Receita Federal fará pente-fino em benefícios fiscais

 Projeto prevê que empresas serão obrigadas a preencher uma declaração eletrônica listando todos os incentivos que possuem

Receita Federal promete fazer agora um pente-fino nos mais de 200 benefícios fiscais existentes no País 

Depois de focar nos grandes "jabutis tributários", a Receita Federal promete fazer agora um pente-fino nos mais de 200 benefícios fiscais existentes no País. A maioria deles é considerada "invisível" por ter valores mais reduzidos - na casa dos milhões, e não dos bilhões - e pelo fato de o governo ter pouca informação e controle sobre eles.

A proposta, que consta de um projeto de lei enviado ao Congresso, prevê que as empresas serão obrigadas a preencher uma declaração eletrônica listando todos os incentivos que possuem. A partir daí, o Fisco pretende identificar as companhias em situação irregular, ou seja, que usufruem dos benefícios sem ter direito, e fazer, então, a exclusão.

"Muitos desses benefícios são aprovados no Congresso Nacional sem nenhum tipo de possibilidade de controle, porque eles são de autofruição (não tem pré-requisitos). O contribuinte recebe um benefício e, simplesmente, deixa de pagar o tributo", afirma o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas. "Isso tira a governança do poder público em relação a essas centenas de regimes."

Segundo o secretário, o formulário será de fácil preenchimento, sem necessidade de envio de documentação. "A Receita vai puxar do sistema os documentos e verificar se a empresa preenche os requisitos para aqueles benefícios. Em seguida, vai informar se ela tem ou não direito."

Uma companhia que tenha sido condenada pela Lei de Improbidade, por exemplo, não poderá fazer uso desses benefícios. Outros impedimentos podem estar relacionados à Lei Anticorrupção ou a legislações ambientais. Se estiver usufruindo do benefício indevidamente, o contribuinte estará sujeito a punições, além da exclusão do regime diferenciado.

Instrumentos


Segundo o secretário, atualmente o governo não consegue enxergar quem está sendo beneficiado por esses incentivos, com quais valores e se os objetivos da política pública estão sendo atingidos. "Com esse controle eletrônico, nós daremos instrumentos para, eventualmente, os Ministérios da Agricultura, do Desenvolvimento e da Indústria analisarem os dados e os resultados da política."


A ideia é que o mapeamento também auxilie o governo na tarefa de reduzir esses benefícios - como determina a própria Constituição. Isso porque, em 2021, o Congresso aprovou uma emenda que estabelece que, até 2029, o custo dessas medidas terá de ficar limitado a 2% do PIB. Atualmente, a estimativa é de que correspondam a 4,5% do PIB.


Segundo o Fisco, os benefícios fiscais serão incluídos nessa análise progressivamente. Os incentivos ligados ao Imposto de Renda da Pessoa Física, por exemplo, não entrarão no curto prazo, já que serão alvo de uma proposta de reforma que deve ser enviada pelo governo ao Congresso até o fim de março.


Bom pagador


Além da revisão dos benefícios fiscais, o projeto de lei enviado ao Congresso estabelece novas diretrizes aos programas de conformidade, para premiar os bons pagadores de impostos. Entre as recompensas previstas a esses contribuintes, estão a redução progressiva no pagamento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), de até 3%, e a possibilidade de autorregulação em um prazo de 60 dias. Há também vedação de arrolamento de bens e preferência em licitações.


Segundo Barreirinhas, a ideia que norteia o projeto é o de uma Receita Federal que deixa de ser "punitiva" para ser "orientadora" dos contribuintes. O próximo passo será negociar o texto - que foi enviado com urgência constitucional, ou seja, prevendo tramitação acelerada - com os parlamentares, que retomam às atividades legislativas na próxima semana.


As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Equatoriano é preso em Porto Alegre após acertar pedrada em veículo na BR 290

 Objeto danificou para-brisa de veículo Meriva que trafegava pela rodovia

Veículo ficou com o para-brisa danificado após ser atingido pelo objeto 

Um homem de 36 anos, natural do Equador, foi preso em flagrante pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na noite da última sexta-feira na região do bairro Arquipélago, em Porto Alegre, após ele arremessar uma pedra contra um veículo Chevrolet Meriva enquanto o veículo trafegava na BR 290. O homem detido era andarilho e tem antecedentes policiais por receptação. Os dois homens que estavam no automóvel não tiveram ferimentos.

A PRF afirma que realizava o patrulhamento na rodovia, quando policiais perceberam a Meriva, com placas de Porto Alegre, parada no acostamento, com duas pessoas, sendo um homem no chão. A vítima, então, informou que alguém havia arremessado o objeto contra o veículo, danificando o para-brisa. Conforme o relato do motorista, de 45 anos, ele e seu irmão, de 36, ambos naturais de Santa Rosa, voltavam para casa quando notaram um homem trajando um colete de cores laranja e cinza no acostamento. Ao passarem por ele, ambos viram quando o andarilho atirou a pedra.

