Conab revisa para cima área plantada de trigo no Rio Grande do Sul

 Segundo a companhia, Estado irá semear 1,145 milhão de hectares, 23,1% a mais do que na última safra



A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revisou para cima as estimativas para a safra gaúcha de trigo. Segundo levantamento divulgado nesta terça, a área plantada com o cereal deve alcançar 1,145 milhão de hectares no Rio Grande do Sul, mais do que os 1,096 milhão previstos no levantamento do mês passado. Isso significa que a lavoura de trigo deve apresentar um crescimento de 23,1% em relação à última safra. Já a produção é calculada em 3,781 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 67,3% frente ao ciclo de 2020.

Segundo o superintendente da Conab no Rio Grande do Sul, Carlos Roberto Bestetti, ainda é possível que a área do trigo registre novo aumento no próximo levantamento. A alta é atribuída a vários fatores, em especial a valorização do cereal e a possibilidade de venda do grão para ração animal, além do fato de ser a principal cultura de inverno no Estado. "O trigo é a cultura que mais aprofunda raízes, então ajuda na estruturação do solo", complementa. No Rio Grande do Sul, as primeiras lavouras implantadas estão na fase de transição do ciclo vegetativo para o reprodutivo. A colheita se inicia em setembro, mas a maior parte ocorre em outubro.

Caso seja confirmada a estimativa, a produção gaúcha irá representar 44% do volume de trigo produzido no país, que é calculado em 8,5 milhões de toneladas. No entanto, as condições climáticas das lavouras podem influenciar nos resultados. As consequências das geadas registradas nas principais regiões produtoras nas últimas semanas ainda serão quantificadas pela Conab. De acordo com Bestetti, há o risco de novos episódios, porém, caso o fenômeno ocorra nesta semana, serão prejudicadas as lavouras mais adiantadas, em especial no Paraná.

Já as projeções para a produção nacional de grãos foram impactadas pelas adversidades climáticas. A cultura mais afetada é o milho. A segunda safra, com produção estimada em 60,3 milhões de toneladas, deve apresentar queda na produtividade de até 25,7%. No levantamento anterior, a produção era estimada em 66,97 milhões de toneladas. Segundo a companhia, a redução só não foi maior porque os altos preços do grão incentivaram o aumento da área plantada em 8,1%. Com o desempenho do milho, o país deve registrar uma produção total de 254 milhões de toneladas no ciclo 2020/2021, o que representa uma queda de 1,2% em relação à safra anterior. 

Correio do Povo


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BABILÔNIOS USAVAM CÁLCULO DO TEOREMA DE PITÁGORAS MIL ANOS ANTES DA CRIAÇÃO DA TEORIA, AFIRMA CIENTISTA

 Descoberta em 1894, uma placa de argila revelou que a relação geométrica era usada há cerca de 3,7 mil anos para dividir terras.

https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/historia-hoje/babilonios-usavam-calculo-do-teorema-de-pitagoras-mil-anos-antes-da-criacao-da-teoria-afirma-cientista.phtml?fbclid=IwAR12ocwo2QbiLTBmWXqSbNpdb54FEZTHzZjIaBrm-MheWYPKahvmh96O-o0

Senador José Serra é diagnosticado com mal de Parkinson

 Político irá se licenciar do cargo pelos próximos quatro meses para tratar doença, detectada ainda em estágio inicial



O senador José Serra (PSDB-SP) foi diagnosticado com mal de Parkinson e se licenciará do cargo pelos próximos quatro meses para tratamento médico, informou a assessoria do político. A confirmação da doença, ainda em estágio inicial, se deu após avaliações neurológicas finalizadas na semana passada. 

Neste período de quatro meses afastado, Serra passará por uma adaptação à medicação necessária, que também vai tratar do seu distúrbio do sono. Em seu lugar, assumirá o suplente José Aníbal. 

Em nota, a assessoria de Serra informou ainda que ele encontra-se em bom estado de saúde e que "está seguro de que, ao final desse período, retomará suas atividades com toda a disposição e proatividade".

Neste ano o parlamentar tem sofrido com problemas de saúde. No final do junho ele foi diagnosticado com Covid-19 e, apesar de estar assintomático, acabou internado para tratar uma pneumonia leve. Após a recuperação da Covid, o senador passou ainda por exames de rotina no hospital, que detectaram a necessidade do procedimento de cateterismo e colocação do stent no coração, para evitar obstrução dos vasos. 

