De acordo com levantamento feito pela Folha de S. Paulo, “a ministra decidiu a favor do réu em um único caso, o de uma mulher condenada por roubar comida de uma igreja no interior paulista há cinco anos.”
O Deutsches Afrikakorps (ou simplesmente Afrika Korps[nota 1] ou DAK?ouvir) foi o conjunto das forças da Alemanha na Líbia durante a Campanha do Norte da África na Segunda Guerra Mundial. Foi formado a 19 de fevereiro de 1941, após o OKW (Comando das Forças Armadas) ter decidido enviar uma força expedicionária para ajudar o exército italiano, que tinha sido alvo da contra-ofensiva britânica, a Operação Compasso. A força expedicionária alemã, comandada por Erwin Rommel, no início consistia do 5º Regimento Panzer e de várias outras pequenas unidades.
General der Panzertruppen Gustav Fehn (13 novembro 1942 - 15 janeiro 1943)
General der Panzertruppen Hans Cramer (28 fevereiro 1943 - 16 maio 1943)
História
A filosofia central de Rommel era atacar primeiro, com rapidez, mobilidade, surpreendendo e desorientando o inimigo. Devido as características da guerra no deserto, o avanço de grandes distâncias, empurrando o inimigo para trás de suas linhas, era possível, utilizando-se da surpresa e do poder de fogo concentrado. O calcanhar de Aquiles era a logística de suprimentos, extremamente dificultada, já que os italianos, responsáveis pelo abastecimento das tropas, tinham que atravessar o mediterrâneo com seus navios para abastecer as tropas do Afrikakorps, e para dificultar ainda mais a operação logística, os desembarques de suprimentos e combustíveis ocorriam em Benghazi ou Trípoli, tendo que percorrer longas distâncias em caminhões até a frente de batalha, mesmo tendo sido conquistados Tobruk e Mersa Matruh, posições mais avançadas. Algum reabastecimento de combustível via aérea foi feito pela Luftwaffe, mas em geral inexpressivo, pois esta também não vivia seus melhores momentos. Também a frente africana não era a prioridade do alto comando alemão, portanto não foram realizados os maiores esforços no sentido de atender as necessidades dessa frente.
Soldado alemão em campanha no Norte da África.
Algumas unidades se tornaram notáveis em combate, incluindo a 15 ª Divisão, 21 ª Divisão Panzer, divisão inicialmente criada como uma divisão de infantaria e, lentamente, atualizada para uma divisão totalmente motorizada. A seguir foi redefinida como 90ª Divisão Ligeira Afrika. Outras como 164ª Divisão Ligeira Afrika, a 999ª Divisão Ligeira Afrika, e também a 334ª Divisão de Infantaria, e da Brigada Luftwaffenjäger-1 ou Fallschirmjäger-RamckeRamcke Parachute Brigade (Brigada de Paraquedistas Ramcke, em homenagem a seu comandante Hermann-Bernhard Ramcke). Havia também oito divisões italianas (das dez divisões italianas no norte da África), sob o comando de Rommel no Exército Panzer Afrika, incluindo duas divisões blindadas, duas divisões motorizadas, três divisões de infantaria, e a Divisão de Paraquedistas Folgore[nota 2]
Rommel passando instruções para um oficial alemão no Norte da África, 1942.
Partindo de Trípoli, o Afrikakorps correu a costa do norte da Africa, derrotando os ingleses, passando pela Cirenaica, Gazala, Tobruk, indo em direção ao Egito, onde pretendia tomar posse de fontes combustíveis que ajudariam o Afrikakorps a manter seus tanques rodando. A essa altura, os ingleses vinham reestruturando suas forças no Egito, visando um contra ataque. Essa reestruturação deveu-se principalmente ao plano de arrendamento fechado com os Estados Unidos, conseguido com muito tato por Winston Churchill, onde o general Bernard Montgomery começa a receber muitos Sherman´s e todo tipo de material bélico e suprimentos. Passamos já da metade de 1942. A virada Britânica deu-se em El Alamein, onde os combustíveis do Afrikakorps praticamente acabam, e a ofensiva passa a ser dos ingleses. Começa então o caminho de volta para o Afrikakorps, sem que este tivesse tido autorização de Adolf Hitler para reorganizar atrás das linhas (a famosa ordem do Führer - Vitória ou morte) até a rendição do que sobrou do exército de Rommel em Medjez el Bab, em maio de 1943. Rommel encontrava-se já evacuado do teatro africano, em fevereiro de 1943, internado em um hospital na Alemanha.
