Odebrecht teme que morte de ministro atrase homologação da delação

Cicero Rodrigues - 14.abr.2009/World Economic Forum

Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 14/04/2009 - Participants captured during the World Economic Forum on Latin America, Marcelo Odebrecht. Foto: Cicero Rodrigues/World Economic Forum ***DIREITOS RESERVADOS. NÃO PUBLICAR SEM AUTORIZAÇÃO DO DETENTOR DOS DIREITOS AUTORAIS E DE IMAGEM***

O ex-presidente da empreiteira Marcelo Odebrecht, em foto de 2009

BELA MEGALE
DE BRASÍLIA
WÁLTER NUNES
DE SÃO PAULO

 

A morte do ministro Teori Zavascki, do STF (Supremo Tribunal Federal), causou grande preocupação entre executivos e advogados da Odebrecht.

Além do atraso na homologação dos acordos de delação premiada e leniência (delação da pessoa jurídica), que seria feita por Zavascki, relator da Lava Jato, a empresa está apreensiva, por exemplo, com a possibilidade de um ministro nomeado pelo presidente Michel Temer ser o novo relator.

Assim que souberam do acidente que vitimou Teori, dirigentes da empreiteira passaram a pesquisar a jurisprudência em torno da sucessão de uma relatoria como essa.

Como aliados do governo Temer, incluindo o próprio presidente, são citados na delação, a Odebrecht teme que um relator nomeado pelo peemedebista possa intervir a favor do governo, chegando até a vetar a homologação.

Caso a homologação não aconteça, o acordo passa a não ter validade.

Em dezembro, a Odebrecht assinou acordos com a Procuradoria-Geral da República e a força-tarefa da Lava Jato Curitiba em que apresentou cerca de 900 fatos criminosos envolvendo nomes como o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, o secretário de Parcerias de Investimentos, Moreira Franco (PMDB-RJ), os ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva, tucanos como Geraldo Alckmin, José Serra e Aécio Neves, e parlamentares, entre eles Renan Calheiros (PMDB-AL) e Romero Jucá (PMDB-RR).

A morte de Zavascki já afetou o andamento das negociações da Odebrecht, iniciadas em março de 2016.

Após a confirmação do acidente de avião, a PGR entrou em contato com a empreiteira e suspendeu as audiências de homologação com os 77 delatores que começariam na sexta-feira (20) e se estenderiam por uma semana.

Nessas audiências, os executivos confirmariam a um juiz auxiliar de Zavasckique fizeram colaborações por livre e espontânea vontade.

Essas reuniões seriam o último passo antes da homologação, que estava prevista para fevereiro. Havia a expectativa de que, neste período, Zavascki tornaria público o conteúdo delatado pela empreiteira.

Outra consequência da morte do ministro é o atraso do início do cumprimento de penas dos executivos da Odebrecht acertadas nos acordos de delação, que passam a vigorar depois da homologação feita pelo STF.

Herdeiro e ex-presidente do grupo, Marcelo Odebrecht, vai cumprir dez anos, sendo dois e meio em regime fechado – como está preso desde 2015, ele deve sair da cadeia dezembro.

A frente investigativa também perderá celeridade, pois é somente após a validação do acordo pelo juiz relator do caso que os investigadores poderão usar os depoimentos da Odebrecht para pedir a abertura de um inquérito contra os citados.

na delação de Cláudio Melo Filho, ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht, o nome de Temer aparece 43 vezes.

O mesmo delator disse que o advogado José Yunes, amigo de Temer e, na época assessor presidencial, recebeu em seu escritório parte dos R$ 10 milhões de caixa dois repassados pela Odebrecht ao PMDB para a campanha de 2014.

Após a revelação, Yunes deixou o cargo de assessor presidencial, em dezembro.

DELATOR

A esperança dos delatores é que a ministra Cármen Lúcia, presidente do STF, opte por usar o artigo 68 do regimento da Casa, que permite a redistribuição do processo em caráter excepcional.

Se optar por esse caminho, um ministro da mesma segunda turma de Teori assumiria a relatoria da Operação Lava Jato.

