A VERDADE PELO EFEITO REPETIÇÃO - Gilberto Simões Pires

 CEM VEZES A MESMA FRASE

Na minha infância, ao cometer alguma -malcriação- ou algo que contrariava aquilo que minha mãe já havia dito e explicado, o castigo consistia em -ESCREVER CEM VEZES UMA MESMA FRASE-, cujo conteúdo tinha como propósito, pelo efeito educacional, evitar que o mesmo erro viesse a se repetir.


PPI

Pois, tomando por base a forma -equivocada- como a mídia, assim como uma enorme parcela do nosso desinformado povo brasileiro, se manifesta, detonando por completo e a todo momento com o importante PPI -PREÇO DE PARIDADE DE IMPORTAÇÃO DOS COMBUSTIVEIS, bom seria que fossem obrigados a escrever MIL VEZES A SEGUINTE FRASE: - O BRASIL PRECISA IMPORTAR GASOLINA E DIESEL PORQUE NÃO É AUTOSSUFICIENTE EM PRODUTOS REFINADOS. Como tal, os importadores se veem obrigados a pagar o preço praticado internacionalmente, em dólares.  


O BRASIL NÃO É AUTOSSUFICIENTE EM REFINADOS

De novo: a Petrobras é AUTOSSUFICIENTE EM PETROLEO E NÃO EM REFINADOS, como GASOLINA E DIESEL, que estão na ordem de 80% do consumo. Assim, para que os postos de combustíveis disponham de gasolina e diesel para atender 100% da demanda, se veem obrigados a importar os 20% restantes, cujo preço, repito MIL VEZES, é internacional, e em dólares.


DESABASTECIMENTO

Ora, se levarmos em conta a eventual impossibilidade dos importadores poderem praticar o PPI – PREÇO DE PARIDADE DE IMPORTAÇÃO, o que aconteceria, por óbvio, seria a falta dos 20% necessários para satisfazer a demanda. Isto seria o começo do DESABASTECIMENTO, que é imensamente mais preocupante do que os preços dos combustíveis.


O PREÇO DA INTERVENÇÃO

Atenção: para que o Brasil venha a ser AUTOSSUFICIENTE EM DERIVADOS é preciso INVESTIMENTO. Mesmo assim, isto não se resolve com rapidez. Mais: como a Petrobras está focada na EXPLORAÇÃO, as REFINARIAS precisam de investidores, que por sua vez não estão dispostos a entrar num negócio que o governo venha a intervir praticando preços mais baixos do que custo de produção.


A propósito: as refinarias que foram adquiridas pela Petrobras, como é o caso da Ipiranga, pelo motivo acima já estavam literalmente falidas. 


Pontocritico.com

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Pix tem novo recorde de transações diárias: 73 milhões de operações

 


O Pix, sistema de pagamento eletrônico instantâneo, bateu um novo recorde de transações na sexta-feira (6), segundo informações divulgadas pelo Banco Central. Foram 73.198.432 transferências em um único dia.

O recorde anterior de 63.504.253 de transferências de recursos em tempo real havia sido alcançado em 7 de abril deste ano. Em dezembro do ano passado foram 50,3 milhões.

O Pix, que possibilita transferências praticamente instantâneas e sem taxa para as pessoas físicas, foi lançado no dia 16 de novembro de 2020. Um ano depois, o Banco Central anunciou as modalidades Pix Saque e Pix Troco.

No Pix Saque, a pessoa pode ir a um estabelecimento comercial que aceitar o sistema, fazer um Pix e receber o valor em dinheiro. Já no caso do Pix Troco, o cliente faz o pagamento de uma compra com Pix, mas transfere um valor superior ao total da compra, recebendo o troco em dinheiro.

Diesel pressiona inflação

O novo aumento no preço do diesel nas refinarias, anunciado nesta segunda-feira (9), pela Petrobras, ajuda a encarecer os preços dos alimentos, afirmou o coordenador-geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Deyvid Bacelar, em nota.

“O novo aumento do diesel anunciado nesta segunda-feira é mais uma medida com impactos cruéis sobre a inflação e que contribui ainda mais para a explosão dos preços da comida dos brasileiros”, declarou Bacelar, na nota da entidade.

A Petrobras elevará o preço do óleo diesel nas refinarias nesta terça-feira, 10, em cerca de 8,87%. O preço médio de venda de diesel para as distribuidoras passará de R$ 4,51 centavos para R$ 4,91 por litro, R$ 0,40 centavos a mais. Os preços de gasolina e do GLP (gás liquefeito de petróleo) permanecerão, por ora, inalterados. A companhia justificou o aumento ressaltando que o megarreajuste feito em 11 de março “refletia apenas parte da elevação observada nos preços de mercado” e que, no momento, há uma redução mundial na oferta de diesel, o que pressiona os preços globalmente.

