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O Kit Contém: 1 Perfume Feminino Amor Amor Eau de Toilette - 100ml 1 Perfume Feminino Amor Amor Eau de Toilette - 30ml Nos últimos 25 anos o universo olfativo dos jovens é assinado por Cacharel . Toda fragrância neste setor é uma promessa e uma afirmação. Uma questão de emoção e convicção, uma questão de desejo. E desta vez ainda mais, com uma história de amor. O amor é o primeiro item na lista de todas as liberdades, o mais cativante de todos os vícios e o mais instintivo de todos os compromissos. O que é que nos sobe à cabeça dessa maneira? Um hormônio… talvez. Um estado de espírito, mais provavelmente. Um perfume? Definitivamente. Após a ternura de Anaïs Anaïs, a harmonia de Noa e a vitalidade de Gloria, Cacharel diz duplamente: Amor Amor . Vermelho-Paixão O amor segundo Cacharel é proclamado em alto e bom som. Uma vitória, uma festa. Também é uma flor e uma cor. O vermelho da rosa da paixão. Vermelho! Vermelho fogo, vermelho sangue, vermelho vivo, vermelho lábios. Porque o vermelho, para os jovens, é manifesto, calor e movimento. Porque o vermelho é vivo, impulsivo e alegre. Porque é a cor que move o mundo. Às vezes, este amor se torna o assunto mais importante da vida. Às vezes, uma bela história de uma noite só. Tanto faz, toda vez terminamos sentindo que a vida é bela, que a vida é maior com ele do que sem ele. Porque nenhuma verdade pode ser mais necessária do que a emoção do amor... A Fragrância: O olfato é o primeiro dos sentidos amorosos. Através do cheiro você reconhece quem você ama de olhos fechados, por instinto. Pelo cheiro você sente desejo. Da mesma forma, o perfume convida sem dizer uma palavra, atrai com charme e conquista com uma teia de encantamento. Resistir é impossível. Amor Amor é apelo, desejo, excitação. Uma fragrância que chama e desnorteia. Um floral frutado 100% atraente desde sua primeira expressão: “’é agora ou nunca, o amor não espera”. Cada elemento, pela luz que o reveste, é imediatamente perceptível, imediatamente desejável. Isso vale para os almíscares, o sândalo e o âmbar cinza. As notas de cabeça, habitualmente tão voláteis, se fazem assim presentes até o final. Frações cítricas – grapefruit rosa, laranja sangüínea, tangerina suave –, cassis leve-rascante e pétalas salpicadas. O que mais? O coração de Amor Amor também não perde tempo. Floral e frutado novamente, pela introdução de um jasmim raro chamado «melati» cujo sabor de abricó faz um contraste com suave frescor. Ele cria uma simbólica rosa vermelha, ao mesmo tempo sedutora e sensual. Um toque de baunilha suave e está tudo dito. Um elixir do amor, uma poção, fino deleite. A base do desejo passional.
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Deixe sua cozinha ainda mais completa com o Refrigerador Frost Free TF42 da Electrolux com porta duplex na cor branca. Ela tem painel externo que traz facilidade para controlar a temperatura sem precisar abrir a porta. Design único com puxador ergonômico de metal, bonito e fácil de limpar. A geladeira tem 382L de capacidade líquida de armazenamento, com gavetão de frutas e legumes para uma melhor organização e visualização. Ainda conta com compartimento para alimentos frescos que conserva melhor e facilita a organização dos alimentos frescos, turbo congelamento que ajuda a congelar mais rápido.
O pânico em Brasília com a nomeação de Sergio Moro repercute agora nas Ilhas Cayman, no Panamá, em Mônaco, Luxemburgo, Liechtenstein, Singapura e Suíça.
Lindbergh Farias, que será um ex-senador a partir de 2019 e que perdeu a chance de outra boquinha no governo do presidenciável derrotado Fernando Haddad, esperneia no Twitter:
“Poucas coisas podem ser mais descaradas do que isto. Sempre alertamos que Moro atuava como militante, e não como magistrado. Depois de interferir no processo eleitoral, vira ministro do candidato beneficiado por ele. Em qualquer lugar do planeta isso seria um escândalo.”
