Dória é denunciado no Tribunal de Contas por contrato milionário, suspeito e sem licitação (veja o vídeo)

'Se não posso trocar o superintendente, vou trocar o diretor-geral', afirma Bolsonaro sobre PF

Como impedir que o mundo se torne um subúrbio de Pequim

Os Estados Unidos têm de reforçar suas parcerias internacionais se quiser impedir o domínio da China sobre o Ocidente.| Foto: Pixabay

Sejamos realistas. Não existe consenso quanto ao futuro das relações entre a China e o Ocidente. No entanto, isso está mudando.

Antes, muitos olhavam para Pequim como apenas um “talão de cheques”, uma oportunidade de ganhar dinheiro fácil e de comprar coisas baratas. Essa visão está se tornando minoritária rapidamente. Até mesmo pessoas que querem a volta à normalidade sabem que estamos entrando em águas turbulentas.

Se não resolvermos esse problema, a influência do governo comunista chinês ameaçará a liberdade, a prosperidade e a segurança da comunidade internacional. Somente juntos os Estados Unidos, Canadá e os parceiros europeus poderão garantir um futuro estável que permita que as nações livres prosperem.

 
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Gazeta do Povo

DEBAIXO DE VARA

DECISÃO LAMENTÁVEL
A lamentável, mas não impensada, decisão tomada pelo ministro do STF, Celso de Melo, de impor -CONDUÇÃO DEBAIXO DE VARA-, dos ministros Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo, general Braga Neto, da Casa Civil, e do general Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Nacional, para prestar depoimentos sobre a possível interferência do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal, como não podia deixar de ser, gerou enorme insatisfação em todos os meios e, principalmente, nas Forças Armadas.

CONDUÇÃO SOB VARA
Ora, como são muitos os brasileiros que além dos ministros que foram convocados e das Forças Armadas também não gostaram nem um pouco da forma -HOSTIL- utilizada por Celso de Melo para fazer a tal convocação, tratei, primeiramente, de entender o que significa a tal de CONDUÇÃO SOB VARA, ou DEBAIXO DE VARA.

EXPRESSÃO -CONDUÇÃO SOB VARA-
Pois, como bem informa o pensador e advogado Paulo Caliendo, a expressão -CONDUÇÃO SOB VARA , ou DEBAIXO DE VARA, indicava exatamente essa ação:

"OS MEIRINHOS, OU OFICIAIS DE JUSTIÇA, POR ORDEM DE UM JUIZ, PODERIAM BUSCAR OS RÉUS E AS TESTEMUNHAS RECALCITRANTES E TRAZÊ-LOS À SUA PRESENÇA CUTUCANDO OS INFELIZES COM ESSAS VARAS PELO CAMINHO PARA MOSTRAREM À POPULAÇÃO QUE ALI ESTAVA UM MAU SUJEITO, UM RENITENTE, UM CABRA TURRÃO, ARREDIO, INSUBMISSO, E QUE ELE, OFICIAL DE JUSTIÇA, ENVERGANDO AQUELA VARA, PERSONIFICAVA A PRÓPRIA AUTORIDADE DO JUIZ."

HUMILHAÇÃO
Uma vez esclarecida a expressão -CONDUÇÃO SOB VARA- vamos para a próxima indagação: - Qual o motivo que levou o provocador ministro Celso de Melo a usar este expediente? Pois, dentre aquelas que considero como mais possíveis, a que mais me chama a atenção e preenche melhor a minha dúvida é que Celso de Melo resolveu saber até que ponto as Forças Armadas estão dispostas a aceitar e/ou tolerar esta flagrante HUMILHAÇÃO a que estão sendo submetidos os ministros-generais.

DE JOELHOS
Como estou trilhando o caminho da mais pura especulação, pois não sei se os ministros estão dispostos a comparecer no dia e hora que o péssimo e provocador ministro Celso de Melo marcou para serem ouvidos, tudo leva a crer que, para evitar tamanha HUMILHAÇÃO, nenhum deles se mostra disposto a se AJOELHAR, publicamente, diante do Ser Supremo.

TAMANHO DA VARA
Mais: estou curioso para ver o TAMANHO DA VARA que o ministro Celso de Melo vai disponibilizar para que seus OFICIAIS DE JUSTIÇA CUTUQUEM OS INFELIZES, PARA MOSTRAREM À POPULAÇÃO QUE ALI NO CAMINHO ESTÃO CERTOS MAUS SUJEITOS, RENITENTES, ARREDIOS e INSUBMISSOS.

