Verão começa com muito calor e temporais no RS

 Há risco de temporais isolados



O verão começa oficialmente nesta terça-feira, às 12h59min, e sofrerá influência do La Niña. Assim, o primeiro dia da nova estação será de temperatura acima da média e fortes ondas de calor. 

De acordo com a MetSul Meteorologia, o sol aparece entre nuvens, mas a frente fria que avança traz chuva localizada, especialmente à noite. Há risco de temporais em pontos isolados, com granizo e vendavais. 

Em Porto Alegre, o sol aparece entre nuvens. A mínima na Capital será de 20°C, e a máxima chega aos 32°C.

Mínimas e máximas no RS 

Santa Rosa 21°C / 37°C
Torres 20°C / 30°C
Erechim 19°C / 33°C
Santana do Livramento 20°C / 34°C
Uruguaiana 24°C / 39°C

MetSul Meteorologia e Correio do Povo

Regionalização entra em votação na Assembleia do RS

 Projeto do Executivo que trata de mudanças nas regras da gestão do saneamento básico tranca a pauta de votações no Legislativo



Os deputados estaduais deverão votar nesta terça-feira, às vésperas do início do recesso parlamentar, o projeto do Executivo que trata da regionalização do saneamento. Essa será a segunda tentativa do governo de aprovar mudanças relacionadas à gestão do saneamento. Na primeira vez, em setembro, o governo recuou, retirou o pedido de urgência, diante da iminente derrota, e, em novembro, apresentou um novo texto. 

A proposta atual buscou amenizar algumas críticas, em especial de prefeitos. Uma alteração trazida no texto é a redução no número de Unidades Regionais de Saneamento Básico (URSB). Inicialmente, o governo tinha proposto criar quatro unidades (uma de municípios atendidos pela Corsan e outras três por regiões). No texto atual, são apenas duas unidades. A URSB 1 agrupa as cidades que têm contratos com a Corsan, enquanto que a URSB 2, são os demais municípios. 

Outra adaptação é que será possível a criação de sub-blocos na URSB 2, respeitando, dentro do possível, a organização das bacias hidrográficas do Sistema Estadual de Recursos Hídricos. Essa era uma demanda apresentada por prefeitos e entidades, em função da localização e características de municípios em função das bacias. A segunda alteração é em relação à composição das estruturas de governança de cada unidade. A gestão será interfederativa e terá representatividade e peso da seguinte maneira: 60% dos votos aos municípios e 40% dos votos ao Estado. A demanda também era dos prefeitos. 

Segundo o líder do governo, deputado Frederico Antunes (PP), com as mudanças realizadas no texto e a ampla discussão sobre o projeto realizada nos últimos meses, muitas dúvidas foram esclarecidas. “Vamos ter a discussão no plenário”, enfatizou. 

O deputado Jefferson Fernandes, do PT, reconheceu que a resistência em relação ao assunto reduziu na comparação com a discussão iniciada no semestre anterior. Mesmo assim, afirmou que a bancada apoiará mudanças ao projeto original. Uma emenda deve ser apresentada e busca “dar liberdade” às cidades de fazerem outras composições de regionalização, como a formação de um consórcio ou utilizando apenas as empresas próprias que já existem. 

A Granpal, que reúne os municípios da região Metropolitana de Porto Alegre, sugeriu mudança na representatividade e no peso de cada componente das unidades de saneamento, com 75% para municípios e 25% para o Estado.

O presidente da Famurs e prefeito de São Borja, Eduardo Bonotto, recordou que a entidade encaminhou alguns pedidos, como a inclusão de regra de proibição de rompimento unilateral por parte da concessionária em relação aos municípios das duas URSBs. “Buscamos dentro do contexto fazer um trabalho com as entidades e, claro, cabe a deliberação dos deputados, sabendo da importância do tema”, ressaltou. 

Governo altera projeto da Brigada Militar

O governo do Estado apresentou no final da tarde de ontem, aos deputados estaduais, algumas alterações ao projeto de reestruturação de carreiras da Brigada Militar (BM). A mudança trata da distância do tempo nas progressões. A reunião foi convocada pelo vice-governador e secretário de Segurança, Ranolfo Vieira Júnior, e o secretário da Casa Civil, Artur Lemos. A proposta integra o último pacote de iniciativas do Executivo enviado à Assembleia e que deve entrar em votação amanhã, véspera do recesso. 

