INSS adota medidas para tentar acabar com atraso em pedidos de aposentadorias

por Thiago Resende

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Pedidos de aposentadorias e benefícios à espera de avaliação de técnicos somam quase 1,3 milhão

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) deu início a um plano para tentar acabar com o atraso na análise de pedidos de aposentadorias e benefícios, como auxílio-doença.

A ideia é colocar em prática todas as medidas até o fim de agosto. A promessa é limpar o estoque de processos atrasados até o fim do ano.

Hoje, são quase 1,3 milhão de pedidos de aposentadorias e benefícios à espera de avaliação de técnicos e com prazo vencido, ou seja, que não foram respondidos após 45 dias.

Em caso de demora na concessão da aposentadoria, a Previdência Social paga os valores atrasados e com correção monetária. Portanto, não fica no prejuízo.

A regra permanente estabelece idade mínima de 62 anos (mulher) e 65 anos (homem) Rivaldo Gomes/Rivaldo Gomes/Folhapress

“Mas o cidadão não pode ficar esperando”, disse o presidente do INSS, Renato Vieira.Atualmente, os peritos e funcionários do instituto conseguem analisarmais de 900 mil processos por mês. Isso equivale ao volume de pedidos feitos mensalmente.

No entanto, há ainda o estoque de processo já atrasados. Por isso, o plano é zerar esses atrasos para que, a partir do próximo ano, todos os pedidos possam ser respondidos dentro do prazo de 45 dias.

Para alcançar esse objetivo, o INSS passará a controlar a produtividade dos servidores.

A meta estabelecida é de cem processos por mês. Quem alcançar esse objetivo não terá mais o ponto de presença controlado.

Quem superar esse patamar receberá uma bonificação. Hoje, apenas 3,5% dos funcionários atingem essa meta.

Vieira considera essa mudança um avanço no controle de jornada e mais eficiente que verificar apenas as horas no ambiente de trabalho.

Em medida provisória assinada na segunda-feira (5), o presidente Jair Bolsonaro também estendeu o escopo da força-tarefa do INSS que estava já previsto no programa de pente-fino nos benefícios —medida que faz parte do ajuste nas contas da Previdência.

Quando criou o pente-fino, também enviada por MP ao Congresso no início do ano e convertida em lei, o governo também passou a prever bônus para avaliação de pedidos de concessão de aposentadorias e benefícios.

Isso se limitava a processos pendentes de análise até janeiro. Bolsonaro ampliou esse prazo para junho deste ano, com a edição da MP que determina o pagamento da primeira parcela do 13º benefício dos segurados do INSS todos os anos.

Com a medida, cerca de 1 milhão de pedidos atrasados poderão ser analisados pela força-tarefa do INSS. Esse trabalho de mutirão rende bonificação para aqueles servidores com produtividade acima da média.

Além disso, o INSS prepara outras ações, como permitir o trabalho a distância, mas com meta 30% superior. Assim, devem ser analisados 130 processos por mês.

Vieira também pretende remanejar servidores para que o estoque de pedidos pendentes de avaliação possa ser zerado.

O presidente do INSS quer, futuramente, aumentar as aprovações automáticas de benefícios pedidos.

Atualmente isso acontece para aposentadoria por idade e salário-maternidade —auxílio pago a trabalhadora que ficar afastada por motivos de gravidez ou adoção.

Ao contrário do programa de pente-fino no INSS, essas medidas não precisam de aprovação do Congresso, pois são adotadas por portaria assinada por Vieira.

Ele pretende também dar sequência à digitalização do instituto, que já permite a entrada de pedidos de benefício pela internet e aplicativo de celular. O objetivo, segundo o governo, é tornar a Previdência mais eficiente.

Na MP do pente-fino, agora tornada lei, foi aprovada no dia 30 de maio deste ano. Com a medida, o governo pretende economizar por ano R$ 9,8 bilhões.

