Moraes vota para tornar réus mais 70 denunciados por manifestações extremistas em Brasília

 Julgamento começou nesta sexta (2) e termina no próximo dia 9, prazo para que os demais ministros do STF apresentem seu voto

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes votou nesta sexta-feira (2) para tornar réus mais 70 denunciados por envolvimento na invasão e da depredação dos prédios da praça dos Três Poderes, em Brasília, em 8 de janeiro. Este é o sétimo bloco julgamentos sobre o caso, que vai ocorrer de forma virtual até a próxima sexta (9).

Nesse sistema, não há discussão. Se houver um pedido de vista, o julgamento será suspenso, e caso ocorra um pedido de destaque, a decisão será levada ao plenário físico do tribunal.

Segundo Moraes, a Constituição não permite a propagação de ideias contrárias à ordem constitucional. Para o magistrado, nos casos, há a ocorrência dos denominados delitos multitudinários, ou seja, aqueles praticados por um grande número de pessoas, onde o vínculo é amplificado.

O ministro disse ainda que são inconstitucionais as condutas e manifestações que tenham a nítida finalidade de controlar ou mesmo aniquilar a força do pensamento crítico, indispensável ao regime democrático.

As denúncias fazem parte de vários inquéritos que tramitam na Corte. Um deles apura o planejamento e a responsabilidade intelectual das invasões. Outro investiga os participantes da invasão que não foram presos em flagrante durante os atos extremistas às sedes dos Três Poderes.

Sétimo julgamento sobre o 8 de Janeiro

Confira abaixo o período dos julgamentos anteriores e atual:
• 100 denunciados (de 18 a 24 de abril);
• 200 denunciados (de 25 de abril a 2 de maio);
• 250 denunciados (de 3 a 8 de maio);
• 245 denunciados (de 9 a 15 de maio);
• 250 denunciados (de 16 a 22 de maio);
• 131 denunciados (de 23 a 29 de maio); e
• 70 denunciados (2 a 9 de junho).

Ao todo, a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou 1.390 denúncias ao STF.

Denúncias recebidas

Com as denúncias recebidas, agora serão instauradas ações penais. Os processos, então, terão seguimento com a fase de coleta de provas, que inclui os depoimentos das testemunhas de defesa e acusação. Depois, o STF julgará se condena ou absolve os acusados, o que não tem prazo específico para ocorrer.


R7 e Correio do Povo

Jair Bolsonaro virá ao Rio Grande do Sul neste mês

 Nos dias 22 e 23, o ex-presidente cumprirá agenda de filiações e participará de feira de transporte

Taline Oppitz

O ex-presidente Jair Bolsonaro virá ao Rio Grande do Sul nos dias 22 e 23 deste mês. O principal compromisso da agenda de Bolsonaro será a filiação de prefeitos e lideranças gaúchas ao PL, que tem como meta eleger mais de mil prefeitos em todo o país nas eleições municipais do ano que vem. O foco é o de reforçar as filiações para fortalecer o PL em 2024 e também a base de apoio político de Bolsonaro no Estado.

O ex-presidente participará ainda, na Fiergs, da 23ª edição da TranspoSul, maior feira e congresso de transporte e logística da região sul do Brasil. A vinda de Bolsonaro será coordenada pelo deputado federal Giovani Cherini, presidente do PL gaúcho, que irá comemorar seu aniversário durante a passagem de Bolsonaro por aqui. Cherini foi lançado na última semana como pré-candidato ao Senado nas eleições de 2026 pelo presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto.


Correio do Povo

Problemas na coleta de lixo persistem e Melo ameaça romper com empresa contratada

 Prefeito disse que já está preparado para fazer uma contratação emergencial caso a Consórcio Porto Alegre Limpa não resolva situação do lixo acumulado na cidade

Duas semanas após a população de Porto Alegre perceber problemas na coleta de lixo, algumas regiões ainda sofrem com resíduos espalhados fora dos contêineres e dejetos jogados na rua. Nos bairros Auxiliadora, Agronomia, Bom Fim e Menino Deus, moradores relatam contratempos frequentes na coleta de lixo, além de contêineres quebrados ou danificados. O prefeito Sebastião Melo afirmou nesta quinta-feira que deu um ultimato à empresa Consórcio Porto Alegre Limpa, responsável pela coleta automatizada, antes de viajar à Itália, na semana passada.

Mesmo com a cobrança, ele reconhece que a coleta de lixo na Capital voltou a apresentar problemas esta semana. “O CEO da empresa quer falar comigo, mas disse que não atenderia se ele não resolvesse o problema. A prestação de serviço da coleta do lixo no Brasil é muito complicada. As pessoas participam do certame, tem um edital, tem as regras do jogo e depois, na hora da operação, começa todo esse problema”, afirmou. Se a empresa não melhorar os serviços, Melo ameaça romper o contrato com a empresa e realizar nova licitação para contratação em caráter emergencial. 

