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Temporais também castigaram municípios de Santa Catarina
Em Santa Maria, na região Central, a chuva deste domingo causou alagamentos em residências nos bairros Noal (Vila Lídia), Pinheiro Machado e Santa Marta. Três famílias estão temporariamente desalojadas. Destas, uma está na casa de familiares enquanto as outras duas optaram por permanecer próximas aos imóveis para proteger os mobiliários.
Em razão do alto volume de chuva, houve infiltrações e alagamentos no Pronto Atendimento (PA) do Patronato, danificando a rede elétrica e equipamentos da sala de emergência. A energia elétrica do local foi desligada e os equipamentos removidos para garantir a segurança de funcionários e usuários.
A Secretaria Municipal de Saúde já orientou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para redirecionar os atendimentos de emergência para a Unidade de Pronto Atendimento 24 Horas. Demais atendimentos médicos e de enfermagem estão reduzidos. Segundo a Defesa Civil Estadual choveu 78,2 mm em 24 horas.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou a previsão de tempestade de grande perigo neste domingo. É esperada chuva superior a 60 mm/h ou maior que 100 mm/dia, ventos superiores a 100 km/h, e queda de granizo.
Granizo causa estragos em Santa Catarina
Na cidade catarinense de São Miguel do Oeste o granizo fino foi intenso, assim como os ventos, por volta das 21h de sábado. Conforme a Defesa Civil da cidade ocorreram quedas de árvores e estragos nas comunidades de Sete de Setembro e Jacutinga do Arroio Veado, onde uma residência e um galpão ficaram totalmente destelhados. Outras casas tiveram destelhamentos parciais em todo o município, além disso estradas rurais tiveram problemas, principalmente na comunidade de Sete de Setembro, que teve as duas vias de acesso obstruídas.
Em Barra Bonita, também em Santa Catarina, ocorreu o registro de granizo e vendaval na noite de sábado. Segundo levantamento da Defesa Civil do município, 30 residências foram destelhadas com o temporal. Também houve a queda de várias árvores e postes, comprometendo o fornecimento de energia. As localidades mais afetadas foram a Linha Treze de Maio, e outras comunidades próximas à divisa com a cidade de São Miguel do Oeste. Até o final da manhã deste domingo, parte da energia elétrica do município havia sido restabelecida. Foram registrados danos na produção de tabaco e milho.
Correio do Povo
Clássico no Beira-Rio foi marcado por polêmicas da arbitragem e fim de longo jejum gremista no clássico
Todo Gre-Nal leva junto consigo um número. Mas na prática, cada clássico fica na lembrança por alguma característica em si. O jogo deste domingo, no estádio Beira-Rio, muito provavelmente será lembrado como o “Gre-Nal dos Pênaltis”, tamanho o protagonismo de dois lances, para dizer o mínimo, polêmicos. Mesmo tendo contra si duas penalidades inexistentes, o Grêmio venceu, de virada, o Inter por 3 a 2 e pôs fim a um jejum de mais de dois anos no confronto com o rival.
Diante da desconfiança de ambas as torcidas sobre a qualidade dos times, o Gre-Nal válido pela 24ª rodada do Brasileirão foi, desde o início, mais movimentado do que se esperava. Não que isso necessariamente signifique que foi um bom clássico, não foi. Mas pelo menos entregou em termos de emoção. Talvez justamente pelo momento de fragilidade defensiva vermelho e azul, o jogo era lá e cá. Se Edenilson ameaçou logo aos dois minutos, Alan Rodríguez respondeu aos três.
Até que começaram as polêmicas. Aos 14 minutos, Bernabei venceu na corrida a marcação adversária e entrou na área gremista. Ao perceber a chegada de Noriega, o lateral esticou o pé e caiu. À primeira vista, o replay indicava uma simulação de pênalti do jogador colorado. Mas o árbitro Marcelo de Lima Henrique foi chamado no VAR. Analisou que houve um toque do joelho do peruano no argentino – que até houve, mas muito provavelmente não foi a razão da queda – e marcou pênalti. Aos 20 minutos, Alan Patrick bateu no canto direito, Volpi ainda tocou, mas não impediu o gol do Inter: 1 a 0.
Era uma vantagem importante que poderia assegurar tranquilidade aos anfitriões. Mas a defesa colorada vive um dos seus piores momentos e vazou logo em seguida. Aos 28, Marlon foi à linha de fundo pela esquerda e cruzou para a cabeceada certeira de Carlos Vinícius. Com um gol típico de centroavante e uma certa colaboração de Rochet, o Gre-Nal estava empatado: 1 a 1.
