Juros caem no cartão e cheque especial, mas ainda pesam no bolso

por Regina Pitoscia

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Ainda que modesta e sem condições de aliviar de fato o bolso do consumidor, está ocorrendo uma queda dos juros no rotativo do cartão de crédito e no cheque especial. Resultado de mudanças promovidas pelo Banco Central nessas duas linhas de crédito.
Desde o dia 1º de junho entraram em vigor novas regras para o rotativo do cartão. Os bancos deverão cobrar a mesma taxa nas duas modalidades de rotativo, regular e não regular. Só lembrando que, em abril do ano passado, o Banco Central criou esses dois tipos de rotativo. Até então, havia apenas uma forma de financiar a dívida do cartão que não era paga no dia de vencimento da fatura.

Naquela época, com o objetivo de interromper a formação de dívidas impagáveis no cartão de crédito, já que o consumidor podia amortizar apenas 15% do saldo devedor e rolar o restante indefinidamente, o BC reduziu o prazo do rotativo para apenas um mês. Juntamente com essa alteração foram criados o rotativo regular, quando há o pagamento da parcela mínima da fatura, e o rotativo não regular, quando não há esse pagamento e a dívida é então renegociada em outras bases e com juros mais baixos.
Desde então, os bancos vinham cobrando taxas bem mais altas no rotativo não regular. Pela nova determinação, que está valendo desde o início deste mês, deverá haver uma unificação das taxas pelo o que estiver determinado em contrato para o rotativo regular. Portanto, em nível mais baixo. Para ter uma ideia do que vai ocorrer com os juros do cartão, veja as taxas cobradas de 15 a 21 de maio, nos cinco grandes bancos do País, portanto, antes das mudanças.


Perceba que Itaú e Caixa já estão com as taxas bem próximas. O Bradesco, que cobrava mais de 19% ao mês no não regular há dois meses, vem derrubando essa taxa nas últimas semanas. E o Santander ainda terá de reduzir bastante o juro no não regular. A conferir em que nível as taxas serão padronizadas.

De todo modo, os juros do rotativo só podem ser cobrados por um mês. Depois o consumidor é obrigado a renegociar a dívida dentro do parcelado migrado. Nessa linha, os juros não estão muito mais baixos não: segundo levantamentos da Associação Brasileira de Empresas de Cartão de Crédito (Abecs), a taxa média das cinco maiores instituições financeiras do mercado nas renegociações ficou em 9,8% ao mês.

Por tudo isso, o uso mais adequado do cartão continua sendo calibrar as despesas, de modo a ter condições de pagar o total da fatura no dia de vencimento. Cair na roda viva do financiamento dos gastos aumenta os riscos de inadimplência.

É conveniente buscar outro tipo de crédito, como o consignado, o Empréstimo sob Penhor da Caixa Econômica Federal e até mesmo o crédito pessoal. Todas as linhas operam com juros bem mais baixos que o rotativo.

Há mais duas novidades:  cada banco é que vai definir o pagamento mínimo da fatura, antes fixado em 15% do total do saldo devedor; e quando o consumidor entrar no rotativo não regular, as administradoras poderão cobrar multa de 2% mais juros de 1% ao mês, no máximo.

Cheque especial

No cheque especial, os juros que ficaram cristalizados por mais de um ano acima de 12% ao mês, nas maiores instituições financeiras do mercado, estão sendo revistos para baixo. Itaú e Bradesco já levaram suas taxas abaixo desse nível; Banco do Brasil e Caixa mantém acima dos 12%, e o Santander cobra juros mais pesados, acima de 14% ao mês.


Tudo indica que esse ajuste no cheque especial prepara terreno para as novas regras que passam a valer a partir de julho. Toda vez que o cliente ultrapassar 15% do limite de sua conta, o banco terá de oferecer uma nova linha de financiamento com juros mais baixos, além de emitir avisos, alertando sobre os riscos de endividamento ao permanecer com a conta estourada.

Fonte: Estadão - 06/06/2018 e SOS Consumidor

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Definido endereço da cúpula entre Trump e Kim em Cingapura

Hotel de luxo é uma das maiores propriedades da ilha para encontro entre líderes

Ilha era apontada como opção preferida pelos norte-coreanos, por ser ponto isolado | Foto: Mandel Ngan / AFP / Kcna Via Kns

Ilha era apontada como opção preferida pelos norte-coreanos, por ser ponto isolado | Foto: Mandel Ngan / AFP / Kcna Via Kns

O Capella Hotel será o endereço que vai abrigar a cúpula histórica entre o presidente americano, Donald Trump, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, marcada para o dia 12 de junho. A informação foi divulgada nesta terça-feira pelo Twitter da porta-voz da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders. "Agradecemos nossos ótimos anfitriões cingapurianos pela hospitalidade."