Em seguida, o condutor contou que ele conseguiu deixar a esposa em casa, e retornou ao local com o irmão, buscando localizar o agressor. Eles o encontraram, e o pedestre teria tomado uma barra de ferro e ido na direção do motorista, mas o irmão do condutor o conteve e retirou o objeto de sua mão. A PRF localizou o andarilho e revistou sua mochila, encontrando algumas pedras, porcas e parafusos de roda de carro e caminhão, além de outra barra de ferro. O autor foi encaminhado à delegacia local. A polícia informou que ele estava fora de si e não soube explicar o motivo do arremesso.

Correio do Povo

Aumento de área compensa perdas no arroz

 Com atraso no plantio em todo o Estado, em razão das chuvas ocasionadas pelo fenômeno El Niño, a cultura pode contabilizar prejuízos à produtividade mas ter ganho no volume colhido, graças aos 80 mil hectares semeados a mais

Arroz com casca 

O desempenho da safra de arroz 2023/2024 ainda não pode ser definido no Rio Grande do Sul, apesar de a colheita do alimento estar se avizinhando e das perspectivas serem um pouco melhores do que as da safra passada, mas ainda com possibilidade de perdas. Embora as chuvas trazidas pelo fenômeno El Ninõ sejam um elemento muito favorável à orizicultura, que é uma cultura essencialmente irrigada, o excesso prejudicou o andamento do plantio. Com isso, a colheita, tradicional para meados de fevereiro – quando inclusive ocorre sua cerimônia de Abertura Oficial, em Capão do Leão –, deve se concretizar realmente a partir de março.

Segundo o diretor comercial do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), Ailton Machado, observou-se plantio do grão em algumas regiões ainda nas últimas semanas de janeiro, em razão de enxurradas que impossibilitaram a entrada nas lavouras para a semeadura. "Por causa disso, podemos experimentar uma perda na produtividade que será compensada pelo aumento de área que ocorreu em relação à safra passada", comenta.

Na safra 2022/2023, diz Machado, o Estado semeou 860 mil hectares de arroz, enfrentando problemas com a estiagem e, em algumas regiões, tendo de fazer rodízio nos seus sistemas de irrigação para abastecimento de água nas lavouras, tendo em vista o esgotamento dos mananciais. Neste ano, o Irga estima que foram plantados 920 mil hectares, o que pode levar a uma produção de até 7,8 milhões de toneladas, a depender do clima durante o mês de fevereiro. No ano passado, a produção foi de 7,2 milhões de toneladas.

"Se o mês de fevereiro apresentar bastante dias de insolação, vamos ter boa produção, mas produtividade igual ou pouco superior à da safra passada. O que vai evitar prejuízo do produtor mesmo será o avanço de área", antecipa. O diretor do Irga cita a meteorologista do instituto, Jossana Cera, que, de acordo com ele, tem identificado nos prognósticos climáticos o enfraquecimento do El Niño a partir deste mês. “Acreditamos que o pior do fenômeno já passou.”

Machado ressalta que o preço do arroz, o qual chegou a R$ 132 a saca de 50 quilos em dezembro, está em acomodação neste momento, chegando agora, nos primeiros dias de fevereiro à casa dos R$ 120. Ele recorda as mudanças estruturais que vêm sendo feitas pelo produtor no plantio do alimento, em especial a rotação com a cultura da soja, que protege as lavouras de uma série de doenças e, protegendo o solo, garante melhores produtividades e liquidez financeira. Ele salienta, ainda que os relatos que o Irga tem ouvido dos produtores é de que as áreas plantadas se desenvolvem bem e as plantas se apresentam muito bonitas.

Andressa Silva, diretora executiva da Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz), também entende que o futuro da safra do arroz é de incerteza neste momento. Mesmo com o acréscimo de área de 7% na área total plantada nacionalmente com o grão, conforme a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Andressa acredita que o desempenho será comprometido pelo atraso na semeadura. Ela relata que a produtividade deve ser menor e que a safra total do Brasil oscilará entre 10,3 milhões e 10,8 milhões de toneladas. "Com chances de ficar mais próximo mesmo dos 10 milhões de toneladas".

Conforme Andressa, a entidade recebeu relatos de agricultores de Santa Catarina informando que as chuvas intensas naquele estado ocorreram no período de floração, o que afeta bastante o desenvolvimento das plantas. "Cremos que deve ocorrer o mesmo em algumas áreas do Rio Grande do Sul", prevê.

A dirigente garante que não vai faltar arroz para o consumo nacional, mas acredita que a demanda por importações deve se manter firme, uma vez que o país também precisa cumprir seus compromissos de exportação. E não descarta alta de preços no produto para o consumidor. "A expectativa é de que o Brasil exporte cerca de 2 milhões de toneladas, mas acredito que possa não chegar a tudo isso, pois não temos preço competitivo e podemos não conseguir colocar todo esse arroz aí fora", completa. Andressa destaca, porém, que há compromissos internacionais que o país precisa manter, "para não se tornar um mercado pouco confiável e que só exporta quando tem safra boa". Segundo ela, os mercados de Peru, Estados Unidos, Países Baixos, Espanha, Cuba e Arábia Saudita são os maiores compradores do arroz brasileiro.

O professor da Esalq/USP e pesquisador para grãos do Centro em Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), Lucílio Rogério Aparecido Alves, analisa que o maior problema sofrido pelo arroz brasileiro e que influenciou na rentabilidade da cultura ao longo dos anos foi a baixa demanda. "Isso fez com que os preços do arroz ficassem baixos e a cultura não se mostrasse rentável ao produtor", diz.

