Murray Rothbard–História virtual

Murray Newton Rothbard

Nascimento
2 de março de 1926
Bronx, Nova Iorque, Estados Unidos

Morte
7 de janeiro de 1995 (68 anos)
Nova Iorque, Estados Unidos

Nacionalidade
norte-americano Estados Unidos

Influências


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Influenciados


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Magnum opus
Man, Economy, and State

Escola/tradição
Escola Austríaca

Principais interesses
anarcocapitalismo, praxeologia, direitos naturais, ética, filosofia, economia

Ideias notáveis
fundador do anarcocapitalismo

Murray Newton Rothbard (Nova Iorque, 2 de março de 1926 — Nova Iorque, 7 de janeiro de 1995) foi um economista norte-americano da Escola Austríaca que ajudou a definir o conceito moderno de libertarianismo e fundou uma vertente de anarquismo baseada no livre mercado, denominada "anarcocapitalismo". Rothbard utilizou a ênfase da Escola Austríaca na ordem espontânea e condenação do planejamento central para chegar a uma conclusão anarco-individualista.

Índice

Vida e obra

Ludwig von Mises, economista austríaco, importante professor de Rothbard

Rothbard nasceu dia 2 de março de 1926, filho de David e Rae Rothbard em uma família judia construída no Bronx. "Eu cresci em uma cultura comunista", dizia. Estudou na Universidade de Columbia, onde se tornou bacharel em matemática e economia em 1945 e mestre em artes em 1946. Fez ainda doutorado em filosofia e economia em 1956 na mesma universidade sob Arthur Burns.

Durante o início da década de 1950, estudou sob a orientação do economista austríaco Ludwig von Mises e seus seminários na Universidade de Nova York e foi grandemente influenciado pelo livro Ação Humana, de Mises. Nos anos 1950 e 1960 trabalhou para o liberal clássico Fundo William Volker em um projeto que resultou no livro Man, Economy and State, publicado em 1962. De 1963 a 1985, lecionou no Instituto Politécnico da Universidade de Nova York, no Brooklyn. De 1986 até sua morte foi um ilustre professor da Universidade de Nevada, Las Vegas. Rothbard fundou o Centro de Estudos Libertários em 1976 e o Jornal de Estudos Libertários, em 1977. Participou da criação em 1982 do Instituto Ludwig von Mises e, mais tarde, foi seu vice-presidente acadêmico. Em 1987 começou o acadêmico Review of Austrian Economics, agora chamado de Quarterly Journal of Austrian Economics.

Em 1953 casou-se com JoAnn Schumacher em Nova York, a quem ele chamou "quadro indispensável" para a sua vida e trabalho. Morreu em 1995 em Manhattan de um ataque cardíaco. Quando morreu, o obituário do New York Times chamou Rothbard de "um economista e filósofo social ferozmente defensor da liberdade individual contra a intervenção do governo."

Escritos da Escola Austríaca

A Escola Austríaca vem uma tradição filosófica racionalista, i. é, compreende a obtenção de conhecimento como um processo de elaboração de teorias capazes de dar coesão aos fenômenos empíricos. Logo, tenta deduzir axiomas que expliquem a ação humana, num estudo chamado de praxeologia, da qual a economia é uma sub-área (embora a mais desenvolvida). Outra sub-área da praxeologia é a ciência-militar se compreendida como um fenômeno racional, ao invés de um fenômeno cultural (polemologia).

Praxeologia é a ciência geral da ação humana, o que significa, consonantemente à tradição racionalista de conhecimento, que a ação humana é estudada em seus aspectos lógico-formais: são estabelecidos os axiomas basilares do comportamento humano, e daí são inferidos teoremas universalmente válidos da ação humana.

