Ministério da Defesa lança Nota Oficial sobre impropérios ditos pelo senador Aziz.

 



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Pequeno histórico dos Governos Militares no Brasil

 Considero-me qualificado para esta breve análise dos governos militares que administraram a nação de 1964 até 1985, não apenas porque vivi durante todo este período, mas principalmente pela minha condição de professor de História no Ensino Médio e Superior, gestor de inúmeras Instituições de Ensino além de escritor, plenamente cônscio de tudo que ocorreu durante todo este período.

Assim, recém saído do Curso de História da PUC de São Paulo, guardo na memória de forma muito consciente os Movimentos organizados pela TFP que derrubou o governo do presidente João Goulart, dos quais participei ativamente, muito por conta de toda formação que recebi naquela Instituição onde tive o privilégio de ter sido aluno do emérito Dr. Plínio Correa de Oliveira, professor catedrático, deputado federal Constituinte em 1934, insigne fundador da TFP (Tradição, Família e Propriedade) organização civil de inspiração católica tradicionalista e conservadora, pautada na tradição, no combate às ideias socialistas e comunistas, propunha vigorosa reação (Contra revolução) com base no amor aos princípios cristãos e na aversão à desordem.
Por conta deste meu breve histórico, afirmo com muita convicção que não foram os militares que quiseram a derrubada do governo, embora desautorizados por uma incitação do Presidente de quebra (desobediência) da hierarquia militar em seu discurso de 13 de março de 1964. Assim, na verdade foi o povo que saiu às ruas com o apoio da maioria dos jornais às manifestações populares do dia 19 de março de 1964 na Praça da Sé e posteriormente de outra no Vale do Anhangabaú, a "Marcha da Família Com Deus pela Liberdade", que reuniu cerca de 500 mil pessoas, onde estive presente, em repúdio a tentativa de implantar no Brasil um regime comunista em desrespeito à Constituição, aos valores tradicionais da família e da propriedade.
Acuado e impossibilitado de se manter no cargo, em 31 de março d 1964 Goulart retira-se para Porto Alegre e posteriormente foge para o Uruguai, permitindo ao Congresso Nacional, convocado no dia 2 de abril de 1964, o Senador Auro de Moura Andrade procede à leitura do ofício sobre a ausência de João Goulart da sede do poder em Brasília, portanto declara vaga a presidência da República, que em boa hora, dias depois, foi assumida pelos militares para descontentamento dos comunistas e dos oportunistas inconformados, mas para satisfação da maioria do povo brasileiro.
Inicia-se então o período militar, ferrenhamente contestado pelos opositores que passaram a fazer guerrilha urbana e rural, muitos treinados na sangrenta ditadura de Cuba e que objetivavam implantar um regime semelhante no Brasil. Mas enfrentaram com justificada procedência a repressão militar que muito ao contrário da patranha que propagam os atuais esquerdistas, pois entre combatentes da guerrilha, mortos nas prisões brasileiras ou desaparecimentos, foram 429 os opositores que perderam a vida; mas encobrem que os guerrilheiros mataram 119 pessoas inocentes em assaltos a bancos e outras ações terroristas urbanas e rurais.
Ora, apenas para comparar com a ditadura Cubana do facínora Fidel Castro, exaltada com total admiração cívica pela ignóbil Dilma Rousseff quando lhe presenteou com a construção do Porto de Mariel, enquanto que na mesma época dos governos militares no Brasil, estima-se que Cuba tinha 6,5 milhões de habitantes, e o Brasil quase cem milhões. Assim sendo, nada menos de 50 mil pessoas fugiram da ditadura comunista para a Flórida, simultaneamente foram executadas na ilha 17 mil pessoas, porém não se sabe quantas morreram nas masmorras cubanas.
O período militar estabeleceu um regime alinhado, politicamente, aos Estados Unidos da América e acarretou profundas modificações na organização política econômica e social do país. Por outro lado reconheço que houve uma censura rígida aos meios de comunicação; perseguição e prisão com imposição de exílio aos extremistas por conta de suas ações, mas trouxe para a maioria da população ordeira e trabalhadora muita paz e tranqüilidade comprovada pelos baixos índices de criminalidade com 11,0 assassinatos para cada 100 mil habitantes, ao passo que durante os governos esquerdistas do PT este índice passou para 31,6 para cada 100 mil habitantes.
O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu muito durante os governos militares, sendo que em 1973 chegou ao seu auge com o índice de 14,0%, decorrente do notável crescimento que inseriu o país no caminho das grandes potências incluído entre as dez maiores economias do mundo; por outro lado os governos petistas registraram ao seu início um crescimento de 1,1% em 2003, sendo de 0,6% em 2009; por sua vez Dilma por conta de seu desempenho teve o 3º pior PIB em 127 anos da História do Brasil, recuando uma média 1,2% ao ano até atingir 0,1% entre 2015 e o primeiro semestre de 2016, ano em que felizmente ela foi afastada da Presidência, deixando um detestável índice da maior taxa de desemprego da História do Brasil representada por 12/5% da população ativa.
Talvez alguns possam discordar da minha opinião sobre os governos militares aqui exaradas, mas os índices e os números são fidedignos e revelam que não houve uma ditadura militar no Brasil, mas sim governos militares preocupados com o crescimento do país e nunca com enriquecimento pessoal, pois todos os presidentes morreram de forma modesta destituídos de grandes bens materiais ou riqueza exuberante, sendo que nenhum deles foi acusado ou preso por corrupção no trato da coisa pública, como hoje podemos constatar muitos políticos corruptos, verdadeiros facínoras e criminosos comprovadamente beneficiados pela impunidade e por uma Justiça facciosa!