A ver...


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ESPAÇO PENSAR+ 1 Eis o texto do pensador Roberto Rachewsky - O VÍRUS ANTICAPITALISTA

Ontem saí de casa atrás do vírus.

Precisava ter uma conversa com ele, cara-a-cara.

Coloquei minha máscara no bolso e me pus a caminhar e correr. Fazer isso com o rosto tapado é muito desconfortável, além de ser desnecessário. Quando me aproximava de alguém, vestia a máscara porque, afinal, os outros não sabem se eu estou ou não infectado. Então, colocava-a para não parecer um agressor desmascarado.

Andei pelo bairro, subi e desci lombas, aumentei e diminui os passos, até que finalmente encontrei o tal Novel Coronavírus (2019-nCoV) sentado num banco da praça.

Sentei-me no banco em frente e fiquei a uma distância razoável porque achei melhor não lhe dar muita intimidade.

Ele me olhou, eu o olhei e a conversa começou.

- Por que os mais velhos? - perguntei.

- Porque Deus quis. - respondeu-me com aparente sinceridade.

- Deus? Deus te mandou aqui para você matar os mais velhos? - perguntei meio incrédulo.

- Não exatamente. Ele me pediu para levar os doentes que já deveriam ter ido, mas que continuam aqui por causa do capitalismo.

- Por causa do capitalismo? O que Deus sabe sobre capitalismo e o que o capitalismo tem a ver com isso? - indaguei.

- Deus vem observando a humanidade esse tempo todo. Ele tem visto que vocês conseguiram transformar o egoísmo natural do ser humano em bem estar para a humanidade. Para enriquecerem, para viverem mais, para viverem melhor, vocês ajudam o próximo. Deus está vendo. Realmente é incrível que uns até ajudam desconhecidos que vivem do outro lado do mundo para o próprio benefício.

- Sim. É isso que tem acontecido, mas o que isso tem a ver com o capitalismo?

- Tudo! Deus é onisciente. Ele sabe. Muitos dos que já deveriam estar na companhia Dele foram impedidos de ir por causa dessa ideologia. Veja só o que fizeram nos últimos dois séculos? Acabaram com a escravidão. Venceram tiranos malévolos. Reduziram 90% da pobreza no mundo. Deram dignidade a bilhões que viviam na miséria na África, na Índia, na China e em outros lugares. Capitalismo.

- Mas porque levar nossos tios, pais e avós só porque estão doentes?

- Porque assim deveria ser a vida. Vocês nascem, crescem, adoecem e morrem. O capitalismo quer acabar com isso. Por qual outro motivo vocês contam com as vacinas, com os equipamentos médico-hospitalares, com os remédios, com as academias de ginástica, com as esteiras ergométricas, com os suplementos alimentares, com a pesquisa nutricional, com a tecnologia para diagnósticos e com os avanços da medicina nas terapias e cirurgias. É o capitalismo impedindo as pessoas de irem para o céu.

- Mas qual o motivo então para você levar alguns jovens?.

- Acidente de trabalho, dano colateral. Mas também para causar um pouco de medo. Vocês mimam demais os pequenos protegendo-os como nunca fizeram.

- E para que serviria o medo?

- Porque eu sou o Novel Coronavírus(2019-nCoV), Deus me deu uma missão. Levar para o céu os velhinhos que já têm uma ou mais doenças que, se não fosse pelo capitalismo, já teriam ido. Então eu resolvi, por conta própria, pedir a ajuda dos governos que também não gostam do capitalismo, como eu. O medo os faria mandar todo mundo ficar em casa. Parar de trabalhar e deixar de produzir o que acabou com a fome e a miséria. Além disso, facilitam o meu trabalho. Sabe como é, todo mundo fechado em casa, o contágio é muito mais rápido. É isso aí. Eu trouxe o medo, os governos vão me ajudar no serviço mandando mais gente para o céu do que eu. Fome, desespero, suicídio, falta de atendimento, e tudo aquilo que o altruísmo dos parasitas acaba produzindo. Você verá. No final disso tudo, os governos terão causado mais danos do que eu.

Me despedi. Coloquei a minha máscara e voltei para casa para escrever esta crônica indigesta.