Uma fonte da Odebrecht disse que espera que a ministra opte por essa saída rápida, afinal há réu preso no caso, referindo à situação de Marcelo Odebrecht, que está em Curitiba.

Um dos principais delatores da empreiteira é mais confiante. Ele diz não acreditar que os acordos corram risco. Diz que ninguém vai ter coragem de parar a homologação "porque a opinião pública não vai deixar".

Para ele, o acordo importante "foi feito com o Ministério Público" e a homologação "não tem como" ser evitada agora.

 

Folha de S. Paulo

 


DA INGLATERRA AOS ESTADOS UNIDOS: A FECUNDIDADE DO PENSAMENTO LIBERAL

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Por Claudir Franciatto, publicado pelo Instituto Liberal

Escrevo este artigo ainda emocionado, após assistir ao filme La La Land: Cantando as Estações, ganhador de vários prêmios e dirigido por Damien Chazelle, o mesmo do também fantástico Whiplash. Se este já era bom, La La Landultrapassa qualquer expectativa de qualidade. Mais uma homenagem que o cinema presta a si mesmo, a exemplo deSunset Boulevard, de Billy Wilder (1950), Cantando na Chuva, deStanley Donen (1952), Assim Estava Escrito, de Vincente Minelli (1953), A Rosa Púrpura do Cairo, de Woody Allen (1985), Cinema Paradiso, de Giuseppe Tornatore (1988), A Invenção de Hugo Cabret, de Martin Scorsese (2011), entre tantos outros.

Ao terminar de ver o filme, logo me ocorreu novamente pensar nessa indústria fabulosa que é a cinematográfica norte-americana. Por que, no Brasil, as pessoas não se detêm a analisar o porquê do sucesso mais que fantástico dessa fábrica mundial do entretenimento plantada nos Estados Unidos? Por que tanto êxito em atrair capitais de investimento, em revelar talentos e influenciar o mundo em termos culturais e comportamentais há quase um século? Não li nada a respeito, mas muito provavelmente o “Alô!” que a gente diz ao atender ao telefone veio do cinema. Assim como o hábito de cantar o “Parabéns a Você”, e até o jeito de segurar o cigarro à moda de Humphrey Bogart. Ou não? Meu pai tratava minha mãe pelo epíteto carinhoso de “Baby”. De onde veio isso, sabendo que ele, meu pai, visitava as salas de cinema semanalmente nos anos 50?

Ora, essa não a única indústria que floresce intermitentemente naquele país há décadas. Os EUA se saem de cada crise mais fortes que antes. Hoje, a presença de seus produtos, suas inovações, suas marcas é maior do que nunca. Google, Apple, Microsoft, Facebook, Amazon, Netflix, entre outras que dominam o dia-a-dia de todos nós. Serão eles, os norte-americanos, mais inteligentes que o resto do mundo? Que explicação antropológica ou “divinatória” haveria para isso?

O berço liberal

Durante uma fase da minha vida, como jornalista pesquisador que sempre fui, era convidado a dar palestras sobre o fenômeno da globalização. A certa altura de minha apresentação, então, eu perguntava aos participantes do encontro qual a explicação para o fato de os norte-americanos estarem tão adiante do resto do mundo. E as respostas vinham assim: “Porque eles investem em tecnologia”, “porque ali se pensa seriamente em educação”, “porque eles exploram o mundo subdesenvolvido” (epa! aí já demais!!)…

Eu nunca me conformei com isso. Ninguém nunca se preocupa a investigar isso! As pessoas aceitam passivamente, ou criticam por inveja, ou se deixam levar pelas paupérrimas explicações socialistas… O que explica o sucesso duradouro daquele povo? E quando falo em “sucesso”, estou me referindo a todos os indicadores possíveis de êxito.

