Comissão aprova aumento de pena para homicídio culposo contra pedestre

 Projeto de lei amplia de um terço à metade a atual punição a quem cometer o crime, que é prisão de dois a quatro anos



A Comissão de Viação e Transportes da Câmara aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei que aumenta a pena para quem cometer homicídio culposo contra um pedestre ou ciclista no trânsito. Segundo a proposta, a punição para esse crime, prisão de dois a quatro anos além de suspensão do direito de dirigir, será ampliada de um terço à metade.

Relator do projeto de lei, o deputado Hugo Leal (PSD-RJ), destacou que a proposta "visa melhorar a legislação para proteger a vida e a integridade física dos ciclistas". Segundo ele "pedestres e ciclistas são os mais vulneráveis no trânsito, expondo-se a risco constantemente, especialmente porque grande parte das vias brasileiras não dispõe de espaços adequados para que eles possam usufruir de um trânsito seguro".

"A presente proposta segue a da responsabilidade dos maiores pelos menores, dos motorizados pelos não motorizados e todos pela incolumidade dos pedestres. Se um condutor descumprir essa, nada mais adequado que receba uma maior reprimenda da lei", destacou o parlamentar.

A matéria será enviada à Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, que analisará o texto de forma terminativa. Ou seja, caso o projeto seja aprovado no colegiado, será enviado diretamente ao Senado, sem a necessidade de análise pelo plenário da Câmara.

R7 e Correio do Povo

Após consulta do governo, STF e Senado dizem que reajuste de 5% para servidores federais é possível

 Ofício foi enviado pelo ministro Ciro Nogueira; STF e Senado acenaram com interesse na medida, defendida por Jair Bolsonaro



O governo federal questionou os outros Poderes da República sobre a possibilidade de conceder reajuste salarial de 5% para os servidores públicos em ano eleitoral. Em resposta, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Senado confirmaram que o reajuste é possível com recursos próprios. A Câmara dos Deputados ainda não informou uma posição.

O ofício foi enviado pela Casa Civil, comandada pelo ministro Ciro Nogueira, e cita a intenção de conceder o reajuste, mas reconhece as "limitações existentes" na lei orçamentária. O documento consulta os poderes se há interesse na proposta e se há possibilidade de remanejamento de recursos dos próprios para bancar o aumento.

Respostas

Em resposta ao questionamento do Planalto, o presidente do STF, ministro Luiz Fux, concordou com a proposta e apresentou os valores, por órgão do Judiciário, tendo por base a implantação da medida a partir de julho de 2022.

Caso o reajuste de 5% ocorra de fato, os custos, apenas com servidores do Judiciário, seriam de R$ 827 milhões. Desse total, a maior parte vai para a Justiça do Trabalho, com R$ 326 milhões. Fux listou, ainda, cortes em diversas áreas que precisam ser feitos para cobrir o impacto.

A Corte disse que há possibilidade de concessão dos valores por meio da realocação de recursos no STF e em outros tribunais do Poder Judiciário, sem necessidade de aumento do orçamento corrente. O Senado Federal informou que a medida causará impacto de R$ 89 milhões a partir de eventual aumento concedido no mês de julho. No cálculo anual, os valores sobem para R$165 milhões.

Segundo a Casa, por se tratar de alteração orçamentária com indicação de recursos compensatórios, não haverá modificação do total do gasto autorizado para o Senado para despesas primárias. "Ressaltamos que a suplementação das programações de pessoal de despesas poderá ser custeada pelo cancelamento de dotações do próprio Senado", diz o documento, assinado pela diretora Ilana Trombka.

Reajuste salarial

No final de abril, o governo decidiu conceder reajuste no salário de 5% para todos os servidores públicos federais. O percentual foi definido durante reunião entre Bolsonaro e o ministro Paulo Guedes (Economia). Para cumprir o reajuste, o Executivo terá de diminuir os recursos de outros setores do governo. De acordo com a Lei Orçamentária de 2022, apenas R$ 1,7 bilhão podem ser usados para correções neste ano. Os 5% vão fazer com que o governo tenha de gastar até R$ 6,3 bilhões com a medida.

