Apesar das dificuldades, os brasileiros mantêm a esperança

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Apesar das dificuldades, os brasileiros mantêm a esperança

A capacidade de o Brasil voltar a ser o país do futuro depende do povo, que já se provou digno em outros momentos difíceis da nossa história. Leia.

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CPMI reconhece erro e retira Gazeta do Povo da lista de “fake news”

Redação da Gazeta do Povo| Foto: Jonathan Campos/Gazeta do Povo

A CPMI das Fake News divulgou um novo relatório na noite desta quinta-feira (4) em que reconhece como equivocada a inclusão da Gazeta do Povo em uma relação de sites que divulgam notícias falsas.
"Concluímos que a inclusão do jornal Gazeta do Povo na categoria 'canais com comportamento desinformativo' foi equivocada. Nos retratamos, portanto, de ter atribuído essa classificação no anexo da informação e promoveremos a sua retirada", diz o documento, assinado pelos consultores legislativos Cristiano Aguiar Lopes e Daniel Chamorro Petersen.
A Gazeta havia sido mencionada, ao lado de outros 47 veículos, em uma versão inicial do relatório, tornada pública na terça-feira (2). O documento elaborado pela CPMI analisou sites, canais do Youtube e aplicativos para celular que haviam veiculado propagandas do governo federal e que, na análise da comissão, eram "impróprios" para tal. A comissão qualificava como impróprios os meios que publicam notícias falsas, conteúdos inadequados, fora do público-alvo da publicidade governamental ou com violação de direitos autorais.
O relatório havia sido produzido a pedido da relatora da CPMI, a deputada Lídice da Mata (PSB-BA).

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Gazeta do Povo

Deputado Gil Diniz vai protocolar na Alesp a CPI do Antifas


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Maia ironiza projeto que criminaliza queima da bandeira do Brasil

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Caso seja aprovada, a legislação vai prever uma pena de reclusão de dois a quatro anos para quem "ultrajar e desonrar a bandeira nacional".

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Fábio Wajngarten desmente Globo

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Rayla Alves O secretário de Comunicação do Governo Federal, Fábio Wajngarten rebateu a reportagem do jornal O Globo, cuja publicaç

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Senado aprova ajuda emergencial de R$ 3 bilhões para setor cultural

O projeto define o pagamento de três parcelas de R$ 600 a trabalhadores sem vínculo formal na área de cultura, entre outros

A proposta seguirá para sanção presidencial

A proposta seguirá para sanção presidencial | Foto: Leopoldo Silva / Agência Senado / Divulgação / CP


O Senado aprovou nesta quinta-feira, por unanimidade, projeto de lei que destina R$ 3 bilhões para o setor cultural durante a pandemia do novo coronavírus. A proposta seguirá para sanção presidencial. Durante a tramitação no Congresso, a proposta foi apelidada de "Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc", em homenagem ao compositor brasileiro que morreu após ser diagnosticado com Covid-19.

Os recursos serão repassados para Estados e municípios e poderão ser usados para pagamento de renda emergencial para trabalhadores do setor, na manutenção de espaços culturais e para aplicação em editais e no financiamento de chamadas públicas, editais e aquisições de bens e serviços.

O projeto define o pagamento de três parcelas de R$ 600 a trabalhadores sem vínculo formal na área de cultura. O benefício poderá ser prorrogado no mesmo prazo do auxílio emergencial do governo federal aos informais. Também poderão ser repassados de R$ 3 mil a R$ 10 mil para manutenção de espaços artísticos.

Em seu relatório, o senador Jaques Wagner (PT-BA) afirmou que os efeitos da pandemia no setor foram mais graves no País pois, nos últimos anos, houve uma interrupção de políticas culturais. Há, no entanto, preocupação de que o presidente Jair Bolsonaro vete a medida.

"Eu tenho certeza absoluta (que o presidente) será sensível a um setor que por ele também é admirado", disse o líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO).


