Homem sofre acidente na BR-290, é atacado por abelhas e morre

O filho dele parou para ajudar e também foi atacado

Por: Elisandra Borba

 

Um homem morreu após um acidente na BR-290, em São Gabriel, na manhã deste domingo. José Amilton Sotero de Azambuja, 51 anos, perdeu o controle do veículo, invadiu a pista contrária, capotou e bateu em uma árvore em que tinha um enxame de abelhas. As informações são da Rádio Gaúcha.

De acordo com o corpo de bombeiros, que socorreu a vítima, ele foi atacado pelas abelhas e morreu a caminho do hospital após uma parada respiratória. Não é possível afirmar se a morte foi em decorrência do acidente ou do ataque dos insetos.
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O filho de José Amilton, João Vitor de Azambuja, 20 anos, que vinha pela mesma rodovia em outro veículo, parou para ajudar o pai e também foi atacado pelos insetos. Ele foi encaminhado a Santa Casa de Caridade de São Gabriel e o hospital não informou o estado de saúde dele.

 

Zero Hora

Seis presos que comandaram rebelião no Rio Grande do Norte são identificados

Número exato de mortos e feridos ainda está sendo averiguado.
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Grupo Anonymous ameaça governo por limite de banda larga fixa

Pouco menos de 24 horas depois de o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Gilberto Kassab, confirmar que a banda larga contará com limite de dados, o grupo ativista Anonymous disse em sua página oficial do Facebook que irá iniciar uma guerra contra as autoridades do setor.

Segundo eles, o objetivo seria impedir que a medida se concretizasse e prejudicasse os usuários. Eles não especificaram o que será feito para impedir a concretização da medida, no entanto deixaram clara a ameaça. "Acabou a novela. Ministro diz que haverá, sim, limite na internet fixa no Brasil. Chegou a hora da internet dizer aos novos governantes quem é que manda", diz o texto publicado na rede social. "Não se atrevam", conclui o grupo na nota.

No entanto, já é possível imaginar as ações do grupo. No ano passado, durante a discussão sobre limite de banda larga, o Anonymous se manifestou e bloqueou os sistemas da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), além de divulgar dados de vários executivos com ligação à medida.

Início

A discussão sobre o limite de banda larga voltou à tona na quinta-feira, 12, quando Kassab disse que o a medida poderia se tornar realidade ainda em 2017. Em entrevista ao site Poder360, o ministro afirmou que governo e Anatel estão discutindo flexibilização dos planos de banda larga fixa, abrindo a possibilidade para que as operadoras criem planos com limite no uso de dados - como já acontece na banda larga móvel.

Nas redes sociais, a reação foi bastante negativa nesta sexta-feira. No Twitter, por exemplo, a hashtag #NaoAOLimiteDeInternet foi parar nos tópicos mais comentados no mundo.

 

Estadão Conteúdo e IstoÉ Dinheiro

Avião faz pouso forçado após passageiros trocarem tapas e socos

Vídeo registrou briga enquanto várias pessoas tentavam apartar dois homens

 

POR O GLOBO

 

Passageiros agrediram um ao outro e comissárias de bordo tentaram separar briga no meio do voo - Reprodução/Youtube

ÚLTIMAS DE MUNDO

RIO — Um avião que viajava de Beirute para Londres teve que fazer um pouso forçado por causa de uma briga nos ares. Dois passageiros trocaram socos e tapas e provocaram uma confusão durante o voo. O motivo que levou ao início das agressões não está claro, mas a briga foi filmada em um vídeo que circula nesta sexta-feira na Internet.

As imagens mostram que os dois homens na confusão estavam muito nervosos. Várias pessoas se envolveram no meio para tentar evitar que alguém se machucasse. Há relatos de que comissárias de bordo foram assediadas quando tentavam acalmar um dos envolvidos na briga.

O homem que filma a confusão pode ser ouvido dizendo: "Isso é tão engraçado".

O episódio aconteceu em um voo da Middle Eastern Airlines, que havia partido de Beirute para Londres. O avião teve que fazer um pouso de emergência em Istambul, na Turquia, por conta da briga. A companhia aérea não comentou o caso.

 

 

O Globo

Mais um policial militar é assassinado por criminosos no Rio

A assessoria de imprensa da Polícia Militar do estado do Rio de Janeiro (PMRJ) confirmou neste sábado (14) a morte do 2º sargento Fábio Magalhães Teixeira, baleado quando fazia patrulhamento de trânsito em uma praça da Vila Kennedy, na zona oeste da cidade, na noite dessa sexta-feira (13).  Fábio Magalhães é o nono policial morto no Rio em apenas 14 dias de 2017

Segundo a PM, o sargento foi baleado por criminosos e chegou a ser socorrido com vida, sendo levado para o Hospital Municipal Albert Schweitzer. O policial não resistiu aos ferimentos e morreu na madrugada deste sábado. Lotado do 14º BPM (Bangu), o sargento tinha 44 anos e deixou esposa e um filho. Estava na corporação há 20 anos.