A tendência é que os R$ 4,6 bilhões que faltam sejam retirados das chamadas despesas discricionárias, pois o governo federal tem a liberdade de decidir como e quando utilizá-las. Para este ano, o Executivo pode gastar R$ 133,9 bilhões em despesas discricionárias.

A possibilidade do reajuste salarial foi discutida, inicialmente, por Bolsonaro para agentes de segurança pública. No entanto, outras categorias, como servidores do Banco do Brasil e Receita Federal, demonstraram insatisfação. O reajuste, que ainda não saiu do papel, virou alvo de reclamações entre diversas categorias e Bolsonaro, inclusive com paralisações de servidores. Recentemente, o presidente reconheceu o impasse e afirmou que a alternativa de conceder 5% de aumento "desagrada a todo mundo". A reportagem procurou a Câmara dos Deputados, mas não obteve retorno. 

R7 e Correio do Povo

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Obras da Copa em Porto Alegre devem ficar prontas perto da final no Catar

 Quase oito anos após evento que teve Capital como uma das sedes, trabalhos seguem



A final da Copa do Mundo neste ano acontece em 18 de dezembro, no Catar. Até lá, na projeção da prefeitura, Porto Alegre pretende finalmente terminar as obras de outra Copa, a de 2014. Quase oito anos depois do evento esportivo que teve a capital como uma das sedes, a ampliação da avenida Severo Dullius, a duplicação da Avenida Tronco e o trecho dois das melhorias na rua Voluntários da Pátria, da altura da Ramiro Barcelos até a avenida Sertório, ainda estão pendentes. A última, aliás, nem mesmo começou e passará por mudanças de projeto.

Na manhã desta quarta-feira, o prefeito em exercício Idenir Cecchim e o secretário municipal de Obras e Infraestrutura, André Flores vistoriaram uma dessas obras, a avenida Severo Dullius, no ponto que passará a ter ligação com a rua Dona Alzira, no bairro Sarandi. Segundo o poder público municipal, os trabalhos atingiram os 85% de execução. “A complexidade de engenharia e a questão fundiária, com as remoções, acabaram atrasando bastante essa obra. Não existem mais complicadores e adversidades. Agora é trabalho”, garantiu Flores.

Cecchim reforçou que a luta por essa ampliação vem de antes ainda da Copa no Brasil. Ele lembra que como representante da associação comercial da região já havia essa demanda há 30 anos. “Essa obra vai tirar 30% ou mais do movimento da Sertório, que está com o trânsito saturado. É importante para o transporte, para as pessoas e para a cidade”, garantiu o prefeito em exercício. A via é um dos acessos ao Aeroporto Internacional Salgado Filho, mas pode se tornar também um ponto de instalação de empresas de logística, pela posição estratégica, na visão de Cecchim.

Estão sendo realizados serviços de terraplenagem, aterros, reforços com rachão, drenagem e limpeza da região do Arroio Areia, além do avanço na construção da ponte sobre o arroio Passo da Mangueira. Depois disso ainda está prevista a readequação das pontes, a sinalização e a implantação da iluminação pública. O investimento para a ampliação em dois quilômetros de extensão é de R$ 77,9 milhões.

Obras seguem na Tronco

Os trabalhos seguem também na zona sul, na Avenida Tronco. A obra, neste caso, está dividida em dois lotes. O dos trechos 1 e 2 está 60% concluído, enquanto o dos trechos 3 e 4 já atinge 72% da obra pronta. Conforme o titular da Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura (SMOI), a projeção é que essa obra também esteja pronta ou muito próxima disso no final deste ano. O financiamento nesta obra é de R$ 133,6 milhões.

“Lá era muito mais complexa com a questão das remoções. Eram 1,5 mil famílias. Houve judicialização e com o passar do tempo os preços de contrato se modificaram, precisando ser feitas algumas alterações”, explica André Flores. Ele frisa que a conclusão dessas obras, além de avanço para a mobilidade urbana, também é positivo “por essa questão, até psicológica, de terminar as obras da Copa”.