Agência Estado e Correio do Povo


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PGR pede participação do MPF no inquérito das Fake News

Participação do Supremo Tribunal Federal seria para resolver insegurança jurídica que Augusto Aras aponta

Aras pediu em memorial ao STF a participação do MPF no curso da investigação

Aras pediu em memorial ao STF a participação do MPF no curso da investigação | Foto: Rosinei Coutinho / SCO / STF/ Divulgação / CP


O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu em memorial enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) para participar da investigação do inquérito das Fake News, instaurado de ofício, até o momento sem a participação do MPF (Ministério Público Federal).

A ação da PGR faz parte da ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) 572 – em que o partido Rede Sustentabilidade questiona o inquérito das Fake News (Inquérito 4.781/DF).

Aras deixa claro que não questiona o objeto do inquérito, ou seja, os crimes que porventura tenham sido cometidos contra os ministros da Suprema Corte. Mas sim, "a instauração e processamento de inquérito sui generis, autorizado em norma regimental do Supremo, com força de lei, aos preceitos da Constituição Federal, sobretudo considerado o devido processo legal, o sistema acusatório e os princípios do juiz natural e do promotor natural".

O PGR entende que são possíveis no STF dois tipos de inquéritos: o administrativo, de natureza preliminar, sem necessidade da polícia judiciária; e o inquérito policial propriamente dito, no do qual o aparato estatal participa. "Surgindo elementos mínimos que apontem para a necessidade de abertura de inquérito propriamente dito, faz-se necessária a supervisão, já não mais da Presidência do Tribunal nas suas atribuições de polícia administrativa, mas de órgão judicante, no caso, a PGR".

Aras conclui que "enquanto a Suprema Corte não estabelecer, com clareza, os critérios e balizas para o Inquérito, haverá um estado de insegurança jurídica que acaba por atingir a honorabilidade não apenas do Supremo Tribunal Federal, mas da Procuradoria-Geral da República e da Polícia Federal".

Para resolver essa insegurança jurídica, o PGR propõe que o MPF seja envolvido no processo investigativo, com acesso a elementos de provas e pede que o processo seja desmembrando para que investigados sem prerrogativa de foro sejam enviados para as instâncias inferiores. Ele diz ter sido surpreendido com a operação da semana passada quando foram realizadas buscas nos endereços de 29 pessoas.

Ao fim do memorial, ele pede que sejam acolhidos seus pedidos de adequação desse "atípico inquérito".


R7 e Correio do Povo


ECONOMIA

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O rali na B3; Dia do Meio Ambiente; Auxílio prorrogado

O Brasil bateu pelo terceiro dia seguido seu próprio recorde em mortes diárias pelo coronavírus e passou a Itália no total de mortes. A Desperta destaca ainda o rali das pessoas físicas na B3 e a situação do setor automotivo. Boa leitura.

Ibovespa: cinco altas consecutivas, apesar de sucessivos recordes no número de mortos por coronavírus | REUTERS/Paulo Whitaker

1 - O RALI NA B3

As pessoas físicas passaram os investidores institucionais em participação na bolsa brasileira neste começo de junho. Pessoas físicas tiveram 27,4% de participação nos dois primeiros dias do mês, ante 25,3% dos institucionais. O período coincide com o do mais longo rali da bolsa brasileira desde dezembro de 2019, última vez que o Ibovespa chegou a cinco altas consecutivas. Foi justamente durante a recuperação dos ativos que a participação dos investidores individuais se intensificou passando de 16,2%, em março, para 19,5% em abril e 23,3% em maio. Eles também aproveitaram os dois dias de rali em junho para se desfazer dea tivos, com 15,3 bilhões de reais em vendas e 14,7 bilhões em compras. Ontem, o Ibovespa subiu 0,89%, mesmo com queda de 0,34% no S&P 500 americano. Desde que tocou o menor patamar do ano, em março, o índice brasileiro subiu 52%, ante 42% do S&P 500.