Hoje, os líderes vão discutir em reunião a confirmação de sessões extraordinárias amanhã, no turno da manhã e tarde. Na ocasião, também será definida a pauta de votações, uma vez que alguns projetos serão incluídos por meio de acordo, como é o caso do reajuste do piso do Magistério. 

Votações:
Na reunião de hoje, os líderes definirão a pauta de votação de amanhã, assim como a sessão extraordinária. 

Projetos que o Executivo articula para votação hoje (21/12):

  • PL 422/2021, que cria as unidades regionais de saneamento básico;
  • PL 429/2021, que cria o programa de recuperação de créditos ‘Cultura em Dia’;
  • PL 430/2021, que autoriza o governo a doar uma área ao Círculo Militar de Porto Alegre;
  • PL 431/2021, que extingue o quadro de pessoal da Superintendência do Porto do Rio Grande;
  • PL 435/2021, que cria o auxílio emergencial de Operação e Custeio do Serviço Público de Transporte Metropolitano Coletivo de Passageiros e dos Aglomerados Urbanos do Estado;
  • PL 469/2021, que reenquadra os investigadores de Polícia que foram aproveitados nos cargos de Escrivão de Polícia ou de Inspetor de Polícia;
  • PL 470/2021, que institui a Lei do Desenvolvimento Urbano;

Projetos que o Executivo articula para votação amanhã (22/12):

  • PL 434/2021, que cria o programa de regularização para mitigação dos efeitos da pandemia no setor de transporte;
  • PL 436/2021, que incentiva projetos de reciclagem;
  • PL 437/2021, que trata da regularização fundiária de imóveis rurais;
  • PLC 468/2021, que trata da carreira dos servidores militares do Estado (Brigada Militar);
  • PL 478/2021, que reajusta o subsídio mensal dos integrantes do Magistério; PL 479/2021, que trata do programa de Incentivos. 

Correio do Povo



Verão começa com muito calor e temporais no RS


Salário mínimo de 2022 deverá ter reajuste acima de 10% após 6 anos


Governo notifica mais 1 milhão para devolver o auxílio emergencial



Comprovante de vacinação será exigido para entrada no Brasil


Porto Alegre deve aderir a intervalo de 4 meses para dose de reforço a partir desta quarta



Brasil registra 70 mortes e 2.094 novos casos de coronavírus nas últimas 24 horas


Porto Alegre tem vacinação contra Covid-19 em 47 pontos nesta terça-feira


Dança das cadeiras na prefeitura de Porto Alegre está a caminho


STJ autoriza volta do regime fechado por dívida de pensão


PGR defende investigação contra Bolsonaro por falas sobre urnas


RS reduz para 4 meses intervalo para dose de reforço contra Covid-19


Senado aprova ICMS sobre vendas entre diferentes estados


Partidos vão decidir sobre fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões


Grêmio tenta empréstimo de Orejuela, do São Paulo, e Hyoran, do Atlético-MG


Lewandowski permite que governo decida vacinação de crianças em janeiro


Grêmio está próximo de fechar a venda de Vanderson para o Monaco



Mercado vê inflação fora do teto e PIB estagnado em 2022


Inter monitora resultado de reunião que decidirá futuro de Medina no Talleres


Boric e Piñera começam transição de poder após eleição no Chile


Chile anuncia reabertura de dez fronteiras terrestres com Argentina e Peru


CBF indica árbitros e assistentes para o quadro internacional da Fifa em 2022


Grêmio tem interesse na contratação do zagueiro Gastón Suso, do Arsenal de Sarandí


Uefa elimina o Tottenham na Liga Conferência após partida adiada por Covid-19


Minas perde para Fenerbahçe e fica em 4º no Mundial de Clubes de vôlei feminino


Rafael Nadal anuncia que tem Covid-19



Botafogo renova a concessão do estádio do Engenhão até 2051


Inter vence o Coritiba com gol no fim e conquista Supercopa do Brasil sub-20


Conmebol muda regra e Athletico-PR será cabeça de chave da Libertadores



Sub-20 do Inter conhece adversários para a Libertadores da categoria


Bill Gates e Fauci se uniram silenciosamente para formar um império multibilionário de vacinas

 

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PREMIAR OS MAUS E PUNIR OS BONS? - 20.12.21

 por Percival Puggina - puggina.org.

