As principais notícias do dia. Política, economia, notícias internacionais, agronegócio e empreendedorismo.
O que querem esconder?
É revoltante perceber a manipulação e falta de transparência do governo federal em relação aos trágicos eventos na Terra Indígena Yanomami. Como é possível agirem com tanta desonestidade e desumanidade, subestimando a nossa inteligência?
Recentemente, o Ministério da Saúde alterou a forma de divulgação dos óbitos nessa região, omitindo dados cruciais sobre mortes por desnutrição. Em vez disso, um novo parâmetro, "doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas", foi adicionado, como se tentassem esconder a realidade por trás de termos técnicos.
Devemos estar atentos e unidos na denúncia dessas ações, em defesa dos direitos dos povos indígenas. É hora de cobrarmos transparência e respeito à vida. Juntos, somos mais fortes.
Fonte: https://www.instagram.com/p/C2p6duSMCGU/?igsh=bWw5YTJldng0enF3
Tem como levar a sério a militante travestida de jornalista?
Tem como levar a sério a militante travestida de jornalista? Até programa de fofoca tem mais credibilidade que essa senhora e sua emissora.
Vídeo de Carlos Jordy
Fonte: https://www.threads.net/@carlosjordy/post/C2tRCgILjKa/?igshid=NTc4MTIwNjQ2YQ%3D%3D
Como Criar VÍDEOS animados com IA estilo MÃO DESENHANDO no Canva online e grátis!
Zuckerberg inicia criação de boi com a carne mais cara do mundo e diz que rebanho vai beber cerveja e comer macadâmia
Mark Zuckerberg anunciou nas suas redes sociais, na terça-feira (9), que é o mais novo pecuarista no mercado. E a entrada no ramo não foi de qualquer forma: o bilionário está investindo na criação do boi que tem a carne mais cara do mundo, o wagyu, além da raça angus.
Segundo o fundador do Facebook, os animais irão crescer bebendo cerveja e comendo macadâmia, tudo cultivado na sua propriedade.
No anúncio, Zuckerberg diz que a sua meta é criar a carne bovina com maior qualidade do mundo.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/9/x/ZNXsHzTEe1c9KBikiq2w/wagyu-1-.jpg)
Boi wagyu. — Foto: Divulgação
O seu rancho, chamado de Ko’olau, fica em Kauai, no Havaí. “Queremos que todo o processo seja local e verticalmente integrado. Cada vaca come 5.000-10.000 libras de comida todos os anos, então são muitos hectares de macadâmia”, publicou.
O empresário publicou uma foto de sua filha plantando pés de macadâmia e disse ainda que as crianças irão ajudar a cuidar dos animais da propriedade.
“De todos os meus projetos, este é o mais delicioso”, disse.
O seu rancho, chamado de Ko’olau, fica em Kauai, no Havaí. “Queremos que todo o processo seja local e verticalmente integrado. Cada vaca come 5.000-10.000 libras de comida todos os anos, então são muitos hectares de macadâmia”, publicou.
- Suspeito de realizar ameaça com arma de fogo em academia seria servidor do Ministério Público de PE
- TikTok, Meta, Discord: CEOs serão ouvidos pelo Senado dos EUA nesta quarta (31)
- Como o Texas virou o epicentro de uma crise constitucional e de imigração nos EUA
O empresário publicou uma foto de sua filha plantando pés de macadâmia e disse ainda que as crianças irão ajudar a cuidar dos animais da propriedade.
“De todos os meus projetos, este é o mais delicioso”, disse.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/t/b/K4WDk0QOCXFhyItqo6tQ/captura-de-tela-2024-01-10-131609.png)
A alimentação será cultivada na própria fazenda, com ajuda das filhas, disse Mark Zuckerberg — Foto: Reprodução / Instagram
O wagyu, no Japão, chega a custar, em média, US$ 1.000 o quilo. No Brasil, onde as carnes menos nobres já pesam no bolso do consumidor, o preço médio do quilo é R$ 600, mas também pode ultrapassar R$ 1.000.