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Ministro da Economia diz que PIB de 2021 do Brasil vai surpreender

 


O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quarta-feira (6) que o Brasil vai crescer este ano de 5% a 5,5%, exaltando a recuperação da economia brasileira em meio à pandemia de coronavírus.

Em audiência na Câmara, Guedes disse que o País está surpreendendo o mundo. As projeções econômicas para o PIB de 2021 apontados por Guedes desta vez foram maiores do que as projeções recentes feitas pelo Ministério da Economia ou pelo próprio ministro.

Em 18 de maio, o Ministério da Economia havia elevado a sua projeção de crescimento do PIB este ano para 3,5%. Há cerca de um mês, ao tratar da recuperação econômica do País e das recentes revisões de projeções para cima de instituições para o PIB deste ano, Guedes elevou novamente a expectativa. Disse que a pasta ainda mantém cálculo conservador, “entre 4% e 5%” para o PIB de 2021.

Guedes foi inicialmente convocado pela Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara para falar sobre divergências em dados da Previdência apontadas por técnicos do Tribunal de Contas da União (TCU), mas acabou em sua exposição inicial discorrendo principalmente sobre a atuação do governo na pandemia.

O PIB durante a pandemia

No ano passado, o PIB do Brasil tombou 4,1%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A atividade econômica registrou a maior contração desde o início da série histórica atual do IBGE, iniciada em 1996. “Foi o maior recuo anual da série iniciada em 1996. Essa queda interrompeu o crescimento de três anos seguidos, de 2017 a 2019, quando o PIB acumulou alta de 4,6%”, informou o Instituto.

Em valores correntes, o PIB chegou a R$ 7,4 trilhões no primeiro ano da pandemia. Já o PIB per capita (por habitante) em 2020 foi de R$ 35.172, com queda de 4,8% – a maior já registrada em 25 anos.

Considerando a série histórica anterior, iniciada em 1948, o tombo de 4,1% em 2020 foi o maior em 30 anos e o terceiro pior resultado anual da história econômica do Brasil. As maiores retrações registradas ocorreram em 1981 e 1990, quando houve queda de 4,3% do PIB em ambos os anos. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

O Sul

Vacinação no Brasil bate recorde com 3,3 milhões de doses registradas em 24 horas

 


O Brasil registrou recorde na divulgação de vacinas em 24 horas. De terça-feira para esta quarta-feira (7), foram 3.391.427 doses divulgadas, somando a primeira, a segunda e a dose única. Segundo dados do consórcio de veículos de imprensa foram 2.390.026 imunizantes aplicados na primeira dose, 613.387 na segunda e 388.014 na dose única.