Os planos originais de Roger Machado e Mano Menezes mudaram quando, quase ao mesmo momento, Carlos Vinícius e Alan Rodríguez deixaram o gramado com lesão muscular. Mas mal houve tempo para uma reestruturação tática, já que novamente a polêmica entraria em cena.
Aos 44 minutos, Carbonero perdeu um gol incrível, chutando para fora. Só que mais uma vez o VAR entrou em cena, indicando toque de mão de Noriega. A questão é que antes do toque propriamente, a imagem também mostrou um puxão de camisa de Borré sobre o peruano. A arbitragem ignorou e marcou pênalti, novamente convertido por Alan Patrick, desta vez com direito à provocação para cima de Volpi na comemoração.
Só que os colorados mal puderam comemorar. No minuto seguinte, o Grêmio teve um escanteio a seu favor. A cobrança foi na primeira trave e ninguém, absolutamente ninguém da defesa do Inter pulou. Melhor para André Henrique, que cabeceou no canto e deixou tudo igual de novo: 2 a 2.
O segundo tempo começou morno na comparação com o primeiro. Pelo menos até Mano Menezes mudar as peças. Aos 16 minutos, sacou Willian e Pavón e colocou Kike Olivera e Alysson. E logo na primeira jogada de Alysson, ele avançou em velocidade pelo lado esquerdo da defesa colorada e, já dentro da área, chutou colocado no canto. Era a virada gremista em pleno Beira-Rio.
Nem mesmo a superioridade numérica após a expulsão de Arthur foi suficiente para que o Inter esboçasse alguma reação. Vaias eram dirigidas a Rochet quando o goleiro tocava na bola, mas o alvo preferencial era mesmo o técnico Roger Machado.
Aos 35 minutos, em um lance isolado, Ricardo Mathias quase empatou, mas Volpi fez grande defesa e salvou. O goleiro brilhou de novo aos 37 em finalização de Carbonero. Só que quando tudo parecia decidido, André Henrique fez pênalti em Aguirre. Desta vez, sem polêmicas. Só que a única penalidade corretamente assinalada não se transformou em gol. Alan Patrick chutou na trave e no rebote Borré mandou para fora.
A tarde era mesmo azul, preto e branca. O “Gre-Nal dos Pênaltis” era do Grêmio.
Inter 2
Rochet, Aguirre, Vitão, Juninho e Bernabei; Richard (Luís Otávio), Alan Rodríguez (Bruno Henrique, depois Ricardo Mathias) e Alan Patrick; Bruno Tabata (Romero), Carboneto e Borré. Técnico: Roger Machado.
Grêmio 3
Tiago Volpi, Marcos Rocha, Noriega, Wagner Leonardo e Marlon; Cuéllar (Dodi), Arthur e Edenilson (Cristaldo); Willian (Alysson), Pavón (Kike Olivera) e Carlos Vinícius (André Henrique). Técnico: Mano Menezes.
ÁRBITRO: Marcelo de Lima Henrique.
LOCAL: estádio Beira-Rio.
GOLS: Alan Patrick, aos 20’ e 50’ do primeiro tempo (I) e Carlos Vinícius, aos 28’, André Henrique, aos 52’ do primeiro tempo e Alysson, aos 17’ do segundo tempo (G).
EXPULSÕES: Arthur (G) e Bernabei (I).
PÚBLICO: 28.176 (25.519 pagantes)
Correio do Povo
Em 2013, ela foi eleita Miss Latina del Mundo; mais de dez anos depois a quiropraxista quer reconqusitar o universo
Um pouco mais três meses após ser eleita Miss Universe RS 2026, Júlia Guerra recebeu nesta semana a confirmação de que poderá representar o estado na etapa nacional do concurso de beleza. O mistério em torno da participação da quiropraxista natural de Soledade se deu por conta da mudança na direção nacional da franquia. Em agosto, o empresário Rodrigo Ferro tornou-se o novo CEO da competição, com a promessa de mudanças e alto investimento.
A notícia animou ainda mais Júlia, que desde que foi coroada no mês de maio deu início a uma intensa preparação para o Miss Brasil, previsto para ser realizado nos primeiros meses do ano que vem.
Na bagagem, além da maturidade dos seus 35 anos, ela também carrega muita experiência em concursos de beleza. Em 2013, foi eleita Miss Latina Rio Grande do Sul. Depois, venceu a etapa nacional. Ela foi ainda mais longe ao conquistar a coroa internacional de Miss América Latina Del Mundo.
