Pix, WhatsApp e FGTS: Veja 10 golpes virtuais e como se prevenir

 Golpes virtuais têm evoluído na mesma proporção que a tecnologia.

Golpe do WhatsApp, PIX, perfil falso nas redes sociais, FGTS, plataformas fakes de compra e venda e até promessa de vacina. Essas são algumas das "iscas" que golpistas usam para conseguir vantagem na internet, e tem dado certo. Os golpes virtuais têm evoluído na mesma proporção que a tecnologia e, hoje, no Brasil, já foi alcançado a triste marca de um golpe financeiro a cada 6 segundos.

Segundo pesquisa da PSafe, empresa especializada em segurança digital, somente no primeiro semestre de 2021, já são mais de 2,3 milhões de detecções de roubo de informações bancárias e de cartão de crédito. A clonagem do WhatsApp, por exemplo, vitimiza cerca de 15 mil brasileiros por dia.

Veja alguns dos principais golpes aplicados nos dias atuais e como se prevenir:

1. Clonagem do Whatsapp

Uma das fraudes comuns tem sido a clonagem de WhatsApp por meio de código de verificação. Normalmente, o golpista oferece uma vantagem na contratação de serviços ou benefícios grátis, se passando por lojas, pousadas ou bancos. Para conceder o benefício, o golpista solicita o número do celular e diz que vai enviar um código SMS.

Acontece que o código solicitado é de acesso do WhatsApp e, ao encaminhar para o golpista, ele tem acesso ao aplicativo e todos os contatos. Com as informações em mãos, começa a extorquir as pessoas e também usa os dados pessoais para praticar outros crimes.

2. Golpe do PIX

Vários golpes envolvem a nova modalidade bancária que é o PIX. Uma delas é quando o criminoso se aproveita do desconhecimento da vítima sobre as formas de cadastro das chaves.

O golpista se passa por funcionário de uma instituição financeira e oferece ajuda para cadastrar ou informa que é preciso fazer um teste com o sistema de pagamentos para regularizar o registro. A vítima, então, é induzida a fazer uma transferência via PIX.

Outro método, que surgiu com a pandemia, são códigos QR adulterados. Diante das lives que são organizadas, criminosos baixam os arquivos de vídeo e trocam o QR Code, colocando o seu próprio e recebem as doações.

3. Pacote de dados gratuito

Semelhante ao do WhatsApp, o golpista promete pacote com 7 GB de internet gratuita para estimular os brasileiros a ficarem em casa diante da pandemia. O benefício é enganosamente atribuído à Anatel, que já divulgou um alerta sobre a fraude.
Ao clicarem no link suspeito, as vítimas eram direcionadas a um site que pedia informações sobre a linha telefônica do usuário.

4. Fechamento de agências bancárias

Uma mensagens SMS em nome de instituições financeiras é enviado para o celular da vítima, alegando o fechamento de agências bancárias e solicitando que abra um link e preencha um cadastro com informações pessoais. O objetivo é captar informações pessoais dos consumidores.

Um outro golpe também aplicado em nome dos bancos é sobre o "novo gerente da conta". O cliente recebe uma mensagem supostamente do banco, informando que houve uma alteração no gerente da conta. O consumidor recebe um contato do possível novo gerente e o golpista começa a solicitar informações pessoais, alegando que tem novos investimentos e aplicações para indicar ao cliente.

5. Vacina contra covid-19

Mais atual que nunca, criminosos se passam pela OMS para difundir vírus por e-mails. Alguns conteúdos alegam que a vítima pode estar infectada pelo coronavírus, outros oferecem um agendamento online para vacinação contra a covid-19. A vítima, então, passa dados pessoais e contatos.

6. Perfil falso nas redes sociais

Também para conseguir dados pessoais, estelionatários criam perfis falsos de empresas, ONGs e entidades do governo, como o Procon, utilizando nomes de usuário muito parecidos com os oficiais.