Em 7 de abril de 1943, ao final dos combates, o destino e a história registraria um fato que tentaria mudar o destino da Segunda Guerra Mundial. Um caça-bombardeiro inglês, mergulha e atinge carro do tenente-coronel Claus Schenk Graf von Stauffenberg, que comandava uma retirada. O mesmo tomba gravemente ferido, sendo socorrido imediatamente por um carro-hospital que acompanhava a retirada. Os homens da Blindada 90 (Regimento de Artilharia Blindada 90), o acompanharam sem saber que aquele homem posteriormente uniria-se à resistência alemã e entraria para a história.[1]
Capitulação
Na tarde de 12 de maio o general von Arnim, Comandante-chefe do Afrika Korps ofereceu ao inimigo a capitulação do Grupo de Exércitos e do Afrika Korps. O general Cramer enviou sua última mensagem:
Ao Comando Superior da Wehrmacht. Munições atiradas até ao fim, armas e equipamentos destruídos. o Afrika Korps, de acordo com as ordens lutou até ao final. O Afrika Korps deverá renascer. Assinado Cramer.
Em 12 de maio às 18:00 a 90ª Ligeira capitulou. Em 13 de maio às 11:00 a 164ª Divisão Ligeira Afrika depôs as armas. Ao final, 130.000 soldados alemães foram aprisionados, 18.594 ficaram para trás enterrados no Egito, na Líbia e na Tunísia, mais de 3.400 desaparecidos. O número de alemães que findaram seus dias, quer durante voos sobre o Mediterrâneo, quer no fundo do mar ainda é desconhecido. As autoridades italianas indicam uma cifra de 13.748 mortos, destes somam-se 8.821 desaparecidos
Rendeu-se aos aliados em 12 de maio de 1943, nos arredores de Túnis, na atual Tunísia, 773 dias após o início da ofensiva que colocou a forças aliadas no Norte da África de joelhos, capitulava o lendário Afrika Corps.
Guerra no deserto
Soldado alemão com o rosto coberto e óculos de proteção para se proteger das tempestades de areia.
As batalhas do Afrika Corps ocorreram em sua maioria no deserto rochoso de Cyrenaica, onde atualmente está localizada a Líbia.[2] Percorrida normalmente por beduínos nômades, a região é pouco povoada e possui um solo bastante duro e plano, o que dificultava a construção de trincheiras pela infantaria.
O clima do deserto castigava as tropas de ambos os lados. Durante o dia o calor era insuportável e durante a noite as temperaturas despencavam. Apesar do calor, os alemães frequentemente utilizavam seus casacos durante a noite e como proteção extra durante as tempestades de areia.[3] Essas tempestades inviabilizavam incursões aéreas e tornavam as viagens por terra difíceis. "Ghibli" é o nome beduíno do Siroco, o vento quente que sopra no deserto da Líbia e causa as tempestades de areia. Por causa da desorientação causada todo soldado precisava carregar uma bússola.[4] Os oficiais precisavam carregar suas bússolas até mesmo para uma rápida ida até a latrina, pois era muito fácil se perder no meio da tempestade. Os ventos podiam durar de algumas horas até vários dias e um soldado perdido teria muita dificuldade para encontrar as tropas.[5] A areia costumava se infiltrar em tudo, o que tornava a adaptação e a disponibilidade de peças de reposição essenciais para todos os equipamentos. Os caminhões eram equipados com filtros de ar e óleo especiais e as aeronaves tinham entradas de ar modificadas. Nesse sentido os britânicos e americanos levavam vantagem em relação aos alemães e italianos, pois seus veículos eram em geral melhores adaptados para as condições. Além disso, os carros alemães tinham peças de reposição mais caras e difíceis de encontrar.[6]
Para sustentar as batalhas de blindados em pleno deserto dois suprimentos eram essenciais: água e combustível. Como somente os beduínos sabiam onde cavar para encontrar água e o combustível não estava prontamente disponível, a prudência e economia eram mandatórias.[7] Além dessas dificuldades, a quantidade gigantesca de moscas incomodava os soldados.[7] Além de uma insuportável distração, as moscas pousavam na comida e causavam doenças. Esse problema foi mais sentido pelos alemães, pois os britânicos recebiam comida enlatada, sendo mais fácil escapar das moscas. No que diz respeito à comida, os britânicos tinham uma dieta mais variada e abundante, enquanto os alemães sofriam com a escassez e a distribuição desigual. Por esse motivo os alemães davam uma considerável importância para o confisco de latas de comida dos britânicos durante os confrontos. Com o tempo, a proliferação de doenças, a dieta pobre e a tensão do combate começaram a abalar psicologicamente os soldados do lado do Eixo.
