Polícia Federal pede prorrogação de inquérito que investiga Dilma e Lula

A Polícia Federal (PF) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prorrogação do prazo do inquérito que investiga a ex-presidenta Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por suposta obstrução das investigações da Operação Lava Jato.

No mesmo processo, são investigados os ex-ministros José Eduardo Cardozo e Aloizio Mercadante; o ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Francisco Falcão; o ministro do STJ Marcelo Navarro Ribeiro Dantas; e o ex-senador Delcídio do Amaral.

A investigação foi aberta pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, em agosto do ano passado, após pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

O pedido do procurador foi baseado na delação premiada feita pelo então senador Delcídio do Amaral. Em uma das oitivas, o senador acusou a presidenta afastada Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula de terem interesse em nomear, no ano passado, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marcelo Navarro Ribeiro Dantas com o objetivo de barrar as investigações da Operação Lava Jato e libertar empreiteiros presos.

Segundo Delcídio, a suposta tentativa contou com o apoio de José Eduardo Cardozo, que à época ocupava o cargo de ministro da Justiça, responsável por indicar informalmente à Presidência da República nomes de possíveis candidatos, e do ex-ministro Aloizio Mercadante.

Desde a abertura das investigações, a ex-presidenta Dilma afirma que a abertura do inquérito é importante para elucidar os fatos e esclarecer que em nenhum momento houve obstrução da Justiça. A defesa de Lula sustenta que o ex-presidente jamais interferiu nas investigações da Lava Jato. Mercadante também nega que tenha obstruído as investigações.

 

Agência Brasil

"EPIDEMIA DE VIOLÊNCIA NA AMÉRICA CENTRAL CAUSA CRISE HUMANITÁRIA"!

(Sylvia Colombo - Folha de S.Paulo, 04) 1. A América Latina vive crise humanitária para muitos invisível. É mais fácil o brasileiro médio saber que há refugiados deixando a Síria do que ouvir falar de milhares de pessoas, neste mesmo continente, que vêm abandonando seus países todos os dias.
2. Diz-se dos que tentam atravessar de modo ilícito a fronteira do México com os EUA que são "imigrantes ilegais". Correto tecnicamente, o termo só maquia uma realidade brutal. O Triângulo do Norte (El Salvador, Honduras e Guatemala) vive uma epidemia de violência que pôs a região no primeiro lugar entre as mais homicidas do Ocidente.
3. Só El Salvador (população: 6,5 milhões) fechou 2016 com uma taxa de 81,2 mortos por 100 mil habitantes. Os outros dois países o seguem de perto. Cerca de 10% da população já abandonou a região. Citando o jornalista Jon Lee Anderson, "essas pessoas estão fugindo, e não imigrando". Anderson cobriu a guerra civil em El Salvador (1979-1992), que deixou 70 mil mortos. A atual crise já supera a cifra daqueles mais de 12 anos de conflito.
4. Pendurados em trens de carga, vulneráveis ao sequestro pelos cartéis, entregando os filhos a "coiotes" —enquanto as mulheres tomam anticoncepcionais antes de partir porque serão estupradas no caminho—, os centro-americanos seguem correndo para o Norte.
5. Em 2016, segundo o governo dos EUA, os imigrantes ilegais do Triângulo do Norte já ultrapassaram os que vêm de outras origens. Quão terrível é a realidade que deixam atrás? Ainda mais quando Donald Trump promete deportar milhões de indocumentados? A história talvez pudesse oferecer uma lição ao presidente eleito dos EUA. Afinal, a atual epidemia de violência centro-americana começou na Califórnia.
6. Ali, no universo das gangues de Los Angeles, os filhos dos que fugiram das guerras civis da América Central dos anos 80 formaram dois bandos: Mara Salvatrucha e Barrio 18. Nos anos 90, os EUA realizaram uma ampla deportação de indocumentados, e esses criminosos aterrissaram em países cujas economias mal se recuperavam dos tempos de conflito, ou seja, que não lhe deram oportunidades.
7. Hoje, a Mara Salvatrucha e a Barrio 18 são facções criminosas com cerca de 100 mil integrantes. Atuam na extorsão de comerciantes, fazendeiros e transportadoras. A sangrenta disputa de ambas por território destrói as vidas dos civis que estão no meio. O êxodo dos centro-americanos é uma fuga desesperada dessa violência.
8. Se Trump apostar novamente num projeto de deportação em grande escala, estará apenas cometendo o mesmo erro que os EUA já perpetraram no passado, e realimentando as máfias do Triângulo do Norte. Mais gente, então, buscará fugir, dando continuidade a esse ciclo sangrento.

 

Ex-Blog do Cesar Maia

Juiz decide que pagamento de propina na Petrobras não é dano ao Erário

A Justiça Federal em Curitiba decidiu negar andamento a uma ação de improbidade administrativa do Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, um dos delatores das investigações da Operação Lava Jato, e a empreiteira Galvão Engenharia, além de executivos da empresa. Na decisão, proferida na segunda-feira (9), o juiz Friedmann Anderson Wendpap, da 1ª Vara Federal de Curitiba, entendeu que, no caso concreto, o pagamento de propina para fraudar as licitações da Petrobras não pode ser considerado como dano ao Erário.

