Investigado pela Polícia Federal por stalking enviou fotos íntimas para a senadora Soraya Thronicke

 

O homem não foi preso, mas deve obedecer uma série de medidas cautelares.  Foto: Reprodução

O homem alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) nesta terça-feira (9), investigado por stalking, enviou diversas fotos íntimas para a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) através do e-mail.

Prints mostram o teor das mensagens. Em uma delas, enviada em novembro de 2024, o homem anexou três fotos íntimas e disse que quer morar e namorar com a “mãe”.

Além da senadora, a deputada federal Silvye Alves (União-GO) e outras mulheres também foram vítimas do homem. A identidade dele não foi revelada.

A operação contra o homem, nesta terça, foi realizada pela superintendência da PF do Distrito Federal. Os agentes fizeram buscas na casa dele em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.

O homem não foi preso, mas deve obedecer uma série de medidas cautelares.

A assessoria de Soraya Thronicke afirmou que a senadora confia plenamente no trabalho da PF e que ela é frequentemente alvo de crimes dessa natureza.

As buscas no Rio de Janeiro tiveram o objetivo de encontrar equipamentos, mídias e documentos que comprovem os crimes, além de identificar outras possíveis vítimas.

A reportagem apurou que a Justiça autorizou a quebra de sigilo bancário e telefônico do investigado.

O homem também deve cumprir uma série de medidas cautelares, como:

– proibição de acesso à internet;
– proibição de contato com as vítimas ou seus representantes;
– proibição de sair da região metropolitana do Rio de Janeiro sem autorização judicial.

O que diz a assessoria da senadora Soraya Thronicke:

“A assessoria da senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) informa que a parlamentar não foi comunicada previamente sobre a Operação Assédio, deflagrada nesta terça-feira (09), pela Polícia Federal, que realizou busca e apreensão na residência de um suspeito de enviar mensagens de cunho sexual à senadora e a outras mulheres, incluindo uma parlamentar.

A senadora confia plenamente no trabalho investigativo da Polícia Federal e ressalta que, ao longo de seu mandato, tem sido alvo frequente de crimes dessa natureza, incluindo ameaças de morte, e aos seus familiares. Isso reflete atitudes sexistas e criminosas contra mulheres em cargos públicos.

Soraya destaca, ainda, que o enfrentamento a esses crimes não é responsabilidade apenas dos órgãos de investigação, mas também do Legislativo, que deve aprovar leis mais duras e eficazes. Como exemplo, destaca a Lei do Stalking (Lei nº 14.132/2021), de autoria da senadora Leila Barros, que ampliou as penas para esse tipo de delito.”

Crime

Perseguir uma pessoa on-line ou no mundo físico pode dar cadeia no Brasil desde abril de 2021, quando foi sancionada uma lei que incluiu no Código Penal o crime de perseguição, conhecido também como “stalking” (em inglês).

A pena para quem for condenado por “stalking” é de 6 meses a 2 anos de prisão, mas pode chegar a 3 anos com agravantes, como crimes contra mulheres.

Apesar de a lei ser recente, as perseguições sempre ocorreram. Antes, no entanto, elas eram enquadradas em um artigo da Lei das Contravenções Penais e tinham como pena a prisão por 15 dias a dois meses, ou multa. Agora, “stalking” é crime, com tipificação específica.

O termo “stalkear” muitas vezes parece banal, utilizado para se referir a prática de bisbilhotar os posts de pessoas. A curiosidade, por si só, não configura nenhum tipo crime.

O delito ocorre quando isso passa a influenciar na vida de quem é acompanhado. A lei diz que a perseguição deve ser reiterada, ou seja, acontecer diversas vezes.

Na prática, o crime de “stalking” digital se dá quando a tentativa de contatos é exagerada: o autor passa a ligar repetidas vezes, envia inúmeras mensagens, faz inúmeros comentários nas redes sociais e cria perfis falsos para driblar eventuais bloqueios.