Então, nas palestras, pacientemente eu começava incitando os presentes a pensarem antes na Inglaterra. Por motivos que, neste caso sim, ainda falta uma análise antropológica dos especialistas, os britânicos tem aquele ar de “aristocracia natural”, eu diria que mais liberal que conservador, porque você sente isso no ar. Talvez uma análise aprofundada das raízes anglo-saxônicas, sei lá… A verdade é que ali surgiu a Revolução Gloriosa – quando pela primeira vez foram colocadas rédeas institucionais no poder do Estado já em pleno século XVII. Ali nasceu o capitalismo, a revolução industrial, a gênese da máquina a vapor, do trem, do telégrafo sem fio, do computador, da democracia moderna, do liberalismo…

Se você não fica intrigado com esses fatos, eu fico. Mas fico ainda muito mais com o que acontece para além dessas áreas mais rígidas da realidade. No mundo imaterial das artes, da cultura, da criação sem limites, como explicar a Inglaterra como fonte de tantos fenômenos. Ah, você ainda não pensou a respeito?! Pois veja: ali nasceu a banda de rock e pop mais popular do planeta (The Beatles), aquela considerada a maior de todas no rock pesado (Led Zeppelin), o que é considerado o maior escritor e dramaturgo de todos os tempos (William Shakespeare), aquele que é tido por especialistas como o maior cineasta de todos (Alfred Hitchcock), ou outro também quase no mesmo patamar (Charles Chaplin), o maior grupo de comédia do mundo (Monty Python), o esporte mais popular do planeta (futebol), o templo mundial do tênis (Wimbledon), o do futebol (Wembley), o relógio mais famoso do mundo (Big Bem) e…last but not least, os Estados Unidos da América.

O reino unido acabou parindo a maior nação de todos os tempos. De suas entranhas brotou a ideologia fundadora daquele país, com seus “pais” naturais, notadamente Thomas Jefferson e Benjamin Constant. Os pilares de uma república, com os fundamentos basilares do liberalismo clássico. Uma nação livre, um país aberto. Um privilégio sem precedentes: a sociedade que nasceu já livre do desmesurado intervencionismo estatal. Uma cultura voltada para a criação, a organização solidária – como bem ressaltou Tocqueville – as conquistas autônomas e a inovação. Quem dita as regras são a sociedade civil e seu dinâmico mercado.

Eis aí a resposta para as indagações do começo do artigo. Os Estados Unidos, graças a essa cultura liberal, transformou-se no eldorado que funcionou e funciona como ímã a atrair os melhores cérebros e o grande capital de todo o mundo. No exemplo do cinema, que serviu como mote para este breve ensaio, podemos ler que os pioneiros do investimento nessa indústria eram árabes, judeus, europeus em geral…

Em contrapartida, as indústrias cinematográficas dos países que tentavam competir com a norte-americana – sob a égide dos intelectuais esquerdizantes – ficaram dependentes da “ajuda” estatal. Vejam os casos da Itália, da França e até da própria Inglaterra. Essa comparação talvez seja o maior exemplo em favor do liberalismo que há na terra. Pense nisso toda vez que um socialista-nacionalista-estatista se aproximar de você para convencê-lo de que o maior cinema do mundo é o cubano!!! Será que eles chegariam a esse ponto?

E a perplexidade continua: por que aceitamos, sem refletir ou  nos torturarmos, o fato de os britânicos se regozijarem da conquista de mais de 120 prêmios Nobel e os norte-americanos mais de 350, enquanto nós, brasileiros,absolutamente nenhum? Por que nós, ao invés de criticar e menosprezar o “american way of life” não emulamos, imitamos, perseguimos o exemplo do que dá certo? Por que não queremos enxergar que, por trás desse sucesso todo, está a sólida cultura liberal?

Por quê?

Sobe o autor: Claudir Franciatto é jornalista e escritor. Autor e organizador do livro A FAÇANHA DA LIBERDADE, obra editada pelo jornal O Estado de S. Paulo, com participação de liberais brasileiros e mais Mário Vargas Llosa, Octavio Paz, Carlos Rangel, entre outros.

'Não podemos esperar 2018', defende Lula sobre antecipação de eleição

CATIA SEABRA
DE SÃO PAULO

 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta quinta (19), que o PT se dedique a uma campanha pela antecipação das eleições presidenciais de 2018.