“Se tiver mais um erro, vou fazer uma contratação emergencial. Já estou preparado para isso, não vou suportar esse tipo de coisa. Mas na administração pública tu não podes dispensar o cidadão, o contratado, por telefone, e contratar outro. Tem regras. Estou preparando isso”, garantiu. Melo ressaltou que a prefeitura está trabalhando em um termo de referência para qualificar o serviço de coleta. “Vou mudar esse tipo de contêiner, porque tem apenas dois ou três que têm esse modelo. Tem briga, disputa e boicote entre eles, tem de tudo um pouco no meio disso. Não podemos ser reféns disso”, alertou.

Embora a coleta tenha melhorado em alguns pontos da Cidade Baixa, Centro Histórico e Praia de Belas, quem transita pelas ruas João Telles, no Bom Fim, e na Múcio Teixeira, no Menino Deus, ainda se deparava com lixo espalhado no entorno de contêineres. Uma cena que se tornou rotina para moradores e funcionários de estabelecimentos comerciais desses bairros. O advogado Márcio Alan Sakis, que reside na rua Dezessete de Junho, no Menino Deus, afirma que são constantes os problemas na coleta de lixo no bairro.

“Do lado do meu prédio, tem um setor de cortes de um restaurante. Eles fazem cortes de carne e despejam o lixo orgânico na lixeira aqui do lado. Só que vai aumentando e a prefeitura não recolhe. Os catadores tiram esse lixo, porque tem caixa, pegam a caixa de papelão e colocam tudo em volta da lixeira Então fica o sangue e junta muita mosca. E como o meu apartamento é de frente para rua, onde fica o contêiner, entra mosca para dentro de casa. Aí tenho que fechar as janelas fechadas. Fica ruim porque daí não ventila”, observou.

Diante desse cenário, Sakis já fez uma série de reclamações para a Central de Atendimento ao Cidadão através do número 156, da prefeitura. “Não vem nenhum apoio. O lixo ficou aqui uma semana em volta da lixeira. E nesta quinta-feira, dia 31, veio aquele caminhão automatizado. Tiraram o lixo, porque estava transbordando, só que deixaram em volta. Não sei o que acontece, se operador não sabe manusear ou é um problema no caminhão. Eles deixam cair a metade do lixo”, afirmou. Já fiz várias reclamações. De 15 em 15 dias vem um caminhão de apoio para fazer a limpeza ali, mas é de 15 em 15 dias”, destacou. 

Como parte do lixo segue espalhada pelo chão, muitas vezes o serviço de limpeza acaba realizado por funcionários dos prédios. “Não é trabalho deles, eles têm que limpar em volta, deixar a calçada limpa do prédio, mas os lixos que não são nem dos prédios eles têm que colocar dentro da lixeira”, criticou. Além do serviço malfeito pela empresa de coleta de lixo, a ação de catadores agrava o cenário. Eles vêm à noite e tiram tudo, rasgam tudo e deixam atirado, porque às vezes querem pegar o saco plástico. Fica muito feio e quando está um pouco mais quente, fica um odor ruim, até insalubre”, frisou. 


Correio do Povo

Maior que o salário mínimo, custo médio de cada preso no Brasil chega a R$ 1.819 por mês

 


Dados oficiais de 16 estados mostram que MS tem a maior despesa média por detento, com R$ 3.199,54, seguido por PI e MA

Um preso custa em torno de R$ 1.819 por mês aos cofres públicos, segundo levantamentos da Senappen (Secretaria Nacional de Políticas Penais) referentes a janeiro e fevereiro de 2023 em 16 estados brasileiros. O valor é 37% maior do que o atual salário mínimo nacional, que é de R$ 1.320.

Segundo a secretaria, que disponibiliza os dados estatísticos do Sistema Penitenciário Brasileiro, as despesas totais do estado com funcionários, alimentação, transporte, manutenção das instalações e outros serviços para os presídios em janeiro foram de R$ 860,4 milhões. Já em fevereiro, este valor subiu para R$ 953,1 milhões.

Ou seja, no primeiro mês do ano, cada um dos 497.080 presos geraram um custo médio de R$ 1.730,97 aos estados. No mês seguinte, a população prisional cresceu para 499.443, e os gastos para cada um subiram para R$ 1.908,43. Desta forma, a média de gastos de cada preso ficou em R$ 1.819,70 por mês.

Especialistas entrevistados pelo R7 apontam como causas para as despesas desse porte fatores como a ineficiência do Estado em políticas como educação e emprego, além da necessidade de investimentos para evitar que as más condições dos presídios beneficiem facções no recrutamento de novos membros.

Quais os gastos de cada estado?

Os dados foram fornecidos por 16 estados. Embora o custo médio nacional esteja em torno de R$ 1.819,7, três estados chamaram a atenção por registrarem mais que o dobro do salário mínimo atual. Mato Grosso do Sul, Piauí e Maranhão tiveram os maiores gastos médios: R$ 3.199,54, R$ 3.138,30 e R$ 2.745,60, respectivamente.

Já Paraná, Rondônia, Alagoas e Roraima estão entre os estados que menos desembolsaram para custear os presos. O estado paranaense gastou R$ 517,93, Rondônia R$ 1.541,24, Alagoas R$ 1.639,53 e Roraima R$ 1.731,19.