A FUP calcula que, na gestão de Jair Bolsonaro na Presidência da República, ou seja, de janeiro de 2019 a 9 de maio de 2022, houve um aumento de 155,8% no preço da gasolina nas refinarias, enquanto o óleo diesel subiu 165,6%, e o GLP encareceu em 119,1%, “levando o preço médio do botijão de gás de 13 quilos para acima de R$ 120,00”.

“A estratégia da Petrobrás, sob a vigência do PPI (política de Paridade de Preço Internacional), está ancorada na geração de caixa com objetivo de ampliar a distribuição de dividendo”, criticou Bacelar.

O Sul

Bolsa cai 1,79% e zera ganhos no ano; dólar vai a R$ 5,15 com preocupações sobre crescimento e juros

 


O Ibovespa teve mais um dia de forte baixa, zerando as altas acumuladas no ano, enquanto o dólar fechou com valorização expressiva ante o real, voltando ao patamar acima dos R$ 5,15.

Os ativos domésticos seguiram pressionados pelo ambiente negativo no exterior, com os investidores temendo um cenário de desaceleração do crescimento global em meio a um processo de altas de juros em várias economias desenvolvidas.

O principal índice da B3 caiu 1,79%, aos 103.250 pontos. Com o resultado, o Ibovespa voltou para o campo negativo no acumulado anual, com baixa de 1,50% em 2022.

É o pior patamar de fechamento desde o pregão de 10 de janeiro, quando o índice terminou cotado na faixa dos 101.945 pontos.

A moeda americana, por sua vez, teve alta de 1,56%, negociada a R$ 5,1544 após atingir a máxima de R$ 5,1599. É o maior valor de fechamento desde o pregão do dia 15 de março, quando a moeda terminou cotada em R$ 5,1587. Mas, no ano, o dólar ainda acumula queda de 7,54% contra o real.

Os juros futuros fecharam em queda acompanhando o leve recuo dos títulos do Tesouro americano, os chamados Treasuires.

No fim do pregão regular, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2023 cedeu de 13,34% no ajuste anterior para 13,285% e a do DI para janeiro de 2024 caiu de 13,06% para 12,945%.

Já a do DI para janeiro de 2025 cedeu de 12,56% para 12,425% e a do DI para janeiro de 2027 teve queda para 12,285% ante os 12,39% da leitura anterior.

Receios com crescimento e juros

A adoção de uma política monetária mais rígida pelo Federal Reserve, Banco Central americano, e a aversão ao risco provocada pelas medidas de restrição impostas na China promovem uma valorização da divisa nas últimas semanas.

“Por trás do mau humor de investidores seguimos encontrando preocupações com um cenário de economia robusta de um lado, e pressões inflacionárias e elevação de juros, do outro”, destaca a chefe de economia da Rico Investimentos, Rachel de Sá.

Para Rachel, o receio de uma potencial recessão adiante na economia americana, em meio ao conflito entre Ucrânia e Rússia sem um fim aparente e os lockdowns ainda vigentes na China acabaram ofuscando parte dos resultados positivos divulgados por empresas no primeiro trimestre do ano.

“O mercado se atentou que o discurso do Fed está mais hawkish (favorável à retirada de estímulos). Temos visto nos últimos pregões a valorização dos Treasuries e dos DIs no Brasil”, ressalta a economista da CM Capital, Ariane Benedito.

Para Ariane, parte do mercado já tem a leitura de estagflação, quando se combinam crescimento baixo e inflação alta.

“Enxergamos os Estados Unidos em pleno emprego, com atividade aquecida, o que força ainda mais uma política contracionista por parte do Fed. Os investidores estão falando sobre estagflação.”

Ela ainda destaca que o mercado local vem sendo pressionado pela saída de recursos estrangeiros, que tanto ajudaram o Ibovespa no primeiro trimestre.

Até o pregão do dia 5 de maio, o fluxo estrangeiro no segmento secundário da B3, aquele com ações já listadas, estava negativo em R$ 7,87 bilhões. Isso depois de uma retirada de R$ 7,67 bilhões em abril.

No acumulado do ano, o saldo é positivo em R$ 49,77 bilhões.

