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— MetSul.com (@metsul) December 13, 2021
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por Percival Puggina - puggina.org.br
Estrela brasileira, no céu azul, iluminando de norte a sul,
mensagens de amor e paz, nasceu Jesus, chegou o Natal,
Papai Noel voando a jato pelo céu,
Trazendo um Natal de felicidade, e um ano novo cheio de prosperidade.
Varig, Varig, Varig
Não é preciso ter cabelos brancos para lembrar um dos mais notáveis jingles brasileiros, o famoso comercial com que a Varig marcava os fins de ano ao longo do século passado. Bastava entrar na telinha das TVs a frase cantada “Estrela brasileira” para adultos e crianças entrarem juntos na canção de Caetano Zamma.
Era um primor. Tão simples quanto marcante. Num tempo em que os comerciais terminam e a gente fica se perguntando – “Era de quem, mesmo, esse anúncio?”, o da Varig transcorria inteiro com todos sabendo de quem era, cantarolando junto e lá no final, vinha a assinatura em três notas musicais, cada uma repetida, rapidamente, três vezes: dó, ré, mi bemol. Por vezes, nem o nome da empresa era cantado. Não precisava.
Os mais idosos, que o assistiram ao longo das décadas, dificilmente deixarão de se emocionar ao recordá-lo. Aqui na minha volta, ao menos, não escapou ninguém. As lágrimas me rolaram mais intensas, porém, ao perceber que nesse meio tempo não perdemos apenas a Varig. Ficaram pelo caminho tantas virtudes e tão estimados bens de alma nacional de cuja perda essa canção dá testemunho e lamenta, com letra e música!
O jingle ia ao ar, era saudado pela leveza e beleza e lembrava que o Natal marcava universalmente o nascimento de Jesus. Durante o dia 25 de dezembro, paravam as fábricas; brilhavam mais as luzes e as ruas; na guerra, sustavam-se as batalhas, silenciavam-se os canhões e confraternizavam beligerantes trincheiras.
É assim por ser Natal! Não é por “Boas Festas”! E é Natal porque nasceu Jesus! Ou é isso ou é um dia qualquer!
O diabólico “politicamente correto” enlouqueceu o Ocidente. O formidável furto do Natal é um dos maiores golpes do século! De repente, fomos convencidos de que o presépio exposto ao público é uma ofensa aos olhos de quem tem outra cultura. Comprou-se por dois vinténs de suposto “avanço civilizacional” a ideia de não ser adequado festejar o Natal cristãmente numa sociedade multicultural. Para que acabemos sem cultura alguma e sem qualquer tradição, isso nos veio imposto, lenta e subliminarmente, contra a tradição e a cultura da imensa maioria da sociedade brasileira.
Enlouqueceram-nos! Em estado normal, a mente humana não aceita essa empulhação, não vai para o brete onde aquilo que realmente a humaniza é dilacerado, trinchado até que se torne irreconhecível.
Aos que, usando seus poderosos meios de comunicação e podendo resistir se omitem e submetem, uso a frase da garota Greta: “How dare you!” (Como vocês se atrevem!”).
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Cicatrifios de Inoar é a evolução em tratamento que oferece inúmeros benefícios para um cabelo absolutamente renovado, todos os dias. Sua fórmula, enriquecida com RejuComplex3, que renova, amacia, reduz a quebra e o frizz . Além disso, oferece redução progressiva de volume, para um cabelo selado, com brilho extremo, de fácil escovação e efeitos duradouros. Todos os benefícios da plástica capilar para a renovação absoluta dos fios.A Inoar é uma marca brasileira de produtos cosméticos que exporta para mais de 40 países e criadora de tratamentos exclusivos para cabelos. Tendo iniciado suas atividades em 1999, é referência no mundo da cosmética para cabelos e, hoje, está presente nos melhores salões e nas mãos dos mais renomados hairstylists.
As vendas de café no varejo brasileiro caíram 14% em novembro em relação ao mês anterior por causa de um aumento nos preços, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic). O preço nas gôndolas subiu 40% no mês passado, em média, provocando uma reação imediata do consumidor, disse Celírio Inácio, diretor-executivo da Abic.