Notas
Afrika Korps é derivado do nome original em alemão escrito corretamente em uma palavra. Estritamente falando, o termo se refere à formação inicial que, embora não difundido, tornou-se parte da pronúncia intermediária entre o alemão e italiano, no Norte de África. No entanto, muitas vezes é utilizada pela mídia e veteranos soldados aliados como um definição para todas as unidades alemãs no norte da África
Esta divisão paraquedista (185ª Divisione Paracadutisti Folgore), pertencia ao Exército Italiano, operando de 1941 a 1943, tendo seu grande destaque na Batalha de El Alamein, no Egito. O contingente havia sido criado para a operação da invasão de Malta, no entanto foi deslocada para a África do Norte, para apoiar o Exército Alemão. Na Batalha de El Alamein, foi sacrificada para permitir a retiradas das Divisões Panzer, estes resistiriam até o final da batalha, sendo inclusive elogiados por Churchill na Câmara dos Comuns em 21 de novembro de 1942: "Devemos todos nos curvar frente àqueles últimos, que foram os leões da Divisão Folgore"África Korps; Carrel, Paul; Editora Flamboyant, 1964.
Tremor de 6,8 na Bolívia foi sentido em SP, DF e RS. Coronel orientou chamar a Defesa Civil apenas se tiver ocorrido alguma fissura em pilar ou viga de construções: https://glo.bo/2GvlaEo
Tempere as carnes com vinho, sal e pimenta. Aqueça metade do azeite e doure o lombinho por 5 minutos. Junte o frango e doure mais um pouco. Retire as carnes e reserve-as. Acrescente na mesma panela, as cebolas e o alho, refogue. Junte os outros legumes com exceção do brócolis e do champignon. Retorne as carnes e regue com o caldo de frango diluído com o açafrão. Acrescente o arroz e cozinhe por 15 minutos. Adicione o brócolis e os champignons e corrija o tempero. Tampe a panela e desligue o fogo. Deixe descansar por 5 minutos. Regue com um pouco de azeite e sirva imediatamente.
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PAELLA CAIPIRA
*Ingredientes: - 800 gramas de Coxa e Sobrecoxa de Frango desossada - 500 gramas de pernil de porco cortado em cubos - 500 gramas de lingüiça fina de pernil - 2 gomos de calabresa (se for sadia melhor) - 400 gramas de bacon (um pedaço só) - 1 pimentão vermelho - 1 pimentão amarelo - 2 latas de milho verde - 4 ovos - 2 caldo knnor de frango - 2 caldo knnor de carne - 1 saquinho açafrão da terra - 4 xícaras de arroz - 2 cebolas médias - Óleo - Sal - Água
A paella é um prato tradicional à base de arroz é um dos mais apreciados e representativos da cozinha espanhola. Em Portugal, é comummente conhecido como Arroz à Valenciana.
A receita surgiu nos séculos XV e XVI, na região de Valência, onde há muitos arrozais e grande produção de verduras frescas. Trata-se de um prato com raízes populares, tendo sido criado pelos camponeses que saíam para o campo e lavavam os preparativos básicos para a sua refeição: arroz, azeite, sal e a paellera ou paella, uma panela redonda, ampla e rasa onde juntavam ingredientes da caça (sobretudo de lebre e pato), legumes da estação e açafrão que extraíam das flores, dando o colorido amarelado ao arroz. O tomate foi acrescentado posteriormente, assim como o frango, que era muito caro para os padrões da época.