2 - CHINA VS. EUA

Menos de seis meses depois da assinatura do acordo comercial fase um entre os Estados Unidos e a China, a relação entre Washington e Pequim está novamente estremecida. A partir desta sexta-feira, 5, 33 empresas chinesas serão adicionadas a uma lista de entidades que terão acesso restrito à compra de bens americanos ou a itens estrangeiros que façam uso de tecnologia dos EUA. A motivação do governo de Donald Trump se baseia na acusação de que tais entidades estariam ajudando a China na perseguição dos muçulmanos da etnia uigur que vivem na província de Xinjiang. Segundo a rede britânica BBC, havia um milhão de pessoas detidas sem julgamento em campos de detenção chinesa em 2019, o que é criticado pelos EUA. O embate entre as potências se intensificou durante a pandemia do novo coronavírus, com Trump acusando a China de ter fabricado o vírus. Novas restrições da China ao território de Hong Kong também viraram motivo de embate nos últimos dias.

3 - VEÍCULOS EM MAIO

Depois de um tombo histórico em abril, quando a produção de veículos caiu 99,3% ante 2019, o mercado aguarda o resultado das montadoras em maio, divulgados nesta manhã pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Em abril, as montadoras produziram 1,8 mil unidades, o pior resultado mensal da série histórica iniciada em 1957. Os dados mostrarão o quanto a reabertura de concessionárias em alguns estados foi capaz de amenizar as perdas. As concessionárias também voltam a funcionar nesta sexta-feira, 5, na cidade de São Paulo. Mas com o desemprego podendo chegar a 18,7%, segundo a FGV, o segmento automotivo, que responde por 10% do PIB industrial brasileiro, pode seguir sendo afetado mesmo com a reabertura. A indústria como um tovo passa por um revés, com 18,8% de queda em abril ante março, segundo dados desta semana.

4 - SALLES NA MIRA

O mundo celebra hoje o dia mundial do meio ambiente com pouco motivo para celebração. Em meio à maior pandemia do século, a pauta do meio ambiente parece ter sido deixada de lado. Nem mesmo a queda nas emissões, provocada pela paralisação de boa parte da atividade econômica, pode ser considerada uma boa notícia, uma vez que que, em maio, o gás carbônico acumulado na atmosfera atingiu um novo recorde histórico, de 417 partes por milhão. Segundo cálculos do governo americano, é o nível mais alto em milhões de anos. No Brasil, a derrubada de florestas continua a aumentar, mais que dobrando em abril. Números como esse levaram a Holanda a rejeitar, ontem, o acordo comercial do Mercosul com a União Europeia por conta de preocupações ambientais. Às 11h desta sexta-feira, 5, um grupo formado por ONGs, integrantes do Ministério Público e de partidos políticos irá anunciar uma série de medidas na Justiça contra as políticas ambientais do governo Bolsonaro e do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Os ambientalistas também tentam incluir a pauta climática nos planos de recuperação econômica.

O Brasil bateu pelo terceiro dia seguido o recorde de mortos diários pela covid-19, com 1.473 novas vítimas. O país passou a Itália e é o terceiro com mais mortes, chegando a 34.021 vítimas e 614.941 casos. Veja os números.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou que acertou com o ministro da Economia, Paulo Guedes, o pagamento de mais duas parcelas do auxílio emergencial. O valor seria menor do que os atuais 600 reais.
Uma portaria que transfere 83,9 milhões de reais do Bolsa Família para a Secom, responsável pela propaganda do governo, virou ponto de polêmica nas redes sociais.
Os Estados Unidos tiveram a décima noite seguida de protestos pela morte de George Floyd. Dois policiais de Buffalo foram suspensos após atingirem um manifestante (branco) de 75 anos, que foi hospitalizado.
Na bolsa, os protestos não tiveram grandes impactos até agora, com os mercados seguindo em alta na semana. A EXAME ouviu analistas para entender o porquê.
A ação da Centauro em sua oferta sebsequente foi precificada a 30 reais, com demanda sete vezes maior do que a oferta. A temporada de ofertas está oficialmente reaberta na B3?
A Yduqs (ex-Estácio) acertou a compra da Athenas, grupo educacional com unidades em Rondônia, Acre e Mato Grosso.

