Vagas de emprego em Porto Alegre–12.6.2018

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Vendedor
Salário: R$ 1320.00
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: Viva Vida
Descrição: Atendimento ao cliente, prospecção dos mesmos, vendas e pós venda, organização de material na loja e recebimento de mercadorias.

EU QUERO ESSA VAGA

Recepcionista
Salário: R$ 1230.00
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: (Confidencial)
Descrição: Candidata com
experiência em atendimento ao público
Conhecimento em world,excel.
Morar na zona norte de porto alegre ou arredores.

EU QUERO ESSA VAGA

Vendedor
Salário: A combinar
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: (Confidencial)
Descrição: Atendimento ao cliente para de produtos e vendas. Descrição das qualidades e vantagens dos produtos.
Ensino médio completo. experiência com vendas / atendimento.
Segunda à sexta
Horário: 9h às 18h
Salario à combinar + Bonificações

EU QUERO ESSA VAGA

Auxiliar de Compras
Salário: R$ 1600.00
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: Vega Style Italia Ltda
Descrição: Atuar nas atividades de compras, participando da cotação de preços de materiais, equipamentos e/ou matéria prima, emitindo pedidos, atualizando dados em sistema, acompanhar orçamento e controle de estoque, prestar suporte aos clientes internos para emissão de requisições de compras, acompanhar e controlar requisições, cadastrar novos fornecedores e materiais no sistema, receber e conferir notas fiscais e pedidos de compra.
Conhecimento autocad, office,
Idiomas: Ingles e italiano
Interessados podem currículo direto para meu e-mail:

EU QUERO ESSA VAGA

Vendedor
Salário: A combinar
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: (Confidencial)
Descrição: Demonstrar os produtos, avaliar o perfil dos clientes e fechar contratos de vendas, orientar, informar, entender o produto ou serviço, analisar os dados do público-alvo, para elaborar assim uma estratégia de venda, organizar uma agenda de principais clientes, realizar atendimentos, fechar vendas e captar novos clientes.

EU QUERO ESSA VAGA

Vendedor
Salário: A combinar
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: (Confidencial)
Descrição: Captar, atender e receocionar o cliente, negociar prazos e condições de pagamentos, além de possíveis descontos ou pacotes promocionais que podem ser oferecidos, vender o produto certo ao cliente certo e no tempo certo, utilizando as táticas dos treinamentos da empresa.

EU QUERO ESSA VAGA

Vendedor Interno
Salário: A combinar
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: (Confidencial)
Descrição: Vender produtos da loja, auxiliando os clientes na melhor escolha, prestando consultoria total quanto às suas dúvidas. Acompanhar a venda, negociar valores, fechar venda, agendar atendimentos,realizar atendimentos, etc. Ganhos médios em torno de $3.500,00.

EU QUERO ESSA VAGA

Vendedor Interno
Salário: A combinar
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: (Confidencial)
Descrição: Executar atividades relacionadas à venda de produtos. Responsável pelas vendas, pela negociação do preço do produto vendido, negociação do prazo, das condições de pagamento e dos descontos da venda.

EU QUERO ESSA VAGA

Vendedor Interno
Salário: R$ 1300.00
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: (Confidencial)
Descrição: Atividades:
Entender a necessidade do cliente e apresentar o produto mais adequado;
Esclarecer dúvidas sobre o funcionamento e características dos produtos;
Apresentar e negociar as condições comerciais de pagamento e entrega.
Trabalhar com metas individuais e da loja em relação a venda de produtos, serviços financeiros e telemarketing.
Requisitos necessários:
Ensino médio completo (2º grau)
Ter dezoito anos ou mais

EU QUERO ESSA VAGA

Vendedor
Salário: A combinar
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: Integrando Rh
Descrição: Empresa líder no mercado procura por vendedores. Não necessita experiência. Passamos todo treinamento necessário semanalmente.
Necessário ensino médio completo e ser de dezoito anos.