“Como tivemos uma entrada muito grande, ainda temos espaço para reverter. Tudo vai depender também da condução da política monetária aqui dentro. Esse investidor está avesso ao risco e procurando os ativos em economias mais desenvolvidas.”

O Sul

Ministro da Economia sugere reforma do imposto de renda, tributando super-ricos e poupando empresas

 


O ministro da Economia, Paulo Guedes, sugeriu nesta segunda-feira (9) que governo e Congresso deem andamento a uma reforma do Imposto de Renda (IR) mais enxuta, focada em tributar super-ricos e reduzir cobranças sobre empresas.

Em evento para lançar ferramenta de monitoramento de investimentos no país, Guedes afirmou que “a hora é agora” para discutir a reforma, que foi aprovada na Câmara, mas travou no Senado. Ele justificou que o país precisa de um ambiente melhor de negócios para se inserir nas cadeias globais de valor e atrair investimentos.

“Podemos fazer uma versão mais enxuta (da reforma do IR), tributando super-ricos e reduzindo impostos sobre empresas”, disse.

Em setembro do ano passado, a Câmara aprovou projeto sobre a reforma do IR, texto que foi inicialmente proposto pelo governo, mas passou por diversas alterações pelos deputados.

A medida corta impostos sobre empresas e cria tributação sobre a distribuição de dividendos, ponto defendido por Guedes sob o argumento de que as cobranças alcançariam os mais ricos. Além disso, o projeto corrige a tabela do IR das pessoas físicas e muda regras de Juros sobre Capital Próprio, entre outros pontos.

A análise de projetos complexos como uma reforma tributária normalmente enfrenta restrições em anos eleitorais, quando o fluxo de votações no Congresso é reduzido e os parlamentares costumam priorizar medidas de maior consenso.

Diante da dificuldade em aprovar o projeto, o governo já vinha falando em alternativas. A equipe econômica passou a trabalhar em outras frentes, como em cortes de tributos que incidem sobre produtos industrializados e importados.

O presidente Jair Bolsonaro, por sua vez, falou que o governo avalia medida para corrigir a tabela do IR das pessoas físicas.

Pagamento por preservação ambiental

No evento desta segunda, Guedes também afirmou que o governo brasileiro está trabalhando em conjunto com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para que países sejam pagos por promoverem iniciativas de preservação ambiental.

“Nós precisamos receber pagamentos pela preservação de recursos naturais, pagamentos pelos serviços ambientais que prestamos”, disse.

Para ele, é importante que o Brasil se coloque como solução nas áreas de segurança energética, segurança alimentar e mudanças climáticas.

Na avaliação de Guedes, a guerra na Ucrânia coloca em dúvida a capacidade de funcionamento das organizações internacionais e rompe as cadeias produtivas, o que é muito grave.

O ministro, porém, voltou a dizer que o Brasil tem oportunidades à frente diante do redesenho das cadeias globais de valor com a pandemia de covid-19 e o conflito no leste europeu.

O Sul

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Brasil tem menor média móvel de mortes por Covid desde abril de 2020

 


O Brasil registrou nesta segunda-feira (9) 59 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 664.248 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 84 – a menor registrada desde 8 de abril de 2020 (quando estava em 83), no início da pandemia. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -12%, indicando tendência de estabilidade nos óbitos decorrentes da doença.

Brasil, 9 de maio

Total de mortes: 664.248
Registro de mortes em 24 horas: 59
Média de mortes nos últimos 7 dias: 84 (variação em 14 dias: -12%)
Total de casos conhecidos confirmados: 30.570.405
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 10.606
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 16.219 (variação em 14 dias: +19%)

Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Roraima e São Paulo não tiveram registro de morte em 24 horas. No Acre, também não houve qualquer novo caso registrado no período.

O País também registrou 10.606 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 30.570.405 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 16.219, variação de +19% em relação a duas semanas atrás.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Curva de mortes nos Estados

Em alta (6 Estados): RN, AP, CE, AL, RJ, PE
Em estabilidade (8 Estados): GO, PR, RR, SE, MA, PI, ES, RS
Em queda (12 Estados e o DF): AC, SP, DF, MS, PA, MG, PB, BA, TO, RO, MT, SC, AM

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás.

Há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os números de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados. Já a variação percentual para calcular a tendência (alta, estabilidade ou queda) leva em conta os números não arredondados.

Vacinação

Os dados do consórcio de veículos de imprensa desta segunda-feira (9) mostram que 164.734.982 brasileiros estão totalmente imunizados ao tomar a segunda dose ou a dose única de vacinas. Este número representa 76,68% da população total do país. A dose de reforço foi aplicada em 88.344.726 pessoas, o que corresponde a 41,12% da população.