 


          “Perdi a esperança. Não voto mais. A política brasileira nunca vai mudar porque as mudanças dependem de um Congresso e de um STF que não querem nem ouvir falar nas necessárias alterações. Tudo está sendo feito para favorecer as reeleições da atual representação parlamentar e manter o Supremo com a atual configuração e com a atual conduta”.



         As palavras que você acaba de ler me chegaram em mensagem de um leitor. Exceto por pequeno detalhe, são bem verdadeiras as alegações que faz, mas a decisão tomada a partir delas está errada. E a causa do erro, como em tantas situações, está no detalhe: a política brasileira, queira meu leitor ou não, vai mudar sim! Isso é inevitável porque a política não é estática. Ela muda. Em certas condições, muda para melhor; noutras muda para pior.


         Se uma certeza eu tenho em relação a essa questão, que se faz oportuna e significativa, a poucas semanas de um pleito nacional, é esta: se os eleitores indignados com a política que temos não comparecerem às urnas porque estão amuados, desesperançados, obviamente a vantagem será dos piores candidatos, votados por maus eleitores que, sim, comparecerão às urnas. Haverá número ainda menor de bons políticos e número ainda maior de maus políticos. E isso significa mudança. Mudança para pior na representação parlamentar, na presidência e nos governos estaduais. Em síntese: um desastre, cujas consequências provavelmente se derramarão sobre uma geração inteira.


         Por outro lado, a omissão, o voto nulo, ou em branco, é o ponto culminante de uma omissão anterior. Cidadãos conscientes deveriam ser ativos em todo o período anterior e posterior à eleição. Todos já deveriam saber como votaram deputados e senadores o veto do presidente da República ao Bolsa Reeleição, também conhecido como Fundão Eleitoral, no montante de R$ 5,7 bilhões (clique aqui, ou siga o link no final do artigo). Todo cidadão ativo deve escolher seus candidatos o mais cedo possível, ao longo dos próximos meses e trabalhar para elegê-los.


         Ao longo do ano que se avizinha, ainda estaremos pagando a conta de dois males simultâneos: a pandemia e o “fique em casa, que a economia a gente vê depois”. Era tranquilo dizer, pegava bem exigir, parecia haver um elevado senso moral a orientar tais condutas. Como em quase tudo na vida em sociedade, porém, há o que se vê e o que não se vê. Ou só se vê depois. Vale o mesmo para essa versão do fique em casa aplicada ao exercício da cidadania, que começa bem antes do voto e não se esgota no voto. O eleitor que se omitir premiará os maus e punirá os bons.


Pontocritico.com

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ANÁLISE COMPARATIVA

 

A título de contribuição para a ANÁLISE COMPARATIVA, eis aí algumas das propostas econômicas aprovadas entre Jan/19 a Dez/21


 


A) Consolidação Fiscal


1) Nova Previdência (maior reforma estrutural da história da previdência)


2) Lei do Contribuinte Legal (que regulamenta o instituto da Transação Tributária)


3) Lei Complementar 173/20: Lei de Assistência aos governos estaduais e municipais


4) Lei Complementar 176/20: resolução do passivo da Lei Kandir


5) Lei Complementar 178/21: estabelece gatilhos para estados e municípios e melhoras na LRF


6) Emenda Constitucional 109 (PEC 186 - Emergencial)


 


B) Reformas Pró-Mercado para aumento da Produtividade


1) Revisão do contrato de cessão onerosa (possibilitou o maior leilão de petróleo do mundo)


2) Modernização das Normas Regulamentadoras (NRs) de Segurança e Saúde no Trabalho


3) Novo FGTS (maior reforma estrutural da história do FGTS)


4) Novo cadastro positivo e medidas para ampliar o crédito, reduzir juros e fomentar inovações


5) Lei de liberdade econômica. Melhoria no ambiente de negócios


6) Nova Lei do Agro


7) Redução dos custos de observância e medidas para o desenvolvimento mercado de capitais 


8) Maior flexibilidade e redução dos custos no crédito imobiliário


9) Novo marco do Saneamento


10) Nova Lei de Falências


11) Nova Lei de Licitações


12) FI-AGRO / CPR Verde


13) Autonomia do Banco Central


14) Novo marco do Gás


15) Novo marco para Agências Reguladoras


16) Contas digitais


17) Novo marco para Startups


18) MP da Eletrobras


19) Doing Business (Ambiente de Negócios)


20) 5G e várias outras concessões de aeroportos, portos, estradas e autorização de ferrovias


21) Novo Marco de Ferrovias


22) Novo Marco Cambial


23) Novo Marco de Cabotagem (BR do Mar)


24) Documento de Transporte Eletrônico (DTe) e recebíveis de caminhoneiros


25) e, em breve, vem aí o NOVO MARCO DE GARANTIAS!!!