Fonte: Folha Online - 07/08/2019 e SOS Consumidor

Imposto de Renda 2019: Receita Federal libera consulta ao terceiro lote da restituição

por Ana Luiza de Carvalho

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Pagamento será feito no dia 15; mais de R$ 10 bilhões foram liberados nos dois primeiros lotes

A Receita Federal deve abrir às 9h desta quinta-feira, 8, a consulta ao terceiro lote da restituição do Imposto de Renda Pessoa Física 2019. A consulta é divulgada com uma semana de antecedência em relação à data do depósito do lote, que será no dia 15. O número de contribuintes e o montante total que será injetado na economia ainda não foram divulgados pelo governo.

A restituição será liberada para quem fez a declaração do IR até 6 de abril e não teve nenhuma inconsistência nos dados. Também está previsto o pagamento de quem caiu na malha fina entre os anos de 2008 e 2018 e já retificou as informações.

O primeiro lote da restituição foi depositado em junho aos contribuintes prioritários, como idosos, deficientes e professores. Mais de 2,5 milhões de contribuintes receberam, juntos, R$ 5,1 bilhões. No segundo lote, o montante liberado foi de R$ 5 bilhões, para pouco mais de 3 milhões de pessoas.

Confira como consultar se você está no terceiro lote de restituição.

Consulta à restituição do Imposto de Renda

O valor da restituição pode ser consultado no site da Receita Federal, informando CPF e data de nascimento do contribuinte. Também é possível acessar o aplicativo para pessoa física, disponível para celulares com os sistemas operacionais Android e iOS. O próprio app permite ativar uma notificação que avisa ao contribuinte quando o dinheiro é liberado, caso a restituição ainda não tenha saído.

Outra possibilidade é ligar para o Receitafone, no número 146.

Como receber a restituição do Imposto de Renda?

A restituição é depositada diretamente na conta bancária indicada pelo contribuinte no momento de declaração do IR, nas datas previstas pelo calendário de restituição.

Se o dinheiro não for cair na data prevista, o contribuinte deve ir a uma agência do Banco do Brasil ou entrar em contato pelos telefones 4004-0001, no caso de capitais, ou 0800-729-0001 para demais localidades. Deficientes auditivos têm atendimento exclusivo pelo 0800-729-0088.

A restituição fica disponível no banco por um ano. Se o contribuinte não sacar o valor neste período, deve preencher um formulário eletrônico de pedido de pagamento de restituição.

Calendário de restituição do IR

O pagamento de cada lote é feito no dia 15 de cada mês ou no dia útil subsequente. Confira o calendário previsto para 2019:

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Vale a pena antecipar a restituição do Imposto de Renda?

Para quem precisa do dinheiro com urgência para pagar dívidas, uma possibilidade é fazer a antecipação da restituição do IR.

A chamada restituição, na verdade, é um empréstimo realizado por instituições bancárias. O valor calculado pela Receita Federal é liberado de imediato e, quando a restituição é depositada pela Receita Federal, já fica retida pela instituição bancária, que cobra ainda os juros proporcionais ao período.

Para saber se vale a pena antecipar o valor, é preciso verificar com o banco qual é a taxa de juros da operação e comparar com os juros que serão cobrados em caso de inadimplência da dívida.

É preciso considerar também a perda da rentabilidade, já que o dinheiro é corrigido pela Selic, a taxa básica de juros da economia. Quem não antecipou a restituição e está no terceiro lote, por exemplo, recebe o valor corrigido em 2,58%.

Fonte: Estadão - 07/08/2019 e SOS Consumidor



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DEIXEM O LIBERALISMO FORA DISSO!

