Preço da gasolina pode cair até R$ 1,65 por litro, diz relator de projeto que limita alíquota do ICMS

 


Relator do PLP (Projeto de Lei Complementar) 18/2022, que limita a aplicação de alíquota do ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre os combustíveis, o senador Fernando Bezerra (MDB-PE) afirmou que a aprovação das propostas voltadas à redução dos valores dos combustíveis nos postos pode derrubar em R$ 1,65 o preço da gasolina e em R$ 0,76 o valor do diesel.

“Existe uma simulação que diz que o impacto no litro do óleo diesel será de R$ 0,76 e no litro da gasolina de R$ 1,65. Então, estamos fazendo tudo isso para que possamos aliviar”, afirmou Bezerra. Ele, no entanto, destacou que não existe proposta de tabelamento de preços. Isso, na prática, pode anular qualquer possível redução nas bombas, a depender do cenário internacional.

“Não estamos tabelando preço. Tem uma guerra na Ucrânia, a Rússia é responsável por 25% da produção de diesel no mundo, os preços estão tensionados. É evidente que pode haver elevação de preços. Mas, mesmo que haja, isso vai ajudar a não subir muito mais do que subiria”, explicou.

Bezerra apresentou à imprensa o relatório do PLP 18/22. Segundo a proposta, os setores de combustíveis, gás natural, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo seriam classificados como essenciais e indispensáveis, levando à fixação da alíquota do ICMS em um patamar máximo de 17%.

Ele manteve o texto que foi aprovado na Câmara, fazendo apenas algumas inclusões em forma de emendas. Uma delas confere segurança jurídica aos gestores estaduais. Assim, eles poderão reduzir a arrecadação do ICMS sem ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal e a Lei de Diretrizes Orçamentárias.

Bezerra também é relator de uma PEC (proposta de emenda à Constituição) que garante aos Estados uma compensação financeira vinda da União caso decidam zerar o ICMS do diesel e gás de cozinha.

Ele ainda é autor de outra PEC que trata dos biocombustíveis e é complementar às demais propostas. O texto propõe um regime tributário diferenciado para os biocombustíveis.

O Sul

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APROVADA AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE O IPE-SAÚDE

 Foi aprovado nesta quinta-feira (09), por unanimidade, o requerimento de Audiência Pública para discutir a nova tabela de remuneração do IPE-Saúde.

➡️ A data, o horário e o local serão definidos em breve.
A Audiência Pública ocorrerá no momento em que os prestadores de serviços habilitados pelo Instituto demonstraram preocupação com a nova tabela de remuneração anunciada pelo sistema de assistência à saúde dos servidores públicos.
O IPE-Saúde atende mais de 1 milhão de beneficiários. Caso os dependentes e pensionistas fiquem descobertos, serão automaticamente absorvidas pelo SUS, congestionando ainda mais o sistema público de saúde.
O IPE precisa ser modernizado. Não podemos permitir que hospitais, clínicas e médicos peçam o descredenciamento, colocando, desse modo, a saúde das pessoas em risco.


Fonte: https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=pfbid0LmZJiZzKqh3orGfw1uGfC19LYDtrkACfvxHcBZBCCMUCi7dJtr1GYJ9DSqgGu4VSl&id=100044318025249&notif_t=public_figure_activity&notif_id=1654782817531319&ref=m_notif

Impasse em Brasília: Estados criticam proposta do governo de zerar o ICMS dos combustíveis e citam perdas na arrecadação

 


O pacote para reduzir o preço dos combustíveis neste ano de eleições deflagrou uma guerra de números em Brasília e aumentou as incertezas para as contas públicas depois de 2022. Estados e municípios contestam as contas do governo e dizem que as perdas com o pacote estão em R$ 115 bilhões.

Desse total, R$ 27 bilhões seriam perdas de receitas para as prefeituras, segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM). O governo aceita compensar, porém, 22,34% (R$ 25,7 bilhões) por meio de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que abre exceção no teto de gastos para a transferência a governadores e prefeitos.

No outro lado da guerra e na defesa das medidas, o Ministério da Economia divulgou dois estudos ontem para mostrar que governadores e prefeitos apresentam a melhor capacidade de pagamento da história.

