Casos de dengue no RS desde o início do ano são quase o triplo dos registrados no mesmo período de 2021

 


O Rio Grande do Sul vive um surto de dengue. Desde o início do ano quase 30 mil casos da doença foram confirmados, de acordo com informações do Painel de Monitoramento de Arboviroses desenvolvido por iniciativa do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública em parceria com as secretarias da Saúde e de Planejamento, Governança e Gestão.

O número representa quase o triplo dos diagnósticos positivos de 2021 no mesmo período. No ano inteiro de 2021, foram confirmados 10.163 episódios de dengue, contra 29.322 apenas nos primeiros 5 meses deste ano.

Arboviroses são doenças causadas por vírus transmitidos, principalmente, por mosquitos. As mais comuns em ambientes urbanos são dengue, zika e chikungunya. Os vírus causadores dessas doenças são transmitidos pelo Aedes aegypti.

A febre amarela ocorre em áreas de mata e o vírus causador é transmitido para primatas não humanos (bugios), por mosquitos silvestres. Os registros de morte dos primatas (epizootias) indicam regiões onde a vacina de febre amarela deve ser aplicada.

Controle em POA

A prefeitura de Porto Alegre realizará ação de controle da dengue e de combate a focos do mosquito Aedes aegypti nas quatro regiões da cidade nesta semana, priorizando, nas vistorias e visitas, os locais com maior concentração ou confirmação mais recente de casos de dengue. O trabalho é realizado por equipes de agentes de combate a endemias, agentes de fiscalização e ação conjunta de órgãos municipais.

“O trabalho é programado com base na notificação de casos suspeitos realizada para a Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde, que gera um mapeamento e priorização de determinados territórios”, explica o gerente da Unidade de Vigilância Ambiental da secretaria, Alex Lamas.

Durante os próximos dias diversos bairros serão vistoriados:

— Zona Leste: Bom Jesus, Partenon (mais de um ponto), Vila Jardim (mais de um ponto), Jardim do Salso, Cel. Aparício Borges, Jardim Carvalho/Bom Jesus, Lomba do Pinheiro, Mário Quintana, Morro Santana, Vila Ipiranga e Vila São José.

— Zona Sul: Hípica, Ipanema, Ipanema – Jardim Isabel, Nonoai, Pedra Redonda, Restinga (mais de um ponto), Teresópolis (mais de um ponto), Vila Nova (mais de um ponto), Camaquã, Cristal e Espírito Santo/Guarujá.

— Zona Norte: Costa e Silva, Higienópolis/São João, Jardim Leopoldina, Passo D’Areia, Passo das Pedras, Santa Rosa de Lima, Sarandi e Vila Jardim/Vila Ipiranga.

— Zona Oeste: Azenha (mais de um ponto), Rio Branco, Cascata, Cidade Baixa, Cristal, Floresta/Independência, Glória/Medianeira, Menino Deus e Petrópolis.

Dengue

A dengue é uma doença infecciosa causada por um vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti. Ela não tem tratamento específico, causa sintomas como febre alta e dores no corpo e pode até matar. Sua incidência aumenta no verão, em dias quentes e úmidos.

O vírus que provoca essa doença pertence ao grupo dos arbovírus, que são passados por picadas de insetos, principalmente mosquitos. Existem quatro tipos de vírus da dengue.

É importante ressaltar que a doença não é transmitida de pessoa para pessoa, portanto não é contagiosa. A transmissão se dá pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti.

O Sul

Grande campeã do carnaval de Porto Alegre será conhecida nesta terça

 


A apuração da edição deste ano do carnaval de Porto Alegre será nesta terça-feira (10), às 15h, no Complexo Cultural do Porto Seco. O trabalho começa pela análise e validação das ocorrências apontadas pelos fiscais de desfile.

Também serão avaliados os eventuais recursos e defesas apresentados. Não havendo recursos pendentes, os envelopes serão abertos e será feita a leitura das notas e a homologação imediata do resultado.

Serão avaliados os seguintes quesitos: bateria; samba-enredo; harmonia musical; tema-enredo; fantasia; evolução; mestre-sala e porta-bandeira; alegorias.

Dinâmica

O corpo de jurados, formado por 24 participantes, sendo três para cada quesito, ficaram instalados em três cabines ao longo do sambódromo. Todos eles terão a mesma participação no julgamento, entretanto será descartada a menor nota atribuída, chegando-se aos resultados finais com a soma das duas maiores notas de cada quesito. Os empates serão decididos sucessivamente pelas notas obtidas na ordem de julgamento dos quesitos.