Alves ressalta que foi a partir dessa necessidade de melhorar seus rendimentos que os agricultores passaram a optar pelo plantio da soja ou mesmo de pastagens, o que ajustou a oferta orizícola e fez os preços melhorarem. Por outro lado, o pesquisador salienta que no ano de 2023 houve a menor disponibilidade de arroz do século 21. “A menor produção e a menor disponibilidade. A menor disponibilidade é quando a gente considera estoque inicial, mais produção e mais importação. A ponto, inclusive, de os estoques em dezembro de 2023 serem suficientes para menos de nove semanas de consumo", explica.

Oferta ajustada deve segurar preço atrativo

arroz integração com pecuária arroz integração com pecuária | Foto: Paulo Lanzetta/Embrapa/Divulgação/CP

Investimentos do produtor na rotação de culturas nos últimos anos tornaram a produção de arroz mais eficaz e melhoraram os valores pagos pelo produto que até o início da década oscilavam na casa dos R$ 50 a saca de 50 quilos

Os preços experimentados pelo arroz brasileiro no ano passado surpreenderam o produtor e foram o estímulo necessário para que se plantasse mais. O professor da Esalq/USP e pesquisador do Cepea Lucílio Alves explica o fenômeno que impulsionou as cotações. “O Brasil teve uma menor oferta em 2023. Tivemos uma demanda interna muito boa, tivemos excedente, esse excedente conseguiu ser exportado em uma boa parte (70%), e isso reduziu a nossa relação estoque/consumo para menos de nove semanas. Então é isso que fez com que as cotações chegassem próximo dos maiores patamares históricos em termos reais”, diz o pesquisador.

Para o futuro, Alves não vislumbra no mercado internacional uma alteração nas relações de estoque e consumo, o que deve manter firmes as cotações do produto. “Não há sinais de grandes mudanças de taxa de câmbio, por isso a gente teria uma paridade de exportação ainda atrativa, vamos dizer assim, ou sem ser pressionado, sem grandes reduções”, detalha. O professor também não aposta no aumento da disponibilidade interna de arroz, cujo consumo médio nacional deve se manter nos 10,2 milhões de toneladas. Segundo ele, o suprimento interno deve se estabelecer em patamares inferiores a 14 milhões de toneladas. “Se as exportações ficarem na casa de 2 milhões de toneladas no ano de 2024, nós teríamos uma relação estoque/consumo até menor do que a de 2023, ficando neste ano por volta das oito semanas e meia aproximadamente”, calcula.

Lucílio salienta que os valores de comercialização ainda não atingiram seu ápice histórico. Os números obtidos em janeiro, de em média R$ 129 a saca de 50 quilos, desconsideram a inflação. “O varejo está com uma alta de 24,5% em 2023 contra 41,1% do arroz em casca, ou seja, o varejo ainda nem absorveu toda a alta que o produtor teve e já está reclamando”, complementa, ao dizer que não vê, também, espaço para grandes variações positivas no preço. Na opinião dele, 2024 deve apresentar um cenário sazonal em que em momentos de maior oferta pós-colheita, necessidade de pagamento de custeio e, portanto, necessidade de venda do arroz em casca, podem levar a uma variação negativa, que não tende a ser expressiva.

O trabalho do setor arrozeiro para adequar oferta e demanda já vem de alguns anos e foi ele que conseguiu tirar a atividade de uma situação pouco atrativa para o agricultor, em especial aquele que se dedicava exclusivamente à orizicultura. O presidente da Cooperativa de Cereais de Camaquã (Coopacc), Volzear Longaray Junior, lembra que por muito tempo não se sabia ao certo qual era o consumo nacional do alimento. Indústria e Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divergiam sobre o número, que por vezes era 11 milhões de toneladas e outras 12 milhões de toneladas por ano.

Produtor e dirigente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Longaray está plantando neste ano 550 hectares de arroz e 500 hectares de soja. Segundo ele, neste ano o investimento em ureia foi maior e a expectativa de colheita é de cerca de 200 sacos de arroz por hectare. Para ele, as relações de preço vão além das questões de oferta e demanda e têm a ver também com a qualidade do arroz brasileiro. “As pessoas não sabem o calvário, o sofrimento que foi o do produtor de arroz e quantos ficaram no meio do caminho nessa trajetória, que não suportaram, porque foram anos muito difíceis que a gente atravessou”, recorda.

Tanto sofrimento, pontua, acabou por provocar uma seleção natural no setor, que hoje deixou de ser monocultura e passou a ser multigrãos. “Eu mesmo estou introduzindo milho já dentro na minha rotação, alguns produtores estão trabalhando com integração lavoura-pecuária. Há dois ou três anos, a soja, por exemplo, pagou a conta. Estávamos vendendo o arroz a R$ 50 o saco no início da pandemia, 2019/2020”, reflete. Ele diz que países desenvolvidos chegam a ter um ano de consumo em estoque de passagem, o que não afeta o preço de mercado. “No Brasil não acontece isso. Se nós tivermos um mês de consumo a mais sobrando, a indústria diz que tem arroz sobrando e o preço despenca”, reclama.