Fábio Magalhães foi atingido por dois disparos que partiram de um carro abordado pelo PM. Os responsáveis conseguiram fugir.

O número de policiais mortos este ano pode ser ainda maior, uma vez que a Delegacia de Homicídios (DH) ainda não confirmou se o corpo encontrado carbonizado dia 7 em Itaguaí, no sul do estado, é do subtenente reformado Cássio Ferreira, que está desaparecido.

 

Agência Brasil

Paris sedia Conferência pela Paz no Oriente Médio, sem Israel

Da Rádio França Internacional

Dois Estados, a única solução para acabar com o conflito israelense-palestino: mais de 70 países vão reafirmar solenemente esse compromisso neste domingo (15) em Paris. A Conferência pela Paz no Oriente Médio acontece cinco dias antes da posse do presidente eleito dos EUA Donald Trump, cujas posições sobre o assunto são preocupantes. As informações são da Rádio França Internacional.

O secretário de Estado americano, John Kerry, estará presente. Já Israel não participará da conferência, que qualificou de "farsa". O evento faz parte de uma iniciativa francesa lançada há um ano para mobilizar a comunidade internacional em torno de um dos conflitos mais antigos do mundo e encorajar israelenses e palestinos a retomar o diálogo.

A solução de dois Estados (criação de um Estado palestino que coexista em paz com Israel), referência para a maior parte da comunidade internacional, "está em perigo", advertiu o chefe da diplomacia francesa, Jean-Marc Ayrault, em um artigo publicado na sexta-feira (13) nos jornais francês Le Monde e israelense Haaretz.

"A colonização israelenses nos territórios palestinos, os atentados palestinos em Israel, frustrações, radicalização do discurso, negociações completamente paralisadas há dois anos... A cada dia que passa, nos distanciamos ainda mais das perspectivas de uma resolução do conflito", escreveu Ayrault.

A conferência deste domingo, que vai reunir cerca de 75 países e organizações internacionais (a primeira reunião reuniu 30 países em 3 de junho), não levará a um anúncio concreto, mas a um comunicado que recordará os textos de referência sobre o conflito israelense-palestino e os princípios aceitos pela comunidade internacional em quase 70 anos.

"Parece ser importante, no contexto atual, que 70 países reafirmem que a solução de dois Estados é a única possível. É tão simples quanto isso, não é mais do que isso. Precisamos que essa posição seja gravada e defendida neste período de incerteza", explicou um diplomata francês.

Cinco dias antes da posse de Trump

A conferência de Paris ganha em simbolismo por ser organizada cinco dias antes da posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, cuja imprevisibilidade preocupa os diplomatas que trabalham nesta questão explosiva.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ressaltou na quinta-feira (11) que a conferência de Paris era "uma sacudida final do passado, antes do advento do futuro", ilustrando como a direita de Israel aposta no futuro presidente americano.

Dessa forma, durante a campanha eleitoral, ele prometeu reconhecer Jerusalém como capital de Israel e mudar a embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém.

Assim, romperia com a histórica política dos Estados Unidos e de grande parte da comunidade internacional, para quem o status de Jerusalém, também reivindicado pelos palestinos como capital de seu futuro Estado, deve ser resolvido por meio de negociações.

"Seria uma decisão unilateral que poderia reviver tensões no terreno", afirmou, temeroso, o diplomata francês, ressaltando a incerteza em torno dos anúncios e posições do futuro presidente americano. "Esperamos febrilmente o tuíte que vai anunciar a decisão de transferir a embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém", brincou.

Sinais negativos

"Todos os sinais são negativos nos posicionamentos do futuro presidente dos Estados Unidos sobre o conflito", disse recentemente um membro da liderança palestina, Mohammed Shtayyeh.

A conferência de Paris parece ser o último ato de uma série de compromissos em favor de um processo de paz baseado na solução de dois Estados, antes do salto no desconhecido que representa o futuro governo dos Estados Unidos.

Um mês antes de sua saída da Casa Branca, a administração Obama surpreendeu sobre a questão ao se abster em uma resolução no Conselho de Segurança da ONU condenando os assentamentos israelenses,  para desgosto do presidente eleito Trump, que pediu o veto de Washington.

Alguns dias mais tarde, em um discurso na forma de testamento político, o secretário de Estado americano, John Kerry, que participa da conferência, denunciou novamente a colonização e reiterou os parâmetros de referência para a solução do conflito.

