Além de ter um time inteiro de desfalques, Mano optou por preservar Marcos Rocha e Kannemann. Com uma equipe mais postada defensivamente, o Tricolor viu, desde o início, o Santos ocupar o campo ofensivo e logo levar perigo ao gol de Gabriel Grando. Em dois chutes de fora da área, Rollheiser e Escobar obrigaram boas defesas do goleiro gremista, que aproveitou a lesão de Tiago Volpi.
Mesmo com dificuldade na retenção de bola, o Grêmio era preciso nos contra-ataques e chegou a abrir o placar. Aos 18, Alysson partiu do campo defensivo, passou por dois marcadores e finalizou travado. Após erro de Brazão, o camisa 47 completou para o fundo das redes. Porém, o VAR chamou por toque na mão de Edenilson, e Paulo Zanovelli anulou o gol de forma equivocada, já que a regra implica que o meia tivesse feito o gol para a marcação do penal nesse tipo de jogada.
O Peixe seguiu tendo mais a bola e chegando pelas laterais. Guilherme e Barreal ganhavam na individualidade, mas a zaga gremista continuou fazendo boas interceptações, não deixando os donos da casa criarem. Assim, o empate persistiu até o intervalo.
Diferentemente da etapa inicial, o Grêmio voltou para o segundo tempo mais organizado para explorar os contragolpes. O resultado saiu logo. Aos 11, em uma das escapadas, Pavon cruzou da esquerda e Edenilson se jogou na bola para completar sozinho para o fundo das redes: dessa vez 1 a 0 sem apelação.
Em outra jogada rápida, André Henrique recebeu sozinho na grande área, mas finalizou muito mal para fora. O assistente já marcava impedimento. Em desvantagem, o Santos foi para o abafa e teve chance para empatar. Em sequência no mesmo lance, Lautaro Díaz e Tiquinho Soares pararam em grandes defesas de Gabriel Grando.
Nos minutos finais, os donos da casa conseguiram chegar ao empate no tudo ou nada. Primeiro, Zé Rafael disparou chute forte que bateu duas vezes na trave e em cima da linha, sem furar o gol de Grando. Aos 43, contudo, Lautaro Díaz aproveitou bola no travessão e completou para o gol vazio o 1 a 1. Robinho Jr. ainda teve a última chance da partida, mas Wagner Leonardo evitou que o Santos pudesse virar o placar.
Santos 1
Gabriel Brazão; Mayke (Igor Vinícius), Alexis Duarte, Luan Peres e Escobar; João Schmidt (Tiquinho Soares), Zé Rafael, Barreal (Tomás Rincón) e Rollheiser (Robinho Jr.); Guilherme e Lautaro Díaz. Técnico: Juan Pablo Vojvoda.
Grêmio 1
Gabriel Grando; Gustavo Martins, Noriega e Wagner Leonardo; Dodi, Arthur (Alex Santana), Edenilson (Cristaldo), Alysson (Aravena) e Marlon; Pavón (Amuzu) e André Henrique (Riquelme). Técnico: Mano Menezes.
Gols: Edenilson (11min/2ºT) e Lautaro Díaz (43min/2ºT).
Cartões amarelos: João Schmidt, Igor Vinícius e Escobar (Santos); Arthur, Alex Santana, Alysson e Mano Menezes (Grêmio).
Árbitro: Paulo Cesar Zanovelli (MG).
Local: Vila Belmiro, em Santos (SP).
Ídolo e diretor esportivo do clube reforça confiança no elenco e convoca torcedores para apoiar o time contra o Botafogo no Beira-Rio
Após o empate por 1 a 1 com o Corinthians, no Beira-Rio, o diretor esportivo do Inter, Andrés D’Alessandro, usou sua experiência como ídolo do clube para fazer um apelo à torcida, pedindo paciência e apoio ao elenco colorado. A partida desta quarta-feira, além de pouco público, foi marcada por protestos antes, durante e depois do jogo, refletindo a insatisfação com os resultados recentes.
“O momento é difícil e requer muita força mental por parte do time e do torcedor. Sei que já pedi muito, mas estou aqui para pedir o apoio. Sei que a torcida está chateada com razão. Aceitamos as cobranças, mas precisamos dos torcedores. É um momento difícil e complicado, mas acreditamos que, com a ajuda do torcedor, podemos voltar a ter força e confiança. O Inter, sem o seu torcedor, perde força”, afirmou D’Alessandro, que chegou a se emocionar durante a sua fala.
