Alckmin confirma adesão de 26 estados ao subsídio de R$ 1,20 para o diesel importado

 


O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, anunciou neste sábado que 26 unidades da federação já manifestaram intenção de aderir ao programa de subvenção do diesel importado, que prevê um desconto de R$ 1,20 por litro do combustível. A iniciativa, formatada em parceria entre a União e os governos locais, estabelece que o governo federal arcará com R$ 0,60 do valor, enquanto os estados devem cobrir os outros R$ 0,60, seja por meio de aporte direto, retenção do Fundo de Participação dos Estados (FPE) ou redução proporcional do ICMS.

Durante agenda em Goiás, Alckmin destacou que o objetivo da medida é garantir o abastecimento e reduzir os custos do transporte, ressaltando que o entendimento não gera dívidas futuras para as gestões estaduais. Os governos têm até a próxima quarta-feira, 22 de abril, para formalizar oficialmente a participação no acordo. Embora tenha celebrado o alto índice de adesão, o presidente em exercício não revelou qual estado ainda não confirmou o interesse na parceria, reforçando o desejo de que o programa alcance a unanimidade em todo o território nacional.

Brasil, Espanha e México defendem diálogo respeitoso e solução para crise humanitária em Cuba



Os governos do Brasil, Espanha e México emitiram um comunicado conjunto neste sábado instando a comunidade internacional a manter um diálogo sincero e respeitoso com Cuba, visando garantir que a população da ilha possa decidir seu futuro em plena liberdade. O documento, divulgado pela chancelaria mexicana durante a IV Reunião em Defesa da Democracia, em Barcelona, expressa "enorme preocupação" com a crise humanitária vivida pelo povo cubano. Os líderes Luiz Inácio Lula da Silva, Claudia Sheinbaum e Pedro Sánchez evitaram mencionar diretamente os Estados Unidos, mas citaram o bloqueio energético imposto desde janeiro como um fator que agrava a dramática situação local.

O apelo das três nações ocorre em um momento de paralisia quase total em Cuba, onde a escassez de combustível, alimentos e medicamentos é severa, resultando em apagões que chegam a 15 horas diárias. No comunicado, os países se comprometeram a aumentar de forma coordenada a resposta humanitária para aliviar o sofrimento na ilha comunista. O posicionamento surge em meio ao aumento da tensão diplomática entre Havana e Washington, exacerbada por declarações recentes da administração de Donald Trump e do secretário de Estado Marco Rubio, que classificam o regime cubano como uma ameaça à segurança nacional e demandam mudanças políticas profundas.

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