EU QUERO ESSA VAGA

Vendedor
Salário: A combinar
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: (Confidencial)
Descrição: Demonstrar os produtos, avaliar o perfil dos clientes e fechar contratos de vendas, orientar, informar, entender o produto ou serviço, analisar os dados do público-alvo, para elaborar assim uma estratégia de venda, organizar uma agenda de principais clientes, atender clientes, captar novos clientes.

EU QUERO ESSA VAGA



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Expansível até 15 metros (dependendo da pressão da água)
Pressão máxima: 15 BAR
Bitola: 1/2"
Recomendações de Uso: Uso doméstico / Não usar em máquinas de alta pressão
7 funções
Não torce
Não dobra
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Possui engate
Dimensões aproximadas da embalagem:  21 x 21 x 8 cm
Peso do produto: 0,470 Kg
Conteúdo da Embalagem           
1 mangueira Flex Hose
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1 gatilho com 7 tipos de jato




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Aparador De Grama Elétrico Tekna TT1000 - 900W Corte de 28cm Corte 110 Volts

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O aparador de grama TT1000 da Tekna possui grande capacidade de corte com diâmetro de 28 cm, é feito com tubo de alumínio e equipado com carretel para fios de nylon de 1,6 mm. É indicado para uso domiciliar. Produto de grande durabilidade e potência de 900 Watts.




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Lex Voconia–História virtual

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Lex Voconia (Lei Voconiana) foi uma lei estabelecida na Roma antiga em 169 aC. [1]

Introduzido por Q. Voconius Saxa com o apoio de Cato o Velho , Voconius sendo tribuna do povo naquele ano, esta lei proibia aqueles que possuíam propriedades avaliadas em 100.000 jumentos (ou talvez sestércios ) de fazer de uma mulher seu herdeiro. Este limite em particular não era arbitrário, mas aparentemente era a qualificação de propriedade tradicional para a admissão à classe mais elevada nas Comitia Centuriata e, portanto, a qualificação mínima para a Ordem Equestre . Além disso, proibiu legados extraordinários em uma vontade de um valor maior do que a herança dos herdeiros comuns. Essa intenção dessa legislação, de acordo com Gellius, era suntuária na medida em que limitava a riqueza disponível às mulheres, que presumiam gastá-la em bens de luxo inúteis. A lei só se aplicava às heranças por testamento e não afetava a lei intestinal da sucessão de mulheres, embora mais tarde se limitasse a herdar até o terceiro grau. [2]

O Lex Voconia foi evitado por meio de evitar o registro no censo, o que acarretou a perda de alguns direitos civis, ou pela forma comum de confiança romana conhecida como " fideicommissum ". A segunda disposição foi essencialmente anulada pela Lex Falcidia . A legislação de Augusto, em particular o Lex Papia Poppaea, também relaxou a primeira provisão, concedendo direitos completos de herança a mulheres casadas que eram mães de três filhos (se nascidos livres) ou de quatro filhos (se libertos).

Artigos relevantes

Links externos

Referências

  1. Jump up^ Adolf Berger (1968). Dicionário Enciclopédico do Direito Romano . Sociedade Filosófica Americana. pp. 561–. ISBN 978-0-87169-432-4 .
  2. Jump up^ A lei civil que inclui as doze tabelas, os institutos de Gaius, as regras de Ulpian, as opiniões de Paulus, as promulgações . The Lawbook Exchange, Ltd., pp. 66–. ISBN 978-1-58477-130-2 .

Wikipédia



A lei Voconia

Resultado de imagem para A lei Voconia

A lei Voconia limita o direito de sucessão das mulheres no período do Império Romano.


ECONOMIA

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Suprema platitude federal

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Papa não enviou terço para Lula

O papa Francisco não enviou um terço para Lula.

A Secretaria de Comunicação da Santa Sé desmentiu o PT.


O Antagonista



O rosário do presidiário

Lula espalhou que o papa Francisco enviou-lhe um rosário de presente.

Agora se sabe que é mentira, mas Fernando Morais já deve ter incluído o episódio na biografia do presidiário.