(A Praxeologia versa sobre ação humana e somente humana. Não intenciona dizer nada sobre organismos não-humanos, ao contrário de outras tradições de estudos comportamentais, como a análise do comportamento e o behaviorismo-radical, que estudam o comportamento humano como estando dentro de um continuum com o comportamento, no mínimo, dos demais mamíferos; muito possivelmente de todo o filo dos cordados; quiça, ainda mais generalmente, do reino animal)

A praxeologia, portanto, propõe uma epistemologia para a economia (e para as demais ciências praxeológicas) diferente da epistemologia das ciências naturais. Isto não implica que ela negue a validade do fisicalismo - pelo contrário - ela apenas propõe que ciências naturais e ciências sociais carecem de epistemologias diferentes. Portanto, teóricos do austroliberalismo, como Von Mises e Rothbard, propunham uma modalidade de dualismo metodológico, enquanto teóricos do conhecimento científico fisicalistas propunham uma modalidade de monismo metodológico

(Lembrando que não existem somente um "monismo metodológico" ou apenas um "dualismo metodológico". A modalidade de monismo metodológico do fisicalismo toma a física como paradigma epistêmico e metodológico para todas as ciências. Mas há outras modalidades de monismo metodológico que não são fisicalistas. Também há dualismos metodológicos não praxeológicos).

Por exemplo: uma teoria física, a partir de um conjunto de hipóteses, realiza predições. Tais predições são fenômenos físicos que esta teoria supõe sejam existentes. O trabalho empírico, seja ele experimental ou de campo (há teorias físicas cuja validade não pode ser verificada em laboratório, mas apenas in loco, como nos campos da oceanogragia, sismologia, glaciologia, paleotempestologia, meteorologia, climatologia, paleoclimatologia, etc.) averigua se estes fenômenos previstos formalmente são reais.

Para a Escola Austríaca este método (fisicalista) não é apropriado para fenômenos sociais. Como a ação humana é proposital e criativa, ela constantemente acrescenta novos elementos à dinâmica dos fenômenos que cria. Tal implica que estes fenômenos são dotados de intencionalidade. Como não existe intencionalidade nos fenômenos físicos (eles não são conscientes), a dinâmica dos acontecimentos físicos é determinista, no sentido de que todos os elementos passíveis de terem poder causal já estão previamente definidos (note que determinista, nesta acepção, não equivale ao determinismo mecanicista proposto por Descartes, de que um fenômeno físico é qualitativa e quantitativamente preditível com acurácia total. É apenas um determinismo qualitativo, ou seja, de que todos os eventos implicados num fenômeno físico existem previamente ao fenômeno, e de que outros não surgem).

Assim, a Escola Austríaca propõe um método apriorista de tratamento para os fenômenos sociais; i. é: a partir de axiomas inquestionáveis acerca da ação humana, inferem-se os fenômenos econômicos, militares, históricos - praxeológicos enfim- a que os seres humanos estão sujeitos.

Portanto, os teóricos da Escola Austríaca argumentam que o único meio de se chegar a uma teoria econômica válida é derivá-la logicamente a partir dos princípios/axiomas básicos da ação humana, que é o método denominado praxeologia. Disto decorre o individualismo metodológico: analise da ação humana a partir da perspectiva dos agentes individuais. Os teóricos da Escola Austríaca defendem a estrita observância deste método, pois segundo eles, o único meio de se chegar a uma teoria econômica válida é pela ação, propriamente dita, dos agentes, e não por pressuposições coletivistas das causas de suas ações (como o fazem, por exemplo, os marxistas).

O método austríaco sustenta que a descoberta de leis econômicas fundamentais válidas para toda a ação humana (como por exemplo a oferta e procura, utilidade marginal, intencionalidade da ação humana, dentre outras mais) são a conseqüêcia da praxeologia, e isto os leva a não necessitar dos experimentos naturais que os demais economistas usam.

Os economistas austríacos ainda afirmam que testabilidade na economia é praticamente impossível, uma vez que depende de atores humanos que não podem ser colocados em um cenário de laboratório sem que sejam alteradas suas possíveis ações.

A Escola Austríaca apóia a economia de livre mercado e critica as caracterizadas pelo comando estatal por destruir a função de informação dos preços e inevitavelmente levar ao totalitarismo. Influentes austríacos foram Eugen von Böhm-Bawerk, Friedrich Hayek e Ludwig von Mises. Rothbard argumentou que toda a teoria econômica austríaca nada mais é do que o desenvolvimento de todas as implicações lógicas do fato de que os seres humanos agem de forma proposital.