O resultado foi impulsionado pelo Rio de Janeiro, que divulgou dados acumulados da vacinação no estado após 7 dias. De acordo com a secretaria de Saúde, o motivo de não ter divulgado foi por conta de uma atualização de sistema. Foram 1.353.389 primeiras doses divulgadas, 406.298 segundas doses e 70.038 doses únicas divulgadas hoje.

Os brasileiros que tomaram a segunda dose ou a dose única de vacinas contra a Covid e estão imunizados somam 13,60%. São 28.796.690 de pessoas vacinadas – 27.295.665 da segunda dose e 1.501.025 da dose única, da Janssen.

A primeira dose foi aplicada em 80.864.685 pessoas, o que corresponde a 38,19% da população.

Somando a primeira, a segunda e a dose única, são 109.661.375 doses aplicadas no total desde o começo da vacinação, em janeiro.

Três estados ainda têm menos de 10% de sua população imunizada com as duas doses ou dose única de vacinas contra a Covid. São Mato Grosso (9.92%), Rondônia (9,79) e Amapá (8,50%).

Mato Grosso do Sul é o estado com mais imunizados, com 24,06% de sua população que recebeu as duas doses ou a dose única. Na sequência vem o Rio Grande do Sul, com 18,13%.

Brasil hoje

Total de pessoas que receberam ao menos uma dose: 80.864.685 (38,19% da população);

Total de pessoas que estão totalmente imunizadas (que receberam duas doses ou dose única): 28.796.690 (13,60% da população);

Total de doses aplicadas: 109.661.375 (78% das doses distribuídas para os estados);

24 estados e o DF divulgaram dados novos: AL, AP, AC, PE, AM, MS, PA, SC, SP, TO, RR, SE, BA, ES, MA, PR, PB, GO, RS, SC, RN, CE, RO, SE, MT, RJ;

Estados que divulgaram dados em outros dias (2 estados): AP e DF;

Quantas doses cada estado recebeu até esta quarta:  AC – 482.380; AL – 2.008.780; AM – 2.837.084; AP – 434.650; BA – 8.998.280; CE – 5.380.288; DF – 1.830.250; ES – 2.890.920; GO – 4.301.100; MA – 4.001.270; MG – 18.145.830; MS – 2.062.695; MT – 2.094.020; PA – 4.582.560; PB – 2.461.690; PE – 5.644.930; PI – 1.792.430; PR – 8.111.710; RJ – 12.790.656; RN – 2.220.460; RO – 958.989; RR – 360.030; RS – 9.223.236; SC – 5.036.780; SE – 1.360.450; SP – 30.344.166; TO – 898.810.

O Sul

Publicado decreto com regras e valores do prêmio de incentivo às prefeituras gaúchas que mais vacinarem contra o coronavírus

 


O governo gaúcho publicou nesta quarta-feira (7) o decreto estadual nº 55.975, que detalha as regras e valores da premiação em dinheiro que será concedida às prefeituras que atingirem maior índice de vacinação contra o coronavírus. As recompensas variam de R$ 25 mil a R$ 150 mil, de acordo com o contingente populacional do município.

Serão duas etapas de incentivo, nos dias 20 de julho e 20 de agosto. Cada etapa terá distribuição de R$ 625 mil para o campeão e vice em cada categoria de município: acima de 100 mil habitantes (19 cidades), de 50 mil a 99,9 mil habitantes (26), entre 10 mil e 49,9 mil habitantes (123) e abaixo dessa faixa (329).

A iniciativa tem como critério básico o percentual de cobertura da campanha em relação ao volume de doses recebidas do governo do Rio Grande do Sul por meio das Coordenadorias Regionais da Secretaria Estadual da Saúde.

O cálculo será feito a partir do número total de doses aplicadas e registradas no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, dividido pelo número de doses distribuídas, sendo excluídas quaisquer quantidades de doses que não estejam disponíveis para aplicação.