Na ação, o MPF pedia que os acusados fossem condenados a ressarcir R$ 756 milhões aos cofres públicos, quantia equivalente a dez vezes ao valor que teria sido pago em propina pela empreiteira por meio de "operações fictícias" em contratos da estatal. O Ministério Público também pedia que a Galvão Engenharia fosse impedida de assinar contratos com a administração pública e de receber incentivos fiscais. De acordo com as investigações, a empresa participava do cartel de empreiteiras que fraudava as licitações na estatal.

Na decisão, o juiz entendeu que "os atos ímprobos" podem ter causado dano ao Erário, mas os danos não decorrem do pagamento de propina, mas do superfaturamento dos contratos.

"No caso concreto, porém, não se pode considerar o pagamento da vantagem indevida como dano ao Erário, por uma singela razão: ainda que tenha sido fixada com base no valor do contrato, a propina foi paga pelas próprias empreiteiras, e não pela Administração Pública. O que a Petrobras pagou, em verdade, foi o preço do contrato e em razão de um serviço que, em tese, foi realizado a contento. Logo, o pagamento da propina não implica dano ao erário, mas desvantagem, em tese, às próprias contratadas", decidiu.

 

Agência Brasil

Lugar de pessoas como Lula é na cadeia, e em regime fechado | Marco Antonio Villa

Publicado em 12 de jan de 2017

O ex-presidente Lula esteve em Salvador, em evento do MST. Em seu primeiro ato público do ano, o petista já declarou que, se for necessário, será candidato à presidência em 2018.
O comentarista Marco Antonio Villa ironiza a fala de Lula e diz que dificilmente ele será candidato, já que será preso ainda neste ano. “Tudo indica que vai ser condenado e vai recorrer preso. E ninguém pode ser candidato quando se está preso”, diz.
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A CULPA DAS EXECUÇÕES DOS MARGINAIS É DA GESTÃO PRIVADA DAS PRISÕES?

blog

Por Ricardo Bordin, publicado pelo Instituto Liberal

– Vamos pintar esta parede de azul.

– Acho melhor pintar de vermelho.

– Não, azul vai ficar bem melhor.

– Tá bom, dá aqui que eu mesmo faço.

– Peraí, mas você está pintando tudo errado, tá ficando uma porcaria assim!

– Tá vendo, eu disse que vermelho era muito melhor…

Parece brincadeira, mas é o que resta fazer quando brincam com a inteligência alheia. Mal as cabeças de líderes do PCC no presídio de Manaus haviam rolado (literalmente), e já havia oportunistas (inclusive o próprio Ministro da Justiça) bradando que a unidade prisional era administrada por uma empresa privada – o que justificaria, quem sabe, a “reestatização” destas unidades prisionais e a decorrente abdicação deste “modelo perverso”, que põe a vida dos pobres encarcerados abaixo da incessante busca dos empresários gananciosos pelo lucro. Na eterna disputa entre estatizantes e privatizadores, ponto para os amantes do Estado.

Ponto negativo, só se for. Da mesma forma que ocorre na anedota supracitada, a melhor forma de mostrar que fazer do seu jeito “não funciona” é colocá-lo em prática da pior forma possível, e depois alegar que “não dá certo assim, eu não disse?”. Nada como um dia após o outro (ou um morticínio após o outro, no caso) para provar que pintar paredes de cadeias de vermelho-sangue não é prerrogativa de empresas terceirizadas.

A média de detentos assassinados no Brasil é superior a quatrocentos por ano. Ora, como apenas 52 das mais de mil unidades prisionais brasileiras estão sob gestão privada, fica claro que a administração pública desempenha o papel principal nesta carnificina de condenados pela Justiça em nosso país. Tome-se como exemplo o massacre ocorrido em Roraima que levou para a terra dos pés juntos 33 presidiários, na Penitenciária Agrícola do Monte Cristo (Pamc), ou as típicas cenas de Brazilian Horror History que se passam, vez por outra, em Pedrinhas no Maranhão, e tantos outros – a tal ponto que a PGR cogita até mesmo pedir intervenção federal em quatro estados onde a situação é mais periclitante. É natural, pois, que o falido sistema prisional brazuca tenha apelado para a iniciativa privada.

Mas se for para privatizar, privatiza direito, poxa. Primeiramente, estamos falando de um contrato administrativo com superfaturamento saltando aos olhos, pois o custo mensal de um preso no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, gerido pela empresa Umanizzare, representa nada menos do que o triplo do que costuma gastar o estado de São Paulo com o mesmo intuito. Onde estava o Tribunal de Contas do Amazonas que “não viu” isso?

grafico-presos

E é claro que, tão certo quanto “onde há fumaça há fogo”, onde há superfaturamento, há agentes do Estado se dando bem, em conjunto com o “capitalista” de compadrio, seja na forma de “doações eleitorais” suspeitas, seja na forma de um agrado para Juízes e Magistrados aliviarem a pena dos companheiros meliantes. Esta prática contumaz, aliás, constitui o mais significativo argumento para que as transações comerciais efetuadas pelos governos, nas três esferas e poderes, sejam limitadas a um mínimo necessário, mormente em atividades onde o sistema de concorrência do livre mercado seja, a princípio, impraticável – certamente, a meu ver, estamos diante de uma delas, muito embora não seja esta uma opinião unânime (especialmente entre os liberais).