No centro da disputa, o projeto (PLP 18), em tramitação no Senado, fixa um teto de 17% do ICMS (imposto estadual) para combustível, diesel, energia, telecomunicações, gás e transporte urbano. O projeto é considerado por governadores e prefeitos um “arrasa-quarteirão” sem volta nas finanças de Estados e municípios (estes recebem parte do ICMS) por não compensar essa perda de arrecadação, calculada em cerca de R$ 80 bilhões pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados (Comsefaz). Para essa perda, o ministro da Economia, Paulo Guedes, fechou as portas a uma compensação futura. Os Estados negociam com os senadores que a redução das alíquotas seja temporária, segundo fontes.

O governo também pressiona os Estados a reduzir a zero até dezembro a alíquota sobre o diesel e o gás de cozinha, garantindo a compensação de até R$ 25,7 bilhões, valor maior do que os R$ 22 bilhões calculados pelo Ministério da Economia. Em contrapartida, o governo reduziria a zero os tributos federais da gasolina e do etanol.

A pressão é grande porque as lideranças do Centrão, que apoiam o presidente Jair Bolsonaro, jogam todas as fichas na aposta de que os parlamentares de todos os partidos dificilmente terão condições de votar contra uma queda de impostos que pode reduzir a inflação e que vem sendo adotada por outros países.

A estratégia é expor publicamente os governadores que se recusarem a reduzir a zero o diesel neste ano de eleições gerais. Na área econômica, a avaliação é de que a flexibilidade no teto de gastos é o menor dos males. Se não der certo, o presidente não descarta decretar estado de calamidade, o que assustou ainda mais o mercado, que ontem colocou nos preços dos ativos o risco fiscal maior para 2023.

“Dentro das alternativas colocadas até agora, (a proposta do pacote) é a menos pior”, diz o ex-secretário do Tesouro Jeferson Bittencourt, hoje economista da Asa Investments. “A calamidade seria muito danosa.”

À frente das negociações pelos Estados, o presidente do Comsefaz Décio Padilha, descarta que a queda dos tributos chegue aos preços. “Se zerar o ICMS, não resolve em nada o problema da escalada do preço”, disse. “Qualquer aumento que tenha do diesel como a defasagem está em 10%, já consome todo o peso do ICMS.”

O Sul

Pacote para reduzir o preço do litro da gasolina e do diesel vai custar mais de 46 bilhões de reais

 


A investida do governo no Congresso para tentar derrubar o preço dos combustíveis – uma preocupação do comando de campanha à reeleição do presidente Jair Bolsonaro – deve custar de largada R$ 46,4 bilhões aos cofres públicos para para reduzir em R$ 1,65 o litro da gasolina e em R$ 0,76 o do óleo diesel.

As estimativas de queda na bomba foram feitas pelo senador Fernando Bezerra (MDB-PE). Ele apresentou nesta quarta-feira (8), seu relatório sem atender o pedido dos governadores para mudar o texto que já foi aprovado na Câmara.

Em média, o litro da gasolina está sendo vendido nos postos do País a R$ 7,21 e o do diesel a R$ 6,88, segundo os dados mais recentes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Segundo Bezerra, essas estimativas levam em consideração os efeitos do projeto de lei complementar que estabelece um teto de 17% para o ICMS sobre combustíveis e energia elétrica, além das Propostas de Emenda à Constituição (PEC) anunciadas pelo presidente Jair Bolsonaro, que preveem uma compensação aos Estados que zerarem a alíquota do ICMS sobre o diesel e o gás de cozinha.

O custo total do pacote, anunciado a quatro meses das eleições em que Bolsonaro pretende se reeleger, foi estimado inicialmente em R$ 46,4 bilhões, sendo R$ 29,6 bilhões fora do teto de gastos, a regra que atrela o crescimento das despesas à inflação, caso o Congresso autorize. Os outros R$ 16,8 bilhões são estimativas de renúncias do que o governo federal vai abrir mão de receitas ao zerar tributos federais sobre gasolina. Os valores podem subir com alterações feitas pelos parlamentares. O teto para a equipe econômica é de R$ 50 bilhões.