Esses perfis falsos interagem com os seguidores das páginas oficiais, respondem comentários e enviam mensagens inbox e solicitam informações pessoais com a desculpa que os dados são necessários com a finalidade de realizar um cadastro para registrar as solicitações.

7. FGTS

Com a divulgação dos calendários de saques do FGTS, os golpes virtuais usar a temática como isca para novas vítimas. Os cybercriminosos criam uma página com a falsa proposta de cadastro para o saque do benefício, e através dessa página solicitam dados pessoais das vítimas. Em seguida pedem o compartilhamento do link malicioso com seus contatos, como uma suposta garantia para o recebimento do valor de até R$3,9 mil.

Para dar ainda mais veracidade ao golpe, os criminosos simulam ainda falsos comentários de pessoas que teriam obtido sucesso em receber o benefício. Não é uma metodologia nova, é um golpe que a cada oportunidade é repaginado pelos golpistas.

8. Páginas falsas de empresas

O golpe consiste em envio de links por mensagens eletrônicas (geralmente e-mails), em nome de marcas conhecidas, com propostas diversas, desde atualizar o cadastro do cliente até brindes e ofertas irresistíveis. É enviado um e-mail, em nome de um renomado site de comércio eletrônico, cia aérea instituição financeira, etc, que tenta induzir o usuário a clicar em um link.

Ao clicar no link, a vítima é direcionada para uma página da web falsa, idêntica ao site que a pessoa realmente deseja acessar, onde são solicitados os seus dados pessoais e senhas. O intuito de todas elas é roubar seus dados para fazer transações em seu nome.

Outra forma que golpistas aplicam o golpe é com anúncios de produtos usados em plataforma conhecida de compra e venda livre de mercadorias. Eles clonam as publicidades e se passam por vendedores. As vítimas acreditam nos anúncios, efetuam o pagamento do produto, porém nunca recebem.

9. Golpe da selfie

O consumidor realiza a compra em uma loja virtual através do Mercado Livre. O golpista pede que o consumidor envie uma foto da identidade e também uma selfie com o documento em mãos para emitir a nota fiscal.

Em posse dos documentos, os fraudadores se fazem passar pelo consumidor e informam à plataforma que já receberam a mercadoria, para que o valor a receber seja liberado. O fraudador recebe da plataforma o valor pago pelo consumidor, porém não enviam o produto.

10. Receita Federal e dívidas

Um e-mail falso informa recebimento de intimação/comunicação da Receita Federal de inquérito ou notificação, sempre acompanhado de anexo para atrair o clique do usuário no documento. Além de roubar os dados da vítima, pode causar vários danos e infectar o computador com vírus.

Outro método utilizado pelo golpista é a criação de páginas e anúncios em nome de grandes bancos de empréstimo chamando a atenção para descontos em quitação de dívidas. A vítima clica no link e informa todos os dados pessoais e do empréstimo. Logo após o golpista envia o boleto falso para pagamento.

Cuidados para não cair em golpes e fraudes

- Desconfie sempre de ofertas muito vantajosas e de produtos milagrosos;
- Confira sempre se o endereço no navegador é o endereço oficial da empresa, sem complementos no link;
- Evite clicar em links e prefira sempre digitar o endereço no navegador;
- Antes de fornecer informações pessoais para realização da compra, certifique-se que o site é o correto;
- Se for clicar em links de e-mails recebidos, confira antes o remetente do e-mail para ter certeza de que foi enviado realmente pela empresa;
- Acesse a rede social apenas pelo app oficial instalado no celular ou digitando o endereço da plataforma diretamente no navegador do seu computador ou smartphone;
- As instituições financeiras não solicitam senhas, nem atualização cadastral através de e-mail ou mensagem. Caso receba algum comunicado solicitando, entre em contato imediatamente com a sua agência;
- Identificou algo suspeito? Entre em contato com o SAC da empresa antes de baixar qualquer arquivo, clicar em link ou informar dados pessoais;
- Geralmente empresas não solicitam dados pessoais sem que o consumidor tenha entrado em contato para realizar alterações;
- Ao efetuar compra de produtos através de boleto bancário, dê preferência para os sites conhecidos. Muitos golpes são praticados em compras feitas em boleto bancário;
- Se for comprar em loja virtual que você nunca comprou antes através de boleto bancário, observe o nome do cedente e o CNPJ. Os sites confiáveis não costumam enviar boleto no qual o nome do cedente é uma pessoa física.