Fonte: O Antagonista.

Fonte: O Antagonista.

Diante deste quadro de evidente favorecimento mútuo entre a empresa contratada e o estado contratante (com o dinheiro do pagador de impostos no meio, bancando tudo), fica difícil imaginar que as cláusulas estipuladas entre as partes pudessem exigir que o prestador de serviços viria a ser penalizado financeiramente em caso de episódios como a carnificina em Manaus, fugas (somente nesta oportunidade, mais de 150 criminosos escaparam), fraqueamento de armas ou celulares no interior da instituição, ou de condições precárias de vivência.

Pior: ainda que houvesse essa previsão no papel, certamente ela não seria reivindicada, por meio de multas ou até mesmo rescisão contratual. Desta forma, que incentivo tinha esta empresa para melhorar os serviços prestados, sabedora de que, tendo em vista seus laços com os gestores públicos, dificilmente seria desbancada da concessão? Que riscos ela corria de experimentar prejuízo ou ver seu negócio ir à bancarrota? E dada a facilidade com que o açougue improvisado foi armado no presídio, fica fácil deduzir que o local era a verdadeira casa da mão Joana. Mas não custaconferir o cenário encontrado por lá – e que se repete na quase totalidade das casas de detenção do país:

Mas digamos que, hipoteticamente, estivéssemos diante de um caso legítimo de delegação de serviços públicos: a empresa em questão possuía a responsabilidade contratual e a competência legal para evitar que esse alarido todo ocorresse?  Ora, os serviços acordados entre as parte resumiam-se, tão somente, a limpeza e conservação predial; manutenção dos equipamentos e estrutura; manter em perfeito funcionamento o sistema de segurança eletrônica, incluindo o sistema de câmeras de vídeo; e só! Trata-se, pois, de um contrato de “cogestão”, no qual o Estado constrói a unidade e a dirige, confiando a terceiros apenas atividades-meio, como as listadas supra.

Quer dizer, se havia superlotação nas celas, que culpa pode ser atribuída ao contratado neste quesito? Se a edificação não foi concebida para que presos de maior e menor periculosidade ou de facções rivais ficassem apartados, que culpa tinha o contratado? Se a empresa não tem como obrigar os meliantes a laborar para bancar indenizações às vítimas de seus crimes, uma vez que nossa carga magna proíbe trabalhos forçados, qual sua parcela de culpa no fato de que eles passam o dia inteiro planejando suas próximas delinquências? Se nossa legislação penal é tão branda que motiva tanta gente a cometer delitos – e a entrar e sair da cadeia como se uma porta giratória estivesse instalada na entrada –, o que resta ao terceirizado fazer senão ver o circo pegar fogo diante do quadro de impunidade generalizada sob a qual não possui ingerência alguma?

E ainda que o Estado, porventura, tivesse a intenção de transferir por completo a administração carcerária a agentes privados, ficaria apenas na vontade: a previsão legal, no que se refere à delegação do poder de polícia a particulares, é proibitiva. A lei 11.079/2004, em seu art. 4º, III, ao enumerar as diretrizes gerais das Parcerias Público-privadas (PPP’s), é de clareza solar ao proibir a delegação do poder de polícia à pessoa jurídica de Direito Privado:

Art. 4º Na contratação de parceria público-privada serão observadas as seguintes diretrizes:

III – indelegabilidade das funções de regulação, jurisdicional, do exercício do poder de polícia e de outras atividades exclusivas do Estado;

Ou seja, não adianta culpar a privatização pelas capas de revista ensanguentadas desta semana, sob o risco de clamarmos, sob os mesmos argumentos, que também empreiteiras sejam estatizadas, correto? E também distribuidoras de merenda escolar. E fabricantes de material hospitalar. Neste ritmo, o comunismo estará logo aqui na esquina. O quiproquó reside nas normas convidativas ao banditismo e na mentalidade tolerante que não permite alterá-las.

Não tem jeito: não há solução de curto prazo fácil ou barata. É preciso, sim, em um primeiro momento, coçar o bolso (como anunciou Michel Temer cinco dias antes da chacina em Manaus) e criar novas vagas em presídios, até mesmo porque o Brasil, que ocupa apenas a 32º no ranking de país que mais prendem, soluciona somente 8% dos homicídios cometidos. Ou seja, tem muito criminoso à solta ainda por aí que precisa ser encarcerado, até para desestimular a prática de delitos.

Ainda, o mais breve possível, é necessário reformar o código penal e a lei de execuções penais, para que os infratores sintam algum receio de serem capturados pelo polícia – ser preso, nos dias atuais, é só mais um dia de “trabalho” normal na vida do vagabundo médio. Não deixar nossas fronteiras a deus-dará, de modo que FARC e FDN negociem armamento pesado e entorpecentes à luz do dia, é medida que também ajuda.