 

Agência Brasil

Itamaraty acompanha brasileira presa nas Filipinas por tráfico de drogas

O Ministério das Relações Exteriores informou neste sábado (14) que está acompanhando o caso da brasileira Yasmin Fernandes Silva, 20 anos, presa em outubro do ano passado, em Manila, capital das Filipinas, por tráfico internacional de drogas. Segundo o Itamaraty, a embaixada brasileira colocou um advogado para dar assistência jurídica a Yasmin.

De acordo com informações da Agência de Combate ao Tráfico do governo filipino, a brasileira foi presa no aeroporto internacional de Manila quando tentava entrar no país com aproximadamente seis quilos de cocaína. A droga estava escondida em um travesseiro. Segundo as autoridades locais, ela saiu de São Paulo e chegou ao país em um voo de Dubai, nos Emirados Árabes.

A prisão da brasileira coincide com a discussão sobre a volta da aplicação da pena morte para condenados por tráfico de drogas, estupro e homicídio nas Filipinas. Embora tenha sido abolida em 2006, a pena de morte é defendida pelo presidente Rodrigo Duterte, que prometeu cumprir a medida, uma de suas promessa de campanha.

 

Agência Brasil

Polícia Civil do Rio inicia operação padrão contra atraso salarial

Sem receber salários desde novembro e sem o pagamento do 13º salário, policiais civis do estado do Rio de Janeiro iniciaram neste sábado (14), por tempo indeterminado, uma operação padrão, denominada de Operação Basta. Durante o movimento, somente serão atendidas as atividades essenciais e consideradas graves: remoções de cadáveres em via pública, crimes em flagrante delito ou ligados às delegacias de Homicídio e das Mulheres (Lei Maria da Penha).

Entre 8h e 12h deste sábado, a categoria realizou uma paralisação total. A decisão foi tomada em assembleia geral realizada na quinta-feira (12), envolvendo todas as categorias de policiais. Os policiais civis prometem fazer diariamente uma paralisação de 13h às 14h até que o estado pague o 13º salário.

O presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado do Rio de Janeiro (Sindelpol), Rafael Barcia, destacou a preocupação da categoria em causar o menor impacto possível à população. “Apesar da necessidade de chamar a atenção para nossos problemas, há a preocupação de causar o menor impacto possível à população”.

Para o delegado, a situação extrapolou qualquer limite do razoável. “Estamos sem receber salário e sem nosso 13º. 2017 ainda não começou para nós e já temos nove policiais mortos. A situação extrapolou qualquer limite do razoável. Há policiais desesperados, gratificações a serem pagas ainda relativas à Olimpíadas, embora as empresas que prestaram serviços já tenham recebido”.

Dignidade policial

Para o presidente do Sindelpol, a indiferença do governo do estado com a categoria beira o absurdo. “Quando eles deixam de pagar por nosso trabalho, mexem com nossa dignidade. Mexem com minha família, com a comida que é colocada na geladeira, com o colégio do meu filho. Não podemos aceitar essa situação. O movimento tem dois objetivos: dizer para o governo que não vamos aceitar trabalhar sem receber, o que é um direito básico de todo trabalhador, e que a população se solidarize com o que estamos vivendo, porque não é possível trabalhar sem receber.”

Rafael Barcia afirmou que, deflagrada a Operação Basta, só serão registrados flagrantes, termos circunstanciados, crimes que envolvem a Lei Maria da Penha, a Delegacia Ani-Sequestro ou que demandem diligências urgentes - tipo trabalho pericial. Os demais não serão registrados”, concluiu o delegado.

 

Agência Brasil

Estudo da UFRJ indica que uso de esteroides altera nível de hormônio da tireoide

Estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) comprova que o tratamento com o esteroide anabolizante (EAA) altera os hormônios da tireoide e o metabolismo da glicose, como resistência insulínica e alterações nas vias de produção de glicose no jejum.

Rodrigo Fortunato, coordenador da pesquisa

Para Rodrigo Fortunato, é importante a informação dos profissionaisUFRJ/Divulgação

Informações obtidas pela Agência Brasil revelam que os dois estudos demonstram que a utilização crônica de EAA pode levar a alterações dos hormônios do organismo que acarretam modificações importantes nas taxas de glicemia, colesterol e triglicerídeos, impactando negativamente na saúde dos indivíduos que fazem uso dessas substâncias.

A comprovação das implicações que o uso dos esteroides e dos impactos que podem causar no organismo é considerada pelos pesquisadores como de fundamental importância para a conscientização da população e para profissionais da área de saúde, incluindo professores de educação física, sobre os efeitos colaterais relacionados à utilização de anabolizantes.

Para o coordenador do estudo, Rodrigo Fortunato, “é muito importante que esses profissionais estejam bem informados para poderem esclarecer o público sobre o tema, exercendo, assim, seu papel de promotores de saúde e bem-estar da população”. Fortunato coordena a pesquisa junto com o aluno de mestrado Luiz Fernando Fonteboa.