Embora tenha decido retornar apenas neste ano, foi em 2023 que a chama para retornar as passarelas como candidata reascendeu. Naquele ano, a organização internacional alterou o regulamento da competição tirando o limite idade das candidatas, que era até 28 anos, e também possibilitou a participação de mulheres que são casadas, mães, divorciadas e transexuais, ampliando a diversidade na competição.
"Eu acho que quando a gente participa uma vez, acaba que o palco se torna uma grande paixão”, afirma Júlia. Contudo, ela lembra que não se afastou do universo da misses, integrando a franquia do Miss Latina, e participando de concursos estaduais, nacionais e internacionais como jurada, inclusive de outras franquias.
Júlia conta que sentiu que precisava ter uma voz mais ativa e que apesar de amar a sua profissão e atuar em causas sociais, sentia que “faltava algo”. “Então, eu em oração mesmo disse: ‘Deus, me mostra o que que tu quer de mim. O que seria uma boa oportunidade? Me traz mais oportunidades’ e daí surgiu o convite. Assim, em meio a orações surgiu o convite e eu falei: ‘Ah, é é isso’”, recorda.
Agora, a miss divide a agenda entre consultas e compromissos sociais e também beneficentes. Inclusive, Júlia é embaixadora do Instituto de Câncer Infantil. “A gente foca muito no diagnóstico precoce das crianças, tentando ensinar a comunidade de uma forma geral e alertar quais são os principais sinais e sintomas que as crianças apresentam e que pode que podem ser um câncer. Quando a gente tem esse diagnóstico de forma precoce, a chance de salvar essa criança é muito maior”, contra sobre o trabalho na instituição a qual integra há 13 anos.
Júlia conta ser miss não era um sonho na sua infância. “Sempre fui muito do esporte, cresci numa cidade pequena, brincava na rua, jogava futebol, então eu era muito mais moleca, ainda sou. Sempre fui muito mais moleca, então, eu não vislumbrava isso para minha vida”, recorda.
Contudo, aos 12 anos, quando fez seu primeiro curso de modelo, após um scouter passar por Soledade, que ela passou a se interessar pelo mundo da moda, mas ainda pelo viés de ser modelo.
Anos mais tarde, em 2011, surgiu o convite para ela participar de um concurso pela primeira vez, a Exposol. “Aí eu disse assim: ‘Gente, o que é que está acontecendo? As pessoas me acham bonita’, eu acho que eu nem me achava bonita assim. Sabia que tinha algum perfil para modelar, mas eu daí fiquei pensando: "Bom, você é uma soberana’”. Ela foi eleita rainha da festa da sua cidade naquela edição.
Participando de um desfile com uma menina que havia participado do Miss Rio Grande do Sul foi quando surgiu a curiosidade de como funcionava o concurso. Até então, Julia era apenas uma telespectadora dos concursos de misses.
“Eu nunca me imaginei nessa posição. Primeiro, pela condição social a qual cresci. Sou filha de caminhoneiro, minha mãe professora, qual a chance de usar uma coroa de Miss Universo do RS? Nunca, isso era fora da minha realidade, né?”, fala sobre seu pensamento na época.
Poucas pessoas sabem, mas em 2011, Júlia participou pela primeira vez do Miss Universe RS. O concurso teve 82 candidatas na semifinal, porém apenas 30 avançavam para a final.
“Aquele ano ganhou Priscila Machado. Conheci diversas meninas que são minhas amigas até hoje, Samê, Raquel Benetti, tipo gurias fortes assim que sou apaixonada por elas. Não entrei no top 10, foi uma grande frustração porque pensei assim: "Meu Deus, como assim? Eu não fiquei nem no top 10”, completa.
Depois, em 2013, aos 23 anos, ela participou do Miss Latina, onde fez história ao conquistar a coroa em todas as etapas: estadual, nacional e internacional. Ao terminar seu reinado, ela pensou que estava já no limite de idade para participar de outras franquias, como Miss Universe, outra vez, e o Miss Mundo.
"Eu pensava: ‘Bom, eu já não vou voltar de cara, ganhei um internacional, vou voltar de cara, vão achar que eu sou a chata dos concursos’. E aí fui deixando isso passar e sempre foi uma vontade e acabei e Deus sabia, né, de tudo. Sabia a hora certa de todas as coisas. Bom, e hoje em dia sou a Miss Universe Rio Grande do Sul”, comenta.
Os títulos conquistados por Júlia em 2013 não vieram de forma fácil. “Quando eu venci, naquela época, imagina, 2013, não tinha essas parcerias que a gente tem hoje. Então, sim, tive muita sorte que muita gente quis me ajudar, assim, uma loja aqui e outra ali, mas a minha minha mala, tanto para o Miss Brasil quanto para o Miss América Latina foram de roupas das minhas amigas”, revela.