Neste ano de retomada, o acesso e descenso se dará da seguinte forma:

— A escola classificada em nono lugar no Grupo Ouro será rebaixada para o Grupo Prata em 2023.

— As escolas classificadas em primeiro e segundo lugares do Grupo Prata ascenderão ao Grupo Ouro em 2023.

— Não haverá descenso de escola do Grupo Prata para o Grupo Bronze.

— As escolas classificadas em primeiro, segundo, terceiro e quarto lugares do Grupo Bronze ascenderão ao Grupo Prata em 2023.

— As escolas classificadas em quinto e sexto lugares do Grupo Bronze não desfilarão em caráter competitivo no Carnaval Oficial de Porto Alegre pelo prazo de dois anos, podendo desfilar na categoria convidadas.

— As escolas de samba convidadas em 2022 não serão julgadas, não acumularão pontuação e também não haverá avaliação e competição na categoria Tribo Carnavalesca.

O Sul

Mortos em explosão de hotel em Cuba chegam a 40

 Além dos óbitos, balanço do Ministério da Saúde cubano aponta 54 feridos, 18 deles ainda hospitalizados



O número de mortos na explosão de um hotel de Havana, provocada há três dias por um escapamento de gás, aumentou nesta segunda-feira para 40, informou o Ministério da Saúde cubano. Ao cair da tarde, o balanço era de 54 feridos, 18 deles ainda hospitalizados, e quarenta mortos, entre os quais quatro crianças e adolescentes e uma adulta, turista espanhola.

Sete dos feridos ainda se encontram em estado crítico e sete, grave, segundo o ministério. Pela manhã, os socorristas tinham anunciado a retirada de quatro corpos dos escombros, elevando o total de mortos a 35. Os quatro corpos eram de funcioários do hotel, segundo a agência de notícias cubana estatal ACN, que informou ao meio-dia que "12 ou 13 pessoas" continuavam desaparecidas. As buscas eram mantidas nesta segunda ao fim do dia, em particular nos porões do edifício, cujo acesso é dificultado pela presença de resíduos. "É uma etapa muito perigosa devido à concentração de escombros e o risco de desabamento", informou à TV estatal o coronel Luis Carlos Guzmán, chefe dos bombeiros.

Na sexta-feira, o luxuoso hotel Saratoga, localizado em Havana Velha, explodiu no final da manhã, no momento em que estava sendo abastecido com gás. O emblemático hotel cinco estrelas estava fechado há dois anos devido à pandemia de coronavírus e preparava-se para reabrir ao público nesta terça-feira. Seus primeiros quatro andares foram destruídos na explosão.

Segundo o Ministério do Turismo, no momento em que ocorreu a explosão, 51 trabalhadores estavam dentro do hotel. A popular loja de design "Cladestina" publicou um anúncio nas redes sociais informando que está recebendo doações para os desabrigados, especificando "remédios, água, comida não perecível, material para curativos, roupas e roupas de cama, toalhas".

Estas iniciativas de ajuda da sociedade civil começaram em janeiro de 2019, quanto um tornado varreu Havana. Até então, era atribuição do Estado. O Saratoga, um luxuoso edifício neoclássico construído em 1880, foi remodelado como hotel em 1933 e reaberto em 2005. Como um dos hotéis mais populares de Havana, já recebeu várias personalidades como Beyoncé e Jay Z, que comemoraram um aniversário em 2013, bem como Madonna e sua filha Lourdes e Mick Jagger, o lendário membro dos Rolling Stones.

AFP e Correio do Povo

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Rebelião em presídio do Equador deixa ao menos 43 mortos

 Motim foi registrado na madrugada no presídio de Bellavista, em Santo Domingo, a cerca de 80 km de Quito



Pelo menos 43 detentos morreram e dezenas ficaram feridos nesta segunda-feira (9) em uma nova rebelião em um presídio no Equador, enquanto outra centena de reclusos conseguiu fugir em meio à violência, que parece se espalhar pelos presídios do país.

Um motim foi registrado na madrugada no presídio de Bellavista, em Santo Domingo (a cerca de 80 km de Quito), quando a quadrilha Los Lobos "agride e elimina" cerca de 40 integrantes de uma facção denominada "R7", disse o ministro do Interior, Patricio Carrillo, durante coletiva de imprensa.