É claro que muitos vão defender a rota oposta, ou seja, afrouxar as leis penais para “esvaziar as cadeias” e evitar que episódios como esse se repitam, especialmente relativizando todo o caos que a legalização do comércio e do consumo de drogas, dentre outras excrecências aventadas, pode trazer à sociedade. Se apenas os presos que escaparam quando da “insurreição” em Manaus – que de rebelião não tinha nada, pois se tratou, pura e simplesmente, de execução de grupo rival – cometeram doze assassinatos nas primeiras horas em liberdade, imagine o que aconteceria se, do dia para a noite, eles se vissem livres de suas condenações. Melhor nem pensar.

Pior ainda é ter que debater com os defensores da bandeira da reintegração dos marginais à sociedade. Esquecem os desavisados que, de forma muito objetiva e direta, a prisão serve para 1) livrar as pessoas ordeiras do convívio com o criminoso, impedindo que ele siga fazendo novas vítimas; 2) gerar um efeito pedagógico sobre os demais cidadãos, provocando-lhes o temor de terem o mesmo destino; 3) aí sim, como uma terceira preocupação, permitir que estes indivíduos, tão logo seja possível crer que reúnem as condições de retornar ao convívio social, relaxar suas penas – e, para isso, são necessários programas educativos e não permitir que o encarcerado fique misturado com bandidos de pior estirpe, sob o risco de formar as famigeradas “pós-graduações” do crime.

Mesmo porque, como decorrência do estado de direito, os condenados pela Justiça devem cumprir tão somente a pena a qual lhes cabe pelo texto legal. Se a restrição de liberdade é a penalidade que lhes foi aplicada, não cabe ao Executivo submetê-los a todo o tipo de bizarrice durante seu tempo de reclusão – tipo assim, rolar de cima de um telhado em dias de rebelião.

Chama a atenção que prisões-modelo (APAC – Associação de Proteção e Assistência aos Condenados), como o de Santa Luzia, região da Grande Belo Horizonte, não registram mortes de internos nem são alvos de rebeliões. E não é difícil entender o porquê: os detentos encaminhados para estas instituições já estão em processo de reabilitação avançado ou cometeram crimes de menor potencial lesivo. Ao que cabe, pois, perguntar: faz algum sentido tentar reabilitar estupradores de crianças e assassinos em série para que venham, quem sabe, morar na sua vizinhança? Ah, a falta que fazem a prisão perpétua e a pena capital. Não concorda? Calma que o Champinha reabilitou-se recentemente, aceitou Alá no coração e tá vindo dirigir a van da sua filha para o colégio, querido. E olha o preconceito, hein?

Longe de mim, porém, emular o comportamento de uma considerável fatia dos brasileiros e celebrar estas mortes ocorridas nos presídios – e até pedir bis. A uma porque tais ocorrências demonstram o largo poder destes líderes de facções, como Marcola e Gelson Carnaúba, os quais possuem, a seu comando, exércitos sanguinários e obedientes. Um assobio deles e nossas ruas podem virar Ruanda. A duas porque a sensação de impunidade no Brasil (fomentada, ainda, pelo desarmamento da população) é um fábrica de facínoras que opera 24/7, e não há morticínio que dê jeito de reduzir a criminalidade como um todo – no máximo proporciona um respiro. Por fim, tais eventos acabam comovendo (pasmem) ainda mais os defensores dos direitos humanos dos delinquentes, motivando decisões como a que mandou para casa 161 prisioneiros de Roraima, a fim de “prevenir novas chacinas”. Agora o PCC e a FDN já sabem: chacinas abrem as portas das cadeias. Uma degola equivale a um alvará de soltura. Parabéns meritríssimo (correta a grafia)!

Traz alguma esperança residual, em meio a este turbilhão da crise penitenciária, o post publicado por uma Juíza Gaúcha. Ainda dá pra sonhar com dias melhores – para nós, e dias bem piores para a bandidagem. Não adianta o Estado brasileiro querer terceirizar sua responsabilidade em manter a ordem e gerar segurança – ou até adianta, se fizer direito…

Poupança volta a render mais que a inflação em 2016, diz consultoria

Do UOL, em São Paulo

 

  • Getty Images/iStockphoto

A poupança rendeu 8,3% em 2016, enquanto a inflação oficial no ano foi de 6,29%, segundo dados do IBGE divulgados nesta quarta-feira (11). Isso significa que quem guardou suas economias na poupança ao longo do ano passado conseguiu cobrir a perda da inflação e ainda ficar com um dinheiro extra.

Foi o terceiro ano consecutivo de alta, e o melhor resultado da poupança desde 2006, segundo levantamento da consultoria Economatica.

Em 2015, a poupança havia rendido 8,15%, mas a inflação oficial no ano havia sido de 10,67%. Ou seja, o poupador perdeu poder de compra naquele ano.

Terceiro melhor investimento

De acordo com a Economatica, o ganho real da poupança no ano passado (descontada a inflação*) foi de 1,9%.

POR QUE A INFLAÇÃO NO NOSSO BOLSO PARECE MAIOR DO QUE A INFLAÇÃO OFICIAL?