O presidente da Coopacc, contudo, acredita que o orizicultor está num bom caminho e cita os exemplos de Dom Pedrito e Cachoeira do Sul, municípios que inverteram a área de arroz para soja e hoje não retomam mais o plantio do arroz como cultivo principal. “O mercado deve se acomodar a partir da colheita, vamos ter exportação”, opina o dirigente, para quem o setor vive um estágio novo em que a cadeia tenta reorganizar seus cerca de 8 mil produtores e 150 beneficiadoras.

Não vai faltar arroz no prato do brasileiro

Arroz beneficiado Arroz beneficiado | Foto: Sebastião Jose Araújo/Embrapa/Divulgação CP

A safra com produtividade questionável e a necessidade de atender mercados para os quais o Brasil exporta arroz não devem abalar o abastecimento interno, cujo consumo se mantém em 10 milhões de toneladas há pelo uma década

O presidente do Sindicato da Indústria do Arroz no Rio Grande do Sul (Sindarroz-RS), Carlos Eduardo Borba Nunes, faz questão de lembrar que o arroz é um alimento ainda muito acessível aos consumidores de todas as classes sociais. Segundo ele, um pacote de arroz de cinco quilos pode custar entre R$ 25 e R$ 30, proporcionalmente menor ao preço do feijão e do macarrão, por exemplo. O peso sentido pelo consumidor no bolso, aponta Nunes, se deveu a um ajuste de mercado que se fazia necessário e aos custos tributários do alimento gaúcho, maior produtor nacional, cuja indústria tem a mais alta carga de impostos do país.

“Mas o abastecimento do país para 2024 nós consideramos que está garantido. Vamos ter uma safra razoável no Rio Grande do Sul, houve um aumento de área em torno de 7%, mas não quer dizer que vai aumentar 7% a produção porque nós tivemos um ano de El Niño. Então nós achamos que a produtividade vai ser um pouquinho aquém do ano passado.” diz. A produção gaúcha, estimada entre 7,5 milhões e 7,8 milhões de toneladas, somada à produção de Santa Catarina e Centro-Oeste e ao contingente possível de ser importado do Paraguai, Argentina e Uruguai, vai ser suficiente para abastecer o país no ano fiscal de 2024, afirma o dirigente.

Carlos Eduardo ressalta a importância do país continuar exportando o arroz em casca e o produto beneficiado. Na análise dele, é este movimento que vai continuar impulsionando o produtor a plantar mais sem deixar que o preço do grão volte a ser aviltado. Para o empresário também há contrassensos internos que influenciam a precificação do arroz. “Teremos um aumento em abril bem significativo do ICMS, porque o arroz foi tirado da cesta básica; nós temos um aumento da CDO (taxa de Cooperação e Defesa da Orizicultura), tudo isso impactando no preço”, pontua. Por parte do governo federal, Nunes comenta do aumento da taxa de classificação na importação, que, garante ele, chegou a 620%. “Então, os governos, tanto estadual quanto o federal, reclamam do preço, mas não fazem nada para que o produto chegue mais barato à mesa do consumidor”, observa.

O presidente do sindicato acredita que o plantio de arroz para 2025 se mantenha em ritmo de crescimento já que a expectativa de preços firmes deve se manter ao longo deste ano. Mas ele alerta para a necessidade do setor pensar no longo prazo e lembrar da importância do livre mercado e da exportação como importante regulador internacional, tornando viável exportar quando o preço diminuir e importar por valor dentro do razoável quando necessário.

“Eu não tenho dúvida que nós vamos ter uma redução muito grande das exportações tanto do casca como do beneficiado, em razão de que o nosso preço hoje não está competitivo no mercado internacional. O mercado internacional suporta 22 a 23 dólares a saca, e nós estamos com o mercado interno superior a isso”, avalia Nunes. Para ele, a exportação deve atingir 1 milhão de toneladas neste ano, enquanto a importação promete ser superior, com volume entre 1,6 milhão e 1,7 milhão de toneladas. “Vamos ter um déficit na balança da safra de 2024, mas isto é o mercado que dita”, reconhece.

De acordo com o titular do Sindarroz Uruguai, Argentina e Paraguai têm excedentes exportáveis e mesmo que os preços brasileiros baixem, deve entrar no Brasil arroz paraguaio, já que o mercado brasileiro é o principal comprador do grão daquele país. De acordo com Nunes, mesmo que os níveis de exportação do Brasil fiquem em torno de 1 milhão de toneladas, o que faltar vai ser compensado pela entrada dos estoque dos países do Mercosul.

O empresário também comenta que os hábitos alimentares nacionais mudaram, o que vem influenciando o consumo do cereal no país, estagnado há mais de 10 anos na casa dos 10 milhões de toneladas anuais. “Deixamos o equilíbrio perfeito do arroz com feijão, e a população tem migrado mais para os produtos industrializados, o que aconteceu também em países como os Estados Unidos”, frisa. O setor, informa ele, vê a situação com grande preocupação, uma vez que os produtos de nicho, como o arroz integral, e que atraem consumidores preocupados com a saúde, representam ainda uma fatia muito pequena do mercado.

