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Além do Ministério da Saúde, Controladoria-Geral da União, Polícia Rodoviária Federal e Instituto Federal do Paraná sofreram ataques hackers

 


O ataque que tirou do ar diversos serviços do Ministério da Saúde, incluindo o ConecteSUS, também afetou a CGU (Controladoria-Geral da União), a PRF (Polícia Rodoviária Federal) e o IFPR (Instituto Federal do Paraná).

Na segunda-feira (13), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou um segundo ataque cibernético, e o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República confirmou, em nota, que mais de um órgão do governo havia sido afetado, sem especificar quantos.

Em nota, a PRF afirmou que o SEI (Sistema Eletrônico de Informações) ficou fora do ar e que “equipes de técnicos da PRF estão trabalhando ininterruptamente para restaurar seus sistemas através dos back-ups”. O SEI é um sistema existente nos órgãos federais pelos quais os servidores emitem informações oficiais.

Já a CGU comunicou que teve seu serviço de nuvem atingido por uma invasão por volta das 17h40min de sexta-feira (10). O órgão disse que mantém backup de todos os dados e que, na noite de segunda-feira, estava com todos os serviços operacionais.

O IFPR, por sua vez, afirmou, na noite de sexta, que “o ambiente de nuvem do IFPR sofreu um grande ataque hoje [sexta] por volta das 18h”. No sábado (11), a Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação do instituto afirmou que “a AWS conseguiu recuperar boa parte dos arquivos durante a madrugada, agora é o trabalho manual de reconstruir todo o ambiente” e que o ataque afetou somente os dados internos. Na segunda, a instituição disse que o serviço já estava perto da normalização.

Em comum, os órgãos atacados usam o mesmo serviço de computação em nuvem. Ele foi contratado em um pregão eletrônico em 2018 pelo então Ministério do Planejamento. A vencedora foi a empresa Primesys, uma subsidiária da Embratel.

O Sul

Após obstrução do governo, Congresso adia votação que libera R$ 300 milhões para vale-gás

 


A sessão do Congresso Nacional desta segunda-feira (13) foi adiada após obstrução de partidos da base do governo na Câmara. Os congressistas pretendiam analisar projeto que libera R$ 300 milhões para bancar o vale-gás, auxílio aprovado no mês passado.

Diante da falta de acordo, o presidente da sessão, deputado Marcelo Ramos (PL-AM), anunciou que o assunto só será analisado na próxima sexta-feira (17). No mesmo dia, deputados e senadores também devem analisar vetos importantes do governo Jair Bolsonaro.

Em plenário, Ramos avisou que o líder do Republicanos, Hugo Motta (PB), do mesmo partido do ministro da Cidadania, João Roma, apresentou requerimento de obstrução. A pasta será o órgão responsável pelo pagamento do benefício.

“Há aqui uma solicitação de todos os líderes de partidos da base para que a sessão não ocorra hoje. Os requerimentos de obstrução, por coincidência, são do partido do ministro ao qual está vinculado o vale-gás. Então, é uma sessão que está inviabilizada por causa disso”, disse Marcelo Ramos.

Deputados e senadores ainda negociam a possibilidade de derrubada de vetos de Bolsonaro. Durante a semana, líderes vão tentar chegar a um acordo sobre o assunto.

Há pontos sensíveis ao governo, como o veto a trechos do projeto que revogou a Lei de Segurança Nacional (LSN), além da rejeição à projeção de R$ 5,7 bilhões para o Fundo Eleitoral de 2022.

Também deve ser analisada a decisão de Bolsonaro que barrou a distribuição de absorventes gratuitos a estudantes de baixa renda, além dos vetos à Medida Provisória (MP) da privatização da Eletrobras.

O Sul

Economistas já veem taxa básica de juros em 11,25% no fim de 2022 para controle da inflação

 


Após o comunicado mais duro do Comitê de Política Monetária (Copom) deste mês, os economistas do mercado financeiro elevaram a projeção para taxa básica de juros, a Selic, no fim de 2022 de 11,25% para 11,50%. Há um mês, era de 11%. Os dados são do boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (13), que reúne a consulta a uma centena de economistas do mercado financeiro.

Após subir a Selic em 1,50 ponto porcentual, de 7,75% para 9,25% ao ano, o Copom indicou, no comunicado da semana passada, mais um aumento da mesma magnitude em fevereiro, o que levaria a taxa a 10,75%. O comitê ainda deixou a porta aberta para uma aceleração, ao afirmar que “os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados para assegurar a convergência da inflação para suas metas”.

O aumento do juro básico da economia reflete em taxas bancárias mais elevadas, embora haja uma defasagem entre a decisão do BC e o encarecimento do crédito (entre seis meses e nove meses). A elevação da taxa de juros também influencia negativamente o consumo da população e os investimentos produtivos.