A queda no consumo de café é mais um sinal do comportamento do consumidor no Brasil, onde as pressões inflacionárias retraem a demanda por todos os tipos de alimentos e forçam os consumidores a modificar suas listas de compras.
Os preços do café quase dobraram neste ano em Nova York, com a produção brasileira prejudicada pelo clima e gargalos logísticos que atrapalharam as entregas em todo o mundo.
Pontocritico.com
Ao defender que os investimentos passarão a sustentar o crescimento após o esgotamento de uma recuperação até agora cíclica, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse neste domingo, 12, que "O Brasil terminará o governo possivelmente sem um aeroporto público". Mais: salientou diversas vezes durante o programa Canal Livre, que os investimentos devem compensar o impacto sobre a economia das condições financeiras mais restritivas - dado o aumento dos juros -, e desafiou mais uma vez economistas que projetam um ano de retração do PIB em 2022. "Acho que vão errar de novo."
Pontocritico.com
CHUVA DE METEOROS
Depois da forte chuva de METEOROS que atingiu em cheio a ECONOMIA do nosso empobrecido Brasil, causando sérios e irreparáveis danos nas CONTAS PÚBLICAS e PRIVADAS, o que resta aos brasileiros de -SEGUNDA CLASSE- (iniciativa privada), é mergulhar de corpo e alma na DUPLA TAREFA, que consiste em 1- remoção dos escombros; e, 2- na pronta e necessária recuperação das atividades, que por um bom tempo ficaram obrigatoriamente paralisadas e/ou impedidas por força de criminosos -lockdowns-.
COVID-19 E ESCASSEZ DE PRODUTOS E SERVIÇOS
O primeiro METEORO, totalmente inesperado e, portanto, totalmente fora de radar da previsibilidade, foi a PANDEMIA DO COVID-19, que atingiu o mundo todo no início de 2020 deixando os povos espalhados por todo o planeta fortemente desnorteados sem saber o que fazer para se defender do poderoso vírus. A seguir, por consequências das PARALISAÇÕES das mais diversas atividades INDUSTRIAIS E DE LOGÍSTICA, o METEORO se apresentou ao mundo todo usando a clássica roupa conhecida como ESCASSEZ DE PRODUTOS E SERVIÇOS.
INFLAÇÃO
Esta mistura explosiva - atividades suspensas e enorme falta de produtos e disponibilidade de serviços - fez com que o mundo todo fosse atingido por um terceiro e destruidor METEORO, que de imediato foi batizado pelo nome -INFLAÇÃO-. Como tal, simplesmente desorganizou o sistema de preços e/ou atividades, pois enquanto a DEMANDA por produtos e serviços de parte das famílias (que foram obrigadas a FICAR EM CASA) se acelerou, a OFERTA dos mesmos ficou estagnada por um bom tempo. Pronto: os PREÇOS, pelo efeito da lei da OFERTA e DEMANDA, não pararam de subir.
PRECATÓRIOS
Em meio à forte turbulência planetária provocada pela intensa CHUVA DE METEOROS, eis que, no nosso empobrecido Brasil, o celestial STF achou por bem que deveria marcar a sua presença promovendo uma hecatombe nas CONTAS PÚBLICAS. Para tanto tratou de dar imediato acabamento ao potente METEORO batizado pelo nome de PRECATÓRIOS e jogou o ARTEFATO CASEIRO com toda a força no colo do atual governo, provocando estragos irreparáveis nas já debilitadas CONTAS PÚBLICAS.
PRIMEIRO, O GASTO. A ECONOMIA? AH, DEIXA PRA LÁ...