A Praxeologia não é, porém, uma teoria universalmente válida sobre "como atingir objetivos", nem uma teoria abrangente da eficácia ou da eficiência. Ela não pretende dar respostas sobre como planejar e obter resultados previamente concebidos. Ela essencialmente mostra que se [a] forem estabelecidos objetivos, e se [b] for escolhida uma linha de ação: então ou [c.1] esta linha de ação, lógica e formalmente, não decorrerá no objetivo; ou [c.2] esta linha de ação, lógica e formalmente, decorrerá no objetivo. Todavia, se [c.2] for o caso, não há como predizer quantitativamente quando, como, onde e quanto o objetivo verificar-se-irá. Apenas "se" e "porquê". Logo, a Praxeologia é uma teoria lógico-formal acerca do comportamento humano, e qualitativa. Ela não pretende predizer eventos (como as teorias fisicalistas), mas sim especificar se certas "linhas de ação" são compatíveis com seus "objetivos declarados". É por isto que Ludwig von Mises (um dos mentores intelectuais de Rothbard) dizia que a principal tarefa de um economista era dizer o que os governos não podem fazer: porque o planejamento econômico não é capaz de fazer a articulação dos fatores de produção que o mercado e o sistema de preços fazem ao alocar trabalho, capital, terra e commodities.

Enquanto Mises foi o grande sistematizador desta teoria {fazendo um apanhado do trabalho dos principais teóricos do austroliberalismo anteriores a si (bem como de seu próprio trabalho no seio desta tradição), e dando um corpo teórico unificado, abrangente e coerente a todas estas contribuições (que até então não eram dispersas: havia uma linha mestra - histórica e conceitual - entre todas elas; mas ainda faltava um corpo teórico integrador entre todas estas partes)}, Rothbard foi um explorador, aplicando o austroliberalismo misesiano a outros tópicos propriamente praxeológicos (ou passíveis de interpretação também por este viés) além de fazendo correções e clarificações que tornaram a obra de von Mises mais consistente e abrangente.

Capa de Man, Economy, and State

Rothbard também era versado em história e filosofia política. Os livros de Rothbard, como Man, Economy, and State (Homem, Economia, e Estado), Power and Market (Poder e Mercado), The Ethics of Liberty (A Ética da Liberdade), e For a New Liberty (Por uma Nova Liberdade), são considerados por alguns como clássicos do pensamento jusnaturalista libertário. Ele também estudou as escolas econômicas pré-Adam Smith, tais como os escolásticos de Salamanca e os fisiocratas e os discutiu em seu trabalho inacabado multi-volume, Uma Perspectiva Austríaca sobre a História do Pensamento Económico.

Rothbard separa os diferentes tipos de intervenção em três categorias: intervenção "autista", que é a interferência sem envolver trocas, como restringir a liberdade de expressão; intervenção "binária", que é forçar trocas entre o agressor e indivíduos, como no caso da tributação, e intervenção "triangular", que consiste em forçar trocas entre os indivíduos, como através do controle de preços. De acordo com Sanford Ikeda, a tipologia de Rothbard elimina as lacunas e inconsistências que aparecem na formulação original de Mises.

Rothbard foi um ardente crítico do influente economista John Maynard Keynes e do pensamento econômico keynesiano. Seu ensaio Keynes, o homem, é um ataque as ideias econômicas e ao personagem Keynes. Rothbard foi também um crítico severo do, entre outros, filósofo utilitarista Jeremy Bentham em seu ensaio Jeremy Bentham: The Utilitarian as Big Brother, publicado em sua obra, Classical Economics (Economia Clássica).

Rothbard enunciou "a lei de Rothbard", segundo a qual os acadêmicos tenderiam a se especializar no que eles são piores. Henry George, por exemplo, foi grande em tudo, exceto no que diz respeito a terra, sendo assim, ele escreveu sobre terra, 90% do tempo. Milton Friedman foi excelente, exceto em teoria monetária, então foi nisso que ele se concentrou.

Murray Rothbard dedica um capítulo em Power and Market para o papel tradicional do economista. Rothbard nota que as funções do economista no livre mercado, diferem muito das do economista em um mercado obstruído. "O que pode fazer um economista no livre mercado puro?" Rothbard pergunta. "Ele pode explicar o funcionamento da economia de mercado (uma tarefa vital, especialmente porque a pessoa ignorante tende a considerar a economia de mercado como mero caos desordenado), mas ele não pode fazer muito mais."