Fonte: migalhas.com.br - 06/08/2021 e SOS Consumidor

Juiz condena companhia elétrica a retirar poste de imóvel e indenizar casal no CE

 O fornecedor do serviço responde independentemente da existência de culpa, por danos causados ao consumidor, em razão de ineficiência do serviço.

Com base nesse entendimento, a juíza Juliana Bragança Fernandes Lopes, da Vara Única da Comarca de Ipu, no Ceará, condenou a companhia de energia elétrica local (Enel) a retirar um poste que atrapalhava obra no imóvel de um casal e a indenizá-lo em R$ 5 mil.

Segundo os autos, os reclamantes tiveram que paralisar a obra de ampliação de sua residência por conta de um poste de iluminação pública instalado dentro de sua propriedade. Ao solicitar à retirada, a companhia de energia elétrica apresentou um orçamento de R$ 18 mil. Eles então decidiram acionar o poder judiciário para que o poste fosse retirado.

Em sua defesa, a empresa alegou que o poste está instalado em via pública e que quando o casal comprou a casa o equipamento de iluminação já estava lá instalado. Também sustentou que a construção dos autores da ação avançou para além da extensão do imóvel.

Ao analisar o caso, o magistrado apontou que já que se trata de demanda consumerista se deve adotar as premissas do Código de Defesa do Consumidor. Ele pontuou que a parte autora apresentou escritura pública comprovando que adquiriu o imóvel no ano de 1985, enquanto a companhia elétrica não apresentou qualquer documento capaz provar sua alegação de que o poste ali já estava instalado.

"A promovida não conseguiu demonstrar nenhum fato que a exima de sua responsabilidade de retirar o poste. Configurado o dano moral reclamado mediante ação substantiva e derivado nexo causal, não sendo o caso de mero aborrecimento ou capricho, pois é perceptível na situação fática o prejuízo de ordem emocional, ante a privação do direito de propriedade", afirmou o juiz.  

Clique aqui para ler a decisão
0008211-96.2017.8.06.0095

Fonte: Conjur - Consultor Jurídico - 08/08/2021 e SOS Consumidor

Vagas de emprego em Porto Alegre - 10.08.2021

 

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Usuários do iFood reclamam de instabilidade no aplicativo

 Clientes relatam que a página inicial não está carregando, e, quando isso acontece, não é possível finalizar as solicitações.

O aplicativo de delivery iFood apresentou instabilidade na noite desta sexta-feira (06). De acordo com os usuários nas redes sociais, a página inicial do aplicativo não está carregando, e, quando isso acontece, não é possível finalizar o pedido.

 

De acordo com os relatos, os pedidos que já haviam sido realizados antes da falha também não estão visíveis na plataforma. Algumas pessoas informaram que acharam que o pedido havia sido cancelado e decidiram comprar em outro lugar:

Usuária informa que pedidos já realizados não estão visíveis no ifood. — Foto: Reprodução / Twitter

Usuária informa que pedidos já realizados não estão visíveis no ifood. — Foto: Reprodução / Twitter

Na plataforma Downdetector, que reúne registros de instabilidades em serviços, o sistema de pedidos de comida teve um pico de reclamações às 21h00 (horário de Brasília), com mais de 1.300 manifestações. 

As notificações enviadas na ferramenta por conta da falha começaram a crescer por volta das 20h30.