Pois, em meio a esta terrível CHUVA DE METEOROS alguns governadores, sem a dar a mínima para a lógica conhecida como -FONTE DE FINANCIAMENTO DA DESPESA PÚBLICA- resolveram, sem dó nem piedade, que em primeiro lugar vem o GASTO PÚBLICO. A ECONOMIA A GENTE VÊ DEPOIS...OU NEM VÊ! Vejam, por exemplo, o que acontece no Rio Grande do Sul, onde o governador Eduardo Leite resolveu enviar um projeto à Assembleia Legislativa propondo reajuste salarial de 22,5%, maior do que a inflação desde 2019 até aqui. Detalhe: os professores da rede pública ficaram sem dar uma única aula durante mais de 270 dias, sendo que todos receberam, integralmente, seus vencimentos. E como tal, o governador ainda entende que devem ser melhor tratados e recompensados. Pode?
Pontocritico.com
Valor: R$ 850,00
Não damos garantia.
Mais informações:
Judite Sandra La Cruz
(51) 9 8502.8080
Teia de Aranha
Endereço: Av. João Pessoa, 1040 - Porto Alegre - RS, 90040-001
A loja funciona de quarta a domingo a partir das 10 horas.
O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) publicou a Portaria 1.382 que muda as regras sobre os efeitos das contribuições feitas em atraso por MEIs (microempreendedores individuais), autônomos e domésticos. Na prática, a mudança pode afetar os trabalhadores que precisam pagar contribuições antigas e que se enquadrariam nas regras de transição da reforma da Previdência.
Segundo especialistas, a nova regra já está sendo aplicada aos requerimentos pendentes de análise dentro do INSS, independentemente da época do recolhimento da contribuição.
Segundo o texto, os processos com pedidos de aposentadoria em análise poderão ser indeferidos, se tiveram em seu período de contribuição recolhimentos em atraso feitos a partir de 13 de novembro de 2019 (data em que começaram a valer as regras da reforma da Previdência), quando observada a data do primeiro recolhimento e se ocorreu a perda da qualidade de segurado (ou seja, se a pessoa passou muito tempo sem contribuir, perdendo o direito a um benefício do INSS, e está tentando recuperar esse direito, pagando o que ficou devendo por um longo tempo).
Pagar contribuições atrasadas pode ser uma saída para trabalhadores autônomos, MEIs e domésticas conseguirem se aposentar. Esses recolhimentos em atraso servirão para complementar o tempo trabalhado (em anos, meses), mas não para a carência (ou seja, para incluir no número de contribuições mínimas necessárias para ter direito a um benefício).
Contribuições desconsideradas
O autônomo, o MEI ou o trabalhador doméstico que recolher contribuição em atraso após cumprir os requisitos da aposentadoria poderá ter essas contribuições desconsideradas pelo INSS. De acordo com a portaria, somente poderão ser considerados os recolhimentos em atraso até a data da verificação do direito.
“Os recolhimentos com data de pagamento posterior à data da análise do direito não integrarão o cálculo de tempo de contribuição nessa regra, mesmo que se refiram a competências anteriores.”
“A nova regra vai prejudicar os trabalhadores que talvez tivessem o direito de fazer contribuições em atraso para entrar em uma regra de transição mais benéfica (na concessão da aposentadoria). O segurado já vai pagar as contribuições em atraso com juros, multa e correção, para entrar no cálculo da aposentadoria. Mas talvez não consiga entrar na regra de transição (porque os recolhimentos serão desconsiderados pelo INSS), e ele será prejudicado”, ressalta Jane Berwanger, diretora do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP)
Antes, a limitação era para contribuições pagas em atraso feitas a partir de 1º de julho de 2020. Agora, a portaria contempla o período de novembro de 2019 em diante.
Segundo o texto, todos os recolhimentos em atraso realizados até a data de entrada do requerimento serão considerados, contando tempo para ter direito às regras de transição aplicadas nas aposentadorias por idade, tempo de contribuição, do professor e especial.
“O que o INSS está querendo é impossível. A pessoa não tem como pagar antes de o INSS fazer o cálculo de contribuições não pagas anteriormente e de emitir a guia para o pagamento, com a multa, os juros e a correção”, pontua Jane Berwanger.
Para não perder dinheiro, antes de gerar a guia de recolhimento, é preciso reunir documentos que comprovem que exerceu a atividade na época em que trabalhou por conta própria. E, dependendo do período, há cobrança de juros e multa.