Educação física

Ao comentar a pesquisa, o presidente do Conselho Regional de Educação Física do Rio de Janeiro e Espírito Santo (Cref1), André Dias de Oliveira Fernandes, afirmou que qualquer pesquisa desenvolvida com o tema é importante para que os profissionais de educação física possam estejam conectados com o que há de mais novo sobre o assunto.

Segundo Fernandes, sempre se pode acrescentar dados e fatos novos às muitas discussões sobre o uso de esteroides anabolizantes em competições esportiva, que têm, inclusive, órgãos de fiscalizações próprios para coibir o uso dessas substâncias, inclusive para fins estéticos.

André Fernandes defende a importância da presença da figura do profissional de educação física em locais onde se pratica as mais variadas formas de atividade física, como academias, estúdios, clubes, entre outros. “É esse profissional, devidamente habilitado no conselho, que irá orientar de forma segura e eficiente a prática de exercícios sem a necessidade do uso dessas substâncias.”

André Fernandes, presidente do Cref1

André Fernandes sugere cuidados com profissionais sem formaçãoCref1/Divulgação

Para o presidente do Cref1, é preciso cuidado na busca de informações em redes sociais ou com pessoas sem formação, "de modo que essa busca, muitas vezes apenas por uma estética melhor, não afete a saúde e acarrete problemas com consequências sérias no futuro”. Segundo ele, havendo dúvidas no início de um exercício físico, o Cref1 pode ser consultado para saber se a pessoa que está orientando a atividade é um profissional habilitado.

Radicais livre

Os pesquisadores da UFRJ também concluíram que a utilização de doses elevadas de anabolizantes aumenta a produção de radicais livres em tecidos como fígado, rins e coração.

“É importante ressaltar que os radicais livres podem interagir com macromoléculas celulares como lipídeos, proteínas e ácidos nucleicos, o que está associado à fisiopatologia de diversas doenças como diabetes, câncer e infarto do miocárdio”, alertou Rodrigo Fortunato.

As informações indicam que duas pesquisas estão em andamento com praticantes de musculação que relataram o uso de esteroides. Estão sendo avaliadas a produção e detoxificação de radicais livres no sangue e suas consequências fisiológicas, a relação entre hipertensão arterial e o sistema renina angiotensina, sistema hormonal relacionado ao controle da pressão arterial, além de marcadores inflamatórios.

Esteroides anabolizantes

Os esteroides anabolizantes (EAA) são compostos sintéticos derivados da testosterona, cuja ação fisiológica desenvolve efeitos divididos em duas categorias principais: os androgênicos e os anabólicos.

A primeira categoria diz respeito à função reprodutora e manutenção das características sexuais masculinas, enquanto a segunda sobre a estimulação do crescimento e maturação dos tecidos não-reprodutores, entre eles os tecidos muscular e ósseo.

No início dos anos 50, fisiculturistas e halterofilistas começaram a utilizar os EAA para melhorar a aparência física e o rendimento atlético. Sua utilização, no entanto, vem aumentando em larga escala desde a década de 70, se disseminando também entre praticantes de outras modalidades esportivas e de exercícios recreacionais.

“As doses utilizadas por esses indivíduos chegam a ser 100 vezes maiores que as concentrações fisiológicas de testosterona. Estão associadas a uma série de efeitos colaterais que variam de acordo com a dose e o tempo de administração das drogas, sendo alguns deles irreversíveis”, alertam os pesquisadores.

 

Agência Brasil

 

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Helena Reis vai chefiar a segurança do governador de SP, Geraldo Alckmin. "Fico feliz de representar as mulheres, servir de inspiração, exemplo", diz. http://glo.bo/2iz18uY #G1 #SP

Mulher negra assume comando da Casa Militar pela 1ª vez

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Rebelião no RN termina após mais de 14 horas

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Operação Verão flagrou em uma semana 79 motoristas embriagados no Rio

 

Nielmar de Oliveira - Repórter da Agência Brasil

Operação Lei Seca fiscaliza motoristas nas tardes de quinta a domingo, em pontos estratégicos na saída de praias, durante o verão. Na foto, agentes atuam próximo à praia de Copacabana (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Durante o verão, a Operação Lei Seca fiscalizará motoristas em pontos estratégicos na saída de praiasArquivo/Fernando Frazão/Agência Brasil

O governo do estado do Rio de Janeiro prossegue neste fim de semana com a Operação Verão Lei Seca, que completou uma semana na última quinta-feira (12), contabilizando abordagem a mais de mil motoristas, dos quais 79 apresentavam sinais de embriaguez.

Segundo informações do Núcleo de Imprensa do Palácio Guanabara, as blitzen diurnas, adotadas nos dias de verão na cidade por causa da maior a afluência às praias e cachoeiras do estado, continuarão acontecendo nos principais acessos às praias, áreas de lazer e cachoeiras do estado até depois do carnaval.

