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Quatro aviões russos violaram o espaço aéreo da Suécia no Báltico

 Invasão da Ucrânia reacendeu o debate sobre a adesão da Suécia à Otan



Quatro aviões de guerra russos violaram brevemente o espaço aéreo da Suécia a leste da ilha de Gotland, no Mar Báltico, nesta quarta-feira, disse o Estado-maior sueco, em meio à tensão russo-ocidental sobre a guerra na Ucrânia. "No contexto atual, levamos esse incidente muito a sério. Esta é uma ação irresponsável e pouco profissional da Rússia", afirmou o comunicado.

Os "dois Sukhoi Su-27 e dois Sukhoi Su-24 violaram o espaço aéreo sueco", o que foi documentado por caças Gripen. "Isso mostra que nossa preparação é boa. Estamos prontos para garantir a integridade territorial e as fronteiras suecas", acrescentou a nota.

Exercícios conjuntos com aviões de combate finlandeses ocorreram em Gotland nesta quarta-feira, segundo a imprensa sueca. A ilha, que tem uma posição estratégica no mar Báltico e fica a pouco mais de 300 quilômetros do enclave russo de Kaliningrado, recebeu reforços suecos em janeiro, durante as primeiras tensões em torno da Ucrânia.

O ataque à Ucrânia reacendeu o debate sobre a adesão à Otan da Suécia e também da Finlândia, que são parceiros da aliança, mas oficialmente neutros. Com o ingresso, poderiam se beneficiar da proteção mútua definida pelo artigo 5.

A Rússia reafirmou na sexta-feira, um dia após o início da invasão, que a adesão de um ou ambos os países "teria sérias repercussões militares e políticas". Violações do espaço aéreo dos dois países por aviões russos ocorrem esporadicamente.



AFP e Correio do Povo

Ucrânia pede cessar-fogo para retirada de civis de Kharkiv e Sumy

 Governo pediu que países como China e Índia exijam paralisação de bombardeios para retirada de estudantes dessas nacionalidades



governo da Ucrânia pediu nesta quarta-feira à Rússia que pare os ataques nas cidades de Kharkiv e Sumy para poder evacuar a população civil para cidades mais seguras. Kharkiv, a segunda maior cidade da Ucrânia e importante centro industrial, é uma das cidades alvo de constantes ataques das tropas russas.

Em nota publicada nas redes sociais, o Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia cita a presença de estudantes estrangeiros nesses locais. "Há estudantes da Índia, Paquistão, China e outros países que não podem sair por causa dos bombardeios indiscriminados e ataques de mísseis bárbaros das Forças Armadas russas em áreas residenciais e infraestrutura civil".

Segundo o ministério, o governo da Ucrânia está pronto para ajudar os estudantes estrangeiros a se mudarem caso a Rússia se comprometa com um cessar-fogo. "Tentar organizar evacuações através de cidades que estão sendo submetidas a bombardeios russos e ataques com mísseis é extremamente perigoso", disse. 

O Ministério das Relações Exteriores apelou aos governos da Índia, Paquistão e China, entre outros, para que exijam de Moscou a abertura de um corredor humanitário. "O governo ucraniano está empenhado em fornecer aos estudantes estrangeiros toda a assistência necessária para que possam regressar em segurança aos seus países de origem", concluiu a nota.



R7 e Correio do Povo

"Foi um ultimato", diz encarregado ucraniano sobre negociações russas

 Anatoliy Tkach afirmou que, por parte da Rússia, não há tentativa de um acordo, mas um pedido de rendição


O encarregado de negócios da Ucrânia no Brasil, Anatoliy Tkach, afirmou, nesta quarta-feira, que a primeira rodada de negociações entre a Rússia e a Ucrânia não foi bem sucedida por se tratar de um ultimato e não uma legítima tentativa de acordo. "Estamos abertos a negociações, mas devem ser negociações e não ultimatos da parte russa", disse. 

Segundo Tkach, o governo russo apenas solicitou aos ucranianos que abaixassem as armas, retirassem as tropas e aprovassem a decisão de não integrar a Otan, aliança militar liderada pelos Estados Unidos. "É uma rendição que eles estavam solicitando", completou. A primeira rodada de conversas ocorreu na segunda-feira (28) e terminou sem acordo. Há expectativa de novas negociações nesta quarta-feira (2). 