Visão política

Rothbard "combinou a economia laissez-faire de seu professor Ludwig von Mises com os pontos de vista absolutistas dos direitos do homem e a rejeição do estado que ele tinha absorvido a partir do estudo dos anarquistas individualistas americanos do século XIX, como Lysander Spooner e Benjamin Tucker". De Spooner e Tucker, Rothbard escreveu:

Lysander Spooner, anarco-individualista americano que influenciou Rothbard


Lysander Spooner e Benjamin T. Tucker foram insuperáveis como filósofos políticos e nada é mais necessário hoje do que um relançamento e desenvolvimento do amplamente esquecido legado que deixaram a filosofia política ... Existe, no corpo de pensamento conhecido como 'economia austríaca", uma explicação científica do funcionamento do livre mercado (e das consequências da intervenção governamental no mercado), que anarquistas individualistas poderiam facilmente incorporar em seu político e social Weltanschauung.

Rothbard fez oposição ao que considerou uma super especialização da academia e tentou fundir as disciplinas de economia, história, ética e ciência política para criar uma "ciência da liberdade." Rothbard descreve a base moral para a sua posição anarcocapitalista em dois de seus livros: For New Liberty, publicado em 1972, e The Ethics of Liberty, publicado em 1982. Em seu Power and Market (1970), Rothbard descreve como uma economia sem estado funcionaria.

Auto propriedade

Em The Ethics of Liberty, Rothbard afirma o direito de total auto-propriedade, como o único princípio compatível com um código moral que se aplica a qualquer pessoa - uma "ética universal" - e que é uma lei natural por ser o que é naturalmente melhor para o homem. Ele acreditava que, como resultado, aos indivíduos pertence os frutos do seu trabalho. Consequentemente, cada pessoa tem o direito de trocar sua propriedade com os outros. Ele acreditava que, se um indivíduo mescla seu trabalho com a terra sem dono, então ele se torna dono legítimo dela. A partir desse ponto em que ela é propriedade privada, só pode trocar de mãos pelo comércio ou por presente. Ele também alegou que as terras tendem a não ficar sem utilização, salvo se faz sentido econômico não utiliza-las.

Anarcocapitalismo

Rothbard começou a considerar-se um anarquista da propriedade privada na década de 1950 e mais tarde começou a usar o termo "anarcocapitalista." Escreveu:

Bandeira anarcocapitalista.


O capitalismo é a maior expressão do anarquismo, e anarquismo é a maior expressão do capitalismo. Murray Rothbard

No modelo anarcocapitalista de Murray Rothbard, agências de proteção concorrem no livre mercado e voluntariamente são apoiadas pelos consumidores que optam por utilizar seus serviços de protecção e judiciário. Anarcocapitalismo significaria o fim do monopólio estatal em vigor.

Crianças e direitos

Em Ethics of Liberty Rothbard explora, em termos de auto-propriedade e contrato, várias questões contenciosas relativas a direitos de crianças. Estes incluem direito das mulheres ao aborto, proibição de agressão de pais contra as crianças, bem como a questão do estado obrigar os pais a cuidar dos filhos, incluindo aqueles com problemas de saúde graves. Ele também argumenta que as crianças têm o direito de fugir dos pais e procurar novos guardiões assim que optarem por fazê-lo. Sugeriu que os pais têm o direito de colocar uma criança para adoção, ou mesmo vender seus direitos sobre a criança em um contrato voluntário. Ele também discute como o atual sistema de justiça juvenil pune crianças por fazer escolhas de "adulto", remove crianças desnecessariamente e contra a sua vontade dos pais, muitas vezes colocando-as sob maus cuidados. Em outros escritos Rothbard também apóia o direito de crianças trabalharem em qualquer idade, em parte por apoiar a sua libertação dos pais ou de outras autoridades.

Ativismo Político

Quando jovem, considerou-se parte da Velha Direita, um ramo antiestatista e anti-intervencionista do Partido Republicano dos EUA. Quando os chamados cold warriors intervencionistas da National Review, tais como William F. Buckley Jr., ganharam influência no Partido Republicano na década de 1950, Rothbard saiu do partido. William F. Buckley depois iria escrever um amargo obituário na National Review criticando as opiniões políticas de Rothbard.