Com a Operação Verão Lei Seca e a realização das blitzen diurnas, os agentes envolvidos nas ações de fiscalização pretendem conscientizar os motoristas que trafegam nessas áreas da importância da segurança no trânsito, na preservação da vida e na redução do número de acidentes em todo a cidade.

Riscos

Segundo informações do Palácio Guanabara, em uma semana de operação já foram abordados 1.360 motoristas e foram detectados 79 casos de alcoolemia. Mais de 326 multas foram aplicadas e 66 veículos foram rebocados.

Nesse período, os agentes promoverão ações educativas, a fim de alertar a população sobre os riscos de beber e dirigir. Segundo o coordenador da Lei Seca, Marco Andrade, o governo pretende levar à população, particularmente aos motoristas, o entendimento de que os riscos de misturar bebida e direção não têm hora e que os cuidados devem ser permanentes.

No ano passado, a Operação Verão Lei Seca abordou 5.814 motoristas, 538 dos quais apresentaram sinais de embriaguez. Em 2015, foram abordados 4.970 motoristas e 350 tinham sinais de alcoolemia.

Durante a Operação Verão os agentes trabalharão uniformizados com bermuda, camisa polo branca com identificação da Lei Seca e boné. As blitzes à noite continuarão sendo realizadas normalmente.

 

Agência Brasil

 

Donald Trump diz que Obamacare "em breve será história"

 

Da Agência Ansa

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em sua conta em uma rede social que a reforma do sistema de saúde promovida pelo presidente Barack Obama "em breve ficará na história". As informações são da Agência Ansa.
Em seu perfil no Twitter, Trump disse que o "Obamacare", como ficou conhecido o programa de subsídios do governo para ajudar famílias a pagar um plano de saúde, é "insustentável".
Acabar com o programa de saúde foi uma das principais promessas da campanha eleitoral do presidente eleito, que não terá dificuldade para revogar as regras. O Congresso é composto por maioria de republicanos, integrantes de seu partido.
Na quinta-feira (12), o Senado norte-americano aprovou uma resolução para revogar o "Obamacare". No dia seguinte, a Câmara dos Deputados também aprovou as mudanças. Quatro comissões foram criadas para elaborar o texto que substituirá as atuais regras.

 

Agência Brasil

Liminar obriga concessionária a reassumir manutenção do Maracanã

Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro

A liminar determina que a concessionária reassuma imediatamente o contrato de gestão do MaracanãME/Portal da Copa/Daniel Brasil

Liminar do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) determinou que a Odebrecht, concessionária que lidera o consórcio Maracanã, a “reassumir imediatamente” a manutenção e operação do estádio, que se encontra abandonado e vem sendo dilapidado por moradores de rua.

A liminar foi concedida nessa sexta-feira (13) pela juíza Fernanda Louzada, da 4ª Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. A magistrada acatou ação impetrada pela Procuradoria Geral do Estado (PGE).

A liminar determina que o consórcio reassuma imediatamente o contrato de gestão, operação e manutenção do Complexo Maracanã. Em caso de descumprimento da decisão judicial, a concessionária estará sujeita à multa de R$ 200 mil por dia.

Na decisão, a juíza afirmou que “a conduta (da concessionária de recusar a reassumir a administração do complexo esportivo) parece incompatível com a finalidade do contrato de concessão, como já mencionado o princípio da continuidade do serviço público e com as próprias cláusulas do Termo de Autorização de Uso”.

Na petição inicial, assinada pelo procurador-geral Leonardo Espíndola e pelo procurador do Estado, Joaquim Rohr, a PGE argumentou que “não há qualquer justificativa juridicamente plausível para que a concessionária deixe de cumprir o contrato”.

Leonardo Espíndola acrescentou que a empresa se recusa a reassumir a administração do complexo esportivo, alegando que o Comitê Rio 2016 não concluiu algumas obras necessárias para devolução do estádio depois dos Jogos Olímpicos.

Segundo a PGE, a não conclusão dessas obras não impede que a concessionária reassuma a administração do complexo. A PGE argumentou ainda, segundo nota divulgada pelo Palácio Guanabara, que o estado de abandono do Maracanã se agrava a cada dia, “podendo vir a gerar um sério problema de comprometimento da própria função pública dos estádios, que é servir de palco para grandes eventos esportivos e culturais”.

Conforme a petição da PGE, o descaso da concessionária com o patrimônio público vem ocasionando “um grave prejuízo ao Erário e à população, que se vê privada de seu principal estádio, às vésperas do início do Campeonato Carioca, no qual os grandes clubes pretendem realizar seus principais jogos no maior estádio de futebol do Rio de Janeiro”.

A petição da PGE também faz referência aos constantes furtos de mobiliários que o Maracanã vem sendo alvo, “em razão da falta de manutenção e de vigilância, em flagrante descumprimento das obrigações contratuais assumidas pela concessionária”.