Com a difusão da receita pelo litoral, foram sendo acrescentados os frutos do mar, tornando a paella num prato misto, com ingredientes da terra e do mar.
O nome da receita deriva do recipiente onde é cozinhada, sendo um utensílio já usado pelos Romanos para colocar as oferendas aos Deuses, em rituais de fecundação da terra. O formato deste recipiente facilitava aos camponeses a preparação do arroz e demais ingredientes, proporcionando um cozinhado homogéneo. No entanto, há também referências históricas ao facto de os camponeses prepararem esta iguaria aos fins de semana, quando regressavam para casa, em homenagem às suas esposas. Sendo um prato preparado “Para Ellas”, o nome ficou associado a este momento, marcado pela alegria do reencontro.
Tradicionalmente, a Paella é um prato que os Espanhóis comem em datas festivas (casamentos, aniversários, batizados, fim de ano, feriados…), preferencialmente cozinhado ao ar livre e preparado pelo homem.
Ingredientes:
Para 6 pessoas
½ chávena (chá) de azeite extra virgem
1 cebola
1 chávena (chá) de ervilhas
1 colher (sopa) de açafrão em pó
1 pimento vermelho picado
3 chávenas (chá) de arroz
3 dentes de alho
300 g de camarões
300 g de camarões grandes
300 g de lulas cortada em anéis
300 g de mexilhão com concha
300 g de polvo em pedaços
4 chávenas (chá) de água a ferver
sal a gosto
Confeção:
Cozinhe o mexilhão na água a ferver, durante 10 minutos ou até as conchas se abrirem. Retire os mexilhões cujas conchas permanecerem fechadas. Escorra o caldo e reserve.
Aqueça o azeite e refogue a cebola picada e o alho amassado.
Acrescente o pimento, a ervilha, o polvo e o arroz, deixando fritar durante 2 minutos.
Junte o caldo do mexilhão, o açafrão e o sal e leve a cozer, em lume brando, durante 10 minutos. Caso seja necessário, adicione um pouco mais de água.
Adicione a lula e os camarões médios, deixando cozinhar 5 minutos.
Acrescente os camarões grandes e o mexilhão, tape e deixe cozinhar mais 5 minutos.
A paelha[1][nota 1], é um prato à base de arroz, típico da gastronomia valenciana — daí que em Portugal seja comumente conhecido como arroz à valenciana e no Brasil como paelha valenciana — e popularizado por toda a Espanha (com uma grande quantidade de variações adaptadas ao ingredientes das diversas regiões da cozinha espanhola[2][3]) e noutros países, convertendo-se numa referência da gastronomia espanhola.[4]
É um guisado de arroz, carne e verduras preparado numa paella sobre fogo, seja um paeller ou um fogão. A receita é originária da marjal da Albufeira de Valência, na comarca natural da Ribeira do Júcar, a sul da cidade de Valência. È consumida em qualquer ocasião, especialmente quando se reúnem amigos ou famílias, sábados, domingos ou em feriados tradicionais e é considerado o prato típico do País Valenciano por excelência.[5]
O prato era inicialmente uma refeição simples confeccionada com os ingredientes disponíveis para além do arroz: carne de coelho, frango ou até pato; verduras (diferentes tipos de feijão — bajoques, fesols ou garrofons — e tomate), azeite, água, açafrão, caracóis e sal. Ao longo do tempo foi modernizando-se e entrou nas ementas dos restaurantes, onde é cozinhada com diferentes tipos de marisco, incluindo bogavantes, camarões ou lagostas.
A sua internacionalização levou à criação de pratos com pouca relação com o original valenciano. Para evitar a confusão gerada por esta situação, um grupo de cozinheiros valencianos, na qual se incluem algumas associações de restaurantes, declararam a necessidade de oficializar uma única receita, e aplicar às restantes uma designação que não a de paelha valenciana.[6][7]
No País Valenciano, a origem do prato estaria na zona de arrozais próxima ao lago da Albufeira de Valência, onde se documenta a sua existência já no séc. XVIII. A geografia da região propiciou a utilização de ingredientes específicos na elaboração do prato, que segundo Dionisio Pérez incluem enguia, caracóis e feijão verde.[8] Menciona também uma caçarola especial de «fundo ligeiramente convexo» e que deve ser elaborada com uma fonte de calor à base de lenha.