"Não podemos esperar 2018. Precisamos saber se temos forças para antecipar. A gente pode suportar. Mas o brasileiro não aguenta esperar", afirmou.

Falando para cerca de 400 militantes petistas, Lula apelou para que superem suas divergências. O ex-presidente disse que o PT precisa apresentar propostas capazes de reconquistar o eleitor, em vez de se apresentar como um partido de "oposição, contestação e protesto".

Segundo ele, isso é para "partido que tem quatro deputados".

"Não podemos fazer uma ação política de resistência. Gritamos 'Fora Temer', e o Temer está lá. Gritamos 'não vai ter golpe' e teve".

Alice Vergueiro/Folhapress

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa do 6º Congresso Nacional do PT

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa do 6º Congresso Nacional do PT

Líder das pesquisas eleitorais no primeiro turno, embora perca na maioria dos cenários em segundo turno, ele listou, entre suas propostas, medidas para aquecimento da economia, ainda que seja necessário o aumento da dívida pública.

Lula foi recebido aos gritos de "Volta, Lula" e "Brasil Urgente, Lula presidente". Ao discursar no ato de lançamento do congresso nacional do partido, programado para junho, ele pediu que o partido faça uma reflexão sobre suas derrotas.

"A esperança que construímos no país virou uma certa desesperança", reconheceu.

Durante discursos, a plateia exibia cartazes criticando a possibilidade de acordo com partidos da base governista para a eleição no Congresso gritava "Fora Temer" e "Maia não".

 

Folha de S. Paulo

GUILHERME BOULOS: UM BÁRBARO CONTRA A CIVILIZAÇÃO

blog

Por Thiago Kistenmacher, publicado pelo Instituto Liberal

Não é preciso muito para enxergar: Guilherme Boulos é um bárbaro profissional cuja tarefa não é nada mais nada menos do que promover arruaças e pôr abaixo qualquer foco de civilização. Ele é um Átila mal acabado que procura expandir sua zona de influência de cima de uma pilha de escombros erigida pelo seu autoritarismo. Lá de cima ele coordena uma horda de militantes pronta para arrasar tudo que tiverem pela frente.

Sob a ótica da esquerda, este homem é um santo. Militantes, professores e outros idólatras pintam este sujeito com as cores do altruísmo. Mas ele não é um santo. Ele é um bárbaro que ameaça a civilização. Está mais do que claro que suas atitudes depõem contra a liberdade! Por isso foi preso! Parece que finalmente encontrou o teto mais apropriado para si: o teto da cadeia. Mas para a esquerda, seus presos não são criminosos, são mártires.

É aquilo que costumo dizer: se você for agressivo, ressentido, sofrer de alguma crise existencial e não conseguir lidar com isso, basta alegar que age em nome de causa de esquerda que suas atitudes, por mais violentas que sejam, serão vistas com bons olhos por muita gente. Desse modo você pode ser violento, quebrar tudo e ainda sair como um herói. É isso que acontece com Guilherme Boulos e seus súditos. Quando foi preso, o bárbaro se aproximou ainda mais da falsa santidade que há décadas é atribuída a criminosos, mesmo que tenham cometido assaltos, atentados e assassinatos. Aliás, por falar em santidade, se fizéssemos a versão Guilherme Boulos da conhecida oração de São Francisco de Assis, o resultado seria mais ou menos assim:

Trabalhadores sem teto, fazei-me vosso líder.

Onde houver prosperidade, que eu leve o ressentimento;

Onde houver estabilidade, que eu leve a luta de classes;

Onde houver calmaria, que eu leve a desordem;

Onde houver consenso, que eu leve a discórdia;

Onde houver avenidas, que eu leve barricadas;

Onde houver fogueira, que eu leve pneus;

Onde houver culpa, que eu leve o vitimismo;

Onde houver desabrigados, que eu leve a demagogia;

Ó, política, fazei que eu procure mais

Agitar do que conseguir moradias;

Ser fascista sem ser descoberto;

Ganhar sem ter trabalhado;

Pois é agitando que se aparece;

é mentindo que se cresce;

e é alegar ser preso político que se torna herói.