Em meio ao impasse, os representantes ucranianos pressionam por um posicionamento do governo brasileiro em prol do fim do conflito. "Nesse momento, não existe neutralidade", afirmou Tkach, em alusão à fala do presidente Jair Bolsonaro (PL) de que não tomaria partido. O mandatário ainda descartou a intenção de dialogar com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. 

Na segunda (28), o encarregado de negócios já havia criticado o posicionamento de Bolsonaro, afirmando que ele estava "mal informado" e sugerindo uma conversa com Zelensky para mudar a orientação de neutralidade em relação ao ataque à Ucrânia.

A respeito da possibilidade de vistos humanitários para receber ucranianos no Brasil, Tkach disse que ainda aguarda a oficialização da medida e que ainda não há uma confirmação por parte do Itamaraty. "Algumas pessoas já se interessaram, mas temos que entender que o Brasil está longe da Ucrânia e, por isso, acredito que não serão muitas pessoas", ponderou. 




R7 e Correio do Povo

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Acusação de Bolsonaro contra Lula não é propaganda eleitoral, diz Ministério Público

 Decisão se refere a um discurso feito em janeiro deste ano pelo presidente da República, em evento do governo, transmitido pela TV Brasil



A Procuradoria-Geral Eleitoral informou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) entender que acusações feitas pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) contra o ex-presidente Lula (PT) não configuram propaganda eleitoral antecipada, crime que pode ser punido com multa. O caso se refere a um discurso de Bolsonaro transmitido pela TV Brasil no dia 12 de janeiro deste ano, durante um evento oficial de lançamento de linhas de crédito no Palácio do Planalto.

O PT ajuizou uma representação contra Bolsonaro afirmando que ele havia feito referências negativas a Lula, pré-candidato a presidente da República, e defendeu a tese de que a conduta configurava propaganda eleitoral antecipada em uma TV estatal. Na ação, o partido destacou falas do presidente, na qual ele não cita exatamente o nome de Lula. 

"[Antes] tudo era loteado, tudo era acertado. Como vejo agora, não tenho provas, mas vou falar. Como é que aquele cidadão [fazendo gesto com nove dedos levantados, em referência a Lula] está conseguindo apoio, apesar de uma vida pregressa imunda, já loteando ministérios?", transcreveu o partido na ação.

"E quando se fala que 'ah, não tinha corrupção no passado, porque eu saí da cadeia, voltou à estaca zero'. Claro que tinha corrupção. Dos 100 milhões que a Petrobras pagou no passado, vieram de acordo de leniência e devolução de delatores. Só um dos delatores devolveu 100 milhões. De onde veio essa grana? E querem reconduzir à cena do crime o criminoso, juntamente com Geraldo Alckmin", completou Bolsonaro.

O PT declarou que as falas do presidente "possuem evidente intenção de tratar sobre as eleições presidenciais que se aproximam". Segundo o partido, "eis que se refere expressamente ao pleito eleitoral de 2022 ao falar que o senhor Luiz Inácio Lula da Silva já estaria 'loteando ministérios', além de chamá-lo de corrupto e 'criminoso', de modo a atacar o seu adversário mais destacado segundo as pesquisas de intenção de voto".

Em parecer do último dia 24, o vice-procurador-geral eleitoral, Paulo Gustavo Gonet Branco, considerou a representação improcedente. Ele ressalta que esse é o primeiro caso de suposta propaganda eleitoral antecipada neste ano de 2022 que é reportado à Procuradoria-Geral Eleitoral, e que a análise é restrita a esse caso. Segundo Gonet, se a conduta se repetir, a análise poderá ser outra.

"A reiteração de manifestações ambíguas decerto que pode redefinir o contexto contra o qual o discurso é examinado, motivando, então, que se preconize solução diversa da que aqui se sugere. Não caracterizado, enfim, neste caso, levando-se em conta as suas peculiaridades, o pressuposto do conteúdo eleitoral relevante no discurso em debate", afirmou.