Com isso, ela fica atrás de outros dois investimentos. A Bovespa liderou, com ganho real de 30,72%, seguida pelo CDI, usado na renda fixa, com alta de 7,25% acima da inflação. Os rendimentos dessas aplicações não consideram descontos de Imposto de Renda e taxas. 

Saques superaram depósitos

No ano passado, os saques da poupança superaram os depósitos em R$ 40,702 bilhões, no segundo pior resultado desde o início da pesquisa, em 1995. O resultado só foi melhor que o de 2015, quando a caderneta havia perdido R$ 53,568 bilhões.

As informações foram divulgadas pelo Banco Central na última quinta-feira (5).

A poupança perde recursos em meio à crise econômica, com expectativa de queda de 3,49% no PIB (Produto Interno Bruto) em 2016. O desemprego alto, com taxa de 11,9%, e as sucessivas quedas na renda vêm pressionando o orçamento dos brasileiros. 

Soma-se a isso o fato de os juros estarem altos, atraindo recursos para investimentos mais rentáveis.

* O cálculo do ganho real (descontado o efeito da inflação) não é a simples subtração entre o ganho nominal da poupança e a inflação do período, destaca a consultoria.

 

UOL Economia

O DISCURSO DE DESPEDIDA DE OBAMA: A ESQUERDA NUNCA SAI DO PALANQUE!

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O presidente Obama fez nesta terça seu discurso de despedida em Chicago. Quem viu o homem carismático, ficou com a nítida impressão de que o melhor, e não o pior presidente americano dos últimos tempos saía do poder. Também ficou com a impressão de que ele foi o vencedor do pleito, que sua candidata democrata levou, não seu adversário, alguém que simplesmente detonou sua gestão e o atacou em todos os aspectos.

É natural que Obama tenha escolhido Chicago para sua despedida. Foi lá que fez sua carreira política. Mas como está Chicago hoje, depois de tanto tempo de comando democrata? Chicago está um caos para os padrões americanos, e apresenta índices de criminalidade bem acima da média. A questão racial é um fator importante: o Black Lives Matter, que vem se alimentando da narrativa vitimista da era Obama, toca o terror na região, mantendo a polícia acuada.

Obama enalteceu em sua fala os tais “organizers”, aqueles que, como ele no passado, agem como militantes de Gramsci, levando a mensagem socialista por todo canto, agitando as massas, mobilizando os peões dos “progressistas”. São uma espécie de UNE misturada com CUT e MST. Os tais “organizers” só organizam mesmo baderna em prol dos seus interesses particulares.

Obama cobrou do eleitor a responsabilidade por suas escolhas ruins também, em vez de só culpar o “sistema”. Verdade. Seus próprios eleitores tinham que se responsabilizar mais pela péssima escolha que gerou resultados tão medíocres, só pela cor da pele ou pela retórica sensacionalista. Carisma, afinal de contas, Lula também tinha! O importante é capacidade de gestão, arcabouço ideológico, e nisso Obama deixa muito a desejar.

Na economia, seu governo foi um fiasco. Aumentou o grau de intervencionismo estatal, de “salvamento de empresas” pelo estado, o endividamento explodiu, e o PIB não cresceu mais do que 3% ao ano, a média americana, em momento algum. Ou seja, “apesar” de todo o ativismo do governo Obama, o fato é que a economia teve um desempenho pior do que medíocre.

Do lado geopolítico os Estados Unidos só pioraram. Aproximaram-se apenas de Cuba e Irã, afastaram-se de países aliados como Israel, e viram o crescimento do poder do ISIS e do terrorismo. A situação na Síria saiu de controle, e tudo isso comprova que a bela retórica pacifista de Obama não consegue entregar resultados na prática.

Já sua principal marca, o Obamacare, é outro fracasso, e deverá ser inclusive abolido pelo Congresso republicano. Seu programa populista de saúde serviu para encarecer o seguro para a classe média, como alertado pelos liberais. Obama sabe como se vender bem, só não é capaz de entregar o que prometeu depois. Ou seja, parece mais um vendedor talentoso meio 171 do que um gestor eficiente.

Só que esse sujeito é idolatrado pela mídia, quase toda ela de esquerda, encantada pelas ideias “progressistas”. Esse foi o maior problema: enquanto Obama ia abusando do direito de errar, os “jornalistas” mantinham relativo silêncio, ou pior, elogiavam “o cara”, pois vivem numa bolha ideológica, preferem o mundo da estética ao dos fatos. E Obama sabe explorar bem isso, é o presidente das celebridades de Hollywood, dos “intelectuais” famosos, da elite culpada.