Alguém duvida que se Guilherme Boulos fosse alçado ao poder, em poucos dias transformaria o Brasil numa ditadura vermelha? Seu “altruísmo” e “santidade” só enganam ingênuos. As barricadas, as pedradas e enfrentamentos com a polícia é só o embrião do que Boulos e sua horda fariam nascer no país.

É preciso que os desavisados e apaixonados saibam que o objetivo da horda MTST não é conquistar moradias. Os verdadeiramente desabrigados continuam desabrigados e sendo massa de manobra. Sem eles, em nome de quem seu líder iria falar? Quanto maior for o número de pessoas sem teto, maior será o nome do mini-ditador Boulos e mais lugares ele terá para badernar. Ele quer a luta, o combate, a desobediência, a imprensa, o destaque, o poder! Guilherme Boulos e seus soldados de rosto coberto não passam de meninos brincando com coisa séria. Essa gente quer o poder pelo poder.

Sabemos que na Europa da Antiguidade havia diversas hordas bárbaras, mas no Brasil contemporâneo também as temos. Se na Antiguidade tivemos Odoacro com os Hérulos, Clóvis I com os Francos, Alboíno com os Lombardos, etc., hoje temos Lula com o PT, Stédile com o MST e Vagner Freitas com a CUT. Enfim, se no século V tivemos o bárbaro Átila, no século XXI temos o bárbaro Guilherme Boulos.

PF abre inquérito para investigar acidente que matou ministro da Lava Jato

  • Douglas Prado/Agência O Globo

    19.jan.2017 - Barco da Marinha se aproxima de aeronave em que estava o ministro do STF Teori Zavascki que caiu em Paraty, Rio de Janeiro

    19.jan.2017 - Barco da Marinha se aproxima de aeronave em que estava o ministro do STF Teori Zavascki que caiu em Paraty, Rio de Janeiro

O chefe da Delegacia de Polícia Federal de Angra dos Reis, Adriano Soares, abriu inquérito para investigar as circunstâncias do acidente aéreo que matou o ministro da Lava Jato, Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, na tarde desta quinta-feira (19).

Uma equipe de Brasília já está se deslocando para o Rio de Janeiro. O grupo é formado por um delegado, peritos e papiloscopistas para atuarem em conjunto em Paraty.

Teori ocupava um bimotor que decolou do Campo de Marte, aeroporto situado na zona norte de São Paulo. O avião caiu no mar de Paraty por volta de 13h45. As causas do acidente serão investigadas pela PF.

A aeronave decolou do Campo de Marte, aeroporto localizado na capital paulista, às 13h01, e caiu por volta das 13h45, segundo a Marinha. De acordo com informações disponíveis no site da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), o Beechcraft C90GT tem capacidade para sete passageiros, além do piloto. É um avião bimotor turboélice fabricado pela Hawker Beechcraft. A aeronave PR-SOM está registrada em nome da Emiliano Empreendimentos e Participações Hoteleiras Limitada.

Relator da Lava Jato na Corte, o ministro era o responsável por conduzir os desdobramentos da maior investigação de combate à corrupção no País que envolvem autoridades com foro privilegiado. Teori estava empenhado, nos últimos meses, na análise da delação premiada dos 77 executivos e ex-executivos da Odebrecht, o mais importante acordo celebrado pela operação até aqui e que aguarda homologação.

Até então, o ministro já havia homologado 24 delações premiadas no âmbito da operação que implicam políticos dos principais partidos do País, da base e da oposição do governo federal. Teori foi ministro do Supremo Tribunal Federal a partir de 29 de novembro de 2012. O ministro foi presidente da 2ª Turma da Corte entre 2014 e 2015.

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GOVERNO TEMER VAI ACABAR COM UM DOS ÚLTIMOS “BUNKERS” PRÓ-DILMA: BOM, MAS TINHA QUE FECHAR A ANCINE!