O “stalker”, muitas vezes, usa malwares (programas espiões) para infectar dispositivos móveis ou o computador da vítima. A partir daí, o criminoso pode ter histórico de localização, chamadas, agenda de contatos e publicações da pessoa.

O Sul

Ministro de Lula se cala ao ser questionado, mas deputado reage forte

 


O deputado @marcelvanhattem não se calou e deu uma resposta à altura ao ministro petista do Lula. Parabéns, deputado, o senhor lavou a alma de muitos brasileiros. 

Fonte: https://web.facebook.com/reel/1447611806498863


JORNALISMO EM NEGAÇÃO - 09.09.25

 Por Percival Puggina

 
 
Alguns meios de comunicação que se deixaram aparelhar e instrumentalizar tomam por amiga ou amante, companheira ou camarada, qualquer autoridade ou poder que de algum modo antagonize as redes sociais. O desconforto em relação a elas se explica: a) há muito mais talento no artesanato das redes do que na indústria da informação; b) os anunciantes já perceberam a tendência e migram parte importante de seus recursos para onde tem ido o público: c) um dos nichos mais bem sucedidos nesse mercado é o dos correspondentes de guerra que reportam a beligerância da velha mídia com os fatos. É uma guerra assimétrica, muitos fatos têm ido a óbito e há brasileiros refugiados no exterior por relatarem ocorrências sepultadas.
 
Exemplo totalmente em curso é proporcionado pela atitude dos veículos do “Consórcio Goebbels” de Comunicação, em relação ao mais recente personagem na cena do regime instalado no Brasil. Os profissionais do consórcio preferem olhar a paisagem além da janela cada vez que lhes aparece pela frente o senhor Eduardo Tagliaferro. Vivem dilemas shakespeareanos. Ser ou não ser? Ver ou não ver? Saber ou não saber? Preferem entrar em negação, na expectativa de que seu reino de papel e seus cavalos não lhes sumam sob os pés.
 
Flutuando, então, algumas polegadas acima da superfície dos fatos, os membros do “consórcio” têm referido a existência de uma crise institucional causada pela direita golpista e bolsonarista. Sério? O regime está em crise? Pergunto isso porque até o momento em que escrevo estas linhas, não há no horizonte sinais de insegurança na estrutura que sustenta o poder instalado no Brasil. Ela é bem simples: a maioria do STF manda, o governo aplaude e a maioria da representação política no Congresso obedece por sensibilidade natural aos impactos da mão pesada do Estado. Manda quem pode e obedece quem precisa. A linguagem popular dá outro nome, mas todos entenderão se eu disser que trato aqui de um ponto da anatomia frágil ao medo.
 
As denúncias se empilham, graves, gravíssimas. Nas redes sociais, quem não fala de pets nem de cuidados de saúde que substituam remédios de uso contínuo, não fala de outra coisa. Hoje, 6 de janeiro, a mídia do Consórcio rasga manchete a esta trepidante matéria: o ministro relator da ação penal do 8 de janeiro pediu um dia a mais para o julgamento. Uau! Um calafrio percorre a coluna vertical da oposição.
 
Você percebeu, leitor, a palavra que eu usei? Eu escrevi “oposição”! Para o consórcio, a existência de algo com esse nome já é porteira aberta à crise institucional. Em regimes como o vigente no Brasil, oposição, de direita, fazendo seu trabalho, caracteriza “crise institucional”. No século XX, apenas julgamentos coletivos, gulags e covas rasas foram mais eficientes para demarcar um regime tirânico do que a recusa a uma oposição.
 
Considere, por fim, que um “regime” não pode abdicar nem renunciar. O exercício do poder gera a necessidade de perpetuá-lo para a segurança de seus titulares. Há que planejar o futuro. O poder é parte interessada nas decisões que o próprio poder toma. Eis por que já se fala em “anistia sem Bolsonaro”. Capici?
 