Avenida Tronco segue sendo duplicada na zona sul

Obras seguem na avenida Tronco, zona sul de Porto Alegre. Foto: Matheus Piccini
 

Moradores próximos acompanham o trabalho das máquinas. “Poderia estar pronta há muito tempo. Quanto terminar vai desafogar a zona, melhorando o fluxo”, acredita o autônomo Eduardo Vincenzo, 43. Já o frentista Angelo Retzlaff, 59, é cético quanto ao prazo de encerramento da obra no final do ano. “Eu não acredito. Vai levar mais um ou dois anos. Se não pegar outra Copa ainda”, diz. Apesar de reconhecer a importância da obra para a mobilidade, ele reclama que a obra gera transtornos paralelos. “Está ficando uma vergonha. Falta água e não avisam, gera transtorno para as outras ruas”.

Voluntários passará por novos estudos

O trecho 2 da rua Voluntário da Pátria, onde as obras nem chegaram a começar, é um caso a parte. O projeto deixará de ser uma “obra da Copa” e entrará no escopo do chamado “Centro Expandido”, que contempla melhorias também no Centro Histórico, na Orla do Guaíba e no 4º Distrito. O titular da SMOI, reforça que, no projeto inicial, que data de 2008, a via era somente uma ligação entre a avenida Sertório e a rodoviária.

“Hoje não, o cenário é outro. Temos uma região sendo planejada com atrativos de índice e que demanda uma outra mobilidade”, explica André Flores, citando o planejamento para a região do 4º Distrito. O secretário ressalta que há necessidade de novos estudos para contemplar premissas do projeto da cidade em fomentar a instalação de novas empresas e o turismo na região.

Voluntários da Pátria terá novo projeto junto ao Centro Expandido.

Voluntários da Pátria terá novo projeto para revitalização. Foto: Matheus Piccini
 

Porto Alegre conta com investimentos do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird) e da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) para o programa Centro+. Somado com recursos próprios, os valores liberados em dezembro do ano passado chegam a US$ 152 milhões. “Pretendemos incluir (a Voluntários) para que seja melhor traçado o projeto neste contexto. Não podemos fazer obra olhando para o passado e sim para o futuro”, frisa Flores.

Correio do Povo


Justiça define datas para julgamentos dos réus do caso Ronei Jr.

RS terá sol e frio nesta quinta-feira

 Dia começa com mínimas abaixo de 10ºC em várias cidades gaúchas



O sol predomina ao longo desta quinta-feira no Rio Grande do Sul, com amplos períodos de céu claro em diversas regiões à medida que ar mais seco e frio de alta pressão cobre o Estado.

Haverá formação de neblina e nevoeiro em alguns pontos ao amanhecer, diz a MetSul. No decorrer do dia, nuvens passam pelo Leste gaúcho e podem trazer precipitação isolada e passageira, especialmente em pontos próximos da costa.

O dia começa frio, com mínimas abaixo de 10ºC em várias cidades, mas a tarde será bastante amena e agradável. A temperatura declina rapidamente ao entardecer e volta a fazer frio à noite. Em Porto Alegre, a quinta será de sol e nuvens, com mínima de 12ºC e máxima de 19ºC.

Mínimas e máximas no RS 

Santa Cruz 11°C / 20°C
Bagé 6°C / 19°C
Erechim 11°C / 19°C
Caxias do Sul 9°C / 17°C
Torres 14ºC / 21°C

MetSul e Correio do Povo


Perícia identifica indícios de uso de robôs no sistema de votação utilizado nas eleições do Inter


Inter alega que perícia aponta inexistência de favorecimento ou intervenção nas eleições

Mega-Sena acumula e próximo concurso pode pagar R$ 35 milhões

 Próximo sorteio será no sábado


O concurso 2.480 da Mega-Sena, realizado nesta quarta-feira (11) à noite no Espaço Loterias da Caixa em São Paulo, não teve acertadores das seis dezenas. Os números sorteados foram: 04 - 06 - 09 - 31 - 50 - 56.