O colegiado também indicou que irá perseverar na estratégia de aperto monetário (ou seja, subindo os juros) “até que se consolide não apenas o processo de desinflação como também a ancoragem das expectativas em torno de suas metas”, preocupado com o aumento das projeções de inflação e o risco de descolamento da inflação em prazos mais longos.

A maioria das projeções para o IPCA, o índice de inflação oficial, continua a apontar para o segundo ano consecutivo de rompimento da meta a ser perseguida pelo Banco Central (BC).

Após 20 altas consecutivas, a projeção para 2022 seguiu em 5,02%, contra 5,00% do teto da meta do ano que vem. Há um mês, a previsão era de 4,79%.

Para 2021, por sua vez, após o IPCA de novembro aquém do esperado (0,95%), a mediana cedeu de 10,18% para 10,05% — após 35 semanas de altas. Mas ainda supera em quase 5 pontos porcentuais a banda superior do objetivo inflacionário deste ano (5,25%). A estimativa era de 9,77% há quatro semanas.

Se confirmada a estimativa, essa será a primeira vez que a inflação atinge o patamar de dois dígitos desde 2015 — quando o IPCA somou 10,67% – no governo da ex-presidente Dilma Rousseff. A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia.

No comunicado do Copom deste mês, o BC também atualizou suas projeções para a inflação com estimativas de 10,2% em 2021, 4,7% em 2022 e 3,2% em 2023. O colegiado elevou a Selic em 1,5 ponto porcentual, para 9,25% ao ano.

PIB

O relatório mostrou nova deterioração no cenário de crescimento econômico do Brasil. A redução na previsão para Produto Interno Bruto (PIB) de 2021 foi de expansão de 4,71% para 4,65%. Há quatro semanas, estava em 4,88%.

Para 2022, a projeção de expansão do PIB desacelerou de alta de 0,51% para 0,50%. Há um mês, estava em 0,93%.

Para 2023, a projeção de crescimento cedeu de 1,95% para 1,90%, de 2,00% há um mês. Da mesma forma, para 2024, a estimativa de alta do PIB caiu de 2,10% para 2,00, mesmo porcentual de quatro semanas atrás.

O Sul

Tênis BF Endurance Feminino - BF Shoes

 


O tênis esportivo BF Running é produzido em material de altíssima qualidade com costura reforçada, palmilha muito macia e solado antiderrapante.


ESPECIFICAÇÕES

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Latrocínios caem mais de 80% no Rio Grande do Sul em novembro

 


O número de latrocínios no Rio Grande do Sul apresentou queda de 83,3% em novembro deste ano em relação ao mesmo mês de 2020, passando de seis casos para um. Além de ser o menor total desde que teve início a contabilização desse crime, em 2002, a marca representa uma retração de 94,1% na comparação com o pico da série, em 2006, quando 17 pessoas perderam a vida em assaltos.

O único roubo com morte em novembro ocorreu no dia 23, em Sapiranga, no Vale do Sinos. Em 11 meses, o Estado soma 52 roubos com morte, 18,8% a menos do que os 64 ocorridos no mesmo período do ano passado. É também o menor total da série histórica e equivale à retração de 67,1% em comparação com o pico de 158 mortes em assaltos, em 2016. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (13) pela Secretaria da Segurança Pública.

Homicídios

O Rio Grande do Sul também teve menos homicídios em novembro na comparação com igual mês de 2020. A queda foi de 4,1%, passando de 122 para 117 vítimas – o menor total da série histórica desde 2006, segundo ano de contabilização. Em relação ao pico de 257 assassinatos ocorridos em novembro de 2016, o total atual representa uma retração de 54,5% ou 140 mortes a menos.

No acumulado em 11 meses, houve retração de 15% nos homicídios, passando de 1.672 vítimas para 1.421. A soma atual de assassinatos de janeiro a novembro é também a menor desde 2006 e equivale à queda de 48,1% frente ao pico da série, com 2.737 assassinatos em 2017.

Feminicídios

O RS contabilizou em novembro uma vítima a mais de feminicídio do que as seis registradas no mesmo mês de 2020, um aumento de 16,7%. No resultado acumulado de janeiro a novembro, o número de feminicídios passou de 73, no mesmo período do ano passado, para 90 neste ano (23%).

Entre as sete mulheres assassinadas por motivo de gênero em novembro, apenas uma tinha registro de ocorrência anterior contra o agressor.