O vice-procurador-geral eleitoral declarou que, ainda que a propaganda eleitoral antecipada possa se caracterizar mesmo sem pedido expresso de voto, "a jurisprudência do TSE não entende que o político perca a liberdade de expressão, no que tange ao direito de crítica, pelo só fato de pretender o voto popular".

"O administrador não está tolhido de apresentar os seus feitos ao público e mesmo de enfatizar o que lhe parece ser uma melhoria na qualidade da prestação dos serviços, mediante comparações com gestões anteriores", frisou. Gonet ainda afirmou que "as frases ressaltadas pela representação são isoladas e de curta extensão, no contexto do discurso proferido".

"A representação nada apontou de reprovável no período de mais de meia hora do evento que antecedeu ao pronunciamento das frases curtas contra as quais o partido representante objeta. Essas palavras se mostram episódicas e avulsas. Mais ainda, o discurso se deu nos primeiros dias deste ano eleitoral, em momento consideravelmente distanciado do período eleitoral propriamente dito e num ambiente de prorrogação de refregas político-partidárias entre personagens do governo e a oposição, iniciado muito antes do instante em que o discurso foi articulado", relatou.

R7 e Correio do Povo

Soldado ucraniano viraliza ao usar TikTok para tranquilizar diariamente sua filha

 Após preocupar seguidores ao ficar cinco dias sem postar nada, o militar Alex Hook publicou vídeo dizendo que estava vivo


Em meio ao conflito na Ucrânia, um soldado do país, Alex Hook, viralizou nas redes por usar o TikTok para publicar vídeos tranquilizando a filha quanto ao seu estado no trabalho. 

Durante esta semana, seus seguidores ficaram apreensivos após o ucraniano passar cinco dias sem publicar nada. Mas na manhã desta segunda-feira (28), o soldado publicou um vídeo dizendo que estava vivo. "Estamos vivos, estamos lutando pela independência da Ucrânia, glória à Ucrânia, glória aos heróis", disse.

Nos comentários, milhares de seguidores comemoram por saber que Alex está bem. "Nunca achei que fosse ficar com os olhos cheios de lágrimas por ver alguém postando um vídeo novo", escreveu um internauta. 

Desde dezembro de 2021, Alex publica vídeos para que sua filha possa saber sobre seu estado durante o trabalho. Nos vídeos, geralmente o soldado aparece dançando com outros militares segurando as armas como se fossem guitarras. 


Diário do Nordeste

China diz estar pronta para ajudar no cessar-fogo, informa chancelaria ucraniana

 Ministro das Relações Exteriores da Ucrânia falou com sua contraparte chinesa, que não se referiu ao conflito como "invasão" pela Rússia



O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba, disse nesta terça-feira (1º) que os chineses estão “prontos para buscar uma solução pacífica” em negociações diplomáticas para encerrar a guerra que a Rússia lançou contra a Ucrânia.

Mais cedo, Kuleba teve um telefonema com seu colega chinês Wang Yi. Sem chamar o ato militar da Rússia na Ucrânia de “invasão”, Wang disse que a China respeita a soberania e a integridade territorial de todos os países, e pediu à Ucrânia e à Rússia que resolvam a crise por meio de negociações.

Falando a Christiane Amanpour, da CNN, de um local não revelado na Ucrânia, Kuleba disse que “apelou ao ministro das Relações Exteriores chinês para tirar vantagem de sua influência sobre Putin, de suas relações com a Rússia, para instar Putin a parar esta guerra imediatamente”.

Quando perguntado por Amanpour sobre que informação ele tem sobre se a China apoiaria uma resolução diplomática para o conflito, o alto diplomata ucraniano disse que “o envolvimento construtivo da China é possível” e apontou para a abstenção da China de uma resolução do Conselho de Segurança da ONU condenando invasão da Ucrânia pela Rússia.

Entenda o conflito

Após meses de escalada militar e intemperança na fronteira com a Ucrânia, a Rússia atacou o país do Leste Europeu. No amanhecer desta quinta-feira (24), as forças russas começaram a bombardear diversas regiões do país – acompanhe a repercussão ao vivo na CNN.