O hotel de luxo fica na ilha Sentosa, uma das apostas de especialistas como possíveis locais para o encontro histórico entre os dois líderes. A ilha era apontada como a opção preferida pelos norte-coreanos, por ser um ponto mais isolado do que os outros. O Capella é uma das maiores propriedades da ilha, assim como o resort World Sentosa.



AFP  e Correio do Povo


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A dissonância cognitiva do pessoal Sindipetro RS, por Lúcio Machado Borges*

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Ouvi uma propaganda na rádio Guaíba do Sindipetro RS, onde fala que tiraram recursos da saúde, educação, da segurança e que tudo piorou. A mesma propaganda fala que agora, querem privatizar a Petrobras "a galinha dos ovos de ouro", segundo o Sindipetro RS.

É impressionante a dissonância cognitiva dessas pessoas. Ora, acho um absurdo tirar recursos da saúde, da educação e da segurança, mas este tipo de coisa acontece porque não conseguimos diminuir o tamanho do estado brasileiro. É interessante porque não vimos nenhuma manifestação deste sindicato quando o PT privatizou a Petrobras para si e saqueou-a, quase levando à falência. Este sindicato ficou em silêncio quando Dilma Rousseff autorizou a compra da refinaria de Pasadena.

Não caia nesta ladainha. Este sindicato é filiado à CUT e a CUT é um braço político e sindical do PT.

*Editor do site RS Notícias



RS teve aumento de 58% em homicídios entre 2006 e 2016, aponta Ipea

Jovens de 15 a 29 anos são as principais vítimas

O Rio Grande do Sul teve um aumento de 58% no número de homicídios registrados entre 2006 e 2016. De acordo com o Atlas da Violência de 2018, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), o número de pessoas assassinadas passou de 18,1 para 28,6 vítimas a cada 100 mil habitantes.

Onze estados apresentaram crescimento gradativo da violência letal nos últimos 10 anos, sendo que, com exceção do Rio Grande do Sul, todos se localizam nas regiões Norte e Nordeste do País: Sergipe (64,7), Alagoas (54,2), Rio Grande do Norte (53,4), Pará (50,8), Amapá (48,7), Pernambuco (47,3) e Bahia (46,9). Entre aqueles em que a violência letal cresceu no período analisado, está o Rio Grande do Sul.

• Brasil ultrapassa a marca de 62 mil homicídios por ano

No Estado, em 2006 foram 1.983 assassinatos e,10 anos depois, o número chegou aos 3.225. Pelos dados publicados, já em 2015 o montante se mostrava elevado, foram 2.944 mortes. Mesmos com as constantes ações desenvolvidas pelos órgãos de segurança, os dados não mostram uma variação significativa.

Os números também mostram períodos menores, como 2011 a 2016 – que teve uma elevação de 47,7%, no número de homicídios no Estado. Nos anos de 2015 a 2016 o acréscimo foi de 9,2%.

A vitimização por homicídio de jovens, na faixa etária de 15 a 29 anos, é outro fenômeno que causa preocupação. As apurações com base de 2016 indicam um agravamento do quadro em boa parte do país, os jovens são principalmente homens.

O Rio Grande do Sul está entre os 20 estados que teve aumento nesse dado: com acréscimo entre 15% e 17%. Em 2006 foram 980 assassinatos, com base no Sistema de Informações sobre Mortalidade, o SIM. Dez anos depois o número surpreendeu e totalizou em 1.608. O número já era crescente deste 2014, quando o total foi de 1.323 e, no ano seguinte, 1.391.

Os pesquisadores construíram e analisaram os indicadores para compreender o processo da violência no País. A contagem, feita a cada 100 mil habitantes, permitiu a comparação entre as localidades e estados, com isso tem um padrão para a análise.


Correio do Povo


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Mais informações:
Luis Borges
e-mail:
luisaugustoborges@gmail.com
Fone: (51) 9 8039-0049



Lewandowski assume presidência da Segunda Turma do STF

Ministro será responsável pelo julgamento das ações da Operação Lava Jato

Lewandowski teria que assumir presidência mesmo sem votação por ser membro mais antigo da Corte sem ocupar o cargo | Foto: Carlos Moura / STF / CP

Lewandowski teria que assumir presidência mesmo sem votação por ser membro mais antigo da Corte sem ocupar o cargo | Foto: Carlos Moura / STF / CP

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski foi eleito nesta terça-feira, presidente da Segunda Turma da Corte, responsável pelo julgamento das ações da Operação Lava Jato. Como presidente, caberá Lewandowski fazer a pauta de processos a serem julgados e decidir quando serão analisados.

A partir da terça-feira da semana que vem, Lewandowski vai ocupar a vaga de Edson Fachin, relator dos processos da Lava Jato, que deixará o comando do colegiado após um ano na função. A eleição foi simbólica porque, de acordo com as normas internas da Corte, Lewandowski teria que assumir a presidência por ser o membro mais antigo que ainda não ocupou o cargo recentemente. Também fazem parte da Segunda Turma os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Celso de Mello.