Em 1513, o agrónomo Francisco de Paula Martí menciona no seu pequeno livreto (numa secção sobre o uso do arroz) uma das primeiras receitas de arroz à valenciana[9]:
Para que o «arroz à valenciana» fique igual à maneira como é feito pelos naturais, é preciso cozê-lo em lume muito alto, preferindo o de chama, para que não se interrompa a fervura. Para saber qual a quantidade de caldo necessária, seja qual for a que se pretenda guisar, existe geralmente uma regra de removê-lo com uma colher de pau e, antes de que se deixe repousar, colocam-na no centro do recipiente, e se se mantiver sem movimento adicionam-lhe um pouco mais (de caldo), e repetem até que a colher se mexa sem cair, que é quando há o suficiente. Acendem o lume para levantar fervura, e procuram mantê-lo até que o caldo esteja pronto a consumir, e então provam o arroz de modo a perceber se está bem cozinhado. Se estiver, separam-no do fogo imediatamente, deixam-no repousar, e a pequena porção de caldo é absorvida, e fica inteiro, bem cozido, tenro e suave ao paladar; mas se se observa que ao provar está ainda um pouco duro, adicionam-lhe mais caldo, desde que esteja quente para que não se interrompa a fervura; porque se isto acontece, o resultado é que o caldo não penetra o arroz, ficando o coração dos grãos duros. Quase nunca é necessário adicionar mais caldo do que o que dissemos ao princípio, e se alguma vez acontecer, é porque o arroz está muito bem granado, e precisa de mais alguma humidade para que seja bem penetrado. As demais circunstâncias do condimento ficam ao critério de quem o guisa e será tanto melhor quanto mais delicada seja a substância que contenha, como ficou denotado.
—Francisco de Paula Martí (1513)
Para que el arroz a la valenciana salga como le hacen aquellos naturales, es preciso que se cueza a fuego muy activo, prefiriendo el de llama, a fin de que no se interrumpa el hervor. Para saber la cantidad fija de caldo que se necesita, sea cual fuere la que se pretenda guisar, llevan generalmente la regla de removerlo con una cuchara de palo, y antes que se repose enteramente, la plantan en el centro de la vasija, y si se mantiene sin movimiento le añaden algo más (de caldo), y repiten lo mismo hasta que la cuchara se tartalee sin caerse, que es cuando tiene suficiente. Activan la lumbre para que levante pronto el hervor, y procuran sostenerla hasta que el caldo está cerca de consumirse, y entonces prueban el grano a fin de ver sí está bien penetrado hasta el corazón. Si lo está, lo separan del fuego inmediatamente, lo dejan reposar, y aquella pequeña porción de caldo la absorbe, y queda entero, bien cocido, esponjada y suave al paladar; pero si se observa al probarlo que todavía está algo duro, le añaden algo más de caldo, procurando que esté caliente para que no se interrumpa el hervor; porque si esto sucede, el resultado es deshacerse sin que se consiga el que se penetre, quedando duro el corazón del grano. Casi nunca es necesario añadirle más caldo que el que dijimos al principio, y si acontece alguna vez, es porque el arroz está muy bien granado, y necesita algo más de humedad para penetrarse bien. Las demás circunstancias del condimento quedan al arbitrio del que lo guisa y será tanto mejor cuanta más delicada la sustancia que contenga, como queda insinuado.
Este pequeno ensaio do século XVI explica já o problema da confecção do arroz e quer indicar a raiz da feitura deste prato. Em 1745, Juan de Altimiras, em Nuevo arte de cocina, descreve receitas para a preparação de «arroz com enguias».[10] Seja como for, a receita de Franciso de Paula Martí aproxima-se à definição de arroz à valenciana existente nos dias de hoje. Para alguns investigadores modernos, a paelha é um conceito mais ligado ao instrumento com o qual se cozinha o arroz do que à própria receita.[11]
Variedades
Paella marinera
Paelha de marisco.