E para encerrar em seu melhor estilo demagogo, repetiu o bordão de sua campanha, “Yes, we can”. Ou seja, a turma de esquerda vive mesmo de aparências, de ilusões. Mesmo depois de oito anos de governo, de uma derrota humilhante de seu partido para uma figura como Donald Trump, Obama insiste na propaganda, e só na propaganda. Sim, nós podemos! Eles não fizeram de fato, mas eles “podem”. Eles podem continuar enganando aqueles que desejam ser enganados, contando com a ajuda especial da grande imprensa…

Rodrigo Constantino

Maduro afirma que não abandonou cargo e que é alvo de golpe na Venezuela

Da Agência Ansa

Saiba Mais

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou a Assembleia Nacional, que tem maioria da oposição ao seu governo, de ter feito um "manifesto irritante, nulo e golpista" ao acusá-lo de abandono de cargo. "Eles estão utilizando os recintos da Assembleia Nacional em desacato com a lei para promover um golpe de Estado. Assim eu os denuncio", disse o mandatário sobre o texto aprovado por 106 parlamentares. As informações são da Agência Ansa.

Segundo Maduro, a declaração aprovada no Parlamento "está copiando os diferentes golpes que durante os últimos 17 anos querem derrotar a revolução bolivariana.  A quadrilha da Assembleia Nacional autoriza para que haja o que eles querem: intervir na Venezuela para fazer atentados terroristas contra nosso país para buscar o objetivo que se manifesta", declarou, convocando a população para "não cair nas provocações".

Os parlamentares aprovaram o "abandono de cargo" porque consideram o mandatário como o responsável pela "completa crise socioeconômica" que atinge a nação e pela "ruptura da ordem constitucional e democrática". Com isso, os parlamentares querem pedir a convocação de eleições presidenciais imediatas.

 

Agência Brasil

 

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Parlamento venezuelano declara Maduro em "abandono do cargo"

 

O Parlamento venezuelano, de maioria opositora, declarou nesta segunda-feira o presidente Nicolás Maduro em "abandono de cargo", ao responsabilizá-lo pela grave crise que o país atravessa, embora a Justiça tenha determinado que o Legislativo é incompetente para destituí-lo. As informações são da Agência France-Presse (AFP).

A Assembleia Nacional, controlada pela opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD), votou esta iniciativa e pediu a realização de eleições, na véspera de Maduro cumprir seu quarto ano de mandato.

"Aprovado o acordo com o qual se qualifica o abandono do cargo a Nicolás Maduro e se exige uma saída eleitoral para a crise venezuelana para que seja o povo quem se expresse através do voto", anunciou o chefe do Legislativo, Julio Borges, ao ler o acordo na tribuna do plenário.

Segundo a extensa declaração, "Maduro provocou uma crise sem precedentes na Venezuela" e está "à margem da Constituição" por provocar "devastação econômica", "ruptura da ordem constitucional" e "violentar os direitos" dos venezuelanos.

Mas, pouco antes da sessão, o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), acusado pela oposição de servir ao chavismo, publicou uma nota para esclarecer que a Assembleia "não tem faculdade para destituir" o presidente Maduro que, acrescentou, está "no exercício de suas atribuições constitucionais".

Lenha na fogueira

Em uma sessão agitada, os opositores acusaram Maduro de descumprir deveres e mergulhar o país em uma crise sem precedentes, com escassez de alimentos e remédios, a inflação mais alta do mundo - 475% em 2016, segundo o FMI - e uma criminalidade galopante.

"Este é um governo falido, por isso há abandono de cargo. Não continuem jogando lenha na fogueira", advertiu o ex-chefe do Parlamento, o antichavista Henry Ramos Allup, na tribuna dos oradores.

O líder da bancada governista, Héctor Rodríguez, qualificou a iniciativa de um "ato de insensatez e irracionalidade". "Quando satanizam as ações do presidente, estão reconhecendo implicitamente que está governando. É uma ópera bufa a mais", disse o deputado chavista Pedro Carreño no plenário.

Segundo a lei, se o Parlamento declara "falta absoluta" do governante antes de que cumpra seu quarto ano de mandato, eleições serão convocadas em 30 dias. Depois desse limite, será substituído pelo vice-presidente para completar os dois anos restantes do mandato presidencial.

Na semana passada, Maduro nomeou vice um "chavista radical" - como ele próprio se define -, Tareck El Aissami, de 42 anos, a quem pôs à frente de um "comando" contra supostos planos "golpistas" da oposição.

Saiba Mais

Muralha jurídica

A MUD aspira a uma antecipação das eleições gerais de 2018, embora Maduro, a quem a oposição tentou tirar do poder em 2016 com um referendo revogatório - suspenso pelo poder eleitoral - , se mostra seguro de governar até o fim de seu mandato, em janeiro de 2019.

Analistas advertiram para a enorme muralha com que a oposição tem se deparado incontáveis vezes: o TSJ, que há cinco meses declarou o Parlamento em "desacato" e nulas todas as suas decisões, no auge de um duro confronto entre os poderes.

A Justiça o declarou em desacato por empossar três deputados, cuja eleição foi suspensa por suposta fraude. Embora em novembro tenham se afastado da Assembleia voluntariamente, o TSJ exigia que isto fosse formalmente votado em plenário legislativo.

Para o constitucionalista José Ignacio Hernández, embora o TSJ desconheça o Parlamento, "nenhuma decisão jurídica da Assembleia permitirá realizar eleições", advertiu.