Durante o final dos anos 1950, Rothbard esteve associado a Ayn Rand e sua filosofia objetivista, mas depois teve uma briga e saiu. Ele mais tarde satirizou a relação em sua peça Mozart foi um Vermelho. No final dos anos 1960, Rothbard defendeu uma aliança com o movimento antiguerra da Nova Esquerda, com o argumento de que o movimento conservador tinha sido completamente englobado pelo establishment estatista. No entanto, Rothbard depois criticou a Nova Esquerda por apoiar uma "República Popular" com alistamento. Foi durante esta fase que se juntou a Karl Hess e fundou Left and Right: A Journal of Libertarian Thought com Leonard Liggio e George Resch, que existiu de 1965 a 1968. De 1969 a 1984 editou The Libertarian Forum, também inicialmente com Hess (embora o envolvimento de Hess terminou em 1971).

Rothbard criticou o "frenético niilismo" dos libertários da ala esquerda, mas também criticou libertários da ala direita que estavam contentes por contar só com a educação para derrubar o estado. Ele acreditava que libertários deveriam adotar qualquer tática não-imoral disponível a fim de trazer liberdade.

Ron Paul, minarquista candidato a presidência americana pelo Partido Libertário em 1988

Durante os anos 1970 e 1980, Rothbard esteve ativo no Partido Libertário, frequentemente envolvido nas políticas internas do partido. De 1978 a 1983, esteve associado com o "caucus" radical do Partido Libertário, aliando-se com Justin Raimondo, Eric Garris e Williamson Evers. Ele se opôs ao liberalismo de imposto baixo defendido pelo candidato presidencial do Partido Libertário Ed Clark e pelo presidente do Cato Institute Edward H Crane III. Rothbard rompeu com o caucus radical do Partido Libertário em 1983 na convenção nacional sobre as questões culturais, e alinhou-se com o que ele chamou de ala da "direita populista" do partido, nomeadamente, Lew Rockwell e Ron Paul, que concorreu a presidente pelo Partido Libertário em 1988 e nas primárias do Partido Republicano de 2008.

Em 1989, Rothbard deixou o Partido Libertário e começou a construir pontes para o período pós-Guerra Fria visando a direita anti-intervencionista, chamando a si próprio de paleolibertário. Ele foi presidente fundador do clube conservador-libertário John Randolph e apoiou a campanha presidencial de Pat Buchanan, em 1992, dizendo que "com Pat Buchanan como nosso líder, podemos quebrar o relógio da social democracia." De qualquer forma, mais tarde tornou-se desiludido e disse que Buchanan desenvolveu demasiada confiança no planejamento econômico e poder estatal centralizado.

Livros

Ligações Externas

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Instituto Paraná: Jair Bolsonaro lidera

O Instituto Paraná fez uma pesquisa eleitoral.

Num dos cenários, o resultado é o seguinte:

Jair Bolsonaro: 20,5%

Marina Silva: 12%

Joaquim Barbosa: 11%

Ciro Gomes: 9,7%%

Geraldo Alckmin: 8,1%

Álvaro Dias: 5,9%

Fernando Haddad: 2,7%

Manuela D’Ávila: 2,1%

Michel Temer: 1,7%

Flavio Rocha: 1%


O Antagonista

TOFFOLI MANTÉM PROCESSO DO SÍTIO COM MORO

O ministro Dias Toffoli rejeitou o pedido da defesa de Lula para tirar de Sergio Moro o processo do sítio em Atibaia.

Toffoli foi escolhido para ser o relator do recurso porque tirou de Curitiba e enviou para a Justiça Federal de São Paulo as delações premiadas da Odebrecht que faziam parte desse processo e do da compra de uma sede para o Instituto Lula. Acompanhado por Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, também integrantes da Segunda Turma, o ministro realizou a façanha de dizer que a propina da empreiteira para Lula nada tinha a ver com a roubalheira na Petrobras.

A defesa do condenado queria entrar nesse vácuo e tirar tudo de Curitiba, como se Moro não fosse o juiz natural dos processos contra o seu cliente.


O Antagonista

As dívidas do Rio Grande do Sul, por Lúcio Machado Borges*

Resultado de imagem para rio grande do sul

O estado do Rio Grande do Sul paga 3% a mais para financiar a sua dívida com o governo federal, por causa do Banrisul. O pior é que tem gente que acredita que “o Banrisul é nosso e dá lucro”.