A CORRIDA À BOLSA

A crise do novo coronavírus fez investidores estrangeiros bater em retirada da B3. Mas não reduziu o ímpeto dos brasileiros. Desde janeiro, 500.000 compraram ações pela primeira vez, levando o total a quase 2 milhões. Este é um dos temas da nova edição da EXAME, disponível a partir de hoje, e que traz ainda reportagens sobre o preço do dólar, o desemprego e a busca por diversidade. Veja aqui as matérias da edição e assine por R$15,90/mês para ter acesso ilimitado.

A cidade de Florianópolis completou ontem 30 dias sem mortes pelo novo coronavírus. Veja as ações que foram tomadas pelo município.
O Santander abriu 1.500 vagas de emprego em tecnologia e outras áreas. Confira.
A fabricante de calçados brasileira Havaianas lançou no Japão um novo modelo inspirado na típica sandália de arroz japonesa.
O projeto Adote um CV, para ajudar quem perdeu o emprego na crise, já teve mais de 10.000 inscritos. Veja como participar ou ajudar.

exame.talks

12h - Antonio Filosa, presidente da Fiat-Chrysler Automóveis
Setor automotivo: crise, desafios e futuro (veja no YouTube)
18h - Sergio Saraiva,
presidente da Rappi, e Gabriel Braga, presidente e fundador da QuintoAndar
Capitalismo consciente: o lado humano da pandemia (veja no YouTube)

Bolsa

HOJE | Xangai / +0,40%
Tóquio / +0,74%
Londres / +1,17% (às 7h)
ONTEM | Ibovespa / +0,89%
S&P 500 / -0,34%
Dólar / 5,13 reais (+0,89%)

Na edição desta semana do Boas Novas, da EXAME, Victoria Auada entrevista Sofia Esteves, da Cia de Talentos, sobre histórias do ambiente de trabalho. A Cia de Talentos também criou a campanha #JuntosPodemosMuito, com uma ferramenta de recrutamento grátis para unir empresas querendo contratar e profissionais desempregados. Assista no Instagram e veja como participar.

Sofia Esteves: consultora de recrutamento contou histórias engraçadas ou traumáticas do ambiente de trabalho | EXAME/Instagram

Conmebol discute protocolos para retomar Libertadores e Sul-Americana

Presidente da entidade garantiu prioridade na saúde dos atletas em meio à Covid-19

Dirigentes avaliaram cenários para garantir disputas de 2020

Dirigentes avaliaram cenários para garantir disputas de 2020 | Foto: Conmebol / Divulgação CP


Com a participação de representantes médicos das associações sul-americanas, a Conmebol realizou, nesta quinta-feira, uma reunião para analisar os protocolos que serão implementados com o retorno do futebol no continente nos próximos meses. As normas de higiene estão entre as prioridades em meio aos picos de Covid-19 na América do Sul.

"É muito importante que tenhamos uma resposta coordenada, homogênea e responsável para que a volta do futebol possa ser realizada com a máxima garantia para todos", disse o presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez.

Segundo o dirigente, "preservando a saúde dos atletas com as recomendações indicadas, o futebol voltará à América do Sul e os torneios Conmebol serão disputados, já que os jogos se resolvem no campo de jogo".

A Copa Libertadores deste ano parou na segunda rodada da fase de grupos, enquanto a Sul-Americana ainda estava na segunda fase das eliminatórias.


Agência Estado e Correio do Povo


Sessões de cinema drive-in em Passo Fundo
Nova Ambulância para o SAMU de Três de Maio

GERAL

Sexta-feira inaugura longo período de instabilidade no RS
Pandemia provocará mudanças nas comemorações da Semana Farroupilha