Em qualquer lugar decente do planeta, um juiz toma decisões sobre criminosos independentemente do calendário eleitoral.
Vizinhos de Jair Bolsonaro na Barra da Tijuca registraram o momento em que Sergio Morou chegou à casa do presidente eleito:
O Antagonista
O BRASIL VAI, ENFIM, EXPERIMENTAR O CAPITALISMO?
XVIII- 15/18 - 01.11.2018
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PROPOSTAS LIBERAIS
Desde o histórico domingo, 28/11, a todo o momento fico me beliscando para ter certeza de que as medidas liberais propostas pelo superministro Paulo Guedes fazem parte do meu mundo real e não de mais um sonho primaveril, que acalento desde sempre.
ESTADO DE EUFORIA
Ontem, quando ouvi a forte reação de Paulo Guedes quanto a manifestação da CNI - Confederação Nacional da Indústria, que se colocou frontalmente contrária a fusão das pastas da Fazenda, do Planejamento e da Indústria e Comércio, confesso que entrei em ESTADO DE EUFORIA.
ROBERTO CAMPOS
A primeira imagem que veio a mente, tão logo ouvi as palavras de Guedes, foi a face alegre de Roberto Campos. Estou certo de que o espírito do grande economista liberal, onde quer que esteja, deve ter ficado muito satisfeito.
CAPITALISMO
Lembrei de Roberto Campos porque ele sempre enfatizou que o Brasil, antes de experimentar o estúpido SOCIALISMO PETISTA, que só produz prejuízos, sempre foi um PAÍS MERCANTILISTA. O CAPITALISMO, que leva a inequívoca prosperidade, JAMAIS FOI EXPERIMENTADO NO NOSSO EMPOBRECIDO BRASIL.
CONCHAVO
A manifestação da CNI e a confirmação do quanto o setor industrial entende que a prosperidade só e possível através do regime MERCANTILISTA, que nada mais é do que um verdadeiro CONCHAVO estabelecido entre GOVERNO e o SETOR EMPRESARIAL.
SALVAR A INDÚSTRIA
Pois, em reposta a manifestação da CNI, Paulo Guedes disse que a incorporação do Ministério da Indústria (Mdic) ao da Fazenda será usada para DESMONTAR O SISTEMA DE LOBBY E PROTECIONISMO, que atrapalha o desenvolvimento da indústria nacional. Mais: Guedes arrematou dizendo - “Vamos salvar a indústria brasileira, apesar dos industriais brasileiros” Que tal?
PROTECIONISMO
De forma muito corajosa, coisa jamais vista de parte de algum governante no nosso País, Guedes foi espetacular: comparou o atual Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços a uma “TRINCHEIRA DA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL” na defesa do protecionismo. “O Brasil está em um processo de desindustrialização acelerada há mais de 30 anos. Eles estão lá, com arame farpado, lama, buraco, defendendo protecionismo, subsídio, coisas que prejudicam a indústria, em vez de lutar por redução de impostos, simplificação e uma integração competitiva à indústria internacional.”
Será que estou sonhando? O Brasil, enfim, vai mesmo experimentar o CAPITALISMO? Tomara!!!
IPC-S-O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu 0,48% na última leitura de outubro, abaixo da prévia anterior, quando subiu 0,54%, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Com o resultado, o indicador acumula altas de 4,20% no ano e de 4,80% nos últimos 12 meses. REFORMA DA PREVIDÊNCIA - Reforma da Previdência de Armínio Fraga, que economiza R$ 1,3 trilhão, está nas mãos da equipe de Bolsonaro.
Em meio às discussões sobre qual modelo de reforma da Previdência levará adiante em seu governo, a equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) terá à sua disposição uma proposta mais ampla de mudanças nas regras de aposentadoria e pensão no Brasil, formulada pelo grupo coordenado pelos economistas Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central, e Paulo Tafner, especialista em Previdência.