 

Agência Brasil

 

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A Assessoria do governo do estado do Rio Grande do Norte confirma que 10 detentos morreram durante rebelião que começou neste sábado (14). http://glo.bo/2iq9EOu

PM entra no presídio de Alcaçuz, no RN, para conter rebelião

G1.GLOBO.COM

 

O motim na Penitenciária Estadual de Alcaçuz já dura mais de seis horas: http://glo.bo/2ixS2yJ #GloboNews #JornaldasDez

Rebelião em maior presídio do Rio Grande do Norte pode ter mais de dez mortos

G1.GLOBO.COM

 

No Rio de Janeiro, mesmo com a operação verão acontecendo desde 2016 na orla, os assaltos continuam frequentes: http://glo.bo/2isRF55#GloboNews

Guarda Municipal e PM começam atuar juntas para conter assaltos na orla do Rio

G1.GLOBO.COM

 

 

Más condições das prisões facilitam crescimento de facções, dizem especialistas

 

Marcelo Brandão - Repórter da Agência Brasil

presídios, penitenciárias, prisões

A guerra de facções mo Amazonas e em Roraima expôs a fragilidade do sistema penitenciário do BrasilArquivo/Agência Brasil

O ano de 2017 começou com o novo capítulo de uma história velha. A morte de 60 detentos em presídios do Amazonas chamou atenção do país e chocou o mundo.  Mais uma vez, a guerra de facções criminosas dentro de presídios brasileiros expôs a fragilidade do sistema penitenciário do país. Especialistas e profissionais que vivem de perto a rotina dos presídios mostram que o sistema é falho e contribui para episódios como de Manaus.

As más condições a que presos são submetidos facilitam o crescimento de facções criminosas dentro dos presídios, nos quais o Estado tem cada vez menos influência. “O que acontece é que criamos um modelo para impedir a fuga de certos indivíduos, mas você os deixa se virarem lá dentro. Então, isso facilita a vida de organizações criminosas que tomam conta da cadeia”, afirmou o doutor em ciência política e ex-secretário de Segurança Pública Guaracy Mingardi.

Manaus - O secretário de Segurança Pública do Amazonas, Sérgio Fontes, afirmou, durante entrevista, concordar em medidas que reduzam o número de presos (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Sérgio Fontes disse concordar em medidas que reduzam o número de presosMarcelo Camargo/Agência Brasil

Segundo ele, o sistema penitenciário sequer pode ser chamado de “sistema”. É uma “coisa dispersa”, onde cada lugar tem uma regra diferente. De acordo com Mingardi, o Brasil precisa repensar a situação dos seus presos e o motivo pelo qual estão encarcerados.

“O Brasil é um dos países com o maior número de presos sem nenhum resultado. Existem pessoas presas por coisas que nem precisaria, e não estou falando de homicídio ou assalto à mão armada. Precisamos pensar mais em outras formas que não sejam só aumentar o tamanho das penas”.

Presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Carlos Lamachia disse acreditar que as cadeias são locais onde pequenos infratores se tornam verdadeiros bandidos. “Acho que o Brasil prende mal e, quando prende, em determinadas circunstâncias, ainda alimenta o crime. Encarceramos alguém por um acidente menor. Aí, colocamos essa pessoa dentro de um presídio, no qual ele vai conviver com presos de altíssima periculosidade”

Secretário de Segurança Pública do Amazonas, Sérgio Fontes afirmou concordar em medidas que reduzam o número de presos. As audiências de custódia, que aceleram o julgamento para detidos em flagrante e preveem o uso de penas alternativas à prisão, são um exemplo. Entretanto,  ele defende a ação da polícia. E explica que a polícia “não escolhe” quem deve prender.

“Sou totalmente favorável às audiências de custódia, a medidas que procuram encarcerar menos, mas que não dependem da polícia. Dizem que a gente prende muito e prende mal. Na verdade, não temos opção. Cometeu o crime, tem de prender. [...] Quem escolhe se permanece [preso] ou não é o Judiciário”. Para ele, a forma do Estado retomar o controle dos presídios é investir na disciplina dos presos.

“Eles têm de saber que é o Estado que controla. É preciso retomar, com procedimentos que não são bem desejados. A tendência da gente é querer paz. Então, vamos abrindo mão, dando regalias e, quando vemos, o controle foi perdido”. Mingardi lembrou que as estruturas do Estado são voltadas a prender mais, e não menos.