(Elena Landau - Estado de S. Paulo, 03) Por mais absurdo que pareça, a polarização que marcou as eleições do ano passado fez de Bolsonaro símbolo da candidatura liberal em oposição a Fernando Haddad, que reafirmava o modelo estatizante. Era a opção para encerrar o ciclo PT.
Muitos, em total autoengano, optaram por ignorar seu passado intervencionista e embarcaram nessa fantasia. Os 200 dias de governo não trouxeram nenhuma surpresa. Bolsonaro tem sido fiel aos seus princípios. A toda hora desdenha dos que sofreram na ditadura, como revelam os comentários sobre a jornalista Miriam Leitão e agora em relação ao pai do presidente da OAB. Seu apreço por torturadores e ditadores é notório. É um governo marcado pela intolerância. A tentativa de deslegitimar dados do Inpe sobre desmatamento reflete a dominância do achismo sobre a ciência, que, infelizmente, rege boa parte das ações públicas dele e de seus mais próximos colaboradores.
A insistência em nomear o filho, sem nenhuma capacitação para o cargo, embaixador nos EUA é mais uma mostra do viés autoritário. Ele nem enrubesceu ao dizer: “Quero beneficiar meu filho”. Ameaçou “privatizar” a Ancine, uma agência reguladora, porque ela não impede a produção de filmes, segundo ele, impróprios. É o início de uma política cultural de Estado, típica de ditaduras. A negação de evidências empíricas na formulação de políticas públicas, que interferem desde a segurança no trânsito até a preservação ambiental, revela um retrocesso assustador e um Estado que parece pré-iluminista. Isso nada tem que ver com uma postura conservadora, é só obscurantismo mesmo.
Não adianta apelar para a agenda econômica para descobrir um presidente liberal, como queriam alguns eleitores, que ainda hoje se agarram nessa esperança para manter seu apoio a este governo. Bolsonaro sempre votou contra reformas que buscavam diminuir o peso do Estado, do Plano Real à privatização. O confronto com o Congresso e a intervenção de última hora a favor dos policiais puseram a reforma da Previdência em risco. Foram necessárias a habilidade e a persistência de Rodrigo Maia para salvar o governo de si próprio.
A frustração na economia é grande. Na campanha era como se existissem dois candidatos. Bolsonaro nunca teve aptidão nem gosto pelas questões econômicas. Delegou o assunto a Paulo Guedes. O apelido Posto Ipiranga não vingou por acaso. Hoje as previsíveis dificuldades de levar adiante mudanças profundas sem o envolvimento direto do presidente da República são evidentes. Além da interferência atrapalhada na reforma da Previdência, Bolsonaro desidratou o programa de privatização, que se resume à venda de subsidiárias e ao avanço no campo das concessões. Nenhuma grande estatal está na agenda, além da Eletrobrás.
Há uma promessa de que após a aprovação em segundo turno da reforma na seguridade, um amplo programa econômico seja anunciado. Mas por enquanto só se anunciaram a volta da CPMF e os incentivos para a atividade econômica no curto prazo, com a liberação do FGTS, que não configuram um plano de reformas modernizantes. O fim do monopólio da Petrobrás, imposto pelo Cade, é uma excelente notícia, mas seus efeitos para a atividade econômica não serão percebidos no curto prazo.
Esse quadro não significa que o liberalismo fracassou, já que ele nem sequer foi tentado. No governo FHC foi implementada uma agenda econômica liberal para dar sustentabilidade ao Real. Não havia preocupação com a classificação ideológica, como hoje. A oposição apelidou o grupo de economistas de “neoliberais”, de forma depreciativa, para caracterizar as mudanças expressivas que ocorreram na economia: nova contabilidade fiscal, amplo programa de privatização, abertura comercial, tripé macroeconômico, inovação nas políticas assistenciais e financiamento da educação – medidas que permitiram a comemoração de 25 anos de estabilidade monetária em 1.º de julho.
O ciclo do PT no governo provocou uma guinada no modelo econômico, com grande viés estatizante. O sucesso do partido em experiências sociais, como o Bolsa Família, criou um discurso de que os partidos de esquerda são progressistas e os de direita, liberais na economia, separando a pauta de direitos da pauta econômica. O liberalismo não é nem um nem outro, mas os dois. A definição de Vargas Llosa é primorosa: “O liberalismo não é uma receita econômica, mas uma atitude fundada na tolerância, na vontade de coexistir com o outro e numa firme defesa da liberdade”.
Natural que diante do fracasso do modelo intervencionista, e da herança negativa deixada se enfatize a importância do funcionamento livre do mercado. Mas a saída para o Estado obeso e ineficiente não é a sua negação.
Num país onde metade da população não tem acesso ao saneamento e crianças saem da escola sem aprender o básico de Português e Matemática, a agenda da liberdade precisa ser mais abrangente do que o mantra “o mercado resolve tudo”. É fundamental incorporar iniciativas que criem igualdade de oportunidades e ajudem a mobilidade social.
Acredito que a indignação da maior parte da sociedade com os retrocessos da agenda Bolsonaro – a negação da ciência, o conservadorismo absurdo nos costumes, o obscurantismo das ideias de seus auxiliares mais próximos, o desrespeito ao meio ambiente e a tendência a querer governar por decretos inconstitucionais – esteja abrindo os olhos dos brasileiros para a importância das ideias liberais. Neste século, o liberalismo é o contraponto perfeito à tendência mundial de crescimento do populismo nacionalista. Esta nova forma de autoritarismo se reflete na tentativa de imposição de ideias homogêneas, sem abertura para debate e controvérsias. Mas a intolerância é o avesso do liberalismo. Bolsonaro nunca foi nem nunca será um liberal. Seu governo também não. Melhor deixar o liberalismo fora disso.