Expectativa de boa colheita em Rio Pardo

Fabion Ferreira de Oliveira (centro), o filho Miguel (esquerda) e o funcionário Matheus estão satisfeitos com a lavoura Fabion Ferreira de Oliveira (centro), o filho Miguel (esquerda) e o funcionário Matheus estão satisfeitos com a lavoura | Foto: Marta Freitas / Divulgação / CP

Fabion Oliveira, produtor da localidade de Iruí, estima produção de 165 a 170 sacos de arroz por hectare e rentabilidade na comercialização, uma vez que teve significativa queda nos custos de implantação da lavoura

Em meio a uma lavoura de verde intenso e plantas viçosas, o produtor Fabion Ferreira de Oliveira está confiante com a safra que colherá em 182 hectares semeados em área arrendada na localidade de Iruí, em Rio Pardo. Nesta temporada, o produtor teve as atividades conturbadas pelos efeitos do El Niño. “Éramos acostumados a fazer o plantio entre 1° e 5 de outubro, mas este ano a chuva nos judiou e plantamos em 20 de novembro”, diz Fabion.

Apesar dos percalços climáticos, há esperança no campo. “O arroz está bonito, e os preços melhoraram. Temos a expectativa de colher de 165 a 170 sacas por hectare, limpo e seco, e a colheita deve começar no dia 15 de março”, estima. Neste ciclo, o custo de implantação por hectare ficou ao redor de R$ 7 mil por hectare. “Os insumos baixaram de preço e melhorou bastante. No ano passado, pagamos de R$ 2,5 mil a R$ 2,8 mil pela tonelada do adubo e vendemos arroz a R$ 65 a saca de 50 quilos. Estava muito difícil”, lembra.

Para a safra atual, os investimentos na produção caíram, com fertilizantes adquiridos na faixa de R$ 1.350 a tonelada e o cereal com expectativa de comercialização por R$ 118 a saca na região do Vale do Rio Pardo. “Estamos torcendo para que esses preços permaneçam até a colheita e na hora de vender”, diz o produtor.

Fabion herdou a tradição arrozeira do pai, Almeri Oliveira, e a está legando aos filhos Miguel e Laysa. A primogênita, Thayane, também se criou no meio do arrozal. “Na lavoura de arroz hoje está muito difícil porque não conseguimos arrumar funcionários. Estou trabalhando com o sobrinho, Matheus, o filho Miguel e o cunhado, Juarez”, conta. “Tenho orgulho de dizer que sou produtor de arroz, de onde tiro o sustento da família e estamos conseguindo formar a Laysa na faculdade de agronomia, no ano que vem”, conta.

Aos 18 anos, Miguel já encara as lidas agrícolas. “Cresci com meu pai na lavoura e isso foi um incentivo. Eu gostava muito de dirigir trator e brincar no barro. Vi que era meu futuro, fui adquirindo conhecimentos e quero seguir a tradição da família de tocar a lavoura”, conta. “Para mim é um sonho realizado trabalhar ao lado do meu pai, vendo tudo que ele me ensinou e ainda me ensina. Sou muito grato pelos ensinamentos e quero tocar a lavoura para ele.”

Correio do Povo

Albert Einstein momentos antes de sua famosa foto com a língua de fora

 Albert Einstein momentos antes de sua famosa foto com a língua de fora, em 14 de março de 1951. Ele estava saindo de sua festa de 72 anos na Universidade de Princeton.




Fonte: https://www.facebook.com/groups/MisteriosdoMundoAberto/permalink/1551804175662517/?mibextid=rS40aB7S9Ucbxw6v

Três pessoas são feridas em ataque com arma branca em Paris

 Polícia francesa descartou que se tenha tratado de um "ato terrorista"

Ataque aconteceu na Gare de Lyon, em uma sala subterrânea 

Três pessoas foram atacadas com arma branca e ficaram feridas, neste sábado (3), em uma estação de trem de Paris, e um suspeito foi detido, informou a polícia francesa à AFP, descartando, por enquanto, que se tenha tratado de um "ato terrorista". Os primeiros elementos da investigação não "sugerem que se trate de um ato terrorista", declarou o chefe da polícia de Paris, Laurant Nuñez, acrescentando que o suspeito sofre de "transtornos psiquiátricos".

O ataque aconteceu na Gare de Lyon, por volta das 8h locais (4h em Brasília), em uma sala subterrânea. O agressor, armado com uma faca e um martelo, atacou três pessoas. Uma delas se encontra em estado grave, e seu prognóstico vital está comprometido, detalhou Nuñez em entrevista coletiva. As outras duas pessoas tiveram ferimentos leves, e uma quarta está em estado de choque.

O suspeito declarou "espontaneamente" que sofre de "problemas psiquiátricos" e foram encontrados "medicamentos" em sua posse, acrescentou Nuñez. De acordo com os documentos em seu poder, ele é natural do Mali e é "residente legal na Itália desde 2016, com autorização plenamente válida emitida em 2019". Foi contido por pessoas que estavam no local, até a intervenção da polícia ferroviária, disseram fontes policiais. As mesmas fontes indicaram que ele aparentemente não gritou, ao cometer o ataque.

