Olímpio pede prisão preventiva de Lula por incitar violência

Major Olímpio foi à PGR e protocolou uma representação solicitando a prisão preventiva de Lula.

O senador do PSL de São Paulo acusa o petista de incitação à violênciadurante seu discurso à militância no último sábado, em São Bernardo do Campo.

No Twitter, Olímpio publicou a seguinte mensagem:

“É inaceitável que o condenado Lula incite a violência e a desordem. Por isso, protocolei representação para que o Ministério Público requeira sua prisão preventiva, para garantia da ordem e para que seja averiguado esse crime contra a segurança nacional.”

Na ocasião, Lula disse: “A gente tem que seguir o exemplo do povo do Chile, do povo da Bolívia. A gente tem que resistir. Não é resistir. Na verdade, é lutar, é atacar e não apenas se defender.”

Veja a íntegra do documento clicando AQUI.


O Antagonista

Governo publica MP que extingue o seguro obrigatório DPVAT

Arrecadação é responsável por indenizar pessoas envolvidas em acidentes de trânsito

Governo alega que cidadãos já são protegidos por acesso ao SUS

Governo alega que cidadãos já são protegidos por acesso ao SUS | Foto: PRF / Divulgação CP

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O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta segunda-feira medida provisória que extingue o seguro obrigatório DPVAT a partir de janeiro de 2020. O seguro é uma das obrigações que devem ser pagas todos os anos por proprietários de veículos para terem a documentação em dia - assim como o IPVA e o licenciamento. A arrecadação é responsável pelo pagamento de indenizações a pessoas envolvidas em acidentes de trânsito.

O texto da MP determina "a extinção do seguro obrigatório de danos pessoais causados por veículos automotores de vias terrestres (DPVAT) e do seguro obrigatório de danos pessoais causados por embarcações ou por suas cargas (DPEM)". A assinatura foi feita por Bolsonaro durante evento de lançamento do programa Verde e Amarelo, de estímulo ao emprego. A medida deve ser publicada nesta terça-feira no Diário Oficial da União.

Bolsonaro não fez nenhum pronunciamento sobre a medida. Em comunicado à imprensa, o Planalto informou que a MP "tem o potencial de evitar fraudes no DPVAT, bem como amenizar/extinguir os elevados custos de supervisão e de regulação do DPVAT por parte do setor público".

Segundo o governo, a Medida Provisória não desampara os cidadãos no caso de acidentes, já que "quanto às despesas médicas, há atendimento gratuito e universal na rede pública, por meio do SUS". O Planalto cita que segurados do INSS têm cobertura do auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, auxílio-acidente e de pensão por morte. O governo oferece ainda para não segurados do INSS o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que prevê um salário mínimo mensal para pessoas que não possuam meios de prover sua subsistência ou de tê-la provida por sua família.

Ainda de acordo com o Planalto, o consórcio responsável pela administração dos recursos do DPVAT tem contabilizado R$ 8,9 bilhões em recursos, sendo que o valor estimado para cobrir as obrigações efetivas até o final de 2015 é de R$ 4,2 bilhões. O restante será repassado ao Tesouro Nacional em três parcelas anuais de R$ 1,2 bilhão.


R7 e Correio do Povo

Evo Morales aceita asilo político e viaja para o México

Político boliviano renunciou à presidência e ainda assim teria ordens para ser preso

Morales postou foto de como passou a noite após ser deposto

Morales postou foto de como passou a noite após ser deposto | Foto: Reprodução CP

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O ex-presidente da Bolívia, Evo Morales, confirmou que irá aceitar o asilo político oferecido pelo México, nesta segunda-feira. A informação foi divulgada em seu Twitter,  após o país da América Central ter oferecido a possibilidadeo. Evo Morales renunciou ao cargo de presidente no domingo, após agravamento da crise na Bolívia.