O Sul


De janeiro a novembro, Rio Grande do Sul registra alta de 23% no número de feminicídios

Pix bate recorde de transações simultâneas em um só dia: mais de 50 milhões de transferências

 


O Pix bateu o recorde de transações em um só dia. Foram 50,3 milhões de transferências instantâneas, superando o recorde anterior de 50 milhões alcançado em 5 de novembro, de acordo com o Banco Central (BC). O uso do Pix para transferências entre pessoas e para pagamentos por produtos e serviços vem crescendo mês após mês desde o seu lançamento em novembro de 2020.

Em outubro foram registradas 1,2 bilhão de transações, superando o número de setembro, quando 1 bilhão foram feitas. A maior parte delas são transferências entre pessoas: 73%. Outros 17% se referem a pagamentos de pessoas para empresas.

O Pix tem se mostrado uma ferramenta de inclusão das pessoas no sistema financeiro. Segundo o BC, 45,6 milhões de pessoas que não haviam realizado transações eletrônicas no último ano, como TED e DOC, passaram a fazer Pix.

A ferramenta também ajudou os pequenos negócios que passaram a pagar menos taxas tanto na hora de vender quanto de pagar seus compromissos, como salários e fornecedores.

Lotéricas

A implementação do Pix pode dar mais um passo importante ainda neste ano. As Lotéricas Caixa — ou casas lotéricas — vão aceitar as opções de Pix Saque e Pix Troco para pagamentos que atingirem um limite máximo de R$ 500 por dia. A novidade está marcada para chegar a partir de 27 de dezembro, e correntistas de todos os bancos do Brasil terão acesso ao meio de pagamento em lotéricas.

Atualmente, é possível realizar pagamentos via Pix em Lotéricas, já que o Banco Central (BC) publicou uma portaria em novembro de 2020 autorizando operações desse tipo.

No dia 24 de novembro, o BC publicou uma portaria que permite o uso de Pix Saque e Pix Troco por agências das Lotéricas Caixa. Segundo a Febralot (Federação Brasileira de Empresas Lotéricas), falta apenas a emissão de uma nota técnica pelo BC para informar os bancos de que eles podem adaptar suas soluções ao sistema dos estabelecimentos.

A novidade vai permitir que clientes façam saques em lotéricas, além de receber troco ao fazerem apostas ou pagamentos. Para cada operação usando Pix Saque ou Pix Troco, a agência ganhará uma remuneração de R$ 0,71. A Febralot prevê que o Pix Saque e Pix Troco vão trazer ainda mais clientes para as lotéricas, porque todos as 762 instituições financeiras cadastradas — que somam 115 milhões de correntistas com chaves do Pix — serão incluídas na operação.

O valor máximo de R$ 500, autorizado pelo Banco Central para operações de Pix Saque e Troco em lotéricas, é válido para o período da manhã e da tarde, das 6h às 19h59.

Entre as 20h e 6h, operações passam a ter limite de R$ 100. O montante é reduzido de acordo com o teto do BC para transferências via Pix estabelecido para o período noturno — a medida visa combater eventuais crimes e fraudes que se aproveitam da ferramenta de pagamento.

Paulo Henrique Ângelo, vice-presidente da Rede Caixa para varejo, disse que a mudança deve ser um divisor de águas para as agências lotéricas no País. Ele destacou em nota que, a julgar pelo entusiasmo dos outros executivos da Caixa em reunião para apresentar a novidade, a vinda do Pix Saque e Pix Troco deve atrair ainda mais clientes aos estabelecimentos.

O problema é que muitas lotéricas sequer aceitam Pix. Mesmo após um ano em que o uso da opção de pagamento instantâneo foi autorizado nesses estabelecimentos pelo BC, as agências da Caixa ainda não possuem integração com nenhum banco para aceitar transferências. Mesmo sendo ligadas à Caixa, as lotéricas também não aceitam Pix desse banco.

Muitos clientes reclamam nas redes sociais sobre essa falta de atualização das Lotéricas Caixa. Também não é possível pagar faturas usando Pix em algumas lotéricas. Mesmo assim, a Caixa afirma que, nesses estabelecimentos, foram registrados 4 milhões de operações pelo Pix desde 2020.

O Sul

Governo publica medida provisória de socorro financeiro ao setor elétrico para evitar “tarifaço” em 2022

 


Depois de semanas de expectativas, o governo publicou nesta segunda-feira (13), 13, uma medida provisória (MP) que abre espaço para um novo socorro ao setor elétrico a fim de evitar um “tarifaço” nas contas de luz em 2022, ano de eleições presidenciais.

O empréstimo será usado para bancar as medidas emergenciais para evitar falhas no fornecimento de energia devido à grave escassez nos reservatórios de usinas hidrelétricas — e deve ser pago nos anos seguintes.

A MP foi publicada em edição extra do Diário Oficial e tem força de lei. Para se tornar definitiva, no entanto, será necessário aprovação da Câmara dos Deputados e Senado em um prazo de até 120 dias.