(Fonte: Secretário Adolfo Sachsida)

Pontocritico.com

OS CANDIDATOS E OS ELEITORES - Gilberto Simões Pires

 ELEIÇÕES 2022

Ainda que estejam faltando pouco mais de NOVE MESES para a realização das Eleições de 2022, que estão marcadas para o dia 2 de outubro (primeiro turno) e 30 de outubro (segundo turno), a maioria dos partidos considerados como -mais competitivos- já definiu os nomes daqueles que deverão disputar o posto de Presidente da República.


OITO CANDIDATOS

Até o presente momento, o que se sabe é que são -OITO os CANDIDATOS- que concorrem à PRESIDENTE DO PODER EXECUTIVO do nosso empobrecido Brasil, conforme já indicaram os principais PARTIDOS POLÍTICOS. Por ordem exclusivamente -alfabética-, a lista abriga os seguintes nomes: Ciro Gomes (PDT), Jair Bolsonaro (PL), João Doria (PDB), Lula (PT), Luiz Felipe D'Avila (NOVO), Rodrigo Pacheco (PSL), Simone Tebet (MDB) e Sérgio Moro (PODEMOS). 


COMPARAÇÃO

Pois, quem tem a cabeça no lugar certo e, portanto, dá a devida importância para o que os governantes devem fazer com os RECURSOS ARRECADADOS, cuja única e real fonte é o DINHEIRO DOS PAGADORES DE IMPOSTOS, certamente que não precisará mais do que 10 segundos para executar a tarefa de -COMPARAÇÃO- entre os OITO CANDIDATOS acima nominados. Este tempo é mais do que suficiente para verificar qual deles mostra alguma preocupação com a LIBERDADE, quer seja ela ECONÔMICA ou SOCIAL. 


EFEITO -COMPARATIVO-

Ora, se levarmos em conta que são, e serão, estes os candidatos ao posto de PRESIDENTE DA REPÚBLICA, pelo simples efeito -COMPARATIVO- quem leva a melhor é, indiscutivelmente, o atual presidente Jair Bolsonaro. Até para quem não gosta do JEITÃO do presidente, uma coisa é mais do que certa: os demais candidatos já deram inconfundíveis ATESTADOS PÚBLICOS E NOTÓRIOS do quanto são capazes de MAL GOVERNAR O BRASIL. 


BRASTEMP

Se Jair Bolsonaro, para muitos brasileiros, está longe de ser considerado uma BRASTEMP, uma coisa, no entanto, é fato: Ciro, Doria, Lula, D'Ávila, Pacheco, Simone e Moro são -todos- PRODUTOS DE QUALIDADE INFINITAMENTE INFERIOR. Por serem amantes do SOCIALISMO, têm mais ódio da LIBERDADE do que propriamente do candidato a reeleição. A maioria, inclusive, não esconde que é contrária às PRIVATIZAÇÕES; e alguns, pasmem, se mostraram contrários ao SANEAMENTO PÚBLICO, como demostraram os parlamentares de seus partidos por ocasião da votação do projeto. Pode?


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Ministério da Saúde anuncia 4ª dose para imunossuprimidos e reduz intervalo de reforços

 


Ministério da Saúde anuncia 4ª dose para imunossuprimidos e reduz intervalo de reforços
A pasta confirmou em nota técnica nesta segunda-feira a aplicação de um novo reforço da vacina contra a Covid-19 para pacientes imunossuprimidos. Esse público deverá receber a quarta dose no intervalo de quatro meses contados a partir da dose anterior — mesmo período estabelecido para a população maior de 18 anos receber a terceira dose.
Vídeo via @CNNBrasil

Fonte: https://twitter.com/i/events/1472986920879673346

Ministério das Relações Exteriores aponta alta de 16% no total de brasileiros no exterior entre 2018 e 2020; são mais de 4 milhões

 


O sonho de uma vida melhor no exterior – e fugir do Brasil, marcado por longa crise econômica, violência urbana e fases de descontrole da pandemia – atrai cada vez mais gente. Não são apenas trabalhadores mais simples, nem só a fuga de cérebros, dos que vão ocupar um emprego de ponta. São brasileiros de classe média, escolarizados, que cruzam a fronteira em busca de novas chances.