Aos 79 anos, Serra é senador desde 2015 depois de um longo período na política em cargos do Legislativo e do Executivo. Ele já atuou como deputado, ministro do governo FHC, e também prefeito e governador do estado de São Paulo.

Sobre o mal de Parkinson

O mal de Parkinson é uma doença degenerativa que ainda não tem causas conhecidas. O que se sabe é que ela é desencadeada por uma série de fatores, que podem variar de um indivíduo para o outro e que envolve diferentes genes, mas especula-se que fatores ambientais também podem desencadear a doença.

A característica comum entre todos os pacientes é a morte das células do cérebro, principalmente dos neurônios que ficam em uma região chamada de substância negra, onde é produzida a dopamina.

R7 e Correio do Povo

TikTok ultrapassa o Facebook como aplicativo mais baixado de 2020

 Aplicativo chinês é estimado em ter um bilhão de usuários em todo o mundo, incluindo mais de 100 milhões no Estados Unidos



O TikTok foi o aplicativo mais baixado do mundo no ano passado, ultrapassando o Facebook e suas plataformas de mensagens, afirmou a rastreadora de mercado App Annie nesta terça-feira. O aplicativo de vídeos cresceu em popularidade, apesar dos esforços do ex-presidente americano Donald Trump para bani-lo ou forçar uma venda a investidores americanos, de acordo com a empresa de pesquisa.

O TikTok, propriedade da empresa chinesa ByteDance, é estimado em ter um bilhão de usuários em todo o mundo, incluindo mais de 100 milhões no Estados Unidos. Seus vídeos curtos são especialmente populares entre os jovens usuários de smartphones.

O presidente americano Joe Biden revogou em junho as ordens executivas de seu antecessor, que buscavam proibir o TikTok e o WeChat (também de propriedade chinesa) dos mercados dos EUA por questões de segurança nacional, mas ordenou uma revisão dos riscos potenciais de serviços de Internet estrangeiros.

Enquanto o debate político sobre a sensação dos vídeos compartilhados crescia, o TikTok saiu da quarta posição entre os aplicativos mais baixados em 2019 e alcançou o primeiro lugar no ano passado, de acordo com os dados da App Annie.

O TikTok ultrapassou o Facebook e dois dos maiores aplicativos de mensagens americanos, Messenger e WhatsApp, segundo a mesma fonte. A popularidade do TikTok levou o Instagram (propriedade do Facebook) a adicionar recursos de vídeos para aproveitar a tendência.

No mês passado, o TikTok começou a permitir que seus usários postassem vídeos de até três minutos de duração, triplicando o limite anterior para ficar à frente dos concorrentes.

O Facebook argumenta que o aumento da popularidade do TikTok desmente as alegações das autoridades americanas de que o grupo da Califórnia domina as redes sociais.

AFP e Correio do Povo

Incêndios florestais no norte da Argélia deixam ao menos 38 mortos

 Os focos de fogo são alimentados por uma forte onda de calor e também têm origem criminosa, afirmam autoridades



Ao menos 38 pessoas, entre elas 13 civis e 25 militares, morreram nos incêndios que devastam o norte da Argélia, principalmente em Cabília, informaram as autoridades nesta terça-feira, mencionando incêndios "de origem criminosa" alimentados por um episódio de onda de calor. Os incêndios, que começaram na segunda-feira à noite, mataram 13 civis, 12 deles em Tizi Ouzou, segundo um novo balanço fornecido pela agência oficial APS à tarde.

O presidente Abdelmadjid lamentou no Twitter a morte de 25 militares que tentavam apagar o fogo e apresentou suas condolências às famílias das vítimas. "Com grande tristeza recebi a notícia da morte como mártires de 25 militares, depois de terem conseguido resgatar mais de 100 cidadãos das chamas, nas montanhas de Bejaia e Tizi Ouzou", afirmou o presidente. A televisão pública apresentou um saldo semelhante.

