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Em que pé estão as conversas do MBL com o Novo

João Amoêdo não é muito fã da ideia

Por Pedro Carvalho

(Reprodução/VEJA.com)

A aproximação do MBL com o partido Novo, como antecipado pelo Radar, é quase restringido ao nome do vereador Fernando Holliday, hoje no DEM.

O Novo não permite saídas e entradas durante o mandato. Holliday vai concorrer à reeleição no ano que vem em São Paulo. É uma janela.

Para se filiar na nova casa, o vereador terá que passar por uma “due dilligence” – análise do passado, propostas, visão…

Mas não é só a questão burocrática que afasta o MBl do Novo. O presidente João Amoêdo não é muito fã da ideia de abraçar os meninos, ainda que a relação seja boa com os deputados Arthur ‘Mamãe Falei’ do Val e Kim Kataguiri.

Ambos estão em primeiro ano de mandato, o que exigiria mudanças nas diretrizes do partido para abrigá-los. Kim, ainda, possuí excelente interlocução e prestígio no DEM.


Veja

Eduardo Bolsonaro quer entrar em conselho sobre Brasil na OCDE

Manobra do filho do presidente para estar nas discussões antes reservadas apenas aos ministros

Por Pedro Carvalho

PRESENTE -  Eduardo Bolsonaro: oferta recusada de um carro importado (Fatima Meira/Futura Press/.)

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) apresentou requerimento para que ele possa participar das reuniões do conselho que discutirá os termos da entrada do Brasil na OCDE.

Pelo decreto presidencial, estão autorizados a compor o conselho o ministro-chefe da Casa Civil, que será o coordenador, e os ministros das Relações Exteriores, da Economia e da Secretaria-Geral da Presidência da República.

O quase-embaixador sugeriu que o presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Brasil–OCDE, criado pelo deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), e um representante possam também entrar nas discussões antes reservadas apenas aos ministros.


Veja

A guerra entre Luciano Bivar e Bolsonaro faz mais uma vítima

Deputada preferida do presidente foi desalojada de posto em diretório estadual

Por Robson Bonin

Bia: vítima da guerra entre Bolsonaro e cacique do PSL (Cristiano Mariz/VEJA)

Luciano Bivar segue distribuindo bordoadas nos principais aliados de Jair Bolsonaro dentro do PSL.

Agora, a vítima foi Bia Kicis, a deputada preferida de Bolsonaro na Câmara.

Bivar desalojou Kicis da direção estadual do PSL no Distrito Federal e agora negocia escalar um nome ligado ao governador Ibaneis Rocha, do MDB, para comandar o partido em Brasília.


Veja



Aras rumo à canonização (de Irmã Dulce)

Augusto Aras enviou ao secretário-geral do MPF memorando comunicando seu afastamento do país, entre os dias... [leia mais]

"Os 'papas' estão combinados para sangrar o governo"

Interlocutores do Planalto, apurou O Antagonista, já sinalizaram que não será fácil cumprir -- do jeito e no tempo... [leia mais]


Amazônia é um "problema mundial", diz o papa

O papa Francisco entrou nesta quinta-feira no debate sobre as queimadas na Amazônia... [leia mais]

"Sou puta": deputada do PSOL declama poema na tribuna da Alesp e colegas reagem

Na tarde de ontem, a deputada estadual de São Paulo Isa Penna, do PSOL, ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa... [leia mais]


STF pode tudo

"Um ex-conselheiro do CNMP fez chegar a integrantes da Lava Jato que o órgão está sendo fortemente pressionado por... [leia mais]

A grandeza de Gilmar, segundo Gleisi

Gleisi Hoffmann reconheceu a grandeza de Gilmar Mendes:

"Há de se reconhecer que ministro Gilmar Mendes... [leia mais]


URGENTE: BUSCA E APREENSÃO NA SEDE DO BTG

O MPF em São Paulo e a a PF cumpriram um mandado de busca e apreensão na sede do BTG, em São Paulo, para... [leia mais]

- Ações da BTG caem 9%

- Celso de Mello suspende parte de investigação sobre André Esteves na Lava Jato

Segurança de Flávio bate boca em aeroporto, segundo colunista

Bela Megale, em O Globo, relata que um dos seguranças de Flávio Bolsonaro protagonizou uma pequena confusão no... [leia mais]

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É PROIBIDO FALAR italiano, alemão e japonês

Sim, isso é verdade. O Palestra Itália paulista alterou o seu nome para Sociedade Esportiva Palmeiras e o Palestra Itália mineiro alterou o seu nome para Esporte Clube Cruzeiro.