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ESPAÇO PENSAR+ - 2 Eis o texto do pensador e vereador de Porto Alegre, Ricardo Gomes: -A REALIDADE, O COVID-19 E O PT- :


Quando não se pode vencer um adversário em um debate, cria-se uma imagem distorcida do adversário - e passa-se a debater com a imagem criada. Essa é uma velha tática de pura desonestidade intelectual. A estamos vendo ser aplicada todos os dias na Câmara de Porto Alegre.

Diversos Vereadores em Porto Alegre tem adotado (e isso foi refletido em um projeto de lei aprovado) uma postura cautelosa e não radical: reconhecer a importância da economia para a manutenção das famílias sem abrir mão dos cuidados com a saúde. Isto é: conciliar cuidados com a saúde (uso de máscaras, álcool, medidas sanitárias) com a reabertura gradual da economia.

O Partido dos Trabalhadores não pode enfrentar essa posição moderada sem admitir que não está defendendo, veja só, os trabalhadores. O que fazem os petistas? Criaram um radicalismo falso, um “libera tudo e deixa morrer” que jamais foi defendido por ninguém na Câmara - e certamente não é o que está no projeto aprovado. Agora debatem falsamente com ele.

A essa tática somaram-se alguns jornalistas, para sucesso do estratagema petista. Não sei se por conveniência, medo, desaviso ou sinceridade. Cada um terá os seus motivos.

Em verdade, a contraposição não é entre os “libera tudo” e os “salva-vidas”. Ela é entre quem enxerga a realidade e quem nega a realidade. Um lado vê que os empregos vão sumir. Que com os empregos se vai o plano de saúde, a escolinha dos filhos, às vezes a moradia mais digna. Sem o emprego há mais miséria, mais gente dependente de programas de governo, mais dependência dos serviços públicos. Uma sobrecarga das escolas públicas e do SUS está logo ali, no horizonte. E serão enfrentadas por governos sem receitas (porque a atividade econômica é que sustenta os governos).

Do outro lado, uma velha fantasia, já testada e fracassada. Sem as empresas privadas, o pai governo cuidará das pessoas. Haverá mais programas sociais. Os gastos públicos gerarão demanda. Empréstimos com juro subsidiado criarão mais empregos. Se faltar dinheiro, é possível imprimir moeda! Plano Marshall! New Deal! Fácil, tudo se resolve nas mãos do Estado. Jamais funcionou, mas isso não é suficiente para demover quem nega a realidade.

Como disse Ayn Rand, “você pode ignorar a realidade, mas não pode ignorar as consequências de ignorar a realidade”. Ou vamos para um caminho de abertura responsável, com proteção às pessoas, ou vamos para o abismo.


Pontocritico.com

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FGF afirma que não quer o retorno do futebol "a qualquer custo"

Hocsman reiterou vontade de concluir Gauchão em campo e considerou improvável realizar jogos em sede única

Presidente Luciano Hocsman ressalta que entidade não trabalhará com data fixa

Em entrevista ao programa "Repórter Esportivo", da Rádio Guaíba, o presidente da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), Luciano Hocsman, relatou o que foi tratado na reunião realizada nessa quarta-feira entre os presidentes de clubes do interior e da Dupla Gre-Nal e como a entidade trabalha sobre o retorno do Campeonato Gaúcho 2020.
Segundo o presidente, a FGF aguarda o decreto do governador Eduardo Leite, que deve ser publicado na sexta-feira, mas não exerce pressão para que o futebol retorne a qualquer custo. Em nosso encontro com o governador Leite, nas reuniões com presidentes, não fomos colocar obrigação ou pressionar, apenas fomos pensar na retomada. Ao governador, levamos um protocolo para, quando as autoridades competentes determinarem o retorno, nos já estejamos preparados. A federação não está priorizando e nem forçando retorno do futebol a qualquer custo", reiterou. 
De acordo com Hocsman, a entidade segue querendo encerrar o Gauchão dentro das quatro linhas. "A federação mantém a intenção de concluir o campeonato dentro do campo, essa é a nossa intenção. É lógico que para isso acontecer, é preciso ter as liberações dos órgãos do Governo, de saúde e das prefeituras locais, o que acarreta uma discussão maior sobre isso é o prazo do retorno do futebol com segurança e até quando teremos folego para suportar a suspensão das competições", afirmou. 
Segundo o presidente da FGF, na reunião desta quarta-feira, nenhum dirigente dos clubes indicou a intenção de que o campeonato se encerre agora, sem uma definição dentro do campo. "Não recebi de nenhum dos presidentes, nem de forma individualizada, nem em reuniões, alguma manifestação que entenda que é necessário acabar agora a competição, sugerindo que o clube não irá concluir a competição", salientou.