A miss conta que passou na casa de cada uma das amigas para ver o que poderiam emprestar para ela competir. “O meu traje típico, tanto no Brasil como no internacional, foi o mesmo traje e a gente adaptou do meu traje da Exposol. Então, as pessoas não sabem disso, mas foi uma grande luta”, detalha. “Mas acabou dando tudo certo e eu acho que foi uma grande emoção”, comemora.
Quando para o passado, Júlia sente orgulho da sua trajetória. “Quando criança era fora da minha realidade, qualquer coisa que eu vivo hoje em dia. Então é muito legal estar vivendo tudo isso, e assim, eu fui me inspirei dentro das meninas que foram fazendo parte do meu cotidiano, pensando assim: ‘bom, se elas podem, eu também posso’. É essa a visão que eu quero que as meninas também tenham com relação a mim”, afirma.
Agora, o foco da Júlia é no Miss Brasil. Ela aposta na experiência do passado e também de jurada em outros concursos para participar da etapa nacional no ano que vem. “Como já participei de outros concursos, eu tenho total noção do que é importante. Uma miss não se faz só de beleza, bem pelo contrário. A beleza, ela até chama a atenção nos primeiros momentos, mas depois são outras coisas que estão avaliando de fato nas candidatas”, observa.
"Principalmente a questão de inteligência, oratória, passarela, corpo. Então, eu sempre pensei assim: ‘bom, se vou retornar, tenho que retornar tentando dar o meu 100% em todas as fases’. Eu quero, né, ser a melhor de corpo, quero ter a melhor entrevista, quero, enfim, entregar os melhores vestidos, estar bem vestida sempre. Então, é uma preparação que demanda várias coisas”, completa a Miss RS.
Júlia ressalta que na preparação considera diversos fatores, como a quantidade de dias, se vai ter preliminar, preliminar de biquini, entre outras possibilidades conforme o perfil do concurso.
Além da formação em Quiropraxia, ela possui três pós-graduações: Neurociência, Gestão em Saúde e Comunicação e Oratória. A miss ainda está na fase final de uma quarta pós: Biomecânica. “Sempre estudei muito, sempre me dediquei muito, porque penso também que a cultura, que o conhecimento, ele nos ajuda a ter voz”, destaca.
Para a Júlia, representar o estado que mais conquistou títulos de Miss Universe Brasil é motivo de muito orgulho e motivação. “Eu não posso esquecer da história que elas [ex-misses RS] construíram e também não posso esquecer que eu preciso deixar uma história legal para as próximas que virão”, declara.
"Acho que a gente sempre chega com peso, sempre chega a gaúcha sendo esperada. O que que ela vai mostrar, o que que ela vai trazer. Eu estou construindo algo bem especial para entregar”, adianta.
A miss garante que apesar da sua experiência neste tipo de atividade, está aperfeiçoando seus conhecimento. “Estou fazendo aulas de conhecimentos gerais, mentorias que me ajudam na evolução tanto mental como espiritual”, conta. Além disso, ela faz dois cursos de inglês, um com aulas ao vivo e outra de um curso gravado. Além disso, ela é fluente em espanhol.
"São usados geralmente dois vestidos de gala. Um deles, a ideia é homenagear uma miss do passado e o outro é um vestido que eu sonhei”, antecipa, porém sem detalhar. “Vamos ver se esse sonho se torna real. Ambos já estão sendo produzidos pela mesma pessoa que fez o meu vestido do Rio Grande do Sul, que foi um estilista do Paraná, que se comoveu com a minha história desde sempre”.
Júlia ainda revela que o traje típico, caso houver na etapa nacional, também já está desenhado. “Vai ser algo que representa muito da minha força, um pouco do meu sobrenome, vai vai carregar bastante história nesse traje típico”, dá novo spoiler.
A Miss RS ainda revela que viajará para São Paulo para aulas de passarela e também testes no cabelo. Ela também fez uma cirurgia plástica no nariz, porém enfatiza que não pretende fazer outras, apenas procedimentos estéticos. “Hoje em dia tem várias máquinas que ajudam. Então assim para o corpo estar bem tonificado, para estar bonito, para não ter muita celulite à mostra, todas essas coisas fazem parte do planejamento”, comenta.
Júlia conclui afirmando que dedicação e trabalho não faltarão para levar o nome do RS para o Miss Brasil e trazer a 16ª coroa para o estado.
Correio do Povo
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