Os incêndios declarados na região de Cabília, uma área arborizada e montanhosa densamente povoada, são agravados pela onda de calor na região, com temperaturas de até 46 ºC. O vento, junto à seca que afeta a região, dificulta as operações de extinção, afirmou Youcef Ould Mohamed, guarda florestal local, citado pela APS. Cinquenta incêndios ao mesmo tempo, é impossível. Esses incêndios são de origem criminosa", afirmou o ministro do Interior, Kamel Beldjoud.

A rádio pública argelina anunciou nesta terça-feira a prisão de três "incendiários" em Médéa (norte), onde também eclodiu um incêndio. Esses incêndios ocorrem enquanto a Argélia vive um verão escaldante marcado por uma escassez de água. Imagens impressionantes dos incêndios estão circulando nas redes sociais.

Durante um conselho de ministros realizado em 25 de julho, o presidente Abdelamdjid Tebboune ordenou a elaboração de um projeto de lei para punir severamente os responsáveis por incêndios criminosos em florestas, com penas de até 30 anos de prisão ou até prisão perpétua se o incêndio causar a morte de indivíduos.

No início de julho, três pessoas suspeitas de envolvimento em incêndios que devastaram 1.500 hectares de florestas no maciço de Aurès (nordeste da Argélia) foram presas. Maior país da África, a Argélia tem apenas 4,1 milhões de hectares de florestas, com um índice de reflorestamento de 1,76%. Todos os anos, o país é afetado por incêndios florestais. Em 2020, quase 44.000 hectares de talhadia viraram fumaça.

As autoridades anunciaram que prenderam vários autores de incêndios criminosos. Os incêndios que estão aumentando em todo o globo estão associados a vários fenômenos previstos pelos cientistas devido ao aquecimento global. O aumento da temperatura global, o aumento das ondas de calor e a queda da precipitação em alguns lugares é uma combinação ideal para o desenvolvimento de incêndios.

AFP e Correio do Povo

Dom Pedro II foi o primeiro a traduzir a obra mais conhecida da literatura árabe direto para o português: as Mil e Uma Noites

 Já em idade avançada, o Imperador brasileiro Dom Pedro II foi o primeiro a traduzir a obra mais conhecida da literatura árabe direto para o português: as Mil e Uma Noites. E o fez com um rigor raro para a época, revela uma dissertação de mestrado da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

A pesquisadora Rosane de Souza foi a primeira a ter acesso a parte de uma tradução assinada por Dom Pedro II, que não conseguiu concluir a obra antes de morrer.
Aos 62 anos, ele começou o processo. O último registro de texto traduzido é de novembro de 1891, um mês antes de sua morte.
Rosane destaca a preocupação com a fidelidade do texto em árabe. "Ele era um amante da cultura oriental e mantém tudo, até as características de linguagem do texto original", comenta. Uma surpresa, uma vez que até os dias atuais a versão mais conhecida do texto das Mil e Uma Noites no mundo ocidental é a que deriva de um texto francês, bastante modificado, trazido pelo orientalista Antonie Galland.
Dom Pedro II manteve até mesmo trechos eróticos que outros escondiam. "Quando viu-me riu-se no rosto de mim e apertou-me ao peito d'ella e a boca de mim sobre a boca d'ella", diz um dos trechos traduzidos. A tradução francesa do mesmo trecho fala apenas em "saudações".
O Imperador das Letras
A pesquisadora conta que vai continuar os estudos, tentando entender mais os fatos da vida pessoal do Imperador. Mas ela faz questão de destacar o lado intelectual de Dom Pedro II que era pouco conhecido no Brasil em sua época. "As pessoas o viam apenas como Imperador e o interesse por literatura não era valorizado", conta. Em cartas que trocava com escritores e autoridades estrangeiras, porém, era elogiado.
As traduções eram feitas por ele pessoalmente, embora a pesquisadora levante a hipótese de que por vezes seu professor estivesse ao lado. Pedro II não tinha qualquer ambição de publicar livros e escrevia por prazer, para treinar a fluência nos vários idiomas que falava:
"10h ½ Antes de jantar estudei árabe traduzindo As mil e uma Noites. Ainda traduzi a Odisséia e li provas da arte guarani de Restivo", conta em seu diário, também usado na pesquisa.
Rosane explica que Dom Pedro II sempre foi estimulado a estudar letras. Desde os 12 anos, sabia francês, inglês e latim. Do homem que ensinou árabe e levou ao Imperador o gosto pelo orientalismo, não se sabe muito.
Nos diários, o aluno o chama de F. Seibold. Alguns autores, conta Rosane, dizem que seu nome seria Christian Friedrich Seybold. "Ele acompanhou o Imperador em suas viagens ao exterior e até sua morte, no exílio (após a Proclamação da República)", acrescenta.
Ela ainda não sabe qual a influência do professor na qualidade das traduções, mas arrisca: "Mesmo estando presente, é possível verificar que ele não interferia muito na tradução, pela forma e por alguns erros de interpretação que estamos verificando".
Mil e Uma Noites
As Mil e Uma Noites são na verdade uma reunião de histórias encontradas em manuscritos de diferentes datas e origens. As histórias, divididas em número de noites, já foram reunidas de várias formas diferentes, o que dificulta a tradução e a fidelidade aos originais.
O ocidente conheceu a história pela tradução francesa de Galland, que faz muitos acréscimos e modificações. Pelo conteúdo, Rosane conseguiu identificar que Dom Pedro II não adotou a tradução de Galland, mas uma edição em árabe de 1825 chamada de edição de Breslau.
Ela contou com a ajuda do professor de literatura árabe Mamede Jarouche, da Universidade de São Paulo, que assina uma tradução das Mil e Uma Noites para o português feita direto do árabe e publicada no Brasil.
Rosane identifica a tradução do Imperador brasileiro como bastante fiel. Para se aproximar da forma como o árabe usa os pronomes muito próximo dos nomes, ele usou formas como "esposa de mim" e "filhos de mim", o que para a pesquisadora mostra consciência da língua.
Dom Pedro II também traduziu vários outros textos e escrevia poesias de sua autoria. Três livros com traduções suas chegaram a ser publicados, um após sua morte, em 1907.
Fonte: t.ly/F615
Via História Islâmica




Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1291931567888846

Deputados pressionam Eduardo Leite para sancionar a extinção da pensão de ex-governadores

 Aprovado em julho, Leite tem até a próxima segunda para sancionar o projeto



Os deputados da Frente Parlamentar de Combate aos Privilégios, da Assembleia Legislativa, enviaram carta ao governador Eduardo Leite (PSDB), solicitando a sanção de dois projetos aprovados na Casa antes do recesso parlamentar. A medida tem como objetivo pressionar Leite, que ainda não se manifestou, a sancionar a proposta que determinou o fim do pagamento das pensões aos ex-governadores.

O governador tem até a próxima segunda-feira para aprovar ou vetar o projeto e, caso não manifeste, o texto deverá voltar ao Parlamento, onde será promulgado. O documento também solicita a sanção do projeto que impede o pagamento de honorários de sucumbência para procuradores do Estado, aprovada no mesmo dia que o fim das pensões. 

"A sanção das duas leis significa o respeito ao povo gaúcho, representado na Assembleia Legislativa pelos parlamentares. Além disso, vai ao encontro do desejo da sociedade que vem pedindo, e apoiando, o fim do pagamento de privilégios injustificáveis", escreveu a deputada Any Ortiz (Cidadania), em publicação no Instagram.

Fim da pensão a ex-governadores 

A aprovação do projeto, na última sessão antes do recesso, contou com a maioria dos votos e foi motivo de comemoração em plenário. O texto, de autoria do deputado Pedro Pereira (PSDB), revoga lei nº 7.285, de 23 de julho de 1979, que trata da pensão vitalícia e prevê o fim da concessão de pensões a ex-governadores e viúvas no Rio Grande do Sul. Atualmente, nove ex-governadores recebem o benefício. São eles: Jair Soares, Pedro Simon, Alceu Collares, Antonio Britto, Olívio Dutra, Germano Rigotto, Yeda Crusius, Tarso Genro e José Ivo Sartori, além de quatro viúvas. Cada um recebe mensalmente mais de R$ 32 mil. 