A população com 5 anos de idade ou mais (ou seja, a população vacinável) que está parcialmente imunizada é de 88,7% e a população com 5 anos ou mais que está totalmente imunizada é de 82,3%. A dose de reforço foi aplicada em 54,61% da população com 18 anos de idade ou mais, faixa de idade que atualmente pode receber o reforço da vacinação.

No total, 11.953.364 doses foram aplicadas em crianças, que estão parcialmente imunizadas. Este número representa quase 58,31% da população nessa faixa de idade que tomou a primeira dose. Ainda nesta faixa, 5.808.506 estão totalmente imunizadas ao tomar a segunda dose de vacinas, o que corresponde a 28,33% da população deste grupo.

O Sul

Tribunal Superior Eleitoral rebate Forças Armadas e diz que não há “sala escura” de apuração dos votos

 


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disse ao Ministério da Defesa que não há “sala escura” de apuração dos votos nas eleições.

A afirmação está em resposta da área técnica do TSE a uma das sete sugestões adicionais enviadas pelo Ministério da Defesa para aprimorar o sistema eleitoral.

Convidado pelo próprio TSE para participar de um grupo formado para dar mais transparência ao processo eleitoral, o Ministério da Defesa enviou, no ano passado, seis sugestões de melhorias.

Depois, fora do prazo estipulado pelo tribunal, o ministério enviou outras sete sugestões, que foram respondidas nesta segunda (9).

Em uma das sete sugestões, o Ministério da Defesa recomenda que a totalização dos votos das eleições seja feita ao mesmo tempo no TSE e nos tribunais regionais eleitorais (TREs), nos Estados. A medida, diz a pasta, ofereceria redundância e também serviria para “diminuir a percepção da sociedade de que somente o TSE controla todo o processo eleitoral”.

“Recomenda-se que a totalização dos votos seja feita de maneira centralizada no TSE em redundância com os TRE, visando a diminuir a percepção da sociedade de que somente o TSE controla todo o processo eleitoral e aumentar a resiliência cibernética do sistema de totalização dos votos”, escreve o a Defesa

Retrocesso

A medida sugerida pelo ministério foi classificada pelos técnicos do TSE como um retrocesso. Os técnicos apontam que o sistema em funcionamento atualmente foi defendido e implementando após sugestão da Polícia Federal.

“A tais razões soma-se a recomendação contida em relatório produzido por peritos da Policia Federal, que aconselhou a centralização dos computadores que processam a totalização como uma forma de diminuição da superfície de ataque de hackers. Adicionalmente, os computadores centralizados ganharam, pela primeira vez, ambiente redundante que assegura que, em caso de pane em um equipamento, outro possa imediatamente tomar seu lugar. Não há, pois, com o devido respeito, ‘sala escura’ de apuração”, diz o TSE.

Os técnicos apontam ainda que “é impreciso afirmar que os TREs não participam da totalização”. “Os TREs continuam comandando as totalizações em suas respectivas unidades da federação”, informam.

De acordo com o tribunal, “os votos digitados na urna eletrônica são votos automaticamente computados e podem ser contabilizados em qualquer lugar, inclusive, em todos os pontos do Brasil”.

O TSE faz uma referência a “sala escura” para dizer que garante a transparência na totalização dos votos.

O presidente Jair Bolsonaro, que é chefe do Ministério da Defesa e das Forças Armadas, tem feito seguidos ataques às urnas eletrônicas e colocado em dúvida a transparência das eleições – sem apresentar provas.

No ano passado, após três anos falando em “fraudes eleitorais”, Bolsonaro fez uma transmissão nas redes sociais em que se utilizou de informações falsas para justificar os ataques ao processo eleitoral e admitiu não ter provas das acusações contra as urnas eletrônicas.

Teste de integridade

Outra proposta das Forças Armadas para o TSE foi que as urnas que passam pelo chamado teste de integridade fossem definidas por um sorteio aleatório.

Esse é um mecanismo usado pela Justiça Eleitoral desde 2002, que consiste numa votação paralela à oficial com o objetivo de provar que o voto digitado é o mesmo que será contado.

O teste é implementado nas vésperas das eleições, em seções eleitorais sorteadas, que recebem de três a quatro urnas para participar do controle.

A ideia das Forças Armadas é evitar que as seções dos testes sejam definidas por entidades, como partidos políticos, Ordem dos Advogados do Brasil, Ministério Público e Congresso, entre outras. O TSE afirma que o atual sistema conta com aleatoriedade.