Esse incidente se deram a menos de seis meses antes dos Jogos Olímpicos de Paris, que acontecem de 26 de julho a 11 de agosto. Cerca de 15 milhões de visitantes são esperados na capital francesa durante a realização dos Jogos. Mais de 100 milhões de passageiros passam todos os anos pela Gare de Lyon, de onde partem linhas de alta velocidade para o sudeste de França, mas também para Espanha, Suíça e Itália.

AFP e Correio do Povo

Com gols no fim, Cruzeiro bate o Atlético-MG no Mineiro e mantém tabu na casa do rival

 Zé Ivaldo, de cabeça, e João Pedro, em jogada individual, construíram o placar do triunfo no Estadual

Zé Ivaldo, de cabeça, e João Pedro, em jogada individual, construíram o placar do triunfo no Estadual 

Em um clássico marcado pelo equilíbrio, o Cruzeiro definiu a vitória de 2 a 0 sobre o Atlético-MG com dois gols no final da partida. O jogo foi realizado na Arena MRV, e foi palco de diversas confusões entre os torcedores nas arquibancadas. Em dois jogos na casa atleticana,os cruzeirenses apresentam 100% de aproveitamento. Zé Ivaldo, de cabeça, e João Pedro, em jogada individual, construíram o placar do triunfo no Estadual. Com o resultado, os cruzeirenses chegam aos sete pontos (mesma pontuação do Tombense) no Grupo A.

O revés mantém o Atllético-MG com três pontos na Chave B. Com o calendário apertado, os dois times já pensam na quinta rodada do Estadual. Na quinta-feira,o Atlético-MG visita o Athletic Club. Um dia depois, o Cruzeiro recebe a Patrocinense, no Mineirão. O clássico entre Atlético-MG e Cruzeiro contou com um espectador ilustre na noite deste sábado. Dorival Júnior, técnico da seleção brasileira, esteve presente no estádio para assistir a partida.

Neste domingo, ele também vai estar em Belo Horizonte para assistir à final da Supercopa Rei que terá Palmeiras e São Paulo como finalistas. Jogando sob o apoio de sua torcida, o Atlético-MG logo tomou a iniciativa de ir para o ataque. Com Scarpa responsável pela criação e a constante movimentação de Hulk e Paulinho na frente, os atleticanos criaram a melhor chance de abrir o placar aos 15 minutos. Aproveitando um espaço pela direita, Paulinho entrou na área em condições de marcar e finalizou. Rafael Cabral foi preciso na saída de gol e conseguiu bloquear o chute em uma defesa arrojada. O Cruzeiro respondeu com o jogo aéreo.

Em um cruzamento da direita, Matheus Pereira fechou pelo lado esquerdo e cabeceou com perigo. A bola subiu e assustou o goleiro Everson,que já estava batido no lance. No segundo tempo, as duas equipes optaram por uma estrurura mais cautelosa e a partida ficou concentrada no meio-campo. O Atlético-MG até apostou em lançamentos longos para a velocidade de seus atacantes, mas não conseguiu ser efetivo.

No fim do primeiro tempo, um lance de bola parada decidiu o clássico. No escanteio cobrado da direita, a zaga do Atlético-MG rebateu. Marlon jogou a bola na área novamente e, Zé Ivaldo, de cabeça,fez a 0 aos 36 minutos.

O time da casa foi para o tudo ou nada e acabou levando o segundo. Em uma retomada de bola, João Pedro deu uma arrancada, ganhou na velocidade da marcação e chutou na saida do goleiro para fazer 2 a 0 e selar a vitória.

Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Lucca faz dois gols e garante vitória do Inter sobre o Caxias

 Colorado venceu no Beira-Rio por 2 a 0



Após um primeiro apático e sem gols, o Inter venceu o Caxias por 2 a 0, neste sábado no Beira-Rio, com dois gols de Lucca, o craque da partida. O primeiro deles, foi de bicicleta, aos 6 minutos do segundo tempo. O segundo, dez minutos depois, ao tocar com categoria para o gol, na saída do goleiro. Com o resultado, o Inter volta a liderar o Gauchão com 10 pontos, um a mais que o Grêmio que joga ainda este sábado contra o Avenida em Santa Cruz.

Na próxima quarta-feira, o Inter vai à Santa Cruz do Sul encarar o Santa Cruz pela 6ª rodada do Gauchão às 21h30 no estádio dos Plátanos. Já o Caxias encara o Gaurany de Bagé, em Bagé na quinta-feira às 19h no estádio Estrela D'Alva.

Primeira etapa de calor e sem gols

Depois da derrota em Bagé, o Inter entrou em campo com a missão de se recuperar e voltar a vencer. Para isso, Eduardo Coudet escalou o que tinha de melhor no Beira-Rio. Em relação ao jogo contra Ypiranga, também em casa, apenas duas modificações Mercado e De Pena deram lugar a Robert Renan e Hyoran.

O Caxias também foi com o que tinha de melhor, mas sofreu uma baixa de última hora depois que Álvaro sentiu um desconforto no joelho no aquecimento e deu lugar à Gabriel Silva. Foram 45 minutos de poucas oportunidades, onde o Inter tentou comandar o jogo ainda que com muita dificuldades, devido a forte marcação do time visitante que jogou nos contra-ataques. O jogo começou morno, apesar dos 34ºC no momento do início da partida.