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O governo federal prepara para os próximos meses mudanças na Agência Nacional de Cinema (Ancine), numa tentativa de derrubar um dos últimos bunkers que ainda restam da gestão Dilma Rousseff. A agência é comandada há mais de dez anos pelo PCdoB, mas como os mandatos de dois diretores, incluindo o presidente, vencem até maio, o governo Temer passará finalmente a ter o controle das políticas públicas para a área de audiovisual.

O atual presidente, Manoel Rangel, é do comando central do PCdoB e fez pronunciamentos públicos durante o processo de impeachment, contra o que qualificava como “golpe”, participando inclusive de eventos públicos. O mandato dele vence em maio. Rosana Alcântara, que deixará a função em fevereiro, também é ligada ao mesmo partido.

Em uma tentativa de manter o controle da agência, o PCdoB chegou a pedir apoio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), para que Rosana continuasse no cargo, como revelou o colunista Ancelmo Gois. O lobby não deu resultado e as trocas ocorrerão.

O ministro da Cultura, Roberto Freire, responsável por escolher os novos dirigentes, adota um tom polido e evita falar em mudança radical.

— É necessária a renovação. Não é necessariamente uma mudança de rumo. Tem algumas correções a serem feitas, uma necessidade de renovar os atores da condução da política da Ancine. É um pouco do que estamos fazendo no ministério, sem nenhuma grande ruptura — disse.

Uma boa notícia a troca, sem dúvida. PCdoB é realmente de lascar! Mas… é muito cedo para comemorar. O ministro é o esquerdista Roberto Freire, que já declarou que não haverá “mudança radical”. E é justamente disso que a Ancine precisa: de uma mudança radical. Bem radical.

Os feudos comunistas mostram bem como nossa extrema-esquerda segue à risca o manual de Gramsci. Lenin e o confronto direto é coisa do passado, ou melhor, é algo que a esquerda também usa, por meio do MST, MTST, black blocs e companhia, mas apenas para gerar o clima de desordem necessário para seu avanço. A “inteligência” mesmo está na ocupação das instituições, principalmente de educação e cultura.

Os liberais e conservadores sempre pecaram por considerar esses setores menos relevantes e, com isso, deixaram o espaço todo aberto para os comunistas. Eis aí o resultado: em vez de educação, temos doutrinação ideológica inspirada no comunista Paulo Freire, e filmes enaltecendo comunistas com verbas públicas.

Tirar o PCdoB do comando e acabar com um dos últimos “bunkers” petistas é importante, claro. Temer tem feito um bom trabalho de desinfetar a máquina estatal dos ratos vermelhos. Mas é preciso muito mais! É preciso eliminar esses instrumentos usados pelos filhotes de Gramsci para disseminar o socialismo e subverter os valores tradicionais. A guerra, acima de tudo, é cultural.

Rodrigo Constantino

Fernanda Lima critica funk: "Música feita para desmerecer mulheres"

"Eu explico que a melodia é incrível, mas digo a eles que aquela letra não é para ser cantada, não admito", disse a apresentadora em entrevista.

16 FATOS SOBRE A SUÍÇA QUE O BRASIL PRECISA CONHECER

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Por Odair Deters, publicado pelo Instituto Liberal

Muitos brasileiros ficam maravilhados com a Suíça, mas poucos se dão conta de alguns detalhes que fazem daqueles alpes um oásis invejado, onde tudo funciona, a segurança existe e a renda per capita é de R$ 267.000 reais.
Bom elenquei alguns pontos a serem observados:

1º OS POLÍTICOS: O presidente suíço tem tanta importância e relevância que eles o trocam anualmente e nunca ouvimos falar ou conhecemos por nome algum político suíço importante. Os suíços se opuseram a um governo central desde sempre, logo estes políticos não têm poder e isso substancialmente inibe a corrupção.

2º LIBERDADE ECONÔMICA: A Suíça é uma “ilha” de liberdade no auge da moderna era do estado maximamente intrusivo. É o quarto país com a maior liberdade econômica do mundo.

3º SERVIÇOS PRIVADOS: A maioria dos serviços “públicos” são feitos por empresas privadas (transporte público, trem, hospitais…).