No RS, as pessoas acham que “a CEEE é nossa”. Um engenheiro da CEEE ganhou uma ação trabalhista contra a estatal de mais de R$ 2 milhões.

As pessoas não se dão percebem, mas quem paga essa conta é a própria população gaúcha, já que estas empresas são estatais.

*Editor do site RS Notícias



Linha Amarela fechada novamente

Pela segunda vez nesta manhã, a Linha Amarela está fechada em razão de operações na região...  [ leia mais ]

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Rodrigo Maia voltou a criticar a articulação do governo com a base no Congresso.

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URGENTE: LAVA JATO PARTE PARA CIMA DE DOLEIROS

A Lava Jato está nas ruas, com a Operação Câmbio, Desligo.

A PF cumpre mandados de prisão de 45 doleiros, entre eles Dario Messer, o "doleiro dos doleiros"... [ leia mais]


A Lava Jato lavou o Instituto Lula

O Instituto Lula está quebrado. Em março, começaram a fazer uma vaquinha
para arrecadar 720 mil reais, a fim de cobrir... [ leia mais]

Lítio – Esperança no ''Petróleo Branco''

Descoberta de lítio pode mudar a realidade de uma das regiões mais pobres de MG

Descoberta de lítio no Vale do Jequitinhonha, pode mudar a realidade de uma das regiões mais pobres do país.

Reunindo 5,1% da população e 1,9% do PIB de Minas Gerais, a região do Vale do Jequitinhonha apresenta o mais baixo PIB per capita das dez regiões do Estado – R$ 5,2 mil. O Vale também é responsável por 1,5% dos empregos formais e por apenas 0,3% das exportações totais da economia mineira. No entanto, essa realidade pode mudar radicalmente após a descoberta de novas reservas do valioso lítio, com potencial de exploração. Conhecido como “petróleo branco”, o metal é indispensável para o funcionamento de baterias de carros elétricos e outros dispositivos de alta tecnologia, incluindo smartphones.

A descoberta, feita em março pela CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais) tem movimentado a região. Em dezembro, uma reunião convocada pelo Ministério Público Estadual começou a discutir a instalação de um polo de exploração, beneficiamento e exportação de minério de lítio entre os municípios de Araçuaí e Itinga. O projeto, orçado em US$ 500 milhões, já está sendo fiscalizado pelo órgão.

“Queremos aglutinar os esforços de todos os atores envolvidos para a melhoria da economia local do Vale do Jequitinhonha. Por meio das prefeituras, da Associação de Desenvolvimento do Vale, da comunidade local, queremos todos unidos nesse processo de discussão para que essa oportunidade seja benéfica para todos”, salientou o promotor de Justiça Leonardo Duque Barbarela, que orientou o debate. Ele também destacou a necessidade de uma mobilização da sociedade regional para agilizar as ações do poder público no processo de produção do polo.

Investimentos na região

Os trabalhos para avaliar se o mineral realmente está disponível em grandes quantidades na região ainda estão sendo realizados. Mas, segundo o engenheiro Itamar Resende, da Sigma Mineração, o grupo já está otimista. “O Vale tem o benefício de ser uma grande reserva de lítio no Brasil e um das maiores do mundo. Agora, nós temos uma reserva aqui que pode ter a segunda melhor qualidade do mundo. Para Araçuaí é uma oportunidade única”, destaca.

Segundo Resende, a Sigma pretende investir R$ 230 milhões, o que pode gerar cerca de 200 empregos diretos.

Com pretensões de começar a extração do lítio já em 2019, o grupo acredita que as reservas do precioso mineral serão destaque mundial. “Especificamente no lítio, podemos ser um grande e importante fornecedor a nível mundial. É riqueza única no Brasil e que pode ser explorada em breve”, destaca.

US$ 30 mil foi o preço médio da tonelada do lítio em 2017. Projeção é que o valor cresça até 220% nos próximos dois anos

Mercado crescente

A demanda por equipamentos eletrônicos e carros elétricos tem esquentado o mercado do lítio ao redor do mundo. Um relatório de 2016 da consultoria americana Allied Market Research estima que o mercado mundial de baterias de lítio poderia valer US$ 46 bilhões em 2022.