"Para ser efetiva [a declaração de "abandono do cargo"], deve ser acompanhada da nomeação de um TSJ que não esteja a serviço do Executivo. E se deverá ver se vem com uma estratégia de rua que busque escalar o protesto", afirmou à AFP Diego Moya-Ocampos, analista do IHS Markit Country Risk (Londres).

Para o constitucionalista Pedro Alfonso del Pino, "abandonar o cargo não é exercer mal" as funções, mas "deixar de exercer o poder" e isto não ocorre na Venezuela.

Em dezembro, a Assembleia declarou a "responsabilidade política" do presidente na crise, com a ideia de abrir um julgamento político. Mas esta figura não está na Constituição e, de qualquer forma, o TSJ anulou esta decisão.

Piores desafios

O analista John Magdaleno disse à AFP que, embora mude de estilo e ofensiva, o Legislativo enfrentará em 2017 "os mesmos ou piores desafios" que em 2016: "sua atuação estará condicionada pela estratégia do chavismo, que é reduzir as competências deste Parlamento".

"A estratégia já começou", disse Magdaleno. Na sexta-feira passada, deputados governistas pediram ao TSJ para declarar ilegal a nova diretriz parlamentar, sob o argumento do desacato.

Analistas avaliam que a oposição, dividida em torno de um diálogo suspenso com o governo, deve se concentrar nas eleições de governadores e prefeitos, previstas para este ano e em recuperar o apoio popular perdido após o fracasso do referendo.

 

Agência Brasil

 

 

O legado de Obama em números

 

Por Rodrigo Constantino

blog

Após a publicação do meu


O risco de uma ditadura do Judiciário com a abolição da divisão de poderes: cada macaco no seu galho!

 

Por Rodrigo Constantino

blog

Não é tema novo aqui no blog. O ativismo judicial é uma praga que vem se expandindo em nosso...


Confortare; Esto vir! Ou: O que está acontecendo com a masculinidade dos homens?

 

Por Rodrigo Constantino

Publiquei um texto ontem, com base num artigo de Matt Walsh, que teve bastante repercussão. Trata-se de como os pais precisam ensinar seus filhos como ser homem. Uma mensagem um tanto óbvia para qualquer pessoa com algum bom senso e com mais de 40 anos. Mas vivemos em um mundo “líquido”,...


A culpa das execuções dos marginais é da gestão privada das prisões?

 

Por Rodrigo Constantino

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Por Ricardo Bordin, publicado pelo


O responsável pelo atentado foi o terrorista ou o caminhão?

 

Por Rodrigo Constantino

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Por Lucas Berlanza, publicado pelo


A malandragem pode explicar nosso baixo PIB per capita?

 

Por Rodrigo Constantino

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Por Roberto Ellery, publicado...


O discurso de despedida de Obama: a esquerda nunca sai do palanque!

 

Por Rodrigo Constantino

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O presidente Obama fez nesta terça seu discurso de despedida...

Governo desembolsou R$ 42 bilhões para obras do PAC em 2016

O governo federal desembolsou R$ 42 bilhões para pagamento de obras previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em 2016. Em reunião nesta quarta-feira (11) no Palácio do Planalto, ministros do Núcleo de Infraestrutura do governo apresentaram um balanço das ações do setor.

“Os ministérios mostraram que o pagamento de suas obras estão em dia, e que conseguiram equilibrar o pagamento das obras com o cronograma de execução”, disse o ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira.

Brasília - O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira durante entrevista após reunião do Núcleo de Infraestrutura, no Palácio do Planalto (José Cruz/Agência Brasil)

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, dá entrevista após reunião do Núcleo de Infraestrutura, no Palácio do Planalto José Cruz/Agência Brasil

Com as contas em dia, o governo dará início agora ao planejamento dos desembolsos a serem feitos este ano e no próximo. “O presidente [Michel Temer] orientou para que iniciemos o processo de planejamento para 2017 e 2018”, disse o ministro.

As primeiras ações devem ser anunciadas em breve. “Devemos lançar na primeira semana de fevereiro o primeiro relatório intermediário sobre o andamento de 1,6 mil obras paralisadas, que estão sendo retomadas, devendo ser concluídas ao longo deste ano e do próximo”, acrescentou.

Ao comentar o balanço da área de infraestrutura, Oliveira também citou progressos na obra da transposição do Rio São Francisco, que já tem etapas concluídas.

 

Agência Brasil

 

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Surto em MG

Folhapress

O número de casos suspeitos de febre amarela teve alta em Minas Gerais. Segundo o Ministério da Saúde, 48 pessoas tiveram resultados positivos para a doença, e 14 morreram.
A quantidade de munícipios atingidos no interior do Estado também aumentou: de 10, para 15. Todos os casos ocorreram na área rural. Leia mais

 

Loteria acumulada

Arte/UOL

Ninguém acertou os números da Mega-Sena e o prêmio acumulou para R$ 11 milhões. As dezenas sorteadas ontem foram 16, 17, 19, 28, 45 e 58. O próximo sorteio vai ser realizado no sábado.
Para tentar a sorte basta fazer aposta em qualquer lotérica do país, até as 19h, no horário de Brasília, do dia do sorteio. Uma aposta simples, com seis números, custa R$ 3,50. Leia mais