Nenhuma descrição de foto disponível.

Everton Ribeiro

6 h

É PROIBIDO FALAR italiano, alemão e japonês:
Produzido pela Delegacia de São Lourenço do Sul, RS, em 2 de março de 1942, atendendo à legislação da Ditadura Vargas quanto à proibição de se falar línguas estrangeiras em público, em especial dos países do Eixo, da Segunda Guerra Mundial: Alemanha, Japão e Itália.


Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10219974454929278&set=a.1610235213335&type=3&theater

Você tira o celular do bolso mais de 200 vezes por dia

E o número de toques diários no aparelho é ainda mais impressionante: são 2.600, em média.

Por Bruno Garattoni e Eduardo Szklarz

(Tomás Arthuzzi/Superinteressante)

Fumar era normal. As pessoas acendiam o primeiro cigarro logo ao acordar, e repetiam o gesto dezenas de vezes durante o dia, em absolutamente todos os lugares: lojas, restaurantes, escritórios, consultórios, aviões (tinha gente que fumava até no chuveiro). Ficar sem cigarro, nem pensar – tanto que ir sozinho comprar um maço para o pai ou a mãe, na padaria da esquina, era um rito de passagem para muitas crianças. O cigarro estava na TV, nos filmes, na música, na propaganda (nos EUA, ficou famoso um anúncio que dizia: “Os médicos preferem Camel”). 30% a 40% da população, dependendo do país, fumava.

O cigarro foi, em termos absolutos, a coisa mais viciante que a humanidade já inventou. Hoje ele é execrado, com razão, e cenários assim são difíceis até de imaginar. Olhamos para trás e nos surpreendemos ao perceber como as pessoas se deixavam escravizar, aos bilhões, por algo tão nocivo. Enquanto fazemos isso, porém, vamos sendo dominados por um vício ainda mais onipresente: o smartphone.

Quatro bilhões de pessoas, ou 51,9% da população global, têm um, de acordo com uma estimativa da empresa sueca Ericsson. E o pegam em média 221 vezes por dia, segundo uma pesquisa feita pela consultoria inglesa Tecmark. O número de toques diários no aparelho é ainda mais impressionante: são 2.600, segundo a empresa de pesquisa Dscout Research. O smartphone já vicia mais gente, e de forma mais intensa, do que o cigarro.

O smartphone já vicia mais gente, e de forma mais intensa, do que o cigarro.

Vivemos grudados em nossos smartphones porque eles são úteis e divertidos. Mas o que pouca gente sabe é o seguinte: por trás dos ícones coloridos e apps de nomes engraçadinhos, as gigantes da tecnologia fazem um esforço consciente para nos manipular, usando recursos da psicologia, da neurologia e até dos cassinos. “O smartphone é tão viciante quanto uma máquina caça-níqueis”, diz o americano Tristan Harris. E o caça-níqueis, destaca ele, é o jogo que mais causa dependência: vicia três a quatro vezes mais rápido que outros tipos de aposta.

Harris trabalhou quase cinco anos no Google, primeiro como programador e depois como “especialista em ética de design”: a pessoa encarregada de garantir que os apps e serviços do Google não fossem manipulativos ou viciantes. Em 2016, saiu da empresa para criar uma ONG, que se chama Center for Humane Technology e reúne programadores alarmados com o impacto da indústria da tecnologia. “Estamos colocando toda a humanidade no maior experimento psicológico já feito, sem nenhum controle.