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Mais informações:
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   (51) 9 8502.8080

Bolsonaro comenta ‘saidinha’ de Alexandre Nardoni para o Dia dos Pais: “Grave ofensa contra os brasileiros”

(Foto: Agência Brasil/Reprodução)

8 de agosto de 2019 Brasil, Capa – Caderno 1, Geral, Notícias

Indignação. Este foi o sentimento expresso por Bolsonaro em seu Twitter, após o anúncio de que Alexandre Nardoni, condenado a 30 anos de prisão por matar a filha Isabella, foi autorizado a sair temporariamente da prisão. O homem deixou a prisão em Tremembé, no interior de São Paulo, nesta quinta-feira (8), para a “saidinha” de Dia dos Pais. Esta é a primeira vez que ele recebe o benefício.

Na rede social, o presidente classificou isto como “lamentável”. Bolsonaro ainda escreveu que seria uma “grave ofensa contra todos os brasileiros”.

Jair M. Bolsonaro

@jairbolsonaro

- O caso Isabella, ocorrido em 2008, repercutiu em todo o Brasil. A criança de 5 anos foi jogada pela janela de seu apartamento. Hoje o pai, condenado pelo assassinato, é beneficiado pela saída temporária de dia dos pais. Uma grave ofensa contra todos os brasileiros. Lamentável!

91,7 mil

17:05 - 8 de ago de 2019

Informações e privacidade no Twitter Ads

22,9 mil pessoas estão falando sobre isso

De acordo com a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), Nardoni, assim como outros presos liberados para a data, irão retornar à unidade na próxima quarta-feira (14), às 17h. Anna Carolina Jatobá, madrasta de Isabella e também condenada pela morte, obteve neste ano o direito à saída temporária de Dia das Mães. De acordo com a defesa de Anna Carolina, ela ficou os dias de feriado prolongado com os dois filhos adolescentes. Ela tem recebido o benefício desde 2017.


O Sul

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Amendoim Doce muito fácil de fazer


Amendoim doce

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Amendoim é uma oleaginosa de grande importância para o organismo, além de fazer bem para o coração é delicioso e pode ser usado em inúmeras receitas. Você pode encontrar amendoim todo o ano, nos supermercados e lojas de alimentos naturais. Se você adora amendoim doce veja uma receita deliciosa e muito fácil de fazer, que selecionamos para você.