Sede única é improvável

Outro tema respondido pelo presidente da FGF foi a possibilidade de o Gauchão ser encerrado em sede única. O chefe da entidade disse que na reunião de desta quarta-feira não se tratou desta possibilidade, e que ele considera improvável. "Em nossa conversa hoje não se falou de sede única, até porque a federação entende de uma forma bem complicada essa questão pela logística, pela estrutura, campos, hospedagem, custo e a própria concordância dos atletas, que terão de ficar confinados longe de suas cidades. Sede única acho praticamente inviável", comentou.

Prazo para definição sobre o retorno

De acordo com Hocsman, a FGF e os presidentes dos clubes gaúchos não estipularam um prazo para definir se a competição encerra ou reinicia. "Hoje, em nosso encontro, sugeri a todos os presidentes que devem fazer uma reflexão de até quando nós iremos aguardar essa situação se acalmar e ter a possibilidade de jogar futebol de uma forma segura aqui no RS, a gente não tem essa resposta. Caso a competição se encerre, a FGF, antes, precisa conversar com seus parceiros comerciais, pois, qualquer decisão nesse sentido tem reflexos junto à CBF, questões contratuais com patrocinadores", sintetizou. "Não trabalhamos ou determinamos data para retomar a competição e nem uma data limite para definição." 
Na terça-feira, o governador Eduardo Leite afirmou que acredita ser difícil que o futebol retorne de forma segura neste momento, mas afirmou que avaliará o protocolo levado pela FGF e trará no novo decreto, que será publicado na sexta-feira, temas relacionados as equipes de futebol.


Correio do Povo

Dezessete clubes do Brasileirão reduzem salários dos jogadores

Quase sem fonte de recursos por causa da pandemia solução foi negociar com ateltas, principalmente, os que recebem quantias milionárias

Maioria dos clubes conseguiu reduzir salários de jogadores em meio à pandemia

Com uma queda de receita estimada em R$ 1 bilhão em 2020 por causa da pandemia do novo coronavírus, segundo a empresa Sports Value, os clubes brasileiros, cuja maioria já estava sufocada financeiramente, se viram obrigados a reduzir salários dos jogadores para não entrarem em um colapso. Dos 20 clubes da Série A do Brasileirão, 17, terão jogadores, comissão técnica ou funcionários com a remuneração diminuída.
Até então, com um orçamento apertado, as agremiações utilizavam o dinheiro das cotas de televisionamento, patrocínio e sócio-torcedor/bilheteria para tentar arcar com os altos gastos. Sem essa fonte de recursos, em função do corte geral na economia, a solução para 85% dos clubes foi negociar com os jogadores, principalmente os que recebem quantias milionárias. Apenas Athletico Paranaense, Botafogo e Red Bull Bragantino não tomaram medidas semelhantes aos demais.
A margem da redução segue a proporção da perda, estimada em 25% no mínimo, em média. Assim, a diminuição da remuneração dos jogadores varia de 15% a 50%. Veja a situação de cada clube.

Athletico-PR

Com uma receita recorde de R$ 378, 7 milhões e um superávit de R$ 63,4 milhões em 2019, o clube ainda não tornou pública nenhuma intenção de reduzir salários.

Atlético-GO

Em março último, o clube teve de paralisar a reforma do seu estádio, Antônio Acioly. Tal qual o Botafogo, a entidade teve de interromper os planos de se tornar uma S.A. E reduziu os salários em cerca de 30% em média, após o retorno das férias.

Atlético-MG

O presidente do clube admitiu que teve de demitir funcionários e garante que busca limitar ao máximo essas dispensas. E desde o fim de março vinha adiantando que reduziria em até 25% os salários, de forma escalonada, para os que recebem a partir de R$ 5 mil, incluindo funcionários.

Bahia

O clube já vinha lutando para ampliar as receitas, que ficaram em R$ 179 milhões em 2019. Desde que voltou a série A, em 2017, após dois anos na Série B, o campeão brasileiro de 1988 luta para voltar a ficar na parte de cima da tabela. Com dificuldades, vem se mantendo na faixa intermediária e, com a pandemia, teve de cortar em 25% o salário dos jogadores, comissão técnica e diretoria, até que o futebol retome suas atividades.