Por exemplo, se um município recebeu 100 doses e aplicou 80, a cobertura vacinal ficará em 80%. Para a primeira etapa da premiação, serão consideradas as doses registradas até a última hora de 17 de julho, ao passo que para a segunda fase valerão as registradas até o final do dia 17 de agosto.

“Além de reconhecer o excelente trabalho dos municípios, temos a convicção de que os recursos do prêmio serão aplicados para qualificar a atenção primária em saúde”, salientou a titular da SES, Arita Bergmann.

Mais de 100 mil habitantes

– 1º lugar: R$ 150 mil;

– 2º lugar: R$ 100 mil.

50 mil a 99,9 mil habitantes

– 1º lugar: R$ 100 mil;

– 2º lugar: R$ 75 mil.

10 mil e 49,9 mil habitantes

– 1º lugar: R$ 75 mil;

– 2º lugar: R$ 50 mil.

Menos de 10 mil habitantes

– 1º lugar: R$ 50 mil;

– 2º lugar: R$ 25 mil.

Questionamento da Famurs

A iniciativa de “estimular a competição saudável entre as cidades” no que se refere ao andamento da vacinação foi anunciada pelo Palácio Piratini no dia 24 de junho. Horas depois, a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) se manifestou oficialmente contra a ideia. Confira a íntegra do texto:

“Em assembleia, a Famurs exalta a intenção do governador do Estado de fazer o que chamou de ‘corrida do bem’ com uma iniciativa de premiar com dinheiro os municípios que atingirem os maiores índices de vacinação. Ocorre que o nosso Estado tem sido o que mais vacina no Brasil, um mérito dos municípios e especialmente das equipes de saúde nas cidades gaúchas.

A ideia do prêmio, na prática, é tentar mostrar que o governo do Estado precisa intervir para impulsionar a imunização. No entanto, os municípios têm sido muito ágeis nesse tema. Ao incentivar uma ‘corrida do bem’, o governador passa à sociedade, mais uma vez, que o atraso na vacinação é culpa dos municípios. E não é.

Temos que deixar claro que a demora em vacinar não é culpa das administrações municipais, mas sim da falta de doses suficientes para imunizar toda a população gaúcha. As prefeituras estão fazendo, desde o início da pandemia, a sua parte. Sem vacilação. Com iniciativa e altivez.

Portanto, além de incentivar a velocidade na vacinação, o governo do Estado deveria, como já solicitamos em outra oportunidade, exigir mais vacinas [do Ministério da Saúde]. Para acelerar a vacinação, como deseja o Estado e as 497 prefeituras gaúchas, é preciso ter mais vacinas”.

O Sul

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Novo sistema de identificação da Polícia Federal promete armazenar dados de até 200 milhões de pessoas

 


O diretor geral da PF (Polícia Federal), Paulo Maiurino, assinou na segunda-feira (5) um contrato para aquisição de novas ferramentas de tecnologia e de identificação biométrica. Chamado de Abis (Solução Automatizada de Identificação Biométrica), o projeto permitirá realizar a identificação de pessoas, bem como o armazenamento biométrico de cidadãos.

O novo sistema entra em funcionamento já com um banco de dados com cerca de 22 milhões de cadastros. Essas informações constam no antigo sistema que será descomissionado, o Afis (Sistema Automatizado de Identificação de Impressões Digitais) – utilizado pela corporação há mais de 16 anos é referência internacional na identificação de digitais, sejam elas em cenas de crime ou na procura de pessoas desaparecidas.

O sistema Abis oferece, com exatidão, cruzamento de dados, consultas de impressões digitais e até mesmo reconhecimento facial. A capacidade inicial é de 50,2 milhões de cadastros únicos, mas pode ser expandida para identificar os dados de até 200 milhões de brasileiros.

O processo de atualização digital tem por objetivo criar um banco de impressões digitais totalmente unificado, que compartilhe os dados já existentes entre as secretarias de Segurança Pública em parceria com a Polícia Federal, com o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

“A pretensão de contar com a ferramenta [Abis] era um projeto antigo do órgão, que tivera pedidos anteriores negados por pendências junto ao Tribunal de Contas da União”, informou, em comunicado, a PF.