4º SAÚDE: As redes hospitalares são privadas e o governo sugere que os cidadãos comprem um plano de saúde. Bem diferente do Brasil onde você  é obrigado a pagar toda a superestrutura da saúde pública, que é aquela maravilha. Lá na Suíça, pelo menos você recebe aquilo que você paga.

5º BLOCOS ECONÔMICOS E MILITARES: Estão e fazem questão de se manterem fora da União Europeia, OTAN e similares.

6º AUTONOMIA REGIONAL: A Suíça não é de fato um país e sim uma confederação de cantões, amplamente autônomos, sendo que esses cantões competem entre si para ver qual fornece o ambiente tributário mais propício aos negócios.

7º OS SUPER RICOS E A GUERRA FISCAL: Apesar das baixas alíquotas, é perfeitamente possível para qualquer pessoa razoavelmente rica fazer um acordo especial com um cantão e conseguir uma alíquota bem mais baixa. Com efeito, quanto mais rico, melhor – a ausência de inveja social, e toda a politicagem por ela gerada, é algo atípico e notável.

8º ARMAS DE FOGO: o povo suíço não abre mão de suas armas. Os suíços são o quarto país com mais armas nas mãos de seus cidadãos e todo adulto do sexo masculino é legalmente permitido a posse de armas de fogo. Uma das poucas nações com taxa per capita de armas mais alta do que os Estados Unidos, a Suíça praticamente não ostenta crimes com armas de fogo.

9º PODER POLÍTICO: os políticos não têm a mesma liberdade irrestrita que seus colegas desfrutam em outros países e um referendo suíço nacional pode ser iniciado por qualquer cidadão que consiga levantar as 50.000 assinaturas necessárias.

10º PARTIDOS DE ESQUERDA: A esquerda suíça, recentemente provocou ampla indignação entre o povo suíço ao dar a impressão de que iria enfraquecer ou mesmo revogar o sigilo bancário suíço. E foram a partir de então considerados “traidores” e, dentro da Suíça, mesmo o coletor de impostos não pode violar essa regra do sigilo bancário.

11º PROTECIONISMO: Não existe protecionismo pelos bancos suíços, umas das áreas chave, lá existem cerca de 300 bancos concorrendo entre si.

12º IMPOSTOS: Você pode escolher em que cantão morar com base nos impostos cobrados localmente. No Brasil, os Estados não cobram impostos “diretos” da população, na Suíça você preenche uma declaração federal e uma declaração provincial (ou cantonal na Suíça). Assim você sabe exatamente quanto está deixando na mão de cada ente.
13º ESTRANGEIROS: Nem mesmo nascidos no país são considerados suíços se o pai e a mãe forem estrangeiros. Em torno de 50% dos crimes cometidos na Suíça são feitos por estrangeiros, vai querer o quê então?. Xenofobia, eu diria que não e sim defesa de sua terra e conquistas.

14º REFUGIADOS: Repúdio aos Sírios. Ao não lhes oferecer abrigo e assistencialismo os mesmos não buscam a Suíça como destino final. Os municípios podem fazer seus referendos se optam por abrigar sírios ou pagar uma “multa”, muitos preferem pagar. Os recursos financiam libaneses para estes abrigarem os Sírios lá pelo Oriente Médio mesmo. Também a fronteira suíça com a Itália foi reforçada evitando com que o país virasse meramente um caminho para os refugiados. Os solicitantes de refúgio que chegam à Suíça devem entregar às autoridades do país todos os seus bens que superarem o valor de 1 mil francos suíços (cerca de R$ 4 mil) para pagar as despesas de acolhimento.

15º DROGAS: A liberalização das drogas fez com que alguns destes mercados se tornassem inviáveis.

16º SALARIO MÍNIMO: No ano passado, a Suíça chegou a considerar uma renda garantida de 2,5 mil francos-suíços mensais para cada cidadão, algo como R$ 10.000 /mês, o projeto foi rejeitado no referendo – com mais de 75% dos suíços contra a medida.