Receita de Amendoim Doce

Ingredientes:

– 500g de amendoim cru

– 2 xícaras de chá de açúcar

– 1 xícara de chá de água

– 1 colher sobremesa de fermento em pó

– 2 colheres sobremesa de chocolate

– 1 colher de canela em pó

Modo de Preparo:

Leve os ingredientes ao fogo em uma panela grande, porque o fermento espuma bastante

Mexa com uma colher de pau até desgrudar

Esparrame os grãos em uma assadeira e leve ao forno para torrar

Experimente até ficar a seu gosto.

Algumas versões diferente em vídeo


Receita do Dia

Delação de Palocci à PF implica Ambev

Ex-ministro petista afirma que empresa fez ‘pagamentos indevidos’ a Lula e Dilma para impedir aumento de imposto para bebidas alcoólicas

Rafael Moraes Moura e Breno Pires / BRASÍLIA

Texto atualizado às 12h20 desta quinta-feira, 8, com o posicionamento da Ambev

Ex-ministro Antonio Palocci em setembro de 2016, quando foi preso na Lava Jato. FOTO: RODOLFO BUHRER/REUTERS

Decisão sigilosa do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, diz que o ex-ministro Antonio Palocci relatou em seu acordo de delação premiada à Polícia Federal “pagamentos indevidos” da Ambev aos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff e a ele próprio. É a primeira vez que a multinacional de bebidas aparece nas investigações da Lava Jato. O interesse da empresa, de acordo com o documento de Fachin, era impedir o aumento de imposto (PIS/Cofins) sobre bebidas alcoólicas.

No despacho, ao qual o Estado teve acesso, não há menção a data ou a valores que supostamente foram desembolsados pela empresa. Os detalhes da delação de Palocci estão em outros documentos, os anexos, que estão sob sigilo. Fachin determinou a remessa de 11 desses anexos à Justiça Federal de São Paulo. As acusações do ex-ministro, incluindo as que se referem à Ambev, estão agora sob análise da força-tarefa da Lava Jato em São Paulo.

A Procuradoria da República de São Paulo requereu que os casos relatados por Palocci sejam concentrados na 6.ª Vara Federal Criminal, especializada em crimes financeiros e lavagem de dinheiro. “Numa avaliação inicial, o MPF entende que todos os casos incluem lavagem de dinheiro”, informou ao Estado a força-tarefa da Lava Jato.

O acordo de colaboração premiada de Palocci foi homologado por Fachin em outubro do ano passado. A negociação foi feita com a Polícia Federal, após o Ministério Público Federal recusar a proposta apresentada pela defesa do ex-ministro de Dilma e Lula.

Além do suposto pagamento de propina pela Ambev, o documento do Supremo relaciona outros episódios narrados por Palocci, como o pagamento de vantagem indevida por parte de bancos, o suposto desembolso de R$ 3,5 milhões do governo do ex-ditador líbio Muamar Kadafi para a campanha de Lula no ano de 2002 e a destinação de dinheiro de empreiteiras, via caixa 2, para campanhas petistas.

Consultoria. Em sua decisão, assinada em 11 de abril, Fachin observou que Palocci “elabora descritivo geral da organização criminosa integrada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) com objetivo de obter vantagens indevidas de grupos empresariais em contrapartida à prática de atos de ofício em prol dos interesses das empresas”.

A Ambev foi uma das empresas que contrataram os serviços da empresa de consultoria de Palocci, a Projeto Consultoria Empresarial e Financeira Ltda., por um período de três anos, para prestação de serviços de consultoria, via análises de cenários e conjuntura. Em um relatório da Receita Federal produzido em outubro de 2016, constam pagamentos que somam R$ 1,21 milhão da cervejaria à empresa do ex-ministro.