A internet é a maior máquina de persuasão e vício já construída”, diz o programador Aza Raskin, criador daquilo que o que viria a se tornar um dos elementos mais viciantes dos smartphones: a “rolagem infinita”.

A internet é a maior máquina de persuasão e vício já construída”, diz o programador Aza Raskin. Você provavelmente nunca ouviu falar dele, mas Raskin é famoso no Vale do Silício. Isso porque, em 2006, ele inventou o que viria a se tornar um dos elementos mais fundamentais (e viciantes) dos smartphones: a “rolagem infinita”. Sabe quando você vai descendo pela tela e o conteúdo nunca termina, pois vai aparecendo mais? Trata-se da rolagem infinita, que torna mais prático o uso do smartphone – mas também mexe com a sua cabeça.

“Se você não dá tempo para o seu cérebro acompanhar os seus impulsos, simplesmente continua rolando para baixo”, diz Raskin. Ele não imaginava o poder viciante de sua criação, e hoje se arrepende dela – tanto que é um dos fundadores do Center for Human Technology. “A pergunta que nós nos fazemos no Vale do Silício é: estamos programando apps ou pessoas?”, diz. “Só Deus sabe o que estamos fazendo com o cérebro das crianças”, afirmou Sean Parker, um dos fundadores e primeiro CEO do Facebook, num debate em 2018. “Nós exploramos uma vulnerabilidade da psicologia humana. Eu, Mark (Zuckerberg), Kevin Systrom (criador do Instagram), todos nós entendemos isso, conscientemente, e fizemos mesmo assim”, afirmou.

Você deve estar pensando: será que não tem um certo exagero nisso? Afinal, você não controla o uso que faz do smartphone, e pode tranquilamente deixá-lo de lado, certo? Mais ou menos. Primeiro, você provavelmente é bem mais dependente dele do que imagina. Segundo, na prática é difícil conter o uso do celular. Foi o que constatou uma pesquisa feita pela consultoria Deloitte com 2 mil brasileiros. 30% das pessoas disseram que têm problemas com o uso excessivo do smartphone, como dificuldade de concentração ou insônia, e 32% já tentaram maneirar – sem sucesso. Uma pesquisa do Hospital Samaritano de São Paulo revelou que oito em cada dez motoristas usam celular enquanto dirigem, embora 93%
deles reconheçam que isso é perigoso.

É por isso que boa parte das pessoas está sempre com a cara enterrada na tela, mesmo nos momentos mais impróprios para isso: atravessando a rua, na praia, num show, etc. “Está havendo um sequestro da atenção, da consciência, da perspectiva de você se conectar com o mundo à sua volta. Uma epidemia da distração”, diz o psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Grupo de Dependência Tecnológica do Hospital das Clínicas (USP).

Estudos mostram que o uso excessivo de smartphone está ligado ao aumento das taxas de ansiedade, depressão e déficit de atenção, inclusive com alterações na estrutura do cérebro. Os sintomas começam a se manifestar quando a pessoa gasta mais de três horas por dia no celular, e nós já passamos disso: o brasileiro gasta em média 3h10 diárias nessa atividade.


Este é o início da reportagem de capa da SUPER de outubro, exclusiva para assinantes. Clique aqui, assine nossa versão digital, e leia a matéria completa. São só R$ 8,90 mensais – e o primeiro mês é grátis.


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Quem compôs a música clichê de casamento?

Por Bruno Vaiano

(Image Source/Getty Images)

Foi o alemão Felix Mendelssohn, em 1842. A “Marcha Nupcial” era parte da música incidental de uma encenação da peça de teatro Sonho de uma Noite de Verão, de Shakespeare, que rolou em outubro de 1843 em Potsdam. Era tocada de fundo durante uma das últimas cenas – em que rola um casamento coletivo – para enfatizar sua carga emocional, exatamente como acontece nos filmes e séries atuais.