É possível perceber que nós brasileiros estamos muito distantes da liberdade alcançada pelos suíços. Esses 16 fatos sobre a Suíça devem servir de inspiração para a mudança que tanto necessitamos.

Sobre o autor: É economista, professor e mestrando em Escola Austríaca pela Universidad Francisco Marroquim/OMMA

ATÉ QUANDO VAMOS VIVER NESSA REPÚBLICA SINDICAL? OU: E O CORECON AINDA CRITICA OS BANCOS…


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O Brasil é uma república sindical, disso todos já sabem. Somos obrigados a ter alguma filiação sindical, para pagar o tal “imposto sindical”. Como mais os vagabundos seriam sustentados? O raciocínio simples de que, se a adesão ao sindicato fosse boa mesmo, ela poderia ser voluntária, sequer passa pela cabeça dessa turma. O sindicato está lá para proteger os “nossos” interesses, e é por isso que você deve ser obrigado a contribuir, mesmo que abomine o trabalho deles.
No meu caso, de economista, pago a contribuição anual ao Corecon. Pois bem: o que faz o Corecon com essa verba? Além de sustentar os desocupados sindicalistas, ele mantém um jornaleco que faz O GLOBO parecer mesmo de extrema-direita! No jornalzinho do Corecon, Hugo Chávez era um herói, Maduro é defendido, a União Soviética seria um bom modelo de inspiração para o Brasil, a reforma da Previdência seria um caos, e os banqueiros são o demônio em pessoa.
Basta reduzir a taxa de juros na marra que tudo será uma maravilha, pela ótica desses “economistas”. A mesma lógica que destruiu nossa economia, mas vamos lá: se esse pessoal aprendesse com os erros, não seria de extrema-esquerda, não é mesmo? Pois bem: e como o próprio Corecon lida com a taxa de juros quando é ele a receber? Alexandre Schwartsman fez os cálculos:
Recebi hoje o carnê do Corecon, com 4 opções de pagamento:
1) À vista: R$ 441,00 em 31/jan
2) 3 x de R$ 163,33 em 31/jan, 28/fev e 31/mar
3) R$ 465,50 em 28/fev
4) R$ 490,00 em 31/mar
Juro da opção 2 equivale a financiar R$ 276,67 (R$ 441 – R$ 163,33) em 2 parcelas de R$ 163,33. A taxa de juros é … 11,6% ao mês (271% ao ano).
Juro da opção 3 equivale a financiar R$ 441 pagando R$ 465,50 em um mês, ou seja, juro de 5,4% ao mês (89% ao ano).
Juro da opção 4 equivale a financiar R$ 441 pagando R$ 490,00 em dois meses, ou seja, juro de 5,4% ao mês (88% ao ano).
E o pessoal do Corecon critica os bancos…
O que seria da esquerda sem sua infinita hipocrisia? Mas tem mais: André Gordon comentou:
Agora o pior. Aposto que quem escolheu essas condições usou o sofisticado raciocínio de juros simples. 
A vista 441
2) paga mais 49 
3) paga mais 24 (deveria ser 49/2)
4) paga mais 49
Ou seja, os “economistas” do Corecon, que supostamente representa todos os economistas (à força, é verdade), não sabem o que são juros compostos! Entenderam a importância do estudo básico de finanças em nosso país? Foi o tema do meu primeiro Live no Facebook nesta quarta:
Eis aí o nível dos “economistas” ligados ao Corecon: não manjam absolutamente nada de economia! E somos obrigados a sustentar essa patota. Já cheguei a gravar no passado um desabafo sobre isso:
Bem, não satisfeito em me levar essa grana na pessoa física, agora o Corecon está cobrando da minha empresa de consultoria, com essa taxa de juros “camarada”. O que eu falo para essa corja? Não é algo publicável aqui. Minha resposta, portanto, será continuar lutando por um país mais livre, mostrando o absurdo que é termos que bancar esses conselhos regionais na marra. Alô, Temer, essa é uma briga que merece ser comprada!
Cambada de parasitas! Só espero viver para ver o dia em que o Brasil conseguirá se livrar dessa praga sindicalista de uma vez por todas…