Manaus - Juiz titular da Vara de Execuções Penais do Amazonas, Luis Carlos Valois disse que o Estado tem de passar a cumprir a lei sobre as condições de um presídio. (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Para o juiz Luis Carlos Valois, o Estado tem de passar a cumprir a lei sobre as condições de um presídioMarcelo Camargo/Agência Brasil

“Se fizer uma reforma, aumentar a eficiência da polícia, do Judiciário e do Ministério público, vai mais gente para a cadeia. Tem de pensar como vai fazer isso, de forma que a cadeia não fique ainda mais entupida, porque ninguém quer gastar dinheiro em cadeia. Todo mundo acaba falando 'eu prefiro construir escola'. É bobagem, porque a maioria não constrói escola nem cadeia.”

Juiz titular da Vara de Execuções Penais do Amazonas, Luis Carlos Valois disse que o Estado tem de passar a cumprir a lei sobre as condições de um presídio. De acordo com o juiz, a prisão que existe é ilegal e longe do ideal.

“A lei fala em educação, saúde e assistência de tudo que é tipo: religiosa, esportiva, cela com arejamento, com espaço. Não pode ter superlotação. A lei diz tudo isso. O sistema penitenciário brasileiro, se cumprisse a lei, era um dos melhores do mundo. A lei não é cumprida”.

Superlotação

O magistrado descreve o Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), onde 56 presos morreram no início de janeiro. Segundo ele, em uma cela feita para oito pessoas abriga 30, com gente dormindo sob camas de cimento. “Isso tudo no calor de Manaus. Já tem estudos de criminologia que informam que o calor é um índice de [aumento de] criminalidade. Imagine em Manaus." 

A superlotação é um dos problemas que afligem os presídios no Brasil. Dados de 2014 do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) mostram o crescimento gradual da população carcerária no Brasil. Em 2004, o país tinha 336 mil presos.

Dez anos depois, esse número quase dobrou, com 622 mil, sendo 584,7 mil em prisões estaduais, 37,4 mil em carceragens de delegacias e 397 nas quatro prisões federais em funcionamento no país. A quantidade de vagas, porém, não acompanha o crescimento. Em 2014, o número de vagas era 371,8 mil.

Conforme especialistas, o número de presos provisórios contribui para uma conta que não fecha quando se fala em população carcerária e vagas no sistema prisional. Presos provisórios são aqueles que ainda não foram julgados. No Brasil, 40,13% dos presos sequer foram julgados.

No Amazonas, por exemplo, 62,64% dos presos são provisórios. O número de presos ainda sem julgamento (5,5 mil) é suficiente para superar o número de vagas no estado (3,4 mil). Na Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Rondônia e Sergipe o cenário é o mesmo: não existe cadeia suficiente nem para os presos provisórios. Presídios superlotados do Amazonas e de Rondônia têm protagonizado as páginas de jornais desde o fim de 2016, com mortes e guerras entre facções criminosas.

Facções no controle

Atual secretário de Segurança Pública, Fontes já foi superintendente da Polícia Federal no estado. Para ele, chacinas entre presos não é nova. “Eles já se matam há muito tempo”, disse. Ele explica que o avanço do Primeiro Comando da Capital (PCC) no Rio de Janeiro, estado natal do Comando Vermelho, pode ser um dos motivos do aumento da violência nas penitenciárias.

“Antes de acontecer aqui, aconteceu em Roraima, Acre, Maranhão, Pernambuco. E sempre com essa conotação. Nós já sabíamos, tanto que separamos os PCC's da FDN [Família do Norte, facção aliada ao Comando Vermelho e rival do PCC]”.

Fontes discorda, no entanto, que membros de que uma facção não devam ficar no mesmo presídio que membros de uma facção rival. “Dar um presídio para o PCC significa dizer que todo mundo que entrar lá vai virar PCC. E isso não é bom”.

Luis Carlos Valois ressaltou que “preso deve ser tratado como preso” e não como líder. Para o juiz, essa valorização do status de liderança de um preso lhe dá poder dentro da cadeia. “Não legitimo as facções. Quando chego na penitenciária, os presos se comportam como presos. Aliás, preso tem de ser tratado como preso e não como líder de alguma coisa. Esse é um grande equívoco do sistema penitenciário brasileiro, tratá-los como se fossem líderes”.

Para o presidente da OAB, o combate às facções passa pela separação de presos por tipo de crime cometido, algo que não é visto em muitos presídios do país.

“O Estado não pode mais sucumbir às facções criminosas. Termos a ideia da separação de presos, os de maior e menor potencial ofensivo. O Brasil tem de investir em mais vagas no sistema prisional. Investimento em sistema prisional brasileiro é investir em segurança pública. A sociedade precisa entender isso”.

Edição: Armando Cardoso

 

Agência Brasil

 

 

Acesso à contracepção no país é influenciado por questões religiosas, diz estudo

 

Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil

Embora o Brasil tenha uma das legislações sobre planejamento familiar mais avançadas da América Latina, o acesso das mulheres a contraceptivos no país é influenciado por correntes religiosas e grupos conservadores. A conclusão está no relatório Barômetro latino-americano sobre o acesso das mulheres aos contraceptivos modernos, que levantou dados sobre direitos reprodutivos no Brasil, México, Colômbia, Argentina e Chile.