Em sua postagem, o ex-presidente disse que parte rumo ao México agradecido ao "povo irmão" que ofereceu asilo para que possa continuar cuidando da vida. Declarou que dói abandonar a Bolívia por razões políticas, mas garantiu que irá voltar "com mais força e energia".

Evo Morales renunciou ao cargo de presidente da Bolívia após as Forças Armadas pedirem que ele entregasse o posto. A crise na Bolívia, intensificada nos últimos dias, teve seu agravamento após a eleição que confirmou o quarto mandato de Evo Morales para presidente do país. Mesmo após confirmar que aceitaria a auditoria da Organização dos Estados Americanos (OEA), as Forças Armadas mantiveram o posicionamento, que resultou na decisão de Morales de renunciar para evitar o aumento da violência no país.


Correio do Povo

Bolsonaro sugere asilo a Evo em Cuba e diz que esquerda tomou conta do México

Líder boliviano aceitou convite de chanceler mexicano após anunciar ser alvo de ordem de "prisão ilegal"

Líder boliviano aceitou convite de chanceler mexicano após anunciar ser alvo de ordem de

Líder boliviano aceitou convite de chanceler mexicano após anunciar ser alvo de ordem de "prisão ilegal" | Foto: Sergio Lima / AFP / CP

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O presidente Jair Bolsonaro (PSL) ironizou nesta segunda-feira, o aceite de Evo Morales, que renunciou no último domingo à presidência da Bolívia, à oferta de asilo no México. "Lá (no México) a esquerda tomou conta de novo. Tenho um bom país para ele: Cuba", afirmou Bolsonaro em frente ao Palácio do Alvorada.

Horas após renunciar à presidência boliviana, Evo anunciou que havia uma ordem de "prisão ilegal" contra ele. "Denuncio ao mundo e ao povo boliviano que um oficial da polícia anunciou publicamente que tem a instrução de executar uma ordem de prisão ilegal contra a minha pessoa", tuitou ele, que afirmou também que "grupos violentos" atacaram sua casa.

O chanceler mexicano, Marcelo Ebrard, informou, nesta segunda, que o asilo foi concedido a Evo porque "sua vida e integridade correm riscos". Ele explicou que informaria às autoridades bolivianas sobre essa decisão para que procedam para conceder um salvo-conduto ao ex-presidente e garantias de que "sua vida, integridade pessoal e liberdade" não seriam colocadas em perigo".

No domingo, na primeira manifestação pública sobre a saída de Evo da presidência, Bolsonaro fez uma defesa do uso do voto impresso nas eleições do Brasil. "Denúncias de fraudes nas eleições culminaram na renúncia do Presidente Evo Morales", escreveu o presidente no Twitter. "A lição que fica para nós é a necessidade, em nome da democracia e transparência, de contagem de votos que possam ser auditados. O voto impresso é sinal de clareza para o Brasil!", afirmou. O líder indígena boliviano havia sido reeleito presidente em 20 de outubro, em votação feita por meio de cédulas impressas em papel.


Agência Estado e Correio do Povo

“A LEI DE SEGURANÇA NACIONAL ESTÁ AÍ PARA SER USADA”, DIZ BOLSONARO SOBRE LULA

Por Claudio Dantas

O presidente Jair Bolsonaro concedeu ontem entrevista exclusiva a O Antagonista, no Palácio da Alvorada.

Na conversa, ele falou sobre as acusações de um acordão em Brasília, da crise que quase levou à queda do diretor-geral da PF e do risco de Lula ser enquadrado na Lei de Segurança Nacional, caso tente subverter a ordem constitucional.

Bolsonaro também avaliou seu primeiro ano de governo. A entrevista foi divida em partes. Leia a primeira (a segunda está disponível AQUI):

O Antagonista – Presidente, o Lula foi solto, fez um discurso apelando para a radicalização. Falou para fazer o Chile aqui no Brasil. Tem muita gente avaliando que o discurso de radicalização do Lula o beneficia, porque aumenta a polarização e isso pode vir até ajudar a reunificar a sua base de apoio. O sr concorda com essa avaliação?