Downdetector reporta mais de 1300 reclamações do aplicativo iFood. — Foto: Reprodução / Downdetector

Downdetector reporta mais de 1300 reclamações do aplicativo iFood. — Foto: Reprodução / Downdetector

Em nota enviada ao G1 no sábado (7), o iFood disse que "lamenta o ocorrido e esclarece que houve uma instabilidade na plataforma que impactou na realização de alguns pedidos".

"O time de tecnologia solucionou o ocorrido e o aplicativo está funcionando normalmente", afirmou o app.

Fonte: G1 - 06/08/2021 e SOS Consumidor

Apple é condenada por defeito em celular após contato superficial com água

 por Tábata Viapiana

Por violação ao dever de informação, a 25ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo condenou a Apple a devolver o valor pago por um cliente por um Iphone que apresentou defeito após contato superficial com água.

Consta dos autos que o consumidor adquiriu um Iphone XS com informações de que o aparelho seria resistente à água, em profundidade máxima de dois metros e por até 30 minutos. Ele disse que seu celular foi atingido por alguns respingos de água e parou de funcionar, ainda no período de garantia.

O consumidor procurou uma assistência técnica autorizada da Apple, que constatou que o aparelho estava molhado por dentro e os sensores internos de umidade estavam ativos. Porém, segundo ele, a Apple se recusou a efetuar o conserto, sem cobranças extras, ou substituir por outro celular, o que motivou o ajuizamento da ação.

A empresa foi condenada em primeira instância e a sentença foi mantida pelo TJ-SP. Para a relatora, desembargadora Carmen Lúcia da Silva, o cliente não foi devidamente informado sobre as hipóteses excludentes da garantia em caso de contato do aparelho com água.

"As obrigações devem ser regidas pelo princípio da boa-fé contratual. Não obstante, exigem deveres secundários e anexos, como os deveres de informação, colaboração e auxílio. Seguindo essa lógica, é possível dizer que o objeto do contrato não se resume à oferta publicitária de produtos ao público em geral, mas também cumprir a legislação que regula as relações de consumo", disse. 

Silva afastou o argumento da Apple de que o defeito no celular teria sido decorrente de mau uso: "As especificações técnicas divulgadas nos canais de comunicação da ré não deixam dúvidas e fazem o consumidor se convencer de que o iPhone XS possui resistência de funcionalidade mesmo quando submergido em líquido numa profundidade máxima de dois metros e pelo limite de tempo de até 30 minutos".

Assim, para a relatora, a Apple não se desincumbiu do ônus probatório que lhe cabia, principalmente a demonstração técnica em juízo de que o aparelho adquirido pelo cliente passou a apresentar defeito após ser exposto à situação de resistência à água superior aquela prevista nas especificações técnicas.

"Ficou evidenciado, portanto, que as regras protetivas ao direito do consumidor não foram observadas pela apelada quando colocou no mercado de consumo o aparelho iPhone XS, sobretudo os dispositivos legais supramencionados. Logo, sem maiores delongas, a manutenção da sentença recorrida é medida de rigor", finalizou. A decisão foi unânime.

Clique aqui para ler o acórdão
1005237-85.2020.8.26.0005

Fonte: Conjur - Consultor Jurídico - 08/08/2021 e SOS Consumidor

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Produção e venda de veículos caem em julho; estoque é o mais baixo das últimas duas década

 Segundo a Anfavea, produção recuou 2% ante junho e 4,2% na comparação com julho de 2020. Setor tem sido afetado pela crise na oferta de semicondutores.

As montadoras do país registraram quedas de produção e vendas em julho ante junho e terminaram o mês passado com o menor volume de veículos prontos em estoque em mais de duas décadas, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pela associação que representa as fábricas no país, Anfavea.

A produção recuou 2% no mês passado ante junho, para 163,6 mil unidades, enquanto na comparação anual, o volume produzido mostrou uma queda de 4,2%.

Já as vendas de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus tiveram baixa de 3,8% no comparativo mensal e ligeiro incremento de 0,6% na relação anual, para 175,5 mil unidades, segundo a entidade.