Horas mais cedo, o presidente russo, Vladimir Putin, autorizou uma “operação militar especial” na região de Donbas (ao Leste da Ucrânia, onde estão as regiões separatistas de Luhansk e Donetsk, as quais ele reconheceu independência).

O que se viu nas horas a seguir, porém, foi um ataque a quase todo o território ucraniano, com explosões em várias cidades, incluindo a capital Kiev.

De acordo com autoridades ucranianas, dezenas de mortes foram confirmadas nos exércitos dos dois países.Em seu pronunciamento antes do ataque, Putin justificou a ação ao afirmar que a Rússia não poderia “tolerar ameaças da Ucrânia”.

Putin recomendou aos soldados ucranianos que “larguem suas armas e voltem para casa”. O líder russo afirmou ainda que não aceitará nenhum tipo de interferência estrangeira.

Esse ataque ao ex-vizinho soviético ameaça desestabilizar a Europa e envolver os Estados Unidos.

A Rússia vem reforçando seu controle militar em torno da Ucrânia desde o ano passado, acumulando dezenas de milhares de tropas, equipamentos e artilharia nas portas do país.

Nas últimas semanas, os esforços diplomáticos para acalmar as tensões não tiveram êxito.

A escalada no conflito de anos entre a Rússia e a Ucrânia desencadeou a maior crise de segurança no continente desde a Guerra Fria, levantando o espectro de um confronto perigoso entre as potências ocidentais e Moscou.


CNN Brasil

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Tereza Cristina vai ao Canadá tratar sobre fertilizantes

 Dependência de potássio do Brasil com a Rússia é preocupação já manifestada por Bolsonaro em meio à invasão da Ucrânia



A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, anunciou que vai ao Canadá tratar da importação de potássio, que é utilizado como fertilizante agrícola. Ela manifestou a preocupação com os impactos da invasão da Ucrânia pela Rússia em conversa com jornalistas nesta quarta-feira (2).

"Estou indo dia 12 para o Canadá. Essa viagem já ia acontecer, mas foi confirmada agora, que temos conversa mais firme com nosso maior exportador de potássio. Quero deixar uma mensagem de equilíbrio. A safra brasileira desse momento, a safrinha, já está acontecendo. O que precisava de fertilizante já plantou", afirmou.

Segundo a ministra, ainda é cedo para falar sobre falta de fertilizantes e o cenário dos próximos meses depende muito da duração dos conflitos. "O plano A é buscar outros parceiros, que a gente terá que importar quantidades menores, mas serão importantes."

Tereza Cristina também pontuou que o "plano B" seria realizar ações em propriedades rurais para estudar formas de uso mais eficaz de fertilizantes. Ela ainda avaliou uma possível alta dos alimentos, mas disse que o ministério está acompanhando para "diminuir os impactos".

Também está marcada para esta quarta-feira uma reunião na Casa Civil para tratar sobre fertilizantes, com a participação de Tereza Cristina e do ministro das Relações Exteriores, Carlos França.

O próprio presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), declarou que, com o conflito, o Brasil corre o risco de ficar sem potássio. A Rússia é o principal fornecedor de adubos à base da substância.

"Com a guerra Rússia-Ucrânia, hoje, corremos o risco da falta do potássio ou aumento do seu preço. Nossa segurança alimentar e agronegócio (Economia) exigem de nós, Executivo e Legislativo, medidas que nos permitam a não dependência externa de algo que temos em abundância”, publicou o presidente no Twitter.

Plano nacional

A ministra Tereza Cristina também anunciou que será criado um plano nacional sobre fertilizantes, que deve ser divulgado ainda em março. Segundo ela, a ideia é que esse planejamento possa subsidiar meios de diminuir a dependência do Brasil de importações de fertilizantes.

"Quando chegamos aqui, nós vimos a necessidade do Brasil deixar de ser importador do tamanho das necessidades que hoje tem. Então, pensamos em uma política para não ter dependência, mudar a matriz. Isso vem sendo trabalhado a muito tempo. O nosso plano nacional está passando por revisão e vai ser anunciado em março."

Tereza Cristina não deu detalhes sobre o planejamento, apenas adiantou que ele é amplo e pode trazer mais segurança alimentar.

R7 e Correio do Povo