O Inter tentava impor seu ritmo tendo mais posse de bola e controle do jogo. Até metade da primeira etapa, o jogo ainda era muito parelho com tentativas de criação por ambos os lado. Foi quando o Inter começou a pressionar mais tendo Wanderson, pela esquerda, como seu principal jogador de ataque.

O Caxias fazia marcação baixa especulando o contra-ataque. Aos 22 minutos o primeiro chute com mais perigo veio do lado vermelho. Após jogada de Wanderson, Bustos recebeu o passe e de fora da área arriscou para o gol, mas a bola foi para a fora. Quatro minutos depois, Alan Patrick cobrou escanteio e Vitão cabeceou para fora.

Neste momento o Inter já era melhor na partida. Porém quem quase abriu o placar foi o Caxias. Aos 35 minutos, o time visitante, conseguiu um contra-ataque rápido, com Vitor Feijão. Em disparada pela esquerda atacante cruzou para Tomás Bastos que chutou para fora. Dois minutos depois, Wanderson respondeu com um chute fraco para fora. Aos 42 minutos o Inter teve a sua melhor chance com Alan Patrick. O camisa 10, após jogada individual, arriscou de fora da área. Volpi fez grande defesa e mandou para escanteio. Foi a primeira e última chance clara de gol do Inter na primeira etapa.

Lucca entra, desencanta e resolve o jogo

Visivelmente irritado na área técnica, Eduardo Coudet mexeu no time já no intervalo. Colocou o jovem atacante Lucca no lugar do meio-campo Hyoran. Deu certo. Com um atacante a mais, Valencia teve mais espaço e o Inter melhorou.

E a primeira grande chance veio logo aos 50 segundo de segundo tempo, quando o camisa 13 ficou frente a frente com Volpi mas perdeu a chance de abrir o placar. Foi a primeira grande chance desperdiçada no segundo tempo. Aos 6 minutos nova chance desta vez na bola parada.

Alan Patrick cobrou a falta e pifou Wanderson, que livre acertou a trave. O gol era questão de tempo e veio logo em seguida. Aos 8 minutos, Lucca recebeu dentro da área e de bicicleta abriu o placar no Beira-Rio. O gol de placa deu tranquilidade ao Inter e nervosismo ao Caxias. Embalado, o Colorado aproveitou o bom momento e ampliou o placar minutos depois, novamente com Lucca.

Desta vez, o atacante aproveitou uma sobra de bola, após uma disputa de Valencia com o marcador, e, com categoria tocou na saída de Volpi e ampliou o marcador. O gol matou de vez qualquer chance do Caxias que simplesmente não conseguiu reagir.

O que se viu dali em diante foi um jogo protocolar entre as duas partes. O Inter ainda tentou ampliar o resultado com algumas jogadas de ataque, principalmente com Wanderson e com Enner, mas ficou no 2 a 0, com grande destaque para Lucca, hoje o destaque da tarde.

Gauchão 2024 – 5ª rodada

Inter 2

Anthoni, Bustos, Vitão (Mercado), Robert Renan, Renê, Aranguiz, Bruno Henrique (Douglas Prado), Hyoran (Lucca), Alan Patrick ; Wanderson (Alario) e Valencia. Técnico: Eduardo Coudet.

Caxias 0

Fabian Volpi; Marcelo Ferreira (Matheus Rocha) ,Alisson, Denílson e Cézar; Barba (Joel), Emerson Martins (Geílson) , Elyeser, Galvan ( Tomás Bastos) , Vitor Feijão (Zé Andrade) e Gabriel Silva

Árbitro: Jean Pierre de Lima

Local: estádio Beira-Rio

Data e hora: Sábado, 3, às 16h

Gols: Lucca (2)

Correio do Povo

Rio Grande do Sul terá sol, forte calor e chuva de verão neste domingo

 Chuva pode ser forte e com risco de temporal em pontos isolados

Domingo pode ter chuva forte em pontos do Estado 

O sol aparece com nuvens em todo o Rio Grande do Sul neste domingo, mas a cobertura de nebulosidade aumenta no decorrer do dia. Faz muito calor com calor intenso no Oeste, no Centro, vales e na Grande Porto Alegre.

O forte aquecimento forma nuvens com maior desenvolvimento vertical que trazem chuva isolada de verão da tarde para a noite em várias regiões. Não se afasta instabilidade na Grande Porto Alegre. Muito isoladamente, a chuva pode ser forte e com risco de temporal pela alta temperatura.

Em Porto Alegre, a temperatura vai variar entre 22ºC e 36ºC.

MetSul Meteorologia e Correio do Povo

Sábado terá calorão em todo o Rio Grande do Sul

 Temperatura pode chegar aos 40°C no Oeste do Estado

Temperatura deve ficar entre 35ºC e 37ºC na Grande Porto Alegre 

O sábado no Rio Grande do Sul terá o predomínio do sol, mas o aquecimento acentuado forma nuvens esparsas em todas as regiões no decorrer do dia. Não se pode descartar chuva extremamente isolada e passageira à tarde, na escala de bairros em alguns casos, e em pequeno número de pontos.

Conforme a MetSul, uma massa de ar quente que atua no território gaúcho se reforça e o dia terá forte a intenso calor com máximas mais altas que nos últimos dias. No Oeste, nas áreas de Quaraí, Uruguaiana, Itaqui e São Borja, as máximas ficarão entre 37ºC e 40ºC. Já nos vales e na Grande Porto Alegre, 35ºC a 37ºC à tarde.