Jair Bolsonaro – Olha, o Lula está solto, mas ele continua condenado, em terceira instância. Eu não pretendo dar palanque para ele. Discutir com uma pessoa que quase quebrou a Petrobras, que causou um estrago enorme junto aos fundos de pensão, deixou uma dívida enorme de recursos do BNDES que foram aplicados em países comunistas no mundo todo, que deixou um péssimo legado no tocante aos valores familiares. Uma pessoa que usou do poder em causa própria, inclusive com o plano de poder absoluto. Através das palavras do Zé Dirceu, isso voltou à tona. Ele disse agora que é a hora de tomar o poder. Eles tentaram tomar o poder no passado, por vias não democráticas. Chegaram pela democracia, se embebedaram no poder e querem voltar a qualquer custo, até porque grande parte das pessoas nunca trabalhou, sempre viveu às custas do Estado. Então, o fato de eu não querer rebater palavra por palavra do que ele fala a meu respeito é para não dar palanque para ele.

Já falou muita coisa a meu respeito, mas eu cheguei de forma democrática ao poder, como ele chegou. Só que, como eu disse há pouco, nenhum outro governo foi tão democrático como o meu. Em nenhum momento eu falei em controle social da mídia e nem aparelhei o Estado para me blindar ou para me locupletar do mesmo. E ponho um ponto final aqui. Vou continuar cada vez mais trabalhando para o Brasil melhorar.

Os números da economia estão aí. Nunca se viu uma taxa de juros tão baixa, a inflação também. Acho que, em poucos momentos, a inflação (esteve) abaixo da meta, o ‘risco Brasil’ (risco-país) também diminuiu bastante. O governo está dando certo. Diminuiu em 22% o número de mortes por arma de fogo. As apreensões de drogas, em especial pela Polícia Rodoviária Federal, tem aumentado assustadoramente. Aprovamos uma reforma da Previdência, onde conseguimos mostrar ao Parlamento que era importante para todos nós, não só para o presidente. O Parlamento se conscientizou disso e aprovou, coisa que há 20 anos tentavam fazer. Petista reclama, mas Lula e Dilma tentaram fazer uma reforma da Previdência parecida e não conseguiram. Mesmo tendo o controle do Parlamento.

O Antagonista – Lula disse ontem que um dos objetivos principais dele é sabotar a agenda econômica. Pediu até que seus deputados virem leões no Congresso para travar toda essa agenda.

Bolsonaro – É, um país sem a economia está fadado ao fracasso. Ele usou a palavra sabotar. Acho que ele poderia falar ‘vamos aperfeiçoar’, dar umas sugestões… seria um estadista.Mas ele tem uma massa de eleitorado ainda, não sei qual percentual seria, em torno de 20, 25%, que acredita cegamente nele, não consegue fazer uma análise crítica do que está acontecendo. Não consegue ver que, da situação que o Brasil estava com ele, o próximo passo era transformar-se numa Venezuela. Ia fugir para onde? Então, ele quer chegar ao poder pelo poder, em cima da mentira que sempre foi o combustível da política do PT.

O Antagonista – O sr ontem (sábado) se reuniu com a cúpula militar para avaliar algum tipo de risco que a libertação dele pode trazer, do ponto de vista político, social?

Bolsonaro – Eu sempre me reúno com ministros que, de uma forma ou de outra, têm o mesmo objetivo. A questão de vazamento de óleo, a questão ambiental. A questão dos militares, eu me reúno sempre com eles. Não é uma reunião inédita. Por vezes, estão todos, estão o da defesa, o (general) Heleno está em todas, pela sensibilidade, pelo seu equilíbrio, por seu conhecimento, por sua dedicação, e (é) quem decide muitas vezes qual medida tomar… A reunião com os militares é sempre para poder antecipar os problemas, nada mais que isso. Nós queremos é garantir a ordem, a paz e a tranquilidade no Brasil e, com a nossa participação, para que a população tenha paz para trabalhar. Essa é a intenção das nossas reuniões que às vezes acontecem.