Os recursos serão usados, por exemplo, para bancar o custo das térmicas que foram acionadas nos últimos meses para garantir o fornecimento de energia. Essas usinas geram uma energia bem mais cara que as hidrelétricas. Também vão bancar os custos da importação de energia de países vizinhos e até mesmo o desconto prometido aos consumidores que estão economizando energia — o “bônus” será pago via desconto nas contas de luz de janeiro do próximo ano.

A medida abre espaço para o governo estabelecer condições e requisitos para a estruturação das operações financeiras. Não foram detalhados os valores exatos do empréstimo, nem o prazo de pagamento, mas a previsão é que a operação fique em torno de R$ 15 bilhões.

Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, o objetivo do socorro financeiro é amenizar o aumento projetado nas tarifas no próximo ano e evitar um reajuste que poderia chegar a 21%. A exemplo do empréstimo concedido às empresas no auge da pandemia da covid-19, também viabilizado por MP, o financiamento será diluído nas contas de luz dos consumidores. Apesar da similaridade, o cenário econômico do País mudou, com uma taxa básica de juro em um patamar muito mais elevado.

O novo socorro financeiro tem como pano de fundo a decisão do governo de estabelecer um valor de bandeira tarifária insuficiente para suportar os custos das medidas decorrentes da escassez hídrica. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a conta Bandeiras registra rombo acumulado de R$ 12,01 bilhões até outubro.

Mesmo com o início das chuvas em alguns locais do País, o que aliviou parcialmente os problemas que o setor elétrico enfrenta nos últimos meses, a avaliação é que a operação ainda está longe da normalidade e ainda não garante “conforto” para a situação.

De acordo com o documento, os montantes a serem captados pelas operações deverão observar “os custos adicionais decorrentes da situação de escassez hídrica e dos diferimentos aplicados no processo tarifários anterior à liberação dos recursos, condicionada a captação à prévia aprovação pela Aneel. Caso haja um empréstimo maior do que os custos, a distribuidora deverá ressarcir os consumidores.

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Anvisa notifica fronteiras e aeroportos brasileiros para exigirem o passaporte vacinal

 


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) declarou nesta segunda-feira (13) que a exigência de comprovante de vacinação (ou passaporte da vacina) deve ser feita em todos os “postos de fronteira, especialmente de aeroportos” para o cumprimento da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

“A decisão teve efeito imediato, sem prazo de adequação, e, por isso, exige da Anvisa a realização de avaliações pontuais, especialmente em relação aos passageiros que já estavam em deslocamento ou em trânsito no momento em que a decisão foi emitida”, informou a agência.

No sábado, o ministro do STF Luís Roberto Barroso determinou a obrigatoriedade de comprovante de vacinação para viajantes que chegarem ao País. No mesmo dia, a ministra Rosa Weber enviou a decisão para ser votada no plenário virtual, no qual os ministros incluem seus votos em um sistema eletrônico. O prazo começa na quarta-feira (15) e termina às 23h59 de quinta-feira (16).

O ministro justificou nesta segunda-feira (13) sua decisão. “Parece evidente de que, se milhares de pessoas optassem pela quarentena em lugar da vacina, simplesmente não haveria condições de se monitorar e o risco seria grande”, afirmou Barroso.

O presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Carlos Lula, defendeu posição semelhante, apontando falta de estrutura para o monitoramento: “Na prática, ao delegar tudo a estados e municípios, podemos ter inviabilizado a possibilidade de vigilância em tempo real dos não vacinados”, disse o presidente do Conass.

Quarentena e ataque hacker

Na semana passada, o governo federal descartou exigir a vacinação completa como critério único para a entrada no Brasil. Apesar das recomendações da Anvisa para que fosse cobrada a imunização obrigatória, a decisão do governo liberava a entrada de não vacinados desde que façam uma quarentena de cinco dias e teste de Covid-19 após esse prazo.

No evento que anunciou a decisão, o ministro da Saúde fez críticas enfáticas ao “passaporte da vacina”: ‘melhor perder a vida do que a liberdade’, disse Queiroga.

A decisão deveria começar a valer no sábado (11), mas o ataque hacker a sistemas do Ministério da Saúde levou ao adiamento da medida por sete dias. Antes da decisão do STF, a previsão era que as restrições começassem a valer em 18 de dezembro. Entretanto, se o plenário do STF confirmar a decisão de Barroso, o governo não poderá colocar em prática o plano que libera a chegada de não vacinados ao Brasil.

A exigência do passaporte da vacina é realidade em diversos países do mundo, inclusive em países onde a própria vacinação não é considerada obrigatória.

O Sul