Embora a decisão de Fachin não relacione o suposto pagamento de vantagem indevida pela Ambev a um episódio específico, durante o governo de Dilma alguns aumentos de impostos anunciados para o setor de bebidas foram postergados. Em abril de 2014, por exemplo, o governo federal anunciou um aumento de tributos sobre as chamadas bebidas frias que entraria em vigor em junho daquele ano – mas a data foi adiada. Na época, o então ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a maior tributação de refrigerantes, cervejas e energéticos entraria em vigor no início de setembro, e mesmo assim de maneira escalonada.

A decisão foi anunciada depois de reunião de Mantega com representantes de empresas de bebidas, hotéis e bares. Naquela ocasião, Mantega disse que fez um “pacto com o setor” para não haver aumento de preços durante a Copa do Mundo, que ocorreu no Brasil naquele ano.

O juiz Danilo Pereira Júnior, da 12.ª Vara Federal de Curitiba, autorizou nesta semana a progressão de pena de Palocci para o regime aberto. Segundo a decisão, ele permanecerá com tornozeleira eletrônica.

COM A PALAVRA, A AMBEV

“A Ambev esclarece que as alegações relatadas são falsas e incoerentes. Falsas porque nunca fizemos pagamentos de qualquer natureza para obtenção de vantagens indevidas. E incoerentes porque, desde 2015, o setor de bebidas sofreu um grande aumento da carga tributária referente a PIS/Cofins, da ordem de 60%, contradizendo tudo o que foi alegado.”

COM A PALAVRA, O PT

O PT informou, por meio de nota, que Palocci “fez um negócio milionário com a Lava Jato para sair da cadeia com muito dinheiro em troca de mentiras”. “Nada do que ele diga sobre o PT merece crédito, muito menos por meio de supostos vazamentos direcionados politicamente”, afirmou o partido.

COM A PALAVRA, LULA

A assessoria de Lula disse que Palocci “é apenas um instrumento da Lava Jato para atacar (o ex-presidente) com mentiras e narrativas que não podem ser confirmadas por testemunhas ou por documentos”.

COM A PALAVRA, DILMA

A assessoria de Dilma informou que aguardaria a publicação da reportagem para, eventualmente, se manifestar sobre o assunto.

COM A PALAVRA, PALOCCI

O advogado Tracy Reinaldet, que defende Palocci, afirmou que a delação de seu cliente ainda está sob sigilo. “Por tal razão, a defesa do ex-ministro não comenta fatos específicos e não confirma ou infirma a veracidade destes.”

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Estadão

Transferido para Tremembé, Lula teria de raspar cabelo e tirar barba

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O maior motivo de preocupação dos dirigentes e lideranças petistas quanto a uma possível transferência de Luiz Inácio Lula da Silva para um presídio comum em Tremembé foi com a segurança e o bem-estar do ex-presidente. Um outro motivo, no entanto, preocupou os petistas ao longo do dia de ontem: os danos que a remoção causaria à imagem do maior líder do partido.

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Ao entrar em Tremembé, Lula seria obrigado a raspar o cabelo e a barba, sua marca registrada desde que surgiu na política nacional durante as greves de metalúrgicos do ABC, no fim da década de 1970. No sistema prisional paulista, todos os presos que chegam a uma penitenciária são obrigados pelo regulamento dos presídios a raspar o cabelo e a barba. Devem ainda tirar fotos para serem identificados, adquirindo uma ficha na cadeia. Petistas estavam certos de que essa ficha acabaria chegando às redes sociais. Para deixar que a barba voltasse a crescer, Lula precisaria de autorização judicial.


No sistema penitenciário paulista, o preso recebe duas calças caqui, duas camisetas brancas, duas blusas e pode ter até no máximo cinco cuecas, além de dois pares de meias, sapato e chinelo. Logo que entra na prisão, o detento é colocado no sistema de prova, uma espécie de adaptação à vida do presídio que pode durar até dez dias. Só então lhe é designada uma cela onde vai cumprir a pena.