A variante mais popular é a paella marinera que prescinde maioritariamente das verduras e substitui a carne por diversos mariscos, moluscos e pescados além de substituir a água por caldo de peixe. Em terras valencianas também é possível encontrar outra variedade conhecida às vezes como «paella d'hivern» (paelha de inverno) na qual devido à dificuldade de encontrar feijão-verde naquela época do ano se utilizam outras verduras como alcachofras para as substituir. Não existem documentos históricos que assinalem exactamente a origem da paella marinera, mas sim que é a alternativa costeira à paella tradicional, elaborada a base de choco, calamares, lagostim, lagosta, amêijoa, ou clótxina (variedade mediterrânica do mexilhão, mais pequena e fina).
Paelha mista
Outro tipo de paelha é a conhecida como mista, já que mistura a paelha de carne (frango e coelho) com a paelha de mariscos de origem relativamente recente. Esta é pouco consumida em Valencia visto ser de recente invenção noutras regiões espanholas.[12] Apesar do desvio da receita original, a paelha mista tem ganho muita aceitação fora da Comunidade Valenciana; é o prato que se encontra em grande parte dos restaurantes não valencianos de Espanha e do estrangeiro. Algumas das investigações culinárias apontam que sua origem pode derivado da tentativa de cozinhar sobras de carne.[13]
Predomina nos folhetos turísticos e coleções gastronómicas sobre Espanha onde é o único tipo de paelha mencionado. Outras variações da paelha, caso sejam cozinhadas fora de Valência, para além de misturar carne com marisco, incluem ingredientes tais como ervilha, cebola, chouriço ou salsicha. No interior da Comunidade Valenciana e na comarca de La Plana (Castelló) costuma-se acrescentar um pedaço de costeleta de porco por comensal, conseguindo o mesmo efeito que nas paelhas com carne de pato, para que o guisado fique mais meloso.
Paelha alicantina
Resulta da elaboração de um caldo de peixe (choco, gambas e imperador) e carne (frango ou coelho). A elaboração desta paelha originou-se no sul da Comunidade Valenciana (sobretudo nas comarcas de l'Alacantí-Alcoià ou da foia de Castalla).
L'arròs del senyoret
É uma paelha na qual o cozinheiro retira todos os ossos da carne e/ou as cascas do marisco para que os prato esteja pronto a comer.[14] Em Barcelona foi popularizada uma receita idêntica, denominada arròs parellada.[15]
L'empedrao
Trata-se de uma variedade feita com postas de bacalhau salgado; alface, acelga ou endívias; alho-francês, salsa de tomate e feijões cozidos. Existe também uma variante deste prato preparada com coelho e caracóis.[16]
Notas
pronunciado [paˈeʎa] ou [pəˈeʎə], palavra valenciana para uma sertã ou frigideira. Por sua vez, a palavra deriva do latim patella, com equivalentes no castelhano antigo padilla, no asturo-leonêspayecha ou payella (anteriormente paila, painlla nos Ancares), no italiano padella ou no francês poêle.
Rafael Mármol, (2004), Los mejores arroces del mundo, Carena, cap:Paella
Fitzgibbon, Theodora (1976). The Food of the Western World: An Encyclopedia of Food from North America and Europe 1.ª ed. Londres: Random House Inc. ISBN0812904273
Duhart, Frédéric y F. Xavier Medina, (2004): «La paella en las culturas culinarias españolas y francesas (siglos XIX-XXI)», Food, Imagineries and cultural frontiers essays in honour of Helen Macbeth.
Alonso de Herrera, Gabriel (1818): Agricultura General, Sociedad Económica Matritense, reed. de 1513, Vol. 1. Em capítulos adicionais ao primeiro. p. 189.
Camba, Julio (1995). La casa de Luculo, o, El arte de comer: Nueva fisiologia del gusto. [S.l.]: R&B Ediciones. ISBN84-88947-23-2
Próximas Turmas Manhã 03/04/2018 Noite 03/04/2018 Sábados 07/04/2018 (formato Extensivo) O Designer Gráfico desenvolve projetos gráficos, comunicação visual e impressa, identidades corporativas e editoração de materiais. Nesta formação, ênfase é dada igualmente no domínio das ferramentas necessárias para esta atividade como Illustrator, Photoshop, InDesign e nas técnicas para criar logotipos, folders e peças criativas.
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Ele disse para a reportagem:
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