O texto já foi entregue ao futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, e sua equipe no dia seguinte à eleição de Bolsonaro.
O time do presidente eleito ainda não decidiu se vai apoiar o avanço da reforma neste ano, mas a primeira sinalização de Guedes após a eleição foi a de que a mudança na Previdência é a prioridade da agenda econômica do novo governo.
O texto prevê a definição de uma idade mínima, uma regra de transição mais veloz do que a sugerida pelo atual presidente Michel Temer e a instituição paulatina de um regime de capitalização (pelo qual o trabalhador contribui para uma conta individual) sem um custo tão expressivo na transição.
A proposta de Armínio e Tafner deve proporcionar economia de R$ 1,27 trilhão em uma década, um ganho fiscal superior aos R$ 802,3 bilhões que seriam poupados com a reforma original de Temer (reduzidos a pouco mais da metade após o Congresso Nacional pressionar e desidratar o texto).
Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo e ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado), Armínio Fraga diz que já houve conversas com a equipe de Bolsonaro, mas o ex-presidente do BC no governo FHC prefere não dar detalhes.
"A reforma que o governo Temer apresentou tinha bastante impacto e depois foi meio aguada", afirma. Ele diz que tem convicção de que é preciso uma reforma que gere um ganho maior, de mais ou menos R$ 120 bilhões por ano, capaz de ter um forte impacto nas expectativas.
A ideia geral da proposta dos economistas é fixar idades mínimas iniciais (de 53 anos para mulheres e 55 anos para homens, no caso dos trabalhadores da iniciativa privada), que aumentariam com o passar do tempo até atingir a idade mínima final de aposentadoria, de 65 anos sem diferenciação por gênero.
A transição proposta pelo grupo seria mais rápida do que a proposta atual. Há regras específicas para professores, policiais e servidores públicos.
Os militares, que passaram ilesos na reforma de Temer, também seriam atingidos pela proposta. A ideia é que eles não tenham de cumprir uma idade mínima de aposentadoria, mas passem a receber um benefício proporcional ao tempo de serviço. Na prática, quem migrar para a reserva muito cedo deixará de receber uma parte do valor que ganha na ativa.
Universal
Também fica assegurado um benefício universal, que será pago a todos os brasileiros que tiverem 65 anos ou mais, mesmo que nunca tenham contribuído para o INSS, mas que seria correspondente a 70% do salário mínimo em 2020.
Armínio diz que Tafner foi muito criativo e calculou o índice Gini da Previdência. Nos cálculos do economista, o indicador cairia mais de 16% nos anos de 2016 e 2017 caso a proposta já estivesse em vigor, o que demonstraria que as medidas têm potencial de reduzir a desigualdade de renda no País.
A proposta Armínio-Tafner também prevê a implementação gradual de um regime de capitalização, que prevê a contribuição para contas individuais, apenas para trabalhadores nascidos a partir de 2014 (que ingressarão no mercado de trabalho a partir de 2030).
Ao contrário do modelo do Chile, que adotou a capitalização em substituição a um regime solidário como existe no Brasil (pelo qual as contribuições dos trabalhadores bancam os benefícios dos aposentados), a ideia é que os dois sistemas convivam juntos. (O Estado de S. Paulo)
FRASE DO DIA
Deus nos livre dos bens intencionados, eles causam danos irreparáveis. Roberto Campos
Pesquisa aponta que maioria que não guarda dinheiro sequer tem reserva de emergência
Não há muito o que se comemorar no Dia Mundial da Poupança, celebrado nesta quarta-feira (31), no Brasil, mas a data pode servir de alerta para o descuido da população com suas finanças.
Menos de um terço dos brasileiros afirmavam ter o hábito de poupar e, entre esses, apenas 10% disseram estipular um valor fixo a ser guardado. O restante poupa o que resta do orçamento.
Os dados são do Indicador de Reserva Financeira da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) de setembro.