O volume de veículos exportados em julho somou 23,8 mil unidades, um tombo de 29% ante junho e redução de 18,4% frente ao mesmo mês de 2020.

Crise na oferta de semicondutores 

O setor fechou o mês passado com o menor nível de estoques desde que as medições começaram em 1999, a 85,1 mil veículos novos, suficiente para 15 dias de vendas. No início da pandemia, o volume disponível em pátios de montadoras e concessionárias somou 267 mil unidades, segundo dados da Anfavea.

O presidente da entidade, Luiz Carlos Moraes, afirmou em entrevista a jornalistas que a crise na oferta de semicondutores persiste e afirmou que o problema foi responsável por uma perda de produção no primeiro semestre de 100 mil a 120 mil veículos.

De janeiro ao fim de julho, o setor produziu 1,31 milhão de veículos, salto de 45,8% sobre um ano antes, cuja base de comparação é prejudicada por causa da paralisação de fábricas durante os primeiros meses da pandemia no país. O acumulado de vendas na mesma comparação mostra alta de 27%, a 1,25 milhão de unidades.

O quadro é diferente, no entanto, para o segmento de caminhões, cuja produção em julho subiu 1,1% sobre junho, mais do que dobrando sobre um ano antes, para 14,8 mil unidades. O segmento também é afetado pela crise na oferta de chips, mas com menor intensidade devido aos volumes de produção, disse Moraes.

No acumulado de 2021, a indústria produziu 89,5 mil caminhões, 115% acima do volume de um ano antes. Segundo a Anfavea, a produção do segmento nos primeiros sete meses do ano marca o maior acumulado desde 2013. Já o acumulado de vendas é o melhor desde 2014, com 70,7 mil caminhões.

Questionado sobre como o setor tem se movimentado para se preparar para uma eventual crise na oferta de energia, dado o baixo nível dos reservatórios de hidrelétricas do país, Moraes afirmou que mudança da atividade das fábricas para fora dos horários de pico "pode ser uma alternativa", mas dependendo da fábrica e do ritmo de produção.

Segundo ele, o setor de veículos tem feito reuniões periódicas com o Ministério de Minas e Energia, mas não deu detalhes.

Fonte: G1 - 06/08/2021 e SOS Consumidor

Bancos se preparam para subir juros na esteira da alta da Selic

 por Isabela Bolzani

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Taxas devem subir até 3,5 pontos, diz especialista, mas estabilizarem abaixo dos níveis pré-crise

O aumento da taxa básica de juros anunciada nesta quarta-feira (4) deve impulsionar um ajuste para cima nos juros cobrados da ponta consumidora ao longo dos próximos meses.

A tendência de alta deve ser vista nos quatro maiores bancos de capital aberto do país (Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander).

 

Alguns efeitos já conseguem ser percebidos diante das recentes altas da Selic. Recentemente, por exemplo, o Itaú anunciou um aumento nos juros cobrados no financiamento imobiliário tradicional, de a partir de 6,9% ao ano + TR (taxa referencial, atualmente zerada), para taxas a partir 7,3% ao ano + TR.

Antes dele, Bradesco e Santander já haviam feito anúncios semelhantes de aumento nos juros do crédito imobiliário.

“A partir do momento em que a Selic sobe é natural que [esse aumento] seja repassado às operações de crédito. Não tem como isso ser evitado”, disse o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari em entrevistas a jornalistas para falar sobre os resultados do banco no segundo trimestre.

Na quarta-feira (4), o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central elevou a taxa básica em 1 p.p. (ponto percentual), para 5,25% e sinalizou pelo menos mais um aumento na mesma dimensão para a próxima reunião.

O último relatório Focus aponta que a estimativa é a de uma Selic em 7% ao ano ao final de 2021, mas analistas de mercado afirmaram que essa sinalização de um aumento mais robusto da taxa já inclinou a curva de juros futuros para cima e que, a depender do resultado das próximas reuniões, essa expectativa para a taxa básica pode subir.