Segundo dados do Ministério das Relações Exteriores, houve alta de 16% no total de brasileiros no exterior entre 2018 e o ano passado: de 3,6 milhões para 4,2 milhões. Em uma década, o número aumentou 36%. Especialistas dizem ser difícil comparar o movimento dos últimos anos com períodos anteriores, mas veem aumento fora da curva.

“Esse movimento nos últimos anos é inédito e, de fato, representa a maior diáspora da história brasileira para os nossos padrões, um país que, historicamente, sempre recebeu imigrantes”, avalia Pedro Brites, professor de Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Levantamento do Colégio Notarial do Brasil (CNB), que reúne os cartórios, indica alta de 67% nos apostilamentos no 2º semestre deste ano. Esse é o serviço de validação internacional de documentos pessoais, escolares e de dupla cidadania requeridos por quem vai morar fora. De junho a novembro, foram cerca de 912 mil apostilamentos, ante 544 mil no mesmo período de 2020.

Se analisar apenas as solicitações de visto para estudos ou abertura de processos de dupla cidadania, o salto é ainda maior: de 299,5 mil no 2º semestre do ano passado para 693 mil no mesmo período deste ano. Para Giselle Oliveira de Barros, presidente do CNB, os dados expõem essa saída de mão de obra mais qualificada.

Perfis

Consultora especializada em imigração, a advogada Isabel Nardon diz que a reabertura de fronteiras causada pelo avanço da vacinação (agora abalada com a variante ômicron, mais contagiosa) elevou a procura para Portugal. Segundo ela, o perfil dos que miram a residência lusa é de pessoas com poder aquisitivo: investidores e aposentados que têm como comprovar renda no Brasil, mas temem pelo futuro aqui.

A debandada aparece também no movimento de remessas financeiras. Só na corretora de câmbio B&T, que tem mais de 200 pontos e atua em mais de 180 países, dados apontam aumento da movimentação no exterior. Conforme registros da empresa até outubro, o volume de operações de transferências de moeda de Portugal para o Brasil, por exemplo, mais do que quadruplicou em 2021 ante o ano anterior.

Professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) que estuda migrações, Ana Maria Carneiro vê dois perfis principais. “Se a pessoa vai trabalhar numa entidade, numa universidade, se é empreendedora ou exportadora e se faz parceria de pesquisa, com certeza estará com a situação regularizada”, diz.

“Por outro lado, pode ter gente qualificada, com graduação, que na literatura é considerada um talento, mas que estaria migrando de forma ilegal e vai atuar em profissões que não demandam a qualificação profissional que tem no Brasil.” Segundo ela, parte desse grupo ocupa até postos que não exigem qualificação formal, como os setores de limpeza, transporte ou de alimentos.

Fluxo

O médico Carlos Eduardo Siqueira, professor da Universidade de Massachusetts, de Boston, diz que há migração significativa, mas acredita que os dados do Itamaraty são superestimados. Nos Estados Unidos, pelos dados oficiais, há 1,7 milhão de brasileiros – 360 mil estão em Boston, atrás de Nova York (450 mil) e Miami (410 mil).

Siqueira, porém, estima que a comunidade brasileira em Boston não supere 100 mil. “A imigração brasileira para os EUA é contínua, mas não é constante.” Para ele, o Brasil viveu fase similar de desalento e migrações na gestão Fernando Collor (1990-1992).

Já para Guilherme Otero, do programa da Organização Internacional para as Migrações das Nações Unidas, os dados do Itamaraty podem estar subestimados. Ele diz que muita gente sai de forma irregular. Ou vai para o exterior para ficar seis meses regulares, como no caso dos EUA, mas não retorna. Além disso, destaca, há brasileiros com dupla cidadania que, quando migram, preferem o direito de usar o passaporte da outra nacionalidade.

Para Pedro Brites, da FGV, o dinheiro escasso está por trás do êxodo. “A questão econômica é o fator propulsor para qualquer tomada de decisão desse tipo, e o Brasil não atravessa um período exitoso há alguns anos. Isso efetivamente tira a perspectiva de oportunidades para boa parte da população.”

As sucessivas crises políticas – agravadas desde a eleição do presidente Jair Bolsonaro, em 2018 – também pesam. “Essa turbulência afasta parte da população de nosso País”, afirma Brites, que aponta a falta de segurança pública como outro acelerador de despedidas.

O Sul