O próximo concurso (2.481), no sábado (14), deve pagar um prêmio de R$ 35 milhões.

A quina teve 74 ganhadores e cada um vai receber R$ 46.356,22. Os 4.757 acertadores da quadra receberão o prêmio individual de R$ 1.030,16.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

O sorteio é realizado às 20h, no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo.


Agência Brasil e Correio do Povo

Idôle Lancôme - Perfume Feminino Eau de Parfum

 


Criada no futuro. Prepare-se para descobrir a mais nova fragrância de Lancôme. Inspirada por uma nova visão sobre a feminilidade, IDÔLE abre novos horizontes. Adicione a fragrância feita no futuro à sua vida. Idôle, foi idealizada no despertar de consciência das mulheres contemporâneas. A fragrância de Lancôme , representa todos os valores de uma nova geração de mulheres que conquistam seu sucesso sem sacrificar sua feminilidade. Idôle foi inspirada em mulheres pioneiras que não são apenas um modelo a ser seguido, mas sim mulheres que expressam uma convicção absoluta de que todas têm o poder de mudar o mundo ao seguir seus maiores sonhos. Ao longo dos anos, as mulheres se transformaram, se reinventaram. Lancôme segue essa evolução, continuando seu caminho o mais próximo possível das aspirações de cada mulher. A Fragrância: A nova fragrância floral chipre clean conta com uma essência de pétalas de rosa de Esparta de origem sustentável da Turquia feita exclusivamente para Lancôme , junto com uma rosa de cem pétalas cultivada em Grasse na França, super infusão de jasmim grandiflorum da Índia criada para a Lancôme e uma nova nota “clean and glow” que está definida para reescrever a página em branco em que toda mulher começa sua história. Família olfativa: Chipre Floral Clean Notas de cabeça: Pêra, Bergamota, Absoluto de Jasmin Sambac, Absoluto de Jasmim Grandflorum Notas de coração: Rosa Centifolia, Rosa Damascena, Essência de rosas Notas de funco: Acorde chipre, Almíscar Branco O Frasco: Trazendo uma nova visão de sucesso - que une e transcende, indo além da convenção – o frasco de Idôle é indiscutivelmente um dos mais finos do mundo, com apenas 15 milímetros de espessura. Esta fineza, com um acabamento emblemático em rosé gold, enfatiza a sua estrutura geométrica. Ele é fácil de manusear, fazendo com que a mão se ajuste facilmente ao redor do objeto e tão leve quanto a virtualidade. As superfícies de vidro translúcido são tão finas que o suco, inspirado em um rosa millenial, parece estar direto nas palmas das mãos. Idôle é uma criação, atemporal, elaborada para ser capaz de se adaptar às novas tecnologias. A criação: Idôle surgiu a partir da combinação de três mulheres perfumistas. Três diferentes caminhos de vida, sensibilidades e personalidades em um único amor de fragrância. Reunidas pelo desejo de criar uma paixão nova e universal, Shyamala Maisondieu, Nadège Le Garlantezec e Adriana Medina trabalharam juntas para criar as notas da fragrância Idôle com base na harmonia original e clean. Combinando disciplina e intuição, cada uma proporcionou a sua contribuição única para a assinatura exclusiva desta fragrância. Beneficiando-se deu a cultura dupla, Shyamala Maisondieu cresceu na Malásia, estudou na Europa e trabalhou em Hong Kong e Paris. Ela combinou vários tipos de rosas e jasmim para formar uma base floral radiante com um brilho natural. Uma verdadeira parisiense, Nadège Le Garlantezec representa a França com elegância. Precisa e meticulosa, ela realizou inúmeros testes para encontrar o equilíbrio perfeito entre o patchouli e os almíscares para proporcionar à Idôle o seu aroma Chipre persistente e brilhante. Americana nascida na Colômbia, Adriana Medina conquista as pessoas de forma instantânea com sua personalidade espontânea. Seu estilo criativo reflete esta faceta, proporcionando apelo imediato às suas fragrâncias. Para a fragrância Idôle, ela criou um fascínio divertido e radiante de abertura, onde a bergamota revigorante aprimora as essências suculentas de uma nota de pera. Esta liga de criadoras complementares proporcionou a primeira essência chipre floral clean do mercado de fragrâncias.