O documento, divulgado esta semana pela Federação Internacional de Planejamento Familiar/Região do Hemisfério Ocidental, aponta que a influência desses fatores na escolha dos métodos contraceptivos se dá porque as mulheres não têm acesso à informação nem a políticas públicas de educação sexual.

A pesquisa foi realizada no fim de 2015 e ouviu 20 especialistas de cada país, dos setores público e privado. No Brasil, o estudo foi coordenado pela organização não governamental (ONG) Cepia, que se dedica ao desenvolvimento de projetos que promovem os direitos humanos e a cidadania de grupos vulneráveis.

Interferência

De acordo com a socióloga da Cepia Jacqueline Pitanguy, muitas vezes, a influência religiosa determina a escolha de um método contraceptivo e até impede o cumprimento da Lei de Planejamento Familiar, que prevê, por exemplo, a vasectomia e a ligadura de trompas como instrumentos de programação de um casal. Em alguns casos, segundo a representante da Cepia, até profissionais de saúde – motivados por valores morais pessoais e crenças religiosas – interferem na tomada de decisão das mulheres sobre essa escolha.

Além disso, em nome de questões morais e religiosas, alguns protocolos de atendimento são quebrados, como o direito à confidencialidade e à privacidade nas consultas médicas, que também é garantido por lei a adolescentes, mas descumprido quando os profissionais condicionam o atendimento à presença da mãe ou outro adulto.

“Isso fere o protocolo e mostra uma moral incriminatória que, imediatamente, freia o que é o objetivo precípuo desse atendimento, que é fornecer à jovem informação contraceptiva, acesso a meios para que ela possa, por exemplo, evitar uma gravidez na adolescência, que é uma coisa muito séria no Brasil”, pondera a socióloga.

A interferência se dá, segundo Jacqueline, por causa da ausência de disciplinas sobre saúde sexual e reprodutiva nos currículos escolares do país. Para a socióloga, a educação sexual tem a ver “com cidadania, com projeto de vida, de liberdade” e não pode ser limitada ao ensino de questões biológicas.

De acordo com o relatório, de modo geral, os cinco países analisados tratam os temas de direitos sexuais e reprodutivos de forma limitada em campanhas de saúde. No Brasil, por exemplo, as campanhas públicas sobre o tema são quase sempre restritas ao período do carnaval e voltadas especificamente para a prevenção de HIV/Aids. “Apesar de termos alcançado pontuação elevada no que se refere a protocolos, normas, mesmo a leis com relação à saúde reprodutiva e sexual, nós não fazemos campanhas de sensibilização da população sem ser aquela coisa pontual de carnaval, Aids, camisinha”, critica Jacqueline.

Vírus Zika

O relatório destaca a necessidade de reforço das políticas de planejamento familiar em função do vírus Zika, que provoca malformações em bebês. Logo após o auge a epidemia da doença, em 2015, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos emitiu recomendações sobre a ampliação do acesso à contracepção, principalmente entre as mulheres mais pobres, mais vulneráveis à contaminação pelo vírus, transmitido pelo Aedes Aegypti. Além disso, a ONU apontou a necessidade de revisão das leis sobre o aborto por causa da doença.

Segundo Jacqueline, as diretrizes não foram acolhidas pelo Brasil, que concentrou os esforços no atendimento às famílias de bebês que nasceram com microcefalia causada pelo Zika.

Sistema Único de Saúde

No documento, a Federação Internacional de Planejamento Familiar elogia a política brasileira de distribuição gratuita de medicamentos contraceptivos no Sistema Único de Saúde (SUS), mas pondera que o acesso é desigual e varia de acordo com a região do país.

A íntegra do relatório pode ser consultada no site da Cepia

 

Agência Brasil

 

Turquia prende dois chineses suspeitos de atentado em Istambul

 

Da Rádio França Internacional

Dois chineses foram presos hoje (14) na Turquia, acusados de participação no atentado ocorrido em uma boate de Istambul na noite de Ano Novo. O atentado, que foi reivindicado pelo grupo extremista Estado Islâmico, deixou 39 mortos. As informações são da Rádio França Internacional.
Os dois suspeitos, identificados como Omar Asim e Abuliezi Abuduhamiti, foram presos e acusados de integrar uma organização terrorista e de comprar armas de fogo sem autorização.
Na semana passada, o chefe do ministério turco das Relações Exteriores, Mevlüt Cavusoglu, anunciou que o responsável pelo atentado foi identificado, mas não revelou seu nome nem sua nacionalidade. No entanto, o vice-primeiro-ministro declarou que o suspeito era provavelmente de origem uigur, povo de origem turca, que habita parte da China.

 

Agência Brasil