Por fim, as visitas são apenas no fim de semana - exceto advogados e parlamentares. Todas devem ser autorizadas pela Justiça e devem passar pela direção do presídio. Petistas avaliavam que as restrições poderiam dificultar ainda mais a atuação política de Lula, hoje feita por intermédio de advogados que o visitam diariamente e políticos que vão a Curitiba uma vez por semana.

Caso o ex-presidente fosse transferido para a penitenciária, mesmo no regime fechado, ele poderia trabalhar em uma das três empresas que atuam no local. Por meio de convênio com a Secretaria de Administração Penitenciária, outras duas empresas atuam no presídio, uma delas no ramo de metalurgia, que poderia oferecer ao ex-presidente uma ocupação em que ele detém conhecimento por já ter trabalhado na área.

Outra opção seria o serviço de varrição do complexo. Oficinas de leitura e de teatro também são realizadas para os detentos que não querem trabalhar.

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Vídeo: Análise: como Lula, Bolsonaro constrói adversários (Estadão)

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Estadão e MSN

UM PRESIDENTE ALGEMADO PELA ESQUERDA

Se eu pensasse com o “traseiro”, ou com algum outro órgão “pensante” similar, no lugar do cérebro, como deve ser, provavelmente a essa altura dos acontecimentos eu também já estaria arrependido de ter optado por Jair Bolsonaro, para Presidente da República ,nas eleições de outubro de 2018.

Mas fi-lo por múltiplas razões. E acredito não ter errado. A principal delas reside na absurda hipótese do “diabo”,ou de algum “demônio”, ter competido nas eleições de 2018 com o candidato do PT . Se isso tivesse ocorrido ,com certeza eu teria trabalhado e votado “nele”, em desfavor da esquerda , que por muito pouco não destruiu o Brasil , de 1985 a 2018, mais acentuadamente depois de 2003, tamanha a roubalheira implementada nesse período, o que alguns entendidos garantem ter superado o valor do PIB brasileiro (cerda de 6,5 trilhões de reais),chegando à estupenda cifra de 10 (dez) trilhões de reais. E os resultados dessa “quebra” de um país estão aí para qualquer um constatar. São os malfeitos políticos e governamentais acumulados durante 33 anos, sempre capitaneados pela “obra prima” da esquerda, a Constituição de 1988 ,principal responsável “escrita” pelos descalabros morais,políticos, administrativos e econômicos , hoje reinantes, e que possuem a força necessária para “algemar” e imobilizar qualquer governo, inclusive o de Bolsonaro, que inexplicavelmente ainda se dobra e faz “juras de amor” sobre a constituição e leis deixadas pelos seus algozes ,impondo-lhe a quase total ingovernabilidade.

E foi precisamente com base nessa constituição espúria que escreveram uma parafernália de leis, praticamente imobilizando os poderes da Presidência da República, deixando-a totalmente “refém” do Poder Legislativo, origem do vício político mais conhecido como “toma lá-dá-cá”.

Com base nessa realidade político-administrativa ,conseguiram retirar da Presidência da República uma infinidade de poderes administrativos , inclusive o “poder discricionário” ,indispensável ao bom funcionamento de qualquer governo. O mais significativo exemplo dessa “castração” dos poderes administrativos de Bolsonaro é a situação do “COAF”,que pelos termos Constituição deveria ser da exclusiva competência do Presidente da República, mas que através de normas infraconstitucionais (leis), esse órgão passou a ser gerido somente com o “aval” do Congresso Nacional ,para qualquer iniciativa do Presidente da República sobre a sua organização e funcionamento. Os Presidentes (políticos) anteriores, após o Regime Militar, jamais tiveram esse problema . A razão é simples: sempre se submeteram ao “toma lá-dá-cá”. À permuta de interesses entre os membros dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Bolsonaro está pagando um alto preço por não ter aderido de “corpo-e-alma” a esse “troca-troca” entre os Três Poderes.