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RS deve registrar fortes ondas de frio nas próximas semanas

 Inverno pode chegar um mês antes do previsto segundo projeções, avalia MetSul


O frio será mais intenso entre os dias 19 e 21 deste mês 


O Rio Grande do Sul deve viver um mês de maio de fortes ondas de frio, que se intensificarão ainda mais ao longo das próximas semanas. De acordo com a MetSul, neste ano, o inverno vai começar a se instalar no Brasil mais cedo. Desde o começo, maio tem anomalias de temperatura mínima - perto ou acima da média - na maior parte do Sul do Brasil e máximas - abaixo da média - em quase toda a região. 


A tendência para a segunda quinzena é que muitas áreas da região Sul terminem o mês com temperatura próxima ou abaixo da média histórica. Já na semana que vem, segundo a MetSul, o RS terá o ingresso da primeira massa de ar frio de forte intensidade do ano.

O frio será mais intenso entre os dias 19 e 21 deste mês, quando o ar congelante vai progredir mais pelo território brasileiro. No entanto, antes a temperatura já deve estar baixa em Estados principalmente do Sul, sobretudo nas máximas com tardes mais frias, pela interação do ar frio com instabilidade.

MetSul e Correio do Povo

Com arrancada no final, dólar fecha cotado a R$ 5,14

 Moeda norte-americana avançou 0,21% na sessão desta quarta-feira



Após esboçar uma queda mais aguda pela manhã e passar a maior parte da sessão desta quarta-feira, em baixa, o dólar à vista ganhou força na última hora de negócios e acabou encerrando o dia em leve alta de 0,21%, a R$ 5,1446. Esse movimento se deu em meio a uma deterioração das Bolsas em Nova York, que chegaram a subir mais cedo, e à recuperação de terreno da moeda americana frente a pares fortes no exterior.

Pela manhã, a divisa chegou até a romper o piso de R$ 5,10 e registrou mínima a R$ 5,0935, na esteira da valorização das commodities metálicas e agrícolas, após notícia de diminuição em 50,7% de casos de covid-19 em Xangai nas últimas 24 horas. A possibilidade de relaxamento de <i>lockdown</i> ameniza as preocupações com enfraquecimento da atividade no gigante asiático e, por tabela, da economia global.

"O dólar amanheceu com uma tendência de baixa no mundo, com os números da China, que pode, talvez, acelerar a atividade industrial, o que é bom para commodities e para as exportações brasileiras", afirma o economista-chefe da Frente Corretora, Fabrizio Velloni.

O contraponto ao alívio vindo da China foi a divulgação do índice de inflação ao consumidor acima do esperado nos Estados Unidos. O CPI subiu 0,3% em abril, ante expectativa de 0,2%. Na comparação anual, o CPI avançou 8,3%, também além do esperado (8,1%), mas marcou a primeira desaceleração desde agosto do ano passado.

Embora tenha esfriado a aposta em alta de 75 pontos-base na reunião do BC americano em junho, a perspectiva ainda é de ajuste monetário rápido nos EUA. Espera-se que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) mantenha o discurso duro contra a inflação e que promova elevações seguidas da taxa básica em 50 pontos-base por reunião.

À tarde, o presidente do Federal Reserve de Atlanta, Raphael Bostic, disse que pode apoiar subir os juros nos EUA a um patamar que restrinja o crescimento econômico, caso a alta inflação persista após os Fed funds atingirem um nível neutro. Ele defendeu que o BC americano promova altas seguidas de 50 pontos-base até que a taxa básica chegue ao nível neutro, estimado em cerca de 2,4%.