No mês anterior, isto é, agosto, poucos mais de 16% dos entrevistados afirmaram ter conseguido guardar algum dinheiro.
"A pesquisa mostra que não só o grupo de poupadores é pequeno, como ainda quem consegue guardar não faz isso da melhor forma, com planejamento. Muitos vão na sorte, quando dá, quando sobra", avalia Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.
Mais grave. Não só 61% dos entrevistados não costumam poupar, como quase 53% sequer tem uma reserva de dinheiro.
"O brasileiro vive de uma fora muito imediatista, depende de parcelas. Mas, acima de tudo, nunca tivemos educação financeira", diz Annalisa Blando Dal Zotto, planejadora financeira e sócia da Par Mais.
As principais justificativas de quem não guardou dinheiro, de acordo com o levantamento do SPC, foram renda insuficiente (45%), imprevistos (15%), o fato de estarem sem trabalho no momento (15%) e descontrole com relação aos gastos (12%).
Segundo Dal Zotto, o passo inicial antes de começar a poupar é traçar objetivos. Guardar dinheiro para comprar uma casa, fazer um sabático ou se aposentar exige estratégias diferentes.
“Essa atitude do ‘se sobrar’ não adianta, porque dificilmente acontece. A maioria das pessoas sempre posterga para o próximo mês”, diz.
A estratégia do "pague-se antes" é preferível. "Quando você separa, por exemplo, 10% do seu dinheiro logo depois que recebe o seu salário, pode ser difícil no início, mas gradualmente você aprende a viver com os 90% restantes", afirma a planejadora.
"Depois, a cada mês, você vai aumentando um pouquinho esse percentual, assim não leva um susto grande. Acaba criando um desafio consigo mesmo e um hábito. Mas vale começar guardando qualquer coisa, é como chutar uma bola, precisa sair dessa inércia", completa Dal Zotto.
Antes de tudo isso, no entanto, vem a formação de reserva de emergência.
Segundo o SPC, quatro em cada dez dos poupadores precisaram sacar, em setembro, ao menos parte dos recursos guardados em agosto. Entre esses, 16% disseram destinar o dinheiro para uma situação inesperada e 9% para pagar dívidas.
"A reserva está aí para ser usada quando aperta, mas tem que se organizar para recompor os recursos. Todo mundo passa por imprevistos, se você não tem dinheiro guardado, no primeiro obstáculo vai se endividar", diz Dal Zotto.
Muitas dívidas contraídas pelas famílias poderiam ser quitadas com valores considerados baixos.
Quase três em cada dez pessoas com o nome negativado no SCPC (serviços de proteção ao crédito) poderiam voltar pro azul pagando até R$ 500, aponta outro levantamento, da startup de finanças pessoais GuiaBolso.
"As pessoas não têm uma reserva de emergência ou poupança. Quando acontece a situação inesperada, como uma demissão, despesa hospitalar ou batida de carro sem seguro, dá esse soluço nas finanças. Por mais que depois ela volte a pagar em dia, é muito difícil quitar o passado. Pagar aqueles dois ou três meses que ficaram para trás requer um aperto de contas maior", diz Márcio Reis, diretor de dados e pesquisas econômicas da GuiaBolso.
Ele orienta que guardar valores menores, mas com constância, é mais vantajoso do que poupar esporadicamente montantes grandes. "O hábito gera valor", afirma.
Para criar constância, diz Dal Zotto, é essencial elaborar uma planilha de controle financeiro, em que o consumidor lance ganhos, custos e planeje o quanto vai guardar. "É chato, mas tem que fazer", afirma.
ESCOLHA DOS INVESTIMENTOS
Se para quem poupa olhar para o presente já é difícil, planejar o futuro parece ainda mais distante. Apenas dois em cada dez brasileiros que guardaram alguma quantia em agosto separaram parte da renda pensando na aposentadoria, diz o SPC.
Marcela Kawauti, do birô de crédito, destaca que o brasileiro tem dificuldade para escolher os instrumentos mais adequados para poupar de acordo com seu objetivo.