O Antagonista



Ministério do Trabalho anula parecer que avalizava imposto sindical

por Anaïs Fernandes

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Nota técnica defendia cobrança de todos os trabalhadores após aprovação em assembleia

Sob novo comando, a Secretaria de Relações do Trabalho, do Ministério do Trabalho (MTE), voltou atrás e anulou a nota técnica em que defendia a cobrança do imposto sindical de todos os trabalhadores de uma categoria após a aprovação em assembleia.

O despacho do secretário Eduardo Anastasi foi publicado no DOU (Diário Oficial da União) de 1º de junho e torna sem efeito a Nota Técnica nº 2/2018.

A contribuição passou a ser voluntária com a reforma trabalhista, em vigor desde novembro. Pelo entendimento da nova lei, o imposto só pode ser cobrado do trabalhador que der autorização prévia e expressa para o recolhimento.

A nota de março, assinada pelo então secretário Carlos Cavalcante Lacerda, no entanto, defendia a cobrança do imposto sindical de todos os trabalhadores de uma categoria após a aprovação em assembleia.

“Sem a contribuição, pequenos sindicatos não vão sobreviver. A nota pode ser usada para os sindicatos embasarem o entendimento de que a assembleia é soberana”, afirmou Lacerda à Folha na época, relatando que mais de 80 sindicatos solicitaram a manifestação da secretaria sobre o assunto.

Após a emissão da nota, Lacerda foi exonerado do cargo. À Folha, disse que já havia solicitado a exoneração para concorrer como deputado federal nas eleições de outubro. Lacerda é ligado à Força Sindical e filiado ao Solidariedade, partido do deputado federal Paulinho da Força (SD-SP).

"Com a publicação do despacho de sexta-feira, o Ministério do Trabalho confirma a posição de que o desconto da contribuição depende da autorização de cada trabalhador, conforme previsto no inciso XXVI do artigo 611-B da CLT. O artigo trata de direitos do trabalhador que não podem ser tirados ou reduzidos por meio de assembleia de categoria, incluindo o de 'não sofrer, sem sua expressa e prévia anuência, qualquer cobrança ou desconto salarial estabelecidos em convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho'", escreveu o MTE em nota.

O TST (Tribunal Superior do Trabalho) proibiu o desconto do imposto sindical de trabalhadores ao reverter decisões de instâncias inferiores a favor do recolhimento do tributo sem a autorização do empregado.

Até 16 de maio, a Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho havia atendido, em caráter provisório (liminar), a 33 pedidos de empresas para suspender efeitos de decisões que as obrigavam a recolher a contribuição para os sindicatos.

Também em maio, o vice-presidente do TST, Renato de Lacerda Paiva, aceitou um acordo que previa o recolhimento de contribuição sindical equivalente a meio dia de trabalho dos empregados.

Chamada de "cota negocial", a arrecadação foi prevista no acordo coletivo negociado entre o Stefem (Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias dos Estados do Maranhão, Pará e Tocantins) e a gigante mineradora Vale.

"Existe uma série de precedentes no TST com o entendimento de que qualquer contribuição estabelecida no âmbito de assembleia só seria obrigatória para empregados filiados ao sindicato, até como uma forma de defender a liberdade de associação. No entanto, já começam a surgir alguns posicionamentos na Justiça do Trabalho e no Ministério Público do Trabalho divergentes, ou seja, a matéria volta a se tornar controvertida", avalia o advogado Roberto Baronian, do Granadeiro Guimarães Advogados.

A ministra Cármen Lúcia marcou julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a constitucionalidade da contribuição sindical para 28 de junho, uma quinta-feira.

"O STF vai decidir sobre a validade formal da lei. Se disser que é inconstitucional, volta a regra anterior de contribuição obrigatória. Se entender que é constitucional, então será preciso decidir sobre essa questão da abrangência da assembleia, mas isso vai levar um tempo, até chegar a tribunais superiores", diz Baronian.

João Carlos Gonçalves, o Juruna, secretário-geral da Força Sindical, afirma que a contribuição tem sua própria legislação "e que está na mão do [ministro do STF Edson] Fachin para ser avaliada." Ele se refere às ADIs (ações diretas de inconstitucionalidade) ajuizadas contra a contribuição sindical voluntária, das quais Fachin é relator.