Toda a fama da carne do wagyu se dá por causa do tal marmoreio. É a gordura intramuscular, que dá um visual de mármore para a peça e responsável por sua alta maciez.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/k/O/rBBjB8R0K32IcKGNvkEA/wagyutoquio2019.jpg)
Carne de wagyu tem gordura entremeada na carne — Foto: Rafael Miotto/G1
O boi japonês também ficou famoso por conta das “mordomias” que recebia, como beber cerveja e receber massagem. Esse tratamento todo especial era muito praticado no Japão antigamente, mas não existe mais na maioria das fazendas e nem é mais visto nos grandes confinamentos do país.
Acreditava-se que a cerveja facilitaria a digestão do animal, ao provocar relaxamento, enquanto a massagem atuaria como drenagem linfática, ajudando na infiltração de gordura para a formação do marmoreio.
Agora Noícias
China aproveita vácuo deixado pelo Ocidente no Afeganistão
Integração do país ao projeto de novas rotas da seda está em discussão
Empreendimentos chineses em Cabul | Foto: Wakil Kohsar / AFPA China, único país a nomear um embaixador no Afeganistão desde a volta dos talibãs ao poder, cujo governo não é reconhecido internacionalmente, aproveita o vácuo deixado pelas potências ocidentais para acelerar sua estratégia econômica em seu vizinho da Ásia Central.
Pequim mantém reuniões ministeriais, discussões sobre o comércio bilateral e um grande investimento em cobre e na construção de uma estrada entre os dois países.
"Os Estados Unidos viraram totalmente as costas ao Afeganistão, a União Europeia permanece inflexível sobre os ataques aos direitos das mulheres afegãs, enquanto os chineses dizem "é nossa vez"", explica um ex-diplomata familiarizado com este país. "Fundamentalmente, a China não se importa com os direitos das mulheres, não vai impor condições se sua intenção é se aproximar do regime talibã", estima Valérie Niquet, da Fundação para a Investigação Estratégica em Paris.
Na esfera diplomática, a China declarou seu apoio ao Afeganistão no final de dezembro, ao ser o único dos 15 membros do Conselho de Segurança da ONU, junto com a Rússia, a abster-se durante uma votação de uma resolução sobre a nomeação de um enviado especial.
O Ministério chinês das Relações Exteriores tentou, em dezembro, minimizar o alcance da nomeação do embaixador Zhao Xing em Cabul, com a esperança de que o Afeganistão respondesse "melhor às expectativas da comunidade internacional".
Mas o método chinês -- uma troca de embaixadores sem reconhecimento oficial -- permite a Pequim manter relações diplomáticas com um país isolado, cujos bens estão congelados no Ocidente e seus dirigentes se encontram sob sanções internacionais.O Emirado islâmico do Afeganistão "é um terreno difícil, mas a característica dos chineses é a de ir onde ninguém vai, tentando obter vantagens", aponta Valérie Niquet.
Recursos naturais
"Os vastos recursos naturais do Afeganistão, como o cobre, o lítio e as terras raras têm um enorme potencial econômico para a China", destaca Jalal Bazwan, professor de Ciências Políticas na Universidade Kardan, em Cabul. Após sua chegada em dezembro, o embaixador afegão em Pequim, Bilal Karimi, se reuniu com a companhia estatal chinesa MCC para falar sobre o Mes Aynak, o segundo maior depósito de cobre do mundo, a 40 quilômetros de Cabul.
Em 2008, a MCC obteve do governo de Hamid Karzai, seus direitos de exploração por 3,5 bilhões de dólares (8,26 bilhões de reais na cotação da época). O projeto foi paralisado pela guerra e pela descoberta de um inestimável sítio arqueológico budista.
"Estamos negociando com os chineses", declarou à AFP Hamayoon Afghan, porta-voz do Ministério de Minas."Estes bens históricos são um tesouro cultural para o Afeganistão, sua identidade", disse, 23 anos depois que os talibãs chocaram o mundo ao explodir estátuas dos Budas de Bamiyan.