A velha caderneta de poupança lidera o destino das reservas com folga (59%), bem abaixo de outros investimentos como fundos (10%) e Tesouro Direto (7%), de acordo com o levantamento.
Já 18% afirmam deixar o dinheiro em casa e outros 18% na conta corrente. "Isso é muito ruim, porque não oferece retorno nenhum", diz Kawauti.
"Não é só criar o hábito de poupar. Esse é o primeiro passo, planejar o objetivo, quanto vou guardar. Mas não adianta ter foco se não escolher o instrumento adequado para isso", ela acrescenta.
A planejadora Annalisa Dal Zotto explica que objetivos de longo prazo permitem ao investidor assumir maior risco em busca de mais retorno, como em fundos de ações ou multimercados. "Se houver perdas no curto prazo, com um universo de cinco, dez anos de aplicação, há tempo para se recuperar", afirma.
"O dinheiro da reserva deve estar ou em uma poupança ou num Tesouro Selic, por exemplo, em que não vai render tanto, mas também o risco de perda é menor", completa.
O comunista Flávio Dino, governador reeleito no Maranhão, diz que Sergio Moro e Jair Bolsonaro estavam "militando no mesmo projeto político: o de extrema-direita"... [leia mais]
O pânico em Brasília com a nomeação de Sergio Moro repercute agora nas Ilhas Cayman, no Panamá, em Mônaco, Luxemburgo, Liechtenstein, Singapura e Suíça. [leia mais]
Endividamento das famílias não ocorre simplesmente pela gastança desenfreada
A autorização do Conselho Monetário Nacional (CMN) aos bancos para reduzir o limite do cartão de crédito dos seus clientes antes de 30 dias de prazo me fez relembrar o projeto de lei 3515/2015. Ele visa à alteração do Código de Defesa do Consumidor (CDC) e do Estatuto do Idoso para evitar o superendividamento dos cidadãos. Mas PL está parado na Câmara dos Deputados.
Embora mais de 60 milhões de brasileiros estejam endividados, combater este grave problema não parece urgente para os legisladores.
Os projetos de atualização do CDC começaram a tramitar em 2012, a partir de anteprojeto de juristas liderados por Herman Benjamin, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ele foi um dos autores do CDC, uma das melhores legislações consumeristas do mundo.
O endividamento das famílias, ao contrário do que se possa imaginar, não ocorre simplesmente pela gastança desenfreada dos brasileiros. Além de imprevistos nada raros – desemprego, perda de poder aquisitivo, doenças graves – há todo um sistema que incentiva o crédito para movimentar a economia.
Isso ocorreu fortemente entre 2003-2016, sob a alegação de que geraria vendas, produção, empregos e arrecadação. É verdade, mas como crédito não é sinônimo de renda, um dia as pessoas têm de pagar as contas, com ou sem dinheiro disponível.
Surgiram, nos últimos anos, algumas providências para enfrentar as dívidas no cartão de crédito, maior fonte de endividamento. O crédito rotativo passou a ter limite de 30 dias. Depois disso, tem de ser quitado integralmente. Os bancos são obrigados a parcelar o valor dos que não conseguirem pagar, com outra linha de crédito, a juros mais baixos.
Desde junho último, cada banco pode definir o percentual de pagamento mínimo do rotativo (antes, era 15%).
A autorização do CMN, cabe explicar, também pretende reduzir o endividamento, quando o perfil de risco de crédito do cliente piorar rapidamente.
Espero, sinceramente, que governo algum volte a usar o crédito indiscriminadamente para mover as engrenagens da economia. É uma medida que, ao longo do tempo, provoca grande endividamento e afeta negativamente a atividade econômica. Reduz o poder de compra e acaba com a paz familiar.
Enquanto o CDC não tiver nova regulamentação para o crédito ao consumidor e prevenção ao superendividamento, há que redobrar a atenção ao orçamento doméstico, fugir das compras por impulso e controlar o consumismo. Ou pagar muito caro por nossas escolhas equivocadas.