Correio do Povo


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Fábrica da GM em Gravataí (RS) retoma produção na próxima segunda-feira

 Produção na unidade estava suspensa por falta de suprimentos desde março deste ano



A General Motors (GM) confirmou que a fábrica situada em Gravataí voltará a produzir a partir da próxima segunda-feira, dia 16, após cinco meses parada por falta de suprimentos, principalmente, semicondutores. Depois de três retornos adiados, a unidade instalada na região Metropolitana poderá voltar a produzir os automóveis Chevrolet Onix e Onix Plus, carros-chefes da empresa. O expediente ocorrerá apenas no primeiro turno. 

Empregados de 14 empresas sistemistas, aquelas instaladas no interior do complexo, voltaram a trabalhar para treinamento na segunda-feira, dia 9. A fábrica, que tem cerca de 5 mil funcionários, iniciou, no primeiro semestre, a formação de um banco de currículos de profissionais mesmo com os trabalhos suspensos desde março. A função era de operador de produção, mas GM não informou se haverá aproveitamento destes trabalhadores.  

Para o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí, Valcir Ascari, se o mercado reagir, é possível que sejam contratados. “Não tenho a informação de quantas pessoas foram demitidas no período, mas 600 pessoas do terceiro turno estão em lay-off (suspensão temporária do contrato de trabalho) faz um ano e cinco meses”, informou. Ascari comemora a volta da produção da GM. “É importante do ponto de vista do emprego dos trabalhadores. Mas também é importante para a arrecadação da cidade. O complexo é responsável por 45% da arrecadação de Gravataí”, lembrou. 

Em 2021, o Onix, antiga líder da sua categoria, fechou o semestre na 3ª posição, com 41.510 unidades emplacadas. No mesmo período, em 2020, foram 60.267 unidades vendidas em todo o Brasil. Hyundai HB20 e Fiat Argo, que ocupavam segunda e terceira posição, respectivamente, agora estão na liderança. A escassez de semicondutores – os mesmos utilizados em aparelhos de telefone celular, por exemplo – foi também responsável pela interrupção na produção de fábricas da Chevrolet em outros países. 

A fábrica da GM de São Caetano do Sul, em São Paulo, responsável por Onix Joy, Joy Plus, Spin e Tracker, tem o retorno agendado para 26 de agosto. 

Correio do Povo

Assembleia Legislativa do RS autoriza contratações emergenciais

 Os textos preveem o preenchimento de 35 vagas na Secretaria de Saúde e sete na FPE



A Assembleia Legislativa aprovou, nesta terça-feira, dois projetos que autorizam o governo do Estado a fazer a contratação de novos servidores para instituições públicas. Para a Secretaria de Saúde, em regime emergencial, serão 35 vagas, entre enfermeiros, farmacêuticos e contadores, por tempo determinado. Já para a Fundação Proteção Especial (FPE), serão sete vagas para dois cargos (enfermeiro e técnico de enfermagem). Apesar de ressalvas por parte de alguns deputados, os projetos, que estavam trancando a pauta, foram aprovados com unanimidade. 

Entre as críticas, por parte dos deputados, aos projetos está a falta de organização na estrutura do instituto. “Espanta a ineficiência da FPE, que possui um orçamento anual de aproximadamente R$ 140 milhões, com uma média de R$ 540 mil por abrigado", afirmou o deputado Giusppe Riesgo (Novo), líder da bancada,  sugerindo a adesão de convênios com organizações sociais sem fins lucrativos para a manutenção de abrigos. "A título de comparação, a prefeitura de Porto Alegre possui convênios com organizações sociais sem fins lucrativos para a manutenção de abrigos. Em alguns casos, o custo operacional chega a ser oito vezes menor”.

Outra crítica veio da deputada Sofia Cavedon (PT). Uma vez que, segudo ela, as contratações deveriam ser feitas por meio de concurso público, explicando que o atendimento prestado pela FPE é "complexo" e que o governo já teria várias terceirizações na Fundação, que "são caras e não são de boa qualidade".

As novas contratações terão custos, ainda para este ano, estimado de R$ 1,30 milhão na Saúde e R$ 260 mil na FPE. A medida que prevê as novas contratações na Fundação tratam do cumprimento de um decisão judicial e são para atuarem no abrigo Cônego Paulo de Nadal.

O último projeto do Executivo aprovado, também por unanimidade, transferiu rodovias do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNTI) ao governo do Estado.

Correio do Povo

A pequena aldeia de Endensor na Inglaterra

 



Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1291861624562507