Em despacho publicado no fim de maio, o ministro afirmou que o fim do imposto sindical obrigatório é "grave e repercute, negativamente, na esfera jurídica dos trabalhadores”.

A maior parte do movimento sindical, no entanto, diz Juruna, quer a regulamentação da contribuição assistencial, que é definida em assembleia e inscrita na convenção coletiva. "Essa é, em termos de valor no orçamento de cada sindicato, muito mais prioritária", afirma.

Fonte: Folha Online - 11/06/2018 e SOS Consumidor



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A OAB de Zanin

“Alberto Toron decidiu disputar a presidência da OAB... [ leia mais]


"A CRISE DA VELHA ORDEM POLÍTICA ESTÁ ADOTANDO MÚLTIPLAS FORMAS"!

(Manuel Castells, sociólogo e referência em teoria da comunicação, professor emérito da Universidade da Califórnia em Berkeley - Trecho de RUPTURA - Ilustríssima- Folha de S.Paulo, 10) 1. Em tempos de incertezas costuma-se citar Gramsci quando não se sabe o que dizer. Em particular, sua célebre assertiva de que a velha ordem já não existe e a nova ainda está para nascer. O que pressupõe a necessidade de uma nova ordem depois da crise.
2. Mas não se contempla a hipótese do caos. Aposta-se no surgimento dessa nova ordem de uma nova política que substitua a obsoleta democracia liberal que, manifestamente, está caindo aos pedaços em todo o mundo, porque deixa de existir no único lugar em que pode perdurar: a mente dos cidadãos.
3. A crise dessa velha ordem política está adotando múltiplas formas. A subversão das instituições democráticas por caudilhos narcisistas que se apossam das molas do poder a partir da repugnância das pessoas com a podridão institucional e a injustiça social; a manipulação midiática das esperanças frustradas por encantadores de serpentes; a renovação aparente e transitória da representação política através da cooptação dos projetos de mudança; a consolidação de máfias no poder e de teocracias fundamentalistas, aproveitando as estratégias geopolíticas dos poderes mundiais; a pura e simples volta à brutalidade irrestrita do Estado em boa parte do mundo, da Rússia à China, da África neocolonial aos neofascismos do Leste Europeu e às marés ditatoriais na América Latina.
4. E, enfim, o entrincheiramento no cinismo político, disfarçado de possibilismo realista, dos restos da política partidária como forma de representação. Uma lenta agonia daquilo que foi essa ordem política.
5. De fato, a ruptura da relação institucional entre governantes e governados cria uma situação caótica que é particularmente problemática no contexto da evolução mais ampla de nossa existência como espécie no planeta azul. Isso no momento em que se questiona a habitabilidade deste planeta a partir da própria ação dos humanos e de nossa incapacidade de aplicar as medidas corretoras, de cuja necessidade estamos conscientes.
6. E no momento em que nosso extraordinário desenvolvimento tecnológico entra em contradição com nosso subdesenvolvimento político e ético, pondo nossas vidas nas mãos de nossas máquinas. E em que as condições ecológicas nas megalópoles, que concentram uma proporção crescente da população mundial, podem provocar, e de fato provocam, pandemias de todo tipo, que se transformam em mercado para as multinacionais farmacêuticas, esse malévolo poder que raptou e deformou a ciência da vida para seu exclusivo benefício.
7. Um planeta no qual a ameaça de um holocausto nuclear continua vigente pela loucura de endeusados governantes sem controle psiquiátrico. E no qual a capacidade tecnológica das novas formas de guerra, incluída a ciberguerra, prepara conflitos possivelmente mais atrozes do que os vividos no século 20. Sem que as instituições internacionais, dependentes dos Estados, e portanto da pequenez de objetivos, da corrupção e da falta de escrúpulos daqueles que os governam, sejam capazes de pôr em prática estratégias de sobrevivência para o bem comum.
8. A ruptura da mistificação ideológica de uma pseudo-representatividade institucional tem a vantagem da clareza da consciência a respeito de que mundo vivemos. Mas nos precipita na escuridão da incapacidade de decidir e atuar porque não temos instrumentos confiáveis para isso, particularmente no âmbito global em que pairam as ameaças sobre a vida.