Uma comissão interministerial afegã estuda uma proposta da MCC para escavar 800 metros de profundidade para alcançar os veios de cobre sem danificar a superfície.A China também mira o petróleo afegão.
Desde a renovação em janeiro de 2023, por 25 anos, de um antigo contrato na bacia de Amu, no noroeste do país, a extração começou em 18 poços, indica Hamayoon Afghan.
Empresas chinesas já declararam sua intenção de investir 500 milhões de dólares (2,48 bilhões de reais na cotação atual) em energia solar no Afeganistão.
Novas rotas da seda
A integração do Afeganistão ao projeto de novas rotas da seda, com eixos rodoviários, ferroviários e marítimos entre China, Ásia Central e Europa, está em discussão. Uma estrada de 300 km está sendo construída para ligar o Badaquistão, no nordeste, à fronteira com a China, indicou à AFP o porta-voz do Ministério de Obras Públicas, Ashraf Haqshanas.
Ambos os países compartilham uma fronteira de apenas 76 km e este eixo elevará ao auge o comércio, de 1,5 bilhão de dólares (cerca de sete bilhões de reais) por ano. "A posição estratégica do Afeganistão na Iniciativa do Cinturão e Rota o torna um aliado atrativo", considera Bazwan.
AFP e Correio do Povo
Servidores da Abin divulgam carta aberta direcionada a Lula
As trocas promovidas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Agência Brasileira de Inteligência (Abin) levaram servidores da instituição a divulgarem uma carta aberta nesta quarta-feira (31), com críticas a nomeações de pessoas “sem experiência” na área para o alto escalão da agência.
– É necessário que a atividade seja conduzida por quem conhece seus meandros. As reiteradas nomeações de pessoas que não possuem experiência na prática de Inteligência Nacional para posição de direção fragilizam a atividade – diz a carta endereçada ao presidente.
E continua.
– Ingressamos na Abin por concurso público e temos mulheres e homens preparados para dirigir a agência à qual dedicamos toda uma vida – afirmam.
Lula exonerou ontem o número dois da Abin, Alessandro Moretti, em meio às investigações da Polícia Federal sobre o aparelhamento da agência no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Outros seis diretores também foram substituídos
O presidente manteve o delegado Luiz Fernando Corrêa, nome de sua confiança, no comando do órgão. Os dois mantém uma longa relação – Corrêa foi diretor-geral da Polícia Federal no segundo mandato de Lula. O delegado vem sofrendo desgaste desde que a PF levantou suspeitas de “conluio” entre a atual gestão da Abin e a direção anterior para evitar que monitoramentos ilegais viessem a público.
Os servidores da Abin defendem ainda, na carta, a criação de uma vara judiciária especial para autorizar ações de inteligência. “Nossas servidoras e servidores precisam trabalhar com apropriada segurança jurídica.”
O texto afirma que as medidas são necessárias para proteger a atividade de interesses político-partidários. “O momento atual parece ter convencido a todos sobre o que já defendemos há anos: a inteligência precisa ser reformada. Precisamos definir, na lei, nossas atribuições e ferramentas de trabalho.”
- Marca aproveita ação da PF para divulgar lingeries: “Procurados”
- Oposição critica operações da PF no Congresso e defende fim do foro privilegiado
A Abin é o principal órgão do sistema de inteligência federal e tem como atribuição produzir informações estratégicas sobre temas sensíveis, como ameaças à democracia e às fronteiras, segurança das comunicações do governo, política externa e terrorismo.
Para a PF, a agência foi instrumentalizada no governo Bolsonaro e usada para atender interesses privados do grupo político do ex-presidente.
*AE
Agora Notícias
Ministério da Defesa tem corte de 70% em sua verba
PL das fake news: Polícia Federal vê abuso de poder de big techs
Motta: “Nas redes sociais só tem ‘lugar de fala’ quem as utiliza”