A alta esperada na média das taxas de juros também considera as perspectivas de retomada da economia, que devem promover um volume maior de concessões de crédito em linhas com menos garantias –como crédito pessoal e cartão de crédito.

Segundo o vice-presidente de gestão financeira, meios de pagamentos e de relações com investidores do Banco do Brasil, José Ricardo Fagonde Forni, apesar da expectativa de alta dos juros, há uma maior competitividade no sistema financeiro que precisa ser considerada.

“Todo o mercado deve reprecificar seus produtos de certa maneira e nós vamos acompanhar esse movimento. Mas é lógico que em muitos segmentos de alta competitividade, o repasse dessa elevação vai precisar ser dentro do possível para manter a competitividade e buscar o crescimento da carteira de crédito”, afirmou.

Cálculos do professor da Saint Paul Escola de Negócios e especialista em crédito Maurício Godoi, trouxeram a estimativa de um aumento entre 3 e 3,5 pontos percentuais na média das taxas de juros tanto para pessoas físicas quanto para empresas até o início do segundo trimestre do ano que vem.

No último relatório de crédito do Banco Central, as taxas médias para pessoas físicas estavam em 24,6% ao ano, enquanto os juros médios para pessoas jurídicas estavam em 12,4% ao ano.

Essa é uma média entre os juros de todas as linhas de crédito livre disponíveis no sistema financeiro. Isso significa que considera desde as taxas do consignado (18,7% ao ano) até os juros do cheque especial (125,6% ao ano), por exemplo. Assim, o aumento dos juros não tende a ser proporcional entre as linhas.

“Teremos duas operações distintas [de retomada no crédito]. De um lado, considerando que a economia já começa a se recuperar, teremos aquele que vai fazer compras e consumir por meio do cartão, por exemplo, ou fazer a troca de carro ou a compra de um imóvel”, afirmou Godoi.

“De outro, ainda temos muita gente procurando emprego ou com redução de salário, sem contar os efeitos da inflação na renda do consumidor. Isso também pode trazer um aumento na busca de recursos para o pagamento de dívidas”, completou.

O maior volume de concessões de recursos somado às taxas mais altas também podem implicar em um eventual aumento da inadimplência.

Segundo o presidente do Itaú Unibanco, Milton Maluhy, isso tende a refletir no balanço dos bancos em forma de custo de crédito, que é o quanto o banco gasta para emprestar —considera reservas contra calotes e desvalorização de ativos (impairment), por exemplo.

“Além disso, é preciso considerar que ainda vivemos um ambiente controlado, de auxílio emergencial e que uma eventual redução desse subsídio pode pressionar a inadimplência do período”, afirmou.

“Assim, em termos de custo de crédito sobre a carteira, ainda devemos ter algum aumento neste ano. Mas é algo que já deve se estabilizar em 2022, abaixo dos níveis pré-crise”, completou Maluhy.

RAIO-X DOS BANCOS NO 2º TRIMESTRE

Lucro líquido
Banco do Brasil: R$ 5,039 bilhões
Bradesco: R$ 6,319 bilhões
Itaú Unibanco: R$ 6,543 bilhões
Santander: R$ 4,171 bilhões

Carteira de crédito no Brasil
Banco do Brasil: R$ 766,5 bilhões
Bradesco: R$ 726,5 bilhões
Itaú Unibanco: R$ 699 bilhões
Santander: R$ 439,8 bilhões

Margem financeira bruta
Banco do Brasil: R$ 14,5 bilhões
Bradesco: R$ 15,7 bilhões
Itaú Unibanco: R$ 18,8 bilhões
Santander: R$ 13,4 bilhões

ROE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido)
Banco do Brasil: 14,4%
Bradesco: 17,6%
Itaú Unibanco: 18,9%
Santander: 21,6%

Funcionários
Banco do Brasil: 85.518
Bradesco: 87.362
Itaú Unibanco: 98.250
Santander: 46.426