9. A experiência histórica mostra que do fundo da opressão e do desespero surgem, sempre, movimentos sociais de diferentes formas que mudam as mentes e, através delas, as instituições. Como aconteceu com o movimento feminista, com a consciência ecológica, com os direitos humanos. Mas também sabemos que, até agora, as mudanças profundas demandaram uma substituição institucional a partir da transformação das mentes. E é nesse nível, o político-institucional propriamente, que o caos continua imperando. Daí a esperança, abrigada por milhões, de uma nova política.
10. Contudo, quais são as formas possíveis dessa nova política? Não estaríamos diante do velho esquema da esquerda, de esperar a solução mediante o aparecimento de um novo partido, o autêntico transformador que finalmente seja a alavanca da salvação humana? E se tal partido não existir? E se não pudermos recorrer a uma força externa àquilo que somos e vivemos para além de nossa cotidianidade?
11. Qual é essa nova ordem que necessariamente deve existir e substituir aquilo que morre? Ou será que estamos numa situação historicamente nova, na qual nós, cada um de nós, devemos assumir a responsabilidade de nossas vidas, das de nossos filhos e de nossa humanidade, sem intermediários, na prática de cada dia, na multidimensionalidade de nossa existência?
12. Ah, a velha utopia autogestionária. Mas por que não? E, sobretudo, qual é a alternativa? Onde estão essas novas instituições dignas da confiança de nossa representação? Auscultei muitas sociedades nas duas últimas décadas. E não detecto sinais de nova vida democrática por trás das aparências.
13. Há projetos embrionários pelos quais tenho respeito e simpatia, sobretudo porque me emocionam a sinceridade e a generosidade de tanta gente. Mas não são instituições estáveis, não são protopartidos ou pré-Estados. São humanos agindo como humanos. Utilizando a capacidade de autocomunicação, deliberação e codecisão de que agora dispomos na Galáxia Internet. Pondo em prática o enorme caudal de informação e conhecimento de que dispomos para gerir nossos problemas. Resolvendo o que vai surgindo a cada instante. E reconstruindo de baixo para cima o tecido de nossas vidas, no pessoal e no social.
14. Utópico? Utópico é pensar que o poder destrutivo das atuais instituições pode deixar de se reproduzir em novas instituições criadas a partir da mesma matriz. E, já que a destruição de um Estado para criar outro leva necessariamente ao Terror, como já aprendemos no século 20, poderíamos experimentar e ter a paciência histórica de ver como os embriões de liberdade plantados em nossa mente por nossa prática vão crescendo e se transformando.
15. Não necessariamente para constituir uma ordem nova. Mas sim, quem sabe, para configurar um caos criativo no qual aprendamos a fluir com a vida, em vez de aprisioná-la em burocracias e programá-la em algoritmos. Dada nossa experiência histórica, aprender a viver no caos talvez não seja tão nocivo quanto conformar-se à disciplina de uma ordem.


Ex-Blog do Cesar Maia


Doze pessoas morreram na tragédia e nove foram resgatadas com vida: https://glo.bo/2l1dhJA #GloboNews

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Marinha resgata último corpo do naufrágio em Itaguaí, RJ


Estreia é no domingo (17) contra a Suíça: https://glo.bo/2HF9r1z#GloboNews

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Seleção faz nesta terça (12) o primeiro treino em Sochi, na Rússia


Ação é contra fraudes em registros sindicais no Ministério do Trabalho: https://glo.bo/2JP4us8 #GloboNews

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Deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) é alvo de busca e apreensão


Na legenda da foto na internet, bandidos escreveram que a CET agora teria que multar usando bicicleta: https://glo.bo/2sQYmpR #GloboNews

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Ladrões roubam motos da CET, em São Paulo, e se exibem na internet


Ação ocorreu na noite desta segunda (11), na Baía na Guanabara. Três homens que estavam na embarcação foram presos em flagrante: https://glo.bo/2JOHbPl #GloboNews

G1.GLOBO.COM

Polícia intercepta barco que transportava armas, munição e explosivos no RJ