Na América do Sul, o Chile é o principal líder na produção de lítio, segundo pela Argentina. No Vale do Jequitinhonha, o lítio é explorado pela CBL (Companhia Brasileira de Lítio), instalada entre os municípios de Araçuí e Itinga, onde novas minas também podem ser abertas.

A Hora e a vez do lítio

Saiba porque o mineral é tão importante e valorizado

Onde pode ser usado

Baterias – Desde smartphones até carros elétricos

  • Pilhas

  • Remédios

  • Graxas e lubrificantes

  • Cerâmicas resistentes ao calor

  • Ligas de alumínio

  • Outros

Curiosidades

  • Hoje, o Brasil tem 0,3% das reservas de lítio do mundo

  • Atualmente o país produz 1% do mineral em uso no mundo, o equivalente a 48 mil toneladas.

  • A estimativa é que, em 2019, o lítio no Brasil responda por 8% da reserva mundial.

  • Atualmente o país produz 1% do mineral em uso no mundo, o que equivale a 48 mil toneladas.

  • Na Bolívia, estima-se que exista 10 milhões de toneladas de lítio no deserto de Salar Uyunindial.

Reservas de Lítio Confirmadas

  • Chile – 51,83%

  • China – 22,12%

  • Argentina – 13,82%

  • Austrália – 11,06%

  • Portugal – 0,41%

  • Brasil – 0,33%

  • EUA – 0,26%

  • Zimbábue – 0,17%

Reservas de Lítio no Brasil

Ocorrência

  • Região do Vale do Jequitinhonha e MG

  • TO, RN

Garimpo

  • ES, Região do Vale do Jequitinhonha (MG), BA, CE e RN

Mina

  • Região do Vale do Jequitinhonha, MG e RN

Fonte: CPRM

Pedro Nascimento

Metro Belo Horizonte

Fonte: Metro Jornal, página 06 de 3 de janeiro de 2018.



Cadê as provas,Lula?


CANDIDATOS DE CENTRO! ADVERSÁRIOS DE PROXIMIDADE! E O TIGRE!

Resultado de imagem para candidatos eleições 2018

1. Todos os dias o noticiário político da pré-campanha eleitoral de 2018 destaca que candidatos ditos de Centro atuam de forma a que uns ou outros possam se somar às candidaturas de uns e outros.
2. Mas na medida em que nenhum deles se destaca nas pesquisas e desponta como favorito entre eles, não há nenhuma razão para que os demais se somem em torno desse ou daquele. Afinal, por que ele e não eu?
3. Nenhum dos candidatos que são considerados ou se consideram de Centro têm 8% ou menos. A diferença para os que estão no piso nas pesquisas é de uns 6%. Ou numa soma algébrica: se o de cima cair 3 pontos e o de baixo subir 3 pontos, eles estarão empatados. 
4. Se sabe que quanto menor a % de intenções de voto, maior a margem de erro das pesquisas. Quem tem 2 pode ter 5. Bem, assim como quem tem 8 pode ter 5. Destacado para valer ainda se tem Bolsonaro com uns 20%. Claro que ele não pensa em abrir mão para ninguém.
5. E como a percepção de muitos é que se trata de um candidato de extrema direita, os ditos candidatos de Centro não pensam -de nenhuma forma- em se somar a ele. 
6. O que cabe a todos -pelo menos até correr o mês de junho- é intensificar a pré-campanha, incluindo, aqui, abrir espaços na mídia, intensificar o uso das redes sociais e -claro- colocar o "pé na estrada" e buscar no contato direto com o eleitor um multiplicador crescente de opinião.
7. Nesse último sentido, uma leitura de Gabriel Tarde, “As Leis da Imitação”, ajudariam muito. Pena que, escrito em francês, não está traduzido para o português.
8. De nada adianta um candidato -dito de Centro- querer convencer os demais -os analistas- ou os chamados formadores de opinião, que ele é mais competitivo. Ou querer demonstrar isso nos cruzamentos nas pesquisas de opinião.
9. Isso é conversa para junho, quando pesquisas sucessivas e semanais de opinião eleitoral mostrarem que afirma-se uma tendência ascendente e sustentável, elevando essa ou aquela candidatura.
10. Até lá há que ter paciência. E lembrar sempre a conhecida história do tigre. Dois amigos conversavam quando viram apontar à distância um tigre que corria na direção deles. Um deles disse: Vamos correr. E o outro replicou: Para quê? O tigre corre muito mais que nós. E o primeiro arrematou: Não quero correr mais que o tigre, mas mais que você, e deixá-lo com o tigre.
11. É o que dizem os candidatos numa pré-campanha: Não quero passar o favorito, mas passar os da turma de trás e ir para o segundo turno. É o que todos os -ditos- candidatos de Centro pensam hoje. 
12. Pelo menos será assim até abrir o mês de junho, tanto eles quanto seus potenciais partidos parceiros.