O Antagonista – Esse tipo de incitação à violência pode ser enquadrado legalmente?

Bolsonaro – Temos uma Lei de Segurança Nacional que está aí para ser usada. Alguns acham que os pronunciamentos, as falas desse elemento, que por ora está solto, infringem a lei. Agora, nós acionaremos a Justiça quando tivermos mais do que certeza de que ele está nesse discurso para atingir os seus objetivos. Você pode ver no Chile, o presidente Piñera demitiu todos seus ministros, pediu perdão e continua a mesma coisa. Na Argentina, não houve nenhum badernaço, porque já era uma tendência a turma da Cristina voltar ao poder como voltou. Então, acredito que não tenha problema. Agora tem que se preparar porque, na América do Sul, o Brasil é a cereja do bolo. Se nós aqui entrarmos em convulsão, complica a situação. Você pode ver no dia de ontem, agora você tem o Foro (Grupo) de Puebla, mudou de nome o Foro São Paulo, esteve reunido na Argentina. Estava lá o Mercadante, Dilma Rousseff, e gente da América do Sul toda, por meio da Argentina, (para) continuar com essa política de grande pátria bolivariana, ou uma só a América do Sul. Mas o objetivo é sempre o mesmo. Esses países de esquerda, né, que já têm governo, como lá atrás quando foi criado, até as Farc fizeram parte, o objetivo era se ajudarem para chegar ao poder. O próprio Dirceu disse, algum tempo depois, que muitos que chegaram ao poder não acreditavam. E, aqui no Brasil, aconteceu um fenômeno conhecido como Mensalão,  Lava Jato, que botou, não digo um ponto final, mas botou um obstáculo para prosseguirem nessa tentativa insana de poder absoluto.

O Antagonista – Talvez, por isso, essa tentativa que existe agora, toda uma mobilização em diversas instâncias, em diversos graus, de acabar com a Lava Jato, de deletar os avanços institucionais permitidos pela Lava Jato, visto que a Lava Jato trouxe a público o mecanismo de financiamento desses governos corruptos?

Bolsonaro – Há muita gente envolvida nesse processo, não apenas a esquerda, o PT… grandes empresários e todos esses enxergam a oportunidade de se ver livre de uma possível punição lá na frente. Então a união aí não tem ideologia, é cada um tentando salvar a própria pele. É isso que está acontecendo. No meu entender, por parte daqueles que querem enterrar a Lava Jato. Eu disse claramente agora, quando estive aqui por ocasião da formatura de policiais federais, que se não fosse a Lava Jato não teria chegado à Presidência. A Lava Jato ajudou a catapultar isso daí, porque o povo ganhou uma ojeriza à maneira como o Brasil estava sendo governado, e as entranhas dessa governabilidade foram reveladas. Agora, quem estava à frente, o grande comandante dessa operação (petrolão) era esse cidadão que, por enquanto, está solto.


O Antagonista

Bolívia vive vácuo de poder, e violência nas ruas

Morales anunciou sua renúncia no domingo, depois de três semanas de protestos violentos

Manifestantes pró-Evo Morales bloqueiam uma rua de El Alto em 11 de novembro de 2019, um dia após a renúncia do líder de esquerda como presidente da Bolívia.

Manifestantes pró-Evo Morales bloqueiam uma rua de El Alto em 11 de novembro de 2019, um dia após a renúncia do líder de esquerda como presidente da Bolívia. | Foto: AIZAR RALDES / AFP

Em meio a um continente em convulsão, a Bolívia é a nova protagonista de uma crise política na América Latina. Após quase 14 anos no poder, o presidente Evo Morales renunciou ao cargo nesse domingo, depois de driblar uma derrota em um referendo constitucional para concorrer, mas pressionado pelas Forças Armadas. Se ainda não está claro que se tratou, ou não, de um golpe, o certo é que a violência disparou em algumas das principais cidades do país, que vive uma segunda-feira com vácuo no poder. Com Tiago Medina.