O diretor reforçou ainda a importância da presença da torcida na próxima partida, contra o Botafogo, neste sábado, novamente no Beira-Rio. “Precisamos estar juntos em um momento importante do clube. Já passamos por momentos mais complicados, mas temos confiança nos jogadores e na comissão técnica. Precisamos do torcedor no sábado para ganhar do Botafogo e poder respirar um pouco. Daí, vamos conseguir treinar coisas novas durante a data-FIFA”, completou.
Ou seja, reconhecido como um dos maiores jogadores da história recente do Inter, D’Alessandro saiu em defesa do time usando o próprio prestígio.
Proposta protocolada pelo governo federal teve orientação favorável de todos os partidos
A proposta de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil foi aprovada de forma unânime, na noite desta quarta-feira, pela Câmara dos Deputados. O texto agora segue para o Senado. O presidente da Casa, Hugo Motta, salientou a conquista de justiça social da medida. A proposta foi encaminhada pelo governo ao Congresso Nacional em março.
O texto recebeu o apoio do Centrão e da oposição e foi aprovado com placar de 493 votos favoráveis. Todos os partidos, inclusive da oposição, orientaram de forma favorável à aprovação do texto. O projeto deverá passar também por votação no Senado antes de ser levado à sanção presidencial. Se for aprovada, a medida passa a valer em janeiro.
O PT espera usar a medida como vitrine na eleição do ano que vem, uma vez que pode beneficiar cerca de 16 milhões de pessoas. Além da isenção até R$ 5 mil, o projeto também prevê a desoneração parcial de quem recebe até R$ 7.350. O custo inicial da medida era de R$ 25,8 bilhões por ano, mas foi elevado para R$ 31,2 bilhões após o relator do projeto na Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), aumentar a parcela de contribuintes com desconto no IR de R$ 7 mil (proposta original da Fazenda) para R$ 7.350 e fazer concessões ao agronegócio e a contribuintes de alta renda.
A principal fonte de compensação é a tributação sobre os mais ricos com uma alíquota mínima de Imposto de Renda. Ela começa a incidir sobre quem tem rendimentos acima de R$ 600 mil por ano (R$ 50 mil por mês) e chega a 10% sobre quem ganha R$ 1,2 milhão ou mais por ano (R$ 100 mil por mês).
O argumento da equipe econômica é que cerca de 141 mil contribuintes de alta renda serão taxados, uma vez que pagam menos IR - em média, 2,54% - do que trabalhadores de classe média, como policiais e professores, com alíquota efetiva superior a 9%. Isso ocorre, segundo a Receita Federal, porque contribuintes têm acesso a isenções que reduzem a tributação sobre seus rendimentos, como é o caso dos dividendos.
Por isso, todos os pagamentos de dividendos que superarem R$ 50 mil mensais serão tributados em 10% na fonte. Caso o contribuinte não seja enquadrado como de alta renda ou já pague a alíquota mínima para a sua faixa de renda, o imposto será devolvido no ano seguinte, na restituição do IR.
Em seu relatório, Lira atendeu também contribuintes de alta renda, retirando do cálculo para o cômputo do que é tributável rendimentos de produtores rurais e de aplicações financeiras. A mudança feita por Lira em relação ao texto original da Fazenda excluiu a chamada 'renda isenta da atividade rural' do somatório de rendimentos que servirão para enquadrar o contribuinte como de alta renda. Isso representa 80% da renda obtida pelo produtor rural - só 20% é a base tributável.
Lira também excluiu da base de cálculo ganhos obtidos com aplicações financeiras, como LCIs, LCAs, CRIs, CRAs, rendimentos de Fiagros, de debêntures incentivadas e de fundos de investimentos em infraestrutura (FIP-IE). O deputado fez outra inovação na proposta que veio do governo: fixou em seu relatório que dividendos apurados e lançados até dezembro deste ano sejam isentos da tributação de 10%, desde que sejam pagos até 2028.
Lira estima que as medidas devem beneficiar até 16 milhões de brasileiros. O relator também destaca que a ampliação da faixa de isenção tem amplo apoio na Câmara e deve avançar de forma “unânime”, mas parlamentares ainda discutem as formas de compensação previstas no texto.
Estadão Conteúdo e Correio do Povo