Esqueceram-se de Franklin Martins! Antes das redes sociais, ele inspirou o projeto petista de “controle social da mídia” para acabar com as críticas da imprensa tradicional aos governos de Lula e Dilma entre 2003 e 2016. Essa mesma mídia que hoje lhes afofa os fatos foi alvo de tentativas petistas de lhe colocar freios e não percebe o quanto esse feitiço que hoje aplaude pode regurgitar da panela dos feiticeiros.


Pontocritico.com

O ESTADO VIROU PROPRIEDADE DO STF

 O ESTADO SOU EU

Como bem escreveu, lá em 2021, a jornalista Maria Clara Vieira, da Gazeta do Povo, a expressão -O ESTADO SOU EU-, atribuída ao rei Luis XIV, entrou para a história como a epítome do que não se deseja de um governo: a CONCENTRAÇÃO DO PODER NAS MÃOS DE UM HOMEM QUE SE JULGA ACIMA DA LEI E DE TODAS AS INSTITUIÇÕES.

AUTORITARISMO

Pois, enquanto no Brasil - O ESTADO VIROU PROPRIEDADE DO STF, com Alexandre de Moraes à frente, ora decidindo por conta própria, ora acatando os desejos e vontades do presidente Lula, e não raro também mandando e desmandando no Congresso Nacional, o que se vê, através das pesquisas eleitorais para presidente, é que metade do POVO BRASILEIRO entende que vale a pena apostar no -AUTORITARISMO- como forma de governo. 


ABSOLUTISMO PERONISTA

Pois, como se viu neste final de semana na nossa vizinha Argentina, o resultado das eleições na Província de Buenos Aires apontou para o FATO de que o povo daqueles país, depois de MULTI CATASTRÓFICOS GOVERNOS PERONISTAS, resolveu PEDIR BIS através das urnas eleitorais. Ou seja, a maioria dos eleitores mostrou o quanto admira o ABSOLUTISMO PERONISTA, que de forma implacável distribuiu FARTA POBREZA -que atingiu mais de 40% da população- e comprometeu seriamente o ORÇAMENTO PÚBLICO através de PROGRAMAS ASSISTENCIALISTAS IMPAGÁVEIS.

LÁ E AQUI

Na real, tal qual também acontece aqui no nosso empobrecido Brasil, o povo argentino em geral é -NACIONALISTA, INTERVENCIONISTA, ESTATISTA e PATERNALISTA-. Como tal prefere delegar as responsabilidades e decisões ao Estado só porque é muito mais confortável viver sob as asas do papai. O que a gente não percebe é que esses eleitores estão abrindo mão dos direitos também. E este é o problema que o PERONISMO consolidou na Argentina, explica o economista argentino Aldo Abram, diretor-executivo do think tank -Libertad y Progreso-.

PATERNALISMO

Mais do que sabido, mas é sempre oportuno lembrar, Juan Domingo Perón recebeu um país rico: contava com um grande nível de capitalização em infraestrutura, como trens, serviços públicos e investimento na produção. Mais: recebeu um Banco Central com grandes reservas de ouro, o que lhe permitiu fazer um governo PATERNALISTA, que hoje chamamos de POPULISTA. Perón fechou ainda mais a economia já prejudicada pela guerra, ao invés de começar a abrir como outros países fizeram. Implementou uma substituição de importações que serviu para que se criassem empresas estatais com as mesmas funções das que já existiam, mas ineficientes e muito mais caras", explica Abram. Setores estratégicos como bancos, ferrovias e companhias de eletricidade foram ESTATIZADOS.


Com os recursos de que dispunham, fizeram um governo extremamente generoso, dando muitos presentes ao povo para construir o poder e, com isso, finalmente conseguiram mudar a Constituição para maximizar sua hegemonia. Como resultado, o que se viveu no segundo mandato de Perón foi o declínio político e econômico", diz Aldo Abram. As dívidas, o déficit de papel-moeda, os altos impostos e a turbulência do mercado, afinal, viriam cobrar seu preço.

POLITIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO

Além disso Perón -POLITIZOU A EDUCAÇÃO-. "Se alguém não ensinasse o que o governo queria, perdia o emprego. Essa foi uma das questões que levou a uma certa saciedade na sociedade e deixou o terreno fértil para o golpe subsequente, além dos confrontos sucessivos com a Igreja. Eles eram lógicos ao apontar que o peronismo era instituído quase de forma religiosa. Os livros didáticos das escolas ensinavam 'Eva e Perón nos amam' para que as crianças aprendessem a ler — e isso foi amplamente documentado", descreve Abram.


O autoritarismo de Perón o afastava dos liberais e da própria esquerda. Nessa época, jornais que criticavam os Perón eram “visitados” por fiscais do governo que forjavam acusações e multavam jornalistas. “O impacto do peronismo na cultura política e social da Argentina foi péssimo pois, como todo populismo, este pensamento não acredita que as instituições são importantes ou crê que elas têm que se submeter ao poder da maioria. Isso destruiu a qualidade institucional do país”, avalia Krause.

Pontocritico.com

FRASE DO DIA - 10.09.2025

  O socialismo não é e nunca foi um movimento de massas oprimidas, e sim, de elitistas com fome de poder. Os pobres são apenas as marionetes do jogo.

- Frederick Gary Allen

A culpa é do Senado


O Brasil vive um Estado de Exceção. E a culpa é do Senado. A Constituição é clara: cabe ao Senado frear abusos do Judiciário. Mas o que vemos hoje? Senadores inertes diante de ministros que criam suas próprias regras e ignoram as leis do povo. Se o Senado cumprisse seu papel constitucional, processos de impeachment já estariam em andamento. Mas a omissão transformou o STF em um tribunal de exceção, perseguindo inocentes e rasgando a Constituição. A culpa não é só de quem abusa do poder, mas também de quem fecha os olhos para esses abusos. E esse peso recai diretamente sobre o Senado Federal.
Vídeo de Jeffrey Chiquini

AO VIVO: Julgamento de Bolsonaro no STF hoje - Luiz Fux vota agora

 



Fonte: https://web.facebook.com/watch/live/?ref=notif&v=2017456438995980&notif_id=1757507896368206&notif_t=live_video

🚨 Gilmar Mendes dá chilique nas redes contra Tarcísio

 


🚨 Gilmar Mendes deu mais um chilique no 7 de Setembro. Em um tweet, disse que “não há ditadura da toga” nem ministros tiranos. Mas por que justificar algo que ninguém perguntou? É a velha “mão amarela”: quando alguém se apressa a negar, acaba se denunciando. O problema é que Gilmar não é qualquer ministro — é o decano, o mais experiente e o mais político. Se até ele sobe em palanque ideológico, o recado é claro: o STF não pretende voltar para a Constituição nem oferecer a cabeça de Moraes, apesar de todas as denúncias da Vaza Toga. Resta ao Senado assumir sua responsabilidade, enfrentar o servilismo de Alcolumbre e avançar com o impeachment. Se não fizer isso agora, pode ser tarde demais.


Vídeo de André Marsiglia

A ESQUERDA não existe nas RUAS! Se não existe nas ruas, como venceu nas urnas? 🚨🇧🇷



 Fiasco da convocação de manifestações do PT, PSOL etc no 7 de setembro demonstra absoluta falta de apoio popular.

Vídeo de Claudio Dantas

Fonte: https://www.youtube.com/shorts/OFC6t_GHtCo

URGENTE TRUMP DÁ CARTA BRANCA PARA AÇÃO AO VER MANIFESTAÇÃO DE MILHÕES DE PESSOAS NAS RUAS DO BRASIL