Feridos eram levados em caminhonete e ambulâncias para receber atendimento médico, enquanto familiares dos presos se amontoavam nas imediações do presídio, constatou a AFP. Em um pátio em seu interior, dezenas de detentos foram obrigados a se ajoelhar com as mãos na cabeça, sob os olhares dos militares, durante uma operação para recuperar o controle do presídio, segundo imagens exibidas pelas autoridades.

Com este último episódio sangrento, as prisões equatorianas somam quase 400 detentos mortos violentamente em seis massacres desde fevereiro de 2021, em meio a uma onda de violência que o governo atribuiu ao enfrentamento de grupos criminosos vinculados ao narcotráfico.

Carrillo disse inicialmente a jornalistas que dois detentos tinham morrido, mas seu gabinete atualizou a cifra para 43, assim como o Ministério Público. Treze detentos também ficaram feridos, "muitos graves", e o número de mortos poderia aumentar, acrescentou o ministro. Um policial ficou ferido, confirmaram as autoridades.

Foragidos 

As autoridades declararam ter "o controle" da situação e ordenaram reforçar o contingente de 250 policiais e 200 militares que guardam o presídio superlotado, porém mais de uma centena de presos conseguiu fugir em meio à confusão.

Embora as autoridades não tenham dado o número exato do total de foragidos, 112 foram "recapturados", enquanto 108 detentos "não estão no centro" na tarde desta segunda, disse o general Fausto Salinas, comandante da Polícia.

Enquanto a maioria das vítimas morreu de ferimentos de armas brancas, alguns detentos usaram armas de fogo contra os policiais, supostamente na tentativa de fuga. As autoridades acharam no presídio fuzis, pistolas, quatro granadas e munições, informou o organismo encarregado de administrar as prisões, SNAI. O presidente Guillermo Lasso, em visita a Israel, enviou seus "sentidos pêsames aos familiares" dos mortos. "Este é um resultado lamentável da violência entre quadrilhas", acrescentou no Twitter.

Pero Irene Salazar, familiar de um detento disse que o governo "está com as mãos cruzadas" frente à violência carcerária. "Por que o governo não faz nada? (...) Está negociando, negociando o que? Mais dinheiro para ele! E os pobres que morram de fome", disse à AFP a mulher de 29 anos.

Apesar das múltiplas medidas - que incluem a dotação orçamentária, a transferência dos presos mais perigosos para um único centro prisional e a criação de uma comissão de pacificação - o governo de Lasso não pôde frear as chacinas carcerárias, entre as piores da América Latina. A superlotação é outro problema das prisões equatorianas: em Bellavista há 1.700 detentos, 500 a mais que sua capacidade. Em todo o país, nos 65 presídios, com capacidade para 30.000 pessoas, há 35.000 presos, segundo as autoridades.

AFP e Correio do Povo

Elizabeth II não fará discurso do trono e será substituída por príncipe Charles

 Palácio de Buckingham citou "problemas de mobilidade" da monarca



A rainha Elizabeth II não fará este ano o tradicional "discurso do trono", previsto para esta terça-feira, para inaugurar a nova legislatura. Ela será substituída pelo príncipe Charles, anunciou o Palácio de Buckingham nesta segunda-feira, citando "problemas de mobilidade" da monarca. "A rainha continua sofrendo problemas episódicos de mobilidade e, após consultar seus médicos, decidiu relutantemente não participar do discurso do trono", explicou a casa real britânica em nota.

A saúde da monarca de 96 anos tem sido motivo de preocupação desde que os médicos lhe recomendaram repouso em outubro e quando foi hospitalizada durante a noite para "exames" que não foram especificados. Desde então, ela cancelou sua participação em eventos de destaque e foi vista usando bengala e com dificuldades para se locomover em suas poucas aparições públicas. Durante o seu reinado de 70 anos, a soberana só faltou a esse compromisso duas vezes: em 1959 e 1963, quando estava grávida dos príncipes Andrew e Edward, respectivamente.

Este discurso é um dos momentos fortes da agenda parlamentar britânica, especialmente neste ano, quando o primeiro-ministro Boris Johnson se vê ameaçado pelo chamado "partygate", o escândalo das festas em Downing Street durante os confinamentos pela pandemia em 2020 e 2021. A cerimônia, que reúne os integrantes das Câmaras dos Comuns e dos Lordes - as duas casas do Parlamento britânico - com grande pompa, deve começar às 10h30 GMT (7h30 em Brasília).