“Portanto, o atual sistema enseja a superposição de camadas de fiscalização. Ele permite que se mantenha um grau de aleatoriedade, pela eleição das seções pelas próprias entidades vocacionadas a fiscalizar o processo eleitoral”.

O tribunal ponderou ainda que essa questão teria que ser analisada com as próprias entidades, que já tiveram participação assegurada nas eleições.

O TSE informou ao Ministério da Defesa que vai continuar analisando algumas das sugestões, mas que considera que “apresentou esclarecimentos e apontou as medidas que já são adotadas, a fim assegurar eleições íntegras, seguras e transparentes”.

“Não se pode olvidar que, em seu mister de assegurar a democracia, esta Justiça especializada busca o constante aprimoramento do processo eleitoral brasileiro. Nessa ordem de ideias, algumas das sugestões apresentadas continuarão sob a análise do corpo técnico deste Tribunal. Caso se observe que podem trazer melhorias técnicas, normativas ou logísticas ao sistema eleitoral, podem vir a compor a regulamentação dos pleitos vindouros”, disse.

O documento encerra dizendo que o TSE é o garantidor do processo eleitoral.

“Sem prejuízo da transparência, segurança e do diálogo com as instituições nacionais, impende ressaltar que o Tribunal Superior Eleitoral – no exercício das funções que lhes são atribuídas pela Constituição -, é, de fato e de direito, o administrador e garantidor de todo o processo eleitoral brasileiro, cabendo-lhe a gestão e decisão dos avanços e aprimoramentos a serem nele implementados, os quais sempre terão como objetivo assegurar a integridade, a segurança, transparência e normalidade das eleições”.

O Sul

Rio Grande do Sul registra média de quatro acidentes fatais de trânsito por dia nos primeiros meses de 2022

 


Dados mais atuais do Detran RS (Departamento de Trânsito do Rio Grande do Sul) mostram que, nos dois primeiros meses de 2022, 265 pessoas morreram no Estado, vítimas de acidentes de trânsito, média de quatro óbitos por dia.

A campanha Maio Amarelo chama a atenção da sociedade para a importância da responsabilidade no trânsito, com ações educativas em todo o País. Em 2021, o Rio Grande do Sul teve um aumento de 11% nas mortes no trânsito, na comparação com 2020. Foram 1.624 óbitos em 2021, ante 1.464.

Esse tipo de acidente está entre as principais causas de politraumatismos, em que dois ou mais órgãos, ou a partir de duas partes distintas do corpo são lesionadas gravemente, explica o presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – Regional do Rio Grande do Sul – SBOT-RS, Dr. Fábio Krebs.

“Quando uma pessoa sobrevive a um grave acidente, na maior parte dos casos, ela precisa conviver com uma série de sequelas, que podem ser dificuldades motoras, amputação de membro, paraplegia, tetraplegia, entre outros”, fala.

O especialista ressalta os impactos permanente dessas sequelas. “Há um longo tempo de recuperação do acidentado, o sofrimento e o prejuízo das famílias que, por meses e até anos, ficam privadas da fonte de renda que o paciente deixou de ter, por não poder mais trabalhar, enfim, resulta em uma situação de intensa complexidade”.

As lesões no trânsito sobrecarregam os setores de emergência, radiologia, fisioterapia e reabilitação. Há casos nos quais os traumatismos demandam mais da metade da ocupação dos centros cirúrgicos e mais de 80% das hospitalizações, com uma média de 20 dias de internação.

“Há também, os custos elevados para o tratamento desses pacientes”, ressalta. Estudos recentes estimam os custos de acidentes no País, para o período 2007- 2018, em R$ 1,584 trilhão – ou uma média de R$ 130 bilhões ao ano. Esses custos se dividem entre os cofres públicos e privados.

“Esses custos impactam os serviços de saúde e comprometem sobremaneira as finanças públicas. Os acidentes no trânsito são um grave problema de saúde pública e campanhas devem reforçar, constantemente, a importância da responsabilidade no trânsito: se beber, não dirija; não faça ultrapassagens perigosas; respeite o limite de velocidade e os pedestres, ciclistas e motociclistas; não conduza veículo manuseando o celular; dirija sempre com atenção. Tudo isso são ações simples, mas com um potencial imenso de salvar vidas”, conclui.

O Sul

Bolsa Feminina Lorena Lançamento Tendência 2021 - Manuela Marques

 


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Descrição


Tamanho: médio

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