Lá fora, o índice DXY - que mede o desempenho do dólar frente a seis divisas fortes - chegou a operar em queda firme, registrando mínima aos 103,372 pontos, mas se recuperou e, quando o mercado doméstico fechou, marcava 104,011 pontos, alta de 0,9%.

O especialista em renda fixa da Blue3, Nicolas Giacometti, ressalta que, além da recuperação das commodities com arrefecimento do covid na China, o mercado se apoiou no afastamento da alta de 75 pontos-base da taxa básica americana para recompor posições em ativos de risco pela manhã. "A inflação americana é alta, mas mostrou desaceleração anual. Talvez o Fed não tenha que subir assim tanto os juros para a inflação começar a perder força e, com isso, não machuque tanto a economia americana", diz Giacometti, ressaltando, contudo, que o ambiente ainda é de muita incerteza, o que mantém os ativos sem tendência firme.

Por aqui, o IPCA de 1,06% em abril, acima da mediana de Projeções Broadcast (1%), deu vazão a expectativa de que o Comitê de Política Monetária (Copom) tenha que estender o ciclo de aperto monetário para além de junho e levar a Selic para perto de 14%. Em tese, quanto maior a taxa doméstica, melhor para a moeda brasileira.

Profissionais do mercado alertam que a baixa visibilidade diante das incertezas domésticas e externas, sobretudo em relação ao ajuste monetário nos Estados Unidos, aumenta muito a volatilidade e diminui o apetite pelo <i>carry trade</i> (operação que explora diferencial de juros entre países).

Em participação no Broadcast ao Vivo desta quarta-feira, a economista para o Brasil do BNP Paribas, Laiz Carvalho, afirmou que o dólar deve subir até o patamar de R$ 5,20 com a aproximação das eleições presidências. Também contribui para pressionar o câmbio, segundo a economista, uma política monetária mais contracionista nos Estados Unidos e na zona do euro.

Taxas de juros

A surpresa negativa com a inflação no Brasil e nos Estados Unidos pressionou para cima a curva de juros durante toda a quarta-feira, dia também de correção nas commodities, adicionando mais cautela para o cenário de preços.

A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2023 fechou em 13,33%, de 13,274% na terça-feira no ajuste, mas o mais líquido hoje foi o DI para janeiro de 2024, cuja taxa voltou a 13%, encerrando em 13,045%, de 12,866%. A do DI para janeiro de 2025 terminou em 12,445%, de 12,299%, e a do DI para janeiro de 2027 avançou a 12,305%, de 12,185%.

O mercado esperava uma desaceleração mais forte do IPCA de abril, para 1,0%, segundo a mediana das estimativas, ante a taxa de 1,62% em março. Porém, subiu 1,06%, pico para o mês desde 1996 (1,26%), acumulando alta de 12,13% em 12 meses. Não só o índice cheio decepcionou, como também os preços de abertura superaram as medianas, com exceção de administrados em função do efeito do fim da cobrança da tarifa hídrica de energia.

A reação dos DIs foi imediata e piorando ao longo da manhã, na medida em que os Departamentos Econômicos anunciavam revisões para cima para índice em 2022 e 2023, elevando o desafio do Banco Central de recolocar a inflação na trajetória das metas. No começo da tarde, as taxas chegaram a subir mais de 20 pontos-base, nas máximas.

Para o economista-chefe da Necton Investimentos, André Perfeito, o desvio do índice cheio nem foi tão forte assim e o que mais pesou na reação dos agentes foi a parte qualitativa muito ruim. "O mercado está à flor da pele, tentando precificar o que significa esta inflação para o aperto monetário", disse. Ele acredita que a partir de maio a inflação em 12 meses vai desacelerar, pela base de comparação que é muito alta. Com isso, acredita que o Copom guarda apenas mais um aumento da Selic, de 0,5 ponto, com a taxa terminal em 13,25%. "No Copom de junho, a situação da inflação deve estar mais acomodada", disse.