AFP e Correio do Povo

Joe Biden acelera entrega de armas dos Estados Unidos à Ucrânia

 Presidente norte-americano usou como base uma medida criada durante a Segunda Guerra Mundial para ajudar os países Aliados



O presidente norte-americano, Joe Biden, acelerou nesta segunda-feira o envio de armamento à Ucrânia com base em uma medida criada durante a Segunda Guerra Mundial para ajudar aliados dos Estados Unidos a derrotar a Alemanha Nazista.

Biden assinou a ordem na Casa Branca e informou que seu país apoia os ucranianos "na defesa de seu território e sua democracia perante a guerra brutal de Putin". Admitindo os bilhões de dólares gastos pelos Estados Unidos, Biden disse que "ceder à agressão é ainda mais caro".

Mais cedo, o porta-voz do Departamento de Estado americano, Ned Price, criticou o presidente russo, Vladimir Putin, por ter, segundo ele, dito algo "absurdo" e insultar a história ao apresentar a invasão russa da Ucrânia como uma operação defensiva no aniversário da vitória sobre a Alemanha nazista.

"Chamar isto de uma ação defensiva é patentemente absurdo", disse Price a jornalistas. "É um insulto aos que perderam a vida e aos que foram vítimas desta opressão sem sentido", conclui.

R7 e Correio do Povo


Uefa estuda acabar com a fase de grupos da Liga dos Campeões

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Joe Biden acelera entrega de armas dos Estados Unidos à Ucrânia

 Presidente norte-americano usou como base uma medida criada durante a Segunda Guerra Mundial para ajudar os países Aliados



O presidente norte-americano, Joe Biden, acelerou nesta segunda-feira o envio de armamento à Ucrânia com base em uma medida criada durante a Segunda Guerra Mundial para ajudar aliados dos Estados Unidos a derrotar a Alemanha Nazista.

Biden assinou a ordem na Casa Branca e informou que seu país apoia os ucranianos "na defesa de seu território e sua democracia perante a guerra brutal de Putin". Admitindo os bilhões de dólares gastos pelos Estados Unidos, Biden disse que "ceder à agressão é ainda mais caro".

Mais cedo, o porta-voz do Departamento de Estado americano, Ned Price, criticou o presidente russo, Vladimir Putin, por ter, segundo ele, dito algo "absurdo" e insultar a história ao apresentar a invasão russa da Ucrânia como uma operação defensiva no aniversário da vitória sobre a Alemanha nazista.

"Chamar isto de uma ação defensiva é patentemente absurdo", disse Price a jornalistas. "É um insulto aos que perderam a vida e aos que foram vítimas desta opressão sem sentido", conclui.

R7 e Correio do Povo

Ucranianos foram levados à Rússia "contra vontade própria", dizem EUA

 Governo da Ucrânia afirma que 1,2 milhão de pessoas foram confinadas em campos do lado russo da fronteira



Os Estados Unidos têm indícios de que os russos estão expulsando ucranianos de seu país à força e os mandando para a Rússia, afirmou nesta segunda-feira (9) o porta-voz do Pentágono, John Kirby.

"Não posso dizer quantos campos há nem como são", disse aos jornalistas. "Mas temos indícios de que os ucranianos estão sendo levados à Rússia contra vontade própria", acrescentou.

O governo ucraniano garante que 1,2 milhão de pessoas foram deportadas para a Rússia e confinadas em campos desde o início da guerra.

O comportamento da Rússia é "inadmissível" e "não é próprio de uma potência responsável", ressaltou Kirby, para quem o presidente russo, Vladimir Putin, "não aceita, nem respeita a soberania da Ucrânia".

Uma funcionária do governo ucraniano, Liudmila Denisova, citada pelo centro de comunicação oficial Spravdi, afirmou: "Mais de 1,19 milhão de nossos cidadãos, entre eles mais de 200 mil crianças, foram deportados para a Federação da Rússia".

Ela se absteve de classificar essas deportações como limpeza étnica e utilizou o termo "brutalidade russa".

"Por 75 dias, [a Rússia] brutalizou a Ucrânia e o povo ucraniano", declarou. "E cada vez que pensamos que não podem ser mais baixos, mostram que nos equivocamos", completou.

AFP e Correio do Povo


D'Alessandro avalia os anos de 2008, 2009 e 2010 como os melhores da sua passagem