Os dados mostram haver uma diferença significativa de 517,76% entre Mato Grosso do Sul, o estado com maior custo médio, e Paraná, unidade federativa com menores despesas.

Veja abaixo os gastos de todos os estados considerados nos levantamentos.



Gastos com salários de funcionários e necessidades básicas

Segundo o levantamento, dos R$ 860,4 milhões gastos em janeiro, R$ 702,5 milhões foram com despesas de pessoal, o que engloba salários de funcionários, pagamentos de empregados terceirizados, material de expediente e estagiários.

O restante - R$ 157.834.129,54 - está dividido em gastos com necessidades básicas. Deste  montante, 54,48% dos recursos foram para alimentação; 21,23% com água, luz, telefone, lixo e esgoto; 10,16% com manutenção predial; e 5,22% com aluguéis. Veja abaixo o detalhamento: 


O cenário é semelhante ao encontrado em fevereiro. 

O que dizem os especialistas em segurança pública?

O professor da FGV (Fundação Getúlio Vargas) Rafael Alcadipani, que é associado do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, avalia que esses gastos são resultados da "ineficiência do estado".

"Nessas despesas estão embutidos os valores das políticas educacionais que não funcionaram com essas pessoas durante a infância e de políticas de emprego que também não deram certo. Então, primeiramente precisamos ter consciência de que nestes custos estão várias coisas que o estado brasileiro não teve competência para fazer e acabou desbocando nessa situação: um sistema prisional cheio, caro e sem projetos eficientes para ressocialização desses presos", analisa.

Segundo o Senappen, atualmente, a população prisional no Brasil é de 832.295, sendo 648.692 cumprindo pena em celas físicas. No entanto, o total de vagas ofertas é de 477.056, o que leva a um déficit carcerário de 171.636 vagas. Essa superlotação afeta a qualidade do sistema e o atendimento de direitos básicos.

Para Leandro Piquet, professor de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP), embora os custos para manutenção dos presos pareçam altos para os cofres públicos, estes valores também não poderiam ser muito menores.

"Garantir a segurança e controlar o crime custa caro. Muitas pessoas pensam que é só jogar o criminoso na cadeia e acabou, mas não. O sistema tem que dar condições para abrigar o preso sem que ele tenha seus direitos violados. Isso não quer dizer que esse detento não deva ser punido ou cumprir sua pena pelo crime que cometeu, mas a questão é que as grandes facções criminosas se beneficiam dessas condições degradantes que os presos estão inseridos para recrutar autores de pequenos delitos, que poderiam ter se capacitado ou ressocializado no sistema", diz.

"Além disso, os funcionários precisam ser bem remunerados para que não sejam corrompidos por essas mesmas facções e permitam que os grandes criminosos fujam ou tenham regalias dentro da prisão", explica.

Os educadores acreditam que os governos de cada estado precisam repensar as formas de punição e encarceramento para autores de pequenos delitos. "Para estes casos, o sistema prisional deveria ser a última opção e não a primeira, como acontece hoje. Com as penas justas, esses detentos têm uma chance de sair do mundo do crime e de voltarem à sociedade. Desta forma, a população prisional diminuiria e os gastos por preso também. Precisamos capacitar e dar condições para que essas pessoas saiam das prisões sem querer voltar e que voltem a contribuir com a sociedade geral", avalia Alcadipani.

R7 e Correio do Povo

Com medo de novas derrotas, Lula (PT) faz alterações na articulação política do governo

 #OsPingosNosIs | Com medo de novas derrotas, Lula (PT) faz alterações na articulação política do governo

Dantas: "O presidente está desesperado […] Arthur Lira (PP) e demais lideranças não estão dispostos a fazer caminhar qualquer agenda ideológica"




Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=185123667833302

Câmara aprova moção de repúdio à visita de Nicolás Maduro

 #OsPingosNosIs | Câmara aprova moção de repúdio à visita de Nicolás Maduro

José Maria Trindade: "Aliados já falam sobre o prejuízo na imagem de Lula (PT) com a recepção e admiração ao ditador venezuelano"



Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=562616125954241

Meia Hora com Motta - 1 de junho de 2023

 Vídeo de Roberto Motta




Fonte: https://www.facebook.com/RobertoMottaPagina/videos/1027628278207302/

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Ex-ministro chama Lula de vingativo, perverso e mesquinho

 #OsPingosNosIs | Ex-ministro de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) chama presidente Lula (PT) de vingativo, perverso e mesquinho; bancada comenta




Fonte: https://www.facebook.com/watch/?v=740800841175093

Lula e Maduro: um filme de terror!

 Boris Casoy comenta a recepção especial de Lula ao ditador Maduro, que está em visita ao Brasil para reunião de presidentes sul-americanos.




Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=1bAw8p5SCT0&feature=share&fbclid=IwAR1OQBIiiNzvf122UCC3fP_I4RVyUtnYQAisngPkR1lsNle5Dq6MGPm4PaI