Mas a quadrilha de delinquentes políticos responsáveis pela trágica situação de hoje , tanto nos aspectos políticos,quanto morais,econômicos e sociais, ainda têm o desplante ,a ousadia e a cara-de-pau de lançar na “conta” do Governo Bolsonaro todas as causas e consequências dos malfeitos que eles mesmos plantaram e executaram durante tanto tempo.

Desse modo, o grande dilema de Bolsonaro estaria numa espécie de “crise de identidade”. Sua Excelência não estaria sabendo ao certo se mais se identificaria com o militar que foi no passado ,ou com o político que se tornou mais tarde.

A desvantagem do “político” Bolsonaro, em relação ao seu lado “militar”, está em que na política existem mais vícios que na caserna. E Bolsonaro conseguiu a sua candidatura presidencial não pela sua condição de militar, porém pela de político. E para mim esse detalhe não “soma” nada. É só olhar para o passado e verificar que os melhores presidentes não foram os políticos. Foram os militares. Tanto é que foi durante o Regime Militar,de 1964 a 1985,que o Brasil conseguiu cumprir à risca o lema positivista inscrito na sua bandeira. Foi o melhor período de “ordem” e “progresso”, além da “paz” e “segurança pública”, asseguradas ao povo brasileiro, em contraste com a “desordem” ,“retrocesso”, ”violência” e “insegurança” patrocinados pela esquerda durante todo o tempo em que mandou.

Mas o atual Presidente sem dúvida tem muitas virtudes. Mas também algumas deficiências, como qualquer outra pessoa “normal”. É uma pessoa correta e bem intencionada . Mas infelizmente caiu nas armadilhas da esquerda , chamadas “leis”, que estão impedindo a sua plena governabilidade. O próprio Presidente até já reconheceu que também o Estado Brasileiro foi “aparelhado” pela esquerda. E esse “aparelhamento” está presente nas próprias leis. Questões simples de “governo” foram transformadas em “questões de Estado”, e assim transformadas em lei. E Bolsonaro não pode mexer em nada, sem o “amém” do Congresso, ou seja, sem o tradicional “toma lá-dá-cá”. O caso da reforma da previdência em curso está passando dos limites do tolerável.

Então, pelo que se observa,uma das deficiências mais marcantes do Governo Bolsonaro tem sido a sua FALTA DE CORAGEM . Nesse ritmo em que anda o seu governo ele vai terminá-lo sem ter conseguido nada, refém que ficou dos Poderes Legislativo e Judiciário e das leis que o “amarram”.

Mas a classe política não é nada confiável para estabelecer uma nova ordem política e legal. Se deixarem essa missão para “eles”, provavelmente sairia coisa pior do que já está aí. E os brasileiros necessitam urgentemente se libertar da escravidão a que sempre foram submetidos pelos seus políticos. Por que somente essa “curriola” de maus elementos acampados na política tem o direito de fazer as leis e governar? Será que o povo brasilero não conseguiria gente mais decente e capacitada que os políticos para executar essas tarefas? Não seria melhor a confecção de uma nova constituição por um grupo de reconhecidos sábios ao invés desses políticos malandros ? Desses mesmos políticos malandros que enchem o peito quando passam a ser chamados de “constituintes”? Será que os brasileiros necessitariam continuar refém dos seus políticos para sempre?

Apesar de tudo, todos os males que atravancam o desenvolvimento e a paz social do Brasil poderiam ser afastados num só “canetaço”. A Constituição autoriza. Todos sabem qual é o artigo a que me refiro ,e que poderia fazer o “milagre” da salvar um país à beira do caos. E esse artigo poderia ser utilizado tanto pelo Presidente da República, quanto pelo PODER MILITAR ,com inteira autonomia, independentemente de Bolsonaro continuar governando,ou não.

Sérgio Alves de Oliveira/Advogado e Sociólogo