A nota informa, ainda, que a aquisição do novo sistema vem acompanhada da chegada de novos equipamentos que serão usados por agentes policiais para realizar o cadastro, fazer análises forenses e colher dados biométricos relevantes para investigações. Entre os novos dispositivos, uma estação portátil de cadastro e consulta de dados biométricos que será usada por papiloscopistas.

“Só no Brasil, a identificação biométrica por impressão digital é usada há mais de 100 anos e conta com grande aceitabilidade social por parte dos brasileiros. Com a aquisição de sistema multi-biométrico, a PF dá mais um passo em direção ao futuro em sintonia com as melhores práticas internacionais”, ressaltou a corporação. As informações são da Agência Brasil.

O Sul


Preso na CPI da Covid, ex-diretor da Saúde paga fiança de R$ 1,1 mil e deixa a Polícia Legislativa, onde estava detido

Brasileiros depositaram 7 bilhões de reais a mais do que retiraram na poupança em junho

 


Impulsionada pela nova rodada de pagamentos do auxílio emergencial e pela alta recente nos juros, a aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros registrou o melhor desempenho do ano. Em junho, os brasileiros depositaram R$ 7,09 bilhões a mais do que sacaram na caderneta de poupança, informou na terça-feira (6) o BC (Banco Central).

Apesar do desempenho positivo, a captação é inferior à registrada em junho do ano passado. Naquele mês, os brasileiros tinham depositado R$ 20,53 bilhões a mais do que tinham retirado da poupança.

Com o desempenho de junho, a poupança acumula retirada líquida de R$ 16,53 bilhões nos seis primeiros meses do ano. Essa é a maior retirada acumulada para o primeiro semestre desde 2016, quando os saques tinham superado os depósitos em R$ 42,61 bilhões.

O principal responsável pelo resultado positivo na poupança foi a retomada do pagamento do auxílio emergencial. A Caixa Econômica Federal depositou o dinheiro em contas poupança digitais, que acumulam rendimentos. Nesta rodada, o benefício paga parcelas de R$ 150, R$ 250 e R$ 375 por mês, dependendo da família do beneficiário.

No ano passado, a poupança tinha captado R$ 166,31 bilhões em recursos, o maior valor anual da série histórica. Além do depósito do auxílio emergencial nas contas poupança digitais ao longo de oito meses em 2020, a instabilidade no mercado de títulos públicos nas fases mais agudas da pandemia de covid-19 atraiu o interesse na poupança, mesmo com a aplicação rendendo menos que a inflação.

Rendimento

Com rendimento de 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia), a poupança rendeu apenas 1,6% nos 12 meses terminados em junho, segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado prévia da inflação, atingiu 8,13%. O IPCA cheio de junho será divulgado na próxima quinta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A perda de rendimento da poupança está atrelada a dois fatores. O primeiro fator são os juros baixos. Atualmente a taxa Selic (juros básicos da economia) está em 4,25% ao ano, depois de ficar em 2% ao ano, no menor nível da história, entre agosto de 2020 e março de 2021. O segundo fator foi a alta nos preços dos alimentos e do dólar, que impacta a inflação desde o segundo semestre do ano passado. Mesmo assim, as recentes elevações na Selic estão voltando a atrair o interesse do brasileiro na caderneta.

Para este ano, o boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, prevê inflação oficial de 6,07% pelo IPCA. Com a atual fórmula, a poupança renderia pouco menos de 2,975% este ano, caso a Selic permaneça em 4,25% durante todo o ano. O rendimento pode ser um pouco maior caso o Banco Central aumente a taxa Selic nas próximas reuniões do Comitê de Política Monetária. As informações são da Agência Brasil.

O Sul


Após nova derrota no Brasileirão, Grêmio anuncia Felipão como novo técnico




Após criticar campanha do Burger King com crianças defendendo a ideologia de gênero, Sikêra é banido do Instagram

 Como se não bastasse ser boicotado, agora banido de rede social. Essa agressão do politicamente correto contra nossa liberdade de expressão tem que acabar. Todo apoio ao

Bandeira do Brasil



Fonte: https://twitter.com/BolsonaroSP/status/1412847769455366148/photo/1

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