Botafogo

O ex-presidente do Botafogo, Carlos Augusto Montenegro, tem dito que, por ter um orçamento mais baixo do que muitos rivais, além de vir operando sempre com dificuldades financeiras, o impacto da pandemia no clube será menor do que em agremiações com receitas bem maiores. O clube demitiu 40 funcionários, mas não reduziu salários até agora. A esperança é que, após o fim da pandemia, o Botafogo retome as negociações para se tornar empresa.

Bragantino

Com altos investimentos, que poderiam chegar até a R$ 200 milhões em 2020, o Bragantino chegou à Série A para llutar pelas primeira colocações. E, como tem o suporte da Red Bull, mesmo em meio à crise, tem conseguido manter o pagamento dos salários, sem redução. Os investimentos, no entanto, diminuirão, principalmente em relação às novas contratações.

Ceará

Um trabalho eficiente nas categorias de base tem ajudado o Ceará a se manter financeiramente. Com a venda de algumas revelações, como o meia Arthur, o clube aumentou receitas e, neste período de pandemia, fez uma negociação com os jogadores, reduzindo em 25% o salário no momento, mas repondo as perdas em pagamentos diluídos, que serão realizados assim que as atividades retornem.

Corinthians

A redução salarial no Corinthians acabou sendo inevitável, em função do péssimo desempenho das finanças. Em 2019, o clube, que já vinha acumulando prejuízos, atingiu um déficit de R$ 177 milhões, o maior de sua história. Assim, diminuiu em 25% o salário do elenco durante a paralisação, além de reduzir a remuneração do quadro de funcionários.

Coritiba

Um dos clubes que não publicaram o balanço de 2019, o que poderá acarretar em alguma punição, o Coritiba reduziu em 25% o salário de jogadores e comissão técnica e demitiu funcionários. A tendência é que essa contenção dure até o fim da pandemia, mas o clube não confirmou.

Flamengo

Mesmo sendo o clube com maior receita no Brasil, tendo chegado a R$ 939 em 2019, o Flamengo sofreu impacto com a pandemia e, primeiramente, optou por demitir 62 funcionários. Criticado por sua postura que muitos consideram desumana, nos últimos tempos, a entidade acabou reduzindo em 25% o salário dos jogadores, em maio e junho, do time principal que, no atual contexto, recebem remunerações muito altas.

Fluminense

O Fluminense tem uma dívida com jogadores e funcionários do mês de março da CLT. E a incluiu na negociação para reduzir os salários entre 15% e 25%, definindo que pagaria 65% de março e diluiria outros 20% nos próximos pagamentos, o que configura a redução de 15%. O clube não demitiu, mas tem de resolver as dívidas com estagiários, que ainda não receberam em 2020, e dos direitos de imagem dos atletas, atrasados desde o ano passado.

Fortaleza

Nos últimos cinco anos o Fortaleza aumentou muito suas receitas, subindo de algo em torno de R$ 10 milhões em 2014, para R$ 120,4 milhões em 2019. Os números, no entanto, ainda não são suficientes para um conforto financeiro e, com a pandemia, o clube definiu com o elenco uma redução salarial de 25% no mês de maio. No acordo salarial anterior com o elenco, a redução de 25% em março e abril será diluída em pagamentos futuros.

Goiás

Segundo a imprensa goiana, a redução de salários no elenco do Goiás varia entre 25% e 50%, apesar de o clube não ter confirmado. As últimas administrações caminharam para um equilíbrio financeiro, com crescimento de 25% das receitas em 2019, prejudicado pela pandemia.

Grêmio

A redução de salários no Grêmio foi de 25%, com os quatro meses de direitos de imagens passando a ser pagos a partir de janeiro de 2021. A diretoria gremista acredita que terá  prejuízo de R$ 25 milhões com a paralisação. A situação só não ficou pior porque o clube teve uma receita recorde de R$ 420 milhões em 2019.

Inter

No Inter, as receitas de 2019 também foram altas, chegando a R$ 436 milhões. A redução por causa da pandemia foi de 30% dos vencimentos, segundo a imprensa local, apesar de a diretoria não confirmar valores. Em situação similar à do Grêmio, os direitos imagens que seriam pagos entre maio e julho, ficarão para serem acertados a partir de janeiro de 2021.