Agência Brasil e Correio do Povo


CIDADES

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Em depoimento como testemunha de Cabral, Lula nega trapaça na eleição da Rio 2016

Ex-presidente foi solicitado pela defesa durante julgamento

Ex-presidente foi solicitado pela defesa durante julgamento | Foto: Heinrich Aikawa / Instituto Lula / Divulgação / CP

Ex-presidente foi solicitado pela defesa durante julgamento | Foto: Heinrich Aikawa / Instituto Lula / Divulgação / CP

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva depôs nesta terça-feira como testemunha de defesa do ex-governador Sérgio Cabral e disse que não houve trapaça na votação que elegeu o Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, Lula também respondeu, por videoconferência, a perguntas do Ministério Público Federal e do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal. "Quem fala que foi trapaça não entende nada de nada e não viveu o que nós vivemos", disse Lula, que afirmou que a candidatura do Rio de Janeiro só poderia ser bem sucedida se houvesse o empenho do governo federal e do Itamaraty.

Lula afirmou que defendeu a candidatura da cidade em todos os eventos oficiais em que participou em outros países e orientou o Ministério de Relações Exteriores a fazer o mesmo. Durante o depoimento, Lula lembrou de compromissos oficiais em que defendeu a candidatura do Rio de Janeiro, como a viagem aos Jogos de Pequim, a campanha antes da votação, em Copenhague, e uma reunião com a União Africana. "Sem o envolvimento do Brasil como um todo, o Rio de Janeiro não ganharia. O Brasil vivia um momento sensacional e tinha virado um protagonista internacional."

O ex-presidente também respondeu a perguntas da defesa de Carlos Arthur Nuzman, que é réu acusado de participar do mesmo esquema. Lula afirmou que Nuzman era uma figura respeitada internacionalmente. "Não vi nenhuma atitude dele que pudesse desabonar o Brasil ou as Olimpíadas." Ao responder às perguntas, o ex-presidente criticou a imprensa, afirmando que nem sempre se pode acreditar no que é publicado. Ele afirmou ainda que o Brasil vive um momento de denuncismo. "Eu só lamento que venha uma denúncia de compra de delegado anos depois. Não sei quem fez a denúncia e não quero saber. Como estamos vivendo um momento de denuncismo", disse Lula que foi interrompido pelo juiz Bretas.

Ao final do depoimento, Bretas agradeceu ao ex-presidente pela "postura" e disse que Lula é uma figura importante para o país e para ele próprio. O magistrado disse que participou de um comício com Lula quando tinha 18 anos. O ex-presidente convidou Bretas a participar de novos atos políticos. "Quando eu fizer um comício, agora eu vou chamar o senhor para participar", disse Lula, que prestou o depoimento vestindo terno e a gravata usada no dia da eleição do Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas. "Carrego essa gravata até ela desmanchar".

Cabral

O ex-governador acompanhou o testemunho ao lado de seus advogados e pediu a Bretas para cumprimentar Lula no início da audiência. "Meu abraço ao senhor e meus sentimentos pelo falecimento da Dona Marisa. Eu estava preso já. Um abraço meu, da Adriana e dos meus filhos", disse Cabral. Bretas também anunciou no início da audiência que um espaço no tribunal foi reservado para que Cabral se encontre com sua mulher, Adriana Ancelmo, seus filhos e netos. Segundo Bretas, o encontro foi um pedido da defesa de Cabral e foi concedido "por questões humanitárias".

Operação Unfair Play

Os processos contra Cabral e Nuzman fazem parte da Operação Unfair Play, que apura um suposto esquema de corrupção para a compra de apoio na votação que definiu o Rio como sede dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016. Está previsto para as 16h o depoimento de Pelé, que foi arrolado pela defesa de Nuzman. Além de Cabral e Nuzman, também são réus na ação o empresário Arthur César de Menezes Soares Filho, conhecido como Rei Arthur; o ex-diretor de Operações do Comitê Rio 2016, Leonardo Gryner; e os senegaleses Papa Diack e Lamine Diack, que teriam recebido propina para garantir votos africanos à candidatura do Brasil.

Nuzman é acusado de corrupção passiva, organização criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, e Cabral, de corrupção passiva. Gryner é acusado de corrupção passiva e organização criminosa. Arthur Soares, de corrupção ativa. E Papa e Lamine Diack, de corrupção passiva.

Ao aceitar a denúncia, em outubro do ano passado, Bretas escreveu: "No período compreendido entre agosto e setembro de 2009, Sérgio Cabral, Carlos Nuzman e Leonardo Gryner, de forma livre e consciente, solicitaram e aceitaram promessa de vantagem indevida de Arthur Soares, consistente no pagamento a Lamine Diack, por intermédio do seu filho, Papa Diack, no valor de, ao menos, US$ 2 milhões, com o intuito de garantir votos para o Rio de Janeiro como cidade-sede dos Jogos Olímpicos de 2016".


Agência Brasil e Correio do Povo



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