No caso do emprego doméstico, atividade que tradicionalmente tem um grande número de trabalhadores na informalidade, a aplicação das novas regras complicam a situação dos segurados que estão tentando regularizar a situação junto ao INSS para se aposentar.
“A pessoa quer tentar regularizar sua situação e suas contribuições anteriores, mas agora o INSS criou uma série de bloqueios para tirar o máximo do acesso do segurado. Além disso, no ano passado, com as agências fechadas por causa da pandemia, e o acúmulo de processos para análise, ficou ainda mais complexo trabalhador”, ressalta Mario Avelino, presidente do Instituto Doméstica Legal.
A portaria estabelece ainda que seja mantida a qualidade de segurado para que a contribuição em atraso seja contabilizada. Se ocorreu a perda (se a pessoa passou muito tempo sem recolher nada), os recolhimentos feitos com atraso podem ser desconsiderados pelo INSS.
Também não é mais possível complementar o valor de contribuição para garantir a contagem do tempo, a carência e a qualidade de segurado após ter cumprido os requisitos do benefício, independentemente do mês de competência. De acordo com a regra anterior, em vigor até 30 de junho de 2020, considerava-se a carência com base na competência, e não na data do pagamento. As informações são do jornal Extra.
O Sul
Não é nada que dê realmente para comemorar, mas a inflação deu, enfim, algum sinal de alívio. O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de novembro ficou em 0,95%, menos do que esperava o mercado (1,1%). Com isso, é até possível que, no acumulado do ano, a inflação fique um pouco abaixo da barreira dos 10% – para isso, o índice de dezembro não poderia superar 0,68%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Ela também ficou menos espalhada em novembro: o índice de difusão, que aponta a fatia dos itens pesquisados com aumento de preços, caiu de 67% em outubro para 63%.
Na vida real, porém, nada disso ainda quer dizer muita coisa. No acumulado em 12 meses, a inflação bateu 10,74%, nível mais alto desde novembro de 2003. Os efeitos disso são conhecidos por todos, que sofrem no dia a dia com a disparada dos preços. E o Banco Central tem um árduo caminho pela frente para fazer o IPCA voltar a patamares razoáveis.
No receituário clássico da economia, inflação alta se combate com juros altos. É o que o BC vem fazendo. Esta semana, elevou a taxa Selic em 1,5 ponto porcentual, para 9,25% ao ano. Uma estilingada e tanto, levando-se em conta que, no início do ano, essa taxa estava em 2%. Mas os efeitos dessa subida demoram um pouco a aparecer, por isso a inflação continua tão alta.
O resultado do juro alto deve vir na forma de uma atividade econômica ainda mais fraca no ano que vem. Fica mais caro para uma empresa investir ou para o consumidor pegar um financiamento e comprar uma casa, por exemplo. Com a Selic nas alturas, investimentos em renda fixa se tornam mais lucrativos e seguros que aplicar em ações. Com isso, há menos espaço para empresas captarem dinheiro no mercado, sinal de uma economia disfuncional. O normal, numa economia ajustada, é ter juro baixo e que os investimentos financiem aumentos de produção nas empresas. A inflação não deixa esse jogo ser jogado.
Ninguém tem dúvida de que a disparada dos preços vai arrefecer. As projeções para o ano que vem apontam para algo em torno de 5%. Ainda alta, para padrões de países desenvolvidos. Mas, de certa forma, normal para o quadro brasileiro.
A inflação é um problema global, fruto da pandemia da covid-19, que bagunçou as cadeias de produção. O problema é que, aqui no Brasil, também tem um componente político forte, que pode se agravar com as eleições no ano que vem. Descontrole fiscal – quando o governo gasta muito mais do que arrecada – provoca incertezas nos investidores, e isso pode afetar diretamente o câmbio. Dólar em alta gera inflação. E prejudica o trabalho do BC. É preciso estar vigilante – essa não é uma doença que se derrube com apenas uma dose. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
O Sul
Em um ano que começou com um megavazamento de dados, chegamos a dezembro tendo sobrevivido ao apagão do WhatsApp, Facebook e Instagram, a diferentes golpes por aplicativos de mensagem, ao sequestro de dados de prefeituras de Santa Catarina, de São Paulo, Mato Grosso e outros estados, e à invasão dos sistemas de Tribunais de Justiça no Rio Grande do Sul e do Amazonas. Nesta sexta-feira (10), foi a vez do SUS (Sistema Único de Saúde).