Ouça:



Correio do Povo

Pacote do Leite vai testar apoio da base aliada

A sétima edição do Podcast Matriz debate os desdobramentos e impactos dos projetos do governador Eduardo Leite

Governador assegurou que trabalha com uma base “sólida, coerente e sintonizada”

Governador assegurou que trabalha com uma base “sólida, coerente e sintonizada” | Foto: Gustavo Mansur / Palácio Piratini / Divulgação / CP

O governador Eduardo Leite deve encaminhar no máximo até quarta-feira o pacote de projeto que alteram as carreiras dos servidores públicos e a previdência à Assembleia Legislativa. Apesar de numericamente ter maioria, 40 deputados de 13 bancadas integram a chamada 'base aliada', contra 2 deputados independentes e outros 13 que formam a oposição, a aprovação dos projetos e da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) não promete ser simples.

A sétima edição do Podcast Matriz debate exatamente os desdobramentos e impactos dos projetos. O programa tem a participação das integrantes da editoria de política do Correio do Povo, Mauren Xavier, Flavia Bemfica e Taline Opptiz.

O envio dos projetos também deverá acirrar os ânimos no Parlamento. Isso porque entidades que representam categorias já preparam mobilizações de protestos, como o ato previsto para o dia 14, quinta-feira. Além disso, vai deixar em evidência ainda o desgaste entre os poderes.

Ouça:




Correio do Povo



EXCLUSIVO: "A LEI DE SEGURANÇA NACIONAL ESTÁ AÍ PARA SER USADA", DIZ BOLSONARO SOBRE LULA

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EXCLUSIVO: "O PACTO É EU NÃO INTERFERIR LÁ E ELES NÃO INTERFERIREM AQUI. MAS EU ENGULO SAPO"

EXCLUSIVO: "SE A DAMARES RESOLVER DEFENDER IDEOLOGIA DE GÊNERO, VAI SER DEFENESTRADA"

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Governo lança programa de emprego para jovens com redução de encargos

Expectativa e gerar cerca de 4,5 milhões de empregos em três anos

Contratação por performance de parceiros privados também está incluída

Contratação por performance de parceiros privados também está incluída | Foto: Vinicius Roratto / CP Memória

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O governo federal apresentou nesta segunda-feira sua maior ofensiva para a criação de empregos no Brasil, o programa "Verde Amarelo". O Secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, apresentou as medidas como uma "estratégia desenhada ao longo de vários meses e discussões com o Congresso" que terá dois milhões de pessoas qualificadas na primeira onda, o que corresponde a um milhão de novos empregos líquidos. "Esse decreto institui parâmetros novos e parcerias com atores privados. Ele deriva de vários seminários e conversas com a OCDE, Banco Mundial e diversos parceiros que moldaram o modelo", explicou.

O projeto terá foco em jovens de 18 a 29 anos que busquem o primeiro emprego e prevê a redução de encargos trabalhistas para os empregadores. A remuneração não poderá ser superior a um salário mínimo e meio (hoje, o equivalente a R$ 1.497). "Desoneração da folha com responsabilidade, apontando dentro do orçamento a contrapartida adequada para não haver desequilíbrio fiscal", disse o secretário especial da Previdência Social, Rogério Simonetti Marinho, anunciando também que a pauta do trabalho ao domingo voltará ao eixo central. "Acontece em qualquer lugar do planeta, vai acontecer respeitando a Constituição", afirmou, estimando 500 mil novos postos com a ação na indústria e varejo até dezembro de 2022.