Está em andamento no Rio Grande do Sul período que é forte candidato a se caracterizar como o melhor da temporada de veraneio de 2024 nas praias com muito sol e condições de mar mais claro, calmo e quente.

Após um janeiro de muitos dias de mar “chocolatão”, efeito de proliferação de algas, com águas mais frias e escuras, os gaúchos nas praias do litoral tendem a desfrutar de muitos dias de mar calmo, quente e claro. O cenário excelente que faz a alegria dos veranistas tem direta relação com condições atmosféricas e oceânicas que interagem, gerando o ingresso de água mais quente.

Confira as mínimas e máximas de algumas cidades do Rio Grande do Sul

  • Ausentes 13°C / 28°C
  • Santa Cruz 19°C / 37°C
  • Rio Grande 21°C / 30°C
  • Santa Rosa 22°C / 37°C
  • Torres 19°C / 30°C

MetSul Meteorologia e Correio do Povo

GRUPO DE EXTERMÍNIO

 ALEXANDRE, O MALIGNO

Ontem, por ocasião da abertura da 1ª sessão de 2024, o presidente do TSE, o-MALIGNO- Alexandre de Moraes, anunciou a criação de um “GRUPO DE ESTUDO", formado pelo TSE e o MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, em parceria com o governo Lula, com o declarado e assumido propósito de rastrear pessoas -QUE ATENTAM CONTRA A DEMOCRACIA-. Que tal? 


SEM TIRAR NEM PÔR

Sem tirar nem pôr, para evitar eventuais interpretações equivocadas, O MALIGNO disse o seguinte: - “O Tribunal Superior Eleitoral e o Ministério da Justiça e Segurança Pública estão constituindo um grupo de estudo, trabalho e execução com membros do TSE e da Polícia Federal para que NÓS possamos aprimorar o que já vem sendo feito, aprimorar no sentido do rastreamento daqueles que atentam contra a democracia, atentam contra a livre vontade dos eleitores”.

REGULAÇÃO DAS REDES SOCIAIS

Na sua fala, O MALIGNO não informou quem será considerado ANTIDEMOCRÁTICO, mas foi enfático ao dizer que “Há necessidade de uma REGULAÇÃO DAS REDES SOCIAIS" por parte do Congresso Nacional em defesa da DEMOCRACIA. Segundo O MALIGNO, o LIVRE USO DAS REDES SOCIAIS é um dos “GRANDES PROBLEMAS" das democracias contemporâneas e como tal será -REGULADO- PELO TSE já nas próximas eleições municipais. Mais: pediu a responsabilização das Big Techs pela veiculação de conteúdos considerados INAPROPRIADOS OU FALSOS. -“Eles devem ser responsáveis por aquilo que eles ganham frutos econômicos. Eles devem ser responsáveis por aqueles conteúdos que os seus algoritmos impulsionam, indicam, levam aos eleitores, às eleitoras, e, com isso, eles obtêm um ganho econômico”, afirmou.

ANTIDEMOCRÁTICOS

Aqui entre nós e o mundo, quem tem apenas um neurônio sabe que os verdadeiros e grandes -ANTIDEMOCRÁTICOS-, são, em PRIMEIRO LUGAR, os ministros do STF e do TSE, seguidos de perto pelos integrantes do governo Lula-Petista. Até porque as decisões que tomam a todo momento são invariavelmente diferentes do que manda a Constituição. Partindo dessa simples e acaciana conclusão, o tal GRUPO DE ESTUDO não vai estudar coisa alguma. Será formado, a dedo, por militantes que se dediquem a CENSURAR e/ou apontar todos aqueles que se manifestem contrários à DITADURA BRASILEIRA. Trata-se, enfim, de um verdadeiro -GRUPO DE EXTERMÍNIO-.

PRIME NEWS



FÓRUM DA LIBERDADE 2024 - ADMIRÁVEL MUNDO LIVRE



COMO SERIA VIVER NUM ADMIRÁVEL MUNDO LIVRE?


 


O Brasil é um país onde a exuberância cultural e a riqueza natural se chocam com desafios como a corrupção, polarização, crises econômicas e um Estado imponente.


Em uma era definida pela rápida evolução tecnológica, enfrentamos um paradoxo: como garantir que o avanço tecnológico seja um veículo para a liberdade, e não uma ferramenta de restrição e controle?


Enquanto lidamos com a complexidade de burocracias e a sombra da censura, questionamos: estamos realmente caminhando em direção a um Brasil mais livre? 


É na diversidade de ideias e na coragem de questionar que encontramos o caminho para um Brasil onde a liberdade não é apenas um ideal, mas uma realidade.


Aqui o futuro não é traçado por outros, mas um horizonte de possibilidades a ser explorado e moldado por cada um de nós.


O FL24 te convida ao Admirável Mundo Livre, onde podemos superar adversidades através da liberdade e do pensamento crítico. 


 


Dias 4 e 5 de Abril


https://evento.forumdaliberdade.com.br


 


CUPOM 51% de desconto - FERNANDAR51


Pontocritico.com