Em junho, o plano de voo do Federal Reserve, segundo o economista, também pode estar mais definido. O núcleo do CPI (0,6%), que justamente exclui itens mais voláteis, veio bem pior do que o índice cheio (0,3%), ambos superando as estimativas de 0,4% e 0,2%. Em março, o CPI tinha subido 1,2% e o núcleo, 0,3%.

Completando o quadro de apreensão, os preços do petróleo subiram nesta quarta entre 5% e 6%, e houve avanço firme de outras matérias-primas como grãos e metais, o que só piora a percepção sobre os preços.

Na curva do DI, a aposta de alta de 0,5 ponto porcentual da Selic em junho segue majoritária, com 70% de probabilidade, mas na terça superava 80%. As de aumento de 0,75 ponto cresceram para 30%, de cerca de 20% na terça. Além disso, para o Copom de agosto, a precificação já é de 30 pontos, o que mostra apostas já de 0,5 ponto. Os cálculos são do economista-chefe da Greenbay Investimentos, Flávio Serrano.

Bolsa

Com uma das grandes pressões que têm assombrado a bolsa brasileira suavizada hoje, o 'risco China', o Ibovespa encontrou espaço para recuperar parte das perdas dos últimos dias. Ancorado sobretudo num avanço forte das commodities, que respondem a um alívio do investidor com dados melhores dos casos de covid no país asiático, o índice brasileiro escalou de volta aos 104 mil pontos e teve alta sólida nesta quarta-feira, a primeira desde a última quarta-feira.

Assim, o Ibovespa terminou o dia em alta de 1,25%, aos 104.396,90 pontos. Com isso, reduziu a queda na semana a 0,70% e, no ano, a 0,41%. Os 11 primeiros dias do mês de maio, contudo, ainda acumulam um recuo grande, de 3,23%.

Com petróleo e minério em dia forte, a Bolsa brasileira foi favorecida nesta quarta por avanços robustos sobretudo de duas das principais empresas listadas, Petrobras e Vale. O barril do Brent subiu 4,93% e o minério saltou 4,92% no porto de Qingdao, na China. Isso garantiu um avanço de 5,04% nas ações ordinárias da Petrobras e de 4,17% nos papéis da Vale.

"O que vemos é um desempenho positivo de papéis intensivos em commodities, notadamente Vale e Petrobras. Esses dois papéis por si só já acabam ajudando bastante no movimento da Bolsa", aponta o economista-chefe do banco Modal, Felipe Sichel.

Uma recuperação sólida das siderúrgicas, após a queda de terça-feira, e do setor financeiro também ajudaram a sustentar o índice no positivo. Depois de terem visto os papéis derreterem com a notícia de que o governo estudava redução do Imposto de Importação (II) sobre o aço, o setor respondeu bem ao anúncio de fato da medida, nesta quarta à tarde. A redução, na verdade, se aplica apenas a vergalhões para a construção civil, uma redução de 10,8% para 4%.

A medida também abrange uma série de alimentos, incluindo carne de boi, de frango e trigo, numa tentativa do governo de diminuir a pressão sobre a inflação. Ainda que tenha sido colocado de lado pelos investidores de ações nesta quarta, o dado de inflação acima de 1% e surpresa no índice de preços nos Estados Unidos, com o CPI subindo 0,3%, indicam que o segundo fator de pressão que tem derrubado a Bolsa nos últimos dias - o aperto global da política monetária - deve voltar a assombrar nos próximos dias.

Os ativos de risco têm tido performance negativa globalmente nos últimos dias diante da perspectiva de que a inflação persistente deixe os juros mais altos no mundo todo - mais destacadamente nos Estados Unidos. Além de prejudicarem o crescimento global, os juros mais altos tiram atratividade de ativos com mais risco e, ainda mais intensamente, de bolsas emergentes.