Uma das medidas é a criação de garantias de qualificações. "Estamos disponibilizando, em parceria com SENAI e SEBRAI, vouchers para qualificação de trabalhador, permitindo que as empresas treinem seus empregados novos e contratados", disse. "O modelo coloca o trabalhor e o empresário no centro. Muitas vezes sabemos que há uma percepção diferente, mas esse casamento fará com que tenhamos mais efetividade. Vai ser o maior sistema de vouchers do mundo", apontou Carlos da Costa.

A contratação por performance de parceiros privados também está incluída. Desta forma, atores privados que têm soluções para problemas publicos serão recompensados por performance. "Serão pagos a medida que qualifiquem e empreguem mais pessoas", explicou da Costa. Também será criado o Conselho de Desenvolvimento de Capital Humano para Produtividade e Emprego, formado pelos Ministérios da Economia; Educação; Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações; e Cidadania para promover o mapeamento e articualção de avaliação do programa.

Marinho firmou compromisso de, "nos próximos três anos, ofertar R$ 40 bilhões em crédito para os mais pobres, necessitados, aqueles que estão à margem de processo de negociação e produção no brasil". Ele estima que isso leve 10 milhões de novos clientes aos bancos. Para assegurar o aumento de recursos, uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) deve elevar o percentual de depósitos à vista que os bancos devem direcionar para o microcrédito. Atualmente, o percentual corresponde a 2% dos depósitos à vista.

Emprego verde amarelo

- Para jovens de 18 a 29 anos que ainda não tiveram seu primeiro emprego
- Permitida apenas a contratação de pessoas com remuneração de até 1,5 salário mínimo (R$ 1.497)
- Empresas poderão ter até 20% de seus funcionários nessa modalidade
- Redução de impostos entre 30% e 34% do custo da mão de obra
- Permitida contratação na modalidade até 31/12/2022, mantida a duração do contrato para até 24 meses.
- Estimativa de geração de 1,8 milhão de novas contratações até dezembro de 2022


Correio do Povo


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Boa Vista: inadimplência de consumidor sobe 2,3% em outubro, com ajuste

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A inadimplência do consumidor avançou 2,3% em outubro ante setembro, já descontados os efeitos sazonais, segundo dados nacionais da Boa Vista. Em relação a outubro do ano passado, o indicador subiu 0,4%. Assim, a inadimplência do consumidor acumulou queda de 3,0% no ano e no acumulado em 12 meses.
Entre as regiões do País, o Norte apresentou o maior avanço, de 3,7%, seguido por Nordeste (3,1%), e Sudeste (2,7%). Centro-Oeste e Sul apresentaram crescimentos menores, de 0,8% e 0,6%, respectivamente.

Os economistas do Boa Vista continuam a alertar que o aumento das concessões de crédito a partir de 2017 vêm resultando em aumento significativo do endividamento e do comprometimento de renda ao longo de 2019. Nesse cenário, o elevado desemprego e a também a alta subutilização da mão de obra aumentam o risco de crescimento da inadimplência.
"De fato, os dados do Banco Central já indicam um ligeiro aumento da inadimplência das operações de crédito com recursos livres para pessoas físicas entre janeiro e setembro deste ano, e o indicador de registros da Boa Vista de outubro aponta na mesma direção."
Os economistas ponderam que o cenário ainda não é alarmante, pois a inadimplência segue baixa em relação à média histórica, mas frisam que a tendência é de alta. Eles acrescentam que a inadimplência cresce mais entre os consumidores de menor renda, exatamente os mais afetados pela lenta recuperação do mercado de trabalho.
"A equipe econômica da Boa Vista volta a ressaltar que uma retomada mais vigorosa e generalizada do crédito aos consumidores, sem aumento dos riscos, segue condicionada, a curto prazo, à evolução do mercado de trabalho e do endividamento das famílias."

Fonte: Estado de Minas - em.com.br - 08/11/2019 e SOS Consumidor