Palmeiras

Com uma receita de R$ 619 milhões em 2019, menor do que a do ano anterior, o Palmeiras já vinha contendo gastos, sem fazer contratações de peso neste ano. Com a pandemia, o clube, que busca não depender apenas dos cofres da Crefisa, reduziu em 25% o salários do elenco e comissão técnica.

Santos

Após ter feito uma boa campanha em 2019, com gastos menores do que a média dos outros grandes, o Santos entrou em 2020 dispoto a reduzir suas despesas, projetando uma receita de R$ 249 milhões, abaixo da do ano anterior. Com isso, foi natural uma redução de 30% dos salários do elenco e comissão técnica em decorrência do novo coronavírus.

São Paulo

A negociação no São Paulo foi tensa, com o clube praticamente impondo uma redução de 50% dos salários. O clube vinha se deparando com queda de receitas (R$ 398 milhões em 2019) e déficit, projetando obter pelo menos R$ 154 milhões em recursos com a venda dos direitos de jogadores.

Sport

A diretoria da agremiação optou por seguir a Medida Provisória 936, que admite a redução tanto da carga horária quanto dos salários para todos os trabalhadores. A folha salarial do clube é estimada em R$ 2 milhões por mês e a redução da remuneração começou a ser negociada apenas nesta semana.

Vasco

O clube carioca está com três meses de salários atrasados e deverá, na negociação com jogadores e funcionários, incluir uma redução nos meses de maio, junho e julho, para quitar as dívidas que têm se acumulado.

R7 e Correio do Povo

Secretaria da Saúde amplia testes rápidos para hospitais e população economicamente ativa do RS

Inclusão dos grupos foi anunciada em videoconferência nesta quarta-feira

Inclusão dos grupos foi anunciada em videoconferência nesta quarta-feira


Com a abertura gradual das atividades econômicas em parte do Estado, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) anunciou, nesta quarta-feira, que vai incluir a população economicamente ativa, além da comunidade hospitalar, na aplicação em massa de testes rápidos. A inclusão dos dois grupos só foi possível com a chegada de um novo lote, com mais de 85 mil testes, ao Rio Grande do Sul. A ampliação da testagem foi anunciada pela secretária de Saúde, Arita Bergmann, e pelo governador Eduardo Leite, em videoconferência nesta quarta-feira.
"Estávamos priorizando trabalhadores da saúde e segurança sintomáticos. A partir deste novo lote encaminhado do Ministério da Saúde, vamos incluir hospitais e a população economicamente ativa. Estamos vendo, principalmente, pelas questões dos surtos que precisamos apresentar este teste para novos critérios”, apontou a secretária Arita Bergmann. Conforme ela, o Estado já recebeu ao todo 282 mil testes rápidos.
As inclusões, feitas pelas Prefeituras, de dados de casos positivados no sistema de monitoramento de coronavírus no RS iniciou nesta terça-feira. Por isso, é esperado que os números sejam elevados nos próximos dias. No entanto, o aumento expressivo dos casos confirmados não irá influenciar na determinação de “bandeiras de riscos” às regiões do Estado, uma vez que a avaliação também leva em consideração o número de mortes pela doença. As duas únicas regiões que devem ter uma releitura de suas bandeiras, de forma excepcional, são Passo Fundo e Lajeado.
Durante a videoconferência, o governador Eduardo Leite também anunciou a conclusão do acordo com companhias de telefonias da Claro, Oi, Vivo e Tim para acesso as informações como subsídio no enfrentamento da Covid-19. “Os dados que chegam ao governo do Estado são dados agregados, não individualizado, com todo o respeito ao que diz o Marco Regulatório da Internet e a legislação de proteção à privacidade sendo obedecida. O que nos interessa são dados agregados que mostram movimentações de grandes grupos no território, para termos os mapas de calor apontando onde eventualmente possa estar havendo aglomerações”, ressaltou o governador. Os dados devem ficar concentrados numa “nuvem pública”, de forma anônima. 
Leite ressaltou que os prefeitos das cidades das regiões dos Vales e Norte que estejam descumprindo as normas do decreto estadual, que prevê a suspensão das atividades econômicas, podem “sofrer sanções”, assim como o próprio comércio ser notificado pelo Ministério Público. “Rogamos aos prefeitos que atendam, obedeçam ao decreto, da forma como está. Não é uma obediência ao governador, mas à ciência. Uma atenção aos estudos científicos e uma atenção e uma obediência a priorização da saúde e da vida dos seus próprios cidadãos”, concluiu. 
Correio do Povo