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Mendelssohn compôs música para várias outras cenas também. A trilha sonora foi uma encomenda do rei Frederico Guilherme IV da Prússia: o monarca havia assistido uma encenação de Antígona, de Sófocles, com música de Mendelssohn, e gostou tanto que quis ouvir como o compositor se virava adicionando música a outros clássicos do teatro. Ou seja: o cara foi uma espécie de John Williams do seu tempo.

Pergunta de @carolbeene, via instagram


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Fiscalização policial verificando violações das leis sobre "trajes de banho".

Verão chegando....bora curtir o mar...com respeito e moderação...1910 a 1921...notem que existia fiscalização policial verificando violações das leis sobre "trajes de banho".

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Egípcios caçavam crocodilos só para transformá-los em múmias

Sepultados junto a entes queridos, répteis ajudavam a movimentar o comércio de animais embalsamados da época. Entenda.

Por Ingrid Luisa

(The Washington Post/Getty Images)

Os egípcios eram obcecados pela arte da mumificação. Além de seres humanos, sabe-se que gatos, raposas, macacos, cavalos, leões e outros bichos também foram habilmente preservados graças a essa técnica.

A lógica era a mesma para todos: acontecia porque a sociedade do Antigo Egito acreditava na vida após a morte. De acordo com a crença, um dia o espírito iria voltar ao corpo, e, por isso, o “receptáculo” precisaria estar plenamente preservado. A tradição era tão forte na cultura que abrangia qualquer um. Um plebeu não era mumificado da mesma forma que um Faraó, é claro – existiam técnicas mais avançadas para os nobres e técnicas mais simples para a plebe – mas absolutamente todos zelavam pelos corpos de seus entes queridos.

E pelos corpos dos bichos. Para os egípcios, muitos animais representavam intermediários entre mortais e deuses, ou até mesmo encarnações de diferentes deidades. Por isso mumificá-los e guardar essas espécies nos túmulos era algo muito valorizado.

Você, leitor, pode estar se perguntando agora: “Ok, SUPER, mas se existe um monte de bicho mumificado, o que tem de especial o fato de crocodilos também serem?”.

Na verdade, a questão não é nem o animal mumificado, mas a forma com que ele era obtido. Em um dado momento, o embalsamamento de bichos acabou virando uma “indústria” no Egito Antigo. Como não dava pra sempre esperar uma morte natural do bicho para produzir uma múmia dele, o jeito era garantir um suprimento constante.

Surgiram, então, os fabricantes de espécies embalsamadas. Eles contavam com uma série de estratégias de obtenção – desde recuperação de carcaças de animais selvagens até a criação de animais com o único objetivo de garantir múmias no futuro.

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Agora, cientistas da Universidade Paul Valéry, de Montpellier, na França, atestaram que também havia uma outra opção, um pouco mais cruel: a caça. Egípcios matavam animais selvagens em seu habitat natural só para mumificar. De acordo com os pesquisadores, essa é a primeira evidência concreta da caça de animais com esse fim.

O grupo chegou a essa conclusão a partir de uma “autópsia virtual” em uma múmia de crocodilo com cerca de 2.000 anos. A peça foi descoberta por arqueólogos que escavaram a cidade de Kom Ombo, no Egito, no início do século 20.

No estudo, os autores relatam ter se surpreendido ao encontrar uma lesão grave na cabeça do réptil. “A causa mais provável de morte é uma séria fratura no crânio que causou um trauma direto no cérebro”, escrevem. “O tamanho da fratura, bem como sua direção e forma, sugerem que ela foi feita por um único golpe, provavelmente com um grosso taco de madeira”.

Hoje, o tal crocodilo é uma das 2.500 múmias de animais expostas no Museu das Confluências, em Lyon, na França. Com base nos resultados da nova análise, o animal, um crocodilo macho com cerca de um metro e meio de comprimento, tinha de 3 a 4 anos de idade no momento em que foi sacrificado. Segundo as crenças egípcias, os crocodilos estavam associados a Sobek, deus da fertilidade que tinha cabeça de um réptil e corpo de homem.

O estudo foi publicado na revista científica Journal of Archaeological Science.


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