Em entrevista coletiva, nesta quarta, Bezerra ponderou que existe uma discussão técnica sobre esses cálculos. Os governadores, contrários ao pacote, dizem que pode não haver impacto para o consumidor final, ao mesmo tempo em que preveem perda de arrecadação e crise fiscal nos Estados e municípios, que podem chegar a R$ 115 bilhões, pelos cálculos dos governadores.

Em reunião com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), eles chegaram a pedir mudanças na compensação e que o corte nas alíquotas fosse mais gradual, numa espécie de “modulação”, já que o Supremo Tribunal Federal (STF) definiu que o teto de 17% para bens e serviços essenciais valeria a partir de 2024. O relator, porém, não aceitou os pedidos e manteve, em seu parecer, a eficácia imediata da medida.

A PEC prevê um auxílio financeiro da União a Estados de R$ 29,6 bilhões até 31 de dezembro de 2022 para compensar a perda de receitas dos governadores que zerarem o ICMS sobre diesel e gás de cozinha.

Ao comentar a proposta, em entrevista coletiva, Bezerra ressaltou que a PEC é autorizativa, ou seja, a zeragem do tributo pelos Estados será facultativa. Em contrapartida, o governo prometeu zerar impostos federais sobre gasolina e etanol – Bezerra já incluiu em seu parecer do projeto que cria o teto de ICMS a zeragem de PIS/Cofins e PIS/Cofins-Importação sobre gasolina e álcool.

De acordo com Bezerra, a PEC dos combustíveis prevê uma redução a 12% do ICMS sobre o etanol. Além disso, uma segunda PEC vai estabelecer um diferencial de competitividade para os biocombustíveis. “Prevê regime fiscal favorecido para os biocombustíveis na forma da lei complementar, garantindo tributação inferior à dos combustíveis fósseis, incentivando seu uso”, disse o senador.

Uma das poucas mudanças feitas por Bezerra no texto do projeto de lei que fixa um teto de 17% para o ICMS sobre combustíveis e energia elétrica foi incluir uma forma de compensação da perda de receitas para Estados sem dívida com a União.

O texto aprovado pelos deputados prevê um gatilho para compensar a perda de arrecadação dos Estados. Se essa redução de receitas do ICMS for superior a 5%, a União ressarciria os governos estaduais por meio do abatimento da dívida. Mas cinco Estados não estão endividados. Para esses entes, a compensação será feita, de acordo com o parecer de Bezerra, em 2023, com recursos da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) e com a priorização na contratação de empréstimos da União.

Outra mudança feita por Bezerra foi definir que a compensação será feita sobre o serviço da dívida e não sobre o estoque. Além disso, será permitida a compensação por meio de ajuste com empréstimos já feitos com outros credores, com aval da União.

O Sul

Paládio (mitologia) - História virtual

 


Paládio (em grego clássico: Παλλάδιον; romaniz.: Paládion), na mitologia greco-romana, era uma estátua de madeira associada a Minerva, correspondente à Atena (na mitologia grega). Que representava Palas [Nota 1] e ficava em Troia. Apolo havia previsto que o Troia não cairia enquanto o Paládio se encontrasse dentro de suas muralhas.[1]

Havia duas outras estátuas, na Antiguidade Clássica, também chamadas de Paládio: uma delas ficava em Roma, no templo de Vesta, e estava ligada ao destino de Roma, e outra ficava na cidadela de Atenas, e havia sido colocada lá por Nícias.[1][Nota 2]

 

  1. Pseudo-Apolodoro

    A estátua era uma representação de Palas, filha de Tritão. Quanto a deusa Atena nasceu, ela foi criada por Tritão, e praticava exercícios de guerra com sua filha, chamada Palas. Em uma luta, quando Palas estava para atingir Atena, Zeus interveio, interpôs a Égide, e distraiu Palas. Atena, então, feriu mortalmente Palas. Triste com isto, Atena fez uma imagem em madeira de Palas, colocando a Égide no peito da estátua. Zeus honrou a imagem, porém quando Electra, para não ser violentada por Zeus, pediu refúgio na estátua, Zeus jogou a estátua no território de Troia.[2]