Agências e pontos de atendimento
Banco do Brasil: 11.768
Bradesco: 7.048
Itaú Unibanco: 4.326

Fonte: Folha Online - 06/08/2021 e SOS Consumidor

Eucalipto arco-íris (Eucalyptus deglupta)

 O Eucalipto arco-íris (Eucalyptus deglupta) é uma árvore perene de grande porte, que se destaca pelo colorido espetacular do seu tronco. ... É o único representante do gênero dos eucaliptos que ocorre naturalmente no hemisfério norte, nas Ilhas da Nova Bretanha, Nova Guiné, Ceram, Celebes e Mindanau.

A sua característica mais impressionante é o tronco, que desenvolve a sua casca em tons de verde, azul, laranja, vermelho e roxo.
À medida que cresce, a casca vai constantemente caindo em tiras para revelar novas cores e padrões, evoluindo sua beleza o tempo todo.
Com uma casca multicolorida que parece ter sido decorada com um pincel gigante, eles parecem ser algo saído de um filme de animação. Mas elas crescem naturalmente e são nativas de regiões tropicais como Austrália, Filipinas, Indonésia e Papua Nova Guiné.
Por ser uma espécie rústica e pioneira ela é utilizada com sucesso em áreas de reflorestamento com solos pobres, arenosos ou de recente atividade vulcânica.
Uma verdadeira obra de arte da natureza!
Fotografias por:
• 1: Matthias Haker
• 2: Desconhecido(a)



Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1291704431244893

Uruguai abrirá fronteiras a estrangeiros com propriedades no país em setembro

 Presidente Lacalle Pou esclareceu que esquema de imunização deve estar completo



O Uruguai vai abrir suas fronteiras a estrangeiros com propriedades no país a partir de 1º de setembro, dois meses depois dos demais, anunciou nesta segunda-feira (9) o presidente Luis Lacalle Pou, esclarecendo que nos dois casos as pessoas terão que estar completamente imunizadas.

"A partir de 1º de setembro, vai ser permitida a entrada no nosso país daqueles (estrangeiros) que demonstrarem ser proprietários", com esquema de vacinação completa e PCR negativo na entrada, disse o presidente em coletiva de imprensa.

Os proprietários poderão entrar com cônjuges, companheiros e filhos. No caso de filhos menores não será exigida a imunização, visto que muitos países ainda não estão vacinando adolescentes.

Lacalle disse que "pode existir a possibilidade" de que estes menores sejam vacinados gratuitamente, mas esclareceu que "é uma decisão que ainda não foi tomada".

Em uma segunda etapa, em 1º de novembro, as fronteiras serão abertas a todos os demais estrangeiros com imunização completa.

As especificações sobre o protocolo de entrada, que indique se haverá necessidade de um segundo PCR ou quarentena, serão informadas pelo Ministério da Saúde Pública nos próximos dias.

O presidente disse que as decisões serão tomadas levando-se em conta o contexto sanitário favorável no país.

Com 3,5 milhões de habitantes, o Uruguai está com 73% da sua população com apenas uma dose da vacina anticovid, enquanto 65% já estão com o esquema completo.

As autoridades sanitárias aprovaram inclusive uma dose de reforço da Pfizer para todos os que já tomaram duas doses da Coronavac, do laboratório chinês Sinovac. A aplicação desta terceira dose começará na próxima segunda.

O alto índice de imunização se relaciona com a brusca queda de contágios, mortes e internações em unidades de terapia intensiva por Covid-19 desde junho.

O sábado foi inclusive o primeiro dia de 2021 em que o Uruguai não registrou nenhuma morte com diagnóstico de covid-19, o que se repetiu no domingo quando, meses atrás, o país chegou a permanecer durante semanas como o país com mais óbitos diários com relação à sua população.

Desde o início da pandemia, o Uruguai acumula 5.989 mortes por covid-19 e 382.607 casos.

AFP e Correio do Povo


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