Na sequência, teve a invasão do site da Escola Virtual, um ambiente de cursos à distância ligado ao Ministério da Economia.
“Na verdade, esses são os ataques que vieram à tona. Muitos outros aconteceram e não apareceram”, diz Renato Tocaxelli, gerente de governo de uma das maiores empresas do mundo de cibersegurança.
Uma coisa é certa: o Brasil é um dos maiores alvos de ataques cibernéticos. Um levantamento da empresa de segurança digital Avast mostrou que houve mundialmente um aumento de 38% nos ataques no estilo ransomware (invasão de servidores em que os criminosos pedem dinheiro pelo sequestro de dados), em 2021 na comparação com o ano anterior.
No Brasil, porém, o aumento foi bem maior: 92%. Quase dobramos o número de golpes. O “home office”, a adoção rápida e nem sempre muito bem planejada de sistemas de serviços pela internet e o fato de a maioria das empresas no Brasil serem de pequeno ou médio porte facilitaram muito a aplicação desses ataques, segundo Luis Corrons, pesquisador adjunto.
Na pandemia, segundo ele, as empresas, os governos e até a Justiça precisaram migrar rapidamente para os sistemas online. Nesse processo, muita coisa foi feita às pressas. “A segurança, em muitos casos, ficou comprometida. A rede usada em casa, por exemplo, não é igual à da empresa – e isso abre brechas”, afirma.
No caso das pequenas e médias empresas, a vulnerabilidade é ainda maior – e mais devastadora. Sem dinheiro para contratar serviços profissionais de Tecnologia da Informação (TI), muitas delas recorrem ao famoso “amigo que entende de computador”.
E nesses casos, estas pequenas empresas geralmente conseguem o que querem: trabalhar na internet. Mas as configurações de segurança para atuar na “nuvem” nem sempre são bem feitas. Então, a porta fica aberta para ataques que podem levar a empresa até a fechar as portas.
Uma pesquisa global feita há um ano pela Kaspersky, com 5,2 mil profissionais de Tecnologia da Informação e cibersegurança, mais de 300 na América Latina, mostrou que os prejuízos com um ciberataque para uma pequena ou média empresa podem ficar entre US$ 93 mil e US$163 mil.
O que diferencia um valor ou outro? A decisão de informar clientes e sociedade sobre o ataque. Quanto mais a empresa tenta esconder o golpe, mais alto o prejuízo.
Como evitar os ataques
Prestar atenção nos sistemas de segurança é fundamental, seja você uma empresa ou apenas uma pessoa que tenha celular. “Use fatores duplos de autentificação para tudo”, afirma o executivo da Avast.
“Duvide e cheque tudo antes de clicar em algo”, afirma Tocaxelli. “Esse é o principal ensinamento que as empresas e autarquias precisam passar em treinamentos para seus colaboradores. Desconfie sempre de tudo.”
Às vezes, segundo ele, um funcionário clica em um arquivo malicioso e os criminosos passam a dominar somente aquela máquina. “O problema é que, dominando apenas um computador, os hackers conseguem passar para outras máquinas, sem alertar o sistema de segurança, pois o sistema deles manda a mensagem desse primeiro equipamento infectado como se fosse uma informação de dentro, da casa, e isso dribla as defesas”, diz o especialista.
No caso do ministério da Saúde, ele acredita que essa tenha sido a possibilidade de invasão mais plausível. Depois do estrago já feito, os especialistas aconselham às vítimas a analisar por onde o ataque foi realizado, para eliminar as fragilidades que serviram de brecha para o invasor.
O Sul