    Ilo havia fundado uma cidade, chamada Ílio (Troia) e pediu a Zeus um sinal. O sinal foi o Paládio, que caiu do céu. Ilo pegou a estátua, e construiu um templo para ela. A estátua tinha três cúbitos de altura, com seus pés unidos. Trazia uma lança na mão direita, uma roca e um fuso na esquerda e tinha o peito coberto por um escudo.[2]

    Dionísio de Halicarnasso

    A estátua foi um presente de casamento de Atena para Chrysê, filha de Palas, quando esta se casou com Dardano.[3] Quando Dardano foi para a Ásia, levou as estátuas dos deuses e o Paládio, e recebeu a profecia de que a cidade que ele tinha fundado duraria para sempre, desde que as estátuas fossem adoradas com sacrifícios. [4]

    Quando Ilo fundou Troia, levou para lá as estátuas, e lá construiu um templo e santuário.[5] Durante a Guerra de Troia, Odisseu e Diomedes, à noite, roubaram algumas das estátuas, e quando a parte baixa de Troia estava sendo saqueada, Eneias pegou as demais estátuas e levou com ele, até a Itália.[6]

    Dionísio de Halicarnasso comenta uma versão, atribuída a Actino, de que o verdadeiro Paládio havia sido dado a Dardano por Zeus, e este ficava oculto; a estátua, roubada pelos aqueus, era uma cópia idêntica, que ficava em exibição.[7]

    As imagens dos deuses, trazidas por Enéas, eram guardadas pelas virgens do templo de Vesta, onde havia um fogo perpétuo.[8]

    Após [Nota 3] a Primeira Guerra Púnica, o templo de Vesta pegou fogo, e as virgens vestais fugiram das chamas. Lúcio Cecílio Metelo, um dos pontífices e que havia sido cônsul,[Nota 4] entrou no templo em chamas, e resgatou os objetos sagrados,[9] dentre os quais o Paládio,[10] pelo qual ele foi honrado com uma estátua no Capitólio.[9]

    Notas e referências

    Notas


  2. Não fica claro, pelo texto de Caleb Fleming, se ele quer dizer Palas Atena ou Palas, a filha de Tritão.

  3. Smollett explica porque a metáfora do Paládio: assim como a estátua impedia a queda de Troia e Roma, a Grã-Bretanha e a Irlanda também tinham o seu paládio, que era a liberdade religiosa.

  4. O texto de Dionísio de Halicarnasso fala "depois" da Primeira Guerra Púnica, mas logo em seguida ele diz o incêndio ocorreu após Metelo ter celebrado seu triunfo.

  5. Referências


  6. Caleb Fleming, The Palladium of Great Britain and Ireland, Or Historical Strictures of Liberty, citado por Tobias George Smollett, The Critical Review: Or, Annals of Literature, Volume 15 (1763), Art. XI. The Palladium of Great Britain and Ireland. p.59 [google books]

  7. Pseudo-Apolodoro, Biblioteca, 3.12.3 [em linha]

  8. Dionísio de Halicarnasso, Antiguidades Romanas, 1.68.3 [em linha]

  9. Dionísio de Halicarnasso, Antiguidades Romanas, 1.68.4

  10. Dionísio de Halicarnasso, Antiguidades Romanas, 1.69.1

  11. Dionísio de Halicarnasso, Antiguidades Romanas, 1.69.2

  12. Dionísio de Halicarnasso, Antiguidades Romanas, 1.69.3

  13. Dionísio de Halicarnasso, Antiguidades Romanas, 1.69.4

  14. Dionísio de Halicarnasso, Antiguidades Romanas, 2.66.4 [em linha]

  15. Dionísio de Halicarnasso, Antiguidades Romanas, 2.66.5

 

Wikipédia

Dois dias após pacote do governo, Petrobras indica que o preço do diesel vai continuar subindo

 


Pressionada pelo governo para mudar a sua política de preços, a Petrobras sinalizou nesta quarta-feira (8),, que o custo dos combustíveis – principalmente o do diesel – segue uma tendência de alta e assim continuará. Isso indica que as medidas anunciadas pelo presidente Jair Bolsonaro na segunda-feira para conter o preço dos combustíveis, como a isenção de impostos federais e o pagamento de ICMS zerado pelos Estados, não deverão ter o efeito esperado.