"O cenário não é inspirador para a Bolsa, por conta de taxa de juros subindo tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Mas nossa bolsa tem um lado positivo, é recheada de commodities. O que faz com que o Ibovespa esteja avançando mais do que as outras no mundo", aponta João Abdouni, analista da Inv. Lá fora, os principais índices americanos terminaram o dia em queda, com Dow Jones e S&P500 caindo 1,01% e 1,64%.

Agência Estado e Correio do Povo

Novo ministro de Minas e Energia pedirá estudos para privatização da Petrobras e do Pré-Sal

 Adolfo Sachsida assumiu ministério nesta quarta (11) após a saída de Bento Albuquerque e defendeu capitalização da Eletrobrás



O novo ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, afirmou, nesta quarta-feira (11), que pedirá estudos para a privatização da Petrobras, estatal alvo de críticas do presidente Jair Bolsonaro, e do Pré-Sal. De acordo com o novo ministro, essa será a primeira ação à frente da pasta.

"Meu primeiro ato como ministro de Minas e Energia é solicitar ao ministro Paulo Guedes, presidente do Conselho do PPI, que leve ao Conselho a inclusão da PPSA (Pré-Sal Petróleo S.A.) no PND para avaliar as alternativas para sua desestatização", disse Sachsida em entrevista coletiva. "Ainda como parte de meu primeiro ato, solicito também o início dos estudos tendentes à proposição das alterações legislativas necessárias a desestatização da Petrobras", completou.

O ministro defendeu, ainda, a privatização da Eletrobrás. "Nós precisamos dar prosseguimento ao processo de capitalização da Eletrobrás. Final importante para atrair mais capitais para o Brasil e mostrar ao mundo, de maneira definitiva, que o país é porto-seguro para investimento", destacou.

Sachsida elencou, ainda, os projetos prioritários para o setor no Congresso Nacional, como modernização do setor elétrico, mudança do regime de partilha para concessão, modernização de registros públicos e novo marco de garantias. 

Sachsida, que integrava o Ministério da Economia, foi nomeado para assumir Minas e Energia após a exoneração do agora ex-ministro Bento Albuquerque. Os atos foram publicados no Diário Oficial da União desta quarta-feira e são assinados por Bolsonaro.

Em comunicado, o Ministério de Minas e Energia informou que a saída de Albuquerque foi de "caráter pessoal" e tomada após reunião entre o ex-ministro e Bolsonaro de "forma consensual". Segundo a nota, Albuquerque agradece a oportunidade e diz que se orgulha de ter participado do governo Bolsonaro, "que continua a contar com a sua lealdade, respeito e amizade".

A troca no comando do Ministério de Minas e Energia ocorre após a Petrobras anunciar, na última segunda-feira (9), reajuste nos preços de diesel para as distribuidoras, que passará de R$ 4,51 para R$ 4,91 o litro. O reajuste já está valendo desde terça (10). Os preços do gás de cozinha e da gasolina não serão alterados.

Os elevados reajustes nos preços dos combustíveis tem irritado o chefe do Executivo, que de forma recorrente critica a política adotada pela Petrobras, chamada de Preço de Paridade Internacional (PPI), que faz com que o preço de gasolina, etanol e diesel acompanhe a variação do valor do barril de petróleo no mercado internacional. As medidas causam impacto direto e podem atrapalhar os planos de Bolsonaro, que busca a reeleição neste ano.

Recentemente, Bolsonaro pediu para que a empresa não promova novos reajustes nos preços dos combustíveis. Segundo o chefe do Executivo, a empresa vem registrando lucros abusivos, em meio à pandemia da Covid-19 e à guerra entre Rússia e Ucrânia, enquanto o Brasil vê a inflação subir, por causa da alta dos preços dos derivados de petróleo.

De acordo com ele, uma nova recomposição pode quebrar o país. "Petrobras, estamos em guerra. Petrobras, não aumente mais o preço dos combustíveis. O lucro de vocês é um estupro, é um absurdo. Vocês não podem mais aumentar o preço do combustível", disse.

R7 e Correio do Povo


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