 

Visita do Hermano

Natacha Pisarenko/AP

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, vai visitar o Brasil no próximo dia 7 de fevereiro. O convite foi feito pelo presidente Michel Temer.
No encontro, os dois devem debater sobre os próximos passos a serem dados pelo Mercosul, a negociação do acordo do bloco com a União Europeia e a situação na Venezuela. Leia mais

 

Filmes em destaque

Divulgação

E hoje é dia de estreias no cinema. O destaque dessa semana é o filme Assassin's Creed, inspirado no game de ação, com Michael Fassbender e Marrion Cotillard.
Já o drama A criada, do cineasta sul coreano Chan-wook Park, traz a história de uma jovem e um vigarista que planejam roubar uma herdeira. Para quem gosta de comédia, o longa brasileiro Eu fico Loko é inspirado na vida do youtuber Christian Figueiredo. Quer saber mais sobre filmes que estão em cartaz? O aplicativo Guia UOL traz todas as novidades do cinema para você. Leia mais

Daniel Ortega assume quarto mandato como presidente da Nicarágua

Da Agência Ansa

epa05620611 Nicaraguan President Daniel Ortega (L) and his wife Rosario Murillo (R) pose for a photo after voting in the general elections at a polling station in Managua, Nicaragua, 06 November 2016. EPA/RODRIGO ARANG

O casal Ortega foi eleito com ampla margemRodrigo Arang/Agência Lusa

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O líder nicaraguense Daniel Ortega foi empossado nesta quarta-feira (11) para seu quarto mandato como presidente da Nicarágua, o terceiro consecutivo. Desta vez, ele assumiu o poder com a sua esposa, a influente Rosario Murillo, como sua vice-presidente, algo inédito no país. Isso só havia acontecido antes na América Latina uma única vez, na Argentina, com Juán Domingo Perón e sua mulher Isabellita, em 1973. As informações são da Agência ANSA.

À cerimônia de posse do casal Ortega, que aconteceu na Plaza de la Revolución, na capital Manágua, compareceram os presidentes da Venezuela, Nicolás Maduro; da Bolívia, Evo Morales; e de Taiwan, Tsai Ing-wen, que está realizando uma viagem oficial à América Central.

Ortega e Rosarlo, da Frente Sandinista de Liberação Nacional (FSLN), venceram com facilidade as eleições de 6 de novembro passado, que foi marcada, no entanto, com a falta de legendas de oposição na disputa e por uma abstenção histórica do país. Ele foi eleito pela quarta vez para mais um mandato de cinco anos, com 71,5% dos votos. Seu partido conquistou 71 das 92 cadeiras da Câmara unicameral.

Ortega ficou no poder na Nicarágua entre 1979 e 1990 e depois interruptamente a partir de 2007.

 

Agência Brasil

 

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Taxa base da economia fica em 13%

Getty Images/iStockphoto

Os grandes bancos brasileiros anunciam uma baixa nos juros depois do corte na Selic desde outubro. Ontem o Comitê de Política Monetária, o Copom, reduziu a taxa básica da economia do país de 13,75% para 13% ao ano.
Apesar da decisão, o Brasil ainda continua o país com os maiores juros reais, que descontam a inflação projetada para os próximos 12 meses. A taxa fica em 7,93%, bem à frente do segundo colocado em ranking, a Rússia, com 4,76%. Leia mais

 

Bancos vão socorrer Rio

O Banco do Brasil vai liderar um consórcio de bancos para fazer novos empréstimos ao governo do Rio de Janeiro, que está em grave crise financeira. Caixa Econômica Federal e Bradesco vão fazer parte do grupo.
Os valores podem chegar a R$ 3 bilhões. A quantia não foi fechada por que o Estado ainda depende da venda da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cadae). O negócio é uma forma de reduzir o endividamento no Rio, que hoje é de cerca de R$ 76,8 bilhões. Leia mais

 

'Controle desse advogado'

André Dusek/Estadão Conteúdo

E em meio a uma grave crise no sistema penitenciário, o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, defende que a visita de advogados de chefes de facções criminosas a presídios seja monitorada, inclusive por meio de gravações.
"Eu acho que tem de ter o controle desse advogado", defendeu Moraes. O ministro negou que o governo tenha demorado a reagir aos massacres que aconteceram nas prisões de Manaus e Boa Vista. No total, 99 presos morreram nesses dois locais depois de rebeliões. Leia mais

 

 

Infestação de mosquitos

Wilfredo Lee/AP

A Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo vai multar moradores e comerciantes que não removerem foco de mosquitos de residências ou estabelecimentos comerciais. O valor pode variar de R$ 180 a R$ 700, dependendo da quantidade de criadouros. Antes de receber a cobrança, o morador vai receber uma carta de notificação.
Para fazer a denuncia basta ligar no 156 ou através do site SP156. Nas últimas semanas, pessoas que moram na região de Pinheiros têm sofrido com uma praga de pernilongos. Hoje, a partir das 7h, a Prefeitura vai aplicar larvicida e inseticida nos arredores do rio. Leia mais