Em uma nota enviada à imprensa com “esclarecimento da Petrobras sobre a prática de preços de mercado”, a petroleira afirma que “não há fundamentos que indiquem a melhora do balanço global e o recuo estrutural das cotações internacionais de referência para o óleo diesel”.

Na avaliação da Petrobras, o atual cenário mundial é de escassez e, como o Brasil é deficitário em produção de óleo diesel, tendo importado quase 30% da demanda total em 2021, o resultado é este: “poderá haver maior impacto nos preços e no suprimento”.

A estatal afirma ainda que esse cenário se tornou ainda mais provável porque o consumo nacional de diesel é historicamente mais alto no segundo semestre, devido ao aumento das atividades agrícola e industrial. “Ressalta-se, também, que o mercado interno registrou recorde de consumo de óleo diesel no ano passado e essa marca deverá ser superada em 2022”, declarou a empresa.

O comunicado da Petrobras é divulgado no momento em que o governo busca substituir o atual presidente José Mauro Coelho, que assumiu o comando da estatal em abril, por Caio Paes de Andrade, atual secretário especial de desburocratização do Ministério da Economia. A indicação precisa passar por uma assembleia geral extraordinária de acionistas, que ainda não foi agendada. Desde o início do governo, Bolsonaro já demitiu três presidentes da Petrobras.

Segundo a Petrobras, fora do Brasil, há ainda um conjunto de fatores que deve puxar o preço dos combustíveis: o aumento sazonal da demanda mundial no segundo semestre; a menor disponibilidade de exportações russas decido às sanções econômicas ao país; e eventuais indisponibilidades de refinarias nos Estados Unidos e no Caribe, com a temporada de furacões que acontecem de junho a novembro.

“Diante desse quadro, é fundamental que a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado global seja referência para o mercado brasileiro de combustíveis, visando à segurança energética nacional”, afirma a companhia.

O cenário detalhado pela empresa indica que a Petrobras não está disposta a mudar sua política de preços atrelada ao mercado nacional, com valores alinhados aos praticados em todo o mundo.

“Assim como qualquer outra commodity comercializada em economia aberta, a precificação de combustíveis no Brasil é determinada pelo balanço de oferta e demanda global, uma vez que produtos desta natureza possuem características físicas homogêneas e são produzidos, transportados e comercializados em larga escala por todo o mundo, tendo múltiplos ofertantes e demandantes”, declarou a empresa.

Para mexer nestas regras, o governo teria não só de contar com o aval da diretoria da empresa, mudar o estatal da estatal e mexer na própria legislação. Desde janeiro de 2002, vigora no Brasil, por meio de lei, o regime de liberdade de preços em todos os segmentos do mercado de combustíveis e derivados de petróleo: produção, distribuição e revenda.

“Cabe a cada agente econômico estabelecer suas margens de comercialização e seus preços de venda, em um cenário de livre concorrência. A Petrobras não atua no segmento de distribuição e revenda, sendo responsável apenas pela produção de combustíveis”, afirmou a companhia.

Ao defender o modelo, o qual tem sido frequentemente criticado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelos caminhoneiros, que cobram mudança no regime, os “preços alinhados ao valor de mercado estimulam a produção e a concorrência no presente, assim como fomentam os investimentos que contribuirão para a expansão do volume produzido, para o alcance da qualidade exigida para os produtos, e para incremento da capacidade logística, com benefícios diretos ao consumidor”.

Segundo a empresa, “preços abaixo do mercado inviabilizam economicamente as importações necessárias para complemento da oferta nacional. Exemplos recentes de desalinhamento aos preços de mercado já se traduzem em problemas de abastecimento em países vizinhos ao Brasil.”

A Petrobras nega que tenha o monopólio do setor e diz que, “sem a prática de preços de mercado, não há estímulo para o atendimento ao mercado brasileiro pelos diversos agentes do setor”. Segundo a empresa, se o mercado nacional deixar de acompanhar os preços internacionais, haveria risco de desabastecimento, porque isso afetaria os negócios feitos pelas demais empresas do setor. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Sul

Preço da cesta básica caiu 1,55% em Porto Alegre em maio, mas ainda é o terceiro mais caro entre as capitais brasileiras

 


Pesquisa divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) aponta que o preço da cesta básica de Porto Alegre caiu 1,5% em maio, fechando o mês a R$ 768,76. Trata-se do terceiro maior valor dentre todas as 17 capitais incluídas no levantamento e corresponde a 63,4% do do salário-mínimo (R$ 1.212).