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Escócia estabelece preço mínimo para bebidas alcoólicas

Medida entrou em vigor depois de anos de ações na Justiça

Medida pretende lutar contra os efeitos e os problemas causados pelo alcoolismo | Foto: Andy Buchanan / AFP / CP

Medida pretende lutar contra os efeitos e os problemas causados pelo alcoolismo | Foto: Andy Buchanan / AFP / CP

Depois de anos de batalha legal, a Escócia estabeleceu, nesta terça, um valor mínimo para bebidas alcoólicas, uma iniciativa destinada a lutar contra os efeitos e os problemas causados pelo alcoolismo. "Acredito que países da Europa e de outras partes do mundo vão tentar imitar o que foi feito aqui", afirmou a primeira-ministra escocesa, Nicola Sturgeon, acrescentando que Irlanda e País de Gales querem lançar projetos similares. Alguns estados canadenses, Rússia, Bielo-Rússia, ou Ucrânia já adotaram medidas nesse sentido.


A Escócia estabeleceu um preço mínimo de 50 pence (70 centavos de dólar) por unidade de álcool, uma medida que leva em consideração ao mesmo tempo a quantidade de álcool e o volume do produto. Uma garrafa de 700 ml de uísque não poderá ser vendida por menos de 14 libras esterlinas (15,60 euros) e uma de 750 ml de vinho, com graduação de 12,5º, custará pelo menos 4,69 libras.

Destinada a combater os estragos causados pelo álcool, essa iniciativa conta com a aprovação de médicos e de associações que a consideram o maior progresso em matéria de saúde pública desde a proibição de fumar em lugares públicos fechados. "Esta lei salvará vidas", declarou Alison Douglas, diretora-geral da organização beneficente Alcohol Focus Scotland, prevendo que salvará 58 vidas no primeiro ano.

Em 2016, 1.265 mortes na Escócia (de 5,3 milhões de habitantes) estavam relacionadas com o consumo de álcool, um aumento de 10% em relação ao ano anterior. Audrey Duncan, uma ex-alcoólatra de 37 anos, disse à AFP que os preços baratos contribuíram para sua dependência. "Não acho que (o preço mínimo) teria me desencorajado, mas eu teria, certamente, ficado sem dinheiro (para comprar) mais rápido", completou essa moradora de Glasgow.

'Meio proporcional'

Os comerciantes contam com perdas mínimas. Além disso, Linda Williams, dona de uma loja em Edimburgo, acredita que a medida pode ajudar "a pôr no mesmo nível os supermercados e os comércios independentes". "Não poderá mais haver grandes descontos nas bebidas e nos 'packs' de cerveja de maior volume, que são, realmente, os que originam todos os problemas com o álcool", afirmou. A medida entrou em vigor depois de anos de ações na Justiça.

No ano passado, o Tribunal Supremo apoiou a iniciativa do governo escocês, ao desconsiderar o recurso apresentado pela Associação do Uísque Escocês (Scotch Whisky Association, SWA) e de outros representantes da indústria. Sete juízes de Londres declararam, por unanimidade, que o estabelecimento de um preço mínimo é "um meio proporcional para alcançar um objetivo legítimo" e não viola as leis europeias.

Foi assim que se chegou ao fim de uma batalha legal que chegou ao Tribunal Europeu de Justiça em 2015. Apesar do fracasso do recurso, um porta-voz da SWA declarou que a indústria trabalhou "em cooperação" com o governo para a aplicação da medida. A premiê Nicola Sturgeon garante que sempre esteve convencida de que a medida não prejudicaria a indústria do uísque na Escócia. Os de "alta gama, que lhe dão reconhecimento, não estão entre as bebidas mais afetadas pelos preços mínimos", alega.


AFP e Correio do Povo


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