Isso significa que o sustento de uma família com quatro integrantes precisaria de um piso nacional de R$ 6.535. Ou seja: 5,4 vezes superior ao pago atualmente.

No topo do ranking estão São Paulo (R$ 777,93) e Florianópolis (R$ 772,07). O quarto lugar foi ocupado pelo Rio de Janeiro (R$ 723,55).

Desde janeiro, a cesta básica já subiu 12,5% na maior cidade do Rio Grande do Sul. Esse índice chega a 20,7% se for levando em consideração o aumento acumulado dos últimos 12 meses.

Do kit de 13 itens, cinco ficaram mais baratos: o tomate (-19,96%), arroz (-0,88%), feijão (-0,82%), carne (0,62%) e açúcar (-0,44%). Os demais subiram: batata (8,51%), banana (5,49%), farinha de trigo (5,41%), óleo de soja (3,89%), leite (3,52%), café (2,35%), pão (1,05%) e manteiga (0,56%).

Componentes

Identificado pela sigla PCNBA (Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos), o levantamento contínuo do Dieese (sediado em São Paulo) abrange um conjunto de 13 produtos considerados essenciais no cardápio da população, conforme detalhado no site oficial dieese.org.br:

– Carne;

– Leite;

– Feijão;

– Arroz;

– Farinha;

– Batata;

– Tomate;

– Pão francês;

– Café em pó;

– Banana;

– Açúcar;

– Banha/Óleo;

– Manteiga.

Origens

O estudo foi implantado em 1959 na cidade de São Paulo, a partir dos preços coletados para o cálculo do Índice de Custo de Vida (ICV). Ao longo das décadas, a abrangência foi ampliada para um total de 17 das 27 capitais brasileiras.

Esses itens básicos a serem pesquisados regularmente foram definidos por um decreto federal vigente desde 1938, quando foi promulgado pelo então presidente Getúlio Vargas, que também regulamentou o salário-mínimo no Brasil e outros direitos trabalhistas.

A determinação é de que essa cesta seja composta por 13 produtos alimentícios, todos em quantidades suficientes para garantir o sustento e o bem-estar de um trabalhador em idade adulta durante o período de um mês.

Tanto a composição da cesta como as quantidades de cada componente são diferenciados por três grupos de Estados, de acordo com os hábitos alimentares locais (o Rio Grande do Sul está inserido na chamada “Região 3”, onde questões culturais e outros aspectos fazem com que o consumo de carne, por exemplo, costume ser maior que nas demais áreas do País).

“Os dados permitem que todos os segmentos da sociedade conhecer, estudar e refletir sobre o valor da alimentação básica no País”, ressalta o site do Departamento.

O Sul

Trabalhadores nascidos em novembro já podem sacar até 1 mil reais do FGTS

 


Cerca de 3,2 milhões de trabalhadores nascidos em novembro podem realizar, a partir desta quarta-feira (08), o saque extraordinário de até R$ 1 mil do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

A Caixa Econômica Federal deposita o dinheiro na conta poupança digital. Os valores só podem ser movimentados por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas, a realização de compras virtuais, o saque em caixas eletrônicos e a transferência para outras contas.

Conforme o calendário divulgado em março, a liberação do saque extraordinário do FGTS segue um cronograma baseado no mês de nascimento dos trabalhadores. O dinheiro está sendo liberado em etapas até 15 de junho, quando receberão os nascidos em dezembro.

Os recursos ficam disponíveis até 15 de dezembro e voltarão para a conta vinculada do FGTS depois dessa data, caso não sejam utilizados.

Calendário de pagamentos:

Mês de nascimento        Data da liberação
Janeiro                              20 de abril
Fevereiro                         30 de abril
Março                               4 de maio
Abril                                 11 de maio
Maio                                 14 de maio
Junho                              18 de maio
Julho                               21 de maio
Agosto                            25 de maio
Setembro                       28 de maio
Outubro                         1º de junho
Novembro                      8 de junho
Dezembro                      15 de junho

O Sul

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